Usado da semana

Carro da semana, opinião de dono: Citroen C4 Lounge THP

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OBS.: O nosso leitor Ubaldir Jr já contribuiu para o NA com dois textos interessantes, um falando sobre sua experiência ao rodar 60.000 km com um Volkswagen Jetta e o outro falando sobre seu primeiro ano com o Citroen C4 Lounge THP. Agora ele nos dá seu veredicto após rodar 30.000 km com o modelo francês, confira:

Prezados amigos, como os pedidos já são diversos, e prometi que quando o carro estivesse com uma quilometragem mais avantajada estaria aqui de novo para ceder aos leitores um panorama da convivência com o modelo, cá estamos nós.

Se vão dois anos e praticamente 30 mil quilômetros de convivência (faltam cerca de 700 km), momento em que fica bem fácil falar com muita propriedade de um modelo. Vamos por tópicos.

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Conjunto motriz – motor e câmbio

Impecável. Essa é a palavra mais apropriada para descrever o comportamento do conjunto motriz do Lounge Exclusive.

O motor tem o desempenho que já é do conhecimento de todos, com torque máximo elevado em regimes bem baixos de rotação e mantido por uma ampla faixa de giros, o que garante agilidade em praticamente qualquer situação. O turbo-lag até existe: em arrancadas a partir da imobilidade, como o pico de torque chega nos 1500 giros e a rotação de ponto morto fica em torno dos 900, há um breve momento em que você percebe uma “seguradinha” no carro. É mais ou menos como se o veículo saísse com um elástico amarrado em sua traseira, o qual se rompe em fração de segundos: é uma “estilingada” impressionante sempre que se aperta o pedal da direita um pouco mais fundo saindo do zero.

Quanto ao câmbio, sinceramente não consigo me lembrar de uma única situação em que se possa dizer que a marcha ideal não esteja engatada. O casamento com o motor é ótimo, e garante excelência no comportamento dinâmico do carro. Não há nenhum tipo de tranco nas trocas, e o modo “S” cumpre bem sua função, levando o carro a giros mais elevados e fazendo reduções mais agressivas sempre que se procura diminuir a velocidade. Um porém que pode ser levantado é a tendência de “empurrar” o carro quando parado maior do que se poderia esperar, gerando uma certa estranheza nos primeiros meses de contato com o modelo. Li informações de que a Citroën reduziu essa característica juntamente com a adoção do motor flex. Ainda não tive oportunidade de verificar.

Há também o fato de a função manual do câmbio estar relegada à alavanca de câmbio. Quando se pensa que um Citroen C3 possui aletas atrás do volante para as trocas… realmente é uma falha imperdoável.

Até aqui, em termos de confiabilidade, tudo 100%, nenhum problema mecânico ligado ao conjunto motriz a ser relatado.

Nota 9,5

Suspensão e direção

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No quesito suspensão reside o único problema mecânico que o carro apresentou nesses 2 anos: com o modelo recém-saído da primeira revisão, acertei um gigantesco buraco com as 5 pessoas a bordo. Os danos visíveis imediatamente se restringiram a uma pequena saliência no pneu dianteiro direito.

Entretanto, com o passar dos dias passei a notar uma folga na coluna de suspensão direita, vista em princípio mais claramente em manobras de baixa velocidade e pisos irregulares. Levei o carro à assistência, onde recomendaram desempeno de rodas e deram um reaperto geral na suspensão.

Já perto da revisão de 20.000 km, o carro voltou a apresentar a folga na coluna de suspensão direita, dessa vez se desenvolvendo progressivamente. Como já estava na hora da segunda revisão, relatei o problema na concessionária. O veredicto foi a necessidade de substituição dos amortecedores dianteiros com mudança dos parafusos de fixação da coluna, o que foi providenciado em garantia, com uma espera de cerca de 60 dias para a chegada de todas as peças necessárias. Como não havia restrição de utilização, continuei com o veículo durante o período de espera, tendo que suportar o incômodo ruído de “bateção” da suspensão, o qual nos últimos dias antes da troca de amortecedores já se apresentava muito incômodo.

Bem, narrado este infortúnio, vamos ao que interessa: a suspensão do carro funciona muito bem. É confortável, dá uma ótima estabilidade ao veículo e até agora demostrou razoabilidade em sua robustez. O senão fica por conta da pancada muito seca que se tem ao se passar com o carro em obstáculos mais pronunciados, como buracos ou valetas de tamanho mais significativo. O barulho é forte e incômodo sempre.

Já a direção é um caso a parte. O sistema é o velho eletro-hidráulico do grupo PSA, idêntico ao que já equipava outros modelos mais datados da marca, como o Peugeot 307. Pois bem, ele continua equipando a atual leva de modelos médios das marcas francesas, como C4, 308 e 408.

lha, definitivamente se sente o peso da idade do projeto. A sensação é que ele foi projetado para ser um pouco mais sensitivo, passando as imperfeições do asfalto para o motorista, com o amortecedor de direção atuando de forma mais fraca que o normal, mas procurando-se manter o peso reduzido em manobras.

O resultado foi o pior de 2 mundos: nem se obteve o conforto extremo das direções de padrão norte-americano, pois ela não é o que se pode chamar de realmente leve, nem a solução de se repassar as sensações da pista para o volante foi bem-sucedida, trazendo mais desconforto que esportividade ao conjunto. Acaba que em velocidades mais elevadas, a sensação é de certa insegurança, com a direção tendendo a copiar demais o asfalto, fazendo o motorista sentir ao volante uma tendência de avanço em direção a qualquer depressão mais pronunciada na pista.

ome-se a isso o volante de diâmetro obsceno, e você acaba tendo uma direção pouco interativa, que não compensa essa característica com conforto. É um comportamento que inicialmente eu colocava na conta da suspensão, mas que com o tempo de uso ficou claramente definido de que se trata de uma característica ligada ao sistema de direção.

Nota: 6,5

Sistema elétrico e de iluminação

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O sistema elétrico do carro se mostrou extremamente confiável ao longo desses 30 mil km. Nenhuma ocorrência, nenhuma lâmpada queimada sequer.

Como ressalva fica o fato de que, em minha opinião, a iluminação frontal deixa a desejar em termos de eficiência. Quando adquiri minha unidade, a Citroën já não estava disponibilizando o pacote opcional com faróis de xênon e teto solar, ficando o modelo relegado aos faróis comuns. A impressão que tenho é que a eficiência deles não é a ideal, em especial na comparação direta com modelos que já possui.

As lanternas traseiras e o sistema auxiliar de neblina são de bom gosto e eficientes, tanto em funcionamento quando desligados.

Falha grotesca está no fato de que os leds instalados no para-choque (supostamente para iluminação diurna) não funcionam como tal, apesar de serem de extremo bom gosto. Eles só são acionados independentemente se escolhida posição específica para este fim na alavanca de seleção de iluminação. Convenhamos, em um carro com sensor crepuscular, não faz o menor sentido ser necessário acionar esse dispositivo. O sistema de iluminação diurna, quando acionado via configurações, acaba por ligar automaticamente os faroletes amarelos do farol.

o mais, os leds se ligam automaticamente apenas em conjunto com os faróis quando a opção de acionamento automático dos mesmos está ligada. É insensato.

Nota: 7,5

Ambiente interno

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Aqui um dos pontos mais fortes do modelo. Ótimo acabamento, painel de instrumentos completíssimo, original e muito agradável, muito conforto para ao menos 4 ocupantes (o da posição central do banco traseiro é atrapalhado pela saliência do descansa-braço escamoteável e pelo túnel central do assoalho), o conforto visual e o contentamento proporcionado pelo ambiente são excelentes.

Em termos de montagem, o conjunto se mostra muito bom. Ruídos internos são raros, e um ou outro que apareceu sempre foi de fácil solução. Os materiais de acabamento são muito bem escolhidos, com forração soft touch sobre o painel e no topo das 4 portas.

O painel de instrumentos tem informações digitais, ampla gama de mensagens de auxílio de direção e controle dos sistemas do veículo e repetidor das funções do GPS, computador de bordo, telefonia e áudio que são disponibilizadas na multimídia. De muito bom gosto a opção de variação da cor do fundo do cluster e o conta-giros digital em escala branca que pisca em vermelho quando atingido o limite de giros, antes da troca de marcha. Único porém do painel fica por conta do reflexo da coluna de direção no cluster por volta do meio do dia, o que atrapalha um pouco a visualização das informações neste período.

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Os bancos são bonitos, confortáveis, com forração em couro de extremo bom gosto. O senão fica para a posição de dirigir, que é muito confortável, mas deixa a esportividade em segundo plano. Bem, combina com a categoria do veículo, mas não com o seu desempenho diferenciado. Não chega a ser um defeito, é algo relegado a uma questão de gosto.

Nota 9,5

Porta Malas

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Com boa abertura para acesso de bagagem, ótima capacidade, formato interno que privilegia o encaixe do maior volume possível de volumes, bom acabamento e elemento que isola os “pescoços de ganso” do compartimento, o porta-malas do Lounge atende muito bem às necessidades de qualquer família. Uma rede com fixação nos extremos para segurar alguns pequenos volumes que se transporta ali no dia-a-dia evitando sua movimentação seria de bom alvitre.

Nota 9,5

Interatividade

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O modelo conta com uma central multimídia de muitas funções (mas desprovida de leitura de vídeos e fotos), uma tela de boa dimensão e com belos gráficos. O som é de boa (não ótima) qualidade.

Os comandos são extremamente intuitivos, e facilmente se sente confortável no comando dos mesmos. A CM possui a incongruência de não ser touchscreen, o que torna um pouco digamos, burocrática a utilização do GPS no que tange à inserção de endereços.

A contrapartida vem no fato de os botões de comando da unidade ficarem dispostos na seção central do painel, com uma bela iluminação alaranjada, o que delega ar de sofisticação e bom gosto visual ao conjunto. Isso normalmente não ocorre em modelos com função de toque na tela, que costumam eliminar botões de comando adicionais.

O porém: a inicialização da multimídia é muitas vezes lenta quando se liga o carro. É muito normal que a unidade permaneça 10 a 20 segundos estampando o símbolo da Citroën na tela antes de começar a operar efetivamente, deixando as funções de gráfico de sensores de estacionamento e da câmera de ré inoperantes neste período. Olha, parece irrelevante, mas normalmente é a hora em que você mais precisa dos sensores e da câmera, o que faz você ter que aguardar esse período para sair com o veículo. Não tenha dúvidas, “enche o saco”.

Os controles de som, telefonia, controle e limitador de velocidade instalados no volante são simplesmente perfeitos. Que me desculpem os adeptos das “alavanquinhas” atrás do volante utilizadas para este fim, mas aqui não há período de adaptação, não há necessidade de reconhecer as funções pelo tato: está tudo estampado em sua cara, tornando facílima a sua operação. Existe o argumento de que em manobras as funções no volante se cruzam, tornando impossível a operação do sistema. Eu digo: quem é que precisa realmente operar os comandos exatamente durante as manobras? Sem falar que ao estar se manobrando um carro, a operação das “alavanquinhas” também não é a tarefa mais agradável do mundo.

Nota 8,0

Ergonomia

Na questão da ergonomia, temos alguns “senões” para levantar. O modelo conta com poucos “porta-trecos” em seu interior e, mesmo para mim, que pouca coisa levo no carro, faz falta. Um bom exemplo: não há um nicho adequado onde se possa colocar o celular, não há um porta-óculos, não há porta-garrafas. Os nichos que existem são bem construídos, normalmente forrados em seu fundo, mas eles são escassos.

Há algumas incongruências que fazem diferença no uso diário:

1. a falta de um botão para abertura do porta-malas na própria tampa – ou se abre pelo botão da chave, ou pelo botão no interior do veículo, na porção inferior esquerda do painel. Pode parecer bobagem, mas em um carro com sistema kessy incomoda muito em determinadas situações. Pouco custava haver um botão na tampa com a mesma função;

2. Os botões de abertura do tanque e do porta-malas no painel são dispostos um sobre o outro, no canto inferior esquerdo do painel, com difícil visualização. O resultado é que não é raro que se abra o porta-malas quando se quer abrir o tanque e vice-versa. Incomoda;

3. O volante é realmente de dimensões exageradas. É bonito, abre um bom espaço para que todos os controles de cruise, mídia e telefonia estejam dispostos no centro do volante, mas acaba delegando à direção menor agilidade.

No mais, o restante dos comandos é muito bem posicionado, a operação do carro é muito boa, há uma lista de equipamentos muito vasta, completa mesmo. Talvez um controle elétrico ao menos do banco do motorista pudesse ser disponibilizado, mas não é algo comum no nível de preços do carro, mesmo.

Nota: 8,0

Freios e pneus

O sistema de frenagem do carro é excepcional em funcionamento, sendo preciso e parando o veículo em espaços bem exíguos. Os pneus de perfil baixo e montados em rodas 17”, dotam o modelo de uma certa esportividade e não chegam a comprometer significativamente o conforto dos ocupantes em marcha. Tirando as pancadas realmente secas na passagem de buracos com alguma significância, o trabalho de suspensão foi bem feito no sentido de dotar o veículo de bom conforto e equilíbrio.

O porém está no consumo de componentes nos dois sistemas. No caso dos freios, o C4 exige um par novo de pastilhas de freio dianteiras a cada 20 mil km, em média. No caso dos pneus, a Citroën montou no modelo bons pneus Michelin, com fator de carga adequado para o peso do veículo (94), mas com treadwear muito baixo para o porte do Lounge. O resultado é que com 30 mil quilômetros já foram substituídos dois pneus e os outros dois já estarão demandando a troca em breve, a despeito do gasto bem homogêneo.

Nota: 7,0

Economia de combustível

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Eis aqui o ponto que considero o “calcanhar de Aquiles” do Lounge: o consumo de combustível. Sendo um modelo que utiliza um motor inserido claramente na onda do “downsizing”, o C4 fica realmente devendo um bocado mais de ponderação na hora de consumir o derivado do petróleo. Meu carro ainda é da leva não-flex, o que deveria ser mais um ponto favorável a um consumo mais comedido, mas não é o que ocorre.

Em uso normal em trânsito urbano entre médio e pesado, raramente a média bate nos 7 km/l. O normal é que fique entre 6,5 e 6,8 km/l. Entenda-se trânsito urbano médio a pesado aquele em ruas comuns, com muitos semáforos e cruzamentos, sem acessar vias expressas, e normalmente em horários de trânsito mais intenso.

Já em uso rodoviário, digamos que o consumo seja mais aceitável: entre 11,5 e 12,0 km/l em uso bem normal, pista simples, ar ligado, velocidade de cruzeiro na faixa de 110-120 km/h, veículo carregado. É até possível a obtenção de médias entre 13 e 14 km/l (até mais um pouco que isso), mas isso se dá em pistas duplas, com tráfego bem livre, em velocidades até 100 km/h, dois ocupantes, ar desligado, ou seja, em situação bem específica, visando claramente o baixo consumo.

Nota-se que faz falta uma função “eco” (seria bem mais funcional que a função “neve” que ele possui) que deixasse o C4 um pouco mais “manso” quando se desejasse visar o consumo reduzido. É quase impossível dosar o pé direito de forma que o carro ande de forma “leve”, consumindo menos combustível, em especial no ambiente urbano.

No mais, o peso realmente exagerado do modelo (é quase 1,5 tonelada) é preponderante na ânsia do Citroën em “beber”.

Nota: 5,0

Carroceria, estilo e montagem

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A carroceria do Lounge apresenta bom padrão de montagem, um desenho equilibrado, que consegue dotar o veículo de alguma esportividade sem deixar a discrição de lado. Os elementos cromados são de bom gosto e denotam uma boa dose de requinte ao modelo.

Há elementos bem originais no estilo, como os repetidores de seta na haste do retrovisor, o vidro traseiro com curvatura invertida (ajuda e muito com o aumento da área de abertura da tampa do porta-malas), o vinco curvo sobre as caixas de rodas traseiras, as belíssimas rodas utilizadas na versão exclusive, a grade frontal com o símbolo da marca envolvido em seu desenho e os vincos dispostos longitudinalmente sobre o capô. Digamos que esses detalhes cedam uma certa personalidade ao desenho.

Em termos de qualidade, já havia relatado anteriormente uma ressalva mais ligada à percepção do que à realidade: as abas laterais dos para-choques dianteiro e traseiro são muito maleáveis, o que deixa uma certa impressão de fragilidade. A conclusão após essa convivência mais longa é de que a impressão não se confirmou. Me parece uma característica de projeto que não traz qualquer prejuízo à robustez do carro como um todo.

A carroceria e a pintura se mantêm íntegros após esses dois anos, as lanternas e faróis estão como novos, não há detalhes a serem relatados.

Nota: 10,0

Atendimento em autorizada

Não houve nenhuma surpresa desagradável no atendimento em concessionárias da Citroën. As revisões foram realizadas a contento, com hora marcada para entrega cumprida e sem deixar aparas em termos de serviços realizados.

Em termos de “mimos”, até me surpreendi com algumas gentilezas que me foram dispensadas neste tempo:

1. Sofri um leve acidente logo após a primeira revisão, com um abalroamento traseiro em uma faixa de pedestres por uma Montana. Não houve danos perceptíveis no para-choque, mas o choque causou a quebra do conector de um dos sensores de estacionamento, o que ocasionou o desligamento automático do sistema. Levei ao concessionário que efetuou o reparo para mim em garantia, mesmo com o dano sendo ocasionado por acidente;

2. O dano que relatei na suspensão dianteira foi claramente causado pelo incidente da queda em um “senhor” buraco, informação que em nenhum momento soneguei no contato com a autorizada. Achei legal a resolução do problema em garantia e sem nenhum questionamento extra;

3. Alguns dias atrás providenciei a troca da bateria do modelo, pois a partida já estava ficando meio “arrastada”, e não quis arriscar ficar sem bateria e ter que reconfigurar módulos eletrônicos depois. O preço na concessionária era absurdo (simplesmente o dobro das lojas especializadas), ao que optei pela aquisição fora da autorizada e na base de troca com a bateria usada. Entretanto, a loja onde adquiri o equipamento não tinha especialização para a troca da bateria no modelo, ao que decidi leva-lo na autorizada para que efetuasse a substituição, já imaginando que me iriam “arrancar o couro” pelo serviço. Pois fizeram sem agendamento e sem cobrar um centavo.

Quanto aos pontos negativos, pude anotar:

1. A concessionária que me atende em Goiânia não tem disponibilizado serviço de lavagem e nem de trans-cliente. Faz falta;

2. As peças para conserto da suspensão dianteira demoraram 60 dias para estarem disponíveis: 30 para chegarem os amortecedores e depois mais 30 para chegarem os novos parafusos de fixação. Se fosse um problema que imobilizasse o veículo, a dor de cabeça seria certa. Os preços das revisões são tabelados, mas são relativamente elevados: R$520,00 na primeira e na quarta (ainda por fazer), R$832,00 na segunda e na terceira. Elas são anuais ou a cada 10 mil km. Nada muito diferente do que eu tinha na VW (Jetta), com o diferencial que a marca alemã exigia visitas semestrais. Se comparado com os preços da Toyota, por exemplo, podemos dizer que são salgados. É aquela coisa, a Toyota parece cobrar a diferença na venda do carro zero km.

Nota: 8,0

Resumão

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Em resumo: o Citroën C4 Lounge Exclusive THP é um excelente veículo, confortável, com desempenho realmente diferenciado, bem equipado, robusto e com algum campo para melhorar em termos de detalhes ergonômicos.

Fica claro, entretanto, que alguns pontos do seu projeto já estão defasados, como é o caso da plataforma (muito pesada frente aos concorrentes diretos, com reflexo direto no consumo de combustível) e sistema de direção (uma elétrica ao estilo 208 faria um bem danado ao comportamento dinâmico do modelo).

O atendimento em concessionárias tem sido normal, por assim dizer. É bem verdade que só tenho uma disponível em Goiânia, mas não há nada a desmerecer até o momento o pós-venda da marca, que é do mesmo nível do que eu tive em marcas como GM e VW.

Nota: 8,5

Abraço a todos.

Por Ubaldir Jr. – Goiânia





  • Belo relato. Esperar 60 dias para trocar peças de suspensão realmente é demais , e isso que suspensão deva ser algo que estrague em outros carros. No mais considero 30 mil km ainda como pouco uso para ver questões relativas à qualidade e custo de manutenção, o ideal seria 100 mil km. Opinião pessoal.

    • Mr. On The Road 77

      Quem compra um carro zero e fica 100 mil quilômetros com ele? É muito difícil.

      • Edson Fernandes

        Eu! Durante 7 anos e 113000km rodados. Agora 10000km depois com a nova dona… o carro tá um caco perto de como eu vendi….

        • zekinha71

          Tem pessoas que são cupim de carro, meu irmão é um, já derreteu um Monza, um Lada, um Hyundai, agora está comendo um Fit.

          • Marco Antônio

            Nossa, dá até dó.! Tenho uma tia que tem um novo uno do ano do lançamento dele (6 anos). Atualmente parece que é de 2000!

          • Edson Fernandes

            Nossa cara… dá pena de ver como estão os bancos, botões e volante. Ela literalmente conseguiu deixar o carro com uma aparencia pessima. Bancos de couro brilhando (e a aparencia boa é opaco) e todo cheio de rachados, triste.

            • Iran Borges

              Rapaz, tenho uma vizinha com um civic 2012 com 28.000 rodados, e o interior do carro parece que já tem uns 120.000… doideira! O couro dos bancos está liso e todo arranhado na lateral, quase rasgando; o apoio de braço central está liso, brilhando, e encardido; o painel das portas cheio de arranhados, incluindo os botões. Na parte de trás do carro o couro do banco está todo ressecado e duro por falta de uso. Ela comprou o carro zero! Dá até dó! Pelo menos de 3 em 3 meses o carro passa uns dias numa oficina de lanternagem.

          • Lucas de Lucca

            Gostei do “cupim de carro” kkkkkkkk

          • Pietro

            Tem gente que não tem pena. Usa o carro como se fosse uma válvula de alívio para o estresse diário! Um saco de pancada seria uma opção mais barata, mas….

      • Leonardo C.

        Eu fico! Meu Corsa Hatch 2008 está com quase 110000km rodados, e vendendo saúde ainda, sem dar nenhuma dor de cabeça. Não dá pra ficar trocando de carro sempre né, por mais vontade que tenho.

        • Vitão

          Tive um Corsa Hatch 2007, mas não tive tanta sorte como você. Passei para um novo dono aos 65 mil Km em 2014.

          Nesse meio tempo tive problemas com bomba da DH (foi uma bela $$$), os amortecedores, rolamento traseiro, escapamento e coxins do motor.

          De resto, bate um pouco de saudade, pois era econômico e bem melhor que o Gol G3 que tinha…

          Dps q entrei na onda dos japa, não saiu não he he he…

          • Leonardo C.

            O meu não tenho sorte com amortecedores, eles acabam vazando e eu troco, já se foram 3 pares, os traseiros ainda são os originais.

          • Matozao

            Meu corsa 2007 está com 192 mil km único problema é o alinhamento que sempre tenho que fazer num pouco espaço de tempo, nesses 135 mil com ele já troquei uns 4 jogos se pneus

          • Minha esposa teve dois Corsas hatch (um da 1ª e um da 2ª geração). Deu muita sorte com eles. Tirando o fato de que o preço das revisões era abusivo, foram ótimos carros no convívio de 4 anos com cada um deles.
            O segundo eu repassei para o meu irmão. Está com a esposa dele ainda hoje. Está se aproximando dos 150 mil km e continua se comportando muito bem.

        • Matozao

          Meu também, 2007 192 mil embreagem original ainda problema crônico dele e o alinhamento

      • Costarlc

        Eu, com um Polo Sedan 2007 com 115000 e não estou nem um pouco interssado em trocar até o momento…

        • Falar a verdade, eu sou muito zeloso com meus veículos, e costumo repassá-los para frente em condição de “novos”.
          Mas devo confessar que eu, por característica própria, tenho uma certa ojeriza de ficar com o mesmo veículo por anos a fio. E essa é uma condição que me afligia com a mesma intensidade quando era consumidor de modelos usados: dá 4 anos com o carro e me dá uma vontade enorme de mudar de ares. Por isso, acho difícil eu trocar o meu C4 Lounge por outro idêntico. Se daqui até a época em que resolver trocá-lo o modelo não tiver mudado substancialmente, dificilmente vou ter outro.

          • kravmaga

            Eu também tenho essas vontades de trocar de carro depois de algum tempo, mas também não gosto de repetir de modelo é nem regredir no novo carro.

            Com isso, cada vez acabo comprando carros cada vez mais caros. Mas acho que já estou no meu limite, ainda mais que os preços estão absurdos, e por isso vou ficar com o carro o máximo que puder.

            • Ernesto

              Eu também sou assim, mas este ano eu acabei pegando um carro mais simples pois troquei de apartamento e agora estou com as despesas de reforma e decoração. E como vai $$ nisso!

              • kravmaga

                É, eu sei, investir em seu imóvel próprio é a melhor coisa a fazer. Só gastei mais no meu carro porque depois de muitos anos consegui quitar o meu apartamento próprio.

                • Eu só comprei um carro zero km quando tinha todas as minhas demandas supridas (casa própria quitada, reserva financeira, etc). Antes disso, só usados.

              • MauroRF

                Vai dinheiro sim em reforma, Ernesto. Temos uma casa no interior de SP, 134 metros construídos, nada assim demais, e precisava de pinturas interna e externa, além de troca de piso da parte interna. Mesmo com a mão de obra mais barata no interior, eu estimava uns 15 mil, acabou saindo 22k, mas isso porque o pedreiro encontrou alguns problemas, como contrapiso que mais parecia um “papel de cimento” (tanto que tínhamos problema de umidade). Agora a casa está um brinco. E no apartamento aqui de Santo André, para o qual nos mudamos há 1 ano e meio, fizemos uma senhora reforma (ok, pagamos preço abaixo da média no apê), mas acabou morrendo 100k (isso mesmo, 100k). Um conselho que te dou é investir em materiais, móveis etc. de qualidade, porque depois vão durar anos. Por exemplo, tinta Suvinil, louças Deca, aquecedor de água Bosch e por aí vai. E digo que vale muito a pena isso, então, acertou na mosca em pegar um carro mais simples. Depois que tudo isso passar, se a sua condição financeira permitir, aí você pega um carro “dos sonhos”. Mas do jeito que as coisas estão caras hoje, complica um pouco.

            • Então somos dois… rs. Não acho que esteja disposto a gastar uma faixa maior de recursos que já dispendi no Lounge. E tenho rodado pouco (eu escritório agora é a 2 km da minha casa, muitas vezes vou e volto a pé). Estou pretendendo estender ao máximo a minha convivência com o Citroën. Vamos ver quando ele estiver com 4 anos, se o comichão não bate de novo… rs.

            • Daniel

              Aqui em casa já repetimos algumas vezes, mas só pq eram excelentes custo x beneficio:
              Meriva (x3) (1.8, 1.8 easytronic, 1.4)
              Corsa C (x2) (ambos Premium 1.4)
              C4 (x2) (um GLX 1.6 MT e o atual Tendance 2.0 AT)

              Se ainda tivesse Meriva disponivel, iriamos repetir denovo! hehehe

              • MauroRF

                Geralmente, os melhores custos x benefício são de carros que se aproximam da renovação/fim de linha. Atualmente, reparei que o Civic atual está com boas promoções, por exemplo.

          • Leonardo Nickel

            Ubaldir, vc teve um jetta tsi anteriormente, certo? Entre ele e o C4, quais sao os prós e contras? Sente alguma saudade do jetta?

            • kravmaga

              Ele teve um Jetta aspirado pelo que eu entendi, não o TSI.

            • Ernesto

              O Ubaldir tinha um Jetta 2.0 aspirado e não TSi.

            • Meu Jetta era o aspirado. Aí nem tem como ter saudade… rs. No começo desse texto meu o pessoal do NA disponibilizou um link de um comparativo que fiz entre os dois, com ênfase no Jetta (tinha acabado de rodar 60 mil km nele). Clique lá que tem tudo numa comparação direta.
              Grande abraço.

      • Edu Silva Souza

        estou com o meu 3008 com 133 mil km , nao penso em vender antes do 170 mil , tudo funciona , disco de freios ainda originais. Vou trocar os amortecedores originais pela Quilometragem , pois nao apresentam nenhum vazamento ou mal funcionamento.

      • pedro rt

        essa quilometragem e a media de um carro de 9 a 10 anos

        • Daniel

          Com 19 meses de uso meu carro está com 47500km…

      • Lucas de Lucca

        Quem compra para usar ué. Pra ficar de enfeite na garagem melhor uma samambaia, bem mais barato de manter. rsrsrsrs

        • Zoran Borut

          Hahahahahahaha, essa foi boa!

      • Na verdade seria um relato mais útil para quem tem intenção de comprar um exemplar no mercado de usados.

      • Lucas Fernando

        Comprei um Palio 1.8R G4 0km no final de 2007 e estou com ele até hoje, está com mais de 170000 KM e em perfeito estado.

      • Mr. On The Road 77

        Continuo achando a mesma coisa.
        Num site de grande circulação como esse, apareceu uma meia dúzia de gatos pingados que compram um carro zero e ficam com ele até chegar aos 100 mil quilômetros.
        A grande maioria troca na metade disso, podem ter certeza.

      • Daniel

        Aqui em casa compramos um Gurgel Br 800 89… o carro está com 103mil km em qse 27 anos. Já passamos da meta dos 100mil km (que era a garantia da carroceria), agora a meta é passar dos 100 anos com o carro! hehehe

        • MauroRF

          kkkkkkk, tenho uma tia-avó que vai fazer 103 anos dia 13 agora. Ela sim, se tivesse um carro dos anos 1910, poderia dizer que estava com ele há 100 anos, kkkk.

    • O de 100 mil já vai ser difícil de eu passar. Realmente pretendo trocar o carro antes disso. Mas o de 60 mil, com certeza eu farei.

    • Gabriel Oliveira

      esse lance de esperar varia mto, nka esperei mais de 10 dias nenhuma peça na peugeot, na toyota já esperei 3 semanas um compressor. As vezes a peça ta lá, ta perto, ou ainda vai ser fabricada. Vai depender do nosso azar na hora..

      • Eu acredito que no meu caso tenha sido mais uma questão de aprovação da garantia. Não acho que em uma troca normal haveria uma espera desse tamanho para um par de amortecedores. Só que a concessionária não me revelou isso.

        • Daniel

          Bom, dia 4 de maio troquei borracha da porta e os para-sois do meu C4… a solicitação foi feita em 30 de março… Coisinha boba!

    • Tiago Batalha

      Parabéns pelo relato, muito bem detalhado, mas “excelente carro” é algo relativo.
      Tá louco, trocar pastilhas a cada 20 mil km, (disco 40 mil km?!), e pneus a cada 20 ou 30 mil km. Não é a toa, que Corola vende igual água.
      Suspensão com problema em francês, não é novidade.

      • No Jetta eu troquei pastilhas com 25 mil km. Um amigo meu que tem um Fusion trocou com 18 mil. Não é nada muito fora disso que ocorreu com o C4, até porque as pastilhas não foram trocadas no limite, aguentariam ainda uns 3 a 5 mil km..
        Os pneus é questão do treadwear baixo dos modelos que vieram equipando o modelo (240), e não um problema de conceito de suspensão ou de projeto do carro. Recomendo a leitura sobre o tópico em uma busca no Google.
        Quanto à suspensão, não houve um “problema”, O buraco que acertei com o carro carregado e a uma velocidade considerável teria danificado mesmo a suspensão de uma Hilux. Muito me impessionou positivamente a autorizada ter tratado o problema em garantia.
        Portanto, sim, o carro é excelente, sem nenhuma paixão pela marca ou pelo modelo. Caso ele não tivesse apresentado os pontos negativos que citei, a nota dele no “resumão” seria 10, e não 8,5.

      • Alexander, NotTheKing

        Não escreva bobagem, mitos, o rapaz acertou um buraco, não leu a matéria?

        Faz igual meu irmão, acerta um buraco e veja a suspensão do Corolla 2012 dele ir pro espaço, dianteira direita e traseira direita, entortou tudo, agora acertar buraco não estraga suspensão de Corolla?

        É tanque de guerra? Ficou 45 dias sem o carro aguardando as peças.

        E no 408 eu troquei pastilhas com 40.000 km, já meu irmão trocava pastilha do Corolla com 15.000 km, é um cupim de ferro, não há milagre, e mito por mito o Corolla tem problemas crônicos de consumo de pastilhas e discos e ruído de pastilhas também.

        • Tiago Batalha

          Deve ser algo raro alguém acertar um buraco médio/ grande, morando no Brasil. Risos. Vou avisar para o meu mecânico, que agora todo mês vou ter que substituir meus amortecedores, porque todo mês acerto em pelo menos um buraco, afinal eu não moro em Brasília.

          • Tudo depende do buraco e da velocidade em que você atingi-lo. Sou motorista a quase 30 anos, já dirigi todo tipo de carro, e posso afirmar categoricamente: o buraco que narrei como causador do infortúnio teria causado danos na suspensão de qualquer carro. Inclusive achei que o carro ficaria ali mesmo na hora da pancada, me impressionou que aparentemente tenha ocorrido apenas a saliência no pneu.
            Como eu disse, dei ênfase a esta ocorrência, porque foi diferenciada. Não significa que o carro pegou um buraco e teve problemas. Com 30 mil kam pode ter certeza que (no Brasil, como você disse), já atingi algumas dezenas deles no uso cotidiano.

  • shdn2010

    Vou t falar uma coisa, eu tive um thp, antes dele vinha de 2 civics, e comigo, tenho certeza absoluta que é uma marca que nunca mais quero ter nem de graça…. eu tive problemas com suspensao apenas com1 mes de uso, a autorizada é uma bost*, estão longe de prestar um atendimento digno e rápido, infelizmente eu talvez tenha tido um “azar” com carro, uma pena pq apesar de tudo é um modelo que acho muito bonito.

    • Acontece mesmo. E carro é assim, as montadoras precisam de muito cuidado com o seu cliente: é um produto que basta uma única decepção para a perda do cliente.

    • Daniel

      Sou mais um insatisfeito com a Citroen…
      tenho um C4 hatch 2.0 automatico. Confortavel, potente, equipado, bonitão, etc… dai um pequeno probleminha vc tem que levar 4839379 vezes na concessionaria, e a cada vez que vai eles se superam em te atender mal… dai liga pro SAC Citroen e eles te enrolam mais ainda… não dá…

      Vamos pegar um Corolla para meu pai assim que sair a isenção do ICMS, dependendo da experiencia, vou deixar a emoção de lado e trocar o c4 por um carro de tiozão…

  • BlueGopher

    Parabéns pelo ótimo relato,minucioso e objetivo, vai direto aos pontos que interessam sem cansar o leitor

  • Bruno Silva

    Seu relato foi excelente. No mais, reforçou o que eu não gosto do C4, não compraria esse carro não. Ainda, acho esse parte central do painel muito mal resolvida.

    • Bruno Silva

      Foto para comparar:

      • João Cagnoni

        Não vejo muita diferença. Em quais partes do painel especificamente?

      • Sinceramente, vou no desenho do C4. Gosto muito do visual cedido pelos botões de comando da CM. Esse do Corolla não faz mau gosto.

      • Bruno Wendel Marcolino

        Nossa, chegou a arder os olhos ver esse painel kkkkk

      • Leandro

        Feio demais esse painel com esse relógio de micro ondas, sou mais o C4, 10 vezes!!

        • Bruno Silva

          To falando de usabilidade. Da próxima vez vou desenhar.

          • Alexander, NotTheKing

            Usabilidade, sei, hmmm

          • Leandro

            Entendi, aproveita e desenha um painel novo e manda pra Toyota.

        • Daniel

          Acho que esse reloginho azul veio de estoque antigo dos Del Rey! huehuheue

      • mauricio

        nossa que painel top hein, soqn

    • Iran Borges

      Cara, central boa é a do Golf. A melhor que eu já vi. A do Corolla também não vale nada.

      • Bruno Silva

        Não é em relação a central, mas a localização dos comandos do painel em geral. O C4 ar, central e outras coisas é tudo junto e confuso.

        • No uso diário, devo dizer que a disposição dos comandos do ar é bem separada dos botões da CM. São dois nichos distintos, um acima do outro, não há realmente problemas de ergonomia, nesse caso específico.
          A vantagem que vejo está mais no campo da percepção visual, com os botões da CM formando um belo conjunto visual. Entretanto, por certo que a operação dela por touch-screen é mais prática. Tanto que a Citroën já disponibiliza a partir da semana que vem na Argentina esse equipamento.

          • Bruno Silva

            Cara, minha mãe com um Ka novo se enrola com 1/3 de botões imagina pessoas de mais idade (público alvo desses carros) com essa quantidade botões. Só o ar por si já é complicado, basta comparar com o Corolla.

            • Daniel

              vc só usa os botões ali uma vez na vida… depois controla tudo pelo volante…

          • Daniel

            No meu C4 hatch tbm tenho o RT6 (CM original Citroen), e a coisa mais rara é eu usar os botoes ali… controlo tudo do volante (o meu ainda é o de centro fixo). O AC é digital automatico e tá programado pra 22º, faça chuva ou faça neve… ou faça sol! não preciso mexer lá (podia até por os controles no portamalas. O maximo que precisa fazer é fechar a entrada de ar externo quando estou atras de um caminhão fedorento, e pra isso tem botão no Volante multifuncional…

        • Iran Borges

          Eu entendi o que você quis dizer. Acabei falando de forma generalista, meio que voltada para a CMM, mas foi no intuito de englobar tudo isso.

        • Um botão que fica sempre meio “perdido” no meio do painel é o de acionamento da trava elétrica. Ele está no meio do caminho entre os botões da CM e do ar, junto com a (boa) função “black out” do painel (com um clique você neutraliza a CM e reduz várias informações e a intensidade luminosa do cluster – muito bom em viagens noturnas).
          Na foto, você observando, eles estão simetricamente dispostos em relação ao botão de pisca-alerta. Esses aí, eu concordo, são muito chatos de achar, toda a vez que você vai acionar. Melhor que o comando da trava elétrica ficasse nas portas, como é no Jetta, por exemplo.

          • Gabriel M. Vieira

            Eu passo pela mesma coisa sempre… kkkkk

        • Alexander, NotTheKing

          Ok, ok, quanta bobagem, já colocou seu ponto de vista, compra o Corolla e para se ser chato. Nunca dirigiu o C4, se tá achando complicado e confuso tu deve ser da geração tablet, só funciona o indicador.

          Faz o seguinte compra este aqui, não vai se confundir com nada.

          • Leandro

            hahahahahahahahahahahahaahaha

  • Fernando S.

    Excelente relato, bastante completo. Um ponto que quero tocar: Com 30 mil já trocou dois pneus e os outros dois já estão pedindo troca também? Achei um desgaste muito rápido, ainda mais sendo Michelin. Você calibra os pneus com regularidade?

    • Mr. On The Road 77

      É o tal do trendwear que ele citou. Tive pneu trocado com 30 mil por causa disso também. No meu caso tive que trocar os 4, na época. Era um Megane GT. com pneus Goodyear.

      • Daniel

        verdade… e vendedor de pneu nem sabe.
        Quando fui trocar os pneus queriam me empurrar os Michelin Primacy 3 (com Treadwear de 240 se não me engano) contra o Treadwear 420 do XM2 ou 400 do Energy Saver…
        Os Primacy 3 são chicletes pra grudar no asfalto, mas gastam mais rapido. Os Energy Saver e XM2 agarram muito bem e duram qse o dobro!

        • Alessandro Dimon

          Fiz 72mil no Xm2. Tirei o carro zero no natal de 2010 e tá com 140mil rodado.

    • Gabriel Oliveira

      os meus troquei com 40 mil km qdo troquei e os continental que tão agora com 70 tão tipo meia vida, acho q vai até 90

    • Caue

      Na realidade um carro com motor Turbo e 25 KG/N de torque precisa de um pneu com Grip ou o desempenho fica totalmente perdido, é normal o desgaste maior de Freios e Pneus em carros mais “potentes”

    • A questão é mesmo a do treadwear, que vem grafado nas bandas laterais dos pneus. Os Michelin que equiparam o carro novo eram 240, muito baixos para qualquer tipo de carro, quanto mais um pesado e com conjunto motriz de performance elevada. O ideal seria ao menos 100 a mais.

      • Daniel

        Não sei se tem XM2 ou Energy Saver na medida pra ele. Mas, no aro 16 (205/55) esses duram muito bem com o treadwear de 420 e 400

        • Para você ter uma ideia, o treadwear dos pneus que vieram no Lounge é 240. Aí não tem como durar, mesmo.

    • João Cagnoni

      De acordo com a minha própria experiência e de alguns conhecidos, os Michelin apresentam desgaste acima do normal, mas são bem mais confortáveis ao rodar.

      • Daniel

        Depende do modelo. Eles tem modelos com durabilidade bem alta (mantendo o conforto). Normalmente esses modelos custam um pouquinho a mais.

    • Leonardo C.

      Um parente meu teve um C3 Solaris AT, troquei os pneus dianteiros com 29.000 km e os traseiros com 39.800, parece que é até comum os pneus não durarem muito nos carros da PSA

      • Vale observar o treadwear dos pneus usados. Fazem toda a diferença.
        Quando o consumo de pneus é advindo da geometria do carro ou de maus tratos (como falta de calibragem), é muito fácil observar: ele vai ser irregular,
        Quando o consumo é regular, com toda a banda de rodagem se desgastando por igual, pode ir no treadmear que é certeza de que ele vai ser baixo.

        • Leonardo C.

          Uma boa essa sua dica de observar o treadwear dos pneus usados. Lembro que todos os pneus se desgastaram por igual, pois eu que conferia a calibragem toda semana e efetuava o rodízio dos pneus a cada 10.000km. Nenhum deles apresentou desgaste nas laterais ou no centro da banda de rodagem. Os originais dele eram Continental ContiPower Contact, e foram substituídos pelo Pirelli P7

          • Alessandro Dimon

            Tem um site chamado PneusFacil que é uma escola de informações. O site é loja on-line de pneus e tem todos os detalhes. Aprendi muito ali.

    • Iran Borges

      Deve ser por causa do treadwear. Deve ser bem baixo.

    • Matheus Cavalheiro

      Troquei 2 do i30 com 30 mil também e outros dois com 40 mil Km. Hankook

  • EJ

    Surpreso. Parabéns pelo relato, muito superior a muitos da imprensa.

  • Gabriel M. Vieira

    Excelente, como sempre. Parabéns Ubaldir! O meu está com quase 18.000km e já é o Exclusive Flex. Por enquanto, nesse 1 ano e 3 meses, nada a reclamar sobre o carro e o pós-venda da CCS que eu uso aqui em SP, Capital. O carro no geral é fantástico. Reitero as questões de peso, consumo urbano um tanto quando decepcionante, volante grande e “pesado” e etc. Nada a acrescentar. Abraços!

  • Jurandir Filho

    Muito bom o relato, possuo um 408 e até agora também não tive problemas maiores, a css sempre me atendeu bem, melhor que a Ford e VW, pelo menos aqui no DF, quanto a questão do preço das revisões, é um pouco caro sim, mas se você quiser um corolla com os mesmos equipamentos do thp (menos ESP KKK), vai desembolsar quase 20 mil a mais… dá pra pagar quantos anos de revisão na citroen?

    • É como eu disse: a Toyota cobra o pós-venda “à vista”, na compra do veículo.

      • Jurandir Filho

        verdade kkk

    • Sedici

      A diferença no mercado de usados desses dois modelos tambem é absurda… pelo preço de um 408 modelo 2012 AT o maximo que vc consegue é um Corolla 2009 manual, se for um 2012 tambem automatico a diferença fica entre 10 e 15 mil… tem nego pedindo 50 k num Corola 2012!!

      • A questão: quando eu comprei o Lounge, o que eu conseguiria (juntando mais uns bons reais) seria comprar um Corolla XEi, sem sensores dianteiros, sem iluminação no espelho de cortesia da pala de sol do passageiro (a do motorista nem espelho tinha), sem sensores de presença lateral, computador de bordo bem limitado, sem rebatimento automático dos retrovisores, sem sistema Keyless, sem airbags de cortina, sem ESP, sem motor turbo, dentre outras coisas.
        Não vou passar vários anos dirigindo um carro com esse sem fim de equipamentos de conforto a menos somente porque quero mais dinheiro nele na hora da revenda. Prefiro desembolsar 10 mil a mais quando for pegar outro carro. Questão de prioridades pessoais, penso eu.

  • Leonardo Teixeira

    Realmente o que peca muito na PSA é a suspensão, parece que nada foi resolvido até agora. Sofro com meu 307 tendo que fazer revisão de suspensão todo o ano

    • Gabriel Oliveira

      eh bem mais resistente, pode ter ctza, já cai em uns 2 buracos que arrastei o fundo com meu 408 e ta tudo inteiro

      • Leonardo Teixeira

        Que bom que melhoraram, se eu cair como meu no buraco, já posso ir na loja para trocar alguma bucha pois sempre estouram, ainda mais que meu 307 sw é importado da frança, suspensão feita para andar lá. To até pensando em colocar aquelas buchas de PU, dizem que aguenta mais.

        • Gabriel Oliveira

          Galera do c4 pallas usa amortecedor cofap turbogás (acho que é esse) dizem ser um pouco melhor que o original. (c4 antigo = 307)

          • João Cagnoni

            É mais duro, eu andei em um C4 com ele e não gostei. Vou tentar colocar KYB. Os originais do C4 são Monroe, o meu tem 130 mil km e só apresentou barulhos agora na parte traseira.

        • João Cagnoni

          Não coloca bucha de PU… Já fiz isso… O carro é muito alto pra isso. Compre as buchas na Peugeot (menos de R$50 cada, são 4) e verifique o estado dos pneus. Não adianta ter buchas novas e pneus meia vida.

    • João Cagnoni

      Leonardo, veja o peso do 307 e compare com carros do mesmo peso. Tenho um C4 e meu pai tem um Passat, ele passa pelos mesmos problemas. Entretanto, a minha tem apresentado ótima durabilidade quando comecei a colocar somente componentes originais.

      • Edu Silva Souza

        TA ai so faço manutençao na concessionaria ou no minimo com as peças originais compradas na ccs em mecanico de confiança! prefiro pagar um pouco mais caro na peça do que gastar 2 vezes com a mao de obra !

    • Edu Silva Souza

      Meu 3008 tem 133 mil km e nunca deu nenhuma manutençao na suspensao. Meu 307 que tive a anos atras , ate 60 mil km tudo ok! O C3 da minha esposa com 91mil km vendi ele essa semana sendo necessário só a troca dos coxins dos amortecedores. Nao tenho do que reclamar… Mas um 206 2000 que tive a muitos anos atras eu precisava trocar as buchas das bandejas a cada 6 meses!kkk

      • O dano na suspensão, no meu caso, teve causa específica. Não tenho do que reclamar da confiabilidade do conjunto, até aqui.

  • Gabriel M. Vieira

    Ubaldir, aproveitando a deixa: Sobre a CMM, eu fiz a atualização para o firmware 2.86 e os problemas de lerdeza na inicialização, bluetooth instável e algumas outras funções um pouco mais lentas aparentemente foram resolvidas. Não fiz na CSS, baixei o arquivo na internet mesmo e fiz em casa. Vale a tentativa. Abs!

    • Rafael

      Olá, Gabriel! Poderia explicar como você fez? De onde baixou o software? Abraço

      • Gabriel M. Vieira

        Rafael, postei aqui e estou aguardando a moderação… se não liberarem, me avisa e te passo por email. Tem um grupo no Facebook do Lounge, se quiser pede pra entrar lá tem vários tópicos. Citroen C4 Lounge 2.0 / THP 1.6. Abraços!

    • Opa, vou tentar. Valeu!

    • Daniel

      Qual os mapas que vc usa? qual a data de atualização? Não achei os mapas na internet.

      • Gabriel M. Vieira

        Eu fiz 4 atualizações na CMM RT6 do Lounge:

        1. Habilitei as funções de monitoramento de pressões de pneus, óleo e motor (sendo que a dos pneus não funciona pq não tem os sensores, mas as de motor/óleo parece que funciona).

        2. Habilitei as zonas de risco com os mapas de radares do Brasil (2015) e as zonas de risco, então a CMM avisa quando há radares próximos.

        3. Atualizei o Firmware, que de fábrica é o Release 2.11 se não me engano, para a 2.86.

        4. Atualizei os Mapas para a versão da Here Maps (site da Citroen) para a versão 2016. (Eu não achei desbloqueado na net, mas sei que deve ter).

        No caso da 4, eu comprei no site mesmo e o valor estava em dólares (eu pensei q era em reais e me lasquei, deu uns 400 paus… kkkkkk). Mas deu uma melhorada no geral, pena que o som (qualidade) continua meio sofrido. Todos esses tópicos vc acha buscando no google e no site do C4C (C4 Clube).

        • Daniel

          O meu já tem essas atualizações… (monitoramento de pressão de pneu sem funcionar tbm) Estou com os mapas 2015. Queria saber se no 2016 já tem arco metropolitano e o prolongamento do rodoanel de SP (só pra ter uma ideia)

  • Paulo

    A opinião é valida, mas carro com 30mil KM é praticamente um carro zero, tenho vontade de ver relatos desses carros com 100, 150mil km rodados, ai sim.
    Respeito quem gosta, mas Citroen só teria se fosse zero, é um risco enorme comprar esses carros usados.

    • Gabriel Oliveira

      mais facil ver 408 com essa km, ja tem alguns no grupo do 408, c4 é mais novo…

    • Jurandir Filho

      Não sei que “medo” é esse de peças… que peças seriam essas? de desgaste comum? o preço estão na média dos outros, já que são usadas desde os 307; se for parachoque, farois, etc, seguro está aí pra isso…

      • João Cagnoni

        No C4 Pallas, os faróis, apesar de caros (R$1000) tem muita marca cobrando isso por um farol de popular, que nem regulagem de altura possui (não é, Ford?).

    • zekinha71

      Duro é conseguir achar um carro no huesil com mais de 100 mil, sempre abaixam pra 50 mil.
      Parece que se o carro atingir os 6 dígitos no odômetro, ele vai explodir ou desmanchar, mas se abaixa a kilometragem tá tudo certo.

    • João Cagnoni

      É um risco enorme comprar qualquer carro usado no Brasil, mas os preços dos novos estão tão absurdos que mesmo assim vale a pena. Comprei um C4 usado há 3 anos, vi desde filtro de óleo colado como amortecedor original com 130 mil km.

    • Para 100, 150 miil, aí o relato tem mesmo que ser de um consumidor de carros usados.
      Agora, pra deixar claro: não “gosto ou desgosto” de qualquer marca de carro. É meu primeiro Citroën. Quando for a hora da troca, vou atrás do que mais me agradar no mercado. Se for outro Citroën, paciência.

    • André Luciano

      Tô com um Peugeot 408THP e 79mil km (desde zero, comprado 2013). Minha opinião não destoa do relato do Ubaldir.

      • Jetta 2.5 tinha um ronco maravilhoso… ótimo carro, acabamento primoroso.

    • Zoran Borut

      As avaliações feitas por proprietários são bem diferentes daqueles testes feitos por revistas, pois essas rodam bastante em estrada para acelerar a quilometragem, sem que isso signifique necessariamente maior desgaste. Um dono que roda 30 mil km na maior parte do tempo na cidade acaba tendo desgaste mais acentuado do que um que roda mais que isso na estrada, no mesmo período de tempo.

  • !Marcelo Surf!

    faz tempo que não vejo um exemplar desse nas ruas…

  • Luiz Roberto Carneiro

    Melhor carro que já tive na vida. Nada a reclamar. O meu é o THP flex e faz entre 9,5km/l e 10,5 km/l na cidade

    • Mickael Fernandes

      Andei no exclusivo a gasolina e me apaixonei. O senhor já andou também para fazer uma breve comparação?

      E achei a média excelente, visto que a do Ubaldir não foi muito boa – achei até estranho, pois todos que conheço dizem que o carro faz mais. O amigo poderia dizer qual a média na estrada?

      • Luiz Roberto Carneiro

        Fiz o test drive no modelo a gasolina e a principal diferença para o flex foi a vibração do cambio quando o carro para no semáforo por exemplo. A rotação permanecia alta. Isso não ocorre nos modelos Flex pois junto com ele ouve mudança no cambio e essa característica foi mudada. É como se agora ele entrasse sozinho em neutro internamente. É bem legal. Com relação ao consumo na estrada, com ar ligado e duas pessoas ele fez entre 12 e 15 km/l dependendo da velocidade e condições de rodagem

        • Mickael Fernandes

          Consumo excelente, na minha opinião. Compraria esse modelo tranquilamente. Além do que, pelo que disse, o flex está ainda melhor.

          Parabéns pelo carro! E obrigado pela resposta.

        • O lance do câmbio é difícil de descrever, não chega a ser uma vibração, é uma sensação de que você está segurando demais o carro no freio para ele não avançar.
          Não tenho problemas com o giro quando o carro está parado e engatado. Fica na casa dos 900 RPM, como em ponto morto, mesmo. Só que você sente o carro “empurrar” mais do que o razoável. Causa um incômodo, sim, tanto que me habituei a levar o câmbio para “N” em qualquer parada mais significativa, como em semáforos, voltando para “D” para retomar o movimento assim que o trânsito é liberado.

  • Gustavo73

    Ao ler a chamada só pelo modelo pensei no Ubaldir. E encontrei no texto o que esperava sendo escrito por ele. Uma avaliação ponderada e bem pontuada. Parabéns pelo texto e pelo carro.

  • zekinha71

    Isso sim que é relato, oque é bom elogia e o que é ruim desce o caibro.
    Descreveu muito bem as virtudes e defeitos parabéns.

  • João Cagnoni

    Belo relato! Meu comentário vai ser do tipo “ame ou odeie”… Eu tenho um C4 da geração anterior (e talvez eu seja imparcial), quando lançaram o Lounge eu achei o modelo muito bonito pela internet, mas quando vi pessoalmente na Citroen, abri a porta e pensei: quanta decepção… O interior regrediu. O conjunto motor e câmbio é realmente excepcional, mas quanto ao interior, parece um carro de categoria inferior. Não precisa vir com pedras na mão, mas se alguém conhece bem os dois modelos, comente a sua opinião sobre isso.

    • Caue

      Não acho de pior qualidade, acho mais “padrão” pouco ousado!

      • João Cagnoni

        A geração anterior não tinha um painel ousado, acho que essa palavra cabe mais para a Hyundai e Ford que “inventaram demais”.

    • Eu concordo com essa opinião. Mas deve-se dizer que é uma padrão do mercado: os interiores de carros de categoria mais elevada estão cada vez menos “sofisticados” e parecidos com o de categorias mais da base do mercado. Em termos de opções entre os concorrentes, o Lounge está muito bem na comparação direta com a maioria deles quando a questão é nível de acabamento interno.
      Quando eu me lembro dos dois Vectras que eu tive (um de primeira e outro de segunda geração)… a diferença do acabamento deles com relação aos carros de entrada era brutal, com adoção de materiais aveludados e em couro em toda superfície dos forros de porta, painel realmente diferenciado.

      • Otavio

        Acho que essa “categoria mais elevada” que você fala se refere a carros que no Brasil são tidos como de luxo, como Focus, Civic, Corolla, que na verdade em outros mercados são carros simples ainda que melhor que os brasileiros. E com a obrigatoriedade de incorporar equipamentos de segurança e tecnologia, se aumentam os custos e se economiza em acabamento….deve ser isso rsss

      • João Cagnoni

        Sim, isso é verdade. Levando em conta os concorrentes, o único que ganha em termos de painel é o Civic, mas no geral o Lounge é um carro superior. O painel do novo Corolla e Sentra também foram bastante simplificados.

        • O do Civic, se tivesse um revestimento soft touch, seria perfeito. Os forros de porta do Honda são excelentes, mas o plastico rígido utilizado no painel dá uma matada no belo design.

        • Uma boa referência foi a avaliação da 4Rodas sobre o novo Cruze, que veio este mês na revista.
          Ele elogiam muito o novo GM, dizendo que “o Novo Cruze tem acabamento diferenciado com relação aos concorrentes hoje disponíveis no mercado, parecendo até de categoria superior a Civic e Corolla, só ficando a dever para o C4 Lounge, que atualmente é referência no segmento”.
          Como se vê, mesmo perdendo “ousadia” em relação ao C4 Pallas, o Citroën ainda mantém primazia no quesito “interior” na categoria. Quem compara todos (como eu fiz na compra do meu), sabe que isso é uma realidade. O 408 também possui interior bem refinado, apesar de ter um design mais comportado e menos vistoso, em especial nos bancos e no painel.

      • kravmaga

        Hoje em dia os carros populares melhoraram bastante no acabamento e nos mimos, mas continuam devendo em segurança,motorização e modernidade (na maioria).

    • Daniel

      Eu tbm corri pra comprar o penúltimo C4 hatch 2.0 automatico do estoque da fabrica pq achei o C4 Lounge muito … “tradicional”…

      Meu C4 comprei pra guardar pra colocar placa preta depois de 30 anos… mas o pós-vendas da Citroen tá acabando com minha paciência!

  • Iran Borges

    Parabéns Ubaldir Jr. Um dos melhores relatos que já vi aqui no NA.

  • Bruno Wendel Marcolino

    Excelente relato, parabéns. Muito completo e objetivo além de não babar ovo no carro, já que mostrou bem o que não gostou nele.

    O que assustou foi esse consumo na Gasolina…pesado pra caramba.

    • É, o consumo realmente me desagrada. Só não me desagrada mais porque a companhia em que trabalho abastece a charanga. Se saísse do meu bolso. acho que o odiaria ainda mais… rs.

      • Bruno Wendel Marcolino

        O estranho é que já vi relatos de médias entre 8km/l e 9km/l na cidade.

        Ta gastando mesmo. Atualmente tenho um PUG e ele estava fazendo 200km com um tanque apenas…fui ver e todos os calços do motor estavam meio rachado, ai o mecanico falou que vibrava pra caramba e consumia mais além de uma revisão na injeção, sei que agora com pouco mais de meio tanque fiz 380km.

        Quando deu o problema do buraco chegou a ver se rachou os calços?

        • Rachou não. Estão intactos. E o consumo já era esse antes do buracco.

          • Bruno Wendel Marcolino

            a bom, então assim sim hehe

        • Daniel

          Meu c4 2.0 o consumo piorou bastante depois da troca do cambio…

          • Bruno Wendel Marcolino

            Que troca?

            • Daniel

              Fui um dos “premiados” e tive que trocar o cambio AT8 por causa do problema cronico dele (trancos fortes e travar em 3a)

              • Bruno Wendel Marcolino

                putz meu, isso é f0da. O teu é um C4 Hatch?
                Provavelmente teria que ser feito uma atualização de software ou remap no cambio para voltar ao consumo padrão, mas é complicado.

                Comprou 0km? Com quantos km deu isso?

                • Daniel

                  Sim, C4 hatch comprado 0km. A zica deu com 36mil km (eu já estava me programando para trocar o oleo do cambio preventivamente aos 40mil pra não dar brecha pra problema. Fiquei 28 dias sem o carro para a concessionaria mandar o cambio pra reparo em SP. Peguei o carro e voltou pior… Na 2a vez iam mandar pra reparo denovo… bati o pé e pedi a troca do cambio… enrolaram um monte (ficou mais 28 dias) mas trocaram o cambio. Esses dias deu uns tranquinhos mais perceptiveis e já me deixou preocupado. Agora estou sofrendo com barulho de vento acima dos 70km/h e barulho nas pastilhas (trocada junto com os discos aos 40mil km).

                  Sobre o consumo fico receoso de pedir um remap e dar pau denovo no cambio…

    • Gabriel Oliveira

      gasta mesmo, mas considero na média, meu corolla 1.8 não passava de 8.5, meu 408 2.0 faz 7.5 na cidade gasolina

      • O Jetta aspirado que tive antes do C4 tinha médias urbanas 1 km/l melhores que as do Citroën. Só que se tratava de um modelo com transmissão manual. Tenho a impressão que em caso de o VW ser automático, as médias seriam semelhantes às que tenho hoje. Na rodovia não tem muita diferença entre os dois em termos de consumo.

        • kravmaga

          O Jetta aspirado já não é mais fabricado. O 1.4 TSI deve ser mais econômico.

          No meu 2.0 TSI, que não é um motor voltado para economia, eu tenho feito uma média de 8,5 km/l (gasolina) no trânsito pesado do Rio de Janeiro, fazendo mais se conseguir rodar a mais de 70 km/h.

  • Otavio

    Interessante, já que cada marca reflete uma filosofia própria do que entendem por carro, e quem não conhece ou nunca teve pode ter uma idéia. É sempre bom ter a opinião de quem usa no dia a dia, que é diferente de um teste feito pela imprensa especializada por exemplo…

  • Alexandre Maciel

    Excelente relato. Uma observação: no que se refere às revisões, há carros menores, com menos mimos e luxo pagando, salvo engano, mais no mesmo período, do que posso citar como exemplo o Fiesta. Alguém que comprou o Fiesta em 2014, antes da mudança do plano de manutenção da Ford, terá feito 4 revisões em 2 anos e, creio, terá pagado mais do que os R$ 1.352,00 desse belo C4.

    Por falar no Ford, fui conferir os valores e a página não está acessível, retornando à página principal do sítio, o que me indica que, mais uma vez, a Ford prepara uma surpresinha para seus proprietários.

    • Tem um amigo meu com um New Fiesta 1.5 que reclama horrores dos preços de revisão.

      • Alexandre Maciel

        Pois diga a ele que de fato o sítio não está disponibilizando o link para a Revisão Preço Fixo porque, de fato, os valores podem ter sido ajustados para o veículo dele, salvo engano com exceção da 6a. revisão. Acabei de falar com um amigo que é consultor na Ford e ele me disse que houve reajuste dos valores, todavia sem especificar para quais carros.

  • pedro rt

    aqui na minha cidade frances so e bem aceito se for renault, os da PSA tem valor de revenda la em baixo. se bem q isso hj vale pra qualquer carro usado pois eles colocam la em baixo o preço e o 0km la em cima

  • Fique à vontade para utilizar o texto, amigo. Abraço.

  • Quanto à troca de pastilhas, eu já tinha ficado meio “esperto” com as tais por conta do teste de 60 mil km do C4 na 4Rodas, onde eles relataram esse gasto de pastilhas exagerado, e que as CCS deixaram para trocar as pastilhas com 30 mil km, o que danificou os discos. Eles disponibilizaram as pastilhas antigas para a minha análise: elas durariam mais uns 2000 km antes de acionar o aviso de desgaste.

  • Leonel

    Só passei para dizer que sou fã desse carro e esse conjunto THP + AT6. Parabenizar o leitor por compartilhar de sua experiência em algo tão detalhado e dizer que, por fim, fiquei assustado com o consumo dele !

    De qualquer forma, ainda acho esse modelo o melhor CxB da categoria atualmente.

  • André Luciano

    Talvez você saiba ou não: serve pro 408THP?

    • Gabriel M. Vieira

      André, se o software do 408 for o mesmo do C4L em tese deve funcionar, mas eu não me arrisco a afirmar que sim pq não conheço as diferenças entre elas… talvez tenha algum tópico na internet específico pro 408thp.

  • Wagner Lopes

    Muito bom! Apenas ressalto o quê você mencionou sobre o consumo. O responsável não é o motor e sim o peso exagerado dessa carroceria antiga onde a segurança foi preservada mas pagando-se o preço do peso elevado. Com a nova plataforma EMP2 do grupo PSA este problema fica resolvido pois concilia grande resistência a impactos com muito baixo peso.

  • Diogo Oliveira

    Engraçado. Sempre estamos acostumados com carros com preços ABSURDOS mas alguns se destacam em meio aos outros carros. Esse é o caso do C4 Lounge, que na minha opinião, chega a ser o Sedan BRASILEIRO mais em conta de se comprar.

  • Leandro

    Ótimo relato. Parabéns pelo veículo. bom para tirar um pouco o mito do serviço de pós venda das francesas, que os especialistas de internet sempre criticam..

  • Matheus Ulisses P.

    Muito obrigado pelo relato, Ubaldir! Eu era um dos que aguardava esse post e foi muito melhor que o esperado. Felicidades aí com a máquina!

  • Lindercy Lins

    parabéns pelo relato. Falou exatamente o que qualquer um dono de C4L falaria.
    Acrescento os elogios: espaço interno maravilhoso, porta-luvas refrigerado, ótimo sistema de ar condicionado digital bi-zona, descansa braço regulável e sensor dianteiro.
    o câmbio na versão flex melhorou o carro no consumo. O meu tem 6 meses com 18 mil km rodados.
    há uma campanha para o C4L – troca do sensor do freio. Tive um pequeno problema com o carro: ele foi rebocado por conta de um mal contato num chicote, na ccs eles trocaram esse sensor do freio e reapertaram um cabo, a causa do “defeito”.

    • Obrigado, amigo. Eu não me ative muito aos detalhes técnicos do modelo, como os equipamentos, pois já tinha feito isso nos relatos anteriores cujos links foram gentilmente disponibilizados pelo pessoal do NA no começo deste texto. Caso se interesse, é só clicar lá..
      Grande abraço.

  • Juarez Carneiro

    Tenho interesse, mas uma dúvida que tenho com o carro, você abastecia com que tipo de gasolina?

    • Coloco sempre aditivada. Há uma recomendação no manual e no bocal do tanque para que se utilize gasolina premium, mas a dificuldade de encontrar esse combustível e o preço absurdo inviabilizam essa prática.

  • afonso200

    Nem a troca do CVVT . Varas do cvvt. do meu azera 2011 demorou 10 dias as pećas….. mas como é o isolamento do C4 longe. No geral. Seu ruido a 80km.h…………

    • O carro é muito silencioso em qualquer regime de giros e velocidades. Já lí relatos de alguns donos na internet que reclamam do ruído aerodinâmico em altas velocidades. No meu, isso não ocorre.

  • kravmaga

    É um belo carro.

    Quando fui comprar o meu carro, fiz test drive em todos os sedãs médios com ESP e o C4L THP ficou em segundo lugar no meu ranking pessoal.

    O Jetta TSI que comprei é melhor no geral mas também é mais caro. E tive que comprar com opcionais para ter tudo o que o C4L THP versão top (esqueci o nome) tinha.

    • Eu descartei o Jetta TSI na época justamente por conta do preço na comparação com o Lounge, pois para ficar na mesma faixa de equipamentos, desembolsaria coisa de 25 mil reais a mais pelo VW. Mas o highline é um carro excepcional.
      A versão top do C4 é a Exclusive.

      • kravmaga

        Aproveite o seu belo carro e desconsidere esses preconceitos que são difundidos pela internet contra a marca ou contra todos os sedãs que não são o Corolla. E parabéns pelo excelente texto.

        O meu cunhado tem um C4 da geração anterior com câmbio manual e adora o carro.

        A VW realmente cobra caro e adota essa estúpida política de pacotes e isso é a coisa que mais odeio na marca. Ela perde mercado por isso mas não aprende. E quando a gente pensa que ela vai melhorar, cria versões nacionais pioradas propositalmente, como o Golf 1.6 MSI, o A3 sedan 1.4 nacional e o Jetta 1.4 TSI, que tem um ótimo motor mas uma política de preços incoerente.

  • Victor Bicudo

    Excelente o relato! Tenho um 308 THP e, a cada item, ia falando comigo mesmo “putz, mesma coisa”. Exceto o consumo, meu carro tá fazendo 11,5, mas moro em Brasília e uso bastante as avenidas espaçosas em horários mais calmos. Só adiciono que sou da turma das borboletas para comandos à mão… pelo fato de estarem visualmente indisponíveis, decorei muito rápido as funções de cada botão, acionando-os de forma rápida e precisa. Tem gente que passa um ano com o carro e ainda tem q olhar pro volante pra apertar o botão certo.

  • Alexandre Galvao

    Só queria deixar um registro pois tenho um lounge também .

    Vc consegue ligar os leds sem ser na função automática , basta ligar o farol na posição “farolete” pois na verdade o lounge não tem os faroletes (aquelas lâmpadas pingos), pois esta função é dos led’s.

    Se notar o led do lounge só é bonito a noite pois ele é fraco e se vc liga-lo acenderá as lanternas traseiras.

    Os faróis diurnos deles, são duas lâmpadas p21/5w XL que ficam no mesmo local da lâmpada do farol alto – as diurnas ficam embaixo e as do farol alto em cima.

    • É isso mesmo. Eu só não acho funcional ter que acionar os leds no comutador de farol, já que com o carro possuindo sensor crepuscular, o normal é você nunca tirar da posição automática.
      Quanto à iluminação diurna nos faróis, eu acho elas tão feias (amarelas demais) que desliguei a função nas configurações. Mas concordo que elas são mais eficientes como iluminação diurna que os leds.

  • Bruno@BRN.CS

    Parabéns pelo carro e pelo relato. Qual nome da concessionária? Pelo atendimento relatado às vezes até vale andar uns Kms a mais.

    • Saga France. Fica na Mutirão com a T-10 em Goiânia.

  • Bruno@BRN.CS

    Antes de trocar a máquina nos mande uma continuação deste relato para confirmar a boa impressão.

    • Lá para os 50 mil km eu mando outro relato, mais limitado a questões de confiabilidade.

  • Ricardo Blume

    Carros Citroen são veículos muito bons . Possuem boa ergonomia, design bacana e diferenciado e motores que agradam. Mas como tudo não são flores, a depreciação de toda a linha é algo de outro mundo. Você perde metade do valor do veículo em questão de 4 a 5 anos. O preço da manutenção e do seguro também são pontos que afastam qualquer um da marca francesa. Realmente uma pena pois seriam excelentes opções de compra. Falando agora do Lounge, um excelente carro. O motor THP não é dos mais econômicos, principalmente, pelo elevado peso do carro mas, não deixa de ser um motor com desempenho incrível. O conforto do Lounge é algo que surpreende também. Aliás, tudo dentro de um Citroen foi feito para agradar, desde os olhos ao toque. Seria uma grande opção não fosse a birra que o brasileiro tem com a marca.

    • A questão do seguro até que eu achei favorável. Os valores que pago são muito inferiores do que me cobravam no Jetta, por exemplo.
      No mais, é isso mesmo que você relatou. Vamos ver na troca o que se passa em termos de desvalorização com o Lounge. Me parece que a procura pelas versões THP no mercado de usados é razoável. Talvez isso possa favorecer a uma desvalorização menor.

  • Guilherme Batista

    Mais um relato excelente, parabéns Ubaldir.
    Já o pessoal da edição ta com pressa hein, vamos colocar mais carinho gente!

    • Acabou comendo umas letrinhas do começo dos parágrafos… rs.

  • fbl

    Parabéns pelo relato bem detalhado. Achei sincero e coerente com o que falam do carro e da marca. Um carro bem acabado com um bom conjunto mecanico e algumas falhas da PSA que acabam por influenciar na percepção do mercado sobre a marca e números de venda.

  • Bruno

    Cara, parabéns pelo relato.

    Coincidentemente ontem peguei um idêntico ao seu, 13/14, estava quase fehando um fluence quando apareceu esta oportunidade, peguei por 52k, bem abaixo da tabela. Espero ser feliz com este carro, realmente é uma nave….

    O grande porém da Citroën ficou de fora, o que nem era o propósito do relato, que é o mercado… mas esse detalhe fica pra próxima…

    Abraços

    • Essa parte vai ficar para quando eu vender o veículo. Melhor falar da experiência própria…rs.

  • Deivid

    Os carros franceses se auto-sabotam!
    Um buraco numa rua e já detonou a suspensão?
    Piada pronta!

    • Rapaz, eu caí em uma dezena de buracos no período chuvoso aqui em Goiânia entre 2014 e 2015, quando a prefeitura largou a cidade às traças. Esse que relatei foi “o buraco”. Nem uma pick up grande escaparia de problemas por conta dele. Inclusive o pneu foi danificado, mesmo contando com um fator de carga bem elevado. E as rodas acabaram empenando, também.

    • Gabriel Oliveira

      meu tio já caiu num buraco que teve que trocar a suspensão da hilux dele… piada pronta essa hilux…

  • mauricio

    ja foi extinto o modo neve para o modo eco, e atualizado o cambio, deve fazer uma economia superior ao relatado

    • Eu vi que isso havia sido providenciado no 408. Ainda não tive a oportunidade de ver no C4.

  • mauricio

    na css de goiania eles nao lavam o carro mesmo, quando fui a anapolis possuiam esse serviço, fui fazer a revisao de 10.000 km em gyn deixaram fazar um pouco de óleo proximo ao farol e se quer limparam, coisas simples que nao fazem questao, fora isso tudo regular.

    • Pois é. Me parece que voltaram a disponibilizar a lavagem (paga a parte) lá. Ao menos li em uma placa quando passei na concessionária esses dias atrás para ver as condições de um compra de um Aircross a pedido de minha irmã.

      • Gabriel Oliveira

        aqui a lavagem é de graça a cada revisão feita

  • Navaman

    Parabéns pelo ótimo relato.

  • dogmarley

    no terceiro erro de digitação, parei de ler kk

    • Olha, conferi meu texto e o erro foi na publicação do mesmo, onde algumas letras foram “comidas” do início dos parágrafos.
      Talvez quando eu receber salário seu para escrever texto, esse tipo de cobrança passe a fazer sentido.

      • dogmarley

        hauahua visito o site todos os dias, fazem anos, cara.
        é um direito meu negar uma leitura que tem letras comidas, em pleno século 21.
        não sei se é erro teu, ou do éber, ou do palhacinho bozo e NEM QUERO saber, só parei de ler. doeu aí?
        as visualizações do site geram midias kit que geram informações p/ publicidade, que pagam salários, não sei se é o teu. e novamente digo, NEM QUERO saber. mas respeito é sempre bom….. abraço

        • Ah, você foi respeitoso demais no seu comentário.
          E abraço de uma pessoa tão mal educada? Vou desprezar, pode ficar com ele.
          Uma pessoa digamos, “normal” e com o mínimo de educação que não tem interesse de ler o texto, passa e ponto. Seu comentário é de uma falta de senso, educação e tato sem tamanho.
          Não doeu não. Tenho ao menos uma centena de comentários elogiando o texto por sua correção gramatical e assertividade de informações. A sua opinião única em meio a tantas é o que chamamos de “ponto fora da curva”, e desprezível, portanto.
          Passar bem.

          • dogmarley

            hauahuahuahauahauah eu já chamo de feedback negativo, coisa que vc não tá sabendo lidar ;p
            mas tudo bem, vida que segue, né?

            • Isso. Siga a sua que é melhor.

            • Isso. Siga com a sua, que é melhor.

            • Gabriel Oliveira

              ui ui ui ui ele é polêmico na net…

              • dogmarley

                ui ui ui ui ele é o bobão kk

              • dogmarley

                ??

  • Cesar Mora

    Esse conjunto mecânico da a tranquilidade necessária para comprar um Citröen… mas acho que a geração anterior tinha muito mais personalidade…

  • Atley jackson

    Parabéns pelo carro e relato!
    Sempre vejo seus comentários, um dos caras que mais contribui para o site.

    Tivemos alguns veículos da Citroen aqui em casa, e assim como você ficamos muitos satisfeitos.

    Abraço

  • Mayck Colares

    Ubaldir tenho um DS4 e tudo funciona praticamente igual ao seu c4. Tem como vc colocar o farol no sensor crepuscular e o filete de LED ascende sempre que vc ligar o carro. Da pra desativar aquele farolete amarelo do farol que ascende junto. Fica muito bonito de dia.

    • Como se faz isso? Intervenção externa? Agradeceria a informação.

  • Zeca Piroto

    Belíssimo relato!

  • Carolina V.

    Ótimo relato.

  • Moon Knight

    Citroen tem problema crônico de suspensão, é incrível.

    • Eu não tive problema de suspensão gratúito. Como narrei, o dano foi causado por uma queda em buraco de grandes dimensões, com o veículo carregado e em velocidade considerável. Teria causado danos em qualquer carro, e digo isso com experiência de quase 30 anos de volante e tendo dirigido tudo quanto é tipo de automóvel.
      Portanto, coloquei bem enfaticamente os defeitos do modelo. A necessidade de reparação da suspensão não pode ser classificado como um desses defeitos. Foi uma fatalidade, mesmo.

      • Moon Knight

        Eu tenho um C3 e o problema de suspensão do meu é crônico. Já fui em diversos mecânicos e me informaram que o problema é crônico… Acontece a mesma coisa que aconteceu com o seu, as colunas da suspensão dianteira ficam batendo, mas no meu C3 isso ocorre com o desgaste da borracha das “cabeças” da coluna da suspensão que após um tempo se desgastam de tal forma que fica com folga e com o movimento a coluna bate na lataria.

        • O meu tem 10000 km que arrumou. Está tranquilo. Vamos ficar de olho.

      • Vinícius Ribeiro

        Ubaldir, vc sendo o maior especialista de C4 aqui do site rsrsrs me tire uma duvida.

        Estou com 90% de convicção de pegar um THP aut +- semi-novo. O maior “defeito” q estou lendo é o consumo urbano, porém moro em Brasília e trabalho muito próximo de casa e pego pouco transito, logo nao terei essa problema.

        O que me deixa ainda com pé atrás é o comportamento desse carro em estradas de terra (não q eu exija um comportamento de um off road). Duas vezes por ano costumo ir de carro para o interior do Goiás e acaba que sou obrigado pegar algumas “trilhas” de terra com inclinação/buracos (Caso ja tenha se aventurado em alguma cachoeira em Pirinopolis ou coisa parecida a isso ai perto de Goiania sabe de q tipo de “trilha” estou falando). Esse carro por ser relativamente baixo e com perfil bem fino de pneu consegue andar em caminhos assim por alguns poucos metros ou raspa todinho?

        • Opa, tudo bem meu amigo?
          Olha, fui com ele duas vezes para a região de Pirenópolis, andei em muitas estradas de terra, e um problema que ele não tem é ser baixo, até pelo contrário: é muito alto.
          Antes dele tive um Jetta, e o VW dava umas raspadas nessa mesma região de Pirenópolis. O C4 eu nunca consegui encostar nenhuma parte do fundo dele em lugar nenhum. Acho que a Citroen se preocupou demais em resolver essa questão, que no Pallas era crítica, e então resolver colocar o Louge com o fundo bem alto.
          Quanto ao consumo, você morando em Brasília realmente não terá muito com que se preocupar. O problema do Lounge é mesmo consumo urbano em trânsito mais pesado. Quando rodo aí por Brasília, o consumo dele fica próximo ao rodoviário, acima da casa dos 10 km/l.

          • Vinícius Ribeiro

            Outra dúvida. Por ser turbo com injeção direta esse carro deve andar só com gasolina podium, ou não da problema o uso da comum ou aditivada?

            • Sempre utilizei gasolina aditivada, nunca coloquei a pódium e nunca tive problemas. Há uma recomendação para utilização da pódium na tampa do tanque e no manual, mas fica como recomendação, mesmo. Em nenhum momento hpa alguma proibição expressa da utilização de gasolina comum.
              Utilizar somente a pódium com um consumo de 7 km/l em cidade é inviável… rs.

  • XNA

    Grande, Ubaldir ! Relato de engenheiro. O problema , aqui em Goiânia , é depender de um único grupo , SAGA, que comanda 10 bandeiras diferentes, para cuidar deste carro. Toda que vez que isto ocorre não há concorrência e o padrão de qualidade torna-se pífio. Tinha vontade ( e dinheiro, suado!) para comprar este carro e encarar este único grupo nas revisões, mas seu relato foi decisivo para que eu desistisse ( consumo, direção e suspensão). Os pequenos problemas que relatou, junto com a demora nas soluções , se somaram as outras inúmeras opiniões que li sobre o carro. Uma pena ! Quem perde é a Citröen que não lê estes comentários. Por isto estou na GM, não que seja melhor, mas resolve os pequenos problemas e tem uma rede gigantesca, com muitas opções de serviços. Abraços !