Carro elétrico brasileiro chega em julho
6/03/2007
A edição 2007 dos Jogos Pan-Americanos, que acontece em julho, no Rio de Janeiro, será palco da apresentação do primeiro carro elétrico totalmente montado no Brasil. Trata-se do Projeto Veículo Elétrico, desenvolvido pela Itaipu em parceria com empresas brasileiras e estrangeiras. Atualmente o projeto está na fase de construção de protótipos, com os primeiros modelos em testes nas ruas do Rio de Janeiro (foto). O carro definitivo a ser apresentado no Pan já tem dono: a Eletrobrás, que junto a outras empresas que apoiam o projeto encomendaram até o momento 15 unidades. O engenheiro da subsidiária da Eletrobrás responsável pela coordenação do projeto, Celso Novais, conta que tudo começou no ano passado. “Itaipu e Fiat produziram, já como parte do projeto, cinco veículos elétricos, que foram transformados, de à combustão para elétrico, na Europa”, detalha. Todos os modelos, segundo o engenheiro, vieram para o Brasil: dois na Itaipu, um com a Fiat e os outros dois para CPFL e Ampla. No caso da distribuidora Ampla, a frota de 1,5 mil veículos conta com um Palio e uma moto equipados com motores movidos a eletricidade. De acordo com o responsável pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, Acácio Barreto, em breve devem ser utilizados em serviços. “O carro elétrico será utilizado em atividades reais da empresa, nas quais são usados hoje carros a gasolina ou álcool. Serão realizadas diversas medidas para avaliar o comportamento dos VEs em serviço e em recarga das baterias, visando substituir, se possível, toda a frota”, informa. Um dos motivos que levou a Ampla a apostar nessa tecnologia, além do custo menos em combustível e ganhos ambientais, foi a possibilidade de negociar créditos de carbono via MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo). De acordo com o Protocolo de Quioto, através deste mecanismo os países industrializados não precisam diminuir suas emissões de carbono na atmosfera desde que invistam em projetos ambientalmente limpos como no dos veículos elétricos. De acordo com seus responsáveis, o Projeto Veículo Elétrico foi idealizado com o objetivo de produzir um protótipo partindo da tecnologia existente. “O modelo atual tem uma autonomia de 120 km, velocidade máxima de 130 km/h e bateria com tempo de recarga de oito horas”, revela Novais. Em cinco anos, segundo o engenheiro, a meta é construir um veículo com custo similar ao de um modelo popular. Este, por sua vez, teria autonomia de 450 km, velocidade máxima de 150 km/h e tempo de recarga das baterias de 20 minutos.
Texto: Canal do Transporte.
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Mateus
6/03/2007 as 21:06
Show de bola!
Thiago
7/03/2007 as 01:26
Show de bola mesmo!
TIAGO A.GONÇALVES
7/03/2007 as 09:30
Show de eletricidade!!ótimo.
Renato P.U.
7/03/2007 as 11:15
Show. Vai ter nego pegando energia do poste ehehehehhehee
Moriah
7/03/2007 as 18:35
Show mesmo, são os da Tesla. Mas na falta deles, o melhor aqui seria este da Fiat. Mas, mais do que isso, é o governo se mancar e dar beneficios para a aquisição deste modelo.
Robson Levy
8/03/2007 as 11:53
Bela notícia essa!
Espero q saia logo!
Ninno
13/03/2007 as 18:36
qria ver mesmo e um fusca eletrico………kkkkkkkkkk…rsrsr, brincadeirinha ….. parabéns Fiat pelos avanços em sua tecnologia…..mas qm realmente ganha e o planeta e os filhos de seus filhos ou ate mesmo os netos de seus netos….
CARLOS M.G.TAGATA
18/03/2007 as 11:53
parabems à FIAT e a todos os brasileiros que se importa nao so com dinheiro mas com a qualidade de vida no planeta!
Bom! agora falta o carro a hidrgenio
Flavio Cezar
1/04/2007 as 17:34
A GM tinha um carro elétrico funcional na década de 90, o EV-1, rodando no estado da California, e foi destruído sem explicações, pelo menos públicas. Se tivessem deixado teriamos hj mais de 10anos de knowhow. E agora General Motor?
A Fiat fez do dela, vai destruir o projeto também caso encontrem mais reservas de petroleo que nos garanta mais 10 anos de abastecimento? Não acredito nessa lorota de que empresas estão preocupadas com meio ambiente, pq não estão e nunca estiveram. Isso é pq a água começa a bater na bunda, o petroleo não aguenta mais 4 anos com a atual demanda, e é irrisório pensar no alcool e no gnv como alternativas.
Quando a gasolina acabar e os nossos empresários sucroalcoleiros começarem a exportar pro mundo inteiro, o preço vai disparar e superar o que se gastava com gasolina, a desculpa para isso já temos ensaiada, ENTRESAFRA, só que após a nova safra o preço não cai o quanto subiu.
O hidrogenio é muitissimo caro e inviável para os proximos 20 anos, eletricidade seria a alternativa mais viável, só não vai pra frente pq acaba com o sistema de abastecimento atual, as pessoas não vão mais no posto pra abastecer e sim vão usar a sua própria tomada.
Ou seja, existem vário paradigmas a serem quebrados, que por sua vez trarão a extinção de alguns nichos empresariais, por isso não decolou até agora e só vai pra frente quando falarem que o petroleo acabou de vez, esperar consciência ecológica de empresários é a mais simples e pura LOROTA.
sergio ferreira de meireles
3/04/2007 as 22:07
Eu sou tecnico em eletronica e adoro carros eletricos estou trabalhando em um projeto de carro eletrico,realmente e a energia do futuro
Junior
8/04/2007 as 10:58
O projeto é bom, mas se as baterias fossem moveis como os de celulares ficaria mais viável. os postos de gasolina continuaria existindo, carregando essa baterias e o usuário trocarias suas baterias descarregadas por carregadas e não teríamos milhões de desempregados, com o novo modelo averia novos postos de trabalho, com certeza o governo incentivaria a produção.
E a criação de novos conceito de transporte seria essencial, como carro para duas pessoas, como triciclos elétricos usados na Europa.
luiz carlos holler
15/04/2007 as 08:14
sera otimo para o planeta, até que enfim no governo esta se tormando resposavel. gostaria de recebe, como sera vendido consorcio quando sera efetiva as vendas para nos.
Asdrubal
15/05/2007 as 11:35
eu também estou esperando que sejam logo fabricados para serem vendidos aos consumidores finais (esperando também que não seja muito caro).
sergio ferreira de meireles, que bom, parabéns, sucesso, acho que mecanicos e eletrecistas deveriam estudar a possibilidade de conversão de veículos normais para elétricos e disponibilizar as experiencias na internet. da minha parte comecei os contatos com lojas e mecanicos de máquinas, empilhadeiras elétricas para estudar a conversão de carro normal em elétrico.
Lourenço
10/09/2007 as 14:10
Assistam o filme “Quem matou o carro eletrico”(Who killed the eletric car)é muito bom…e vamos nos unir para manter nossa energia limpa..pois somos nos que moldamos o futuro.por faovr assistam voces vão ver que algumas grandes empresas andam retardando o nosso futuro para ganharem mais lucros por faor assistam!
Hélio Henriques de Pinho
6/10/2007 as 23:54
Na década de 70, antes do Pro-álcool, a Gurgel fabricou o furgão Itaipú e dispôs uma frota de teste que rodou no Rio de Janeiro, salvo engano, a serviço da Embratel. Portanto, não fossem os interesses obscuros estaríamos exportando tecnologia a mais de 30 anos.
carlos
8/10/2007 as 21:43
Muito bom, sucesso para o planeta.
Cláudio Chivers
12/10/2007 as 18:15
:glass:
É bom se apressar pois o planeta está sofrendo. É bom acabar com a hipocresia e partir para o carro elétrico com células solares, freio regenerativo, suspenção elétromagnética e com conversor de exercícios.
Flavio
2/11/2007 as 19:15
:) Que maravilha!!!!Viva a inteligencia, xô ganancia… Carro elettrico é necessidade real, vai reduzir acidentes estúpidos, vai gerar mais empregos, diminuir poluiçao do ar e sonora…com o tempo o veículo eletrico vai evoluir, como telefones celulares.
Zeca
8/04/2009 as 16:47
Enquanto tiver gente ganhando dinheiro, sem a necessidade de preservar o meio ambiente, as pessoas, e claro os impostos gerados pelo giro de combustível, será dificil a coisa se intensificar. Ainda mais agora que o brasil achou mais reservas de petroleo e claro queimam as arvores para plantar cana de açucar.
Nuno Cravo
14/04/2009 as 22:49
O carro elétrico na década de 80 se nao me lembro foi dos melhores elaborado pela general motors chamado de EV1 (ELECTRICAL VEHICLE 1 ou one) o primeiro foi cedido as empresas e usuários com limite de utilização e sem possibilidade de renovação dos seus contratos por parte das empresas interessadas na sua locação. Houve inclusive casos de processos civis contra cidadãos que não queriam entregar os carros pois eram económicos rápidos e sem manutenção, pois a autonomia das bateria durava em torno de 150km e a recarga era feita na sua própria garagem tendo um sistema em casa ligado á tomada comum de 220v ou de 110v. O que aconteceu?? As montadoras pegaram nos carros e os colocaram todos num ferro velho para destruição ou seja, as montadoras estavam claramente com medo do que a indústria do petróleo poderia fazer face a uma inovação dessas (pois todos os produtos inerentes deixavam de ser necessários como mudanças de óleo nos carros, uso da gasolina ou diesel como combustível e tudo o resto pois o carro tem muito mais petróleo do que se imagina, começando pelos plásticos, e a mecânica deixaria de ser vista como hoje em dia, pois o carro elétrico não tem necessidade de uma série de coisas como catalizadores para evitar os barulhos, descargas, caixas de marcha e tudo num silêncio de fazer inveja. Mas como sempre alguém deve ter pensado, feito as contas e chegaram á conclusão que seria uma perda de lucro abismal tanto nas montadoras como nos fornecedores de petróleo, os quais provavelmente chegaram a algum acordo para que o projecto não seguisse o seu curso em detrimento do meio ambiente e da população em geral mas em favorecimento das montadoras e dos marajás do petróleo, sim porque se o petróleo não for tão necessário o valor vai baixar e não tardará os árabes iriam trocar o petróleo por água pois todo mundo ja andaria a electicidade.
para os que desejarem ou quiserem me enviem um email solicitando pois tenho um powerpoint com informações e fotos detalhadas do referido modelo EV1 para que possam estudar e ver, pena que não tenha os planos de fabricação do mesmo senão concerteza iria tentar fazer um para meu uso próprio nem que fosse no quintal de casa.