
O chefão do Grupo Renault Nissan comentou essa semana em uma entrevista para o The Hindu Group que o futuro da indústria automotiva pertence aos mercados emergentes, e que sua criação (nasceu no Brasil e foi educado no Líbano) o ajuda a entender mais precisamente o que o consumidor emergente necessita.
Ele, comentando sobre o segmento automotivo da Índia, disse que ficou impressionado com o foco que o pessoal de lá tem na economia. Se um engenheiro indiano diz que é necessário uma quantia de recursos para desenvolver tal item, um engenheiro da Renault Nissan diz que na verdade se precisa de cinco vezes mais.
A parceria de sua empresa com a local Bajaj dará como fruto modelos acima e abaixo do Nano. Quando perguntado sobre que modelo poderia custar menos do que um Tata Nano, ele comentou que o que se está fazendo agora é movendo de um triciclo para um carro bem simples, um carro que será como o Nano, mas de uma maneira diferente.
Carlos Ghosn comentou também que a Renault Nissan já está analisando as qualidades e defeitos do Nano, e vendo o que pode ser aplicado em seus próprios modelos, para redução de custos. Medo!
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