Brasil Chevrolet Hatches História

Chevrolet Monza, a “Revolução sobre Rodas”

chevrolet_monza_hatchback_1983

No fim dos anos 70, a GM estava desenvolvendo o projeto “J”, que daria origem à terceira geração do Opel Ascona na Europa. Mas o programa evoluiu para um carro mundial e acabou chegando ao Brasil na forma do Chevrolet Monza.

Aqui, a GM tinha basicamente duas linhas de carros, sendo o menor Chevette e o grande Opala, mas faltava algo entre os dois. No começo dos anos 80, o Monza (nome já usado nos EUA) começou a ser testado no Campo de Provas de Indaiatuba após clinica feita no Clube Pinheiros, em São Paulo.

chevrolet_monza_hatchback_monza-3

Estava sendo gerada uma “Revolução sobre Rodas”, conforme a capa da revista Veja de 1982. Ele era bem mais moderno que os dois produtos da Chevrolet até então, tendo motor transversal (segundo do tipo após o Fiat 147) e tração dianteira.

Apesar do sucesso ter sido alcançado pelo sedã, a GM iniciou as vendas do Monza em maio de 1982 com a variante hatchback, que aqui tinha somente duas portas. O motor era 1.6 OHC de 73 cv e 12,4 kgfm com gasolina e câmbio de quatro marchas da Isuzu. Mas apesar da modernidade para a época, perdeu em aceleração e velocidade final em comparativos com os VW Passat e Ford Corcel.

chevrolet_monza_hatchback_monza

Monza S/R

Por isso, a GM acelerou a chegada da versão 1.8, que no ano seguinte chegou entregando revigorantes 86 cv com gasolina. Com álcool, o Chevrolet Monza Hatch pulava para ótimos 96 cv. Após a chegada do modelo sedã com duas ou quatro portas, o dois volumes e meio ganhou em 1985 a versão esportiva S/R.

O visual do Monza S/R era muito interessante, contando com faróis de neblina, rodas de liga leve aro 14 polegadas exclusivas, spoilers integrados, visual personalizado com pintura em dois tons (preto na parte inferior), aerofólio na tampa do porta-malas, bancos Recaro, alavanca curta, entre outros.

chevrolet_monza_hatchback-sr

Mas não era somente isso, o Chevrolet Monza S/R vinha também com relações de marcha mais curtas, motor 1.8 (chamado 1.8/S) com carburação dupla e novo coletor de admissão, suspensão mais rígida e escapamento exclusivo. Tudo isso representou um ganho de 10 cv com álcool, alcançando 106 cv. Assim, fazia de 0 a 100 km/h em 11 segundos, bem mais que os 17 do longevo e fraco 1.6.

No entanto, os amantes do esportivo tiveram uma grata surpresa em 1987, quando o motor 1.8 “preparado” foi substituído pelo 2.0 com seus 99 cv com gasolina ou 110 cv no álcool. Nessa época, o Monza Hatch passou a se sustentar apenas com esta versão, pois as comuns SL e SL/E saíram de cena em 1986.

chevrolet_monza_hatchback_monza-6

E assim, o modelo hatch foi fabricado até meados de 1988, sendo substituído no ano seguinte pelo Kadett, que trouxe da Alemanha a nomenclatura GSi. O Chevrolet Monza foi o líder de mercado entre 1984 e 1986, superando o anterior Chevette, mas perdendo para o Gol em 1987. O sedã seguiu seu curso até os anos 90.

[Fonte: Revista Quatro Rodas]





  • zekinha71

    Essa tampa do porta malas era adorada pelos cupins de ferro. apodrecia que era uma beleza, o Monza do meu irmão a tampa ficou em duas partes, a parte de cima separou da parte de baixo de tanto ferrugem.
    E a porta do lado esquerdo, começou um furinho no meio e logo virou um buraco enorme, acabou sendo vendido por quilo no ferro velho.
    Mas o motor nunca deu problema.

    • thiago rodrigo

      tive um amigo que teve um SR 86 e com o tempo foi ficando podre o aerofolio quando arrancou tava mais ferrugem que tampa, fora que o aerofolio foi pro lixo pq o material ficava todo torto, mas tirando isso o carro era um espetaculo, os bancos recaros eram demais, tinha aquela função de extensão do assento, teto em couro preto, era bem esportivo, pena que a GM acabou essas versões e hoje quando faz uma versão ”pseuda” é só um adesivo e roda pintada de grafite… foi o tempo que a GM fazia graça com seus carros…

    • Pedro Cunha

      Os monza(como muitos carros dos anos 80) sofriam(e até hoje) demais com o tratamento anticorrosão. O problema das portas é manutenção: Há na parte inferior 2 drenos, com obturadores de borracha, como não davam muita atenção, a água não escorria devidamente pela falta de limpeza dos mesmos, igual problema da tampa traseira e das saias laterais traseiras(emendas com assoalho do porta-malas), onde acumulo de água naqueles pontos(por falhas na vedação do porta-malas ou pelos tampões mal encaixados ou ressecados) gerava grandes rombos de ferrugem. Poucos se salvaram da ferrugem nesses pontos. Mas hoje em dia é possível reverter tudo isso, com melhor tratamento das chapas antes da pintura e mesmo reposicionamento/eliminação de alguns drenos desnecessários.

  • Daniel

    Esse carro deixou saudades.

    • th!nk.t4nk

      Da época em que a Chevrolet ainda fazia carros decentes.

      • Rafael Ribeiro

        da época que ela fazia carros da opel européia e não da chevrolet americana.

        • Castle_Bravo

          Antes fosse da Chevrolet americana. Hoje é tudo “projeto para países em desenvolvimento”. Eufemismo pouco é bobagem.

      • Andre Hidibertte Pereira

        Tenho um tubarão classic 93, painel digital e cb, ontem descobri faz 6 meses que comprei e agora que descobri que ele tem até follow me home, carro muito bom, pena que não da pra fazer uma reliquia pois já foi estuprado pelo gnv, mas estou de olho em um hi tech, logo compro.

        • Gustavo73

          O 500 EF 90 do meu pai já tinha esse sistema.

          • Lorenzo Frigerio

            O SLE 90 carburado da minha mãe, também.

        • Andre Hidibertte Pereira

          *Sobrou descobri…rs

        • Fernando Fagundes

          Coisa linda esse painel!

  • Bruno Wendel Marcolino

    show de bola, tem estilo único até hoje por aqui.

    • Pedro Cunha

      E o brasil foi o único á receber o projeto “J” nessa versão hatch com 2 portas. Os demais países só conheceram essa carroceria com 4 portas.

  • Tosca16

    Os primeiros olhando assim até parecem um “Chevettão” ; bons carros, já rodei muito num Monza dos últimos que saíram, até hoje o rapaz tem e não vende .

    • Marcelo Paiva

      Foi ao contrário: o Chevette foi reestilizado para virar um “Monzinha”! :)

      • Tosca16

        dois carros que foram imenso sucesso, bom até hoje se tem muitos preparados e originais rodando em plena boa forma …

        • meneghelli1972

          Um dos carros mais confortáveis que dirigi, possui um sedan 2.0 ano 87 a uns 10 anos atrás, até hoje em dia são poucos os carros que dão prazer de dirigir como o Monza.

      • CharlesAle

        Já tive Chevette, o carro era bom, nunca me deixou na mão. O que incomodava era que esquentava muito do lado do acelerador..

    • jamilton costa

      Guardo com saudades, as lembranças do meu primeiro carro, um Monza SL/E 1990. Comprei na época quando completei os 18 anos depois de ralar bastante trabalhando e juntar uns 8 mil reais em 2012, fiquei com ele apenas 6 meses, quando tive a infelicidade de ser roubado, mas esses seis meses valeram a pena. Depois disso fui para um Mille ELX 1995 que depois no final do ano de 2014 vendi em troco de um Astra 2004 que devido a crise e ser demitido da empresa onde trabalho fui forcado a vender o carro e me contentar com uma moto CG Titan 150. Digo que o Monza mesmo sendo antigo era bastante confortável e muito forte na estrada e em acabamento estava a anos luz que muito carro atual.

  • André

    O Monza era um carro tão moderno para a época que se tivesse seguido sua evolução natural até hoje, teriamos um Monza igual ao Opel Insignia. No lançamento em 82, o que tinha de mais moderno era o Passat que já era um projeto com 10 anos nas costas.

    • Marcelo Paiva

      Sem contar que só no Brasil existiu o hatch com com 3 portas! Ele chegou e fez com que os então “modernos” Passat e Corcel virassem carros velhos instantaneamente!

      • Lorenzo Frigerio

        Com certeza o Passat não virou carro velho “instantaneamente”, pois era muito mais carro que o Monza. Mas o Monza era mais moderno, com uma construção de melhor qualidade, especialmente a partir dos 1.8 e 2.0. A VW então lançou o Santana para substituir o Passat e competir com o Monza. O Santana era vastamente superior. A GM só chegou lá com o Vectra, especialmente o Vectra B.

        • Marcelo Paiva

          Lorenzo, o Passat sempre foi um bom carro, mas já era antigo, tinha quase 10 anos de Brasil e na Europa já tinha trocado de geração, cuja versão sedã era exatamente o Santana.

        • Felippe

          Aqui em casa tivemos um Santana GLSI 2.0, deixou saudades o carro, e realmente o Santana é muito superior ao Monza

          • jkpops

            Só se for em motorização pois o santana nada mais é que um Passat sedã usa a mesma plataforma mas em conforto o Monza ganha de longe principalmente os SL/E fase 2 são melhores que os tubarão já tive SL/E 2 portas 86 esse foi furtado tive um SL/E 1988 4 portas um santana Evidence 1996 neste dormi ao volante e infelizmente foi PT e hoje estou com um tubarão SL/E 1993 completo freio a disco nas 4 rodas e tudo mais só me desfaço dele se for pra pegar um Focus sedã,Fusion,Corolla ou Civic…

            • thiago_lacerda88 .

              Não faz sentido falar que o Santana era mais carro, muito menos “muito mais carro”.. como dizem, coisa de APzeiro kkkk

              • Paulo

                Kkkkkk… Bem isso. Só faltou dizer que nem o Ômega ganhou do Santana.

                • Ricardo

                  Também vi uma comparação em que o Santana GLSi não fez nem um pouco feio frente ao Omega, até em desempenho. Lembrem-se, o Santana foi o 1º carro do Brasil a adotar freios ABS.

                  • Paulo

                    Desempenho é relativo. Um Omega com motor 2.0 do Monza, pela lógica, não seria um campeão neste quesito. Já com os motores 6 cilindros, não dava pro Santana. Estabilidade, conforto, equipamentos, tecnologia, desempenho, espaço, etc, etc, o Omega dava um banho no Santana, até por ser um carro de nível superior. É até covardia um comparativo entre os dois.
                    O Monza, por outro lado, concorrente direto do Santana, tinha suas qualidades e superava seu rival em alguns quesitos e era superado em outros, natural. Dizer que o Santana era melhor em tudo é, no mínimo, coisa de quem não entende nada. Até porque quem já dirigiu os dois sabe das suas qualidades. Ter sido dono de um modelo apenas (ou ter andado no do papai na infância, como a maioria aqui) e dar palpite deste tipo é falta de noção.

                    • Ricardo

                      Foi um comparativo com os dois carros mais tops da época, Santana GLSi contra o Omega não lembro se o 3.0 ou 4.1.

                    • Paulo

                      Contra o GLS 2.0. O Santana foi melhor em desempenho, se não me engano, e apenas isso. Até no consumo o Omega superou o Santana. Nos outros quesitos, é óbvio, daria Omega. Até porque é um carro de categoria superior.

              • Lorenzo Frigerio

                No meu caso, convivi com ambos. Quando dizemos que tal carro é “mais carro”, referimo-nos ao “acerto”. Ninguém bate a VW nesse quesito. Mas tem gente que não enxerga isso.

                • thiago_lacerda88 .

                  acho que vc andava em um chevette pensando que era monza.. “niguém bate a VW nesse quesito” Putz.. parei aqui…

            • Lorenzo Frigerio

              O Santana não usa a mesma plataforma do Passat, é outra plataforma. Mas como o sistema é parecido, pode-se chamar de “Passat reprojetado”. Mesmo sendo um carro de características diferentes, menos esportivo e mais confortável.

              • IRA

                Se não estou enganado, ambos derivam do Audi 100, de diferentes épocas.

        • Paulo

          Vastamente superior em que? Agora o Vectra B deveria ser concorrente do Santana. Kkkkk. Sem comentários. Deve ser colunista da 4R. Achei o autor do texto.

          • Lorenzo Frigerio

            Vastamente superior em conforto, motor, câmbio e prazer de dirigir, coisa que a GM não dominará nem em mil anos. E se não bastasse, tem o visual, pelo menos do Santana original. Outra coisa que os carros da GM vendidos no Brasil em geral patinam.

            • Paulo

              Basta ler os comparativos da época. Na verdade ainda não achei motivo para que o Santana fosse citado aqui. Dorzinha de cotovelo, talvez, pela homenagem a um carro tão querido em nosso país.

              • thiago_lacerda88 .

                pois é, tem fanboy em todo lugar hoje em dia…

                • Paulo

                  Se duvidar andou de carona quando criança.

    • RicardoP

      E tiveram versões do Monza que estavam a frente de muitos carros da década seguinte, como o Monza Classic automático.

      • Daniel

        E também houve umas raríssimas unidades da versão SR 2.0/S com câmbio Automático. Era principalmente para exportação (Se não me engano VEnezuela) Um esportivo automático faria mais sentido hoje em dia.

      • Lorenzo Frigerio

        A GM tem essa vantagem, um “baú de peças” imenso. Teve até Opala com automatic 4, e mais de 20 anos depois as francesas insistem no AL4.

    • PEDAORM

      Hoje acontece o inverso, visto que em breve receberemos o passat europeu, mas seda grande da GM…

      • Lorenzo Frigerio

        O Passat europeu nunca será fabricado aqui. Ele já não vende muito; não compensa. O mesmo vale para o Insignia e seu futuro sucessor… não virá para cá nem importado. E o Omega, então…

        • PEDAORM

          Não me referi a fabricação, mas pelo menos o Passat será oferecido no mercado nacional, no caso da GM a história é outra…

  • Antonio Falm

    “Revolução” que não passa, já que tem motor monzatec até hoje…

    • DiMais

      revolucionou para muitas décadas à frente, isso que é pensamento a longo prazo

    • Alex J.

      E que continua dando couro em muito carro novo, inclusive na facilidade de manutenção.

  • Antonio_Brust

    O pai de um amigo meu tinha um Monza quando eu era criança. Achava muito interessante aquela luz de cortesia que ele tinha no lado inferior esquerdo da porta do motorista, de cor vermelha e branca.

    • Lorenzo Frigerio

      Coisa de carro americano.

      • Edson Fernandes

        Negativo, o Renault Fluence também possui e é de origem francesa. (O Megane hatch tbm possui).

        • Lorenzo Frigerio

          Os carros americanos tinham isso nos anos 60, talvez já nos 50. É natural que um Monza tivesse. O Renault Fluence é um carro moderno, e luz de cortesia não é característica de carros europeus em geral. Se ele tem isso, é por marketing… devem ter feito isso para os coreanos, e esqueceram de “depenar” ao trazê-lo ao Brasil.

          • Edson Fernandes

            Lorenzo, o meu ex Xsara tem também luz de cortesia. E é um carro de 2000.

            Um ZX possui… um DS possui. Isso é comum em alguns países como a França.

            • Rodrigo

              Não quer dizer que é de origem francesa ^^

    • Gustavo73

      Era dos dois lados.

    • FFS

      Esta luzinha existia até no Corcel I, assim como nos Corcel II, Del Rey e Escort.

  • radiobrasil

    Saudades da GM de bons carros médios nos anos 80 e 90… aí veio aquela lasquera de “Vectra” C em 2005, que NUNCA foi um Vectra de verdade e aí começou a surra na GM nesse segmento.
    Tive muitos carros da marca, mas hoje nada na linha me interessa (Ah.. o Camaro até iria.. mas aí estoura o $$ separado pra gasta com carro aqui)

    • Felippe

      Esse Vectra C é na verdade o Opel Astra, vendido aqui como Vectra, só trocaram o nome

      • Jordan Rodrigues

        antes vamos esclarecer algumas coisas. O vectra C foi lançado pra competir com o passat e audi A4 ou seja estava muito acima do anterior. E o vectra nacional lançado em 2006 na verdade não tinha quase nada do astra H europeu. Ele usava o chassi baseado no astra G e a carroceria do meriva modificada e Motor do Monza. As lanternas e o interior esses sim foram herdados do astra H, porem empobrecido já que o display do computador de bordo era monocromatico ( no europeu era colorido), além de ter uma opção com central multimidia com GPS.

      • Jordan Rodrigues

        antes vamos esclarecer algumas coisas. O vectra C foi lançado pra competir com o passat e audi A4 ou seja estava muito acima do anterior. E o vectra nacional lançado em 2006 na verdade não tinha quase nada do astra H europeu. Ele usava o chassi baseado no astra G e a carroceria do meriva modificada e Motor do Monza. As lanternas e o interior esses sim foram herdados do astra H, porem empobrecido já que o display do computador de bordo era monocromatico ( no europeu era colorido), além de ter uma opção com central multimidia com GPS da siemens se não me engano.

        • Felippe

          quando eu falei do astra me referi ao Opel Astra H e que de Astra só ficou com o design pelo jeito kk, mas valew pelo esclarecimento

    • Jordan Rodrigues

      antes vamos esclarecer algumas coisas. O vectra C foi lançado pra competir com o passat e audi A4 ou seja estava muito acima do anterior. E o vectra nacional lançado em 2006 na verdade não tinha quase nada do astra H europeu. Ele usava o chassi baseado no astra G e a carroceria do meriva modificada e Motor do Monza. As lanternas e o interior esses sim foram herdados do astra H, porem empobrecido já que o display do computador de bordo era monocromatico ( no europeu era colorido), além de ter uma opção com central multimidia com GPS.

    • ViniciusVS

      Antes do Vectra C a Chevrolet tinha o Astra como médio e o Vectra B como grande. O Vectra “saiu de linha” mesmo porque era bem defasado perto do Mondeo/Fusion por exemplo e veio se não me engano o Omega importado para ficar no lugar, Ou Seja o Vectra C é o substituto do Astra pois era vendido como médio e não como grande.

      O erro da Chevrolet na minha opinião foi não tirar o Astra de linha em 2006 e não atualizar a Zafira em 2006/2007 deixando com interior e linha do Vectra C.
      O Defasado Astra 10 anos atrás brigava mais com os “compactos Premium” da época como Polo por exemplo que com os médios , mesmo porque foi no ano que o Santana saiu de linha e chegou o Jetta no lugar, enfim foi uma época que o mercado mudou bem e não vejo espaço para o Astra desde aquela época, tanto que a Chevrolet abandonou o carro até 2011 onde tirou de linha.

  • Eduardo

    Meu pai teve um 86, sedã SLE, 4 portas, dourados real metálico. Era uma loucura para a época. Mas nem pensar em ar-condicionado (sequer um ar quente). Só trocou por um Vectra 1999.

    • LuiGui

      Minha história é parecida com a sua, meu pai tinha um 1984 SLE, 2 porta, vermelho Bonanza. Adorava aquele carro, era silencioso e confortável. E também o trocou por um Vectra, só que um 1998, no qual ele tem até hoje. Ainda tenho esperanças de um dia acha-lo e compra ele de volta.

      • Eduardo

        Cara, eu tava no primeiro ano de faculdade e meu sonho era aquele sedã 2 portas, 1984, vermelho Bonanza. Era a coqueluche do momento.

        • LuiGui

          Saudades desses quebra-vento. O meu pai chegou a colocar faróis de neblina Cibié e a seta transparente. Era beberrão, fazia uns 5km/l de álcool na cidade, mais nuncca deu dor de cabeça.

        • Redpeak77

          Monza, “coqueluche”… faz tempo, hein? heheheh

  • Rodrigo

    Boas lembranças do Monza 1988 do meu pai que depois foi pra minha irmã que trocou em um Monza “tubarão” 1994 (acho) que ela tem até hoje. Bancos muito confortáveis, mas a porta precisa de um guindaste pra fechar (se for na ladeira então…)

  • Magnus Lincoln

    Acho que mais de 90% dos leitores do NA nunca nem viram um carro desse . . . . .

    • CharlesAle

      E pela quantidade de “meu pai teve” . Eles só devem ter vaga lembrança do carro rsrsrs

      • jamilton costa

        O Monza hatch é bem raro mesmo, se colocar de cada dez monza que vi pessoalmente apenas 1 era o Monza hatch.

      • Magnus Lincoln

        Heheheh . . é verdade mesmo . . . . .

  • Ronaldo Santos

    Monza classic tb teve seu lugar!

    • Lorenzo Frigerio

      O Monza Classic é uma coisa bem de 1986, inclusive tinha de 2 cores. Um exagero.

      • Mr. Car

        Também achava um exagero. Exagero de beleza, he, he! Para mim, o Classic “saia e blusa” foi o mais belo de todos os Monza.

  • Philomeno

    O Monza era um carro bem bacana na época…
    Minha tia teve um branco, não lembro modelo
    O comentário que rolava na época é que ele era confortável, “andador” e beberrão

  • Pedro Henrique

    revolução sobre rodas, motor transversal, tração dianteira, motor OHC… que bela revolução em?
    1987, ano final de fabricação do Toyota AE86 (1983~1987) motor longitudinal, tração traseira, motor DOHC 16v Twin cam com injeção…

    quem virou lenda? :)

    • Trambique

      em qual carro era usado esse motor toyota AE86?

      • Pedro Henrique

        corolla levin e sprinter trueno

        • Lemming®

          E que por “acaso” é o astro do anime Initial D. O piloto é o coadjuvante…hehe

          • Pedro Henrique

            não é a toa que tem dedo do keiichi tsuchiya lá… hahahaha

        • Edson Fernandes

          Poxa… mas no Brasil ele seguiu algumas evoluções.

          A VW só veio com os motores da linha AP para justamente justificar a superioridade mecanica perante ao campeão de vendas Monza. (que em materia de conforto era fantastico).

    • Lorenzo Frigerio

      O Fiat 147 já tinha motor transversal OHC em 1977. Mas era um carro de má qualidade. Vastamente superior ao Fusca, porém.

    • Fernando Fagundes

      Esse Toyota foi fabricado no Brasil?

      • Pedro Henrique

        infelizmente não :/
        ele foi vendido que eu saiba em mercados da asia (principalmente japão já que foi produzido lá e exportado pra outros mercados), UE e EUA.
        os Toyota AE86(hachi roku) foram produzidos na década de 80

        A Toyota no brasil só fabricou veículos maiores até a década de 90 quando houve a abertura do mercado e ela começou a importar outros veículos…

        A planta da toyota no brasil foi a primeira da empresa fora do japão, isso em 1958, mas só produziu land cruiser, bandeirante.. até 1998 quando começou a fabricar o corolla (ou seja, 11 anos após o fim da fabricação dos lendários AE86)

        • Fernando Fagundes

          é que a matéria fala de revolução em se tratando de carros fabricados no Brasil e considerando desta forma o monza foi uma revolução.

          o conjunto mecânico dele, a plataforma, eram modernos pra época

          • Pedro Henrique

            na verdade a matéria fala de um carro que foi lançado primeiro na europa como opel e depois virou global atingindo assim o Brasil :D
            na europa venderam sim os Toyota AE86.

            no Brasil ele fez sim revolução, mas para se ter uma idéia do atraso do Brasil na época, só um motor DOHC ja é mais que essa revolução.

            além de que, isso em opinião minha, o carro perder tração traseira não é revolução… considero como um barateamento do custo de produção.
            ressalto, não digo que o carro é ruim, só que ele não é isso tudo também, tem pontos bons e ruins, o painel digital por exemplo, excelente ponto (levando em consideração a época, apesar de eu gostar infinitamente mais dos analógicos)

            • Fernando Fagundes

              Olha o contexto em que está inserida a expressão “revolução sobre rodas”:

              “Estava sendo gerada uma “Revolução sobre Rodas”, conforme a capa da revista Veja de 1982. Ele era bem mais moderno que os dois produtos da Chevrolet até então, tendo motor transversal (segundo do tipo após o Fiat 147) e tração dianteira.”

              O mérito está justamente na GM trazer um projeto moderno e mundial para o Brasil, trazendo algo realmente novo para seu catálogo e para o mercado brasileiro, como um todo.

              Mundialmente não era o que havia de melhor, mas no Brasil ele foi um carro desejado por vários anos, era o sonho de consumo da classe média.

  • Paulo

    Imaginei que fosse da 4R este texto. Esdrúxulo, como tem sido há muito tempo. Sobre o Monza, este estará eternamente nos corações brasileiros. Robusto, bonito e confortável. Marcou gerações.

  • DiMais

    tá vivo até hoje no coração de seus herdeiros

  • Ediomar

    Meu avó tem um Monza Classic Se 89 2.0 desde 0 km,ele é a álcool,pensa num carro arretado pra andar,sem contar que é completo e muito bonito por ser branco com os para-choques cinza,o conforto ao rodar não se acha em muito carro 0 km de hoje em dia,a antena elétrica é um charme a parte junto com o toca fitas Bosch original de fabrica.

  • Daniel dos Santos

    Saudades do meu Classic 500EF

    • radiobrasil

      Foi o primeiro GM com injeção eletrônica, se não me engano…

      • Daniel dos Santos

        Foi o GOL GTI

        • Paulo

          Exato. O primeiro GM com injeção foi o GOL GTI. Deslize do radiobrasil. hehehe

  • Gustavo73

    Meu pai teve uma série de Monzas, do hatch 2 portas SL/E à álcool ao Classic 500 EF. Foi um carro que marcou época.

    • Edson Fernandes

      Uauuu! um EF!!!

      Meu tio teve um Classic “Comum” mesmo. Tinha até ar condicionado. Foi a primeira vez que vi isso em um carro. O fato de rodar em um calor absurdo em um carro que tinha ar era impressionante.

      Sempre admirei qualquer versão Classic do Monza. (principalmente os modelos 2.0 com injeção eletronica que são raridades assim como o EF que também é 2.0 IE).

      • Gustavo73

        Sim, um 500 EF preto duas portas. Nosso primeiro carro com bancos em couro e injeção eletrônica. Um senhor carro para a época. Antes ele tinha um SL/E 2.0 carburado (vinho). Comprou com menos de um ano de uso, depois que a compra de um Monza SL/E tubarão 0km deu para trás.

        • jamilton costa

          Tive um Monza Sedan SL/E 1990 marrom , lembro que comprei ele em 10 de Junho de 2012. Foi meu primeiro carro, tinha juntado dinheiro com o meu trabalho de supermercado como empacotador desde dos 16 anos e mais um ano de ajudante geral em um mercadinho. Comprei de um senhor e me vendeu por 8 mil reais sendo que foi 4 mil meus e outros 4 mil emprestado do meus pais que paguei em suaves prestações. Estava tão conservado que até o rádio era original, a unica coisa negativa dele era o consumo devido ser alcool fazia em media 5 km/l. Fiquei com ele uns setes meses até ser roubado em São José dos Campos. Uma pena, mas guardo na memória esse periodo com ele.

          • Gustavo73

            Cara que s#c@nagem roubarem o bichinho. Ainda mais estando inteiro como você disse. Também tenho boas lembranças dos Monzas aqui de casa. Inúmeras viagens pelo Brasil. Foz do Iguaçú, Caldas Novas, Fortaleza, Salvador e muitas para o interior de Minas. Carro valente e confiável nos levou e trouxe sempre com segurança e conforto.

            • jamilton costa

              fiquei muito triste, fui numa festa e passava das meia noite, olhei um já dentro dele, quando fui chegar perto do carro só ví o comparsa dele me apontar o revolver e falar para não fazer nada, fiquei imovel e só assitir eles entrarem nele e irem embora. Fiz o BO na Delegacia por roubo, mas como meu pai falou, muitos roubam carros mais antigos para desmanche, que é muita sacanagem.

              • Gustavo73

                Infelizmente foi melhor não fazer nada mesmo. Afinal nenhum bem vale sua vida. Se o carro eatava inteiro do jeito que você falou, não duvido de ser desmanchado. Valia mais. Pevas principalmente de acabamento são bem difíceis de encontrar. Meu pai ainda mantém o 500 EF, mas dorme na rua(com capa). Em algum momento dos anos 2000 roubaram aos dois retrovisores. Ele teve que colocar o do tubarão mais arredondado (apesar de encaixar perfeitamente e funcionam os comandos elétricos). Uma vez comigo bateram de leve na traseira. Rachou uma das lanternas, fui procurar uma nova, além de quase impossível o único lugar que achei me pediram 1500 reais isso lá para 2005. Achei um cara que acertou a original.

  • motstand01

    Devo ser um dos poucos que prefere o Monza hatch ao sedan. O único Monza hatch do mundo com 2 portas. Ainda assim, o Ascona hatch europeu com 4 portas é o “Monza” mais harmonioso, na minha opinião, especialmente o SRE. Fora isso, o Monza teria sido ainda mais brilhante no Brasil se tivesse as versões conversível e perua que existiram lá fora – no caso da perua, só na Austrália e Inglaterra, como Holden Camira Wagon/Vauxhall Cavalier Estate.

    • Mr. Car

      Encontrou outro. Acho o Monza hatch muuuuuuuito mais bonito que o sedã.

      • Lemming®

        E eu acho o Cavalier mais bonito que o Monza…rs
        Tenho a 4 Patas que compara os 2….hehe

        • Mr. Car

          Falo dos nossos Monza, he, he!

        • Gustavo73

          Vinho.

      • ltd76

        Mais um aqui, gosto mais do Hatch também. Pena que não tivemos ele aqui com 4 portas.

    • Ediomar

      Dá uma olhada nos preços do Monza especialmente os SR,tá aumentando muito rápido o valor dos que estado em excelente estado,não sei se você já assistiu no youtube os videos do LCDBEST,o cara tem uma coleção de SR,infelizmente ele faleceu mas parece que os carros estão sendo muito bem cuidados.

      • motstand01

        Resolvi procurar sobre o LCD, nunca tinha ouvido falar. O canal é realmente muito bom, obrigado pela indicação! Uma pena que ele tenha tido um infarto justamente dentro de um de seus amados carros. Pelos poucos vídeos que pude ver, o cara era o guru dos Monzas. Depois dos Escorts (tenho um desde 0km), acho que meus antigos preferidos são os Monzas. Certamente ainda terei um e há de ser um hatch. Abraços.

  • Zazula

    Parabéns ao NA pela ótima matéria… Recordar é viver!!

  • Colorado

    meu pai teve seu primeiro Monza em 1986, vermelho, acho que era o top da época, ate seu ultimo Monza 650 em 1996, teve uns 10 eu acho, o veio gostava do Monza, acho que a maioria aqui que tem mais de 30, o pai teve um Monza uma vez na vida

  • Thiago Porto

    Época Boa, que a GM fazia carros!

  • Fábio S

    Meu pai teve um SLE 1985 verde-água 2 portas (comprado em 88 c/16.000km), por anos e anos. Foi vender só em 2001, quando comprou um Vectra. Aqueles bancos não tinha igual, só perdia pro Opala. Interior preto com pano cinza e o tecido era muito bom. Silencioso e claro gastão(1.8 álcool). Deixou Saudades. Para a época era um baita carro. Pena não ter tido dinheiro para comprar um Classic SE 1992 com painel digital, éramos loucos por ele.

  • FFS

    O Monza era O carro na época. Luxuoso, confortável… Difícil achar um inteiro hoje.

  • Mr. Bola de FOGO!

    Não vou elogiar, se não a chevrolet não fará carros novos, vide o Celta.

  • Ricardo

    Monza era o carro mais moderno da época até ser lançado o Santana e humilhá-lo!

    • Paulo

      Menos, bem menos! Eram equivalentes, cada um com suas qualidades.

      • Ricardo

        Talvez não bemmm melhor, mas com certeza era superior em todos os quesitos.

        • Paulo

          O Monza 500EF, comparado ao Santana EX, versões tops, o Monza foi mais veloz, mais rápido no 0-100, motor mais moderno, o câmbio era mais bem acertado e, além de tudo, era mais confortável e econômico. O Monza tinha coluna de direção ajustável, computador de bordo… e também era menos ruidoso. Em frenagem ganhou em algumas passagens e perdeu em outras, dependendo da velocidade. Enfim, o Santana não era melhor em todos os quesitos. Nem de longe.

          • Ricardo

            Nunca, mas nunnnca, o Monza ganhou uma avaliação contra o Santana, tinha várias 4 Rodas da época e o Monza tomava pau em todas as comparações, ainda mais do Santana EX que tinha motor do Gol GTi e foi um dos melhores e mais bonitos carros já feitos no Brasil

            • Paulo

              Basta procurar o comparativo. Enfim, este é um post que relembrou um dos carros mais memoráveis e queridos da nossa indústria. Tem quem o prefira assim como tem quem prefira o Santana. Questão de gosto.

          • Ricardo

            Talvez esse seja o único modelo e ano que superou o Santana, que logo após com sua nova geração voltou a dar pau no Monza.

            • Paulo

              Não fale o que não sabe porque tem mais gente lendo.

              • Ricardo

                Esse deve ser de um MonzaClub.

                • Paulo

                  Não. Já tive Monza, Santana… E sei do que estou falando. Já o srzinho tem perfil de fanboy do gol GTI e acha que todo VW motor AP é invencível.

                  • Ricardo

                    Cara! Em 10 ou mais anos de disputa entra Santana e Monza, em uma única versão e ano o Monza foi melhor que o Santana e vc fica dizendo que o Monza foi mais carro que o Santana!

                    • Paulo

                      Kkkkkkkkkkkk

                    • Paulo

                      Você nem sabe o que fala! Calado é um poeta.

  • André Maia

    Uma amiga minha tem um preto Alcool não sei o ano, mas andei bastante em 2006 com o monza, bom de andar e confortável. Desde lá o carro tá abandonado na garagem dela, tem até roda de liga original.

  • João Vicente Amorim de Araújo

    Carroça, quanta defasagem esse país…

  • duhehe

    1985 1.8 106cv com etanol

    Eita lasqueira, 30 anos se passaram e a GMB não fez nada melhor até hoje.
    Assim fica dificil da GM ver 1 real do meu bolso.

    • Felippe

      pior do que o motor estar defasado, são os carros que ele equipa

  • Rodrigo Alves Buriti

    E lembrar que pai teve um 96, GLS, último ano do mesmo, cinza grafite….gostava muito dele.
    Sendo que, entre todas as cores disponíveis para o tubarão, o que mais me atraia era a cor Camaleão (não sei o nome correto), e meu tio tinha um dourado (outro muito bonito).

  • alixgracus

    Esqueceram de falar do Classic SE 500 EF, de 1990, primeiro Chevrolet com injeção eletrônica no Brasil, e que alcançava 116 cv, sendo o Monza mais rápido.

  • Edson Fernandes

    Só uma correção da noticia: O Kadett em sua versão esportiva começou com a GS (porque era carburado), depois de 1992 que veio a injeção eletronica (em 1991 no Kadett GS”I”) que então era esse.

    Além de contar com a versão conversivel que era pintada e configurada na italia e voltava ao Brasil. Custava 4x mais que a versão original…rs (SL/E)

    • Paulo

      Desconsidere textos da 4R. Nunca vi uma revista que se diz especializada (deixou de ser na década de 90) cometer tantas gafes grotescas. Chega a ser ridículo.

      • Edson Fernandes

        Isso é verdade. Eu não sou fã exatamente de um carro apenas, ou marcas, mas gosto das historias de alguns modelos…. incomoda saber que diante de um carro como o Monza que possuiu versões admiradas por quem conhece o modelo não ser citada.

        E falando do Monza hatch ? Cade os detalhes que fizeram toda a diferença? Aquele painel que tinha até indicação da carga de bateria que era uma coisa deveras interessante que hoje simplesmente vc percebe que a bateria está morrendo porque o carro começa a ficar fraco….

  • Pedro Cunha

    Na verdade as versões do Hatch eram “L”, “SL”, “SL/e” e o esportivo “S/R”.
    As versões “L” eram as mais espartanas da linha. Disponíveis para sedã e hatch, hoje são extremamente raras, pois na época e com o passar dos anos, os proprietários aos poucos equipavam com frisos, acabamentos, volante, painel e rodas das versões superiores. A foto que segue abaixo é de um hatch “L”, ano 1986. Além do visual externo, o interior não tinha console, o câmbio de 5 marchas era opcional, o volante contava com apenas 2 raios e tinha o aro bem fino(parecendo o “bumerangue” da linha VW).Enfim, hoje um desses conservado e original, vale quase tanto(ou mais) que um versão “S/R”.

    • ltd76

      Se não me engano, quando foi lançado eram as versões L e SL/E. Depois de alguns anos, a SL substituiu a L, assim como aconteceu na linha Opala. Realmente um mpdelo com esse da foto é raro de se achar.

  • Agenor Souza

    O Monza nos EUA chamava-se Cavalier…não era MOnza…

  • Mr. On The Road 77

    Lembro quando meu pai comprou um Monza Hatch SL/E. Fui contar pros meus amiguinhos na escola todo bobo. Falei: Meu pai comprou um Monza ! Aí apareceu um mané é perguntou: é Classic?
    Não… – Respondi com cara de bunda. :_(

  • Daniel

    E também houve umas raríssimas unidades da versão SR 2.0/S com câmbio Automático que pouco é comentado. Era principalmente para exportação (Se não me engano VEnezuela) Um esportivo automático faria mais sentido hoje em dia.

  • Vanderley Almeida

    Será esse motor de 106 CV de 1983, o usado ainda hoje? Rsrsrsrs

  • ltd76

    Uma correção, existiram sim modelos SL e SL/E Hatch 87, mas venderam muito pouco, hoje são moscas brancas do olhos azuis. Em 88 sim, o S/R foi a única versão do hatch.



Send this to friend