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Estudante do MIT desenvolve transmissão híbrida sem embreagem (vídeo)

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Dan Dorsch é um estudante do MIT e está chamando atenção do mundo automotivo por ter desenvolvido uma transmissão híbrida sem embreagem. Ao contrário do sistema tradicional, a caixa de marchas do americano de 26 anos utiliza dois motores elétricos em paralelo, um em cada eixo.

Dessa forma, cada motor elétrico ajusta uma função do câmbio de duplo eixo híbrido, sendo um maior para funcionar como impulsor e outro menor para prover uma relação de câmbio. A parte complexa é o gerenciamento eletrônico do funcionamento dos dois elétricos, equalizando seu trabalho e evitando que o câmbio perca eficiência nas trocas.

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Assim, além de produzir mudanças de marcha sem perda, garante um funcionamento praticamente linear ao câmbio, unindo duas características conhecidas das caixas de dupla embreagem e continuamente variável (CVT).

A transmissão de Dorsch permite não só a performance do DCT, mas a eficiência energética do CVT, unindo o melhor de dois mundos. Com isso, este novo tipo de transmissão, elimina a perda de energia por fricção dos discos de embreagem.

Outra vantagem é que o tamanho da caixa é menor, assim como seu peso. Dan diz que já trabalha com um fabricante de esportivos e sua invenção já lhe rendeu US$ 15 mil e o prêmio Lemelson do MIT.

https://www.youtube.com/watch?v=FU_bqSzp08k





  • gabriel moraes

    quer dizer que nao vai da mais pra assustar algum com o ronco de um v8 na posiçao N

    • Deadlock

      Só quer dizer que alguém trabalhou e produziu uma inovação, que pode ajudar o meio-ambiente e as pessoas.

  • Nicolas97

    Ideia inovadora, os motores elétricos computadorizados sincronizam as engrenagens ajustando o “tempo” da troca eliminando a embreagem, como nos cambios antigos que era necessário um toque no acelerador para a marcha entrar.

    • Megamente

      Correto. Só não entendi como ficaria o carro parado com o motor em marcha lenta se não tem embreagem.

      • Nicolas97

        Deve ficar desengrenado, ou seja, as engrenagens desconectadas. Para sair o motor elétrico deve dar um empurrão no carro até sincronizar a primeira marcha, depois vai sincronizando as demais trocas.

        • Megamente

          Pode ser, mas acho que vai ser conversor de torque mesmo.

          • Edson Fernandes

            Se vc não precisa de um artificio para dar força as rodas não faz sentido precisar de um conversor para elas.

            O conversor serve unicamente para traduzir essa conversão. Se ele conseugiu fazer isso eliminando “embreagens” (ou conversor), isso torna o aproveitamento do motor muito maior.

      • 1945_DE

        Amigo deixe-me explicar. O seu carro manual não fica parado ligado em marcha lenta com o freio de mão puxado e sem pisar na embreagem? Nesta situação a sua alavanca está em ponto morto e a embreagem acoplada, transferindo o giro do motor para as engrenagens da arvore primaria. Como a sua alavanca está em ponto morto, não existe engrenamento entre a arvore primária e a secundária que leva o movimento as rodas. Neste câmbio é o mesmo conceito. No momento de parar o veiculo ele coloca o cambio em ponto morto. A sua pergunta ou dúvida, deve ser como é que faz para o carro começar o movimento com este cambio, se a arvore secundária está parada. Se o cambio engatar a primeira com a arvore secundária parada, vai quebrar o cambio. Ai é simples, no momento em que o motorista quer partir acelerando, o motor da arvore secundária, que está ligada as rodas, é que movimentará o veiculo. Depois disso o cambio consegue engatar sem problemas as outras marchas e transferir o torque do motor para as rodas. O problema que eu vejo é que ele fala em carros de alto desempenho. Como é que vai fazer para largar bruscamente em uma disputa de arrancada. Ai neste caso vai ter que usar outro tipo de dispositivo, senão o carro vai ter que esperar atingir uma certa rotação para transferir todo o torque do motor para a as rodas e queimar pneus, sem quebrar o cambio.

        • Marcos Sabri

          Artifício perfeito para ser utilizado em um carro híbrido. Um motor elétrico em qualquer um dos eixos faria o carro sair da inércia, a partir daí o câmbio assume.

          Um bom exemplo disso apesar de não ter câmbio (eita!) é o REGERA.

  • Megamente

    Aqui no Brasil os inventos que temos são motor que roda 500km com 1l de água, filtro de ar que gera turbulência e triplica a potência, carro elétrico que regenera a bateria com catavento no teto e outras pérolas.

    • Louis

      Ultimamente só tenho visto criatividade dos banânios em como “passar a perna” no outro, como levar vantagem.

      • Deadlock

        É bem isso que o Megamente quis dizer.

    • leandro

      Tem também buraco feito pelo borracheiro, dono do tira risco pagando pivete pra riscar e, o melhor de todos, pagar o flanelinha pra ele te proteger dele mesmo

  • Bikudin

    Muito bom

  • Franco da Silva

    Não entendi nada (nunca entendo nada de transmissão) do funcionamento, mas o resultado é interessante. Parabéns ao inventor! Precisamos de mais pessoas assim.

  • Louis

    Um cara como este merece ganhar milhões, pois se esforça para fazer algo produtivo, que melhore a eficiência.

    • Pacheco

      Ele está sendo reconhecido pelo desenvolvimento e até ganhando dinheiro.

      Aqui no Brasil um cara desse seria excluído pelo Cartel

    • celso

      Se o “invento” dele for adotado pela indústria automobilística, pode estar certo de que ele ficará milionário.

      • Mr Andrey

        *Bilionário!

  • Rbs

    Quantos Dan Dorsch não temos por aqui que pelo fato de não terem dinheiro para pagar as passagens abandonaram as escolas.

  • nbj

    O MIT seria o Instituto de Tecnologia de Massachusetts?

    • celso

      Exatamente.

  • EuMeSmObYmYsElF

    nada como um ambiente que propicie esse tipo de inovação… pena que esse tipo de ambiente seja praticamente inexistente no brasil…

  • KKKKK eu crente que era um estudante do MT(Mato Grosso)

  • Sassá

    Sempre há algum porém nessas descobertas, a conferir.



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