
Com a liberação de US$ 8 bilhões pelo governo americano, Ford e Nissan vão desenvolver novos modelos elétricos para disputar o novo e promissor segmento no mercado americano.
A Ford vai receber um montante de US$5,9 bilhões, enquanto a japonesa Nissan poderá utilizar US$1,6 bilhão.
Outra empresa que recebe esse empréstimo governamental é a Tesla Motors, que vai levar US$465 milhões para ampliar a sua linha de modelos elétricos.
Com um valor tão alto, a Ford pretende desenvolver 13 novos modelos elétricos que serão produzidos nas fábricas de Michigan, Illinois, Kentucky, Ohio e Missouri. Ainda não sabemos a quantidade e nem quais tipos de modelos a Ford vai desenvolver.
Já a Nissan, com a verba de US$1,6 bilhão vai poder construir uma linha de produção de baterias de lítio e montar modelos elétricos na fábrica do Tennessee. A Tesla Motors vai desenvolver novos modelos elétricos com produção na Califórnia.
Com incentivos, qualquer montadora vai se interessar entrar em um novo e desconhecido mercado, como será o dos carros elétricos.
Embora ainda uma incógnita, o mercado de elétricos parece bastante promissor, sendo seu futuro definido apenas pelo desejo e necessidade do consumidor.
Fonte: G1.
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ALE
24/06/2009 as 08:07
Muito bonito esse Tesla sedan.
Acho estranho a maior fatia do bolo ficar para Ford, que a maior empresa. Deveria ser ao contrário, dando pedaços iguais para todos, oras, como voce vai icentivar o surgimento de marcas se as ja consolidadas e ricas, recebem o melhor.
Hodney Souza
24/06/2009 as 11:12
Também acho! Ele lembra muito o estilo dos Masserattis.
N.a.s.s.e.r
24/06/2009 as 08:55
A Ford está muito bem nessa crise toda onde pereceram GM e Chrysler. Parece ter bem mais visão do que precisa fazer pra crescer, do que as outras.
tonywalker
24/06/2009 as 10:02
Quem diria, até uns 3 anos atrás, ninguém ousaria falar nesse boom de carros elétricos, híbridos, etc etc etc
Nada como a água bater na bun… pro povo acordar pra vida, rsrsrs
Corvette
24/06/2009 as 12:03
Embora eu não seja pró-Bush, mas quando ele disse que não dava para seguir à risca o protocolo de Kyoto porque as tecnologias de então eram caras, despendiavam muito material e não eram tão eficientes como as convencionais, ele não estava errado. Vejam, só de dois anos para cá que as baterias ficaram mais eficientes, mais leves e mais duradoras, e só daqui pra frente que carro híbrido ou elétrico puro e mais barato será possível, mas antes não.
Que Deus abençôe os cientistas e engenheiros para que nos tragam benefícios!