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Citroën SM era um esportivo à frente de seu tempo

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Citroën SM

Sofisticado, inovador e potente, assim pode ser descrito resumidamente o Citroën SM. O cupê esportivo da marca parisiense esteve à frente de seu tempo e revelou tecnologias que só seriam aplicadas décadas depois.

Em 1961, a Citroën lançou o projeto “S” com o objetivo de criar um esportivo estilo Gran Turismo a partir do inovador DS. Vários protótipos foram desenvolvidos, mas não havia um propulsor bastante potente para tornar o carro altamente competitivo.

No ano de 1968, a Citroën adquiriu a Maserati e com o tridente veio um poderoso motor V6 2.7. Com isso, o projeto S estava completo e dois anos depois, surgia o Citroën SM. A designação ainda é alvo de dúvidas, pois há várias interpretações para as duas letras, sendo algumas tais como “Sports Maserati”, “Sa Majesté”, “Série Maserati”, entre outras.

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Citroën SM – suspensão baixa

Incomum

Com 4,89 m de comprimento, 1,83 de largura, 1,32 de altura e 2,90 de entre-eixos, o Citroën SM era grande e espaçoso, tendo frente baixa com os peculiares faróis amarelos (seis no total), boa área envidraçada, colunas C muito largas e as rodas traseiras cobertas. Não havia grade entre os faróis e sim uma lente que cobria todo o conjunto. A placa ficava dentro deste espaço.

A tampa traseira era enorme, assim como o vidro, mas o SM ganhou dois exemplares targa feitos pela Heuliez. As rodas tinham partes em aço inox, mas havia opção de liga leve em resina de fibra de carbono, algo visto apenas em hiperesportivos mais atuais. A carroceria tinha detalhes em aço inox e o capô era de alumínio aeronáutico. A aerodinâmica era eficiente, tendo 0,26 de coeficiente.

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Citroën SM – suspensão alta

O interior era bem esportivo e luxuoso, tendo como destaque o volante oval de raio único, a alavanca de transmissão com base cromada, retangular e transversal. Outra coisa incomum era o acionador do freio em formato circular e preso à parede de fogo.

O rádio, por exemplo, ficava entre os bancos dianteiros. Os faróis eram direcionais, algo que poucos carros têm hoje em dia (vetados nos EUA, onde ele era vendido com lentes fixas). Além da suspensão hidropneumática e autonivelante herdada do DS, o Citroën SM tinha também um circuito de freio integrado com discos nas quatro rodas, sendo que os dianteiros eram internos, mas a eficiência era descrita como uma das melhores da época.

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Citroën SM – painel

DIRAVI

Mas o Citroën SM tinha ainda algo que influenciaria diretamente o condutor, a direção DIRAVI. Ela não era uma simples direção hidráulica, mas um conjunto totalmente hidráulico e que fazia parte do mesmo circuito de fluído dos freios e da suspensão hidropneumática. O volante não tinha conexão física com a caixa de direção e a tecnologia permitia passar por buracos, ondulações, estouros de pneu sem alteração direcional, nem mesmo nas rodas.

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Citroën SM – interior

Bem direta, ela precisava de apenas duas voltas de batente e batente, bem como possui um retorno automático que impedia que o condutor tirasse as mãos do volante nas saídas de curvas. Era leve em manobras e progressiva em alta velocidade, mas necessitava de tempo para adaptação do motorista. Diziam que até 80 km depois, já se conseguia dirigir com tranquilidade. Estranho também era que a direção sempre voltava ao centro quando o veículo estava estacionado.

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Citroën SM – raio-X

Motor

O motor V6 2.7 da Maserati entrega 170 cv e podia vir com transmissão manual de cinco marchas ou automática com três, mas este só apareceu em 1972. O Citroën SM podia ir de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos e tinha máxima de 220 km/h. Esse V6 italiano ganhou uma versão com injeção eletrônica que entregava 178 cv e teve uma variante 3.0 com 180 cv.

O SM era estranho mesmo sob o capô. O motor era posicionado ao contrário em relação à frente, sendo que o câmbio ficava próximo do radiador e o diferencial entre eles, provendo assim tração dianteira. O compartimento ainda contava com seis esferas verdes do sistema hidráulico da direção, freios e suspensão.

O Citroën SM também experimentou um V8 da Maserati quando serviu de mula para o Quattroporte II, entregando 260 cv. Ele testou igualmente um V6 Biturbo, atingindo 325 km/h e batendo o recorde em Bonneville Salt Flats, Utah, EUA.

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Citroën SM – lateral

Fim

O Citroën SM era o modelo topo de linha da marca francesa e era evidentemente muito caro. Mas com a Crise do Petróleo, as coisas ficaram muito ruins para a empresa, que acabou sendo comprada pela Peugeot. No ano seguinte, a montadora vendeu a Maserati. Tendo vendido somente 115 exemplares nesse ano, o inovador esportivo saía de cena.

Um dos motivos para sua saída era a manutenção, que tinha de ser duas vezes especializada, pois de um lado tinha a tecnologia exclusiva da Citroën, enquanto do outro era necessários cuidados especiais para ajuste do V6 da Maserati. Problemas de manutenção foram frequentes, mimando as vendas.

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Citroën SM – versão targa feita por Heuliez

Ao longo dos cinco anos de mercado, o Citroën SM ganhou variantes conversível (MyLord), quatro portas (Ópera) e presidencial, usada por autoridades da França e da Europa, mas feitas fora de série. Várias versões especiais foram criadas por designers independentes, assim como modificações de direção na Austrália e Reino Unido. Basicamente saía de linha como um grande cupê, que sem dúvida marcou época e deixou um legado tecnológico importante.





  • Fábio

    Percebo que muitos detalhes nesse carro e naquela época, são usados nos carros de hoje, e o coeficiente aerodinâmico é impressionante! Citroen sempre criativa, o carro é show!

    • Pedro Rocha

      Tive a satisfação de ver um ao vivo no XXV Encontro de Veículos Antigos do Rio de Janeiro, que foi realizado neste último fim de semana. Ele realmente se destaca perante os outros pelo design heterodoxo.

      • Edson Fernandes

        Esse e o XM se destacam mesmo. Ainda mais no Brasil!

        No meu mecanico tem um XM vinho inteiro!!! Impressionante ver que aquele carro tem ar condicionado digital de duas zonas!!!

  • GDG

    Quando eu leio essas matérias sobre a Citroën e a Peugeot, mostrando que antigamente eles estavam a frente de MUITA gente em tecnogia e performance, me sinto lendo uma história mitológica. Vendo o que essas marcas são atualmente, é difícil acreditar que um dia foram assim, mesmo lendo apenas fatos kkk.

    • Fábio

      Ué, qual o problema delas atualmente? Os carros delas são ruins?

      • GDG

        Não, o que é isso, são todos maravilhas da engenharia francesa. Fiquei até sabendo esses dias que se juntaram Mercedes, Audi e BMW para infiltrar um espião na PSA pra roubar as tecnologias da mesma.

        Falando sério, não escrevi em nenhum momento que os carros da PSA são ruins.
        Agora, acho que tem um ENORME abismo entre uma marca ser pioneira em tecnologias, fabricar carros com performance que para época era considerado um absurdo e ser uma fabricante de “bons meios de locomoção” que é o que essas marcas são hoje em dia.

        • 4lex5andro

          no caso nao tanto a psa, mas a citroen mesmo , tem um historico de inovaçoes ..

          dois exemplos classicos: o ds (pioneiro no uso da suspensao hidropneumatica, invento que apesar de caro, davá muita segurança em uma epoca que nao exisitia controle eletronico de estabilidade) ..

          e o traction avant , ditou o modo de traçao dos carros de passeio a partir de entao (mesmo considerando a preferencia americana por barcas de traçao traseira)..

          e o proprio sm, com um coeficiente aerodinamico ate hoje dificil de encontrar em carros modernos ..

        • oscar.fr

          Mas nem nesta época do DS e SM as marcas do grupo PSA eram comparáveis às alemãs que tu citaste. Agora, me diga o nome de uma marca generalista muito a frente da PSA? Fiat? É preciso comparar o comparável. Mesmo em termos de Brasil a PSA sempre ofereceu tecnologias interessantes e um requinte bem acima da média para o preço que cobra. Agora, se tem proprietários e concessionários que não sabiam fazer a manutenção do carro, isto é outros quinhentos. Por exemplo, o Marea é um carro ruim porque os mecânicos da Fiat fizeram merda? Claro que não.

          • Edson Fernandes

            Como não? Se olhar revistas alemãs de epoca verá que SEMPRE disputou. Agora… antes como aqui no Brasil, o patriotismo nõa era exarcebado o que conferia uma certa competividade mais saudavel. Os Citroen em questão sempre tinham como elogios a suspensão e a critica sobre manutenção.

            Atualmente são criticados por terem uma linha premium (DS) só que suando cambios automaticos de 6 marchas em uma linha onde deveria se concentrar cambios mais eficientes.

      • O problema é que essas marcas não conseguiram criar uma imagem de marca. Algo que outras marcas, como Mini, Audi, dentre outras conseguiram. Um exemplo, quando essas marcas chegaram no Brasil, a Citroen tinha a Picasso, que junto com a Renault scenic tinham um ótimo mercado. Essas duas marcas eram a mesma coisa que Toyota e Honda, ou seja, poucos conheciam, e menos pessoas ainda tinham confiança nessas marcas. Quase 20 anos depois Toyota e Honda se tornaram referencia no Brasil, seja nos produtos visto como mais qualificados (não estou falando de quantidade de equipamentos nem preço) e um pós venda melhor, algo que as francesas não conseguiram. O fato não é você ter um produto melhor e sim passar a imagem de melhor, sendo que em pesquisas as japonesas sempre são bem vistas pelos próprios clientes (opinião de quem não é cliente não tem muita importância), eis porque quem compra Toyota ou Honda ao trocar de carro costuma permanecer na marca, já as francesas não conseguem fidelizar os próprios clientes.

    • FocusMan

      Me desculpe mas o culpado por isso foi o mercado consumidor.

  • Gustavo73

    Não se pode negar a originalidade doa projetos franceses. Assim como o desenho dw certa maneira de vanguarda. Esse considero que se perdeu no tempo, apesar de termos rompantes volta e meia. No meu primeiro Salão do Automóvel, lembro do XM (se não me engano vinho) exposto, com destaque para a suspensão refletida por espelhos. Tinha linhas retas em uma época de curvas, ou de ver um Xantia lidar com ondulações na pista como se não fosse “nada” enquanto carros “comuns” sofriam. Infelizmente a complexidade de suas criações e a digamos extravagância de seu desenho não tenham dado frutos mais longevos.

    • RenatoAkira

      Muita gente reclama que os franceses pararam de inovar, mas quando tentam… ninguém compra e ainda reclamam que é diferente, que vai ficar caro.

      Citröen C6 e C5 tinham suspensão pneumática, 208 tem um painel elevado e tem gente que critica mesmo antes de testar o carro, C3 e o parabrisa Zenith (muita gente com medo de quebrar), C4 THP Flex vendendo menos que o Cruze, os franceses foram um dos pioneiros a trazer carros multiplexados e ganharam a fama de “eletrônica complicada”.

      Uma marca francesa por aí também não vendia muito quando trazia os carros alinhados com a França/Inglaterra, a solução? Entregar projetos mais simples e espartanos.
      É ver o número de vendas de um Sandero perto do Clio e da Megáne Grand Tour perto do Duster.

      O mercado brasileiro tem mania de reclamar por andar em “carroças sem tecnologia”, mas infelizmente, é o que merecemos. Ainda bem que nem todas desistiram de trazer projetos modernos, como o UP Tsi.

      • oscar.fr

        Um dos comentários mais sensatos que já vi aqui no NA.

      • HENRY ME

        Infelizmente é verdade.

      • zekinha71

        Mas olha as vendas do up! esse mês, está caindo pela tabela, e olha a modernidade dos 2 primeiros.

        • Bittencourt

          Mas ai entra a questão do preço também, o Up! é muito caro para o que oferece.
          Quando trazem mais, por um preço “competitivo”, as vendas ocorrem, vide Ka e HB20.

        • FocusMan

          O problema do Up é o tamanho. Ele é inviável como único carro de uma casa.

      • FocusMan

        Falou tudo.

        A culpa da falta de inovação é do mercado consumidor.

        A indústria hoje em dia fabrica o que as pessoas querem comprar. Poucos tem coragem de forçar o consumidor desejar seus produtos, como a Apple fez muito bem no passado.

  • Andre Hidibertte Pereira

    Muitos erros de português.

    • GRANMA

      Problemas de português foram frequentes (mimando) a materia.

  • Zenari

    Aqueles bancos… :O

  • Gabriel

    Feio de mais, não sei se na epoca achavam bonito ou não kkkkkkk … Mas i interior dele, é bonito e sofisticado nem parece um carro do final dos anos 60

  • Gustavo Miranda

    Os carros dos anos 70 podiam ser bem menos seguros, mas talvez o mercado mundial nunca mais vai ver tamanha diversidade tecnológica e de design entre marcas novamente…

  • Pedro Cunha

    Um legítimo e honrado portador do duplo chevron da Citroen.
    Magnífico, lindo, moderno, elegante… Um carro de altíssimo nível como poucos na história mundial.

  • Don Ratao

    Citröen fazendo citroenices desde sempre.

  • Bittencourt

    Impressionante…

  • PONCIO PILATOS
  • FocusMan

    Esse carro é tão bomba que até hoje o Joia sobre Rodas não teve coragem de tocar em um para reformar.

    • Edson Fernandes

      Mas é um sistema realmente complexo.

      Essa ligação de voltante, suspensão e cambio, é de dificil acesso e para manutenção é algo complicada. Principalmente pensnado no periodo atual, pouquissimos mecanicos já viram algo assim e os que viram estão bem mais velhos.

      Ouso dizer que é mais facil clocar algo mais simples para conseguir rodar do que manter o que existe nesse carro. Para se ter ideia, mesmo os Xantia que rodam hoje em dia, são modificados nesse aspecto. O Xantia tinha 10 esferas na variante turbinada e 6 nas demais. Nessas que possuem 6 esferas, é tranquilo porque essa peça foi combinada inculsive com o ultimo recente produto que usava essa tecnologia: O C5. Mas o turbo? Esse sofre pq é o mesmo sistema do SM que por sí só evita até o movimento da carroceria (na verdade a suspensão compensa o movimento) e por isso é carissimo e raro achar quem saiba mexer.

      Acho que apesar da tecnologia aplicada, faltou a Citroen facilitar a manutenção com manuais tecnicos para manutenção… algo que a fabricante começou a fazer apenas em 1990 se cnoncentrando em numero de modelo de peças e part number da produção.

      Ela era muito desorganizada antes disso apesar de ter essa repercussão toda.

      • FocusMan

        Imagino como deveria ser na década de 70.

        Conheço um mecânico especializado em Citroen e hoje em dia é até tranquilo dar manutenção nos Xantias. Mas volta e meia quando eu estava la eu via ele condenando carros.

        Ele falava para o dono… olha seu carro vale 5 mil, não vale a pena consertar. Vende para o ferro velho. E eram carros até bonitos ainda.

        • Edson Fernandes

          Então, tudo depende de como está o carro e sua paixão por ele.

          O que costuma em carros do passado da citroen dar problemas: Suspensão.

          Essa brincadeira vai de 1000 a 2000 por vez no mecanico. Só a exemplo, um Megane (para não sair de “franceses”) para fazer a suspensão se gasta 500 reais.

          Isso que eu estou citando carros que possuem CAT (que faz a conversão das rodas traseiras através de sistemas de buchas especificas). Os que possuem o sistema de esferas e são pneumaticos, o custo é bem maior. Estamos falando de 2500 para cima.

          Se for um especifico e antigo como o caso do SM ou Xantia turbo, estamos falando na casa dos 5000… E então, um carro como um Xantia que custa um em bom estado seus R$14000…. R$15000… R$5000 de manutenção é para assustar o dono.

          Ele vai repensar porque, porque é um carro que se for de uso diário, dará mais frequencia de oficina. Então ou esse cara tem um “pois é” para rodar no dia a dia ou vai gastar mesmo para manter esses modelos.

          • FocusMan

            Então, aqui em Salvador um Xantia em muito bom estado vale entre 5 e 8 mil reais. Inviabiliza completamente dar manutenção neles de maneira correta. Dá até pena, pois é um ótimo carro. !

  • Edson Fernandes

    Eber, no caso desse carro, eram 10 esferas e não 6. Pois ele tinha ajuste direcional para evitar o desequilibrio da carroceria (tanto que o sistema posteriormente foi para o Xantia turbo, pois os 2.0 e V6 eram 6 esferas).

    Talvez, as primeiras versões fossem de 6 esferas, mas eu tenho praticamente certeza que todos sairam com 10 esferas.

    • Fernando Coelho

      Edson, acompanhei toda a discussão sobre esta matéria e posso afirmar, por um colega que teve um Xantia Hydroactive e o meu tio que teve um C5, que o maior problema da suspensão destes carros no Brasil são as bolsas de ar, que não resistem a buraqueira das ruas. Nos carros mais atuais a vir com o sistema, a parte hidráulica é bastante confiável, só necessitando manutenções periódicas normais, porém as bolsas não resistiam ao buracos. O meu colega do Xantia teve 2 bolsas estouradas de uma só vez, no lado direito, ao pegar uma cratera na estrada em Minas Gerais, e o meu tio tinha problemas constantes com as bolsas dianteiras do C5 que não resistiam os buracos entre Mairiporã e SP. Quando ele percebeu que não dava para ter um carro civilizado, partiu para a Pajero e acabaram-se os problemas de suspensão. Mas ambos citam que os Citroëns com suspensão ativa são os carros com o melhor comportamento dinâmico que já tiveram. Até hoje, com mais de 6 anos de C5 vendido, meu tio fala que ele era o melhor carro que ele teve para fazer viagens, um verdadeiro avião. Triste ver que por conta de má aplicação das “verbas públicas” nosso país seja “obrigado” a desconsiderar tecnologias avançadas que vigem bem em outros países.

      • Edson Fernandes

        Mas vem cá…. até hoje eu não entendo como todas as fabricnates que usam essa solução (de bolsas de ar) não protegem justamente a bolsa.

        Isso para mim que é bizarro.

        • Fernando Coelho

          Eles teriam que “tropicalizar” as bolsas, mas aí mudaria toda a engenharia de trabalho da suspensão. Muito $$$ pra eles! (irônico).

  • Vattt

    Sou fã incondicional do DS5 e dos antigos DS, sem falar dos Citroens XM, do C6, do C5( C5 versão atual apenas). Sem sombra de dúvidas gostaria de ter alguns muitos exemplares da Citroen em uma garragem!!! Não me lembrava desse modelo mas vou pesquisar mais sobre o SM.

  • Garuda

    Citroen sempre foi uma marca á frente de seu tempo