Brasil Governamental/Legal Segurança Trânsito

Distrito Federal: Após oito anos de Lei Seca, quase 78 mil foram autuados

Lei-Seca-Bafometro

O Detran-DF contabilizou 77.915 autuações após a introdução da Operação Lei Seca há oito anos. Desse total, 11.087 pessoas foram presas por dirigirem alcoolizadas.

No período entre junho de 2015 e o mesmo mês deste ano, 348 pessoas morreram no DF em decorrência de acidentes de trânsito envolvendo o consumo de álcool, mas o número é 30% menor que no mesmo período antes da implantação da Lei Seca, entre 2007 e 2008, quando 500 pessoas morreram.

Graças à Lei Seca, o Detran-DF estima que 686 vidas foram salvas desde junho de 2013. Nos estudos do departamento de trânsito do Distrito Federal, o período com maior ocorrência de acidentes vai das 18h às 00h, mas ao longo dos oito anos, o número de acidentes caiu 34%. Houve queda também no número de acidentes fatais, da ordem de 46%.

Em 2016, as autuações caíram 50% até maio, totalizando 14.144 multas, cujo valor base é de R$ 1.915. Se o condutor for reincidente, o valor dobra. O teor mínimo de álcool no sangue é de 0,33 miligramas por litro de ar, indicados pelo exame do bafômetro.

[Fonte: G1]





  • Jackson A

    Só acho que devia ter mais fiscalização, principalmente em grandes feriados.

    Só quem já perdeu alguém por causa de um bêbado no volante sabe a dor.

    • Mr. Car

      Está falando de Brasília especificamente, ou de modo geral? Nos dois anos e meio que morei em Brasília fui mais parado em blitzen que em todos os meus trinta e dois anos de CNH no Rio e no interior de São Paulo.

      • Jackson A

        De um modo geral.

      • Jurandir Filho

        Aqui no DF a fiscalização aperta, se for beber, melhor ir de UBER

    • Eu sei Jackson.
      No entanto vale ressaltar que o problema nunca foi o limite alcoólico, e sim a fiscalização. Acho que existe muita confusão nisso.

      • Jurandir Filho

        Mas antes da Lei seca só se tomava multa, não havia prisão e nem suspensão da carteira imediatamente

        • Porque não se a lei estava lá?
          A lei não era cumprida. Mas havia a previsão das duas punições que você sugeriu. O que prova que as pessoas ligam erroneamente a tolerância zero de digestão de álcool com o efeito da fiscalização. Para chamar atenção quando mudaram a lei, intensificaram as fiscalizações. Essa foi a verdadeira mudança.

          • Jurandir Filho

            O que eu disse é que a única punição que havia era a multa, hoje além dela, há previsão de prisão… Aqui no DF sempre rolou fiscalização, mas se intensificou após a promulgação da lei…

  • Leonel

    “Desse total, 11.087 pessoas foram presas por dirigirem alcoolizadas.”.
    “No período entre junho de 2015 e o mesmo mês deste ano, 348 pessoas morreram no DF em decorrência de acidentes de trânsito envolvendo o consumo de álcool”.

    Só me pergunto quanto desta turma aí de cima, principalmente os que se envolveram em acidentes com vítimas fatais, estão presos e vão permanecer presos. Por isso uma vez critiquei nossa lei, onde com muito dinheiro não fica preso. Causou acidente com vítima fatal estando sob efeito do álcool, prisão sem direito à fiança.

    • Jurandir Filho

      Concordo em parte, acho que neste caso em específico, o dinheiro não conta muito e sim a fragilidade da lei, a tal da audiência de custódia está mais pra audiência de impunidade… deve haver uma mudança séria no nosso código penal de 1941..

      • Leonel

        Jurandir, quando me refiro ao dinheiro, é o fato de que com isto a pessoa é capaz de custear a fiança e ficar em liberdade, sem falar na contratação de advogados de excelência e etc.

        Sim, concordo plenamente com a mudança do nosso código penal, porém, cada dia mais vejo que o interesse dos políticos no país é arrecadação e não educar e punir.

  • zeh

    …e os valores arrecadados vão pra onde?

  • paulo sergio berezovski

    Infelizmente é impossível impedir que alguém beba e dirige,por sorte q tecnologia está ão nosso lado e logo logo os carros autônomos vão diminuir muito esse tipo de acidente

  • Andre Henrique Melo

    Não podemos negar a importância desta lei.Seria melhor se todos os motoristas tivessem essa consciência de respeito a vida do próximo. Infelizmente para alguns somente e respeitado através do bolso.

    • Acho que não se pode negar a importância da FISCALIZAÇÃO da Lei Seca.

  • João Carlos

    Quem é de fora e lê a notícia pensa que no Brasil 8 anos atrás não havia limite de ingestão de álcool. Sendo que já existia 10 anos antes quando da publicação do CTB.
    A diferença é que antes não havia fiscalização. E muita gente morreu vítima de motoristas embriagados neste período por inércia do Estado. Mas são raros os jornalistas que tem peito de dizer isso na cara das autoridades e/ou numa mídia de grande circulação.

  • Fabão Rocky

    Não adianta ter lei seca, não adianta colocar velocidade de 40km/h ou 20km/h nas avenidas pq os acidentes continuarão a acontecer. O q falta é educação no trânsito. Mas como o governo prefere arrecadar $$$ em multas do q gastar $$$ em educação, o país nunca vai p/ frente.

    • th!nk.t4nk

      Reduziu em 30% o número de acidentes fatais. Como que não adianta?

      • Fabão Rocky

        Só 30%. Deveria reduzir é pelo menos 70%. Prova do q eu falei é verdade.

        • Luis_Zo

          “Só 30%”. Você esta falando de 686 Seres Humanos que tiverem sua vida salva e mais pelo menos 3x o numero de pessoas (família) que não sofreram. Não se esta falando de porcos, galinhas, parafusos ou componentes eletrônicos economizados. Vidas. Não da pra ser utilitarista nessas horas.

        • Alfredo Araujo

          Vc deveria ter vergonha de escrever algo tão absurdo…

        • th!nk.t4nk

          Cara, 30% é MUITA coisa. É simplesmente quase um terço. Não é preciso ser um Einstein pra sacar o significado disso em termos estatísticos. Se salvasse 1 vida já teria valido a pena, mas salvou quase 700, e isso só em Brasília!

  • fabricioaguirre

    A estatística está falha, em outros países o dado mais importante é a taxa de positivo entre todos os fiscalizados. É o dado que é utilizado para aplicar as políticas públicas. Cidades com mais de 1% de alcoolizados são consideradas críticas.

  • Igor Pricandi

    Estive recentemente em Brasília de passagem para Anápolis. Fiquei espantado com o desrespeito aos limites de velocidade. Fiquei o tempo todo à direita, exceto quando tive que ultrapassar caminhões em subidas. No trecho entre abadiânia e brasília, embora existiam radares fixos, há pouco policiamento. Alguns trechos a máxima é de 110 e outros mais próximos de brasília 80. Exceto os pontos de radares todos, eu repitos todos passavam por mim como se eu estivesse parado. Carros novos, velhos, todo pisa fundo, e em todas as paradas vi pessoas enchendo o caneco, quando não bebendo no próprio carro. Podem falar o que for dos paulistas, mas em goiás e brasília a coisa é feia, igual a política. Se é pra levar a sério, é fácil, basta a polícia fazer batidas próximas a bares e restaurantes, em são paulo na vila madalena, moema, etc. A coisa só irá melhorar quando os carros tiverem seus próprios bafômetros. Se bebeu o não liga. Educação que é bom fica na intenção. Fiscalização também, é pró forma. Se trabalhassem pra valer, os índices de acidentes seriam bem melhores. Mas há sempre o argumento de que não há contingente, etc, etc. No brasil todo dia cai um airbus e fica por isso mesmo. O que mais me espanta é que antes som alto, correr e beber era coisa só de homens débeis, mas hoje vejo mulheres fazendo o mesmo. É a igualdade de gênero as avessas.

  • Igor Pricandi

    Estive recentemente em Brasília de passagem para Anápolis. Fiquei
    espantado com o desrespeito aos limites de velocidade. Fiquei o tempo
    todo à direita, exceto quando tive que ultrapassar caminhões em subidas. Deixem a esquerda livre para os pilotos goianos.
    No trecho entre abadiânia e brasília, embora existiam radares fixos, há
    pouco policiamento. Alguns trechos a máxima é de 110 e outros mais
    próximos de brasília 80. Exceto nos pontos de radares todos, eu repito,
    todos passavam por mim como se eu estivesse parado, e eu no limite permitido. Carros novos,
    velhos, caminhões, todos pisam fundo. Em todas as paradas vi motoristas enchendo o
    caneco, quando não bebendo no próprio carro. Podem falar o que for dos
    paulistas, mas em goiás e brasília a coisa é feia, igual a política. Se é
    pra levar a sério, é fácil, basta a polícia fazer batidas próximas a
    bares e restaurantes. Em são paulo na vila madalena, moema, etc. Ficar ao lado do valet, quer a chave do carro sr? Dá uma sopradinha aqui. Mas a coisa
    só irá melhorar quando os carros tiverem seus próprios bafômetros. Se
    beber o carro não liga. Educação que é bom fica na intenção. Fiscalização
    também, é pró forma. Se trabalhassem pra valer, os índices de acidentes
    seriam bem melhores. Mas há sempre o argumento de que não há
    contingente, etc, etc. No brasil todo dia cai um airbus e fica por isso
    mesmo. O que mais me espanta é que antes som alto, correr e beber era
    coisa só de homens débeis, mas hoje vejo mulheres fazendo o mesmo. É a
    igualdade de gênero as avessas.

  • Igor Pricandi

    Estive recentemente em Brasília de passagem para Anápolis. Fiquei
    espantado com o desrespeito aos limites de velocidade. Fiquei o tempo
    todo à direita, exceto quando tive que ultrapassar caminhões em subidas. Deixei a esquerda livre para os pilotos goianos.
    No trecho entre abadiânia e brasília, embora há radares fixos, há
    pouco policiamento. Alguns trechos a máxima é de 110 e outros mais
    próximos de brasília 80. Exceto nos pontos de radares todos, eu repito,
    todos passavam por mim como se eu estivesse parado, e eu no limite permitido. Carros novos,
    velhos, caminhões, todos pisam fundo. Em todas as paradas vi motoristas enchendo o
    caneco, quando não bebendo no próprio carro. Podem falar o que for dos
    paulistas, mas em goiás e brasília a coisa é feia, igual a política. Se é
    pra levar a sério, é fácil, basta a polícia fazer batidas próximas a
    bares
    e restaurantes. Em são paulo na vila madalena, moema, etc. Ficar ao
    lado do valet, quer a chave do carro sr? Dá uma sopradinha aqui. Mas a
    coisa
    só irá melhorar quando os carros tiverem seus próprios bafômetros. Se
    beber o carro não liga. Educação que é bom fica na intenção. Fiscalização
    também, é pró forma. Se trabalhassem pra valer, os índices de acidentes
    seriam bem melhores. Mas há sempre o argumento de que não há
    contingente, etc, etc. No brasil todo dia cai um airbus e fica por isso
    mesmo. O que mais me espanta é que antes som alto, correr e beber era
    coisa só de homens débeis, mas hoje vejo mulheres fazendo o mesmo. É a
    igualdade de gênero as avessas.