
Uma idéia apareceu nos EUA hoje, de se dar desconto para quem trocar seu carro por um mais econômico. Se a pessoa tiver um modelo gastão, que faça no máximo 7,6 km/l em percurso misto, e trocar por um que faça no mínimo 9,3 km/l, ganharia bônus de 3.500 dólares.
Já se o carro que a pessoa estiver comprando fizer 4 km/l a mais que o anterior, o bônus aumentaria, indo para 4.500 dólares. Se o programa for aprovado pelo congresso e depois assinado pelo presidente Barack Obama, mais de um milhão de carros novos seriam comprados.
Isso é o que afirma o dono da idéia, o político John Dingell. Por enquanto não ficou claro se o carro teria que ser de um certo ano para trás, ou se carros de qualquer ano de fabricação se enquadrariam.
Também não ficou esclarecido se a compra teria que ser de um carro zero feito nos EUA, ou se poderiam entrar carros estrangeiros no esquema. É muito provável que não. Talvez até se exija que o carro tenha de ser de uma marca americana, e não apenas feito nos EUA.
Este tipo de programa deu muito certo em vários países, especialmente na Alemanha, onde as vendas aumentaram 40% em março e 19% adicionais em abril, tudo por causa dos incentivos.
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Bisinski
5/05/2009 as 18:54
Mais uma razão pra morar nos EUA, o governo te dá grana. Aqui, te roubam.
Alem dos carros lá serem melhores :P
tiago
5/05/2009 as 21:05
concordo e acrescento que os impostos sobre carros lá é taxado em 8%. Aqui, mais de 27%, pequena diferença. Nós que somos os pobres, que levamos ferro. Gracias, governo brasileiro. E olha que nem citei a exploração por parte das montadoras (maior margem de lucro do mundo).
Navi92
5/05/2009 as 18:58
Não me parece uma boa idéia, o que vai ter de gente querendo fraldar esse sistema…
Todo o lucro que os EUA tiverem com isso (impostos nos veículos) vão ter que repassar metade em bônus para quem aderiu à proposta e a outra metade em fiscalização pra pegar povinho malandro que quer ganhar em cima. Lá as fraudes são muito comuns (mais do que aqui) principalmente de seguradoras. Além do mais, para onde vão esses carros beberrões? Ou vão lotar os ferros velhos(trazendo mais problemas) ou passarão para as mãos de quem não pode comprar um novo (mantendo o problema da poluição). :humpf:
velocidade
5/05/2009 as 18:59
“Também não ficou esclarecido se a compra teria que ser de um carro zero feito nos EUA, ou se poderiam entrar carros estrangeiros no esquema.”
EUA tomando bucha dos asiáticos :!:
Apesar de todos estes benefícios eu ainda gosto de nosso país. :clapp:
Luis.J.R.
5/05/2009 as 20:42
Pena que aqui o noso governo não faça isso!Já pensou hein. :assob:
danix
6/05/2009 as 10:29
Pra quê!? TROUXA BRASILEIRO compra de qualquer jeito…
Robson Levy
5/05/2009 as 20:55
Era melhor um benefício assim do q a tal redução de ipi!
Luquinha
6/05/2009 as 09:59
Se fosse aqui iria ter gente colocando limonada com açúcar pra o carro poluir por uns dias.
Deixa a redução de IPI mesmo porque alcança a todos. Melhor que somente para alguns. Além do mais poderia reduzir outros impostos também.
clovis
5/05/2009 as 22:44
esses retrovisores parecem um alce
Trambique
6/05/2009 as 08:05
5 MIL MANGOS PRA QUEM TROCAR A DODGE RAM V10 POR UM CUBICULO APERTADINHO HIBRIDO. VAI SER DURO ACEITAR A REALIDADE.
POR OUTRO LADO QUEM PAGA ESSE PATO É SEMPRE O CONTRIBUINTE, OU SEJA NO FINAL O PROLETARIADO SEMPRE LEVA NA B…..DINHA.
dolphin
6/05/2009 as 09:59
A proposta tem que ser bem fechada para evitar fraudes, e definir bem os contornos, como por exemplo o destino dos beberrões que foram trocados. Esses aspectos, que foram mencionados acima, realmente devem ser considerados. Para o Navi92, é importante lembrar que, mesmo que o carro beberrão seja revendido para outra pessoa, pelo menos quem se beneficiou do incentivo não comprou outro beberrão, como seria o natural. Então já trouxe algum resultado positivo.
Mas isso em nada tira o mérito da idéia. Além do benefício imediato, que é o financeiro para quem compra, há também o aspecto ecológico e de conscientização. Mesmo quem não trocar de carro acaba tendo contato com esse tipo de proposta e, de uma forma ou de outra, eleva, na média, o nível de conscientização da sociedade.