Abarth Avaliações Esportivos Fiat Hatches

Avaliação: Fiat 500 Abarth é diversão garantida para quem gosta de acelerar

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O Fiat 500 é um subcompacto que resgata o passado da marca italiana com seu estilo retrô, mas não é somente isso. Ele também traz de volta algumas coisas interessantes dos velhos tempos, entre elas a versão Abarth.

Se alguns consideram os modelos Bravo e Punto T-Jet como bons esportivos, precisam andar no Fiat 500 Abarth. Ele vai um pouco além. Projetado para reproduzir carros de pista, o pequeno escorpião (símbolo da marca do preparador austríaco Carlo Abarth) italiano precisa ser domado.

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Pequeno, potente e agressivo, o Fiat 500 Abarth fica bem distante das versões normais do modelo, sendo preparado exclusivamente para quem gosta de acelerar. Seu motor 1.4 Turbo entrega 167 cv e 23 kgfm, mais do que suficientes para qualquer compacto, mas potencializados neste leve esportivo.

Porta de entrada (não no Brasil) para um ninho de escorpiões muito venosos, com destaque para o Abarth 695 Biposto Tributo Ferrari, o bólido em tamanho compacto tem preço sugerido de R$ 94.000. Com dois opcionais (teto solar e som Beats), o preço sobe para R$ 100.577. O valor é irracional, mas num carro como esse, a razão é substituída pela emoção.

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Por fora…

Sim, ele é pequeno. Muita gente questiona o tamanho do Fiat 500 Abarth, mas neste pequeno frasco há uma boa dose de agressividade que deixa muito esportivo grande com inveja. Com baixo nível de altura em relação ao solo, o modelo apresenta para-choques com spoilers proeminentes, dotados de entradas e saídas de ar, assim como difusor traseiro, escape duplo especial e faróis de neblina.

Os faróis circulares com projetores tipo canhão chamam atenção, assim como os repetidores de direção redondos abaixo e a pequena abertura no capô. O vistoso logotipo da Abarth (não há logo da Fiat em destaque no veículo) com friso cromado é outro diferencial importante.

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As rodas esportivas aro 16 polegadas possuem acabamento em cor cinza titânio. Os retrovisores são pretos, bem como parte do teto. Maçanetas cromadas e logotipos Abarth com a famosa tricolore italiana também chamam atenção nas laterais.

O Fiat 500 Abarth é dotado de pneus Run Flat de perfil 45, além de saias laterais, teto solar panorâmico, defletor de ar traseiro prolongado e lanternas traseiras com acabamento cromado, tal como a cobertura da placa com o numeral 500. Completando o belo visual, pinças de freio em cor vermelha e faixas decorativas em tonalidade preta fazem alusão à performance do clássico.

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Por dentro…

Se o frasco é pequeno por fora, por dentro ele é ainda menor. O espaço para dois é apenas suficiente e duas pessoas a mais atrás terão de ser comprimidas no diminuto banco traseiro, que é bipartido, a fim de ampliar o reduzido porta-malas de 185 litros.

O ambiente reflete o espírito do carro. Teto, colunas, portas, bancos e parte do painel são de tonalidade preta. O conjunto frontal conta com detalhes em cor branca (a mesma da carroceria), que envolve toda a parte central.

O cluster tem instrumentação digital com escalas de temperatura da água, nível de combustível, consumo, econômetro e conta-giros, assim como display central para velocímetro, computador de bordo e informações de mídia, telefonia, entre outros. O conjunto é personalizado e muda de tema quando o modo Sport é acionado, ganhando um estilo mais esportivo.

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Logo ao lado, um manômetro do turbo marca a pressão do compressor, tendo ainda o modo Sport iluminado ao centro quando ativado. O quadro de instrumentos ainda possui regulagem de iluminação. No entanto, os ajustes de configuração são bem ruins.

O volante tem boa empunhadura, embora não seja tão pequeno quanto o esperado em um esportivo. Tem regulagem de altura e profundidade, além de comandos de mídia, telefonia e piloto automático. O símbolo da Abarth ao centro é bonito. Tem bom acabamento em couro com costuras vermelhas.

O mesmo pode ser visto nas costuras dos bancos e na alavanca de câmbio. Esta é pequena e posicionada bem próximo ao volante, assim como os carros de competição. O ar-condicionado é automático, mas não é dual zone.

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Logo acima vemos o sistema de áudio que é simples, apesar de ter CD Player e Bluetooth. Há também duas entradas USB (uma no porta-luvas) e auxiliar. Entre o som e o ar, ficam três botões, sendo um deles o do modo Sport. O porta-luvas é pequeno e nos lados da alavanca de câmbio, ficam os comandos dos vidros elétricos. Os espelhos são ajustados na porta do condutor. Nas portas, as maçanetas em estilo retrô são cromados e há couro apenas nos apoios de braço.

Os pedais são de liga leve, devidamente esportivos, assim como os bancos em couro com apoios de cabeça integrados, faixas vermelhas e elementos vazados. Apresentam algum conforto, mas seguram muito bem o corpo. Há efeito memória no basculamento e acionamento por alças vermelhas.

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O teto solar panorâmico é do tipo um toque para abertura e fechamento. Os apoios de braços individuais atrapalham nas mudanças de marchas. Os apoios de cabeça traseiros são circulares e simpáticos.

No porta-malas do Fiat 500, o espaço já é muito pequeno, suficiente para compras de solteiro ou casal sem filhos, mas fica menor ainda com o subwoofer da Beats. A luz interna fica escondida e há uma pequena cordinha para se abrir o bocal do tanque, que não foi necessária, pois os frentistas não tiveram problema algum para abastecer sem ela.

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Por ruas e estradas…

Embora alguns possam confundi-lo com versões customizadas do modelo normal, o Fiat 500 Abarth mostra que é bem diferente quando o negócio é acelerar. Seu motor 1.4 MultiAir Turbo é aquilo que muitos desejam ver em outros modelos da Fiat no Brasil, mas por enquanto só podem encontrá-lo neste esportivo.

Ele entrega 167 cv a 5.500 rpm e 23 kgfm a 2.500 rpm. Muito diferente do velho T-Jet, esse pequeno quatro cilindros com turbo é mais elástico e eficiente. A carga de cavalaria rompe o flanco do inimigo ainda abaixo de 2.000 rpm, alcançados rapidamente. Aliás, o gráfico de rotação sempre estará elevado quando a condução for apenas normal. No Sport, andar rápido com o 500 Abarth é ver a faixa vermelha bem de perto.

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Mesmo com controles de tração e estabilidade, esse 500 venenoso canta pneu com facilidade e exige algumas correções, feitas com alguma satisfação. São 1.164 kg bem distribuídos e pneus 195/45 ajudam a dar mais tração e controle. O câmbio tem somente cinco marchas, é bem curto e os engates são firmes e precisos, enquanto a embreagem é mais dura que o normal.

A rotação a 110 km/h fica em 3.500 rpm, por exemplo. Por isso, mesmo andando de forma moderada, a rotação sempre estará na faixa de torque máximo. Assim, conseguimos 9,9 km/litro na cidade e 11,6 km/litro na estrada, obviamente com gasolina. Se não houver pressa na estrada, o piloto automático ajuda no conforto, assim como o apoio de braço. No dia a dia, esqueça os dois. O segundo atrapalha até nas mudanças de marcha, como já dito anteriormente.

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Com oferta exagerada de potência e torque, o Fiat 500 Abarth é muito divertido de dirigir, ainda mais com uma direção bem direta no modo Normal, ficando mais esperta no modo Sport. As reações ao volante são rápidas e cada curva em alta faz o condutor desejar estar mesmo numa pista de track day.

Se ele começa a sair de frente, a correção é feita prontamente, sem perda de controle. A opção Sport torna a diversão mais séria ao despejar força extra do turbocompressor, garantindo aceleração mais vigorosa e respostas dignas do termo que designa este modo de condução.

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Com alavanca de câmbio próxima ao volante, o condutor fica ainda mais próximo de um carro de competição. Por ser pequeno, apresenta reações mais agressivas, reforçadas ainda por um ajuste de suspensão bastante firme. A baixa altura do conjunto também é outro ponto que ajuda no comportamento dinâmico. Mas, em pisos ruins, buracos, depressões, entre outras infelicidades das nossas ruas, o Abarth sofrerá.

Este kart ítalo-mexicano é feito para asfalto bom e sem muitas ondulações, pois é fácil raspar o assoalho, exceto em lombadas, por conta dos 2,30 m de entre eixos. Os freios com pinças vermelhas não são aqueles da Brembo, mas agem muito bem na hora de parar o bicho. Para quem quer ver até aonde vai a toca do coelho, há como desligar os controles de tração e estabilidade, lembrando que eles já são atenuados no modo Sport.

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Tudo isso é bom para os olhos, mãos e pés, mas os ouvidos não foram esquecidos no Fiat 500 Abarth. O nível de ruído interno é moderado e nem precisar ser tão bom. Afinal, o melhor é ouvir o ronco do pequeno possante no diminuto cofre.

No modo Sport, isso é intensificado e se torna ainda mais apreciável. O escape duplo é especial e produz um ronco bem esportivo e com direito aos estampidos característicos. Com os vidros abertos, pode-se ouvir facilmente o silvo da turbina em qualquer opção de condução. Em resumo, uma boa diversão para quem gosta.

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Por você…

Importado do México, o Fiat 500 Abarth não é muito barato, mas seu valor não reflete exatamente uma brincadeira para poucos, sendo uma opção para quem quer um carro realmente esportivo sem pagar uma fortuna no segmento premium. Solteiros de plantão ou casados com espírito esportivo se encaixam bem no mais agressivo da marca italiana no Brasil.

O conteúdo é bom e adequado à proposta que é rica em estilo e personalidade. O Fiat 500 Abarth tem a performance desejada por muitos, mas sem o conforto apresentado por esportivos de tamanho maior, pois estes oferecessem também a versatilidade das versões comuns.

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Neste carro, poucos benefícios das demais opções são compartilhados. O Abarth é outro mundo dentro do Fiat 500, não se comportando da mesma forma. Ele precisa ser domesticado e isso se torna muito interessante quando se quer ver até aonde vai o bólido. Nesse momento, a razão parecer jogar contra, mas é uma disputa que precisa ser vencida, pois o pequenino não perdoa erros.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Fiat 500 Abarth

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha, turbo
Cilindrada – 1368 cm³
Potência – 167 cv a 5.500 rpm (gasolina)
Torque – 23 kgfm a 2.500 rpm
Transmissão – Manual de cinco marchas

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 7,7/6,9 segundos (Normal/Sport)
Velocidade máxima – 213,5 km/h
Rotação a 110 km/h – 3.500 rpm
Consumo urbano – 9,9 km/litro
Consumo rodoviário – 11,6 km/litro

Suspensão/Direção
Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção
Elétrica

Freios
Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 16 com pneus 195/45 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 3.667 mm
Largura – 1.627 mm (sem retrovisores)
Altura – 1.490 mm
Entre-eixos – 2.300 mm
Peso em ordem de marcha – 1.164 kg
Tanque – 40 litros
Porta-malas – 185 litros
Preço: R$ 94.000 (preço da versão testada com teto solar e som Beats: R$ 100.577)

Galeria de fotos do Fiat 500 Abarth:





  • DevXav

    Ah se o Brasil não fosse um país de 4º mundo..
    Mas o jeito é ficar feliz com “Pandero RS” da vida..

    • Rodrigo Pasini

      Olha o teste da fullpower que fizeram com diversos carros, o “Pandero RS” surpreendeu e o 500 abarth deixou a desejar.

      • DevXav

        E quem disse que estamos falando APENAS de velocidade?
        A questão não é somente esta, mas sim a inviabilidade de se ter na banãnia um carro esportivo DE VERDADE e que REALMENTE tenha alguma tecnologia “de ponta” pra prover essa esportividade..

        Se for assim vou colocar um Gol GTI 2.0 APzão Turbo das Galáxia contra o Pandero RS e vamos ver ele chorar comendo toda a poeira do universo (hehehe)..

        • Gabriel

          Esportivos de verdade , pra mim são carros puramente esportivos, que ja nascem esportivos, que não tem versões “pacificas” como o golf focus e outros carros de passeios que tem uma versão mais apimentada, pra mim esportivos de verdade são por ex: mustang, 370z, camaro etc etc.. mas pros BR isso é impossível para a maioria.

          • Edson Fernandes

            Interessante definição. Podemos dizer que criaram uma variante esportiva para os carros mas de fato não são carros que inicialmente para serem esportivos.

  • Matafuego

    “Muito diferente do velho T-jet…”. Mas não é o mesmo motor, mudando apenas a pressão do turbo? Aliás, o torque máximo desse motor aparece bem tarde comparado aos motores turbo mais modernos. Ainda assim, deve ser divertido dirigir este 500.

    • Charlis

      Não é o mesmo motor.
      Este é o 1.4 Mult Air, um pouco mais moderno.
      Utiliza uma tecnologia diferente, o comando de válvulas de admissão é substituído por um comando eletro hidráulico… curioso, dizem que é o futuro dos comandos.
      O Punto e o Bravo utilizam o motor TJet, que de moderno, não tem mais nada… e por isso anda perdendo em desempenho pra muitos carros que não são esportivos.
      Eu particularmente não sou fã da Fiat, e o Fiat 500 não me agrada. Mas, tenho que admitir que a motorização dele, é bem bacana, tenho curiosidade de dirigir um.

      • Jota Alves

        q carros , o punto anda perdendo na mesma faixa de potencia? cada uma

        • Charlis

          Golf 1.4 TSI, Focus Titanium, Sandero RS…
          A linha PSA com 1.6 turbo o massacre é maior.
          Da uma assistidinha no canal da Fullpower lap e Acelerado e se atualize.

    • JoãoAVR

      O motor do T-jet é um fire 1.4 16v com turbo. Motor fire foi lançando na década de 80 na Europa, e a Fiat só trouxe ele para cá no lugar do fiasa por questões de poluição.

  • Só vi em CSS. Eu acho que o DS3, Mini e Fusca por terem desenhos mais exclusivos acabam dominando esse nicho de mercado. Mas isso não o torna um mal carro, talvez a Fiat poderia vender um pouco menos caro, para facilitar a vida do carrinho, já que vem do México.

  • Mario

    Se tivesse $$ sobrando, compraria com certeza! Aguardando as frases em 3,2,1….”prefiro um golf gti”

    • Fabricio Conchon

      Sou fã do carrinho, e tenho um do modelo cult… Me preparei pra comprá-lo quando viesse ao Brasil, mas a primeira “fornada” já saiu com preços muito maiores do que os divulgados, e agora o resultado é que vemos poucos destes por aí…. E posteriormente os aumentos sucessivos de preços fizeram ficar proibitivo até mesmo os modelos normais do carrinho. Resultado, pelo menos pra mim, é que vou ficar com o 500 atual e quando for trocar, provavelmente vou de Fusca TSI….

    • Edson Fernandes

      Acho que talvez essa diversão que vc procure, vc ache em outros modelos na hora de comprar. E isso é valido a não ser que especificadamente vc queira um 500 Abbarth.

  • Prefiro Civic Si, lindo, maravilhoso, as minas pira.

  • Fanjos

    Ficaria com um DS3

    • PerobaC

      2 …

      DS3 tem preço bem mais atrativo e tem desempenho bem mais interessante.

      O teste da 4R mostra 0-100 km/h do 500 Abarth acima de 9,0s, bem aquém dos dados divulgados de fábrica.
      A concorrência precisa andar em marcha ré para que o 500 Abarth acompanhe.

      Se bobear, até o Speed Up! anda colado do 500 Abarth …

      • Allan Victor Kaiser da Silva

        Talvez só na reta. Up! na verdade nem é esportivo, né.. ele é mais alto, pneus totalmente diferentes, freios e etc.

      • Romulo’

        Nossa ow.. fala besteira não.
        O caro fez a volta rápida no circuito, 0.5s a mais que o Civic SI 2015. Nego fala besteira demais tá doido.
        O Up TSI na mesma volta perdeu pro HB20 1.6
        Pesquisa no youtube aí

  • Fabricio Conchon

    Acredito que o texto se equivocou na questão do farol repetidor… O conjunto ótico abaixo dos faróis principais não são repetidores… Na lateral do parachoque sim, há um conjunto de repetidores de seta, nos modelos que também são destinados aos EUA, se não me engano.

    • Newton Freitas

      O refletor nos parachoques é para carros vendidos nos E.U.A e Canadá.
      A maioria dos veículos feitos na america do norte, possui o refletor.

      • Fabricio Conchon

        E não é só um refletor não… no caso do 500 há iluminação por trás desses dispositivos.. Há também repetidor da seta, mas fica mais acima, já na lataria do carro…
        A iluminação desse dispositivo lateral, dianteiro e traseiro pode ser ligada e desligada no computador de bordo do 500. No meu deixo ligada, quando o farol está aceso.

        • Newton Freitas

          Que bacana, qual é a tua versão?

          • Fabricio Conchon

            cult manual (vermelho, interna vermelha, com todos os kits de opcionais, Som Bose + Teto)

            • Newton Freitas

              A cult vem com o 1.4evo ou 1.4 multiair? No caso a tua versão.

              • Fabricio Conchon

                1.4 evo… (todos os cult vem com esse motor, mesmo os novos). A diferença de potencia é pouco sentida na direção… principalmente se comparar o manual evo com o automático (excelente, mas que rouba uma certa potência) dos multi-air….
                Se for trocar, pretendo um cabrio 1.4 16v (multiair) automático…

                • Newton Freitas

                  Cabrio só existe com motor evo aqui no brasil não é?

                  • Fabricio Conchon

                    Não… tem com os 2. Pra facilitar a identificação, na nomenclatura do 500, o 1.4 16v é o multiair, e o 8v é o fire evo. E visualmente, os carros com fire evo sempre vieram com a roda mais comum, aro 15 e no formato mais vistos nas ruas. Os Multiair tem varias rodas, como as do 500 Prima edizione, as rodas do lounge, etc…

  • Bruno Silva

    Bom, é um excelente kart, apesar de não ser minha compra. Esportivo por esportivo duas portas, levaria um Si, mas esperaria a nova geração. De qualquer forma, nenhum dos dois seriam minhas compras por esse valor. NÃO ESTOU COMPARANDO, estou falando que com quase 100 mil EU hoje, levaria um Jetta TSI, mesmo sendo solteiro rsrs.

  • Whering Alberto

    Como é CARO!!! Esta versão Abarth também vem do México? Deveria incluir o teto solar (e o som da Beats) no valor de 94 mil. Os faróis são de xenon?

    • Newton Freitas

      Sim, todo Fiat 500 vêm da fábrica da Chrysler do México.

  • Mr. Car

    Carrinho muito legal, mas com um preço impraticável.

    • 4lex5andro

      preço perto de esportivos maiores (e 5 portas) como ds3 e o proprio punto t-jet ..

      punto e bravo, alias ficariam bem com esse motor multiair, e nem cobrassem tao caro por nao ser importados ..

      • Edson Fernandes

        Mas o DS3 possui duas portas….

  • Rodrigo

    Bacana, mas nada justifica esse preço, ainda mais vindo do México.
    Nesse segmento, minha escolha recairia no DS3 ou até mesmo no Swift Sport que, embora não entregue tanta potência e torque, pelo menos tem uma tocada bastante interessante, por um preço relativamente bom.

  • alixgracus

    O desempenho desse carro, na 4 Rodas, ficou muito aquém do divulgado: 0 a 100 km/h em 9s!

    • Rodrigo

      Tem um vídeo no Youtube, não lembro se no canal da Fullpower (Fullpower lap) ou no Acelerados, que criticaram o desempenho do 500 Abarth principalmente quanto ao turbo lag.

  • Poperon

    O ruim da avaliação, é que só postam as fotos. Faltava um vídeo com o Ronco do carro, com umas filmagens de umas voltinhas, agregaria mais informações. Mas, fica a imaginação por enquanto mesmo hehe

  • afonso200

    300C 2012/13 109mil reais

  • André Luiz

    Tenho um Cult completo teto solar etc. Quem mete o malho no 500 é pq nunca dirigiu um, no dia que pegar no volante de um vai mudar totalmente os paradigmas do que é bom ou ruim. O Fiat 500 Abarth é um baita carro, reverenciado no mundo todo inclusive com várias premiações nos EUA. Possui tudo de mais moderno em tecnologia automobilistica. Aqui no Brasil poderia ficar entre 80 e 90 mil seria uma valor mais honesto.

  • fabio

    O que significa essa matéria imensa pra um carro que não é novidade nenhuma? O 500 Abarth foi lançado oficialmente no Brasil bem no final de 2014. É só conferir isso no próprio site da Fiat. Claro, foi lançado, mas ninguém conseguia comprar, porque logo em seguida o dólar disparou (culpa dessa porcaria de governo do PT). Eu já estava pronto para comprar, o preço era R$ 79.900 acho, mas aí de repente subiu para 83 mil e pouco. Tentei encomendar em 2015 em duas concessionárias, e ambas me disseram a mesma coisa, que a fábrica não estava abrindo a carteira de pedidos, algo assim, ou seja, embora tivesse sido lançado e estava no site da fiat pra montar, na prática a verdade é que ele não estava sendo vendido no Brasil, tudo por culpa desse dólar, dessa situação que o governo PT deixou o país. Agora o preço está nos 94 mil, um absurdo para um carro que começou valendo R$ 79.900. Totalmente absurdo. Acho que na metade de 2015, do nada, a vendedora de uma das concessionárias que eu fui, me ligou dizendo se eu ainda estaria interessado em comprar, pois iriam chegar poucas unidades na região. Só que tinha dois pequenos detalhes, rsss, eu não poderia escolher a cor, pois eu teria que aceitar aquilo que a fábrica fosse enviar para o regional, e nem R$ 94 mil era mais, era R$ 100 mil, porque já iria vir com os opcionais (teto solar e aquele som especial), e essas duas coisas não me interessam. Pagar 100 mil num carro que eu não posso escolher a cor e que começou custando R$ 79.900? Nem pensar. Odeio carro branco. E se me mandassem um carro branco? Comprar um carro branco por R$ 100 mil? Não me importa se a moda agora é carro branco. Eu não gosto, eu tenho gosto próprio, meu gosto não vai na onda do que é a modinha do momento. Nem um Camaro, se me oferecessem por apenas R$ 100 mil (pois o preço normal é mais que o dobro disso) eu não compraria, não se fosse branco. Eu queria preto. Independente disso, essa matéria tem um ar de carro que é novidade, só que o 500 Abarth não é nenhuma novidade, sendo assim, me parece que a Fiat está pagando para o noticiasautomotivas fazer uma matéria de propaganda do carro, pra ajudar nas vendas, porque não deve estar sendo fácil vender esse carro por R$ 94.000. Não importa se o carro é de nicho, R$ 94 mil é muita coisa pra ele, e com certeza estaria vendendo bem mais se estivesse custando no máximo R$ 85 mil já com os 2 opcionais que eu citei. Fazer uma matéria como essa sobre o 500 abarth HOJE, está muito estranho isso.

  • Gabriel

    Mais de 100 mil, é mais vantajoso ir de jetta tsi, maior mais rápido melhor e gasta menos ainda. Eu não compraria essa lata de sardinha, é muito pequena, mas gosto é gosto, tem quem gosta.

  • Romulo’

    Ahahahaha
    O cara vêm seco para dar uma resposta e nem interpretar o texto consegue. Eu não disse 0.5s mais rápido, eu disse a mais.

    Exemplo.: 9.5s é 0.5 segundos a mais que 9.0s.

    Outra, eu falei do comentário que citava até o Up! como mais rápido.

  • Edson Fernandes

    Cada um tem suas escolhas. Obvio, mas o 500 Abbarth prometia muito e não se concretizou.

    E na epoca até coloquei na balança tudo que o carro tinha tecnicamente falando: Um carro pequeno, bitolas menores, é baixo e tem um coeficiente legal, mas é um carro pesado pelos reforços estruturais existentes no carro… um cambio de 5 marchas (que é inacreditavel existindo um de 6 marchas que deixaria o carro bem melhor de aproveitamento) e ainda tem o preço.

    Deve ser fantastico dirigir um desses esportivamente. Colado no chão, compacto, um hot hatch. Porém, não é uma questão só de preço, é uma questão de concorrencia. O que temos na concorrencia para suprir essa faixa de preço?

    Então temos: Punto T-Jet, Bravo T-Jet, Sandero RS, DS3, A1, Mini Cooper S, entre outros que então fogem da proposta de compactos, alguns menos evoluidos e outros superiores tecnicamente.

    Então de cara já enxergo Mini Cooper em preço uma opção bem compativel com o descrito na materia e cambio manual. Quer ter um carro que oferte ligeira melhoria no conforto? DS3. E então quer economizar e ter um carro com uma proposta de preço interessate por aquilo que oferece? Sandero.

    Poderia colocar aqui o Golf GTI (esse de longe seria minha escolha), mas ele passa dos R$100000. Entretanto, há uma carta na manga da VW e combina até com o 500: Fusca TSI. Ele não deve ofertar esse tipo de comportamento de kart, nem GTI, nem alguns outros que citei, acredito que a fundo somente o Mini… mas são as propostas mais proximos na minha visão.

    Eu diante dos que citei, teria preferencia pelo Fusca, se o dinheiro não for exatamente um problema, um Golf GTI, mas deixo claro que gostaria de conciliar certo conforto a bordo (mimos)e por isso acho que há uma certa carencia em muitos desses modelos. Mas a obrigação deles nem é essa e eu que sou o xarope.

    Enfim, repito, irai de Golf GTI por tudo que oferece. Porém na falta dele, ter o Fusca seria o mais proximo do meu interesse. Se for para ter trocas de marchas manuais a duvida entre DS3 e Mini Cooper. Enfim, minha opinião.

  • Miguel

    Eu já estaria contente com um Multiair 1.4 Sport, mas a dona Fiat fez o favor de tirar esse de linha!

  • Hen_Par

    Essa aceleração na ficha técnica é beeeem otimista. Testes aqui no Brasil deram cerca de 9s.