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Avaliação: Renault Sandero RS anda bem, mas peca nos detalhes

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Após revitalizar o Sandero mantendo a filosofia de baixo custo e personalização que contribuíram para a conquista de mais clientes no Brasil, a Renault partiu para diversificar seu lineup de origem romena. Assim, uma das apostas foi a esportividade e o Sandero RS 2.0 foi o resultado.

Desenvolvido em parceria com a divisão esportiva Renaultsport, o Sandero RS 2.0 surge como uma proposta diferenciada no segmento de esportivos, que no Brasil dispõe de pouquíssimas opções.

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A Renault decidiu converter seu popular em um modelo de melhor performance e para isso recorreu aos especialistas, em vez de tentar algo caseiro. Assim, o Sandero RS 2.0 chega com motor 2.0 Flex modificado, mas não muito mais potente. O objetivo é entregar funcionamento mais agressivo e respostas mais aguçadas.

Para acompanhar o motor, modificações visuais e mecânicas foram feitas no Sandero, embora nem tudo esteja de acordo com a proposta e em relação ao seu preço, que é de R$ 59.280. Com rodas de liga leve aro 17, o valor sobe para R$ 60.280. Ainda assim, é mais em conta que um Fiat Punto T-Jet, por exemplo. Mas, será que anda mesmo?

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Por fora…

O primeiro impacto do Renault Sandero RS 2.0 é o visual, que é condizente com a proposta. Faróis duplos com detalhes em preto brilhante, grade personalizada com as letras RS, para-choque com spoiler proeminente e acabamento diferenciado e LEDs diurnos fecham o frontal.

Nas laterais, o RS recebeu rodas de liga leve aro 17 polegadas com acabamento em preto brilhante. O visual é interessante, mas notamos que as pinças de freio não possuem pintura.

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Não faria diferença em termos de performance, mas realçaria a proposta do modelo. Saias laterais, faixas decorativas, nome Renault Sport e retrovisores em preto brilhante destacam-se nas laterais.

Na traseira, as lanternas têm máscara negra e acabamento cromado. O escape duplo também é cromado, enquanto o para-choque apresenta difusor de ar em cinza brilhante. O defletor de ar no teto é prolongado. O teto tem apenas antena e poderia ser pintado de preto, que na cor branca cairia bem.

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Por dentro…

Se por fora o Sandero RS 2.0 chama atenção, por dentro ele poderia estar mais de acordo. Os bancos esportivos em veludo e tecido têm bom visual, destacando-se o acabamento em dois tons (preto e bege claro) com costuras e faixas vermelhas. O logotipo RS é bordado nos apoios de cabeça.

Há também pedais esportivos e volante em couro com costuras vermelhas, cujo aplique de mesma cor com as letras RS na parte inferior realça a proposta. A alavanca do câmbio também tem o mesmo acabamento.

O cluster tem velocímetro até 220 km/h (o hatch alcança 202 km/h) e aparência geral normal, sem qualquer personalização que aponte para esportividade. No computador de bordo, apenas o modo Sport é indicado, mas sem nenhum alarde visual. E é tudo isso que se destaca no acabamento do Sandero RS em relação aos demais.

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A partir daí, o Sandero se impõe ao RS e o baixo custo se torna evidente. Os vidros traseiros acionados pelo condutor continuam no console central, próximos do novo botão dos modos Sport e Sport+. Lá também fica o nada ergonômico limitador/controlador de velocidade, cujos ajustes e memória ficam em botões separados no volante.

A coluna de direção – com ajuste apenas em altura – conta com o clássico comando de áudio e telefonia, que ainda tem um botão de chamada meio perdido na parte frontal da direção. Não é de todo ruim, mas a Renault já poderia ter colocado um volante multifuncional de verdade no modelo.

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O acabamento geral é pobre. Com exceção dos bancos dianteiros, o restante deixa a desejar, ainda mais com uma proposta mais esportiva, que denota maior preocupação com o produto, que naturalmente será mais caro. Mas, o que se vê é apenas plástico duro no painel e portas. Não há tecido além dos assentos. Detalhes em cinza e preto brilhantes tentam amenizar.

Não há retrovisor eletrocrômico, nem luzes de leitura individuais, exceto a do passageiro. Também sem sensor de chuva ou crepuscular. Os LEDs diurnos no exterior são um luxo nesse ambiente. O banco traseiro é inteiriço e tem somente dois apoios de cabeça, assim como cinto central de dois pontos. Encontramos o mesmo conjunto no GT Line e demais versões.

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Escapa apenas o bom espaço do porta-malas (320 litros), que não pode ser ampliado de uma forma mais versátil por conta do banco inteiriço. O espaço interno também é outro destaque do modelo, assim como a altura. A multimídia Media Nav Evolution é simples e intuitiva, tendo com destaque o navegador com dados de tráfego, algo realmente muito útil.

Só precisaria ser menos complicado nas alterações de configuração durante a rota. Por fim, o ar condicionado automático é outro ponto bom no conjunto. Estranhamente, o capô do Sandero tem amortecedor para abertura, contrastando com o projeto de baixo custo do carro.

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Por ruas e estradas…

Se no visual exterior ele é interessante e no ambiente interno precisa melhorar muito, na performance, o Sandero RS 2.0 cumpre tranquilamente o que promete. O motor 2.0 Flex ganhou um coletor de admissão maior, assim como mudanças na programação e nova ECU, que permite alteração por parte do condutor.

A Renaultsport viu que não era necessário entregar mais potência ou torque que os demais modelos da gama brasileira, apostando mais em alterações no funcionamento do motor, deixando-o mais nervoso. Assim, ele entrega 145/150 cv a 5.750 rpm e 20,2/20,9 kgfm a 4.000 rpm. Números normais para um 2.0 16V Flex.

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Mas, com a reprogramação, ele ganha outra vida. As respostas ao acelerador já são boas no modo normal, mas com o Sport ativado, o funcionamento muda já na marcha lenta, que eleva-se suavemente. O ronco também é diferente. Aí, o 2.0 Flex passa a ser bem mais agressivo, elevando o giro rapidamente.

O câmbio de seis marchas é curto e na sexta marca 3.500 rpm a 110 km/h. Os engates não são macios, mas há precisão. Com ele, o RS apresenta aceleração vigorosa e retomadas condizentes com a proposta. A embreagem é macia, ao contrário de outros esportivos, dando mais conforto ao dirigir.

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Ruim mesmo é o consumo. Conseguimos somente 8,7 km/litro na estrada com etanol. Na cidade, não tão ruim mas ficou em 7,2 km/litro. Em tempos de eficiência energética, esses números não agradam em nada.

A Renault divulga que o Sandero RS 2.0 vai de 0 a 100 km/h em 8,0 segundos e tem máxima de 202 km/h. Já no modo Sport+, controles de tração e estabilidade são bem atenuados, garantindo assim uma condução mais agressiva para quem sabe o que está fazendo. O ajuste da direção é um pouco mais direto nesses modos, mas deveria ser ainda mais.

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A suspensão tem ajuste mais esportivo, mas não é excessivamente dura. Molas são mais firmes na frente e o conjunto teve a altura rebaixada em 19 mm. Com essa nova calibração, o Sandero esportivo ficou melhor nas curvas e ganha no comportamento dinâmico. Os freios a disco nas quatro rodas atuam muito bem no modelo. O nível de ruído interno é moderado e o ronco do motor agrada.

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Por você…

Não há como negar que o fator preço é o principal diferencial do Renault Sandero RS 2.0. Os rivais com aptidões realmente esportivas custam bem mais. Mas para manter o hatch na faixa dos R$ 60 mil, a marca francesa manteve muito do baixo custo original do compacto, que é a única coisa que depõe contra ele. Não se justifica abrir mão desses detalhes.

Se tivesse um acabamento melhor e maior atenção com a segurança, o pacote do Sandero RS 2.0 seria campeão, mesmo que o consumo não seja lá essas coisas. Para contrabalancear isso, o propulsor preparado pela Renaultsport acaba dando o que promete e o hatch assim anda bem.

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Como atualmente existem mais esportivos de fachada no Brasil do que carros que realmente fazem a diferença em performance, a chegada do Renault Sandero RS 2.0 foi em boa hora para o consumidor. Se a opção é ter um carro esportivo na garagem e pagar pouco por isso, então esse romeno-brasileiro – preparado pelos franceses – é uma boa dica.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Renault Sandero R.S. 2.0

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha, flex
Cilindrada – 1998 cm³
Potência – 145/150 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)
Torque – 20,2/20,9 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão – Manual de seis marchas

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 8,0 segundos (etanol)
Velocidade máxima – 202 km/h (etanol)
Rotação a 110 km/h – 3.500 rpm
Consumo urbano – 7,2 km/litro
Consumo rodoviário – 8,7 km/litro

Suspensão/Direção
Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção
Eletro-hidráulica

Freios
Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 17 com pneus 205/45 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4.068 mm
Largura – 1.733 mm (sem retrovisores)
Altura – 1.499 mm
Entre-eixos – 2.590 mm
Peso em ordem de marcha – 1.161 kg
Tanque – 50 litros
Porta-malas – 320 litros
Preço: R$ 60.280 (preço da versão testada)

Galeria de fotos do Renault Sandero R.S. 2.0:





  • RED883

    “…O teto tem apenas antena e poderia ser pintado de preto, que na cor branca cairia bem.”
    A partir dessa frase vi que quem escrevia o texto não sabia sobre o que estava falando…

    • Ronald

      Pois é! Não gostei do texto também não. Parece ser alguém com uma implicância com a marca/modelo, colocando mais o seu gosto pessoal e esquecendo completamente do preço “reduzido” em relação aos demais. Ele até cita isso no texto, mas ao mesmo tempo ignora. Além de querer enfiar firulas no carro de gosto pessoal e discutível pra fazer ele parecer “mais esportivo”, coisa que ele já parece bastante. Mais que isso vai papagaiar demais o carro.

      • Yuri Lima

        Também achei a avaliação bem parcial. Dizer que o carro tem acabamento pobre, e tal é óbvio, visto que é um esportivo derivado de um carro de entrada. Não é um puro sangue concebido exclusivamente para ser esportivo. Todos os veiculos esportivos oriundos de modelos de entrada apresentam essas características, vide painel de Uno Turbo, Gol GTI (todos),Ka XR. Lá fora não é diferente, você não vai encontrar painel acolchoado nem bancos em alcantara de série num Clio V6, Fiesta ST ou Polo GTI.
        A matéria parece que foi feita com o intuito de “pegar no pé” do carro.

    • M.Hahne

      Achei essa a pior…
      “O visual é interessante, mas notamos que as pinças de freio não possuem pintura.”

      • Vinicius Ramos Prucoli

        Li isso também, e não acreditei.

      • Rodrigo

        hahahahahaha
        Essa foi Florida mesmo!

      • Alguém

        São transparentes

    • Guilherme

      shuashuashusahuashu foi onde me desinteressei pela leitura também!! ahuashuashuashu
      Outra detalhe ruim para mim foi ” A Renault divulga que o Sandero…poxa… ta fazendo avaliação e nem pega um carro para testar, passa simplesmente o número divulgado ( que não é real diga se de passagem, porém próximo ).

    • Sanderson Fromohls

      Parece o pessoal da UOL avaliando.

    • Artur

      É um opinião pessoal do cara que escreveu, mas que ficaria mais bonito e daria um toque a mais de esportividade ao modelo, isso é indiscutível.

    • Rodrigo Alves Buriti

      Totalmente de acordo,
      Falou do preço alto, mas não disse que a carroceria é mais rígida que a do normal, que tem defletores de ar debaixo do carro, que o aerofólio é funcional, que o motor tem outra calibração, assim como câmbio.

      No final é fácil olhar o preço e lista de opcionais, fazer uma redação e publicar.

    • Alguém

      Ou preto escuro também.

  • Lucas086

    Não consigo gostar do sandero, mas bato palma para a renault, fez praticamente outro carro. Agora essas faixas são ridiculas, e a NA ainda comenta que poderia ter teto preto.

    • Guilherme

      isso é a escola fiat de fazer esportivos uhsahusauhashus metendo adesivos no carro.
      Mas realmente o carro na minha opinião cumpre muito bem o que promete…
      Eu particularmente só não gostei dos adesivos, mas de resto muito bacana.

      • Lucas086

        Tive 2 uno sporting e tirei as faixas laterias dos 2 ainda na concessionária e vendi o 1 sem as faixas e hoje o encontro ai sem faixas, o 2 além das faixas, pintei as rodas de grafite, pq o preto das rodas estava matando as rodas, tanto que a Fiat lançou um pacote blue exatamente com a cor das rodas que eu pintei, coincidência ou não, o vendedir que comprei o cqrro, disse que 2 pessoas já compraram o sporting justamebte pela pintura das rodas, resumindo, a fiat estraga e a gente ajeita hehehehe

        • Guilherme

          A fiat na minha opinião muitas vezes mata o próprio carro.
          O Bravo sporting logo quando foi lançado era um carro bem bacana, porém pagar um valor algo na época em um carro com adesivos ridículos é triste, se eu tivesse comprado com certeza iria tirá-los no dia mesmo.

          Mas isso é minha opinião se eles insistem em colocar tais adesivos pode ter certeza que MUITA gente gosta ( quem sabe até copia )
          Assim como a febre do adesivo SUPER SPORT na época do Corsa, Astra e Meriva…

          Era possível achar tais adesivos até mesmo em carros de outras marcas.

    • Alguém

      Realmente, as faixas tipo Fiat Uno esportivo, são de matar.

  • Ricardo

    Meu caramba! 3500 rpm a 110 km/h em 6ª marcha, bota câmbio curto nisso!

    • Carlos

      Também me surpreendi. Meu carro 1.6 em quinta marcha tem o mesmo rpm, e ja acho curta demais a relacao. Ou seja, ja que nao deu pra oferecer motor turbo pequeno com torque em baixa, encurtaram o 2.0 até o talo… deve ser uma draga de beber combustivel na estrada acima de 100km. Esses carros q as montadoras fazem atendendo o “gosto” do consumidor brasileiro me dão ansia de vomito.

      • Ricardo

        Também por isso a velocidade final é baixa e o consumo é tão alto!

      • Edson Fernandes

        Eu particularmente acho que a Renault poderia ter feito a sexta só para economia, como é feito nas demais fabricantes. Mas o lado bom é que isso não é tão dificil de se mexer (ainda que tudo seja caro)

        • Alguém

          É fácil achar marchas. Vou pesquisar, mas a 6ª do Duster deve ser um pouco mais longa.

          • Edson Fernandes

            Um pouco não… ela é bem mais longa…. outro carr oque vc pode pesquisar é o Megane 2.0 (que vinha com esse mesmo cambio).

            Agora… rapaz… depois de 6 meses do meu comentário?rs

            Abraços

            • Alguém

              Pois é… Só achei este post agora.
              De uns anos pra cá, usei em vários carros, caixa curta com a última mais longa, o que acaba deixando a 5ª como se fosse original. No início de 2016, comprei uma relação 0,76:1 (a mais longa que achei), para quando eu comprar meu Sandero 2017 com motor 1.6 de 125 CV (medidos pelo dinamômetro da Revista FullPower num Versa 1.6), eu colocar caixa de 1.0 com a 5ª longa. Vai ficar um foguetinho de arrancada (comparando com o original 1.6, é claro) sem perder a “longuisse” de uma 5ª marcha…
              Sempre me dei bem com esta fórmula. Espero repetir a dose.
              Abraço.

    • Fábio A.

      Também achei muito curto, ainda mais tratando-se de um 6 marchas. Uma 6ª mais longa cairia bem melhor, tornaria o carro mais econômico e mais agradável em viagens.

    • ALVIN_1982

      A 6ª marcha deveria o motor girar pelo menos a 2000 rpm para economia e velocidade final, além de um ronco melhor, sem zuncar no ouvido…

  • Chris Torenzo

    3500rpm em 110??? Acho que fizeram o test em outro carro!! Fiz um TD num desses e lembro-me de me impressionar com os 2700+-rpm em 120! PC de bordo marcava 13,5km/l na gasolina só encostando o pé!

    • BillyTheKid

      Acho que você é quem fez test drive em outro carro. Fiz uma pesquisa no Google e achei esses trechos de outros sites, todos corroborando com o caso do NA:

      “A 120 km/h reais e em 6ª o giro está a 3.550 rpm”

      “Ao rodar na marcha final, o giro do motor ficou em 3.500 rpm a 120 km/h.”

      “A relação é genuinamente esportiva: a 120 km/h o motor gira a 3.400 rpm”

  • Racer

    Boa mecânica…mas continua sendo um Sandero. Não é um carro ruim, mas não surpreende em nada.

  • Hugo Cavalcante Silva

    Matéria deprê! O carro parece muito mais emocionante do que o apresentado! Parece que nem andaram com o carro! Esquisito, hein…

  • edgar__rj

    Aleluias, não fui o único que entendi a “matéria” como uma depreciação pessoal à marca…

  • ####Carlao GTS

    Sandero RS. daqui a 2 anos eu pego um usado…. só pra ter um motivo. E daqui a +ou- quatro anos . pego um GTI. minha realidade hj é essa.

    • Romulo Moreira

      Orra, perante o cenário, tá ótimo!

  • Joka

    Texto altamente tendencioso contra a Renault, desnecessário… Na minha opinião o Sandero RS foi uma louvável proposta da marca em oferecer um esportivo de verdade a preço acessível, se pudesse compraria um pra mim!

  • Bom custo benefício para um “esportivo”, nada mais.

  • Fábio

    Avaliação bem fraquinha. O NA caiu de qualidade de uns anos pra cá. Cadê o Eber?

    • No exterior… quase abandonou isso aqui. De vez em quando ele volta.

  • Artur

    Acho esse modelo uma excelente opção de carro “esportivo” no mercado brasileiro, principalmente no que tange ao seu preço. Contudo, também acho que deveria ofertar alguns equipamentos de segurança a mais (mais airbags, terceiro encosto de cabeça, cinto de 3 pontos para todos ocupantes etc.), mesmo como opcionais.

  • Joildo Dias

    Gosto desse carro, acho que por esse preço não encontra nada tão divertido…

  • Valdemir Souza

    PELO MENOS não é um esportivo de araque (adesivado). Quem escreveu a matéria com certeza não gosta de Renault! kkkkkk

  • Eduardo

    Nos últimos 20 anos, salvo civic si e golf GTI, todos os esportivos eram só cosméticos. Aí a Renault investe na mecânica e o site questiona a cor da pinça, do teto e do velocímetro. Enfim, da para entender as montadoras. Talvez o clone de mini cooper chinês iria bem na avaliação com as suas racing stripes no capô

  • Leônidas Salazar

    Com o carro na mão, colocam números da ficha técnica, o 0-100 com etanol é 9,1 s(racelogic pro), e 10 s com gasolina(QR), o top speed é 218 km/h no limite de corte da sexta marcha.

  • Jefferson

    Achei feio, principalmente por dentro. Até pensei em trocar meu Punto T-JET, motivado pela motorização FLEX. Não curti o acabamento interno, não achei que anda mais e senti muita falta do teto solar. O consumo também desanimou. Caso não fosse troca e sim nova aquisição, daria preferência ao Speed UP que anda pouco menos, más tem consumo ignorante.

  • O Negociador.

    Ou ele 0km ou um fluence GT 2013/14?

  • ALVIN_1982

    Achei puro preconceito por parte de quem avaliou… gostaria de saber qual carro da mesma proposta existe no mercado brasileiro com o mesmo valor… Quer algo do seu jeito? Comece por outro carro, de preferência marca premium, aí vc pode exigir alguma coisa “exclusiva”.

  • ALVIN_1982

    Foi o Carlos4Carros quem avaliou? só faltou falar que o Golf encaçapa o Sandero R.S. com o motor 1.6 MSI… Que coisa feia…

  • Cleidson

    Pode falar o q for, mas a proposta é ótima. Tem até esp!

  • Leonardo

    Comprei um Sandero RS já faz um tempo. Fiz viagens longas com o carro. Ele é um ícone do baixo consumo? Lógico que não, afinal partiram de um motor “de prateleira” que já não é nenhuma referência de modernidade. Ele tem um maravilhoso interior? Sem duvida também não. Acho que ninguém imagina que um projeto Romeno de baixo custo seja melhorado à ponto de se tornar um Mini Cooper S. Ainda mais por 60k…
    Considerando uma relação custo/benefício, onde o benefício seja prazer de dirigir, sem dúvida não há nada similar no mercado. Existem opções mais econômicas, com teto em outra cor e com pinças de freio pontadas (essa foi f…)? Lógico! Mas por 60k???
    Essa “avaliação” feita em showroom de concessionária foi a pior que já li. Matéria sem noção. Acho que outros comentários que li aqui confirmam minha opinião.
    Não sou um fã da Renault, mas o que fizeram com o Sandero é louvável, ainda mais nessa onda de esportivo de adesivo (sim, esse Sandero tem adesivo, mas vc deve ter entendido meu ponto…). Ainda mais, porque considero o comportamento dinâmico muito mais importante do que o 0-100 em 8s (que nem deve ser real). É esse carro realmente é bom de curva e frenagem.
    Ao NA, meu pedido por melhores matérias.

  • Marcelo Furtado Vieira Ribeiro

    Bem RENAULT RS 2015/2016 foi comprado há 4 meses atras …Meu carro tem menos de 2000 km de uso mas já deu pra notar algumas falhas que pelo visto são de projeto do carro que poderiam melhorar…

    -Sem Iluminação do Painel qdo farol desligado,
    – Não há Acionamento one touch do vidro elétrico
    -Falta de acionamento elétrico da mala do carro.
    -Marcha com engates imprecisos principalmente na 1a e 2a que as vezes entram com um micro tranco .. Vi inúmeras pessoas reclamando disso e no início achava que seria só com meu carro…Inclusive um tester conceituado considerou isso um grave erro de projeto (o que achei um exagero).
    -Barulho da gasolina batendo forte no tanque em manobras e freiadas dentro do carro (isolamento acústico traseiro inexistente)…
    -Direção Hidráulica muito pesada para manobras de garagem (poderia calibrar melhor o progressivo)
    -Quando chove embaça a lanterna traseira.
    -Chave de baixa qualidade. (tanto que no modelo 2017 melhoraram).

    -Claro que a relação benefício do carro continua sendo ótima mas esses defeitos da imprecisão dos engates e falhas me desanimaram um pouco.