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Jeep Renegade ganha opção de motor 2.4 Tigershark na Argentina

jeep renegade 2015

Lançado em fevereiro deste ano na Argentina, o Jeep Renegade acaba de estrear por lá uma segunda opção de motorização. Além do propulsor 1.8 E.torQ (que também equipa o modelo por aqui), o crossover compacto agora dispõe da opção do motor 2.4 litros Tigershak, exclusivo da versão Longitude.

Este propulsor é um quatro cilindros a gasolina, de 16 válvulas, que consegue gerar 187 cavalos de potência, a 6.250 rpm, e 24 kgfm de torque, a 4.400 rpm. Junto a ele está um câmbio automático de nove marchas e tração integral com seletor de modos Select-Terrain.

jeep renegade 2.4 argentina 1

Nos equipamentos, o modelo conta com sete airbags, freios ABS com EBD, controle de estabilidade e tração, rodas de liga-leve de 17 polegadas, Isofix, bancos revestidos em couro, ar-condicionado de duas zonas, sistema multimídia Uconnect Touch com tela de cinco polegadas sensível ao toque, navegador GPS e câmera de ré, painel de instrumentos com tela TFT colorida de sete polegadas, entre outros.

O Renegade Longitude 2.4 está sendo vendido por lá com preço sugerido de 640 mil pesos. No Brasil, porém, ainda não se sabe se o Jeep Renegade vai oferecer este novo motor.





  • Mario

    A pergunta que fica é: por que aqui não? A resposta: por conta dos impostos!

    • Gustavo73

      Sem dúvida o 2.4 seria ainda mais penalizado pelo IPI maior. Mas o 2.0 Tiguershark não. E esse parece estar sendo desenvolvido para o Compass.

      • th!nk.t4nk

        É normal experimentarem primeiro num mercado de menor volume. Não vejo razão pra não venderem com o 2.0 Tigershark no Brasil, pois demanda tem.

        • Gustavo73

          Se as vendas não fossem o sucesso que foi, chegaria logo. Como está vendendo bem o 2.0 chega mais pra frente mas também acho bem lógico o 2.0 nele assim como o 2.5l4 na Toro.

    • Raimundo A.

      Há especulações, baseadas num material divulgado mídia social que o Toro usará o 2.4, porém flex. O câmbio será o AT9 e a tração 4×4. O Renegade tem essa mecânica nos EUA e haveria indícios que essa mecânica estaria em testes aqui porque o Jeep 551 terá ela. Se o Renegade vendido na Argentina com esse 2.4 é feito em Goiana/PE, pois o 1.8 é, então seria questão de tempo a variante flex ser ofertada, pois exige mais tempo finalizar os testes desta alteração. O 1.8 é vendido sem ser flex como é o 1.6 E-torQ do Renegade europeu.

      A questão do imposto tem influência, pois aqui a tributação é maior acima dos 2L. Esse contexto permite segundo um mídia a FCA aqui está desenvolvendo um 2.0 Tigershark Turbo Flex. O Jeep 551 na teoria utilizaria o mesmo 2.0 do Compass, que sites locais especularam está em testes como flex. Depois disseram que essa mecânica teria sido descartada. Agora, estaria de volta tanto aspirada quanto turbinada(nova) sendo esta última para garantir imposto menor aqui ao invés do 2.4L.

      Sinceramente, a FCA tem os blocos prontos e não creio que faria um investimento maior em turbinar um motor já demandando virar flex por conta do nosso mercado. Imposto quem paga é o cliente no final das contas, logo só faria sentido um 2.0 T se fosse para ofertar em outros mercados e não ser uma exclusividade nossa. Tornar um flex monocombustível é mais fácil uma vez que fizeram os ajustes para ser flex.

      • Debraido

        No caso da Toro o imposto não varia, correto?

        • Gustavo73

          Sim nas picapes o IPI é único independente da cilindrada.

      • Lucas Furtado

        Se o Renegade 2.4 4×4 chegar pode ter certeza que o diesel vai acabar. Não dá para encaixar um 2.4 entre o flex 4×2 e o diesel. O sport diesel está 106k, um RN sport 2.4 4×4 chegaria por 95k. Quem em sã consciência desistiria do diesel por diferença tão pequena?

        • Gustavo73

          A nova motorização não precisa ser 4×4.

          • Raimundo A.

            Caro, digo que o diesel não acabaria porque há vantagens nele comparando com o possível 2.4 Flex 4×4 AT9. Esse 2.4 Flex deve beber bem, enquanto o diesel há relatos de pessoas fazendo 20km/L, alguns até mais. Se o 2.4 Flex, que tem o MultiAir 2, conseguir rendimento similar ao 1.8 E-torQ EVO do Toro, já estaria de bom tamanho, pois tenho que lembrar além da potência maior, é mais pesado por ter a tração 4×4. O combustível diesel é mais em conta e a durabilidade é maior, bastante valorizado para quem reside no interior e viaja bastante. O torque é superior.
            Claro, avaliações mostram que o 2.4L 4×4 AT9 tem acelerações e retomadas melhores sobre o diesel que não foi feito para ter esse desempenho.
            Outra é que o 2.4 nos EUA é vendido com tração 4×2 e isso possibilita um preço mais em conta, diria uns R$ 7mil a menos, mas especularia aqui apenas a tração 4×4 com este motor.
            Se você ver a Chevrolet ofertando 2.5 Ecotec e 2.8 diesel, ambos com cavalaria similar, torque diferentes, e preço pior ainda, há mercado e quem vende mais é a diesel, embora nas picapes há esse direcionamento.

            • Gustavo73

              Pela tributação maior do 2.4 penso no tal 2.0 Tiguershark que se aventa por aí para a versão de entrada do substituto do Compass. Pela proposta do Renegade diferente de uma picape não precisa ser 4×4 e provavelmente usaria o Aisin 6 ao invés do At9. Sem ser 4×4 seria mais barato e mais leve, mas teria números melhores que o 1.8 etorq.

              • Raimundo A.

                Sim, mas o problema é que o Renegade até então não tem o 2.0 Tigershark. Nos EUA, ele parte do T-Jet 140cv e salta para o 2.4 AT9 4×2 ou 4×4. O Compass tem o 2.0 como opção de entrada e o 2.4 como top. O 2.4 do Compass não tem o MultiAir 2 e o câmbio é AT6. Claro, o 551 deve ter a mecânica modernizada seguindo a do Renegade, ao menos o 2.4L. Se mantiver o 2.0, este pode sofrer algumas mudanças.
                Concordo sobre o 2.0 usar o AT6 e não haver exigência para a tração 4×4, mas como tem sido especulado, esse conjunto pode ser ofertado apenas no 551 para reforçar a superioridade sobre o Renegade nas versões mais em conta.

                • Gustavo73

                  De início sim, mas como finalizei no outro comentário nada impede algo assim mais para frente esse possível 2.0 chegue ao compacto. A FCA acertou no Renegade e na Toro, novos motores podem ser uma solução para manter as vendas em alta no futuro.

        • Rodrigo Pasini

          Eu desistiria.
          E são poucos os motivos mas são bem simples, custo do seguro é mais alto, valor de revisões é mais alta, sem falar que veículos a diesel são mais visados para serem levados.
          E a versão a gasolina/flex deve ter um desempenho beeem melhor que a versão diesel, que só tem torque.

          • Bernardo Figueiredo

            Sem dúvidas. A motorização diesel visto o preço que custa o litro realmente parece não compensar muito, a não ser que estejamos comparando picapes grandes, onde só o motor Diesel pode manter ela de maneira econômica…mas uma picape mediana como a Toro cairia bem um motor 2.4 destes, provavelmente que se for Flex chegaria tranquilamente aos 200HP

    • Lorenzo Frigerio

      Mesmo com impostos, provavelmente sairia mais barato que o diesel. E isso aí não é carro de roça para precisar de diesel.

    • Jaspion

      acho que viria quase no preço do Diesel, então não sei se fica interessante… dois motores com preços parecidos… mta opção, nosso mercado não é maduro desse jeito, o consumidor nao sabe direito o q quer…

    • DTF

      Pq o Brasil é a escória do mundo.

  • Matheus

    640 mil pesos = 157 mil reais
    !!!!!!!

    • Debraido

      Não adianta fazer conversão direta.
      Para se ter uma ideia, não será lançada a versão diesel por lá devido ao preço que teria que ser praticado devido aos impostos. Ficaria bem acima dos 640 mil pesos.

      • Matheus

        Como que não adianta fazer conversão direta?
        Isso dá 45 mil dólares, é bastante dinheiro para um carro em qualquer lugar do mundo…

        • Debraido

          O que eu quis dizer é que isso não significa que custará aqui (caso fosse lançado) o mesmo que lá. Acho que aqui essa versão ficaria na casa dos 100k (entre a longitude flex e a diesel, 87 – 117), seria interessante.

          • Matheus

            Em momento nenhum eu disse que custaria esse valor no Brasil, apenas estava apontando como estão os preços do carro lá.
            Se aqui no Brasil a gente já acha que está caro…

            • Debraido

              Lá é inviável… Carro para o marketing utilizar nas campanhas.

            • Eu não sabia que na Argentina se vendia em reais. Obrigado pela informação.

              • Matheus

                De nada!
                Mas em momento algum falei que estão vendendo o carro em reais na Argentina, ou que custará esse preço no Brasil.
                Só fiz a conversão pois a reportagem não fez. Em qualquer reportagem onde tem um valor em moeda estrangeira, é normal fazer a conversão para que o leitor tenha uma ideia da grandeza do valor, principalmente quando a moeda não é o dólar americano.

                • Voce disse com tom de que na argentina estava caro. E de fato nao está barato, mas voce mediu com a moeda em reais. Portanto se ainda quer fazer alguma comparação, converte em dolar, e compare esse valor com outros países que tem uma paridade parecida.

                  • Ernesto

                    Nossa moeda é o real, portanto, não vejo problemas do Matheus ter feito a conversão para o real.

                • Ernesto

                  Eu achei muito bom você ter feito a conversão. Obrigado!

    • duhehe

      Eu entrei no configurador esses dias, uma Renegade Longitude com teto e pintura metálica esta custando 108 !!!! Nem morto, 70 conto esta mais que bem pago, corolla altis vira bom negocio perto.

      • XandeeM

        Não,não vira.

  • RED883

    Lá eles não têm a versão Diesel, por enquanto.

  • Raul Godiano

    kkkkkkk brasil tem o que merece da fiat, so lixo

    • Mario

      Na verdade, o Brasil tem o governo que merece! Só ladrão! A questão da motorização, passa pela legislação tributária, onde motores maiores que 2.0 sofrem elevação de impostos.

  • nbj

    De onde a Argentina importa esta versão?

    • Debraido

      Daqui mesmo.

      • Raimundo A.

        Tem certeza? O 1.8 vendido lá vem daqui. Esse 2.4 estaria em testes aqui para futura oferta como flex no Jeep 551 e no Toro. O Renegade tem ele nos EUA. Se a Jeep de Pernambuco importa o 2.4 como importa os AT6, AT9 e Multijet 2 para montar no Renegade local e de exportação, então em breve deverá haver o oferta do 2.4 Flex possivelmente no trio Renegade, Toro e futuro Jeep 551 no próximo ano, mas a ser apresenta este ano no Salão do Automóvel.

    • Gustavo73

      Daqui ué…

      • SDS SP

        Sim e o motor vem de Saltillo, México.

        • Gustavo73

          Será que os boatos sobre um 2.0 Tigershark se comfirmam?

          • SDS SP

            Olha, por enquanto não ouvi notícias a respeito do 2.0L. Testamos algumas bronzinas para o 2.4L, mas no final das contas o projeto dessas peças vai continuar com outro fornecedor.

          • Raimundo A.

            O Renegade não tem 2.0 Tigershark para começo de conversa. Ele tem 1.6 e 1.8 E-torQ, T-Jet 1.4, Tigershark 2.4 e Multijet 1.6 e 2.0. O Jeep 551 que teria o 2.0 Tigershark porque o atual Compass tem, e como os projetos são compartilhados, Renegade e o Toro poderiam tê-lo.

            O Compass também tem o 2.4L diferenciando do Renegade que tem motores de menor potência.
            Pela lógica, se há o motor 2.4L com 4×2/4×4 e AT9 no Renegade, Toro com material dito interno prevendo a configuração 2.4 Flex 4×4 AT9, e o Jeep 551 aqui teriam essa mecânica. Se o 551 terá o 2.0 aqui como opção de entrada, não sei, pois há o risco dele ter é o 1.8 AT6 do Toro que deverá em breve ser usado no Renegade. Se ficou bom na picape que é pesada, o 551 sendo mais leve ficaria bom também embora pior comparado ao Renegade. Claro, a Jeep pode ofertar exclusivamente no 551 um 2.0 Flex, o 2.4 Flex intermediando e o 2.0 diesel para topo de linha. Renegade e Toro teriam o 2.4 Flex intermediando também.
            Todavia, surgiu especulação sobre um 2.0 Tigershark Turbo Flex. Teoricamente essa configuração poderia ser equivalente ao 2.4 aspirado, mas aqui pagaria menos imposto porque acima de 2L o tributo é maior. Havendo um 2.0 TFlex, então teríamos que ter um 2.0 aspirado.

            Particularmente, acharia melhor ter o 2.0 aspirado e aí uma possível variação turbo substituiria o 2.4 aspirado. Por quê? O 2.0 aspirado tem 160cv. Como flex poderia ter até uns 170cv com etanol, mas perderia do 2.0 diesel em termos de torque e autonomia. Numericamente seria um motor intermediário. Usando o 2.4, a comparação com o 2.0 diesel é mais nivelada, pois o 2.4 é a opção top de linha nos EUA onde não há o diesel. Teríamos um motor aspirado capaz de superar em certos aspectos o diesel e custando menos. No nosso contexto, o top dos EUA fica um meio termo.

            • Gustavo73

              Motores podem variar dependendo da região por isso não me baseio exatamente no que existe lá fora. Se não pensaria no 1.4 T MultiAir. Mas com esses novos motores GSE a caminho acho difícil. O 2.0 seria uma redução de cilindrada do 2.4, acho que seria mais “barato” que um turbo. Não imagino um motor turbo nesses modelos aqui no Brasil. Pelo menos não agora. O 2.4 vêm do México e deve chegar em breve à Toro, que não teria aumento de IPI. Também na Compass e essa.poderia ter o 2.0 dividindo assim os custos do 2.0 aspirado com o Renegade. E podendo ainda equipar outros modelos da FCA por aqui. A FCA fez um bom trabalho com o 1.8 etorq evo, mas um motor com o comando MultiAir provavelmente se sairia melhor. Mas é só especulação ppr enquanto. Mas não ficaria surpreso com um motor avima do 1.8 mo Renegade nem que seja no facelift de meia vida.

              • Raimundo A.

                O 2.0 reforça a diferença entre o Compass de entrada com o Renegade equivalente não tendo este tal mecânica.
                Claro, poderiam criar a oferta para o compacto bem como para o Toro.
                Um 2.0 Turbo seria mais eficiente que o 2.4 aspirado, embora poderia custar o mesmo num primeiro momento. Em termos de tributos, para os suvs, pagaria menos devido a cilindrada até 2L.
                Também suponho que haverá oferta de motor acima do 1.8 sem ser diesel, mas teremos que aguardar se será os já ofertados em alguns produtos aqui tornando-se flex ou a FCA criará novas especificações. Começam a especular que haverá um GSE 1.3 16V Turbo Flex que substituiria aqui o T-Jet. A depender da configuração dessa hipoteticamente mecânica tendo como referência as disponíveis no T-Jet, não precisaríamos de nenhum motor aspirado. Basta dizer que o T-Jet vai de 120cv até 180cv.

    • João Silva

      Brasil

  • Leonel

    “Este propulsor é um quatro cilindros a gasolina, de 16 válvulas, que consegue gerar 187 cavalos de potência, a 6.250 rpm, e 24 kgfm de torque, a 4.400 rpm. Junto a ele está um câmbio automático de nove marchas e tração integral com seletor de modos Select-Terrain.” isso é motor, não esse RIDÍCULO 1.8 E-Torq.

    Mais ridículo ainda é saber que mesmo com essa motorização, o Renegade pode passar dos R$115 mil. Consumidor brasileiro, melhore…

    • Raimundo A.

      Engraçado é o 1.8 ser ridículo e na Europa, pessoas com maior grau de exigência, tem a disposição o hiper super 1.6 E-torQ de 115cv com câmbio manual de cinco marchas.
      Então nós somos mais inteligentes, exigentes que os europeus? Ou aqui há a péssima mania de achar o desempenho (aceleração e velocidade máxima) muito relevante?
      Nós somos tão exigentes que na Europa tem Mondeo, nosso Fusion, com 1.0 Ecoboost. Aqui é vendido com o 2.0 Ecoboost porque os sábios não viriam graça um veículo de porte médio grande usando motor com cilindrada de popular e baixa potência, além do preço ser alto de qualquer forma.

      • Leonel

        Já comparou o impacto destes carros no bolso dos europeus em relação ao nosso ? E não é porque eles não exigem mais, que não podemos fazer isso. Carros que quebram a barreira dos R$100 mil tem uma obrigação muito maior de serem eficientes (leia-se: potentes e econômicos). Não se trata de sair rápido no semâforo, mas sim, de segurança em ultrapassagens e afins.

        Brasileiro associa demais ainda litragem de motor a potência e etc, por isso não vinga 1.0 Ecoboost em Fusion, assim como provavelmente não devem trazer o 1.0 TFSI para o A3, isso tem que mudar.

        Brasileiro tem sim de ser mais exigente, caso contrário, continuaram a nos empurrar o que eles bem entenderem e não o que realmente queremos. Por fim, o carro é excelente, minha crítica é exclusiva a esta motorozição.

        • Raimundo A.

          Nobre, só aqui parece ter uma preocupação em fazer ultrapassagens rápidas, sobretudo em pistas simples, em locais proibidos, que são muito comuns aqui.
          Não acredito ainda que o brasileiro se importe com a eficiência mecânica em veículos mais caros, pois ainda são de uma minoria que pode pagar a ponto de ficar com o veículo ligado, ar condicionado acionado, parado, por 30min. Quem tem um popular e de fato se preocupa com a autonomia, não tendo o desempenho um fator tão relevante, não faria isso.
          Qualquer veículo aqui pesa mais no bolso ao comparar com similar europeu para pessoas deste. Bastar ver quanto é o salário mínimo de ambos. Lá, em seis meses, é possível ter um veículo popular melhor, mais eficiente, que os populares daqui. Aqui você precisa trabalhar quase três anos para ter algo pior e a eficiência é mais por imposição da legislação que cede impostos menores para quem cumpre do que uma demanda do consumidor. É só vermos que as montadoras não estão ofertando motores eficientes para todos os veículos, mas para alguns.
          Concordamos que o brasileiro precisa ser mais exigente e alguns pesquisas sugerem isso. Digo que sugerem porque não adianta ter uma exigência se essa não é fundamentada, muito menos direcionadas para itens que realmente fazem a diferença.
          Alguns sucessos de vendas podem explicar bem isso por aqui, pois tem é mecânica com manutenção simples porque o motor é simples, há central multimidia e o design agrada. Vários air bags não tem importância e alguns nem isso ofertam. Se esse item fosse importante, o nosso Renegade teria de série os sete como tem os vendidos na Europa e nos EUA.

          • Leonel

            Cada um dá importância aquilo que lhe convém e/ou quer. Insisto que o motor é desproporcional ao carro. Não há como eu concordar em ver um carro ultrapassando os R$100 mil com baixo desempenho ou oferecendo equipamentos/tecnologias que deveriam constar obrigatoriamente (como Corolla sem ESP, mesmo na versão Altis).

            Eu sei que existe um conjunto de fatores que levam ao preço e a qualidade do que temos, não exclusivamente um. Apenas penso que o veículo em questão, considerando porte, nome e preço deveria vir com motor superior ao que oferece e não o mesmo que equipa um Palio. Essa mesma crítica eu fiz e faço ao Golf 1.6 MSI. Hoje ele ultrapassa os R$100 mil com o mesmo motor do Gol, Fox…são excelentes carros (Golf e Renegade), porém pecam nesse quesito. É só comparar os mesmos veículos equipados com suas motorizações topo de linha, o Golf com o 1.4 TSI e o Renegade com o Diesel. Parecem outro carro…se é para se contentar com pouco, os fabricantes nem deveria dar estas opções.

            Enfim, é isso, não há necessidade de se alongar na discussão em questão. Obrigado por compartilhar de sua opinião.

            Abraços.

      • Gustavo73

        Mas lá as versões mais caras tem motores acima do 1.6 etorq. Aqui nas versões mais caras um.motor a gasolina acima fo 1.8 etorq também seria bem vindo.

        • SDS SP

          É aquela história: Se o europeu se jogar de uma ponte, nós teríamos que fazer o mesmo? Rs

          • Gustavo73

            Rsrsrs, na versão de entrada (aquela sem nome com calotas) e na Sport até vai o 1.8, mas na Longitude não rola. Ea diesel 4×4 fica muito cara com um pacote de segurança condizente vom o preço.

      • Ernesto

        Como você mesmo comentou, cada mercado tem suas características.

  • Valdemir Souza

    A Argentina de Macri ganha da Fiat o Tigershark

    O Brasil da Dilma ganha o Fiat Mobi! kkkkkkkkkk

    • Pedro Rocha

      Se Renan salvar o PT, a FIAT vai relançar o 147 e o Elba como edição especiaLL para homenagear um certo collorido que hoje ficou vermelho.

    • BillyTheKid

      Tomara que quando o Temer assumir, ele dê um jeito na economia, talvez fazendo um tarifaço como o Macri está fazendo na Argentina. 300% na energia elétrica e gás, 500% na água, um bom aumento na gasolina pra Petrobras recuperar caixa, etc.

      • Aumento na gasolina a Dilma já fez, cobrando-nos por ela, mais caro que o resto do mundo, pra cobrir o rombo que seu partido e seus aliados fizeram na empresa.

        Macri não fez “tarifaço”, ele apenas retirou os subsídios de tudo, parando de todos pagarem por aqui que alguns usam, aumentando impostos. E aliás, o que ele reduziu de impostos, equiparou câmbio com a realidade e etc, fez com que o Argentinos o admirem e fiquem contente. O cara pagou as dívidas com fundos abutres que a esquerdinha dizia ser impossível, trouxe empregos, investimentos e desenvolvimento em apenas quatro meses! O Argentino sorri e comemora o fim do Estado paizinho do filho povo, em troca de uma nação forte que forma adultos independentes e promissores.
        #ChoraMais!

        • BillyTheKid

          Não tenho dúvidas que os argentinos estão sorrindo e comemorando enquanto pagam até 5x mais em contas de serviços básicos!

          Por isso eu disse, espero que algo similar ocorra por aqui, mas antes precisamos colocar os malditos bandidos corruPTos na cadeia pra por um fim na corrupção do nosso querido país!

        • Ernesto

          Parabéns pelo comentário. Esquerdistas não entendem que migalhas vindo de um Estado ineficiente é muito ruim para o País. Quem não ficou contente são os sanguessugas (eles usam um outro nome lá, mas não me recordo) que perderam suas mamatas. Li que o Michel Temer irá reduzir a quantidade de funcionários comissionados. Quem sabe ele realmente acaba com uma boa parte da mamata desses vagabundos sustentados pelo Estado.

          • Miguel

            Eu acho que esse governo tem que começar a cortar na própria carne pra começar já conquistando o apoio do povo brasileiro. Eles têm que ser inteligentes, destravar essa economia burocrática, acabar com essas despesas obrigatórias, com os impostos já elevados. É hora do estado reduzir seu tamanho..

  • Thiago Lamim Matos

    Isso começa a ser um motor de SUV. o 1.8 chega a ser vergonhoso.
    Poderia ser usado no freemont também.

    • Jaspion

      acho que virá no novo Jeep C-SUV que tá quase pronto

  • EJ

    Uma renca de site já noticiou que a Fiat testa esse motor aqui no Brasil já faz tempo. Tá na cara que vão lançar aqui, mais cedo ou mais tarde. Só devem estar esperando alguma ação de marketing, momento apropriado…essas coisas não ligadas a engenharia.

    • CignusRJ

      Ou mais provavelmente a mudança de governo.

    • Wellington Myph13

      Na verdade os testes aqui é do mesmo motor mas em bloco 2 litros pra pagar menos IPI.
      Devem lançar mesmo, mas 2.0 e não 2.4…

      • EJ

        Segundo o Marcos do Autos Segredos (matéria de Janeiro desse ano),essa variante 2.0 está descartada por enquanto. 2.4 mesmo, tanto pra toro,que não paga a diferença de IPI por ser utilitário, como pro renegade q sim, pagaria 18% de IPI contra 11 de uma eventual variante 2.0.

    • Debraido

      Más é obvio que estavam testando o motor. Tanto que está sendo fabricado e enviado para exportação. Vender aqui já é outra conversa.

      • EJ

        Ah,está sendo fabricado no Brasil é? Então agora prova aqui pro pessoal aonde está o lastro dessa sua informação “quente”, que não consta em local algum. Acha mesmo que um motor começaria a ser produzido em solo brasileiro sem nenhuma divulgação, zero? Mostre a fonte aí…

        • Raimundo A.

          Caro, não precisa ser fabricado, mas montado. Os câmbios AT6 e AT9 como o motor diesel do Toro e Renegade são importados. O T-Jet do Bravo e do Punto é importado.
          O fabricante não precisa divulgar como outros fazem a oferta de motor para produto exportado. Se fosse para ofertar aqui, aí faria mais sentido a divulgação, só que esperamos o 2.4 Flex e não apenas gasolina.
          O Renegade utiliza o 2.4L AT9 4×2/4×4, então como aqui é feito com o AT9 e 4×4, ambos importados, o 2.4 sem ser flex deve ser importado para cá onde estão montando o de exportação juntamente com o 1.8 MT5 anunciado antes. O 2.4 Flex, que estaria em testes no Toro, Renegade e no 551, deverá vir depois. Talvez essa variante seja importada para montar os veículos aqui, pois a BMW por exemplo traz da Europa o seu turbo flex dos veículos montados aqui. Contudo, pode ser que a FCA pense em nacionalizar o 2.4 com a oferta de mais produtos utilizando ele por estas bandas. Para os produtos nacionais, seria flex, e para os de exportação, eletronicamente programado para usar apenas gasolina.

    • gpalms

      Vão lançar com o preço do diesel e “reposicionar” esse. Logo logo bate nos R$150.000,00

  • Marcus Vinicius

    No placa de plástico que reveste o motor está escrito 2.4 Multiair ao invés de 2.4 Tigershark !

    • daneloi

      Creio que Multiair se refere à essa tecnologia da fiat. O 1.4L multiair por exemplo, nada mais é que o Fire 1.4 com essa tecnologia.

  • Baralho

    Melhor seria lançar no Brasil o 1.4 turbo.
    Bom torque e potência suficiente para calar a boca dos críticos além de ser mais econômico.

  • Rodrigo

    Na boa? Eu trocaria o 2.4 Tigershark pelo 1.4 Turbo conforme existe na China (se não me engano).

  • afonso200

    aqui é por culpa de que motores superiores a 2.0 tem mais e mais impostos,,,,PIADA, ANFAVEA reve essa porcaria a de lei com o senado

    • Danilo Melo

      agora que o mercado está enchendo de carros turbo, nem precisa rever isso mais..

  • Airplane

    Este motor 2.4 é mais adequado ao porte do Renegade.

  • Alexandre Maciel

    Acredito seja o motor que deveria equipar esse carro desde o lançamento ao invés da gambiarra 1.8 da Fiat. Mas, como estamos no Brasil…

  • The Monster Man

    O de lá tem motor bom e vem completo, o daqui vem “pelado” e é manco, que isso Jeep?

  • DTF

    Argentina dando banho no Brasil no que tange a lançamentos automotivos…..no resto também.

  • Lucas Irrthum

    Quem dera se viesse no lugar do Etorq vazador de óleo…

  • fbl

    A fiat deve estar esperando o PT ser implodido antes de lançar algo mais digno a gasolina do que o e-torq para esse carro.

  • Guilherme Rezende

    2.4 seria uma boa aqui,se a FCA o colocar flex,tem alguma redução de imposto,era assim que a Chevrolet vendia o Vectra 2.4,usou este artifício para ter imposto reduzido.



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