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Infiniti prepara motor V6 a gasolina com economia de diesel

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De acordo com a revista Autocar, a Infiniti prepara um motor novo, classificado como “revolucionário” pela fonte da Nissan. Aparentemente será um V6 com taxa de compressão variável, capaz de reproduzir o consumo de um equivalente diesel.

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Comenta-se que o novo propulsor fará parte do sucessor do atual QX50. O modelo será baseado no conceito QX Sport Inspiration e também contará com tecnologia semiautônoma. A produção deve começar entre o final de 2017 e o começo de 2018. Até lá, a marca japonesa aposta no QX30, derivado do hatch Q30, ambos feitos sobre a plataforma MFA da Daimler.

[Fonte: Autocar]





  • Diogo Oliveira

    A quanto tempo não temos notícias da Infiniti…

  • Gilberto Filho

    Nos EUA a F-150 terá motor V6 gasolina biturbo com boa economia. A tecnologia tanto de dois turbocompressores (F-150 americana) como de compressão variável (esse motor preparado pela Infiniti) será de grande valia na economia de combustível! Tecnologias interessantes para carros a gasolina (ou todos do Ciclo Otto).

    • V12 for life

      Todos do ciclo Otto pois a tecnologia de compressão variável pode tirar o melhor de álcool e gasolina nos motores flex,pena que deve demorar muito para chegar aqui.

  • Celso

    Compressão variável, porque demoram tanto a lançar um motor assim?!!

    • EuMeSmObYmYsElF

      o problema é como variar o volume da câmara e o curso do pistão durante a utilização, com todas as forças e temperaturas inerentes ao funcionamento normal do motor.. vamos ver a solução da Infiniti..

    • Deadlock

      Celso, poderia esclarecer melhor para um leigo como eu? O motor poderia funcionar à gasolina com uma compressão de 20:1?

      • Pedro Henrique

        acredito que só com alta octanagem, com combustível de baixa octanagem ele vai dar ignição antes da compressão total.
        mas também posso estar errado, sou leigo no assunto.

        • Edson Fernandes

          Mas nesse caso se ajusta a compressão a um limite aceitavel em que a detonação seja feita com segurança. Hoje há o avanço ou retrocedencia da ignição para isso, com a compressão variavel poderia ser definido algo que poderia evitar ter algum tpo de problema.

          Crei oque para isso, haveria uma taxa de segurança mediana onde a parte de calculos e processamento matematico definir a melhor “mistura” entre o uso dessa parte da compressão além dos outros artificios mecanicos (mais mistura ou menos mistura de combustivel, mais entrada de ar e assim por diante) para conseguir combinar melhor o desenvolvimento.

          Eu acho que a faixa de trabalho da compressão seria menor, mas ainda assim, aproveitando melhor o motor.

          Mas creio que o proprio motor teria uma fabricação diferenciada para suportar essa forma de trabalho. Ou seja… qualquer alteração abrupta, se retorna para os parametros default e medianos para evitar problemas e ao se utilizar d emodo economico há mudanças para aproveitamento dessa situação e vice-versa em uso mais intenso.

      • Celso

        Sim, desde q o acelerador esteja próximo à meia carga, acelerador mais ou menos pela metade, situação em q as temperaturas um pouquinho antes da centelha da vela estariam próximas das condições de acelera total. As pressões e temperatura logo após a combustão seriam próximas àquelas da condição de aceleração total.

    • Matafuego

      Tem um artigo no BestCars falando sobre a eficiência de motores movidos a etanol nos dias atuais. Uma das coisas que eles tratam é da taxa de compressão. Ela não poderia ser muito alta pois o metal do motor não suportaria e literalmente quebraria.