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Matéria NA: IPI reduzido funcionou para acabar com a crise. Incentivos fiscais também funcionariam para reduzir as emissões de poluentes no Brasil?

Autor: Moriah Categorias: Ecologia, Governamental/Legal, Matérias NA

23/09/2009

materia na ipi reduzido funcionou para acabar com a crise incentivos fiscais funcionariam tambem para reduzir as emissoes de poluentes Matéria NA: IPI reduzido funcionou para acabar com a crise. Incentivos fiscais também funcionariam para reduzir as emissões de poluentes no Brasil?

A pergunta acima é pertinente ao momento em que está atravessando o mercado nacional. Depois da era de redução do IPI, onde o Brasil provou que pode mesmo sair de uma crise no setor automotivo, agora o panorama muda drasticamente.

No momento que se fala em uma redução drástica de emissões de poluentes pelo mundo afora, no Brasil já começa a guerra de debates sobre o tema. Para o setor automotivo, há alguma saída viável para o tema?

Bônus, redução deste ou daquele imposto, será que o Brasil já necessita de tais incentivos para reduzir a emissão de poluentes em nossos automóveis? No que se refere às vendas do mercado o incentivo fiscal realmente funcionou.

Varias montadoras já estão de olho em nosso mercado com produtos que emitem menos ou nada de poluente na atmosfera. Até mesmo uma grande marca já anunciou a chegada de um superesportivo elétrico.

Tudo bem que este último poderia chegar com ou sem incentivo, já que será caro do mesmo jeito e voltado para um publico bastante exclusivo. Mas outros modelos pretendem chegar com a proposta de vender muito mais por um preço bem menor.

Nas condições atuais, é impraticável a chegada de modelos híbridos ou elétricos, por exemplo. A alíquota de IPI para estes é de elevados 35%! Muito para um carro que naturalmente já custa mais do que um convencional.

Outros modelos com níveis de emissões mais baixos, ainda são poucos e devido a vários fatores, ainda não emplacam no mercado. Uma meta de emissões atrelada a descontos nos impostos federais, poderia ser uma medida mais eficaz do que privilegiar alguns segmentos de mercado.

Para a indústria, somente com incentivos, poderão comercializar ou desenvolver produtos com o objetivo de redução das emissões. Tais produtos já existem aqui, mas dependem da colaboração do governo.

O álcool, a bandeira ecológica que o país carrega a mais de 30 anos, agora mostra que não é tão ecológico assim. E as alternativas? Temos muitas, mas algumas infelizmente dependem somente do governo.

Medidas como renovação de frota para substituir carros velhos por novos, ainda não foram tomadas de forma concreta. Incentivar o consumo para renovar a frota não funciona, visto que o país só aumentou o numero de carros nas ruas e não tirou os velhos de circulação.

Será preciso uma nova crise para que medidas concretas sejam criadas para resolver velhos problemas, como os citados? Ainda aguardamos que o governo a iniciativa da questão e não espere pelo pior, que não tardará a chegar.

---> Confira ofertas de carros com IPI reduzido em dobro <---






  








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    OS COMENTÁRIOS AGORA SERÃO FEITOS NO FÓRUM N.A.


    IGAUM

    23/09/2009 as 22:15

    Uma coisa é INEGAVEL… muitas carroças e museus sairam de circulação…. anda raro eu ver aqui na minha cidade carro de 2000 ou antes…

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      Williambonomo

      23/09/2009 as 22:53

      mora em beverly hills ?
      kkkkkkk
      brincadeira, diminuiu consideravelmente mesmo o número de carros antigos;
      geralmente quando vejo carros antigos aqui em florianópolis são carros muito conservados
      “filés”.

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        R2

        23/09/2009 as 23:42

        Sei não heim…
        Hoje mesmo vi um chevetão com farol caolho na av. rio branco. E em dia de chuva andar com farol caolho é maravilha mesmo…
        Talvez numero de carros antigos e mau conservados realmente tenha diminuido na ilha e em especial alguns barrios, mas não se pode dizer o mesmo de caminhoes…

        Tenho certeza q com os incentivos certos, o brasil poderá ter carros eletricos em pouquissimo tempo.
        Amenos é claro que o lobby da petrobras(leia-se lula com entaol, dilma com presal, entre outros) e afins seja muito grande.

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          Marcus

          24/09/2009 as 09:18

          logico que vao existir ainda akeles que nao trocaram seus carros…
          mais muitos trocaram…
          parcelaram em suaves 72 prestações…
          IOAUSHoiaushOIASUH =D

          Faça login para responder

    alissonbona

    23/09/2009 as 22:31

    Concordo com voce.
    O governo deveria tomar medidas para atrelar o IPI, e um ou outro imposto que incide sobre equipamentos eletronicos de gerenciamento de carros hibridos e eletricos (como por exemplo, baterias).Tambem os estados devem fazer IPVA 0 (alguns estados ja esta previsto) para carros eletricos.
    Com isso quem polui mais paga mais, quem polui menos paga menos.

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    Luis.J.R.

    23/09/2009 as 22:34

    Tem muito ferro velho na rua sim!Principalmente nas grandes cidades.A maioria da população não tem condições de comprar um carro mais novo, isso é um semi novo.Carro ainda custa um absurdo, até usado é caro.E tem muita gente que usa carro bem velho para trabalhar também.

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    Corsario Viajante

    23/09/2009 as 22:36

    Verdade, com a febre de vendas muitos carros antigos estão sumindo, mas curioso que os mais antigos ainda estão valorizando graças à popularização do antigomobilismo, da forma como está corremos o risco de uma geraçáo de carros se tornar bem rara à longo prazo, pois o carro está ficando mais descartável que antes..
    Quanto aos elétricos, seria fundamental o governo incentivar, ao invés de ficar falando bobagem sobre etanol, soluçao limitada e datada, ou enchendo a paciencia com o pré-sal.
    Acontece que para ogoverno é muito cômodo ter a petrobrás faturando alto em cima do petróleo, cobrando mais que o dobro do que a média internacional por barril.
    Capaz que, se o Brasil adotasse carro elétrico, ele funcionaria de forma que só poderia ser abastecido num posto “oficial”, tudo para o bem do Brasil, claro! E quem reclamar é antinacionalista!

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    Williambonomo

    23/09/2009 as 23:00

    ah… sou corretor de seguros e tive olhando que em alguns sistemas de cotação de algumas seguradoras tem esse palio elétrio da foto na tabela de carros, não cheguei a tentar calcular, vou tentar pra ver no que dá…

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    7Bisinski

    23/09/2009 as 23:24

    Conceito básico de economia: Pessoas reagem a incentivos. Se o elétrico for mais barato do que os de combustão então podemos ver aonde isso vai.

    Mas acho dificil, o Brasil ainda tem que desenvolver e aprimorar um motor dedicado ao etanol, que seja mais eficiente. E ao mesmo tempo tirar de circulação monstruosidade poluidoras bebedoras de diesel da era de 60 enquanto limpa o diesel nacional.

    Falar é uma beleza, fazer é outra.

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      Cetral

      23/09/2009 as 23:58

      “o Brasil ainda tem que desenvolver e aprimorar um motor dedicado ao etanol, que seja mais eficiente.”

      Etanol atualmente é uma completa besteira. Não devemos nem investir em tal aprimoramento. Seria muito melhor investir na redução das taxas de poluição do diesel, e incentivar sim a importação de híbridos. Se o Brasil não acompanhar o mundo agora não acompanhará nunca mais. Teremos nas próximas duas décadas, com o BRIC, e com nosso crescimento econômico, a possibilidade de figurar entre as economias mais desenvolvidas do mundo. Porém, se não invertirmos em tecnologia agora, ficaremos igual ficou a Europa Oriental na época da Guerra Fria.

      Não adianta caminhar na contramão das tendências mundiais. Ninguém quer saber de etanol, mas do aprimoramento de motores diesel, e desenvolvimento de elétricos e híbridos sim. Não adianta queremos desenvolver uma tecnologia plenamente nacional enquanto o mundo caminha em conjunto para um outro tipo de matriz energética. Usemos nossos campos para fornecer alimentos, ganharemos mui bem exportando, e não ficaremos atrás do resto do mundo se nos adaptarmos ao mundo contemporâneo.

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        tscarani

        24/09/2009 as 07:56

        Por favor, não fale sobre o que você não faz a menor noção.

        Etanol é tão besteira que vários países desenvolvidos já estão / estão começando a adicionar etanol na gasolina. Em alguns casos, como na holanda, adicionam até mesmo AEHC.

        Faça login para responder

        Gustavo C

        24/09/2009 as 10:54

        Etanol está na contra-mão? A grande maioria dos países desenvolvidos está aprovando legislação para incluir um percentual de etanol na gasolina, e você fala em contra-mão?

        Faça login para responder

        Corsario Viajante

        26/09/2009 as 17:37

        Vocês mesmo responderam. Estão adicionando etanol na gasolina como solução a curto prazo pois a gasolina está ficando cada vez mais escassa, porém o etanol não é apontado como solução sustentável a longo prazo, como veículos elétricos, por exemplo.
        Vejam as pesquisas e os carros conceitos, quantos vocês vêem elétricos e quantos com etanol? Etanol é gambiarra, elétricos, hidrogênio e cia. é o futuro.

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    Cetral

    24/09/2009 as 00:01

    Sinto que o pré-sal, ao invés de salvação, será um atraso para o Brasil, se por causa disso não nos adaptarmos às tendências mundias – e isso inclui economia e tecnciências.

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    Lorenzo

    24/09/2009 as 02:24

    Um bom incentivo seria diminuir o imposto sobre o diesel, se a Petrobrás passasse a vender só o S10, compensando os custos extras.

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      tscarani

      24/09/2009 as 07:53

      Governo diminuir imposto no Brasil de forma permanente? Essa eu pago pra ver.

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    tonywalker

    24/09/2009 as 08:35

    No governo atual eu não tenho a mínima esperança de ver algum incentivo, pois o pré-sal é a base da campanha da sucessora dele (isso se não inventrarem o terceiro mandato, só fico sossegado quando divulgarem os candidatos).

    Toda a produção mundial será voltada para a tecnologia híbrida e elétrica, não fará sentido ter fábricas com tipo A de motor e fábricas com tipo B. O Prius já tá batendo na porta dos Argentinos. O Brasil é um grande exportador de motores. Uma hora o motor híbrido será o motor “de linha” das montadoras mundiais. O Japão quer reeguer sua economia baseado na energia limpa. Pelo menos, pra alguma coisa essa crise mundial foi boa. Pra acelerar o investimento em novas tecnologias.

    Viva a globalização!

    É só ter uma alíquota decente que os híbridos entram aqui com tudo. Mas isso só no próximo governo…

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    Claudiopoa

    24/09/2009 as 08:53

    O Brasil deve incentivar o quanto antes, através de REDUÇÃO DE IMPOSTOS e FINANCIAMENTOS SUBSIDIADOS, a produção de veículos híbridos, elétrico e movidos a outros combustíveis alternativos, bem como a PESQUISA desses combustíveis, para que nossa industria automobilítica não fique defasada do resto do mundo.

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    Andre Pira

    24/09/2009 as 09:21

    Vamos usar como exemplo um item existente em todos os carros desde mil novecentos e bolinha, o tal Catalizador. É um item caríssimo na hora de trocar, tem carro que ele chega a custar mais de R$ 1.000,00, portanto se o governo subsidiar o imposto deste componente, garanto que muita gente trocaria por outro na hora de trocar o escape e não aquela capa “me engana que eu gosto”. Quanto ao álcool; há controversias sobre os testes concluidos e veiculados semana passada que afirmam que o mesmo polui mais que a gasolina no caso dos carros flex. Os gases eliminados no teste realmente tem maior concentração neste caso, mas comparado a outros gases que a gasolina emite, os níveis são baixíssimos no álcool.

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      Gustavo C

      24/09/2009 as 10:58

      O teste foi falho, só avaliou carros ainda na linha de montagem, e sob condição específica de rotação. No dia-a-dia o resultado é outro, o álcool polui menos pra todas as emissões. Isso quem é da área sabe, mas falta um trabalho extensivo pra provar.

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        Lorenzo

        24/09/2009 as 11:50

        Trabalho extensivo com certeza já tem, mas eles (“montadoras”) não divulgam. O Inmetro precisa definir e publicar os parâmetros oficiais para esse tipo de avaliação, senão continuaremos a ver trabalhos xinfrins como esse, em que carros recebem “notas”.

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    Roberto

    24/09/2009 as 11:47

    O problema não é só os impostos. A ganância das montadoras instaladas no Brasil é terrível. Pra vocês terem uma ideia: fiquei sabendo que a FORD está lançando na India um carro chamado Figo para concorrer com o TATA Nano, na faixa dos US$ 2.500,00. A surpresa foi quando vi as fotos do carro. Trata-se do nosso fiesta com alguns retoques, que por sinal ficaram bem mais agradáveis do que aquele monstrengo que a FORD vende aqui. Nada muito profundo, mexeram só nos faróis, o de praxe. Quem quiser dá uma olhada segue o link: “http://carros.uol.com.br/album/ford_figo_album.jhtm#fotoNav=3″.
    E brasileiro ainda jura que entende de carros. Mas os gringos não param de nos dar pernada.

    Faça login para responder

      Lorenzo

      24/09/2009 as 11:58

      2500 dólares na Índia é uma FORTUNA. O cara trabalha 5 anos para ganhar isso e não tem “derêitchios” quaisquer, e é por isso que o custo final do carro é baixo. Se você acha o Brasil subdesenvolvido, cheio de políticos safados, empresários inescrupulosos e pastores embusteiros, vá ver como é lá.

      Faça login para responder

        Corsario Viajante

        26/09/2009 as 17:38

        Pois é, tem gente que simplesmente converte o valor da moeda e pronto, acha que é caro ou barato.
        Na verdade a conta é um pouco mais difícil.

        Faça login para responder

    Cypress

    24/09/2009 as 23:45

    O IPI reduzido serviu pro povo trocar suas carroças antigas por carroças novas.

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