Home Marcas Fiat Fiat Grand Siena Tetrafuel: versatilidade, mas versão rende poucas vendas ao líder

grand siena tetrafuel fotos 2 620x412 Fiat Grand Siena Tetrafuel: versatilidade, mas versão rende poucas vendas ao líder




O apelo da versão Tetrafuel do Fiat Siena sempre foi de possibilitar mais economia para o motorista. A introdução do kit GNV proporciona não apenas menos dinheiro gasto na hora de abastecer, mas também a confiabilidade de ter a instalação do equipamento feita na própria fábrica.

Foi com essas premissas que a configuração foi bem-sucedida desde o seu lançamento, em 2006. Quando a nova geração do sedã chegou, em março deste ano, a proposta mudou ligeiramente. O sistema multicombustível abandonou a carroceria antiga do compacto e foi incorporado ao Grand Siena.

A versão Tetrafuel oferece uma versatilidade única para o Grand Siena, mas a proposta mais econômica do modelo entra em choque com o novo sedã, que é maior, melhor acabado, mais refinado e, consequentemente, mais caro. Tanto que, com a mudança de geração, a versão Tetrafuel perdeu muito em participação.

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Quando equipava o Siena mais simples, o share dentro da linha era por volta de 30%. Hoje, representa menos de 5% da soma das vendas de Siena EL, de arquitetura antiga, e Grand Siena – ou 10% de todos os Grand Siena comercializados.

Apesar da pequena ajuda, até novembro, o sedã da Fiat acumulou mais de 91 mil unidades comercializadas, com uma média de 8.300 carros mensais. Logo atrás aparece o Chevrolet Classic, vendido apenas em configurações de entrada, e o Volkswagen Voyage.

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Como o próprio nome denuncia, o diferencial do Tetrafuel está na versatilidade de combustíveis que o motor 1.4 Fire Evo aceita. Além dos tradicionais etanol e gasolina brasileira, ele pode ser abastecido com gasolina pura – sem adição de etanol, vendida na Argentina, por exemplo – e o GNV. Para este último foram feitas algumas adaptações importantes. Além da introdução dos cilindros de 6,5 m³ cada, o sedã ganhou uma suspensão traseira com molas mais rígidas e barra estabilizadora.

O funcionamento do sistema GNV da Fiat é diferente do de veículos adaptados a rodar com gás natural. O motorista pode escolher usar apenas GNV, apenas combustível líquido ou então deixar a escolha a cargo da central eletrônica. Ela é capaz de variar a alimentação de combustível de acordo com a necessidade, independentemente da ação do motorista.

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Em velocidades baixas ou acelerações suaves, situações de baixa necessidade de potência, o gás é usado. No caso de se exigir mais força do motor, a gasolina ou o etanol são utilizados. No geral, o motor 1.4 Fire Evo desenvolve 85 cv com gasolina, 88 cv com etanol e 75 cv com GNV, todos no regime de 5.750 rpm. O torque é de 12,4, 12,5 e 10,7 kgfm, respectivamente.

De série, o Tetrafuel é o Grand Siena mais caro à venda. Com preço de R$ 44.830, ele fica acima até do Essence Dualogic. Ao menos, traz lista de equipamentos completa. Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros e travas elétricas, airbag duplo e ABS são itens de fábrica.

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Entre os opcionais mais importantes estão o rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, retrovisores elétricos, sensor de estacionamento a até um vistoso teto solar. Com eles, a conta sobe para mais de R$ 50 mil. Valor salgado para um tipo de consumidor que abre mão de potência e torque para economizar no combustível.

Ponto a ponto

Desempenho – Se o motor 1.4 já sofre um pouco para mover um Grand Siena “tradicional”, com o peso extra do cilindro de GNV, então, o desempenho fica ainda mais tímido. Com gasolina ou etanol, é preciso alguma paciência nas ultrapassagens. Mas nada fora do comum. O zero a 100 km/h é feito em 13 segundos. Com GNV, a marca sobe para mais de 15 segundos e o comportamento se assemelha ao de um hatch 1.0. Ao menos, o motor 1.4 8V “não reclama” ao rodar em altos giros, onde oferece um desempenho um pouco mais aceitável. Nota 5.

Estabilidade – É uma das boas evoluções do Grand Siena em relação à geração anterior. O carro é notavelmente mais estável e responde melhor à mudanças de direção. Mesmo com um acerto de suspensão voltado ao conforto, não há rolagem lateral excessiva nas curvas. O peso extra do cilindro faz pouca diferença em termos dinâmicos. Nota 7.

Interatividade – O Grand Siena é um carro simples de usar. Os comandos estão todos à mão e são intuitivos. O câmbio continua com engates pouco precisos. O funcionamento do sistema Tetrafuel também é simples e pode independer da ação do motorista, o que é muito vantajoso. Nota 7.

Consumo – O InMetro ainda não testou o Grand Siena Tetrafuel. O resultado do computador de bordo, no entanto, foi animador. Com gasolina no tanque, o sedã fez média de 10,6 km/l em um trajeto misto. O sistema não mede o consumo do GNV, mas o seu uso aumenta a autonomia em cerca de 120 km, dependendo da utilização. Nota 9.

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Conforto – Espaço não falta no interior do sedã da Fiat. Dá para levar cinco ocupantes sem grandes sacrifícios. Os bancos apoiam bem o corpo e há uma sensação geral de conforto. A suspensão mais macia contribui para isso ao absorver com competência a buraqueira. Nota 8.

Tecnologia – O Grand Siena é um carro recente, que recebe uma plataforma moderna, que tem elementos da usada no Uno e no novo Palio. O motor é antigo, ainda da família Fire. Ele não trabalha com folga para puxar os 1.207 kg do sedã, mas, pelo menos, fornece ótimo consumo. A lista de equipamentos de série é boa, com recursos desejáveis como airbag, ABS, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas. Nota 8.

Habitalidade – Porta-objetos não existem em abundância no interior do Grand Siena. Mas isso não chega a incomodar. Basta procurar para guardar itens de uso rápido. É no porta-malas que as perdas são mais acentuadas. No modelo “tradicional” ele é de bom tamanho, com 520 litros, mas 130 litros deles são “roubados” pelo tanque de GNV. Isso prejudica ligeiramente a proposta familiar do carro. Nota 7.

Acabamento – Há boas sacadas como o aplique transversal na parte central do painel que melhora a sensação geral. Mas o cenário é dominado pela simplicidade. O Grand Siena é recheado de plásticos rígidos, como seus rivais, e mostra encaixes imprecisos. Nota 7.

Design – O Grand Siena se tornou um carro mais imponente na troca de geração. O sedã ganhou porte e visual próprio, distante do Palio. A frente é o destaque, bem harmoniosa. A traseira é menos criativa, com lanternas com filetes de luz que imitam leds – numa referência às dos sedã da BMW. Nota 7.

Custo/benefício – O Grand Siena vem de fábrica já adaptado ao uso de GNV – recurso que adiciona R$ 5 mil ao modelo. A vantagem é que a instalação do equipamento pela própria montadora dá mais confiabilidade ao conjunto e ameniza as perdas de potência comuns à conversão. A lista de equipamentos é completinha, com direito a ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo e ABS de série. Só que o preço do modelo completo beira os R$ 50 mil. Não é exatamente um carro muito em conta. Nota 6.

Total – O Fiat Grand Siena Tetrafuel somou 71 pontos em 100 possíveis.

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Impressões ao dirigir – Potência variável

Não há como fugir. O grande diferencial do Grand Siena Tetrafuel é a versatilidade de aceitar três combustíveis diferentes – o quarto, gasolina pura, é também marketing puro. Claro que o desempenho do carro varia com eles. Com gasolina brasileira e etanol a diferença é quase nula.

O Grand Siena precisa de tempo para acelerar e é preciso cálculo prévio para fazer algumas ultrapassagens. O carro até se dá bem na cidade, onde não se exige um comportamento extremo, mas falta motor para rodovias e auto-estradas. Com o GNV, a situação piora. O sedã fica ainda mais “murcho”. Nesse caso, o comportamento se assemelha ao de um modelo 1.0.

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A Fiat tenta amenizar a diferença com uma inteligente central eletrônica que injeta cada combustível dependendo da aplicação. Em situações tranquilas, o gás é usado. Quando é preciso mais força, a escolha é pelo combustível líquido. O funcionamento do conjunto é muito suave e quase não dá para perceber quando o sistema troca entre GNV e gasolina, por exemplo. É uma boa maneira de amenizar a invariável perda de desempenho de um carro com kit GNV.

No resto, o Tetrafuel se assemelha a qualquer outro Grand Siena. Isso significa que ele é um carro espaçoso, com área para levar até cinco adultos sem grandes problemas. O acabamento é bom para o segmento, com um bonito aplique na parte central do painel.

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Nas extremidades existem algumas rebarbas. O comportamento dinâmico é bom, sem diferenças acentuadas entre o Tetrafuel e os “normais”. O peso extra não muda as respostas do carro em situações urbanas, quando se mantém na mão. O acerto que se volta para o conforto só prejudica em condições extremas.

Ficha técnica – Fiat Grand Siena Tetrafuel

Motor: A gasolina, etanol e GNV, dianteiro, transversal, 1.368 cm³, com quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.

Transmissão: Câmbio manual com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração.

Potência máxima: 88 cv com etanol, 85 cv com gasolina e 75 cv com GNV a 5.750 rpm.

Torque máximo: 12,5 kgfm com etanol, 12,4 kgfm com gasolina a 3.500 rpm e 10,7 kgfm com GNV a 2.500 rpm.

Diâmetro e curso: 72,0 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 12,3:1.

Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços oscilantes inferiores, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira semi-independente com eixo de torção, molas helicoidais , amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

Pneus: 185/65 R14.

Freios: Dianteiros com discos ventilados e traseiros a tambor. Oferece ABS com EBD.

Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,29 m de comprimento, 1,70 m de largura, 1,50 m de altura e 2,51 m de entre-eixos. Airbags frontais de série.

Peso: 1.207 kg.

Capacidade do porta-malas: 390 litros.

Tanque de combustível: 48 litros.

Produção: Betim, Brasil.

Lançamento no Brasil: 2012.

Itens de série: Ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, airbags frontais, ABS com EBD, volante com regulagem de altura e visor digital no quadro de instrumentos.

Preço: R$ 44.830.

Por Auto Press


  • ASF

    No rio de janeiro a vantagem é o desconto de 75% no ipva.

    • afonso200

      caracaaa 75% menos no IPVA. então a classe C tambem deveria ser tetrafuel, pois o que eu pago de IPVA

    • EscortZetec

      Não é só isso não o meu carro tem GNV e é muito mais economico do que um carro a gasolina ou flex. Na estrada então o rendimento é um absurdo.. Quem roda uma semana c/ carro movido a GNV e na outra semana c/ o mesmo carro na gasolina ou no alcool certamente volta p/ o GNV..

  • yuri calmon

    Venderia muito se tivesse um motor 1.6 moderno, mas com esse motorzinho fajuto de 75 cv não atrai compradores. OLHE A CONCORRÊNCIA os motores 1.6 já estão na casa dos 120 cv, a forde anunciou 130 cv no 1.6 do New Fiesta !!!B)

    • _Hofmann_

      Claro, porque faz todo sentido comparar os 130cv de um 1.6 com gasolina com os 75cv de um 1.4 com GNV… Motor a GNV não rende mesmo não, o foco é a economia, é só ver as versões que existem na Europa, todas elas rendem em torno de 10% menos potência, no mínimo, em relação às versões a gasolina.

      Esse carro tem um mercado próprio e único, que são os taxistas. Por esse preço, o consumidor comum leva um Essence 1.6 ou um carro de outra categoria. Nunca vi um Tetrafuel particular. E para taxistas, que tem um desconto enorme nos impostos (inclusive IPVA, mais barato em alguns estados por ser GNV), o que importa é a economia, que esse carro tem de sobra.

      • TecoPadaratz

        Mesmo assim é uma m… de motor………

        • MaverickV81974

          Você já teve um para dizer que é ruim? Eu peguei um em um negócio e mesmo não sendo o carro que eu gosto, usei por 4 meses e fiquei surpreso com a agilidade do motor e a economia (fazia 12km/l na cidade e 17 kim/l na estrada), muito bom mesmo, e o desempenho é bom em relação ao torque para andar na cidade. Se você não gosta do carro não fale o que não sabe.

      • Edson Roberto

        Acredite…. eu também não acreditava… até ver um da geração atual (essa da reportagem) na cor prata!!! eu nunca compraria ele. Sei la, até que ponto os R$5000 me dariam retorno? Ficaria com o Essence 1.6 mesmo.

        Se for para pagar cerca de R$45000, tirando a beleza, eu ficaria com o Cobalt.

      • FRED

        Eu tenho um tetra particular!

    • Alex_cps

      Poderiam muito bem desenvolver um sistema Tetrafuel para o motor E-Torq.

      • Mr. Potato

        Mas não tem mercado. Só venderia no RJ, e olhe lá.

  • Mjscaruaru

    O "probrema" é que o carro é tetra fuel, mas hoje aqui no nordeste só vale apena rodar com gasolina, kkkk, então pra que tetra?

    • yuri calmon

      O Governo já anunciou um aumento no início de janeiro , isso se os MAIAS estiverem errados !!!:D

      • Landrutt

        Dilma já vetou o fim do mundo no Brasil. Portanto a gasolina vai aumentar mesmo.
        rs

      • Pedro_Rocha

        Se depender do Maia os mensaleiros ficarão fora da cadeia. ABSURDO!

      • Pedro_Lourenco

        Qual Maias? Tim Maias? (hehehe)

    • Felipe_Henrique

      Mas isso não é atemporal.
      "mas hoje aqui no nordeste só vale apena rodar com gasolina"
      Isso hoje, como você mesmo citou. Com a alta da gasolina ano que vem, o etanol pode voltar a ser vantajoso.

      De qualquer forma, pra quem anda muito e não foca em desempenho, o Tetrafuel atende com louvor.

  • nightwishjp

    Rapaz, se ele viesse com um 1.6 com essa adaptação valeria a pena. A economia que a pessoa tem com um GNV é absurda. Aqui o m3 tá a 1.74 e o litro da gasolina tá 2.64. Além de ganhar um real a cada litro/m3, o GNV ainda aumenta em 1 ou 2km a diferença pra gasolina. Pra quem anda, viaja muito, tira essa vantagem rapidinho.

  • Autarquia

    O problema é somente esse motor 1.4. A Fiat tem condições de melhorar esse carro instalando esse KIT em conjunto com um motor 1.6 16v ou até mesmo no 1.8 16v. Ai sim, venderia bem mais, pois economia é bom, mas não ter potência é um problema.

    • Mr. Potato

      Não vale a pena o investimento em desenvolvimento, o gás não compensa pra quase ninguém. A Fiat continua a oferecer esse 1.4 tetrafuel só porque já está amortizado pra ela.

  • Jason

    Não importa quantos combustíveis coloquem, o consumo do carro na Gasolina ainda não é uma maravilha. Há muito tempo não vejo um carro no Brasil com bons números de consumo na gasosa. Deveriam se importar em aprimorar os motores monocombustíveis de modo a ter-se mais eficiência.

    • Felipe_Henrique

      Mas dessa forma, os produtores de cana de açúcar sairiam prejudicados.
      Concordo contigo quando diz que o foco deve ser o aprimoramento os motores monocombustíveis de modo a ter-se mais eficiência, desde que o estudo seja em motores que usam etanol e principalmente, que essa eficiência seja provida de um consumo reduzido.
      É unanime entre os "Flex" consumir mais quando trabalham com etanol, ainda que o desempenho seja ligeiramente melhor… E convenhamos: se o consumo fosse, ao menos, pareado com o de um mesmo Flex com gasolina, certamente haveriam carros movidos somente à etanol.
      Ou não, já que na entresafra e em certas épocas do ano, o valor da cana sobe.
      A volta do monocombustível é mais complicada do que a gente imagina.

    • TecoPadaratz

      Outro dia postaram aqui que tem carro no Brasil que faz 18 km/l na estrada com gasolina.

      Eu acho um bom número, mas gostaria de saber se alguém tem um carro que faz isso realmente.

      Falar que conhece alguém que tem um carro que faz 18km/l não vale. Tem amigo meu que jura que o carro dele 1.8 faz 11,5 km/l na cidade………na cidade não, no inferno chamado são paulo. O trânsito aqui está fazendo inveja no trânsito do inferno.

      Ah, e também não vale pegar a estrada com o carro vazio e andar a 80 km/h em estrada plana, situações pouco reais….

      • projetoscol

        O meu peugeot 307 sd 1.6, faz 10,5 km/l na gasolina no inferno chamado São Paulo e faz aprox 17km/l andando a 100 ou 110, se for a bandeirantes a 120 dá para fazer 18km/l pois é bem plana.

      • DiogoCST

        Tenho um New Focus Duratec 2.0 Monocombustivel e manual.

        Faz 15-16km/ na estrada a 110-120km/h na marginal andando a 80km/h ele faz 19km/l medidos na bomba. medições sem ar-condicionado.

      • DiogoCST

        Ah o old Fit 1.4 Cvt do meu pai fazia 18km/l a uns 110km/h na estrada. Fiz o teste na bomba no trajeto São Paulo-Taubaté.

      • Edson Roberto

        Eu faço com meu C3 na gasolina 1.4 2008 em 80~90km/h até 21kml (média nessa velocidade é de 20km/l e já fiz 22km/l). Há 100~120km/h a média é de 17~19km/l.

        Eu sempre falo, esse 1.4 da Citroen se souber usa-lo ele é economico. Tem gente que reclama do consumo mas também só anda com pé pesado (em que ele se torna bem beberrão). Por exemplo… se andar a 140km/h constante… ele cai drasticamente para 14km/l. Eu nunca fiz medição mas acredito que andar direto a 160km/h deva fazer no máximo 11km/l.

      • Jason

        Os donos sempre são otimistas com o consumo de seus carros, isso é uma realidade. Já quiseram vender um Gol AP que fazia 16km/l na cidade. Quer dizer, não duvido disso, mas acho meio "demais" pra um carro 1.6, ainda que antigo. Já vi gente que fez 20 com um Gol 1.0 na estrada. Fiz alguns testes com o nosso 1.0, e o máximo, na cidade, que eu consegui, trocando marchas a 2500 rpm, andando devagar, foi 13km/l. Uma boa média. Agora, acima disso, eu duvido . No álcool, então, nem se comenta.

      • rafthehay

        Teco, tenho um Ford Ka 1.6 cuja melhor média de consumo foi de 17 km/L. Vale lembrar que muitas pessoas vivem em lugares com geografia e trânsito bem mais favoráveis. Aqui em Brasília, meu trajeto pro trabalho tem um trecho de linha reta, 5ª marcha, 60 km/h por quase 10km. Aí não tem como gastar muito!

      • Marciomaster

        O teco, não faz esse tipo de pergunta aqui, vai ter um monte de carro chegando perto de 30km\L…óóó céus. Ja tive e tenho varios carros, não existe magica em média de consumo. E essas médias mantendo velocidade em reta, a favor do vento são irreais, pois não espelham a realidade do uso de um automóvel.

        • joniocosta

          Isso mesmo. Do jeito que o pessoal mede, posso dizer que o meu faz 50km/l, engrenado, má descida e sem colocar o pé no acelerador…

      • AutoNacional

        Eu tinha um Mille Fire 2002, não era flex, cheguei a fazer 19 KM Litro numa viagem do RS a SC. Velocidade média de 90 KM /H, sem ar condicionado.

      • mademg

        Para mim, fazer 20 Km/l na estrada é corriqueiro, basta eu querer, seja com os Picantos automáticos, seja com o ex Uno 1.4 Attractive. Quando andava também com Mille Economy, 22 KM/l era normal, esse faz até mais se andar 70-90 KM/h, mas haja saco…Caso compre um 1.4 Economy, posto pra vocês. Mas acho que vou mesmo de Palio 1.6, que por sinal foi o 3º mais econômico na estrada, com gasolina, entre os testados em 2012 pelo Instituto Mauá, mas eu consigo mais que eles…

  • Felipe_Henrique

    O Tetrafuel poderia ter a versão 1.6 e/ou 1.8 da linha e.Torq e até o 1.4 TJet (fui irônico agora) que os números de vendas do modelo não teriam mudanças significativas.
    Aceitar gasolina pura é um diferencial, mas só pra quem mora mais ao Sul do Brasil e visita a Argentina vez ou outra de carro.
    Duvido que alguém sairia de outra região do Brasil, mesmo que vez ou outra, pra se aventurar de carro até o solo portenõ.

    De mais a mais, pensem, será que vale investir numa mudança no e.Torq pra equipar um carro que atende praticamente a apenas um nicho de mercado?
    Ah, vale a ressalva: Taxistas e frotistas (o nicho de mercado atendido pelo Tetrafuel), geralmente focam em economia e o desempenho acaba ficando em segundo plano.

    • Edson Roberto

      A grande questão é que as pessoas estão começando a ver rivais nessa mesma faixa de preço e muitos estão optando por comodidade. Além disso R$5000 na diferença do 1.6 Essence com Dualogic para o 1.4 Tetrafuel, se a pessoa comum pensar corretamente, verá que esses R$5000 para quem roda 30000km/ano por exemplo, verá que não é vantajso ter um carro a gás.

      Além disso, muitos que compram mal rodam 15000km/ano. Então é com certeza mais compensador ter a versão 1.6 Essence mesmo. Enquanto a Fiat ficar cobrando esse valor, ela vai perder. Além disso, o Tetrafuel por ser o mais caro da Gama, deveria ter a introdução do motor 1.6 e cambio dualogic como opcional.

      • Felipe_Henrique

        Edson, acho que você entendeu mal o que eu escrevi.
        Citei que as vendas do Tetrafuel não seriam mais expressivas, mesmo se houvesse algum e-Torq equipando o carro e completei dizendo que só é vantajoso pra quem roda muito com o veículo ou pra nichos de mercado como frotistas e taxistas.
        Vc acabou dizendo em outras palavras opraticamente o que eu citei aí em cima.

        • Edson Roberto

          Ah sim, então me desculpe.

          Em relação ao motor Etorq, acho que poderia ser um apelo maior para partir para os Etorq uma vez que acredito eu, muita gente consegue enxergar a não necessidade pelo uso do Gás devido ao preço cobrado.

          Se a Fiat introduzisse o Etorq no lugar, a mente das pessoas ao mesmo tempo iriam parar de pensar e achar que é mais uma opção e interessante no lugar do 1.4.

  • diegoandrade1

    se tao querendo economia melhor pegar um Versa. consumo é otimo e o carro é muito bom.

    • yuri calmon

      O problema do Versa é que ele é FEIO !!!B)

      • Pedro_Rocha

        Se o problema fosse só esse, ainda passaria. Mas dá uma acompanhada no teste da 4R para ver como a Nissan é meia-boca em Banânia.

        • Mr. Potato

          O Cocobalt é pior ainda… Mais feio e com mecânica mais ultrapassada. Não tem muitas escolhas.

      • TecoPadaratz

        o que adianta o carro ser bonito e ser uma merda pra dirigir………….

        Bem, pelo menos eu penso assim…….não compro carro só pq é bonitinho e tem um monte de botãozinho e luzinha no painel.

        Se eu dirigir e gostar, pra mim já tá valendo. A beleza pra mim não é essencial…..

        • Edson Roberto

          Que bom! Também sou assim, apesar de eu ter vontade e achar o Fluence lindo. Esse carro para mim, é imbativel pelo preço entre os médios.

      • Marco_Aurelio

        Ahhhh, mas em matéria de feiura, NINGUÉM ganha do coCôbált, do k-h-Agile e da SPIN, cada um em sua categoria, claro! :)

        • yuri calmon

          A SPIN só ganha para o Corcel II e para o Fiat Panorama !!!B)

  • HumbertoRR

    O pessoal fica discutindo o óbvio. É uma versão para taxistas ou quem roda muito ( o foco é a economia), há lugares no Brasil que o GNV é vantajoso. O consumidor comum compra o 1.6.

  • rrbatata

    Vou falar por mim que moro no RJ. Aqui, quem tem GNV chega a ter até 75% de desconto no IPVA. A gas. está R$ 2.79 o etanol 2.29 e o GNV 1.70. Tenho um logan 1.6 8v com um kit bem inferior em tecnologia ao siena tetra. Faço essas médias: cidade com transito e ar ligado- 9km/m3. cidade sem transito e ar ligado 11km/m3. estrada com ar ligado- 14km/m3. estrada sem ar 19km/m3. (média de estrada a 100km/h). Façam as contas e verão a economia!! E lembrando que essa história de que GNV estraga o motor é balela!! O que estraga é falta de manutenção e má regulagem do GNV. O meu logan completou ontem 180.000Km e zero de problemas.

  • Diggo

    Este carro é basicamente de taxista e essa nova versão ainda não ficou táxi "oficial"… :)

  • Granma

    Existe um detalhe muito importante também que precisa ser levado em consideração . Tenho um amigo que tinha um desse versão antiga , ela dizia que o carro era uma maravilha mas quando dava problema nem todo mundo conseguia mexer , já viu né ? A fiat metia a faca no bolso do consumidor .

  • carrosempre

    Acho interessante. O que aconteceu para as vendas do Tetrafuel diminuir muito, foi a chegada do Cobalt. O Cobalt é maior e mais barato (com a diferença dá para colocar o kit gás). Antes, grande parte dos táxis eram Sienas, hoje, só vejo Cobalt, o que é muito bom por sinal.

  • Marco_Aurelio

    Ano que vém, por volta de Outubro, a FIAT lançará o tetrafuel baseado no Motor E-torq 1.6 16V. Aí com certeza agradará mais ao pessoal.

  • DCesar

    Eu andei num taxi que tinha esse modelo, me dava agonia. Parecia que o motor ia explodir. Qualquer arrancada o cara tinha que ir a quase 4000 giros pra passar para a segunda. Ta certo que o cara não se importava com o carro que não era dele.

    Mesmo assim, só compraria se fosse o 1.6 e-torq. Porém, com esse valor, talvez fosse um melhor negócio o Cobalt automático, mas tambem nunca parei pra fazer uma pesquisa de carros nessa categoria.

  • Roberto

    O governo de São Paulo não da desconto no IPVA para o Siena Tetrafuel, cobra o mesmo de um carro a gasolina. (4%) Fiat /Siena 1.4 Tetrafuel ( Carro a GNV de fabrica polui muito menos, mas não tem incentivo dos governantes)
    Faixa IPVA 1530140