
A própria Chrysler revela como ela estaria “frágil” e “perigosamente perto de uma ruína financeira”. O CEO da empresa, Bob Nardelli, comenta sobre o assunto, detalhando que a Chrysler precisa urgentemente de uma injeção de dinheiro, senão não vai conseguir durar nem até o final desse ano.
O terceiro trimestre de 2008 foi especialmente doloroso para a empresa, perdendo mais de 3 bilhões de dólares só nesses três meses. Então, Nardelli pede por 7 bilhões de dólares urgentemente, pois a empresa tem bilhões e bilhões de dólares em obrigações financeiras, ou seja, tem de pagar funcionários e fornecedores, planos de saúde, pensões, etc.
Essas obrigações financeiras são de 4 a 5 bilhões de dólares por mês, gastos totais de 20 bilhões de dólares por ano com planos de saúde e 35 bilhões por ano para dar a fornecedores diversos.
[Fonte: freep.com]
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Hodney Souza
21/11/2008 as 12:24
“pois a empresa tem bilhões e bilhões de dólares em obrigações financeiras, ou seja, tem de pagar funcionários e fornecedores, planos de saúde, pensões, etc.”
Esta é a verdadeira situação das montadoras americanas. Excesso de funcionários, plantas de produção excessiva para determinados segmentos automotivos, até previdência as montadoras tem!
As japonesas estão bem assim porque não sofrem desse peso administrativo e social.
Até banco para financiar casa própria as montadoras americanas tem.
Se não houver uma restruturação total das montadoras e abrir mão desse “paternalismo” as montadoras americanas não vão durar por muito tempo.
Hoje em dia para se consolidar não é preciso apenas construir bons carros e sim rever a politicas de metas.
Os carros atuais americanos são excelentes aceitemos ou não. Tão bons quantos os japoneses e europeus, o problema é que o sistema de produção é pesado demais e isso prejudica o retorno. :hauhau:
Rafael FM
21/11/2008 as 12:56
ISSO SE CHAMA EMPRESA GASTONA, CEO SEM NOÇÃO SEM JUIZO… MA ADM MA AMD MA ADM MA ADM MA ADM……….>>> :rayban:
cordigital
21/11/2008 as 15:54
[Comentario #120051 sera citado aqui]
Foi o que eu disse, o problema das americanas, vem do passado, até culpa do governo, porque lá apolitica é ou era, que a empresa sustenta a previdencia desses empregados, então, agora que aperta, não tem como cortar isso, sem contar as fabricas em excesso e muitas ultrapassadas em termos de produção.
WPrado
21/11/2008 as 22:46
Ñ eh Chrysler, eh Chryser