Home Etc Garantia estendida e revisão de preço fechado: tranquilidade ou prisão?

assalto Garantia estendida e revisão de preço fechado: tranquilidade ou prisão?




Já faz algum tempo que nós temos visto a invasão de milhares de carros de outras marcas diferentes das “quatro grandes”, diversos modelos com a mais variada gama de acessórios e equipamentos de série. E como de costume nos deslumbramos com estas ditas “novidades” que vieram para nosso dia-a-dia de tão bom grado.

Modelos realmente bastante recheados, maior segurança, preços competitivos e ainda a famosa garantia de três anos (alguns casos até com cinco ou seis anos de garantia) associada como em um pacote às benevolentes revisões de preço fechado.

E ficamos maravilhados e estupefatos com toda preocupação destas empresas que chegaram ao nosso país, lógico que querendo uma fatia do mercado nacional, com uma proposta de fornecer maior conforto, segurança, equipamentos e preços cômodos e atrativos, ou seja, uma postura de “respeito ao cliente”. Coisa que nunca vimos anteriormente com as quatro grandes.

Contudo vamos colocando um ponto de interrogação gigantesco. SERÁ? O que realmente se esconde por trás de tanta preocupação, garantia “infinitas” comprando com o mísero um ano de praxe que tínhamos? Lobos em pele de cordeiro.

Com a garantia estendida, se estendem as barbaridades que são impostas aos clientes pelas tão preocupadas montadoras, somos obrigados a manter o firme compromisso de fazermos todas as revisões na autorizadas sob pena de perdermos a tão desejada garantia estendida, e os preços das revisões não tem absolutamente nada de preço fechado, preço muito mais do que aberto à exploração alheia.

As revisões nada revisam, não cobrem absolutamente nada (pelo preço de tabela), mas em contra-partida os serviços que são cobrados por fora da revisão preço fechado, são absolutamente mais caros que em qualquer outro local (falo por experiência própria).

Não quero citar nomes para ser bem imparcial quanto ao que escrevo, mas convido todos a fazer uma pesquisa ou algo parecido em relação a isto. Até quando ficaremos inertes frente ao diário “assalto” que nos fazem não apenas no segmento automotivo mas nos mais variados segmentos do mercado brasileiro?

Por Emanuel Teixeira





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