Golpe na venda de carros de luxo em São Paulo

10/03/2016

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Uma loja de carros de luxo na avenida Indianópolis, em região nobre de São Paulo, está aplicando golpes em clientes que querem vender ou adquirir um automóvel premium, de acordo com o R7. Uma consumidora chegou a ser agredida, assim como uma equipe de reportagem da TV Record.

A loja já teria enganado centenas de clientes, entre eles o apresentador Raul Gil, que deixou um Maserati para ser vendido e não recebeu o dinheiro da compra. O artista conseguiu recuperar o veículo, que havia sido vendido por R$ 170 mil. Quem pagou, um artista plástico, ficou no prejuízo.

Os proprietários envolvidos possuem vários processos na justiça. De acordo com depoimentos, a loja não paga os carros que vende e nem entrega para quem compra, o mesmo em relação a documentos. A Polícia acredita que os donos façam parte de uma organização criminosa. Confira o vídeo com reportagem completa nesse link.

[Fonte: R7/Imagem ilustrativa]













  • shdn2010

    Isso pode ocorrer em qualquer lugar do mundo, nunca fui anjo ou santo, todos nós erramos ou erraremos algum dia, mas no Brasil existe tanta corrupção que da vontade de matar logo de uma vez esses fdp que fazem isso.

    • Coelho Bruno

      Nunca foi anjo ou santo? Vc já praticou estelionato?

  • Prendam os donos e os funcionários e apreendam os bens da empresa, acabou o problema, que dificuldade.

    • Mas qual a lógica em prender funcionários, salvo gerente ou diretor se estiver envolvido. Imagina se prendessem os funcionários da Petrobras ou da Samarco.

      • Espero que o ajude a entender o porque: O concurso de pessoas é o cometimento da infração penal por mais de um pessoa. Tal cooperação da prática da conduta delitiva pode se dar por meio da coautoria, participação, concurso de delinquentes ou de agentes, entre outras formas. Existem ainda três teorias sobre o concurso de pessoas, vejamos:

        a) teoria unitária: quando mais de um agente concorre para a prática da infração penal, mas cada um praticando conduta diversa do outro, obtendo, porém, um só resultado. Neste caso, haverá somente um delito. Assim, todos os agentes incorrem no mesmo tipo penal. Tal teoria é adotada pelo Código Penal.

        b) teoria pluralista: quando houver mais de um agente, praticando cada um conduta diversa dos demais, ainda que obtendo apenas um resultado, cada qual responderá por um delito. Esta teoria foi adotada pelo Código Penal ao tratar do aborto, pois quando praticado pela gestante, esta incorrerá na pena do art. 124, se praticado por outrem, aplicar-se-á a pena do art. 126. O mesmo procedimento ocorre na corrupção ativa e passiva.

        c) teoria dualista: segundo tal teoria, quando houver mais de um agente, com diversidades de conduta, provocando-se um resultado, deve-se separar os coautores e partícipes, sendo que cada “grupo” responderá por um delito.

        Coautoria e participação

        Há dois posicionamentos sobre o assunto, embora ambos dentro da teoria objetiva:

        a) teoria formal: de acordo com a teoria formal, autor é o agente que pratica a figura típica descrita no tipo penal, e partícipe é aquele que comete ações não contidas no tipo, respondendo apenas pelo auxílio que prestou (entendimento majoritário). Exemplo: o agente que furta os bens de uma pessoa, incorre nas penas do art. 155 do CP, enquanto aquele que o aguarda com o carro para ajudá-lo a fugir, responderá apenas pela colaboração.

        b) teoria normativa: aqui o autor é o agente que, além de praticar a figura típica, comanda a ação dos demais (“autor executor” e “autor intelectual”). Já o partícipe é aquele colabora para a prática da conduta delitiva, mas sem realizar a figura típica descrita, e sem ter controle das ações dos demais. Assim, aquele que planeja o delito e aquele que o executa são coautores.

        Sendo assim, de acordo com a opinião majoritária – teoria formal, o executor de reserva é apenas partícipe, ou seja, se João atira em Pedro e o mata, e logo após Mario também desfere tiros em Pedro, Mario (executor de reserva) responderá apenas pela participação, pois não praticou a conduta matar, já que atirou em um cadáver. Ressalta-se, porém, que o juiz poderá aplicar penas iguais para autor e partícipe, e até mesmo pena mais gravosa a este último, quando, por exemplo, for o mentor do crime.

        • Bom. lei é lei. Mas creio que na pratica isso só se aplica se um funcionário esteja realmente envolvido como diretor ou gerente. Imagina um funcionário da segurança da Petrobras suspeitar de um ato ilícito (apenas suspeitar) desses apurados na lava jato e ele não informar as autoridades competentes de sua suspeita. Não creio que ele possa ser penalizado. Outro exemplo prático, bancos obrigam funcionários a fazerem venda casada, por exemplo, você precisa de um financiamento e o funcionário só libera mediante aquisição de uma conta correte, isso por lei é crime, mas se o funcionário não o fizer o mesmo é demitido. Também não creio que um funcionário assim possa ser penalizado. A não ser se for gerente. A parte do banco conheço casos assim.

          • Alessandro Rodrigues

            Mas você está colocando situações diferentes. Os vendedores não têm suspeitas, eles SABEM que estão cometendo um crime, uma vez que tratam diretamente com os clientes, logo, eles estão em concluo com os donos. No caso, ele se enquadraria na teoria formal.

  • Leonel

    “Vários processos” mas continuam lá, ativos. E assim caminha o país…

  • Ricardo

    Golpe! No Brasil! Estou surpreso!

    • pedro rt

      nao e golpe, golpe quem da e GOVERNO COMUNISTA q temos hj, precisamos e de INTERVENCAO MILITAR

      • Alessandro Rodrigues

        Para de ser chato, cara. Quer falar sobre política, vai para a seção destinada a isso no UOL, G1, HT, Facebook. Aprenda a diferenciar e separar teus assuntos.

      • Coelho Bruno

        Quando o camarada fala em intervenção militar é pra acabar o mundo…

  • Mr. On The Road 77

    ‘A Polícia acredita que os donos façam parte de uma organização criminosa. ‘

    kkkkkkk
    Sempre uns 10 passos atrás dos bandidos.

  • Murilo Rodrigues

    Por que não fala logo o nome da ”loja” dos vagabundos, uma vez que já foi noticiado e é de interesse público?

    • PEDAORM

      EURO MOTORS

      • Murilo Rodrigues

        Eu sei que o nome é Euro Motors, só não entendo porque não colocaram na matéria…abs

        • PEDAORM

          De qualquer forma, fica registrado aqui para os desavisados.

        • Thiago

          Dá raiva mesmo desses jornais, ou não falam nome dos carros, “alguns veículos exclusivos de centenas de milhares” vá se fu… pq não fala audi, ou Land Rover, está dando informação e não fazendo propaganda do mesmo.

  • Só imagino o diálogo na record: Estapeou o reporter? Vai lá de Helicoptero. hahuauhauhauhahua

  • Jackson

    Entra na loja com uma 45 e fecha o negócio.

  • Marcelo SR

    Cana nesses SAFADOS!!!

  • Bruno

    Só não entendi a foto de um monte de fiesta na capa da matéria… kkkkkk

    • João Felipe Machado Silvestre

      em tempos de crise, quem tem fiesta faz a festa!!! hahaha

    • Coelho Bruno

      Fiesta é Premium!

  • Ronaldo Prado

    Pior que o dono dessa loja fez faculdade de direito com a minha irmã. Faz pelo menos 4 anos que ele vem aplicando esses golpes, as pessoas denunciam a loja, indicam que é o dono, mas nada acontece.

    • 4RealNZ

      Foda né.. Paísinho esse em.. ” As pessoas denunciam, mas nada acontece”. Putz que merda este paisinho. é inho em tudo. diminuitivo pra tudo mesmo!