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Avaliação: Chevrolet Cobalt 2016 melhora visual e conectividade, mas preço joga contra

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A sobreposição de modelos de mesmo segmento não era algo estranho na Chevrolet quando o Cobalt foi lançado. Logo depois ele teve a companhia do irmão menor Prisma. A dupla tinha a missão de oferecer propostas diferentes na mesma faixa de preço.

O Chevrolet Cobalt atendia famílias que exigiam mais espaço e também os frotistas, especialmente os taxistas. O Prisma oferecia mais estilo e um desempenho melhor aos que não precisassem de um carro maior. A diferença entre versões similares chegou a ser inferior a R$ 200, por exemplo.

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Esse pequeno comparativo é apenas para explicar a súbita mudança de direção que a GM propôs para o novo Chevrolet Cobalt 2016. Com visual renovado e conectividade ampliada, o sedã compacto grande da Chevrolet ficou mais caro e se distanciou do Prisma. Além disso, saíram as versões LS e LT (esta última continua apenas para taxistas e frotistas), ficando somente a conhecida LTZ e a nova Elite.

A topo de linha Elite indica essa elevação de nível do Cobalt dentro da gama Chevrolet, ficando agora como um intermediário de fato entre Prisma e Cruze. O objetivo, além disso, é disputar espaço com os sedãs compactos premium. No entanto, seu principal trunfo se perde nessa mudança de postura e preço: o custo-benefício. Agora, ele parte de R$ 60.890, preço da versão LTZ manual, avaliada pelo NA.

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Por fora…

Apesar da elevação de preço, o Chevrolet Cobalt 2016 apresenta um visual mais agradável, especialmente na parte frontal, que perdeu os enormes faróis e agora apresenta um conjunto ótico mais equilibrado. Frisos cromados nos protetores e bases das janelas reforçam a elegância do conjunto.

A grade com frisos cromados ficou menor e também mais harmônica. Os para-choques foram revisados, enquanto a traseira apresenta novas lanternas, agora horizontais e divididas pela tampa do porta-malas, igualmente modificada. As rodas de liga leve aro 15 polegadas tem boa aparência.

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Por dentro…

No interior, o Cobalt 2016 apostou em dois tons mais escuros que o anterior, criando assim a combinação entre preto (Jet Black) e marrom (Brownstone). A repaginada foi benéfica e podemos destacar os novos difusores de ar laterais, assim como o console central refeito para a nova multimídia. O quadro de instrumentos análogo digital continua inspirado em motocicleta, mas de boa visualização das informações e bem completo. O volante multifuncional em couro tem boa empunhadura.

Os comandos do ar-condicionado apresentam bom aspecto. O porta-luvas é mediano, mas o espaço interno é bem generoso, especialmente para quem vai atrás. Os bancos em tecido marrom são confortáveis e apresentam desenho interessante. No geral, o interior melhorou em relação ao anterior.

O porta-malas, como sempre, mantém os ótimos 563 litros, que podem ser ampliados com o rebatimento do banco traseiro bipartido. Mas há alguns itens que precisam ser revistos. Atrás, o terceiro passageiro não tem cinco de três pontos e nem apoio de cabeça.

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Os controles dos retrovisores permanecem em local ruim (coluna A). Para um carro com piloto automático, faltou um apoio de braço para o motorista em viagens, mesmo esse tendo câmbio manual. Poderia ter também câmera de ré com a vistosa tela da multimídia, mas há sensor de estacionamento.

De modo geral, o conjunto apresentado é aceitável, mas não para essa faixa de preço, pois o acabamento, apesar da melhora, ainda não está no nível de compactos premium, onde o sedã está agora posicionado.

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Por fim, não poderíamos deixar de falar da multimídia MyLink 2 com Android Auto e Car Play, que amplia de forma significativa a conectividade a bordo. Ela dispõe de entradas USB (pode ter hub para 2 USB) e auxiliar, além de Bluetooth.

O lado ruim (temporário, diga-se de passagem) é que o sistema do Google ainda não está operacional, enquanto o da Apple não dispõe de navegador. Então, o negócio é esperar pela ativação no primeiro caso. Ao contrário do Elite, o Cobalt LTZ não dispõe do serviço OnStar.

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Por ruas e estradas…

O Chevrolet Cobalt 2016 mudou muito por fora e pouco por dentro. Também ganhou em conectividade. Mas continua devendo em motorização moderna. Apesar de consagrado no passado, o 1.8 OHC de 8 válvulas que a GM ainda disponibiliza no modelo já não agrada tanto quanto antigamente.

Ele entrega apenas 106/108 cv a 5.400 rpm e 16,4/17,1 kgfm a 3.200 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. Para os 1.110 kg do Cobalt LTZ, ele até que dá conta do recado, bem diferente da versão 1.4, ainda disponível para taxistas e frotistas.

Casado com um bom câmbio de cinco marchas, ele apresentou rendimento razoável para sua idade. Ele mantém um bom ritmo se não for forçado, pois é aí que a falta de potência fica nítida, apesar do bom torque em baixa. Rodando a 110 km/h, ele aponta 3.000 rpm. As retomadas poderiam ser melhores com o carro vazio. O câmbio tem bom escalonamento de marchas e tem acionamento suave e preciso.

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No consumo, rodamos muito com o Cobalt LTZ manual e conseguimos 7,3/9,5 km/litro na cidade e bons 10,1/13,2 km/litro, respectivamente com etanol e gasolina. Então, pode-se notar exatamente o que falamos logo acima. Torque bom na cidade e pouca potência para a estrada.

Na condução, o Cobalt continua apresentando uma boa posição para o motorista, embora com direção não tão leve quanto o desejado. Ainda é do tipo hidráulica. Os freios são suficientes para a proposta, assim como o ajuste da suspensão, que privilegia o conforto, apesar da boa estabilidade para seu porte. O conjunto é muito robusto e enfrentou bem estradas ruins e até trechos de terra em um desvio obrigatório por conta de uma estrada com trânsito parado com a qual nos deparamos. Sem dúvida, está mais do que apto a rodar neste país.

No entanto, ainda existe muita presença de ruídos internos durante a condução, mesmo com pneus 195/65 R15 mais altos que ajudam a filtrar mais as imperfeições do solo. O ronco do motor é moderado no habitáculo. De modo geral, o nível de ruído poderia ser melhor, o que acaba contribuindo também para que o Cobalt não esteja em igualdade com os sedãs compactos premium.

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Por você…

Para quem realmente precisa de espaço, seja para uma família com membros de grande estatura ou taxistas em busca de oferecer mais para seus passageiros, isso sem contar o espaçoso porta-malas, o Cobalt se apresenta como sempre, uma boa opção. Só que agora a coisa muda um pouco por conta do preço. Ele já não é mais tão vantajoso.

O Cobalt LTZ ainda não está dentro da faixa de preço dos sedãs médios, então sai como uma alternativa para quem não quer gastar mais ou precisa de um sedã de bom porte, mas robusto e espaçoso. São R$ 60.890. O Elite, por exemplo, beira os R$ 70.000 e entra na faixa dos médios, o que o deixa em maior desvantagem.

O conjunto em termos de conteúdo é bom. Ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, rodas de liga leve, faróis de neblina, sensor de estacionamento, multimídia com Car Play e Android Auto, airbag duplo, ABS, alarme, piloto automático, computador de bordo, volante multifuncional, entre outros, estão presentes.

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Na manutenção, a GM só disponibiliza os preços do modelo 2015, mas como não houve alterações mecânicas, então podemos considerar os mesmos valores. Assim, o proprietário do Cobalt 1.8 pagará R$ 2.900 por revisões até 60.000 km. Um custo interessante se comparado a alguns concorrentes. O valor sobe para R$ 4.752 se for até 100.000 km.

Os atributos de sempre continuam no Cobalt 2016, que ganhou o devido cuidado com o estilo e razoável atualização do ambiente interno. A evolução do MyLink, agora com Car Play e Android Auto, é um ponto importante, pois tais itens estão ausentes até em sedãs de luxo. O motor continua depondo contra essa evolução, assim como o acabamento e o preço, que prejudica o carro em um de seus principais argumentos, o custo-benefício.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Chevrolet Cobalt 1.8 LTZ 2016

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha
Cilindrada – 1796 cm³
Potência – 106/108 cv a 5.400 rpm (gasolina/etanol)
Torque – 16,4/17,1 kgfm a 3.200 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão – Manual de cinco marchas

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 10 segundos (etanol)
Velocidade máxima – 170 km/h (etanol)
Rotação a 110 km/h – 3.000 rpm
Consumo urbano – 7,3/9,5 km/litro (etanol/gasolina)
Consumo rodoviário – 10,1/13,2 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção
Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção
Hidráulica

Freios
Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 15 com pneus 195/65 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4.481 mm
Largura – 1.735 mm (sem retrovisores)
Altura – 1.523 mm
Entre-eixos – 2.620 mm
Peso em ordem de marcha – 1.110 kg
Tanque – 54 litros
Porta-malas – 563 litros
Preço: R$ 60.890

Galeria de fotos do Chevrolet Cobalt 1.8 LTZ 2016:





  • Mr. Car

    Gostei da frente, a traseira por mim nem precisava mudar (apesar que não desgostei da nova), mas era muito mais o interior cinza clarinho e em veludo dos primeiro Cobalt LTZ. Também gostaria demais que trocassem esse painelzinho de motoca barata por um decente, além, claro, de uma outra mudança que parece ser um pedido geral: motores mais modernos.

    • th!nk.t4nk

      Sobre o motor, não entendo essa avaliação do NA: “conseguimos bons 9,5/13,2 km/l com gasolina na cidade e estrada, respectivamente”. Bons? Sério mesmo, um carro leve e com apenas 106 cv apresentar esse consumo altíssimo? Nem modelos dos anos 90 mais potentes bebiam tanto!

      • Mr. Car

        Eu não levo muito em conta estas avaliações. Consumo depende de muitos fatores e prefiro eu mesmo fazer esta aferição, dentro da minha realidade de uso. Com um Monza 2.0, tido e havido como beberrão, não era incomum eu conseguir médias de 14,5/15km/l na estrada.

        • Alvaro Guatura

          Na época que a gasolina tinha o que, 18% de alcool?

          • Mr. Car

            Na época em que todo mundo reclamava que os 2.0 da GM eram beberrões, he, he!

      • Artur

        O consumo não está bom, mas também não está péssimo, considerando que o Cobalt é um carro de proporções generosas e o motor é bastante defasado.

        • Zoran Borut

          Menos que as proporções, o problema mesmo é o motor, que nunca esteve entre os mais econômicos entre os similares. Consome na prática o mesmo que o antigo 2.0 Flexpower de 140 cv – mas com desempenho muito inferior. Esse é o maior ponto fraco do carro, e não vejo na linha atual da GM brasileira nenhum motor que pudesse substituí-lo com competência no quesito economia/desempenho. Mas pelo preço que a GM está pedindo, poderia ao menos equipar o Cobalt com o 1.8 16V do Cruze.

    • O interior cinza claro era realmente bonito! Agradeça a Quatro Rodas, que sempre reclama que “interior claro suja fácil” e as montadoras trocam pra agradar a revista!

      • Mr. Car

        Não sei se a QR é a culpada, mas o maldito interior “pretinho básico” impera, isto em um país quente em quase todos os lugares, e quase o tempo todo. Poderiam no mínimo oferecer os interiores clarinhos como opcional. Seria um que eu pagaria com prazer. Fico doido quando visito sites do exterior, e vejo que carros que também temos aqui só com interior preto, lá fora contam com a opção do claro. Dá outra sensação de espaço, realça o design do habitáculo, agrega refinamento (não é à toa que carros como Mercedes Classe S, BMW Série 7, e Audi A8 os tem assim), e esquenta menos.

    • David

      Mr. Car eu tambem sou um desses que nao desmereco o esforco da Chevrolet em tornar esse patinho feio mais bonito. Tirando o nome e dentro da nossa realidade brasileira achei o carro extremamente bonito. Logico sempre ha mais que se possa fazer, ate num Bugatti Veyron tem lugar pra crescer. Mas acho que acertaram. So prefiria uma cor mais creme claro no bom estilo americano ou japones nos assentos ao inves desse marrom quase chocolate com leite. Motor eu nao preocupo pois sei que mecanica boa e barato toma o lugar de muito importado pois esse vc conserta qualquer lugar. Esse virou o que o Gol foi durante anos. Agora estou esperando e um 1.3 ou 1.4 turbo. Ai a economia sobe e fica ainda mais agil.

  • CignusRJ

    Sei não as acho que a GM esta dando uma mancada com o Cobalt, ter retirado as versões mais simples, continuar com a mesma motorização e aumentado o preço desta forma. Creio que haverá queda na venda dos Colbalt.
    Quem quiser comprar carro mais barato aproveite que a versão antiga ganhará bons descontos.
    .

  • lucas

    Se trocassem o painel pelo do cruze, ou de outro modelo que seja mais bonito, e um motor 1.4 turbo que equipa o Sonic nos EUA, ai assim ficaria um carro top. O carro ficou muito bonito, mas a mecânica e preço ficaram a desejar, e muito!!

  • André Pessimista

    Esse mesmo motor já teve cabeçote 16v, e o ecotec 1.6 do sonic pra ficar no lugar. Quem sabe em 2017!

    • pedro rt

      o cobalt vai ganhar um novo motor mas nao sera nem o 1.8 ecotec nem o 1.6 ecotec, sera um inedito feito no brasil, pode ser um 1.0 turbo ou 1.4 turbo q sera lançado no cruze ainda esse ano

      • Gabriel

        o 1.0 ecotec turbo não vem no cruze, o que pode vir no cruze é o ecotec1.4 turbo, até pq o 1.0turbo o cruze seria manco.

        • pedro rt

          nao disse q viria no cruze, esse 1.0 turbo com injecao direta podera vir no cobalt, mas certeza msm e no prisma e onix

          • Gabriel

            ah sim, no onix/prisma seria otimo colocar o ecotec1.0T e tirar o 1.4

    • Gabriel

      Deveria sacar fora o 1.4 e 1.8 e ter apenas o ecotec 1.0 turbo que a opel usa tem na media de 110 120 cv

  • Eduardo Brito

    Muito caro pelo o que oferece. Vale mais gastar esse direito num City, ou esticar mais um pouquinho e pegar um Sentra.

    • Rafael Yashiro

      Também penso o mesmo. Ou ainda pensar no Bravo de entrada, que é até bem equipado e apesar de ser Hatch medío tem um bom porta malas e um motor bom para o porte do carro.
      Mas esse Cobalt de entrada não está tão ruim, mas deveria ser um pouco mais barato. Porém julgando que a Chevrolet sempre deixa em aberto negociações na concessionaria, acho que da para diminuir um pouco esse preço.

    • PerobaC

      A GM idealizou um bom acerto no visual do Cobalt, mas o preço pelo pouco que o produto oferece e os arcaicos motores 1.4 e 1.8 não justifica sua compra em nenhuma versão.
      Há o bom atributo do espaço interno e porta-malas, mas a concorrência tira de letra esse aspecto. City é um deles, mas embarca mais refinamento e um conjunto mecânico muito superior.
      Ambos são pelados em segurança, mas caro por caro, City é bem mais negócio.

      E o 1.4 F1 depõe do contra. O Prisma passará a ser uma escolha mais interessante porque tem razoável espaço interno e leva o mesmo motor, por um preço melhor.
      GM errou a mão nesse modelo e certamente vai continuar com as vendas em baixa …

      • pedro rt

        esses motores familia 1, 1.0, 1.4 e 1.8 vao sair de linha ano q vem e serao substituidos por novos motores por enquanto se tem informacao apenas de um 1.0 com injecao direta e outro 1.0 turbo com injecao direta ambos serao 3 cilindros

      • Artur

        Ambos realmente são pelados em segurança, mas a diferença é que o City tem 5 estrelas no Latin Ncap.

    • Rafael Trindade

      Acredito que o City seja melhor, mas a versão pelada dele, chega dar um “ruim”.

    • Hélio

      só pelo pós-venda da honda já dá pra migrar bem

  • Marcelo SR

    O que falar? Nada… É o mesmo que bater em cachorro morto.

    • Franklin Diego

      Até ele gritar…

      • Marcelo SR

        OK, ok… Não está morto… Está respirando com a ajuda de aparelhos… A morte é só questão de tempo.

  • Cyro

    SAUDADES SONIC!!!

    • _William

      Se ele ainda estivesse no mercado estaria no preço dos sedans médios já, não duvido nada.

      • Rafael Trindade

        Sonic estaria custando R$ 80.000,00

      • Kaian Reis

        Ou então o preço do Cobalt não iria aumentar tanto

      • Gabriel

        O sonic teria a mesma media de preso que o fiesta, seu maior concorrente

      • pedro rt

        se o sonic estivesse a venda no brasil o cobalt nao teria subido tanto de preço. oq aconteceu e q o cliente preferiu ficar com um carro mais barato, mais espaçoso e com acabamento um pouco melhor do q com um carro importado, menor e mais caro

        • Zoran Borut

          Na verdade o povo preferiu a dupla Onix/Prisma, que mesmo aumentando absurdamente de preços continuou vendendo bem, até que o preço do Prisma equiparou-se ao do Cobalt e o Sonic deixou de ser importado. O Onix era para ser substituto do Celta, mas com o sucesso de enganação de público, acabou virando compacto quase premium. E isso somente pelo design, que muita gente adora.

    • pedro rt

      o acabamento de porta do sonic era todo em plastico ao contrario do cobalt e prisma/onix, fora q o design nao era tao bom aos olhos, mas eu gostava daquele ecotec 1.6 apesar de ser um motor lançado nos anos 90

  • leomix leo

    NA dá uma revisada nos km/l no texto. Está Kgfm…

    “conseguimos 7,3/9,5 km/litro na cidade e bons 10,1/13,2 kgfm, respectivamente com etanol e gasolina.”

  • André Luiz

    60 pratas e não tem controle de tração e estabilidade… Toyota fazendo escola.

    • Fernando S.

      Não esqueça do tambor nas rodas traseiras.

  • _William

    Toda essa grana pra ter um motor antigo (provavelmente gastão), acabamento mediano, desempenho aquém do esperado (vazio anda, mas com família e bagagem deve sofrer), direção HIDRÁULICA, falta de diversos itens de segurança e etc… só parar os corajosos!
    Aliás, esse carro parece ter sido feito para agradar aos saudosistas ou público mais velho e conservador, “motorzão” UM PONTO OITO (que vai ter vários desentendidos dizendo ser melhor que o 1.4 do Jetta), é “COMPRETÃO”, espaçoso e ainda tem um pé na modernidade com o MyLink2.

    • Não acho que direção hidráulica seja demérito. Inclusive prefiro-a em relação à elétrica, a qual acho muito artificial e, às vezes, leve demais. Prefiro ter o feedback no volante. E a do Cobalt é bem levinha pra manobrar e firme em altas velocidades.

  • André Flandres

    Bonito, mas bem manco.

  • Quando ele brigava na faixa de preço do Grand Siena, tudo bem, mas ele invadiu a área do City, que é muito mais bem construído e com motor, embora com menos torque, mais eficiente. Jogada arriscada, creio que vai amargar baixas vendas.

    • pedro rt

      o cobalt ate q vendia bem ate 2014, em 2015 vendia pouco pq ja estava envelhecido fora a crise q pegou. agora nao acredito q ele venda bem depois dessa reestilizacao, nao e pelo carro q ficou melhor ainda, mas sim pelo preço q ficou muito caro e nao se justifica pelo custo x beneficio e o acabamento q esta ainda abaixo da media e principalmente abaixo do new fiesta sedan q e o melhor da categoria nesse ponto

    • Rafael Trindade

      Brasileiro dá valor pro design, como ele melhorou e ficou “estilo americanizado”, o brasileiro vai pagar até R$ 70.000,00 que vai ser o preço dele em 6 meses! pode ter certeza.

  • Wagner Lopes

    Mesmo reduzindo a feiura não vai deixar de ser uma carrocinha exclusiva de terceiro mundo, pobre em segurança e tecnologia e custando uma fortuna…

    • Robinho

      é…bem por ai

      • David

        Entao vai vender bem porque Brasileiro gosta de carro assim. Vc Duvida? KKKKK

  • Robinho

    Nas primeiras fotos que apareceu achei que era bonito, mas não sei…não gostei não…estranho…parece que não combina nada…

  • Bruno Brasil

    ORRA! Se fosse só o preço tava bom… e outra, q carro tem preço q agrada ?!

  • Rafael Trindade

    Melhorou muito em relação ao anterior. Antes, era feio demais, porém, era um ótimo carro, macio, com um conjunto mecânico bem interessante. Agora com esta mudança, ficou muito melhor, porém o preço ainda é salgado demais, levando em conta o carro que é.

    • th!nk.t4nk

      Conjunto mecânico bem interessante? Ele tem o motor mais defasado e beberrão da categoria.

      • beto

        Na prática ainda é um bom motor.

      • Rafael Trindade

        Mesma coisa que o Cruze. Muitos donos no lançamento, estavam apavorados com o consumo de 5km/l, hoje estão “conformados” com seus 7,5km/l.

        Meus amigos que possuem o Cobalt, estão satisfeitos com o carro ( independente do design ), e tenho de dizer, junto a Spin ( horrível ), são os dois “melhores” carros em termos de conforto e economia.

  • Traduzindo, o caro é bom, se custasse até 50 mil.
    Quem vai pagar 70 mil num cobalt, podendo esticar mais um pouquinho e pegar um Jetta, Civic, Focus???

    • pedro rt

      concordo, nao vale apena pagar quase 70mil num cobalt se com 78mil vc ja compra um jetta TSI 1.4 q e muuuuuito melhor

  • Retrato do Papai

    isso aí já está sendo vendido? aqui no RJ ainda não vi um sequer, e olha que fico quase 2h diárias no trânsito (na verdade são 3h mas costumo dormir um bocado)…

    • pedro rt

      ja e vendido desde a 2° quinzena de dezembro

    • David

      E porque so compra quem tem grana. Isso ai e segundo carro. O primeiro e o Onix/Prisma.

  • Darlon Anacleto

    Continua sendo um dos mais feios do mercado. E por esse, preço… Jesus nos ajude!

    • pedro rt

      o problema agora nao e mais o design e sim o custo x beneficio, acabamento e o preço

  • Bikudin

    Ficou bonito mas tem q notar q um carro desse, caro pra carai e ainda com esse motor antigo? Por esse preço no mínimo teria q ser o motor Ecotec

  • pedro rt

    e um excelente carro mas e caro dmais pro q oferece, em comparacao com o modelo 15/15 ficou 8mil reais mais caro em media so por causa do banco de couro, mylink2 e a reestilizacao

  • pedro rt

    70mil e praticamente preço de sedan medio, nao justifica pagar isso num sedan compacto premium

    • Gabriel

      é pq a chevrolet tirou fora o sonic que seria uma categoria assima e concorreria com fiesta e punto/linea ai deu pra elevar o preço do cobalt e diminuir a diferença de preço dele pro cruze

      • David

        Sem dizer que os sindicatos devem ter ficado doidinho com a possibilidade de eliminar um importado e ter poder de fabricacao desse carro. Penso que o Sonic era muito mais carro comparado com o Onix/Prisma. Ai comecou vender bem e o Sonic dancou. A GMB agradece pois sobrou mais cotas pra importa o Camaro. Malibu e etc. Carros que certamente ganham muito mais por unidade.

  • Gabriel

    O visual externo melhorou bastante, O interior esta agradável, eu mudaria o painel de instrumento de moto, e quanto a motor, podia tirar fora o 1,4 e 1,8 e trazer o ecotec 1.0 turbo de 110 120 cv que ja serviria tbm para o onix/prisma top(no lugar do 1.4), e tbm para a montana.

    • pedro rt

      nesse semestre a chevrolet vai lançar as reestilizacoes do onix, prisma, s10 e trailblazer e pra encerrar a nova geracao da montana. no 2° semestre teremos as novas geracoes do cruze sedan e camaro e pra encerrar o ano a reestilizacao da spin. pra 2017 teremos a nova geracao do cruze hatch e o lançamento dos novos motores q substituirao todos da familia 1, o 1.0, 1.4 e 1.8. junto com o lançamento do cruze ainda nao se sabe se ele vira com o 1.4 ecotec turbo ou com o 1.5 ecotec turbo. fora q ainda poderemos ter em 2017 uma inedita picape q ficara entre a montana e a s10. e q vai concorrer com a oroch e toro.

      • Gabriel

        esses novos motores provavelmente serão o 1.0Turbo e o 1.4T ou 1.5T, Se sabe se vira tbm um novo 1.0 aspirado(3c 12v ?) para substituir o atual nas versões de entrada onix/prisma/classic?

        • David

          Sem informacoes concretas mas creio que cabe um carro ai importado pra depois ser fabricado aqui do tamanho do Celta. Esse motor 1.0 serviria pra deixar o carrinho bem economico e ainda serviria como base nos Onix/Prisma. Agora fico assustado e com alguns fabricantes que querem coloca 1.0 por 36 e 1.5 por 50. Cara isso se traduz em 15 mil por meio litro. Eita motorzinho carinho viu. E nem e na base de troca.

  • Vattt

    O preço, tá ótimo, assim como tudo no Brasil!!!
    .
    (político de situação – MODE ON)

  • Ubiratã Muniz Silva

    O visual melhorou bastante (acabou com toda a feiúra da versão antiga, o carro pode até ser chamado de bonito agora), mas acabando com as versões de base e começando em 60 mil… não, obrigado!

  • Marcio H. SCOTT

    eu vejo um voyage fabricado pela chevrolet …. o que foi q houve …muito estranho …

  • fbl

    Um carrinho honesto pra frotistas ou familias que precisam de espaço a menor custo. Assim como o Logan, precisa de um motor mais moderno urgentemente. Um 16V aspirado ou um pequeno 1.0T cairiam muito bem. E apesar de vendas expressivas da GM, ajudaria a acabar com essa imagem de mecanica beberrona e defasada de grande parte da linha.

    • David

      Concordo plenamente. So acho que ao inves de correr sempre pro 1.0 cabe perfeitamente um 1.3 ou 1.4 Turbo e ficaria um motor bem agil. Siceramente da pra coloca um turbo sem querer aumenta 15 mil no preco. Mas e esperar pra ver pois os medios estao chegando e com turbo. Mas sou mais o supercharger. Esse sim ti da aquela aceleracao imediata

  • João Cagnoni

    Quanto ao 1.8, entrega um bom torque em baixas rotações, não vejo nada de errado para a proposta do modelo. Só não sei números de consumo e outras coisas do tipo.

  • Gran RS 78

    O desenho ficou muito mais bonito. Mancada a Gm não ter equipado mais o Cobalt ou colocado um motor mais moderno para tentar justificar o aumento de preço do modelo. Quem agradece é a Renault com o Logan, que custa menos e agora tbm tem um visual mais moderno e bonito.

  • Alvaro Guatura

    De todos os carros vendidos no Brasil atualmente pela Chevrolet, este é o único que me agrada (mesmo considerando os mais caros)
    Mas com esse preço e esse motor, fica difícil.

  • Mário Leonardo Pires

    Esse carro já foi lançado? Nunca vi um na rua… E olha que moro em Brasília.

  • Alexandre Maciel

    Coisa velha, preço novo. Já não causa surpresa.

  • Anderson Moraes

    60 mil reais…. não digo mais nada