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GM celebra 3 milhões de veículos produzidos em Gravataí (RS)

GM comemora marca de 3 milhões de veículos produzidos no compl

Responsável pela produção dos modelos Onix e Prisma, o complexo industrial da General Motors em Gravataí (RS) está comemorando 16 anos de atividades e a marca de 3 milhões de unidades produzidas. O exemplar comemorativo foi um Onix Activ, nova versão com apelo aventureiro da linha do hatch compacto, com carroceria pintada na cor laranja.

A unidade fabril gaúcha da GM foi inaugurada em 2000 e atualmente conta com 19 empresas. O primeiro automóvel feito na planta foi o Celta, que seguiu em linha até o início de 2015, com 1,8 milhão de exemplares fabricados. O local já produziu ainda 630 mil unidades do Prisma e 570 mil do Onix.

Fotos do Complexo industrial da GM em Gravataí (RS), que comple

De acordo com o divulgado, entre as três fábricas da GM no território brasileiro, a de Gravataí foi a que atingiu mais rápido a marca de 3 milhões de unidades. Em termos absolutos, porém, o complexo industrial de São Caetano do Sul (SP) lidera com quase 6,5 milhões de unidades produzidas desde 1930.

A planta de Gravataí é ainda a primeira fábrica de automóveis da GM a instalar-se fora de São Paulo, mudando o perfil econômico da cidade do Rio Grande do Sul devido ao incremento no PIB (Produto Interno Bruto).

Histórico da GM de Gravataí

17/03/1997 – Anúncio do município de Gravataí como sede do complexo
20/07/2000 – Inauguração oficial
02/09/2000 – Lançamento do Chevrolet Celta
20/05/2005 – Produção do Celta 500.000
01/10/2006 – Lançamento do Chevrolet Prisma com 1ª ampliação da planta
20/05/2008 – Produção do carro de número 1.000.000
09/06/2010 – Início oficial das obras da 2ª ampliação da planta
27/08/2010 – Produção de 1,5 milhão de veículos
30/10/2012 – Lançamento do Chevrolet Onix
13/12/2012 – Produção do veículo de número 2.000.000
26/02/2013 – Lançamento do novo Chevrolet Prisma
25/07/2014 – Produção de 2,5 milhões de veículos
20/07/2015 – Aniversário de 15 anos da fábrica de Gravataí

Galeria de fotos da fábrica da GM em Gravataí (RS)





  • zekinha71

    Não é bem 3 milhões de veículos produzidos, está mais para 1 milhão de veículos e quase 2 milhões de meio de transporte produzidos.

    • Pedro Cunha

      Não vejo tanta “evolução” de Celta para Onix. Á exceção do tamanho e equipamentos, são modelos 100% espartanos com muito pouca tecnologia. Não estou dizendo que são bons ou ruins, só são “ordinários”, como a maciça maioria do que é oferecido no segmento que ocupam.

  • Jackson

    Bah, pessoal da GM com sorriso de orelha a orelha!

  • Janderson von Neumann

    Já visitei a fábrica a alguns anos atras, bem estruturada, num local muito legal de fácil acesso, boa logística, etc…a GM acertou muito na escolha do local, pena a Ford ter ido embora daqui do RS por culpa do PT, teria sido tão bom aqui para o RS a competição entre as duas fabricantes e a arrecadação extra além do desenvolvimento financeiro e social nas cidades em que são implantadas essas fábricas, Gravataí (sei porque meu tio mora lá) cresceu muito, e conheço Guaiba onde deveria estar hoje a Ford, essa ficou as moscas, só não ficou pior porque em Guaiba tem uma multinacional do ramo de celulose.

  • Alexandre

    Enquanto isso a fábrica de S. J. Campos está aos poucos fechando. Tem relatos de que funcionários da fábrica do Vale do Paraíba que viajaram para a de Gravataí para realizar cursos e os superiores disseram para não falar sobre questões salariais. Provavelmente, o piso salarial daquela região deve ser extremamente baixo. Ai se eles descobrem o partido chamado PSTU…

    • Edson Fernandes

      O problema é que em São José dos Campos se tornou um local onde só se existe exigencias de beneficios e ganhos maiores. Para se ter ideia, o cara que trabalha nessa planta, não se ressente de salarios e ganha até mais que em outros locais.

      Inclusive mais que outras empresas. Mas certamente essa planta é bem indigesta para a GM.

      • Alexandre

        Exato! Infelizmente ao longo das décadas esse sindicato foi acabando com a planta fabril em São José, o sindicato pega pesado com a empresa e a prefeitura não ajudava. Não que a GMB não tenha culpas, mas o ponto principal ali é a relação Custo x Beneficio.