Avaliação do Fiat Freemont Emotion

24/02/2012

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A Fiat apostou alto ao lançar o Freemont no Brasil. O modelo aproveita toda a arquitetura do conhecido Dodge Journey, assim como o motor, que também tem origem norte-americana. Se não foi um grande sucesso de vendas e conseguiu vender 2.247 unidades apenas no segundo semestre de 2011, exatos seis carros a mais que o Dodge emplacou no ano inteiro.

E, até a primeira quinzena de fevereiro de 2012, mais de 800 Freemont já ganharam as ruas. O que indica uma tendência de vendas crescentes. Desses, apenas 30% correspondem pela versão mais barata, a Emotion, que custa R$ 82.740.

A menor procura pela versão mais simples se deve à pequena diferença de preço entre esta e a topo de linha Precision. São R$ 4.820 de diferença a favor da mais barata, mas que perdeu diversos equipamentos. É difícil visualizar alguma vantagem em custo/benefício quando o desaparecimento de itens como airbags laterais e de cortina, banco do motorista com ajustes elétricos, sensor de estacionamento, rodas de 17 polegadas, barras no teto e a terceira fileira de bancos resultam em uma economia abaixo de R$ 5 mil.

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Com o que restou, o modelo até que não é mal equipado, vem de série com toda a parafernália eletrônica que garante o bem-estar a bordo e ainda mantém o bom nível de conforto do Freemont Precision. Mas, na faixa acima dos R$ 80 mil, é inegável a desvantagem do Emotion.

Externamente, apenas as rodas menores, de 16 polegadas, indicam que se trata do modelo mais barato. O jeitão imponente e familiar se manteve. O Freemont é praticamente idêntico ao Journey já conhecido no Brasil, e faz os emblemas da marca italiana até destoarem do ar norte-americano do carro.

A frente alta se impõe no trânsito e o perfil lembra o de uma station grande, num conceito semelhante – mas já aprimorado – à primeira geração do Subaru Forester. A traseira recebeu apenas mudanças nas lanternas, além do nome do carro estampado logo abaixo do vidro. Ele é radicalmente diferente de tudo o que a marca italiana vende e já vendeu no país. E é um claro fruto da incorporação da Chrysler ao grupo Fiat.

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O Freemont Emotion é equipado com o mesmo quatro cilindros da versão topo de 2.4 litros, 172 cv a altas 6 mil rpm e 22,4 kgfm a 4.500 rotações. O propulsor é o também mesmo utilizado no antigo Chrysler PT Cruiser, mas passou por algumas evoluções para entregar mais potência e força através de um câmbio automático de quatro marchas.

Segundo a Fiat, o conjunto é capaz de levar o modelo de zero a 100 km/h em 12,3 segundos, 0,3 segundo mais rápido que a versão topo, graças à pequena redução de peso de 54 kg em relação à versão mais equipada em função da retirada de equipamentos.

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Por dentro, nenhuma mudança em relação ao modelo de sete lugares, a não ser a óbvia falta da última fileira de bancos. O interior é idêntico ao do Dodge, assim como a dotação de equipamentos. Mesmo sendo o mais barato, o Freemont Emotion vem bem equipado de série, com acabamento em couro, airbags frontais, controle de estabilidade e sistema de som com tela sensível ao toque de 4,3 polegadas. O único opcional são as barras para cargas no teto, de série na versão Precision.

Ponto a ponto

Desempenho – O 2.4 16v tem bons 172 cv de potência, mas o alto peso do Freemont joga contra o crossover. O modelo fica “pesadão”, e tem respostas mais lentas que o esperado. Falta força nas arrancadas e principalmente nas retomadas, onde o carro demora a “acordar”. A Fiat declara 12,3 segundos para cumprir a aceleração de zero a 100 km/h, número que já indica a placidez do desempenho do Freemont. O câmbio automático de quatro marchas ajuda pouco com os grandes intervalos entre cada marcha. Nota 6.

Estabilidade – O modelo é surpreendentemente estável em virtude à altura de rodagem, semelhante a um carro de passeio. Ele se comporta como uma station grande e faz curvas sem dar sustos no motorista. Ao menos aí o alto peso é um ponto positivo. A suspensão é bem calibrada e não faz com que os passageiros sejam chacoalhados de um lado para o outro em estradas sinuosas. Mas são vocação são as estradas retas e planas, onde ele se mostra estável e seguro. Nota 8.

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Interatividade – O interior é bem resolvido, com comandos fáceis e de localização acertada. Apenas a alavanca única que controla farol alto, setas e limpadores de para-brisa é algo complicada de usar num primeiro momento. Até mesmo os botões atrás do volante que controlam o sistema de som são de fácil uso. No painel, os botões são grandes e bem posicionados, ainda que tenham comandos redundantes na tela de 4,3 polegadas no alto da peça. O sistema de som contempla conexões USB, auxiliar e por bluetooth com celulares. Nota 8.

Consumo – O Freemont Emotion registrou média de 6,5 km/l em estrada e 5,8 km/l na cidade. O Inmetro ainda não tem medições da versão específica. Nota 5.

Tecnologia – O sistema integrado de comando com tela sensível ao toque no painel é o maior destaque da versão Emotion. Para a variante topo de linha está prevista uma unidade ainda mais completa, com direito a câmera de ré e GPS. O modelo possui chave presencial e partida por botão. A plataforma do modelo tem origem na Chrysler e é relativamente moderna, de 2005. Traz suspensão traseira independente do tipo multilink. O motor já tem muitos anos de estrada, mas foi aperfeiçoado e rende 172 cv. Nota 7.

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Conforto – Certamente é o ponto alto do modelo. Os bancos dianteiros são verdadeiras poltronas, com espuma macia – que ainda assim não se tornam cansativos – e couro agradável ao toque. Há espaço de sobra para todos os cinco ocupantes graças às dimensões generosas da carroceria. A suspensão filtra bem as imperfeições do asfalto e contribui para o conforto a bordo. Nota 9.

Habitabilidade – O Freemont é muito bem fornido de porta-objetos, como deveria de ser em um carro familiar. Não faltam nichos para guardar garrafas e há até dois alçapões no assoalho traseiro para mais coisas. As portas grandes facilitam o entra e sai do modelo e ninguém deve reclamar de aperto. A falta da terceira fileira de bancos se traduz em um enorme porta-malas de 580 litros. Nota 8.

Acabamento – A Fiat refez o interior do Journey antigo e o empregou também no Freemont. Os materiais são de boa qualidade, assim como os encaixes das peças. O modelo consegue exalar uma sofisticação inédita na marca. O isolamento acústico é dos melhores, e consegue deixar de fora ruídos da rua e do motor, mesmo quando este está sob esforço para empurrar o crossover. Nota 8.

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Design – As linhas já são conhecidas no Brasil desde o primeiro Journey, de 2008. Salvo detalhes, como a grade dianteira, o porte imponente e classudo se mantiveram no modelo. Apesar disso, ele destoa muito do restante da gama da marca italiana e deixa clara a origem “ianque” do carro. Nota 6.

Custo/beneficio – O Freemont básico tem como maior concorrente a própria versão topo. O Emotion, que custa R$ 82.470, perdeu a terceira fileira de bancos e equipamentos importantes como airbags laterais e de cortina e o controle de estabilidade. Ainda assim, a conta é apenas R$ 4.820 menor, o que deixa o modelo mais barato em clara desvantagem. Ao menos, ele é mais barato que os rivais de cinco lugares, como Honda CR-V, Peugeot 3008, Hyundai iX35 e Chevrolet Captiva. Além disso, oferece mais espaço e versatilidade que eles. Mas não é a toa que, mesmo mais em conta, a versão Emotion corresponde por apenas 30% das vendas do modelo. Nota 5.

Total – O Freemont Emotion somou 70 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir – Divã italiano

O visual do Freemont já o torna um carro familiar logo à primeira vista. A semelhança com o “clonado” Dodge Journey – que empresta toda a arquitetura – o faz passar quase despercebido nas ruas e apenas um segundo olhar indica que se trata do maior Fiat já lançado.

O jeitão imponente e americanizado se manteve na mudança de emblemas, assim como o ar familiar que as grandes dimensões lhe conferem. Mas, mesmo grande, ao volante o Freemont Emotion não passa a impressão de ser um utilitário esportivo e sim um automóvel. É emblemático que a Fiat apresente o modelo como um SUV e a Dodge se refira ao Journey como um crossover.

Ainda bem, já que as melhores qualidades do modelo estão longe da lama. O modelo brinda os ocupantes com muito conforto a bordo, silêncio e materiais de boa qualidade, ainda que o desenho interno não lembre em nada nenhum Fiat em produção.

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Os comandos são todos bem localizados, ainda que a operação da única alavanca que concentra o comando das setas, farol alto e limpadores de para-brisa seja algo confuso, e tarefas simples – como esguichar água no vidro – sejam dificultadas. O freio de estacionamento, acionado por um anacrônico pedal, também poderia ser elétrico, e agregar mais tecnologia ao modelo.

Por enquanto as duas versões, Emotion e Precision, vêm com o mesmo sistema de som, com tela sensível ao toque de 4,3 polegadas, mas futuramente a topo de linha passará a contar com um equipamento mais sofisticado, com navegador por GPS e câmera de ré, enquanto a Emotion permanece com o básico.

O motor 2.4 14V de 172 cv é outro que contribui para a “calmaria” a bordo do modelo. Mesmo que tenha força para empurrar os quase 1.800 kg do Freemont, ele parece fraco. Os 22,4 kgfm de torque aparecem só nas 4.500 rpm e o câmbio de apenas quatro marchas não ajuda muito na hora de acelerar.

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O resultado é um consumo acima do esperado, já que o propulsor parece sempre se esforçar mais do que o necessário. Na estrada, a situação não melhora e o Fiat gigante sofre para manter o ritmo em trechos de serra. Ao menos, quando a rodovia é plana, as marchas longas se traduzem em baixas rotações em velocidades de cruzeiro e silêncio a bordo.

Mas, mesmo assim, o Freemont tem um bom conjunto. O carro agrada na maior parte das situações e oferece boa dose de conforto para os ocupantes. Pena que a versão Emotion tenha como maior inimigo a própria Precision, que oferece um pacote ainda mais completo por pouco menos de R$ 5 mil extras.

Ficha técnica - Fiat Freemont Emotion 2.4 16v

Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 2.360 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote e duplo comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.

Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.

Potência máxima: 172 cv a 6 mil rpm.

Aceleração 0-100 km/h: 12,3 segundos.

Velocidade máxima: 190 km/h

Torque máximo: 22,5 kgfm a 4.500 rpm

Diâmetro e curso: 88 mm X 97 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com rodas independentes, braços oscilantes, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo Multilink, com barra estabilizadora e molas helicoidais. Oferece controle eletrônico de estabilidade.

Pneus: 225/65 R16.

Freios: Discos ventilados na frente e discos sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.

carroceria: Utilitário esportivo em monobloco com quatro portas e sete lugares. Com 4,88 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,75 m de altura e 2,89 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série na versão.

Peso: 1.755 kg com 625 kg de carga útil.

Capacidade do porta-malas: 580 litros, 2.301 com a segunda fileira de bancos rebatida.

Tanque de combustível: 77,6 litros.

Produção: Toluca, México.

Lançamento mundial: 2011. Lançamento no Brasil: 2011.

Itens de série: ar-condicionado de três zonas, ABS, EBD, BAS, airbags dianteiros, laterais e de janela, banco do motorista com regulagem elétrica, sistema keyless, controle de estabilidade e de tração, direção hidráulica, faróis de neblina, rádio/CD/MP3/USB/AUX/Bluetooth com tela sensível ao toque, cruise control.

Preço: R$ 82.470.

Por Auto Press

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121 comentários sobre “Avaliação do Fiat Freemont Emotion”

  1. arth_vill disse:

    Sempre vejo uma pontada de avaliação tendenciosa… o Bestcars fez uma daquelas avaliações mensais com o Freemont e os pontos de vista deles são um tanto diferentes dos que li aqui. Claro, varia de repórter pra repórter, mas eu acho estranho.

    • Leandro1978 disse:

      Eu acompanhei tal teste. Acredito que isso ocorra pelo fato de que, diferentes jornalistas possuem opiniões diversas. O que é importante para um pode não ser para outro. Por exemplo, se eu e você testarmos o mesmo carro, nossas opiniões podem ser diferentes. Vamos supor que você privilegie o desempenho, certamente este "Fiat" não o gradará. Agora, se eu privilegiar o conforto, pode ser que este modelo me agrade mais.

      Quanto ao Freemont, acho que a Fiat acertou em trazê-lo, já que desenvolver algo novo levaria muito mais tempo, fora que ela não tem tradição neste segmento. Assim, pegando um modelo já pronto e fazendo algumas melhorias,a chance de acertar é bem maior. O que me parece ser o caso. Talvez se tivesse procurando um SUV, o Freemont seria a minha opção. É bem equipado, possui boa qualidade de acabamento, tem uma construção sólida e uma ampla rede autorizada. O senão é o conjunto mecânico. A Fiat poderia ter colocado um câmbio com, pelo menos, uma marcha a mais, acredito que melhoraria o desempenho e consumo.

      • radiobrasilcombr disse:

        Também acompanhei no BestCars… e como proprietário SATISFEITÍSSIMO de um Captiva 2.4 2010 (4 marchas mesmo) respeito o Freemont e com certeza compraria um. Preciso de conforto, segurança e também rede de assistencia local (na minha cidade só tem GM, Fiat e VW), então PONTO pro Freemont.
        Só me assustei com o consumo, pois no Captiva faço 12,5 Km/l na estrada e cerca de 8 km/l na cidade.

        • Renato_Bauru disse:

          Parabens pelo consumo. Esses numeros varios carros gostariam de fazer.

          • radiobrasilcombr disse:

            Antes de comprar o Captiva, pesquisei muito na net… e vi muitas reclamações do tipo: o carro bebe demais (12,5 Km na estrada pra mim está ótimo), o carro tem muitos barulhos internos (será que sou sortudo? meu carro é silenciosíssimo) e até vi que o carro era DURO E DESCONFORTÁVEL (pode isso Arnaldo? rss). Sem falar que o seguro é barato… então a melhor coisa a se fazer é um bom test drive…

            • Edson Roberto disse:

              Olha, meu cunhado teve uma captiva como a Sua (2.4 também de 4 marchas), e te digo, tirando o desempenho que realmente não é o ponto forte, ele dizia ser bem economico. E olha que ele diz que era um pouco mais beberrão que o 320i que ele possui atualmente.

              Ou seja, o carro é economico. A média dele na cidade era de 7,5km/l e 11km/l na estrada.

              Abraços!

        • digaodf disse:

          O consumo do Freemont aki de casa dentro da cidade está igual ao seu captiva.. mas oq me fez sentir inveja foi o consumo rodoviario.. 12,5km/l huahuaha no dia q eu conseguir fazer isso no freemont eu vou postar pra vcs… O ponto fraco do Freemont na minha opiniao é esse cambio 4 marchas e a falta de opção na motorização.. Na Europa a fiat vende ele com motor Diesel e o 3.6.. Fazer oq néh… Parabens pelo carro principalmente pelo consumo :)

    • Pedrosa disse:

      Na verdade essas avaliações da Auto Press sempre vem cheia de erros.

      1- Apresenta dois preços para o Freemont: R$ 82.740 depois R$ 82.470. (O ultimo é o correto) (Divulgação de preços errados acontece com frequência)

      2- Diz que a versão EMOTION não vem com controle de estabilidade, mas segundo o SITE da FIAT, o controle é de série nas duas versões.

      "Custo/beneficio – O Freemont básico tem como maior concorrente a própria versão topo. O Emotion, que custa R$ 82.470, perdeu a terceira fileira de bancos e equipamentos importantes como airbags laterais e de cortina e o controle de estabilidade."

      3- Na parte final, mostra os itens de série da versão PRECISION e não da EMOTION avaliada.

      Sempre com erros. E nunca são corrigidos! Alguém encontrou mais algum?

      • DiguinhoSP disse:

        Algumas pessoas que lidam com sites de notícias têm um sério problema em admitir erros. Alguns adotam a atitude de simplesmente ignorar o que os visitantes avisam. É uma pena.

        • Tripa-Seca disse:

          Não se esqueçam que isso é apenas uma reprodução do NA do Autopress. O NA não pode mudar por conta própria o texto de terceiros, mesmo quando há erros..

          • Pedrosa disse:

            Exatamente. Mas bem que o NA poderia avisar a Auto Press, até porque tá sendo publicado no NA um conteúdo com algumas informações erradas.

            Tudo bem que podem errar, não tem problema, mas seria ótimo se corrigissem para que os leitores recebessem uma informação correta. Errar preços e equipamentos acaba atrapalhando principalmente quem quer comprar um carro.

  2. AndersonRJ disse:

    O Freemont nao vende bem porque é Fiat! Pois quem busca um SUV está querendo espaço e porte e 75% dos consumidores querem mesmo é status. E um logo da Fiat na frente do carro tira todo o status que o carro podia ter. Eu acho que vale mais a pena pegar uma captiva ou ASX. Ou até mesmo uma C4 picasso. Pois esse fiat é furada na minha opnião.

    • digaodf disse:

      Sou proprietario de uma e terminei de fazer uma viagem pra Londrina, e lá vi varias… O carro nao perde o status por ostentar o logo da Fiat e quem compra um carro desse assim como eu, quer conforto e nao "TIRAR ONDA" com o que tem. Aqui em casa ele é usado por mim e meu avô. Em relaçao a avaliaçao muitas coisas sao verdades só que a pior mancada nesse carro é o cambio pois é horrivel vc fazer uma ultrapassagem e na hora da troca da 2ª para 3ª o carro falta morrer ainda mais se tiver em uma subida.. Tirando isso pra mim foi a melhor compra q fizemos até hj. Ah eu usei uma captiva por uma semana e pra ser sincero, o Freemont/ Jorney tem mais conforto e a ASX nunca terá a estabilidade que esse carro tem (Minha tia nao comprou a ASX por conta do que falei)

    • Robson Silva disse:

      Respeito sua Opinião mas….
      Sabe porque muitos projetos bons acabam indo para o lixo? Par causa de pensamentos como o seu.

      O Freemont hoje tem hoje talvez a melhor relação de custo/benefício do mercado a verção top oferece muito mais que os ja citados por vc.

      Obs: O Freemont so não vende bem por que não tem. pq aqui na CSN onde moro a fila de espera chega aos 120 dias.

    • TecoPadaratz disse:

      Penso o mesmo…….se eu estivesse procurando um SUV, iria de Journey com certeza, ou captiva, ou ASX.

    • AutoIng disse:

      Anderson então você admite que compra o logotipo estampado na frente, e não o carro em si. Pelo menos foi sincero. Sei que esse é o pensamento da maioria dos brasileiros também, dão mais valor pra marca do que pro produto de fato. Mas esse pensamento também é o responsável pelo atraso de nosso mercado, lembre-se disso.

      • AndersonRJ disse:

        Entendo perfeitamente o que disse e até concordo. Porém acho que quando alguem vai comprar um carro deve primeiro pensar na sua satisfação pessoal, pois nao adianta nada a pessoa ter o melhor "custo/beneficio" da categoria se ela nao esta satisfeita. É por isso que disse preferir uma captiva ou c4 picasso. Já o freemont me parece ser furada porque a fiat nao tem experiencia nenhuma com SUVs. Acho arriscado comprar um freemont devido ao pós-venda, mas se alguém já o acha mais confiável, acredito eu que estará fazendo uma boa escolha. E nao compro carro pelo logotipo, mas acho complicado gastar mais de 80k num carro que para mim tem uma situação instavel. Mesmo caso dos carros chineses, muitos nao confiam neles e por isso acabam nao comprando estes carros com ótimos "custo/beneficio".

        • AutoIng disse:

          Bom, o Freemont é na realidade o Dodge Journey, sendo fabricado pela Chrysler e apenas é colocado o logotipo da Fiat na frente (e quem coloca é a própria Chrysler, nem nisso a Fiat mexe, eles entregam o carro prontinho pra italiana). Lá nos EUA a Chrysler tem uma tradição bem extensa nesse tipo de carro, inclusive eles são referência quando se fala em modelos familiares grandalhões. Agora tem uma parte em que eu concordo contigo: e se o acordo com o México não for renovado, e decidirem tirar o Freemont de mercado? Aí realmente vira abacaxi, porque com certeza não irão nacionalizar este carro. Mas acredito ser o único risco. Além disso, os concorrentes também são importados, então dá na mesma.

          • Edson Roberto disse:

            Até porque, hoje em dia essa coisa de "manutenção" é curioso. Ao que me consta e eu que tenho estudado modelos "importados" sem excessão (procuro sedans médios e nenhum deles é produzido aqui), tenho visto outros carros de outras propostas e eles também o são.

            Só que vamos melhorar mais a conversa e parecer ser um "flamer"?

            BMW. Meu cunhado com 1 semana de uso teve problemas com a coluna de direção e peças de acabamento que vieram com problemas. Conclusão: As peças são alemãs, demorou 3 meses para chegar as peças. Manutenção? as peças também são alemãs. Dependendo do que vc vai fazer no veiculo é necessário reportar com ANTECEDENCIA para que a concessionaria possa solicitar as peças e possa repor no momento que o carro chega na concessionaria. Isso é verdade e eu vejo isso. Então, falar da Fiat? fale de todas! DUVIDO que a VW daqui saiba mexer com o cambio DSG e os motores turbo da VW alemã. DUVIDO que a PSA daqui saiba mexer com o motor e cambio de 6 velocidades. (e ainda tem um 408 griffe 2.0 4 marchas, que foi depenado para colocar peças em carros que tinham problemas para se ter ideia).

            Então acho que o Journey/Freemont sofre do mesmo mal e a culpa é da montadora e do consumidor que não exige respeito.

      • Castle_Bravo disse:

        Acho que já comentei isto em outro post, mas o brasileiro é punido pelo governo com os impostos, duplamente punido pelos preços extorsivos cobrados por aqui, paga mais US$50 mil uma SUV "fuleira" americana e ainda precisa ser punido de novo levando o logo de uma marca que é visto como produtos de segunda linha no mundo inteiro, e parcialmente até no Brasil.

        Não tenho hoje dinheiro para comprar este carro, mas entendo perfeitamente a revolta de quem não quer um logo FIAT num carro caríssimo como a Journey.

        Não adianta dizer que carro é apenas um meio de transporte, que as pessoas precisam ter mais personalidade, etc. a marca representa muito mais do que um logotipo na frente e na traseira e nós sabemos muito bem disto.

        • AutoIng disse:

          Conheço gente que comprou iPhone só por ser um produto que dá status, e mal sabe usá-lo pra fazer ligações (é sério!). Não me agrada esse pensamento não. Vindo de um grupo pequeno de pessoas seria aceitável, mas a maior parte da população pensando assim complica. Nosso mercado automotivo não é tão problemático por acaso, a origem está na cabeça do próprio consumidor, é preciso lembrar disso.

          • Castle_Bravo disse:

            Não é apenas questão de ter status com determinada marca, há marcas e produtos que causam o efeito inverso.

            Ao invés dum iPhone, o que acharias se alguma pessoa bem vestida e num bom carro tirasse do bolso um HiPhone MP40?

            Provavelmente ele tem até mais funções que o iPhone, mas quem compra um iPhone não quer apenas funções, quer algo mais do que isto.

            Como escrevi acima, US$50 mil num FIAT? americanos e europeus chorariam de rir se soubessem que pagamos isto.

            • AutoIng disse:

              Mas a Fiat não tem fama inferior a uma GMB da vida, convenhamos. Pelo menos não onde moro. Vejo muito Freemont na rua, e mesmo nunca tendo um Fiat, confesso que fiquei tentado a pegar um (mas no momento não tenho caixa pra isso e detesto financiamentos). Um colega de trabalho tem um ASX e honestamente achei o Freemont superior de forma geral. Sou louco pelo design do novo Sportage, mas hoje o Freemont tá com um custo x benefício melhor e pra mim todas as outras marcas estão no mesmo patamar (KIA e GM estão longe de ter a fama de um Mitsubishi). Mas isso é algo regional, talvez onde você more realmente o povo tenha preconceito com Fiat, o que não é bem o caso aqui (vejo Freemont aos montes nas ruas e não ouço críticas não).

    • tiards disse:

      A unica vantagem desse Freemont é a ampla assistência técnica da fiat, que sinceramente, é uma bosta.
      Apesar do Journey ser mais caro, a diferença de preço compensa pelo motor mais potente (v6) e com um cambio melhor de 6 marchas.

    • freemontomaisvendido disse:

      Você sabia que o Freemont está vendendo mais que ASX, ix35, Sportage, Captiva? Acho que o Fiat não é furada não!

    • lcsmoretto disse:

      Como Fiat esse carro vende mais que como Dodge :D

  3. zemarreta disse:

    O Freemont tem hoje talvez a melhor relação de custo/benefício no segmento de 7 lugares.

  4. Sias disse:

    Pouco motor pra muito carro. Só para comparação (são linhas diferentes): o motor da Sorento antiga, a diesel, tinha 170cv e 40kgfm de torque. Carros deste tamanho só a Diesel…

    • anderson_sp disse:

      Concordo, dev ter um comportamento de 1.0 em suas tamanhas proporções, viajar com ele cheio (5 pessoas + bagagem) em um trecho de serra deve ser um martírio, mais uma vez entra a economia porca aí no motor, poderia ser ao menos um V6 ou um 4 cilindros + turbo de baixa pressão pra dar um folêgo pra ele, quase 2t pra um 2.4 aspirado é difícil.

  5. AutoIng disse:

    Resumindo, é um SUV enorme e super confortável, mas tem que ser a versão Precision e o motorista não pode fazer questão absoluta de desempenho. Apesar disso pelo que vejo ele anda junto com a maior parte dos concorrentes, pois é bem raro um SUV nessa faixa de preço que tenha desempenho realmente bom.

  6. vitimsl disse:

    O que atrapalha e muito esse carro é o motor, ou melhor, o cambio… Ele é lento d+… Além de beber horrores… A Captiva, que é táo criticada, consegue andar mais e ser mais econômica… A 4R fez um comparativo com o Journey V6 e o Dodge andou bem mais e conseguiu beber bem menos… Isso é foda… Outro pesar são as rodas de 16"… Se no Bravo esse tamanho ja fica pequeno, imaginem no Freemont… Eu já vi e realmente é horrivel.
    Agora, o visual, tanto externo quanto interno é bem bacana, o acabamento é muito bom e também é muito confortável…

  7. canino_preto disse:

    É o tipo de carro que só vale a pena na versão top…minha opinião. Se pararmos de fazer pedido de carro, eles aparecem nas concessionárias com desconto….já vi várias dessas e do 500. Nunca, absolutamente nunca encomendo carro na concessionária – internet. Dar sinal então está totalmente fora de cogitação. Afinal, o que é que esses carros vendidos aqui tem de especial, para serem encomendados pelos consumidores?. Eu encomendaria um Porsche, por exemplo, mas esses carros das 4 sacripantas….Os opcionais geralmente vem em pacotes e custam caríssimo; as fábricas não cumprem prazos e lucram absurdamente. O consumidor brasileiro precisa despertar para o poder que detém!

  8. 7roll3r disse:

    Tem versão 4×4? Não? Então não passa de uma mini-van metida a besta…

  9. batendobiela disse:

    Andei com uma journey v6 e ja não empolgava na aceleração isso com 6 marcha. Imagina 2.4 com cambio de 4 marchas.

    • victorluizcosta disse:

      poxa, fizemos o test drive da v6 aqui em casa….e a ela nao amoleceu nao…puxou legal…só se foi a v6 antiga né?

      • Edson Roberto disse:

        A Journey neh? pq o Freemont não tem oferta de motores V6.

        E a Journey com o antigo V6, tem o desempenho pouco superior por conta de ter a entrega de torque em baixos regimes de rotação. Mas era um motor beberrão demais. O que a Fiat poderia ter feito para ser o melhor dos mundos é ter esse motor 4 cilindros só que com o cambio 6 marchas.

  10. Marcelo_Machado disse:

    Eu acho que ter o mesmo modelo com 2 versões vendido por 2 empresas diferentes não dá certo. Já vi isso na Autolatina.
    A Fiat controla a Chrysler, então deveria lançar a Freemont nas 2 versões com logo Fiat e parar as vendas da Journey. Quem tem a Journey passa a fazer a manutenção na rede Fiat e a partir do lançamento da Freemont as vendas na Dogde ficam até acabar o estoque. Depois só na Fiat.

    Assim vc teria a versão 2.4 e a V6 como Freemont, pois essa diferenciação do modelo mais barato numa marca e o mais caro na outra não presta.

    • Discordo de vc. Na Europa a VW, Seat e Skoda vendem os mesmos carros com grades, lanternas e logos diferentes e sempre funcionou. Se vc somar a venda dos dois aqui, deve chegar perto do que a Fiat espera, afinal o que importa é que eles vendam, né?

      • Marcelo_Machado disse:

        A Seat vende bem na Espanha. E no resto da Europa, convive bem com os VW? No Brasil a Seat foi um fiasco.
        A Fiat vende Journey e Freemont na Itália e Europa?

        O que eu acho é que se vai vender um carro com uma marca no país, deve-se vender só com essa marca e não modelos diferentes com marcas diferentes num mesmo pais.

        • No Brasil a Seat foi um fiasco pq a VW não deu a devida atenção, assim como a Fiat fez com a Alfa Romeo e detonou a marca aqui no país. Com relação ao resto, acho que eles devem conviver bem em alguns países, pois existem pessoas que gostam dessa ou daquela marca e acho que foi isso que a Fiat pensou para o Brasil, se não me engano, o único país do mundo que tem ambos os modelos, nem a Argentina tem.
          Mas é o meu ponto de vista, eu não vejo problema em ter o mesmo carro com 02 marcas, mas que seria bom o Freemont vir com V6 e a Fiat ganhar notoriedade na categoria, isso seria. Eles estão realmente perdendo uma ótima oportunidade..; ;)

        • exmarujo disse:

          A VW Seat Skoda Audi estão presentes em todos os países Europeus e vendem bem, eu explico, rico compra VW e Audi, pobre compra Seat e Skoda

  11. WislenRamos disse:

    Essa Freemont já chegou com o 'visual cansado', design nada alianhado com a tendência da concorrência. Já cheguei a ver algumas Jorneys por aí, mas nunca vi uma Freemont!

    E não é que quando a Fiat decide caprichar no acabamento e na qualidade do habitáculo, o carro já vem fadado a ser apenas 'mais um' ¬¬

    Mas agora não adiante reclamar, a culpa é toda nossa por não sabermos comprar carro e também a não ter aprendido a exigir coisas boas, de qualidade, etc.

    Enquanto 'supercalotas', carpetes, encosto de cabeça traseiro, limpador/desembaçador for motivo para as montadoras encherem lingüiça como itens opcionais do carros é isso aí que vamos ter: cada vez pagando mais por muito menos!

    Agora só nos resta ensinar nossos filhos a fazer a lição de casa, fazê-los aprender como realmente funciona o mundo das montadoras nesse país. E principalmente não se deixar levar pelas propagandas idiotas com um bando de retardados dançando e cantando anunciando feirão de ofertas nos pátios das montadoras.

  12. MattosBarreto disse:

    O único carro da Fiat a ter câmbio automático de verdade, não é da Fiat #troll

    • AutoIng disse:

      O Marea tinha, mas era de 4 marchas também.

      • mho disse:

        Só que era o mesmo câmbio do Vectra B.

        • AutoIng disse:

          Que por sua vez era o mesmo câmbio de dezenas de outros carros pelo mundo, de várias marcas. A maior parte das caixas de câmbio é fabricada pela AISIN e pela ZF. Ou seja, não era "o câmbio do Vectra", era comprado do mesmo fornecedor (assim como a Bosch fornece o mesmo sistema de injeção eletrônica pra várias montadoras).

          • Edson Roberto disse:

            Auto, nesse caso, era o mesmo cambio com programações diferentes (até porque o motor Fivetech já tinha comando de valvulas variavel e o motor GM, oriundo do familia II 2.0, que ganhou camisão e pistão maior, além de alteração no virabrequim para se tornar 2.2 e 16v valvulas, Naturalmente, um motor confiavel e de melhor manutenção mas muito menos refinado tecnicamente.

            Cite também os cambios automatizados da VW e Fiat.(Magnetti Marelli)

            • AutoIng disse:

              Eu sei, só quis apontar que a decisão ali foi de custo e logística, porque na época GM e Fiat tinham um acordo de cooperação. Nesse ponto até existe um lado positivo nessas cooperações, pois ganhando em volume facilita trazerem certas tecnologias. Até comentei aqui outro dia que se a parceria entre GM e Fiat não tivesse acabado, certamente teríamos o Corsa europeu atualizado por aqui (da mesma forma como C3 e 206 vieram juntos por compartilharem plataforma).

    • MArcelo1985 disse:

      Esqueceu que o 500 tb tem 6 velocidades e tb o TCT Dupla Embreagem

  13. shdn2010 disse:

    No meu ponto de vista nenhuma destas SUV´s deveriam de vir com ester motores frouxos, no minimo teriam que vir com motores turbo, ou V6, com certesa um motor 1.8 turbo ja seria muito melhor que este motor fraco.(Fraco para este veiculo)

    • radiobrasilcombr disse:

      Sobre motores, por exemplo no Captiva que temos 2 opções:
      menos desempenho e MAIS ECONOMIA – Ecotec 4 cilindros
      mais desempenho e MENOS ECNOMIA -Aloytec 6 cilindros

      Eu tenho um 4 cilindros e estou satisfeito com o desempenho dele para viagens familiares e uso na cidade. Não precisaria de um V6.

      • Edson Roberto disse:

        Mas veja que coisa: Quando comentam de ter um motor turboalimentado é além do consumo, dar desempenho condiznete para não passar aperto em nenhum situação. E nesse caso, o motor 1.6 turbo da PSA é um exemplo que faz o modelo ser conduzido sem preguiça ou força extrema. Ou seja, um motor ideal para o porte do veiculo. O Captiva tem um motor economico, porém é nitido que o porte merecia um motor tecnologicamente superior para suprir necessidades que ele não supre.

        Mas eu falo isso em relação a tecnica e ao que carrega e não que muitos não se sintam satisfeitos com o modelo que é realmente muito bom.

  14. duhehe disse:

    A fiat poderia usar o bloco 1.6 e colocar um turbo e uma transmissão melhor …

  15. Adriano_Silva disse:

    Muito se reclama deste carro, mas vale ressaltar que é apenas a primeira investida da Fiat neste segmento, quem conhece a empresa sabe que ela renova seus produtos com certa (frequência) ou seja muitos deste comentários publicados em vários meios de comunicação serviram de base para aprimorar este e muitos outros produtos da Fiat, acredito ser uma boa opção sim quanto a desempenho nunca foi o objetivo principal deste tipo de carro alem do que nosso transito anda cada vez menos convidativo a carros de desempenho superior rsrsrsr.

  16. Roxmmp disse:

    Parece ser um carro honesto, mas gostaria mesmo de ver um teste de desempenho com pelo menos 2 adultos + 2 crianças + bagagem para ver como ele se saí. Na minha opiniçao, o Freemont de hoje é o Azera de ontem: carro grande "meio antigo" mas que ainda sim se destaca no meio dos outros além de ter um custo x beneficio invejável.
    PS: o pessoal que não curte Fiat, compra o Freemont e troca os logos pelos da Dodge heheh

  17. freemontomaisvendido disse:

    O Novo SUV mais vendido depois da CR-V;
    Até ontem:
    CR-V: 975
    Freemont: 598
    Captiva: 541
    ASX: 527
    Sportage: 419
    ix35: 397
    Ao contrário de que muitos dizem, esse carro concerteza não é mico, pelo contrário. Eu sinceramente não entendo, com Bravo e Linea sempre patinou nas vendas e sempre em 4°, 5° ou 6° colocação. Lança um carro de mais de 80.000 e é quase lider da categoria. Realmente não entendi, até troquei meu nick, pois apostava que o suv da Fiat era mais um king-kong.

    • X11auto disse:

      Simples! Ele não é um Fiat de verdade, é um Chrysler de nascença com nome de Fiat, como as pessoas sabem disso, então estão apostando num carro bom e com a garantia da assistência e concessionárias Fiat, unir o útil ao agradável, e eu gosto desse carro também, até compraria um!

  18. freemontomaisvendido disse:

    Qual problema de ser um Fiat. Pelo contrário, quem compra esse carro leva mais por menos e ainda tem um vice-líder da categoria na sua mão. Se você não percebeu ainda o Freemont está vendendo mais que Captiva, ASX, Sportage, ix35, só está atrás da CR-V.

  19. YoOdEx disse:

    Esse carro só não presta devido a presença desse motor ridículo + cambio. Tirando isso é um excelente carro que eu teria facilmente!

  20. Educhs disse:

    É hora de raciocinar Fiat. Talvez esse carro não venda tão bem logo de cara. Mas isso não é motivo para tirá-lo do mercado e sim trazer melhorias com futuras atualizações. A Fiat nunca deixa seus produtos de maior porte assentarem no mercado através de evoluções…ela simplesmente sempre tira do mercado tendo que ter todo o trabalho de formar uma reputação com novos produtos. Por exemplo, em uma futura atualização esse carro poderia receber um câmbio com mais marchas e quem sabe, o especulado motor e-torq 1.6 turbo que pode chegar ao Bravo ou melhor ainda, em um carro deste porte seria fácil para a Fiat fazer uma versão a diesel. Poderia também em uma futura atualização fugir do design do Journey tirando a sensação de que não é seu próprio suv.

    • freemontomaisvendido disse:

      Meu caro, saiba que o Freemont é o vice-líder da categoria. Até ontem já emplacou 686 unidades. Segundo meus cauculos, de acordo com as vendas dos últimos dias, o Freemont fecha o mês em torno de 1.200 unidades emplacadas.
      CR-V: 1.007
      Captiva: 578
      ASX: 557
      Sportage: 461
      ix35: 422

      • HSFort disse:

        Cauculos? Você está escrevendo certo?

        • freemontomaisvendido disse:

          No arroubo, eu escrevi errado. Não vou criar um alarido por causa disso, pois você foi insolente. Entendeu ou quer que eu explique?

          • HSFort disse:

            Cuidado "amigo". Seja humilde em suas colocações! Arrogância é o primeiro sinal dos ignorantes em nunca aceitar uma correção besta sequer. Para que isso?

            • freemontomaisvendido disse:

              Mas quem começou de zombaria comigo foi você. Eu sempre peço obrigado quando alguém me corrije, porém desde que sem segundas intenções. Além do mais não vale a pena discutir, afinal não estou aqui para isso. abçs.

              • HSFort disse:

                Você nem pediu obrigado! Veja o que você escreveu: Não vou criar um alarido por causa disso, pois você foi insolente(você me chamou de grosso). Entendeu ou quer que eu explique?(E ainda me chamou de asno) .

                Isso é fineza? Você teria sido muito mais prudente se tivesse deixado só assim No arroubo, eu escrevi errado.. Já bastava isso! Agora, vir a me bombardear só porque chamei atenção de um erro besta, aí você demonstrou um temperamento explosivo!
                Sem mais palavras! Não comentarei sobre isso.
                Ab também!

                • Kleverson_G disse:

                  Exatamente, um erro besta, entao por que foi chamar a atenção dele ? Você que perdeu o seu tempo. o Freemontomaisvendido foi muito bem em deixando sua colocação irrelevante de lado sem discução!

      • DaniloSouza disse:

        Você acha mesmo que em 5 dias vai vender por volta de 500 unidades mesmo? hahaha
        N]ao vai chegar nem em 1000, quanto mais em 1200.

        • freemontomaisvendido disse:

          As vendas contadas foi até o dia 24, ou seja mais 5 dias. Lembrando a você que nos últimos dias o Freemont tem vendido média de 80 carros para cima. Tanto que no dia 23 tinha 598 emplacados e 24 já estava com 686. Vamos ver no final do mês; Pois eu fiz conta contando 31, só que esse mês tem 29. Por isso deve ficar na média dos 1.000 mesmo. Abçs.

  21. Felix_S disse:

    Tinha uma opinião diferente do Freemont até ler a avaliação do Alberto Trivellato no Best Cars. Parece ser um dos melhores carros para a família na faixa de 90K e muito bem construído. Embora nunca tenha andado num, porque prefiro sedãs.

  22. D7V5 disse:

    - 1.755 quilos com 172 cavalos?
    - 6,5 km/l em estrada e 5,8 km/l na cidade?

    Não, muito obrigado.

  23. Louis disse:

    Consumo de V8, tá loko!!!!

    • freemontomaisvendido disse:

      Esse consumo é fajuto. No teste da bestcars 1/3cidade e 2/3 estrada marcou 8,5km/l isso porque o carro não estava amaciado, o que faz chegar em torno de 9,5km/l a 10km/l. Uma marca boa.

  24. AutoIng disse:

    É um Dodge na verdade, você sabe disso. Agora se um simples logotipo na frente te incomoda tanto assim, é melhor rever seus conceitos como consumidor, porque é justamente esse tipo de pensamento que atrasa nosso mercado automotivo, isso está mais do que claro.

    • Castle_Bravo disse:

      Não vejo por este lado, como te escrevi lá em cima.

      Finalmente o mercado brasileiro está entendendo que algumas marcas são destinadas a vender carros baratos e tão somente isto, quem sabe em breve não teremos marcas superiores por aqui como Buick, Cadillac, Infinity, Lexus ou Licoln.

      Pagar caro por FIAT, VW, Chevrolet, Ford, Toyota entre outras, é uma aberração de um mercado que não sabe o verdadeiro valor das coisas.

      • freemontomaisvendido disse:

        Discordo completamente. Pagar caro em uma marca, podendo ter mais por outra, só por causa de status acho que não vale apena. Se o Touareg da VW custasse tanto quando o Cayenne não venderia nada, mas custa mais de 40mil a menos no preço. O resultado é que no Brasil Touareg vende igual a Porsche. Acho que essas marcas caras cobram caro só por causa do nome, pois em vários quesitos elas perdem para outras.

        • AutoIng disse:

          Mesmo que fosse rico eu iria no Touareg e usaria esses 40 mil em qualquer outra coisa. A única coisa que me faria optar pela versão da Porsche seria algum design fantástico (que não é o caso) ou alguma tecnologia super exclusiva (que também não é o caso). Até respeito quem paga pela marca, mas com o mundo em crise é importante dar valor ao dinheiro e procurar o melhor custo x benefício, INCLUSIVE no mercado de luxo, e algo me diz que isso está começando a acontecer. Uma crise dessas de vez em quanto tem lá seu lado positivo! Faz o povo parar pra pensar nos próprios hábitos.

          • Kleverson_G disse:

            Eu fico irado com alguem que insiste em falar sobre STATUS. Ja vi ricos, com filhos maiores de idade usando BRAVO, Jetta, Fusion, todos de marcas ''baratas e sem status'' para alguns aqui!

            • Castle_Bravo disse:

              O que significa isto? nada! para o brasileiro simplesmente ter um carro já é status.

              As marcas que citei são baratas e sem "status" em mercados desenvolvidos, o fato de ricos aqui comprarem não as faz melhores do que realmente são, apenas demonstra a imaturidade de nosso mercado, que cobra preços "premium" por produtos que não mereceriam nunca esta qualificação.

              Felizmente parece que alguns consumidores brasileiros já estão acordando para isto, e se estás "irado" respire fundo e relaxe, às vezes as opiniões de terceiros não merecem tua "ira". =)

  25. HSFort disse:

    Nesse carro está estampado a falta de inteligência do consumidor brasileiro. A versão original do Dodge que é o Journey, melhor equipado e com motor mais potente, não conseguiu vender a metade em um ano o que o modelo clonado da Fiat vendeu em seis meses.
    A questão aí foi uma receita fantástica da Fiat em colocar um modelo norte americano no hall de seus modelos. Bastou ter um emblema Fiat que o botocudo rico, financiou em 60 meses e levou a SUV. Enquanto os originais encalham nas concessionárias Dodge do país.

    • freemontomaisvendido disse:

      A diferença é que o Freemont parte de 82 e o Journey 105. Não considero uma pequena diferença.

    • AutoIng disse:

      Mas peraí, tem uma diferença boa de preço entre eles. Além disso não é todo mundo que tem uma concessionária Dodge perto de casa, olha o tamanho do interior do país. Olha as vendas do CRV, ele só embalou pra valer agora porque estão dando um bom desconto. Não é porque o cara tem 80 mil que ele vai ter 100 mil pra dar num carro!

  26. brnmilk disse:

    carro sem tecnologia e motor eficaz. quem compra esse carro deve ser burro pra gastar tanto com gasolina

  27. Diggo disse:

    Este carro entrou como uma luva pra Fiat. Isto é a prova que se há um produto bom os consumidores compram e não dão bola pra "cultura" de carros pequenos da marca.
    O único detalhe que eu mudaria no carro é a terceira fileira "obrigatória" na versão Precision, deveria ser apenas opcional, pois 7 pessoas é demais pra mim.

  28. Diggo disse:

    Eu penso mais pela economia de combustível e também pelo espaço no porta malas, e o preço também seria menor. Como acredito que nunca iria utilizar mais do que os cinco lugares.

  29. MuriloSoares disse:

    Pra quem acha que esse carro é um fracasso, está enganado, vender em média 500 unidades mensais, com toda a concorrência e sem tradição no segmento, está ótimo!!!

    • freemontomaisvendido disse:

      Meu caro, acreditas que o Freemont esse mês já tem quase 700 unidades emplacadas até o dia 24? Segundo meus cálculos, até o fim do mês ele termina com quase 1.000 unidades. Tbm fiquei surpreso com o sucesso desse Fiat. E como você disse, a Fiat nunca teve um SUV desse porte, e nunca vendeu bem carros acima de 50.000. E outra, pra tu ficar mais supreso, esse mês está na frente do Captiva, ASX, ix35, Sportage. Abraços.

    • Diggo disse:

      Concordo, quem acha que o carro é um fracasso é muito estúpido mesmo. O carro é bom e está vendendo bem.

  30. LuisRenatoJoia disse:

    Só tá faltando um cambio manual de 6 marcha!E um turbo.

  31. Kleverson_G disse:

    Pra quem ta falando que é melhor trocar pelo JOURNEY olha a diferença

    Journey ''basico'' = 3.6L, que gera 280 cv de potência; cambio 6 marchas; Preço: 109,900
    Freemont ''basico'' = 2.4L, que gera 172 cv de potência; cambio 4 marchas; Preço: 82,900

    Informações tiradas do site oficial da DODGE, FIAT.

    A sim uma grande diferença ai. 27 mil. Da pra comprar um carrinho basico nessa diferença. Entao nao venham falar que quem compra Freemont, pode comprar Journey

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