Manutenção

Maus costumes dos proprietários de carros

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Muitos proprietários de automóveis têm maus costumes no que se refere ao dia a dia com o veículo ou mesmo com sua manutenção. Tais hábitos acabam por reduzir a vida útil do carro e aumentar a frequência de visitas ao mecânico.

Confira 12 maus costumes de parte dos motoristas que prejudicam o automóvel:

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1) Até a boca – Um dos maus hábitos de grande parte dos motoristas é deixar ou mandar o frentista abastecer até a boca. Isso significa que haverá mais combustível que a capacidade do reservatório e este pode vazar pelo bocal, manchando a pintura e aumentando o risco de incêndio. Além disso, pode alterar a pressão do tanque e danificar a bomba de combustível. O correto é encher até o disparo da bomba.

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2) Reserva – Da mesma forma que muitos querem colocar mais do que o tanque suporta, outros tem o mau hábito de sempre andar com o tanque na reserva. Com o baixo nível, o pescador da bomba acaba sugando impurezas e resíduos do fundo do tanque, podendo entupir o filtro de combustível. Além disso, há risco de superaquecimento da bomba, pois a mesma mantém sua temperatura quando imersa no combustível.

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3) Querosene na lataria – Para tirar manchas de asfalto ou graxa, o querosene diluído é uma boa dica. No entanto, passar o produto na pintura em busca do brilho original, vai acabar mesmo é com a camada protetora da tinta, envelhecendo o automóvel. Ela também resseca as borrachas de vedação.

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4) Óleo embaixo – Outro produto que não deve ser usado em automóvel é o óleo lubrificante (geralmente usado) para revestir a parte inferior do veículo. Ele não ajuda em nada e ainda por cima, resseca coxins e borrachas de vedação, bem como gruda com amis facilidade a sujeira das vias, especialmente areia.

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5) Motor limpo – Uma prática que pode dar um prejuízo enorme para o proprietário, especialmente carros mais atuais, é a lavagem do motor com jato de água. O correto é usar um pano úmido para a limpeza geral, pois a água pode danificar a ECU e outros componentes eletrônicos, que são bem caros de concertar.

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6) Deixando o pé na embreagem – Esse é um mau hábito de muitos motoristas. Deixar o pé no pedal de embreagem, mesmo que de forma despercebida, pode desgastar prematuramente platô e disco. O mesmo serve para manter o carro em aclives usando somente o dispositivo.

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7) Mão no câmbio – Se o pé não sai da embreagem, a mão de muita gente fica descansando sobre a alavanca de câmbio durante a condução, ao invés de estar no volante. Isso reduz a vida útil da transmissão, pois vai gerar folga nas engrenagens ao longo do tempo.

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8) Ré antes de parar – Os câmbios automáticos mais modernos possuem uma proteção contra o engate da ré com o veículo ainda em movimento, mas no caso dos manuais, alguns não esperam o carro parar e já engatam a ré. Isso provoca um ruído muito ruim e prejudica as engrenagens que, com o tempo, farão a transmissão deixar de engatar marchas.

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9) Última pisada antes de desligar – Um costume muito ruim contra a saúde do motor é dar uma acelerada antes de desligar o veículo. Isso porque o excesso de combustível não queimado, gerado pelo pico de aceleração e desativação do propulsor, acabará com o catalisador muito antes do fim de sua vida útil, pois o combustível vai corroer a cerâmica do dispositivo.

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10) Saindo em segunda – A primeira marcha existe para ser usada, mas há quem prefira sair na segunda. Isso significa um esforço maior e desnecessário da embreagem, reduzindo sua vida útil e naturalmente aumentando os custos.

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11) Pneu na calçada – Uma prática que pode danificar muitos componentes vitais de um automóvel é encostar intencionalmente a roda nas guias da calçada. O objetivo é dificultar os roubos, mas o prejuízo mesmo será nos terminais de direção, suspensão e no próprio pneu.

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12) Passando de lado – O carro está cheio e o medo de raspar o fundo em valetas e lombadas é enorme. Assim, muitos condutores decidem evitar esse incômodo e passam com uma roda de cada vez no redutor de velocidade. O resultado é que, mesmo que evite a chata raspada, o monobloco apresentará trincas com o tempo.

[Fonte: Revista Quatro Rodas]

[Imagens ilustrativas]





  • Leonardo César

    Já tive que pedir várias vezes os frentistas para parar de abastecer quando a trava soltar, alguns chegam a indagar que é para arredondar o valor e ainda acham ruim.
    Como gostaria que tivesse postos ao estilo EUA, você chega, para, colocar o cartão e você mesmo abastece.

    • Thiago Porto

      sempre peço para arredondar, com a Gasolina custando R$3,30, não são 250 ml excedentes que vão comprometer o sistema.

      • Rafaelprado

        e com esses 250ml você vai andar quantos KM? Vai fazer falta para chegar no próximo posto? Se a gasolina pós trava fosse gratuita tudo bem, mas voce vai pagar de qualquer jeito, porque correr o risco?

        Dificilmente quem manda encher o tanque, vai pagar em dinheiro, então se vai pagar no cartão tanto faz ter centavos ou não.

        e como outros já falaram quem paga em dinheiro já pede o valor arredondado.” Põe 50″

        • Thiago Porto

          Não gosto de valores fracionados, deve ser TOC, kkkk.

          • moncorongo

            Fica de boa que o mecânico também não, sempre vai arredondar pra cima na hora de te cobrar, hehe
            hehe

            • Thiago Porto

              15 anos, 7 carros, Zero centavos de manutenção em bomba de combustível ou reparo de pintura por vazamento de combustível.
              Acho pouco provável.

              • Todos os carros que eu comprei usados sempre apresentavam forte cheiro de combustível após abastecer, graças a este hábito dos donos anteriores. Estraga o canister, que não consegue mais reter o vapor. Então, dano visível mesmo não existe, mas provoca dano sim.

                • Thiago Porto

                  Dos 7 carros , 3 foram usados, 0 carros com problemas de excesso de consumo, cheiro forte de gasolina ou qualquer problemas semelhantes na linha de combustível ou alteração de emissão de gases e funcionamento do motor.
                  Alias….
                  Eu nem teria comprado um carro usado que apresentasse esses sintomas, mas cada um é cada um né.

                  • RyanSX

                    Devido a idade de uns dos carros aqui de casa, mandei tirar o tanque e fazer uma limpeza. Quando o cara jogou o produto para limpar saiu uma água barrenta do tanque que nem parecia estar ali. Ou o antigo dono era desleixado ou a gasolina nossa que é uma porcaria mesmo.

                    • Thiago Porto

                      É uma gosma cor de barro?
                      O Veiculo era Alcool ou Flex?

                    • RyanSX

                      No caso o Astra é somente a Gasolina.

              • Leandro

                Os compradores dos seus usados devem segurar uma trolha, rsrs

    • Pipo pipo

      Tenho o cuidado de sempre pedir para completar até o desligamento da Bomba, já virou hábito e como pago com cartão, arredondamento não faz mais sentido.

      • Guilherme Eduardo

        Verdade. Geralmente essa prática é feita para é por quem paga com dinheiro vivo. Imagina abastecer R$49,15 e dar uma nota de R$50? Com o cartão não tem esse problema.

        • Guilherme Eduardo

          Eu tbm prefiro calcular quantos litros faltam para encher o tanque, converto para reais e arredondo para baixo uns R$10. Na bomba peço para colocar R$75, R$ 90, R$ 100, e nunca falo “completa por favor”

        • Marcelo Henrique

          Fugindo do assunto, 100 reais mal está dando meio tanque de gasolina.

          • Filipe Machado

            Gasolina sim… Álcool aqui em SP dá pra encher Tanque de 50 litros tranquilo

            • Marcelo Henrique

              Álcool no DF é algo em torno de 2,84 o litro. Não compensa muito

              • Rafael Yashiro

                Aqui em Belém já vi posto cobrando R$ 3,05 pelo litro do Etanol. Se existe um lugar do Brasil que o Etanol não é vantajoso, esse lugar é o Pará.

            • Fernando S.

              Depende do posto e da região, viu. O álcool essa semana do meu posto de confiança subiu de 1,84 para 2,09. E vários outros já estão na faixa de 2,19. A gasolina também subiu de 2,99 para 3,14 (no de confiança), mas os bandeirados fortes já estão cobrando 3,24

              • Filipe Machado

                Aqui ainda se encontra por menos de 2 reais – não sei até quando

                Zona Norte SP

              • Vagnerclp

                Aqui os bandeirados fortes estão cobrando 3,26.

              • Leonardo César

                subiu só 14 centavos a gasolina? que inveja
                aqui subiu subiu 24 centavos, não reparei no preço do álcool, mas pra variar, subiu também!

              • Igor Serra

                Aqui em fortaleza tah 3.69

            • Daniel

              Aqui em Macaé… 3,999 a gasolina aditivada e 2,799 o etanol…
              Detalhe que o reajuste na refinaria foi pra gasolina e Diesel, mas o alcool tbm subiu… (alguem me explica, por favor?)

            • Edson Fernandes

              Aqui onde ue moro em especifico, dá para colocar 52 litros de etanol.

          • DougSampaNA

            pra ver como o Governo está detonando o valor da nossa moeda ao praticar aumento de preços e impostos, imposto também é um grande gerador de inflação ; e pensar que o povao foi as ruas por 20 ctvs e nao protesta com altíssimos preços de gás, energia, comida, impostos e etc… triste.

          • afonso200

            com aditivada a 3,14 pra completar o tanque do azera (75 litros) geralmente boto 62 litros antes de entrar na reserva, da sempre perto de 200reais, isso a cada 3 dias

            • MG

              Caramba bicho, sai do seu bolso ou a empresa reembolsa?
              Gasto de 4 a 5 tanques por mês num SUV v6 tbm, 180 reais mais ou menos, com a gasolina a 3,39 no Paraná…

              Esses dias cogitei seriamente um Fusion Hybrid.

              • radiobrasil

                Eu troquei um Captiva 2.4 num Fusion 2.5 flex, gastava 750/mes em gasosa, to gastando 400,00/mes em alcool, somente uso urbano e o carro anda mais e é mais confortável. Se não precisa de TAAAANTO desempenho, experimente o 2.5. Também estou no PR.

                • Linkera

                  Ótima escolha, só que deve bater uma saudade da Captiva quando você passa com um Fusion em alguma valeta ou obstáculo né? Eita carrinho da frente baixa e comprida rsrs.

            • L641

              Rapaz, ou você anda igual notícia ruim ou seu pé direito é uma prótese de metal muito pesada.
              Eu, que tenho e utilizo diariamente um Omega 4.1, estou sinceramente impressionado.

              • afonso200

                amigo, voce anda de 200 a 300km por dia com seu V6 ??? isso que o azera 2011 faço 13,8 a 80km/h c/ cruise control ligado, e 12,5 a 115km/h…..na cidade normal é 6, andando legal é 6,8,,,,,,no rush mesmo é 4,5

                • Dieggo

                  Já Aqui em Cuiabá – MT

                  1,69 / 1,74 / 1,79 nos postos BR
                  na Shell e de 1,89 pra a 1,99
                  já A Gasosa chega a 3,40 no max

                  • Linkera

                    Em SP só tenho abastecido com Grid, pago de 3,09 a 3,29

                • L641

                  Então é a primeira opção, anda demais. Quando eu morava em Brasília e trabalhava em Luziânia-GO eu andava 120 km por dia e já achava muito.

            • Bruno Wendel Marcolino

              o loco…eu achando ruim gastar 450 por mês no meu PUG 1.4 kkkkkkkk

              • Linkera

                Saudades do meu PUG 1.6, fazia 12km/l na cidade e 17km/l estrada

                • Bruno Wendel Marcolino

                  o loco, meu 1.4 ta fazendo isso quando não menos.

                  • Linkera

                    Eu já tive um Presence 1.4 Flex e um Rallye 1.6 Gasolina e posso afirmar, o motor 1.6 é fino pra este carro, anda bem quando pisa e economico quando vc anda numa boa.
                    Sem falar naquele “tec tec” maldito de batida de valvulas do 1.4, que no 1.6 não tem.
                    Eu imagino que o 1.6 Flex deva ser ainda mais fino por “entender” a nossa alcolina, mas não posso afirmar porque nunca tive.
                    Se tiver oportunidade, pule para o 1.6 que é sucesso!

                    • Bruno Wendel Marcolino

                      mas teve o 307 1.6 e o 206 1.4? Eu tenho o 207 1.4 mas já ouvi sobre o 1.6 que é um canhãozinho.

                      Tem praticamente a mesma potência de uma Gran Tour 1.6 ou New Fiesta 1.5, 112cv se não me engano, porém mais leve. Deve ser um tiro mesmo.

                    • Linkera

                      Não, ambos eram 206.

                      O 1.6 16v a Gasolina tem 110cv nominais com torque de 15kgfm. Isso pra um carro de 1080kgs, então ele era excelente de saída e não chorava em retomadas em 4ª ou 5ª marcha.
                      Já vi muito 2.0 8v ficar pra trás de saída rsrs

                    • Bruno Wendel Marcolino

                      ba, canhãozinho.

                      E hoje tanto 206 como 207 são carros baratos de se comprar e manutenção simples além de confiáveis, pelo menos o meu 1.4 é bem confiável, nunca deu dor de cabeça.

        • Miguel

          Ahhh gente, dá o resto de gorjeta! Kkkkk

        • Dieggo

          Aqui em Cuiabá – MT
          1,69 / 1,74 / 1,79 nos postos BR
          na Shell e de 1,89 pra a 1,99
          já A Gasosa chega a 3,40 no max

      • Paulinho Monteiro

        Idem.

    • Cyro

      Seria uma maneira de diminuir o custa da gasolina a adoção do sistema ” self service ”
      Utilizei muito quando fui nos EUA e não vejo dificuldade na prática.

      • Rafaelprado

        Em campinas já teve tentativa em posto do Carrefour, mas o sindicato dos frentistas acabou com a festa!

        • Luccas Villela

          O Brasil nunca vai pra frente enquanto tiver essa palhaçada de sindicatos mandando e desmandando… Os frentistas, no geral, são despreparados e mau educados. Fora que, por diversas vezes, cheguei no posto e estão todos ocupados CONVERSANDO e demoram para ir atender. Buzino, buzino, buzino MESMO.

          • Felippe

            vdd, isso sem falar dos postos onde vc pede o cupom fiscal e fazem cara feia, como se isso fosse um incomodo para eles

          • Thiago Porto

            O Brasil adora profissões desnecessárias.
            Me digam para que serve nos dias de hoje cobrador de ônibus? rs

          • Leonardo César

            Aconteceu comigo ontem, parei pra abastecer apenas para não cair na reserva, então nem fui no posto que sempre abasteço, o senhor frentista atentou a moça que chegou depois de mim, só porque era bonita e tinha carrão ( fusion).
            Achei uma baita descaso e falta de respeito.

            • Luccas Villela

              Faria um buzinaço ou arrancaria dali na mesma hora.

              • Leonardo César

                Buzinaço não, pois acabaria sendo uma falta de educação, mas liguei o carro e fui embora, e partir daquele momento, fico sem gasolina, mas não abasteço naquele posto.

                • Luccas Villela

                  Eu não sou educado 100% do meu dia :(

                • Luccas Villela

                  A questão é que não é um posto. No Rio acontece em vários.

          • Linkera

            Eu não buzino, simplesmente vou embora e não volto mais

        • Gustavo73

          No Rio tivemos o mesmo problema.

    • Alvaro Guatura

      Esse é o meu sonho, eu mesmo abastecer.
      Meu problema é com a moto, eles sempre derramam combustível, sempre abastecem sem atenção, olhando pro lado, e acaba caindo toda vez na pintura, ou no mínimo espirrando.. Irritante.

    • Mauricio

      Um dia desses no posto que sempre abasteço, o frentista tava lá querendo arredondar, dai chegou o gerente e passou um sermão nele, pediu se ele se esqueceu da Lei etc, quando o gerente saiu eu indaguei, então o frentista disse que tem uma Lei que proíbe o mesmo de ficar querendo arredondar, pois com essa prática ele acaba se expondo aos gases que saem do tanque e que podem ser prejudiciais a saúde, pois o cara fica lá enfiando a fuça no bocal kkkkk.

      Se é Lei ou não eu não sei, mas faz muito tempo que não vejo nenhum frentista daquele posto querendo “arredondar”

      • wagner

        Sim, agora é lei……no SUL do país é extremamente PROIBIDO abastecer acima do 1o.desarme da bomba.

        Eu, aqui de SP, fui para Joinville e pedi para abastecer o tanque da van (80 lts) quando a bomba desarmou faltava pouca coisa para arredondar o valor, então pedi para arredondar e o frentista disse que não podia, é lei no estado de SC e que se ele fizesse poderia ser prejudicado…..

        daí fiquei com aquilo na cabeça, se era verdade ou apenas conversa do frentista tirando um sarro do paulista que estava visitando a cidade dele….pesquisei e verifiquei que é verdade!

        • Thiago Porto

          Eu enh.. em Jurerê o pessoal não tá cumprindo essa Lei não. kkkkk
          Tive lá há duas semanas, fiz igualzinho faço em Curitiba e o frentista não falou nada.

    • Fernando S.

      Como sempre que paro no posto peço para completar, sou SEMPRE obrigado a sair do carro para ficar observando o travamento da bomba e falar para não ficar dando tecos até arredondar também. Que mania do c%r@lh* esses caras têm.

      • Ralph Minei Yamaguti

        Deveria virar lei federal e JAMAIS lei estadual; ou seja, infelizmente aqui no Estado do Rio de Janeiro não existe a proibição! :p

        • Leonardo César

          Mas tem uma LEI sim, pois os gases prejudicam a saúde do frentista.

          • Ralph Minei Yamaguti

            Não só a saúde de frentistas, assim como a possibilidade de derramar e estragar a pintura do automóvel, alteração da pressão do tanque e danos a bomba de combustível.

            Caramba, como dá raiva dessa mania de esses FDPs praticarem essa mania criminosa de passar o limite do disparo da bomba. :p

            • Leonardo César

              Pois é, sindicato pra defender a profissão tem, mas pra obrigar esses infelizes (com algumas exceções) a fazer um curso pra não fazerem coisas erradas, não tem!

    • Filipe Machado

      Eu sempre dou essa recomendação e fico do lado do cara, nunca tive problema nos postos que vou

      Infelizmente se fosse igual aos EUA ou Europa ia ter algum “esperto” que iria querer abastecer de graça…

      • Daniel Bezerra

        Mas, pelo menos nos EUA, precisa passar o cartão antes. Só depois a bomba é liberada. Primeiro passa o cartão, digita a senha, depois aperta o botão do combustível, abasteçe e quando guarda a mangueira, sai o recibo. Pelo menos foi assim em todos os que eu usei.

        Em tempo, na minha cidade também tentaram e o sindicato caiu encima… coisas de Brasil. Tem estado nos EUA que uma empresa pode recusar contratar um funcionário se ele for sindicalizado. Aqui é o contrário. São multadas se não recolherem o do sindicato.

        • Filipe Machado

          Tem essa do Sindicato tbm… igual Uber vs Taxi e quando iam acabar com a linha da Kombi (muita gente que só sabia fabricar um carro dos anos 50 foi pra rua) e etc

          • Leonardo César

            Acho uma palhaçada desses taxistas que não aceitam concorrência.
            Acho que deveria parar de reclamar e correr atrás de oferecer um melhor atendimento, carros em melhores condições, manutenção em dia, principalmente os amortecedores, que alguns taxis que estão ali só pra não deixar a roda afundar pra dentro da caixa de roda.

            • Filipe Machado

              Esqueça livre mercado por aqui – ainda mais com um Governo historicamente pró sindicatos

        • Daniel, você tem as duas opções. Você pode abastecer e pagar depois no caixa se quiser.

    • DougSampaNA

      ja teve em SP a uns anos atrás , mas o sindicato matou isso, malditos sindicatos.

      • Ralph Minei Yamaguti

        Essas pragas são terríveis e deveriam ser execradas pela sociedade!
        Não é à toa que o PT fodeu todo o Brasil, já que não existem petralhas trabalhadores: tudo oriundo de sindicato, eca que nojo! :p

    • Castellano

      Exatamente, pagando com cartão não existe a necessidade de arredondar o valor.

      • Leonardo César

        Nem com dinheiro, Particularmente acho que frentistas são desnecessários. Mas como tem que ter, que eles se virem pra dar o troco, estão ali para isso, atender bem! A Partir do momento que ele insiste na trava da bomba, não está fazendo o serviço direito, a não ser que o cliente peça para arredondar.

    • V8

      No Japao tbem é assim.. So por dinheiro ou o cartao na maquina.

    • RyanSX

      Eu ja jogo a velha desculpa com esse tipo de frentista. “cara esse carro não pode porque senão vaza gasolina e fica um cheiro ruim etc etc se der problema posso voltar aqui e falar pro seu gerente que foi você que insistiu?”. Ja pra tocar o terror kkk

    • Fábio Alisson

      Como sempre uso cartão eu não deixo arredondar.

    • Você pode abastecer por conta, eu abasteço. O frentista só olha e cobra, claro que devidamente combinado.
      Eu aposto é que a maioria dos motoristas se quer sabe abrir o tanque do próprio carro, essa é a desgraça, precisam de frentista pra olhar o óleo, não sabem ler manual do carro pra saber a validade do aditivo.

    • Leandro

      Rapaz, já falei isso de ter posto igual aos Eua e choveu crítica dizendo que ia acabar com o emprego dos frentistas… Eu apoio isso há muito tempo, mas parece que no Brasil tem uma lei que não permite isso. Coisas de Brasil.

  • Autofahrer!

    O item 9 tem uma ressalva, nos carros mais antigos (carburados) a prática até faz sentido. A mania ajuda na próxima partida. Com a acelerada antes de desligar o carro, teoricamente, a linha de combustível fica cheia e facilita a partida do motor. Nos carros “modernos” (com injeção), isto não tem necessidade mesmo.

    • JoãoAVR

      Meu pai tem Kombi corujinha há mais de trinta anos (usa diariamente para trabalhar) e não faz esse procedimento não. Se a manutenção estiver em ordem é só “bater a chave que pega”.

      • Autofahrer!

        Sim, com toda certeza! Mas como aqui é o país das “corretivas” e não das “preventivas”, a mania da acerada pegou.

      • motstand01

        Sem contar que essa acelerada antes de desligar faz o motor girar com a bomba de óleo desligada. Ou seja, o óleo é removido das paredes do cilindro e vai haver deficiência de lubrificação na próxima partida. Não é só desnecessário, como também prejudica.

        • Eduardo Canedo

          o que ?…bomba de oleo desligada ? kkkkk…..
          Colega …..bombas de óleo são mecanicas, ou seja, enquanto o motor estiver “girando” a bomba de óleo tbm funciona.

          • marco

            depende.. no motor sigma 1.6vvti a bomba de oleo só funciona sobre demanda, para economizar combustivel

            • Eduardo Canedo

              puts …..olha o outro ai q nao entende PN de mecanica e tbm q veio falar “groselha” …
              Entenda uma coisa ….Bombas de oleo são mecanicas …..elas sao “ligadas” ao virabrequim ou por engrenagem, ou por corrente …..ou seja assim que o motor entra em funcionamento, a bomba de oleo tbm entra em funcionamento.
              Não existe esse negocio de bomba de oleo funcionar por demanda.

              PS. o primeiro cara que colocou o comentario sobre bomba de oleo, percebeu a m&rda que falou, e apagou o comentario.

              kkkkk…

              • marco

                bomba de deslocamento variável que varia a pressão dentro do sistema

                • Edson Fernandes

                  Se ela tem deslocamento variavel então ela não desliga né? Ela controla o fluxo de pressão da bomba….
                  Alias, pensa em um carro ficando por segundos sem receber lubrificação… seria totalmente ruim para o motor.

                • Tenho quase certeza que você está falando da bomba de óleo da direção hidráulica.

                  • marco

                    não, é bomba de oleo mesmo anunciado pela ford no lançamento do sigma com comando de válvulas variavel

              • Raul Godiano

                Discordo, Motores modernos funcionam por demanda, nao que fique sem lubrificação , tem varios videos no youtube mostrando isso, é apenas uma selenoide que libera ou nao ,mais fluxo para o motor, bem parecido com os VVTs da vida.Isso é bem uso na Europa, em motores turbo Downsize

  • dielveio

    Saiu uma matéria no zero hora (jornal aqui do rio grande do sul) sobre a contaminação por benzeno dos frentistas.

    Você, que pede para o frentista encher até a boca, você está ajudando a matar, literalmente, o frentista.
    E você frentista, DEVE fazer o uso de EPI ao abastecer veículos.

    http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/10/exposicao-a-benzeno-contamina-frentistas-gauchos-aponta-pesquisa-4859890.html

  • JoãoAVR

    Eu achava que o problema do tanque “até a boca” era o risco da gasolina chegar até o filtro do canister e danificar o sistema todo.
    Sobre andar na reserva, pelo que eu sei a bomba fica imersa no modulo, então está sempre refrigerada. E o pescador fica bem próximo ao fundo tanque além de ter um pré filtro, mas mesmo com tanque cheio pode sugar impurezas.
    Os câmbios hoje são a cabo, inclusive já li matérias que diziam não haver desgaste por isso.
    O restante eu concordo.
    https://www.youtube.com/watch?v=XnGpLBsBV8g

    • Rogerio Rezende

      Acredito que apoiando a mão na alavanca de marchas pode causar desgaste no trambulador (que é de material plástico), o que pode tornar o câmbio impreciso com o tempo devido à folga.

    • Guilherme Batista

      Dr. Macete sabe muito mesmo, mas faltou dizer que não é todo carro que tem esse sistema de de sucção de combustível. Pelo que me ensinavam no curso de mecânica de automóveis, você pode andar com o carro na reserva sim, mas não é recomendado andar só na reserva, pois a bomba podia superaquecer por causa da pouca quantidade de combustível pra manter a temperatura dela. Sobre entupimento, ele dizia que não fazia diferença estar cheio ou vazio pois seria aspirado de qualquer jeito, logo o filtro também entope com o tanque cheio.
      O melhor mesmo é usar gasolina de boa qualidade

  • DiegueteCG

    Sempre peço pra abastecer até o clique. Tem até uma campanha do MPT aqui sobre isso. Agora NA, concertar no sentido de reparar é dose em :(

    • Rafaelprado

      exato!! Concerto é de ópera!! No caso da reportagem é com S.

    • Dragoniten

      Precisavam “concertar” logo esse erro, porque tá feio um site do tamanho do NA com erro de português nesse nível.

  • JR_BSB

    Me vi somente na n° 6. Sempre soube que é errado, mas se enquadra nos vícios

    • Arthur Lima

      Idem comigo, desta lista toda o pé na embreagem é meu único vício, mas mesmo assim somente em aclives.
      Meu próximo carro deverá ter hill holder, aí problema resolvido.
      E esta do clique na bomba de combustível eu nunca me preocupei, afinal nunca enchi mais de 40 ou 50 reais…

      • Guilherme Batista

        Passa a puxar o freio de mão cara, evita o gasto da embreagem, do sistema de freio e ainda economiza combustível

    • BorisAWD

      Mas vc já teve desgaste prematuro de embreagem por causa disso??
      Pra mim é lenda. Isso só seve pra todo mundo ficar em ponto morto e quando o sinal abre, a pessoa só se preocupa em engatar depois, atrasando todo mundo.

      • Alexandre

        Vc tá errado colega. Você deve ser daqueles que quer ganhar alguns segundos e buzina para os da frente no sinal logo que ele abre. Vai ganhar alguns segundos que não valem nada. Melhor ter paciência e aguardar com que o trânsito ande. O correto é fica em ponto morto e com o pé no freio.

        • ViniciusVS

          Fico em ponto morto com o freio de mão puxado e as duas pernas fora dos pedais, nem o pé no freio deixo porque acho desconfortável hahaha.

          Só fico com o pé no freio quando é parada bem rápida, se vejo semáforo fechado já vou reduzindo e as vezes o semáforo abre antes do carro parar completamente.

          Odeio ficar com o pé no freio e é um dos motivos que não gosto de dirigir carro automático.

          • Jackson

            Eu costumo ficar com o pé no freio assim alerta pelas luzes que estou parado. Sempre tem algum desatento dirigindo.

        • Jackson

          Eu quando ligo o carro sempre piso na embreagem e no freio, e quando paro na sinaleira deixo em ponto morto.

          • Guilherme Batista

            O certo é pisar na embreagem mas não pisar no freio, pois quanto mais “solto” o motor estiver para girar, menos força o motor de arranque fará

        • Daniel

          Ficou verde tem que sair! E rapido! Os outros tem mais o que fazer! Lembre-se que tem uma fila atras de vc de pessoas que amam a vida e não ficar mofando num semaforo! hauhauhauhuahuahau

      • Filipe Machado

        Quantos km em média dura um kit de embreagem seu?

        Talvez poderia durar muito mais se não segurasse na subida

        • BorisAWD

          eu nao seguro na subida.
          repete lá em cima o q escreví. 5 carros com mais de 150 mil KM, NUNCA troquei embreagem.

          • Filipe Machado

            Deu a entender que fazia isso kkkk foi mal !

          • Jackson

            Tchê segura no freio do pé ou se tens medo do carro correr para trás, puxa o freio de mão antes de sair, mas segurar na embreagem nunca.

            • BorisAWD

              nao é segurar o carro na embreagem………. é ficar com a primeira engatada com a embreagem solta no fundo que eu estou falando. o carro fica trancado pelo pedal do freio

              • Daniel Bezerra

                Mas aí não tem problema, a embreagem estará totalmente descolada. O que tem problema, e sempre escutei desde pequeno, é deixar o pé descansando na embreagem. Sem pisar. Aí sim pode deixar a embreagem ecorregando sem necessidade e causar desgate prematuro.

                • BorisAWD

                  bom….. eu “descanso” meu pé esquerdo com a embreagem no fundo.

      • Holandês Louco

        É lenda, só acontecia em carros com mais de 50 anos de fabricação

      • Daniel

        pera-la… uma coisa é deixar a embreagem acionada totalmente. Outra coisa é deixar o pé descansando no pedal com o carro em movimento.

        Nos semaforos é sempre 1a engatada e pé na embreagem e quando o pinheirinho… digo, semaforo fica verde saio em menos de 0.2 seg! :)

        Isso em carro manual, no meu automatico, é pé esquerdo no freio e o direito flutuando sobre o acelerador… qdo fica verde é soltar freio e acelerar com tudo pra dar trabalho para o controle de tração!!! :)

        • Pé esquerdo no freio. Tem uma cambada que acha que é piloto. Quer se mostrar vai pra um autódromo amigo.

          • Daniel

            Mas as menininhas não ficam em autodromo… em autodromo só tem um bando de homem fedendo gasolina… :)

      • Guilherme Batista

        Menos de um segundo de atraso não mata ninguém, pra que essa pressa toda.

        • BorisAWD

          “menos de um segundo”
          vc me faz rir

          • Guilherme Batista

            Sim cara, o tempo médio de troca de marchas em um carro manual é entre 500ms e 1s para as trocas de marcha verticais e cerca de 1,2s para as trocas de marcha horizontais.
            Você pode rir bastante mas absorve um pouco de conhecimento também.

            Essa prática de ficar com o pé na embreagem não te agrega nada e é perigosa, em vista que se distrair por um segundo seu pé pode escorregar ou algo do tipo, fazendo o carro dar um tranco e possivelmente acertando o carro da frente.
            Fico imaginando como que a perna deve ficar doída no final do dia.

            • BorisAWD

              na pratica nao funciona assim. pare em qualquer sinal em capitais e vc vai ver um monte de gente com ponto morto, que só engata depois que o carro da frente andou, quando nao tao mexendo no celular.
              Agora, se vc acha que colocar o pé na embreagem é perigoso, na minha opiniao vc nao devia dirigir. Tenho mais de 1 milhao de quilometros rodados e meu pé nunca escapou.

              • Guilherme Batista

                As pessoas fazem porque todo mundo usa o bom senso e sabe que não é necessário sair correndo a cada parada, o tempo ganho é irrisório.
                É como você mesmo disse, as pessoas estão usando bastante o celular e outras coisas que distraem, facilitando ainda mais esse tipo de acidente. Esse papo de “tenho mais de um milhão de km…” não prova nada. Se não aconteceu ainda não quer dizer que nunca vai acontecer e nem que não poderá acontecer com outra pessoa.
                Se fosse assim acidentes de trânsito e multas não existem, já que nunca aconteceu comigo.

                • BorisAWD

                  tá bom guilherme. eu vou concordar com voce só pra voce parar de ficar pensando um milhao de coisas e tentando dar dezessete mil voltas no assunto.
                  Vou continuar colocando meu pe na embreagem o quanto eu quiser.

    • Holandês Louco

      Se você tiver um carro com mais de 50 anos de fabricação, faz sentido… Tem um post meu aciuma explicando o porquê o 6 é MITO é não vício

  • Guilherme Eduardo

    Poderia incluir mais duas: Sair de quebra-molas/lombada de 3 ou 4 marchas. Tem gente que não reduz e fica feliz com isso!!!! Outra é continuar acelerando com o semáforo fechado e fretar forte quando chega nele. Aumenta o consumo e consome mais rápido as pastilhas.

    • Bruno Souza

      Hauhauaua, você descreveu meu sogro dirigindo…

    • Jackson

      Outra de consumo de pastilha é em uma descida ficar com o pé no freio para segurar a velocidade, quando o correto é reduzir a marcha usando o freio motor. Lembrando que a marcha que se desce é a mesma que se sobe principalmente em serras.

    • Guilherme Batista

      E quem tenta fazer ultrapassagem com carro 1.0 em 5ªmarcha ..
      Também quem desce morro em ponto morto

      • Leonardo César

        Conheço várias pessoas que andam com o carro em ponto morto, até em rodovias, acham que estão economizando combustível.
        Tenho um primo que deixa de usar o A/C pra deixar os vidros abertos para economizar combustível.

        • Guilherme Batista

          Também conheço gente assim, tem gente que até briga por causa disso.
          Agora, vai falar que a pessoa está errada…

          • Leonardo César

            Nem ouse em falar que está errada…

  • Osni Duarte

    Redação, corrige aí: no item 5, o correto é conSertar, não conCertar.

  • BorisAWD

    Pé na embreagem no fundo nao tem problema nenhum. é lenda. É pra isso que ela serve, oras bolas.
    Fonte: eu mesmo. 5 veiculos tirados zero todos conduzidos por mim por mais de 150mil km cada, eu fazia isso em todos os sinais e NUNCA troquei uma embreagem.

    ps. Segurar no aclive com meia tração com certeza desgasta prematuramente.

    • Bruno

      não é lenda, o golf por exemplo possui uma embreagem muito pesada, com o tempo ela acaba indo pro saco. vai pela dica, abraço.

      • BorisAWD

        Um dos meus carros foi o Golf 2006. E nao foi pro saco.

        • Alexandre

          Acho que prejudica sim. O pé no fundo faz com que o rolamento empurre o miolo do platô, o que faz o sistema ser utilizado sem necessidade. Por menor que seja o desgaste ele ocorre e é desnecessário. O melhor é mesmo deixar em ponto morto.

          • Holandês Louco

            Esse é outro mito, só que com a diferença de que deixou de ter fundamento depois que o colar de acionamento, de carvão, passou a ser rolamento, de uns 50 anos para cá. O rolamento é insensível à rotação, tanto que em muitos carros o pedal tem uma mola que faz o rolamento encostar na mola diafragmática, mais conhecida por “chapéu chinês”, operando com folga zero. Só mesmo alguma força no pedal para a embreagem começar a desacoplar e patinar, o que certamente a estragaria. Além disso, esse conceito era do tempo em que os bancos eram bem mais altos em relação ao assoalho (ponto “H” elevado), em que o peso da coxa e perna poderiam levar a embreagem a ser acionada sem intenção.

      • Holandês Louco

        ITEM 6: Esse é outro mito, só que com a diferença de que deixou de ter fundamento depois que o colar de acionamento, de carvão, passou a ser rolamento, de uns 50 anos para cá. O rolamento é insensível à rotação, tanto que em muitos carros o pedal tem uma mola que faz o rolamento encostar na mola diafragmática, mais conhecida por “chapéu chinês”, operando com folga zero. Só mesmo alguma força no pedal para a embreagem começar a desacoplar e patinar, o que certamente a estragaria. Além disso, esse conceito era do tempo em que os bancos eram bem mais altos em relação ao assoalho (ponto “H” elevado), em que o peso da coxa e perna poderiam levar a embreagem a ser acionada sem intenção.

    • Guilherme Eduardo

      Acredito que o problema não é pisar fundo com o carro parado, usar 100% o pedal, mas sim apoiar de leve para descansar o pé. A embreagem é acionada alguns milímetros e fica gastando.

      • BorisAWD

        aí sim………. aí eu concordo

    • Gustavobrtt

      Sem duvidas, confirmo num mille que tive, vendi com mais de 80mil km com embreagem original de fábrica.. Mito

  • Wagner Lopes

    kkkkk…essa foi pra rir…. Ajuda aí NA…

  • Blessa

    Por todos esses motivos e mais outros que não foram citados, ainda a melhor coisa é comprar um carro 0km, somos roubados com impostos e com os super lucro das montadoras, mas não tenho coragem de arriscar em um usado.

    • Marcelo Henrique

      É só manter que não tem grilo

  • hskol

    “outros componentes eletrônicos, que são bem caros de concertar.”

    Realmente, ir no concerto é algo muito caro!

    • radiobrasil

      Sim, dependendo de quem for o artista kkkk

    • Thiago Porto

      “Conserto”, ;)

    • saosao

      Se for para consertar, conserta certo, é “ir ao concerto” . =)

  • Outro item que ajuda muito na vida longa do motor , andar no giro certo. Não se deve esticar demais as marchas em especial quando o motor está frio. E muito menos andar com giro muito baixo.

    • radiobrasil

      No inverno eu tenho hábito de deixar o motor ligado assim que entro no carro, uns 2 minutos em lenta pra dar uma leve aquecida no motor…

      • Fernando S.

        Segundo os manuais dos carros modernos, isso não interfere em nada, aliás, é até uma prática não recomendada. Pelo menos no meu carro diz para ligar e já sair, não esperando o motor “esquentar”.

        • radiobrasil

          Vou pesquisar, mas nos manuais que li recomendam não acelerar muito com o motor frio e até é bom deixer ele ligado em lenta por um minutinho (quando digo frio aqui na minha cidade no inverno, o motor esta a 5, 10 graus assim que ligado).
          Vi no G1 se nao me engano ou no site de 4patas um video sobre motores turbo atuais, e o tal especialista recomendava não desligar o motor de imediato ao parar o carro, desligar após uns 60 – 90- segundos!

          • Guilherme Batista

            Todos os manuais de carros que já vi e todos meu professores do curso de mecânica de automóveis diziam que o melhor é sair depois que o carro atingir a temperatura ideal de funcionamento. E faz sentido já que o carro estará lubrificado e as peças bem encaixadas e tal. Caso não seja possível esperar, tem que manter baixa rotação.

        • Holandês Louco

          Só não faça isso com um motor turbo.
          Vai ter que trocar a turbina muiiiiiiito mais cedo por desgaste, pois ela está sem óleo e gira a 200 mil rpm

        • Jackson

          Tenho a mesma opinião e mesmo aqui no sul com manhãs brancas de geada eu não fico esquentando motor. Ligo e saio, claro sem grandes acelerações e esticadas de marchas.

          • radiobrasil

            Não que eu fique “esquentando” o motor, mas eu entro no carro e a primeira coisa é ligar o motor… aí com calma ajusto cinto, espelhos, banco… e entao saio com calma. Nesses segundos/minuto creio que o motor ja esquentou um pouco…

  • CanalhaRS

    Fico feliz ao ler essa matéria e ver que não tenho nenhum destes hábitos. Sou cuidadoso (para não dizer chato) com toda a manutenção do carro. Normalmente quem compra meus carros leva um impecável para casa.

    • Iran Borges

      Digo o mesmo. Todos os meus carros não deram dor de cabeça para os donos aos quais vendi. Meu atual focus 2.0 hatch monofuel está com 90 mil rodados e inteiraço. Sou bem chato com qualquer coisa diferente que sinto nele. Estou pensando em trocar/vender só porque preciso de um sedã pra viagens, do contrário não teria motivos pra gastar dinheiro com troca de carro. Detalhe: o chefe da oficina da Ford da minha cidade (só faço manutenção lá) é doido pra comprar ele de mim.

  • celso

    O item 8 ( dar ré antes de parar ) é o que eu mais vejo.
    Muitos motoristas gostam de fazer isso pra mostrar de são ágeis ao volante.

    • Foxtrot

      Não dou ré antes de parar, mas tenho o péssimo costume de pisar na embreagem e, quase que imediatamente, colocar a alavanca na posição ré, escutando um ruido não muito “agradável” por causa disso.

    • Marcelo Henrique

      Alguns câmbios não tem esse problema pois possuem anéis sincronizadores na primeira e na ré.
      Geralmente os 6 marchas possuem, como Fluence e Cruze, nos de 5 marchas só lembro do Marea.

      • Ediomar

        Ola,o Vectra com cambio F23 ré ao lado da quarta não arranha nadinha,eu tenho um exemplar 2003 equipado com essa caixa.
        agora lembra dos Opalas e Omegas?,o pessoal fazia aqueles borrachões vindo a altas velocidades e engatava a marcha ré fazendo o carro patinar com tudo pra trás,imagina o tranco no cardã e na caixa.

        • Daniel

          Uma vez eu fiz isso com a Caravan que meu pai tinha (em 2004 ou 2005)… dá pra sentir o cheiro de borracha e ver a neblina branco azulada até hoje! huehueue A marca no asfalto ficou mais de 1 ano lá, só foi apagada pq recapearam a rua.

  • gustavo

    O pessoal não menciona o hábito de motorista, que no primeiro funcionamento do motor logo pela manha, e ate em dias muito frios ja funciona o motor e nem espera o óleo no motor circular e, ja sai em disparada e acelerando forte !! isso ai diminui, e muito a vida útil do motor !! Ótima matéria Na.

  • Fernando S.

    De toda essa lista, a única que faço (e sei que é um vício haha) é sair em segunda marcha do farol quando estou em descidas, soltando o freio e quando ele sai da inércia sozinho, começo a acelerar levemente.

    • Filipe Machado

      Também faço isso, onde moro tem muita descida

      • Guilherme Batista

        Na descida não tem problema, já que não força o câmbio e ajuda o carro a frear para que não saia desgovernado.
        O problema é que tem gente que faz isso no plano e até mesmo em aclive. Aí nenhum câmbio aguenta

  • Fernando S.

    Gostaria de dar uma sugestão de um hábito muito praticado por motoristas: completar o óleo do carro em posto de gasolina, geralmente usando marcas diferentes dos que já estão lá e, não muito obstantes, viscosidades diferentes (acredite, esse é um hábito que ocorre demais, especialmente com mulheres) haja vista que o frentista quer vender o óleo, dane-se qual a viscosidade e marca que já estão lá.

    • Filipe Machado

      Sim !

      Tem gente que nem sabe qual óleo usa, ai o frentista mete um 10W40 semi sintético num carro que usa 5W30 Sintético e o motor fica aquela maravilha de borra.

      Gozado que quando tinha carro velho toda vez que ia no posto sempre vinha um mané perguntando se queria olhar óleo… Com o carro novo nunca mais aconteceu isso kkkk

      Frentista não abre capo do meu carro nunca (nem pra abastecer tanquinho pq meu carro novo não tem essa gambiarra)

      • Fernando S.

        Por isso eu sou daqueles que detesta a frase de vendedor de carro usado que diz “carro ótimo, a antiga proprietária era mulher”. Não querendo ser machista, mas quantas mulheres você conhece que entende de carro? Se ainda é aquelas que leva para revisão sempre na concessionária, beleza. Ou então tem um marido/pai que entende de carro para orientar ou levar o carro para ela nas manutenções, ótimo! Mas a maioria é desse balaio que citei acima. Para no posto, o frentista “checa” o óleo, diz que está baixo e já vende o primeiro óleo que vê, adicionando-o ao que já está no motor do carro.

        • Felipe Alfano Perrone

          Bem isso. Minha vizinha mesmo comprou um Palio, rodou 1 ano e meio sem trocar óleo (e rodava muito) e nem preciso dizer do resultado né?

        • Thiago Porto

          a minha, pq eu ensinei.

        • Guilherme Batista

          Penso o mesmo, sem machismo, mas são poucas mulheres que se preocupam com o carro mesmo. Pode até ter menor risco de ser batido, mas em caso de manutenção a maioria vacila muito e acredita em qualquer um

          • radiobrasil

            O que ajuda muito é aquele aviso de troca de óleo no computador de bordo… Captiva tem, Fusion tem…

    • Thiago Porto

      Olha cara, muito pertinente essa sua observação.
      Alias segundo meu “achismo” me parece ser essa uma causa muito maior de problemas em veículos do que alguns mal hábitos.

      Não foi citado na reportagem também:

      “Fazer curva ou frear colocando o veiculo em Neutro ( ou ponto morto)”;
      ” Virar o volante com o veiculo parado ( sistema de Direção convencional)
      ” Deixar o veiculo estacionado com metade da banda de rodagem do pneu sob a guia e a outra metade fora”
      ” Apoiar o pneu na guia”
      ” Ficar cortando giro do motor com veiculo parado”
      “Usar calibragem errada dos pneus”
      ” Usar classificação de óleo diferente da recomendada no manual”
      “Ficar ouvindo som alto”
      “Descarregar e dar carga por ( chupeta) na bateria a todo momento”.

      só ficar aqui pensando… ainda deve ter mais.

      • Fernando S.

        Sim, poderia citar também “saber frear” num desses itens que consiste simplesmente em antecipar as situações. Tenho uma colega que tem um Uno 2014 (tirado zero) e conseguiu comer todo o disco de freio e pastilhas com 18 mil km. Soube pq ela me pediu referência de oficina de confiança e eu a levei até a minha. Na hora que o mecânico tirou a roda, quase cai pra trás, ja estava metal com metal.

    • Daniel

      Oleo não se completa, se troca!
      Se, no intervalo de 10mil km entre as trocas de oleo do carro, baixar o oleo, então tem que parar o carro e mandar consertar o motor.

      Mesma coisa é a agua do radiador.

      Frentista no maximo completa a agua do lavador do vidro, e com minha supervisão!

  • Eduardo Gonzatti

    conSertar e não conCertar..

  • dielveio
  • dielveio

    Já que comentar colocando link de jornal de grande circulação não deu porque foi excluído, lá vai cópia na íntegra de uma matéria sobre contaminação de frentista por Benzeno presente na gasolina do Zero Hora.

    Exposição a benzeno contamina frentistas gaúchos, aponta pesquisa

    Sem proteção e fiscalização adequadas, dezenas de trabalhadores em postos de gasolina do Estado foram intoxicados

    Por: Caetanno Freitas

    01/10/2015 – 03h04min | Atualizada em 01/10/2015 – 14h11min

    Frentistas abastecem veículos sem a proteção necessária, como luvasFoto: Germano Rorato / Agencia RBS

    Adocicado e agradável, semelhante a um perfume em meio ao cheiro característico da gasolina. O frentista Valdir* descreve assim um inimigo discreto, silencioso e mortífero: o benzeno, substância tóxica e cancerígena presente em combustíveis. Aos 39 anos de idade e há 16 trabalhando em postos, ele nunca havia se preocupado com a exposição diária ao composto. Foi quando uma pneumonia bilateral acendeu o alerta da contaminação.

    A infecção aguda nos dois pulmões foi constatada em 2013 por exames de rotina feitos pela Secretaria de Saúde de Santa Maria. Causada pela bomba de gasolina que manuseava todo dia, exigia tratamento urgente.

    — Era uma situação muito grave. A médica que me examinou falou que, provavelmente, era por causa da exposição prolongada ao benzeno. Com os exames, ficou provado que eu havia sido envenenado no meu ambiente de trabalho sem nem perceber — conta.

    Valdir integra um estudo inédito que comprovou alterações no sistema imunológico de frentistas do interior do Rio Grande do Sul provocadas pelo benzeno da gasolina que abastece os veículos. Ao participar da pesquisa, realizada pelo Laboratório de Toxicologia (Latox) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em parceria com o Departamento de Química do Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), descobriu que poderia desenvolver câncer.

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    O trabalho foi iniciado há cerca de dois anos, sendo a maioria das amostras de sangue e urina coletada em Santa Maria e Santa Cruz Sul. Quase 70 frentistas fumantes e não fumantes foram submetidos aos exames, além de 28 trabalhadores que não são frentistas e não fumam, formando um grupo de controle.

    No estudo, foi comprovado que a substância pode provocar anemia e favorece o desenvolvimento de leucemia. Os pesquisadores identificaram danos às proteínas, aos lipídios e ao DNA de trabalhadores de postos de gasolina no Estado. Ao afetar diretamente a imunidade do corpo humano, a intoxicação provoca sintomas leves, que escondem problemas mais sérios. Por isso, Valdir descobriu quase por acaso.

    — Alguns anos depois que comecei a trabalhar como frentista, notei que minha imunidade caiu muito. Era gripe toda hora, dores musculares, dor de cabeça frequente, tonturas. Tive problemas renais, de audição. Hoje sei que é pelo benzeno, que me acompanhou durante boa parte da vida. Poderia ter morrido — diz.

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    A substância cancerígena dá sinais quase imperceptíveis até mesmo para quem recém ingressou na profissão. Maristela*, de 28 anos, não chegou a participar da pesquisa pois trabalha há apenas seis meses como frentista. No entanto, diz que já sente alguns efeitos da exposição. Abastece veículos sem luvas, sem máscara, apenas com um óculos para proteger os olhos de eventuais respingos.

    — Tenho muita dor de cabeça. E percebo que é bem mais frequente agora. Ânsia de vômito, tonturas. Sinto quando vou abastecer um carro. Parece que desce queimando pela garganta, sabe? Os motoristas pedem para encher “até as guela” e a gente vê direitinho o vapor saindo do tanque — relata.

    Abastecer até a boca do tanque aumenta riscos

    Encher o tanque até o máximo possível é perigoso, pois aumenta ainda mais a exposição ao benzeno. De acordo com a cientista Adriana Gioda, da PUC-RJ, uma das autoras do estudo, pesquisas já comprovaram os malefícios da prática.

    — O nosso estudo não foi direcionado para isso, mas existem outras pesquisas e comprovação científica de que a exposição a benzeno é de três a quatro vezes maior quando o motorista pede para abastecer além do travamento automático da bomba. Isso é uma coisa super importante para conscientização dos motoristas — afirma Adriana.

    Foto: Germano Rorato / Agência RBS

    O deputado estadual Carlos Minc (PT-RJ), ex-ministro do Meio Ambiente, também destaca o mesmo problema, que foi constatado em uma medição feita em um posto de gasolina no Rio de Janeiro, estado onde, desde o início do ano, os frentistas estão proibidos por lei de abastecer qualquer veículo além do travamento automático da bomba.

    Quem descumprir a norma está sujeito a uma multa de cerca de R$ 13,5 mil. Em caso de reincidência, o valor dobra. Segundo o Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Rio de Janeiro (Sinpospetro-RJ), até o momento nenhum posto de gasolina foi responsabilizado, por se tratar de uma legislação recente e com fiscalização precária.

    — Sabemos, há muito tempo, dos graves problemas à saúde. Os motoristas já deveriam entender que estão intoxicando milhares de pessoas com esta atitude — sustenta Minc que, no ano passado, lançou a campanha nacional #PareNoAutomático.

    No Rio Grande do Sul, não há qualquer campanha pública direcionada para o problema — nos postos gaúchos, é praxe ultrapassar o travamento. Existem algumas tratativas, conforme informaram representantes da Secretaria Estadual da Saúde, mas um plano só deverá ser lançado no fim do ano.

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    O auditor-fiscal do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul (SRTE-RS) Luiz Alfredo Scienza, que atua no setor de segurança e saúde do trabalhador, destaca duas medidas de prevenção que deveriam ser adotadas diariamente nos postos de gasolina. A primeira é que os frentistas deixem de usar, no abastecimento, o habitual “paninho”, que fica impregnado de compostos perigosos. A outra precisa da colaboração dos motoristas: parar o abastecimento quando a bomba tranca.

    — Se você não pede um “chorinho”, não deixa ultrapassar o sensor automático, já ajuda a reduzir a proximidade do rosto do trabalhador da área de maior concentração de vapores de benzeno — ressalta.

    Saiba como o benzeno age no organismo

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    No caso de Jair*, o benzeno é um inimigo de longa data. Ele passou metade de seus 68 anos atendendo em postos de gasolina sem qualquer proteção no corpo, pela força do hábito. Jair ficou sabendo da pesquisa pela reportagem e admitiu que nunca se preocupou em fazer exames específicos para saber se está contaminado, como os frentistas que se submetaram ao estudo e acusaram a intoxicação. O descaso com a própria saúde é uma postura que acompanha boa parte dos funcionários desse setor.

    — A gente sente o gás e sabe que é um inimigo presente nas nossas vidas. Arde os olhos, dá dor no estômago. De manhã, quando eu meço o tanque que chega com combustível, pega até na pele do cara. Temos máscara, óculos, luvas, creme. Mas como o cara vai usar uma máscara e falar com o cliente? — questiona.

    Apesar de ser um dos integrantes da pesquisa, Artur* não teve retorno dos resultados e descobriu, a partir de outros exames, que o benzeno não está no seu organismo. Mesmo assim, quase 15 anos mais jovem que Valdir, ele também compartilha, aos 25 anos, o mesmo medo que acompanha a maioria dos trabalhadores da categoria. Palavras como câncer e leucemia entraram nas conversas entre colegas de profissão.

    — Todo mundo que trabalha na área tem esse medo. O cara não sabe… Pode surgir um câncer. Qualquer coisa pode acontecer. Então o cara fica sempre com aquele pezinho atrás, aquele medo, né? Tu sabe que o risco existe, mas os caras (empregadores) não te dão suporte — salienta Artur.

    Segundo relatos de frentistas à pesquisa, são raras as menções aos perigos do benzeno nos postos. O descaso chegou às pesquisadoras, que contam terem sido impedidas de aplicar o trabalho científico em alguns estabelecimentos.

    Conforme Solange Garcia, toxicologista do Latox e autora do estudo, vários postos de combustíveis consultados se negaram a participar do projeto — por isso a pesquisa foi feita no interior do Estado.

    — Quando tentamos em Porto Alegre, a resposta foi “não”. Este setor é muito complicado — ressalta.

    Segundo Artur, os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) são obrigatórios na rotina diária de trabalho, mas os administradores não fiscalizam o uso correto deles.

    — Tem certos postos que o cara trabalha que não tem luva, não tem óculos. As pessoas vão trabalhar de tênis, calçados impróprios para o serviço. O pessoal que descarrega, que analisa o combustível que chega, não usa máscaras. Os patrões não cobram, não se preocupam.

    Ângelo Martins, presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo no Estado do Rio Grande do Sul (Sitramico-RS), diz que é importante conscientizar frentistas e clientes.

    — Acredito que é um problema de cultura. Temos de elaborar uma grande campanha, como ocorre em outros Estados — projeta Martins.

    De outro lado, na área da pesquisa, surge o argumento de Maria Juliana de Moura Correa, da Secretaria Municipal da Saúde de Porto Alegre. Ela discute a banalização dos riscos.

    — Ainda há muito desconhecimento. As pessoas não têm ideia de que o câncer ou a doença surgiu da exposição ao benzeno, por exemplo — sustenta Juliana.

    O médico Danilo Fernandes Costa, ligado à Universidade Federal de São Paulo (USP), autor de uma tese de doutorado sobre o tema, amplia o alerta. Outros solventes, além do benzeno, podem causar danos ao sistema nervoso central, doenças hepáticas e renais. Em casos mais graves, cânceres relacionados ao sistema sanguíneo: linfoma, leucemia, mieloma múltiplo.

    Foto: Germano Rorato/Agência RBS

    Fiscalização atual é deficiente, reconhece auditor

    No Brasil, a concentração de benzeno não deve passar de 1% em misturas líquidas (gasolina) e 2,5 partes por milhão (ppm) do ar. Pelo menos duas normativas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – a NR 7 e NR 9 – foram estabelecidas para trabalhadores expostos a agentes químicos, como o benzeno. Outras duas — NR 10 e NR 20 — também são importantes para evitar acidentes de trabalho.

    O auditor-fiscal do Trabalho Luiz Scienza sustenta que o ideal seria um setor com dose zero de benzeno, mas reconhece que o atual estágio da tecnologia empregada nos postos de combustíveis não permite a redução. Segundo ele, existem diversos instrumentos simples que podem ser utilizados para minimizar o contato com a substância.

    — Os mais efetivos requerem investimentos para a redução da exposição. Exemplar é a instalação de sistemas de medição eletrônica dos níveis (estoque) nos tanques subterrâneos, abolindo a aferição por meio de régua ou similar. Outro exemplo é o uso somente de bombas eletrônicas com bicos de enchimento automáticos. O uso de mangueiras, por sucção oral, para transferência de gasolina para recipientes, deve ser terminantemente proibido — diz

    Conforme Scienza, a contaminação por benzeno é um processo lento e difícil de ser identificado. Há casos de benzenismo, doença provocada pela exposição, em outros setores, mas ainda dentro da área de derivados do petróleo.

    — O processo de adoecimento pelo benzeno é lento, insidioso e muitas vezes com respostas inespecíficas. Dificilmente as alterações da saúde dos trabalhadores são reportadas com o nexo com o trabalho. Aqui no Rio Grande do Sul temos casos concretos de benzenismo, reconhecidos inclusive pelo poder judiciário, para motoristas que transportam derivados de petróleo, como a gasolina — explica.

    O auditor admite os problemas de fiscalização e argumenta que a área de segurança e saúde do trabalhador foi uma das que mais perdeu força estrutural dentro do MTE.

    — Realizamos ações específicas para a área, mas infelizmente as atividades foram minimizadas ao longo dos anos. Perdemos muitos auditores e a demanda aumentou muito. O MTE vive um processo de desestruturação planejada de sua área de segurança e saúde no trabalho, condição que provoca atrasos moralmente injustificáveis nas ações que combatem o adoecimento e o acidente de trabalho.

    O que dizem os postos

    O Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado do Rio Grande do Sul (Sulpetro) disse que não teve acesso ao estudo e que não vai se manifestar sobre as negativas dos postos ou sobre a saúde dos trabalhadores.

    *Os nomes dos frentistas entrevistados foram alterados para proteger os trabalhadores de eventuais retaliações.

    *Zero Hora

  • THE GUNSLINGER

    Realmente me irrita quando peço para encher o tanque até o automático, e o frentista por conta própria decide abastecer mais um pouco “para arredondar “.

    • Fernando S.

      Ainda se fosse “pra arredondar” de 80,95 para 81,00 ainda passaria, o f%d@ é quando quer arredondar de 74,12 para 75,00 (isso quando não tenta até o 76,00)

      • saosao

        Que nem o cara da padaria que vc pede 200g de salame e o cara passa em 150g e pergunta: pode ser assim mesmo?kkk

  • Offline_Mode

    Que legal. Vi costumes que eu nem sabia.

  • Fernando Rodriguez

    Item 12 faço isso nas lombadas…..porém acho que a carroceria foi feita pra torcer

    • Guilherme Batista

      A carroceria foi feita pra torcer lateralmente e não na diagonal

  • SDS SP

    Minhas manias são segurar o carro em aclives na embreagem e sair em 2° marcha.

    • FFS

      Segurar na embreagem é o pior deles…encurta e muito a vida útil.

  • ESouza

    Corrige aí “… que são bem caros de concertar.” É “consertar” com “s” (:

    • Vinicius Dantas

      Concerto é massa para a língua portuguesa …

  • Jackson A

    Algumas décadas atras quando tinha carro manual único mal costume que lembro, é que sempre que ia frear pisava tanto no freio como na embreagem toda hora.

  • Fabio Marquez

    Essa ai de andar com o combustível baixo acho que é lenda, eu já devo ter rodado mais de 300000km com meus carros, sempre tive a mania de andar com combustível baixo e nunca que uma bomba de gasolina do meu carro queimou. Troquei a bomba de um Renault Clio porque ela estava perdendo pressão por ter idade avançada (cerca de 95000 km de idade e 8 anos de uso). Talvez se tiver entrando sujeira no tanque por algum motivo a bomba queime mesmo, tipo um Astra do meu pai que tinha um furo no bocal e estava entrando areia no sistema, causando entupimento.

    • Holandês Louco

      Sim, é lenda.
      O pescador é fixo no fundo do tanque do carro.

  • Alvaro Guatura

    Faltou falar da famosa “banguela”
    Muita gente, muita mesmo, que possui carro com injeção eletrônica, costuma colocar o carro em ponto morto ao invés de deixar engatado pois acha mais econômico, anulando o cut off

  • Holandês Louco

    QUE ESCORREGÃO FEIO!!!!!
    3 dos 12 citados são IRREAIS

    “2) Reserva – Da mesma forma que muitos querem colocar mais do que o tanque suporta, outros tem o mau hábito de sempre andar com o tanque na reserva. Com o baixo nível, o pescador da bomba acaba sugando impurezas e resíduos do fundo do tanque, podendo entupir o filtro de combustível. Além disso, há risco de superaquecimento da bomba, pois a mesma mantém sua temperatura quando imersa no combustível.”

    MITO:
    O mito do combustível baixo é ninguém pensar que o tubo pescador de combustível fica sempre no fundo do tanque, em que tanto faz o nível na questão de eventual sujeira dentro dele. Esse cuidado vale para os postos de combustível, nos quais os pescadores são flutuantes. Aí sim, reabastecer num posto em que o reservatório esteja baixo pode resultar em aspiração de sujeira porventura existente.

    “6) Deixando o pé na embreagem – Esse é um mau hábito de muitos motoristas. Deixar o pé no pedal de embreagem, mesmo que de forma despercebida, pode desgastar prematuramente platô e disco. O mesmo serve para manter o carro em aclives usando somente o dispositivo.”

    MITO:
    Esse é outro mito, só que com a diferença de que deixou de ter fundamento depois que o colar de acionamento, de carvão, passou a ser rolamento, de uns 50 anos para cá. O rolamento é insensível à rotação, tanto que em muitos carros o pedal tem uma mola que faz o rolamento encostar na mola diafragmática, mais conhecida por “chapéu chinês”, operando com folga zero. Só mesmo alguma força no pedal para a embreagem começar a desacoplar e patinar, o que certamente a estragaria. Além disso, esse conceito era do tempo em que os bancos eram bem mais altos em relação ao assoalho (ponto “H” elevado), em que o peso da coxa e perna poderiam levar a embreagem a ser acionada sem intenção.

    “7) Mão no câmbio – Se o pé não sai da embreagem, a mão de muita gente fica descansando sobre a alavanca de câmbio durante a condução, ao invés de estar no volante. Isso reduz a vida útil da transmissão, pois vai gerar folga nas engrenagens ao longo do tempo.”

    MITO:
    Isso porque o peso da mão e antebraço acionaria a alavanca levemente, o suficiente para movimentar a luva sincrônica, desgastando-a e o respectivo garfo inutilmente. Tudo bem, podia até ser fato quando as alavancas vinham lá da frente, longas, saindo do próprio câmbio, e o peso sobre a manopla ser multiplicado pela braço de alavanca. Hoje as alavancas são remotas e ficam na vertical, de modo que o peso da mão e antebraço não consegue acioná-la.

    • Guilherme Batista

      Concordo em quase tudo, mas se deixar o pé descansando sobre a embreagem pode danifica-la sim. Quando digo descansando, quero dizer andando com o pé apoiado na embreagem. Isso faz com que ela não fique totalmente acoplada.

      Sobre a mão no câmbio, realmente não danifica a transmissão, mas pode danificar o trambulador que em alguns carros é de plástico vagabundo

  • Marcos Wild

    Esse Golf G7 vermelho no elevador é meu sonho

  • Rude Voleur

    Não pratico nenhum destes, mas faltaram de incluir um:
    Não colocar o câmbio AT em neutro em paradas mais longas.

  • Ediomar

    Esse problema da marcha ré arranhar não acontece no meu carro,ela é sincronizada,muito bom,pode-se engatar a marcha mesmo com o carro correndo um pouquinho,quanto ao motor não tem problema nenhum em se lavar,somente cobrir bem o sistema elétrico como caixa de fusíveis e central de injeção e deixar secar bem,alem de ficar com uma melhor aparência e maior facilidade de detectar vazamentos futuros

  • Vinicius

    Eu sou tão chato com frentista que, acreditem, eu sempre desço do carro para abastecer. Sempre acompanho fora do carro.

    • Jackson A

      Já teve tempo que fazia isso tbm, rs.

    • FFS

      Eu também sempre desço pra acompanhar, e depois que desarma a bomba, peço só pra arredondar o valor.

  • Thiago Porto

    Galera, o gatilho de desarme da bomba também erra viu!
    Respingos de combustível ou ar no sistema podem desarma-la antes do efetivo enchimento do tanque.
    Ja aconteceu comigo algumas vezes.
    Pessoal fica nessa paranoia que ” travou o gatilho da bomba é pq tá cheio”. As vezes, não tá.

  • saosao

    De todos, o único que eu fazia (parei de uns meses para cá) é o de abastecer só quando o combustível estava na reserva.

    • Holandês Louco

      Pode voltar a fazer… é mito… tem um comentário meu aqui explicando o porque.

  • FranciscoAdrianoSilva

    Já fui vítima da lavagem de motor, e olhe que é um simples fusca, mas infelizmente a desatenção ou o excesso de limpeza prejudicaram meu carro.

  • João Carlos

    1) O problema aqui é haver a dilatação sob calor e o combustível ir parar no canister por efeito sifão. Se for consumir na mesma hora, não há problema.
    2) O que refrigera a bomba é o fluido passando por ela, que sempre fica com o “copo” cheio de combustível ao seu redor mesmo na reserva. A tomada de combustível é feita por baixo, eventual sujeira sempre será aspirada.

    6 e 7) Estas, quem desejar, pesquise que o Bob já esclareceu esse mito.
    9) Desnecessário, mas não gera efeito algum, pro bem ou pro mal.
    10) Ladeira abaixo ou para mais tração em piso de baixa aderência, pode usar a segunda.
    12) Passar de lado só vai dar desconforto. Não afeta nada, para o bem ou para o mal

  • Vagnerclp

    Off topic: qual são as vantagens e desvantagens de se utilizar este elevador pantográfico (o da foto) em relação aos elevadores tradicionais (elétrico de torre com rosca sem fim)?

    • Marcus Loureiro

      Segurança bem maior, maior rapidez no levantamento, area maior de trabalho e ocupa menor espaco na oficina, e o melhor de todos é poder abrir a porta do caro durante o serviço. Se eu tivesse uma oficina e um pouco de dinheiro a mais, com certeza esse seria meu elevador.

    • Guilherme Batista

      Marcus já disse tudo, só complemento dizendo que esse elevador também não há risco do mecânico posicionar os braços do elevador no lugar errado.

  • Leandro Balmant

    Eu sei que a longo prazo e prejudicial ficar com a mão apoiada no câmbio, o mesmo acontece em carros com câmbio automático?

    • FFS

      Não, já que a ligação da caixa com a alavanca é diferente.

  • João Carlos

    1) O problema aqui é haver a dilatação sob calor e o combustível ir
    parar no canister por efeito sifão. Se for consumir na mesma hora, não
    há problema.
    2) O que refrigera a bomba é o fluido passando por ela,
    que sempre fica com o “copo” cheio de combustível ao seu redor mesmo na
    reserva. A tomada de combustível é feita por baixo, eventual sujeira
    sempre será aspirada.

    6 e 7) Estas, quem desejar, pesquise que o Bob já esclareceu esse mito.
    9) Desnecessário, mas não gera efeito algum, pro bem ou pro mal.
    10) Ladeira abaixo ou para mais tração em piso de baixa aderência, pode usar a segunda.
    12) Passar de lado só vai dar desconforto. Não afeta nada, para o bem ou para o mal

    • FFS

      E sobre a segunda marcha: se for um Diesel, pode sair tranquilo que não dá nada.

    • Cesar Mora

      O NA replicando textos da 4Rodas? acho que temos aqui um conteúdo autoral muito melhor… essa matéria ficou parecendo aquelas do Auto Esporte hahahaha

  • predadordemarea .

    Meu irmão queimou a bomba de gasolina do A3 dele porque andou na reserva, eu fui lavar o motor do Golf que tive e queimou o módulo Central, depois disso nunca mais lavei o motor. Agora, por baixo do carro eu Sempre usei vaselina líquida e o resultado é ótimo.

  • Brenno

    Uma coisa que eu lembrei e que meu pai sempre me fala:
    Parando no Semáforo ou em qualquer PARE, coloca ponto morto e tira o pé da embreagem. Porque se ficar engatado de 1ª, quando passar alguém na frente, pode arrebentar o cabo da embreagem e dar um “coice” no pedestre. Não sei se isso pode realmente acontecer, mas já precavendo, em qualquer parada: ponto morto e pé no freio.

  • Brenno

    Outro mal costume é o cara deixar o carro voltar muito ao sair em aclives, quase batendo em você. Aquele típico “jeitinho” de soltar a embreagem e depois acelerar ensinado pelas autoescolas ¬¬

  • Cláudio Lima

    Tanque de combustível não é caixa d`água onde o liquido fica em repouso e as partículas mais pesadas ficam no fundo. Como diz o Dr Macete, só não pode abastecer na loja de material de construção, o reste é lenda.

  • Diego

    O motor do meu carro eu Limpo com o Vaporizador Karcher SC2500, fica perfeito e não corro o risco de molhar nenhum componente.

  • LoganVB

    Conserta o concertar no texto.

  • LoganVB

    Essa de passar de lado no quebra-molas é pior ainda em caso rebaixados, por que a suspensão dá uma amenizada nessa situação, agora o carro “socado” passando de lado, cheio de passageiros, da pra ver o monobloco torcendo junto!

  • Edson Fernandes

    Quer ver algo que vejo pratica em São Bernardo? Uso de querosene na pintura para deixar o carro brilhando.
    Mais do que isso, ela ajuda a evitar que a sujeira se acumule. Legal! só que isso acaba com o verniz da pintura e ferra a borracha. Eu tive que trocar do meu C3 com apenas 30000km rodados (as borrachas que ficam em volta dos acabamentos dos vidros laterais).
    Diante disso, eu nunca mais voltei no mesmo lava rapido.

    • Cesar Mora

      Fato! os lava-jatos ( ainda podemos chamar assim as casas de lavagem ou virou palavra feia? hahahaha ) adoram fazer isso por aqui.. Percebo que temos muitos usuários do abc no NA, o MMM parece que é de São Caetano também… temos que organizar o encotro do NA-ABC rsrs..

      • Edson Fernandes

        Eu com certeza aceitaria…rs
        Só o pessoal aceitar que eu vou numa boa…rs

        • Cesar Mora

          eu também! que os moradores desse pedaço de paraíso entre São Paulo e o Litoral apareçam! hahahaha

  • Não faço nenhuma dessas coisas.

  • Boleta7

    Arruma aí galera: …”que são bem caros de concertar.” O certo é consertar, com S.

  • dogmarley

    “amis” até passou, erros de digitação acontecem.. mas “concertar” doeu..

    “O correto é usar um pano úmido para a limpeza geral, pois a água pode danificar a ECU e outros componentes eletrônicos, que são bem caros de concertar.”

    de resto, boa matéria.. já sigo esse guia de regras há uns bons anos

  • T-800

    Pessoal do NA, o termo correto utilizado para definir reparação é “consertar”, não “concertar”.

  • FocusMan

    NA, esta dica aqui pode ser removida da reportagem:

    7) Mão no câmbio – Se o pé não sai da embreagem, a mão de muita gente fica descansando sobre a alavanca de câmbio durante a condução, ao invés de estar no volante. Isso reduz a vida útil da transmissão, pois vai gerar folga nas engrenagens ao longo do tempo.

    A dica vale para carros onde existe ligação mecânica entre a alavanca e as engrenagens. Na maioria dos carros atuais existe um acionamento por cabo ou varão. Este acionamento moverá o trambulador que movimentará o garfo.

    Manter as mãos em cima da alavanca, no máximo gerará uma folga no coxim da alavanca.

    AbS!

  • Colorado

    Eu ando sempre na reserva pq meu 307 2.0AT bebe pra….com o ar no maximo faz media 3.5 no alcool, alias como não sou dono de posto, estou vendendo

  • Aires Jone

    Muito boa matéria. Valeu NA!

  • Pedro Cunha

    Acrescentem á lista:
    -Trocar as rodas por modelos 2, 3 ou mais polegadas maiores que o padrão original (Compromete dirigibilidade, componentes de suspensão, direção e a própria carroçaria)
    -Relegar o uso de aditivo no sistema de arrefecimento (A maioria dos proprietários não sabe o que é limpeza no arrefecimento, as propriedades do fluído e a sua importância nas trocas de calor para manter o propulsor na temperatura correta)
    -Confiar no achismo dos frentistas e vendedores de óleo comprando um “óleo similar” ou “alternativo” (Usa-se o que consta no manual e pronto. O resto é gambiarra.)
    Depois há falhas como a não realização das trocas de filtros(ar, combustível e cabine), esquecer dos alinhamento/geometria á cada 10mil km e não priorizar boa qualidade das peças de reposição.