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Nissan anuncia R$ 3 mi para novas tecnologias de pintura em fábrica de Resende

Nissan inaugurates R .6 billion (USD .5 billion) automotive comp

A Nissan anunciou nesta segunda-feira, 28, um investimento de R$ 3 milhões para o Complexo Industrial de Resende (RJ). O aporte financeiro será destinado para a ampliação da automatização do processo de pintura de peças plásticas, com a importação de novos robôs do Japão.

Os novos robôs são capazes de aplicar a tinta diretamente nas peças plásticas produzidas no local, eliminando interferências externas e reduzindo em até 20% as emissões de compostos orgânicos voláteis, sendo fundamental o uso de água como base na pintura.

De acordo com a marca, a automação do processo de pintura dos plásticos permite à fábrica aumentar seus níveis de sustentabilidade, segurança e produtividade.

A pintura das carrocerias dos modelos produzidos por lá (March e Versa) já contam com o sistema automatizado “3 wet”, onde a aplicação da base e do verniz é feita logo em seguida da aplicação do primer, tornando o processo mais curto e reduzindo o consumo de energia. Os robôs utilizam cartuchos para a pintura, com água como base, o que reduz a perda de tintas e solventes, diminuindo a emissão de compostos orgânicos voláteis (COVs), o que deixa a operação mais sustentável.





  • CignusRJ

    No geral os produtos da Nissan são bons, espero que a marca vingue no Brasil e tragam logo os SUV assim venderão mais.
    Pessoalmente sou mais fã de um sedã mesmo.
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    • Clovislauro

      Com tanta experiencia no mercado mundial, lideres no México, sucesso nos EUA, japonesa que mais vende na Europa e mesmo assim não conseguem deslanchar aqui, mesmo com a irmã Renault vendendo razoavelmente bem no Brasil. Que a Chery precise de mais tempo para deslanchar em vendas, ok, há muitos motivos, mas uma empresa do porte da Nissan não se entende, ainda mais uma marca japonesa.

      • Felipe

        A fábrica de Resende é relativamente nova, talvez a falta de uma fábrica no Brasil fazia da Nissan uma segunda ou terceira opção. Uma fábrica ajuda a marca a se tornar mais sólida no mercado. No caso da Chery, é difícil falar em solidez por enquanto, pelo pouco tempo de fábrica. Ademais, só há um modelo em produção e ainda falta publicidade pra ele…
        Falando nisso, agora a Nissan tem tudo nas mãos: uma boa agência de publicidade (desde os pôneis) e uma fábrica no Brasil. Agora só falta a galera da agência bolar algumas campanhas melhores.

        • Clovislauro

          Falando em propaganda, cade o Luciano Hulk? Não ia passar a ser o garoto da Nissan? Só o vi 1 ou 2x , depois sumiu.

          • Louis

            Hulk? Vixx, esse cara queima o filme da marca!

        • André

          Alguém sabe o que a Chery produz na sua “fábrica” brasileira? O índice de nacionalização é baixíssimo. Ela só aperta alguns parafusos, o resto vem da China. Nem autopeças básicas, como pneus, são nacionais.
          Trata-se de mais um engodo para receber milhões em incentivos e isenção de impostos.
          Exemplos de outros casos escandalosos iguais ao da Chery? Mercedes, BMW, Land Rover e suas “fábricas” no Brasil.

      • clearboxer

        A Nissan passou seus primeiros 15 anos de Brasil, de 1992 até 2007, vendendo volumes irrisórios. Só tinha carros caríssimos na linha, basta parar pra pensar na linha Nissan em 2005/6, 10 anos atrás. Havia Frontier, Pathfinder, X-Terra, X-Trail, Murano, 350Z e Sentra. Tirando o Sentra e talvez a Frontier, os outros são carros que não condizem com a realidade do mercado brasileiro, segmentos que vendem pouco ou quase nada.

        A coisa começou a mudar totalmente em 2007, quando trouxeram o Tiida e o novo Sentra do México, culminando em 2009 na fabricação do Livina no Paraná. Nessa mesma época, pararam de importar todos os outros carros que citei lá em cima. Digamos que a Nissan só começou a existir no Brasil nessa época. Praticamente o mesmo processo da Renault, que só deslanchou em volume quando o Sandero veio no lugar do pouco querido Clio.

        Hoje a Nissan ainda vende relativamente pouco, mas está saudável no mercado, digamos assim. O March e o Versa não são bonitos, nem mais baratos que os concorrentes, nem tem o peso da marca na grade, então não se pode esperar que vendam tanto quanto HB20/S, Onix/Prisma e Ka/Ka+. Vendem um volume até razoável, levando em conta o quão recente é a Nissan para o consumidor médio brasileiro e os erros de estratégia que a marca comete com esses modelos.

        Muito pior pra mim é o caso da PSA, em que as marcas tem fábrica no país há quase 20 anos, o 206 vendia absurdos (é o 23o carro mais vendido da história do mercado brasileiro), o C3 tinha público cativo, e hoje está morrendo à míngua sem sequer reagir, resolveu parar no tempo em 2007 quando lançou o 207 fake e por lá ficou. A concorrência veio e engoliu o market share deles.

        • Jackson A

          De fato a PSA está indo de mal a pior, se continuar assim vai ser difícil de se manter.

          Por isso acredito que a coisa mais difícil para uma montadora é:
          Fazer uma IMAGEM(Positiva) no País, ou mante-lá.

          E como a da PSA está “suja”… vish, isso é algo muito complexo de se resolver.

        • Clovislauro

          È verdade, a PSA está sofrendo com as estratégias erradas no Brasil, não tem nenhum carro abaixo de 45mil na tabela, nem mais o 207 fake que nem vendia tão mal, nenhum SUV que é sucesso agora ( Aircross e 2008 parecem concorrer mais com Weekend Adv e Spacecross), nenhum sedã compacto ou compacto grande, tipo o 301 e na faixa dos médios voltam a trazer mais do mesmo. Sem contar os problemas com pós vendas. Porem, no Brasil, quando o guia da manada orienta a não seguir por um caminho, é difícil convencer a manada do contrário. Muitos mimimis com o 207 fake, até a Peugeot o tirar de linha, mas continuam comprando Palio, Gol, Clio, Classic e outros dinos. PSA traz o 208, é um carro moderno, bonito, bem equipado e seguro mas não vende, o 2008 idem, reclamam que o cambio automático é antigo e o motor fraco, mas compram Duster com AT4, Eco Pshit e Renegade 1.8 com menos desempenho ainda. Entendo que a PSA não tinha muito motivação para trazer o novo 308, crise + mercado preconceituoso + passado com problemas de pós venda, realmente é difícil. A Peugeot vende carros desde do século 19, mas no Brasil ainda falta escola.

          • Anderson Trajano

            Esse “mercado preconceituoso” foi criado pela própria marca, visto o sistema pífio de pós venda implantado por eles no início da operação no Brasil. Por ser consumidor da marca a muitos anos, estou convencido que ela tem na mão bons produtos, mas a ganancia do Sergio Habib em só lucrar, fez a PSA perder o rumo e se queimar no mercado. Agora vai ter que remar tudo de novo.

          • Filipo

            O principal problema da PSA no país é o pós-venda. Entre os piores do país!
            Isso somado aos inúmeros defeitos da linha Citröen e principalmente da Peugeot foram minando sua imagem.
            Qualidade de fabricação deixa a desejar.

        • André

          A PSA vai sair do Brasil. É só uma questão de tempo.

        • Gran RS 78

          E a Peugeot nao aprendeu a lição com o falso 207, pois acabou de fazer isso de novo com o 308. O 2008 carece de um cambio automático mais moderno, existe um sedan em outros mercados , que iria ser uma boa opçao para a marca no Brasil, pois iria concorrer com os sedans como o Cobalt, Logan e Versa, mas a marca insiste em nao vender no Brasil. Desse jeito, o futuro da Peugeot em nosso mercado é bem nebuloso.

      • tjbuenf

        Mas não é por ser marca japonesa que significa ser boa, foi o processo inverso que fez o nome dos japoneses no Brasil e fora.
        Nissan tenta se vender “japonesa” mas seu pós venda está em nível equivalente as marcas populares daqui. Até seu lineup tem se comportando de forma semelhante, basta olhar seu retrocesso com lançamento de 1.0. Além disso, tem o design duvidoso (ou desastroso) adotado pelos seus carros que seriam de volume, o que é mais um ponto contra.

        • Mauricio Devojno Bruder

          Eu tenho um carro da Nissan e fui muito bem atendido na concessionária nas duas vezes que precisei, revisão de 10.000km é um barulho no amortecedor traseiro esquerdo, em ambos os casos eu agendei, deixei o carro pela manhã e peguei no final do mesmo dia. Problemas resolvidos, atendimentos feitos, agilidade, rapidez o que é pós-venda ruim? Minha experiência é excelente com eles.

      • Eric Palamar Blaca

        Na minha opinião os motivos são esses:
        Qual carro é bonito na nissan?
        March tem um painel sofrivel e de um plastico duro e feio (versa igual), a unica versão que me chama atenção é a SL.
        Tiida ja deu o que tinha que dar (se é que é produzido) mas é um bom carro.
        Livina?! outro carro feio…. fora de linha
        Frontier…tbm ja deu o q tinha que dar, talvez por isso cobrem na CSS 20mil a menos que a concorrente na versão topo x topo.
        Altima….vende tão pouco que os carros, quando há, são modelos ano 2014 que estão no pátio 0km.
        Para mim, o unico ”bacana” é o sentra.
        Mas é a minha opinião, att.

    • Pedro Henrique

      acho o march tão bonitinho.. tem boa visibilidade, motor bonzinho…
      só falta mesmo o bendito CVT.
      e óbvio da uma cortada nos preços porque, ele ta pensando que é best seller já.

      • Gustavobrtt

        podia ter um cvt no 1.0. esse motor novo deve dar conta. até o picanto tinha um automático de 4 marchas.

  • CorsarioViajante

    Bom ver a Nissan investindo. Mas continua derrapando, a Nissan ainda “não tem cara no Brasil” como já disse um executivo da marca e parece fazer questão de nunca ter, colocando e tirando produtos do mercado sem manter muita continuidade, mesmo quando tem potencial. Alguns exemplos são o Tiida, hatch médio que foi descontinuado e abandonou este público; Livina, perua média, que tinha vendas razoáveis e foi descontinuada deixando vários orfãos para a única concorrente real, a Spin (!!!) e assim por diante. March, Versa e Sentra, embora com muito potencial, não vendem como deveriam. Alguma coisa está errada.

    • Jackson A

      Sentra ate que vende, o problema é que Corolla e Civic criaram uma distancia grande de todos.

      • Clovislauro

        Sim, o Sentra é o único modelo que não tem vendas humilhantes, se considerarmos que é uma marca japonesa, poderia estar mais perto dos conterrâneos. O March teria que estar nos top 10, pela sua proposta e faixa de preço, o Versa nos top 20., mas estão ambos no top 40.

        • DougSampaNA

          sem cvt pra dar impulso, podem investir no que quiserem…vão continuar patinando, iso é fato!

      • CorsarioViajante

        Sim, tem razão, nesta geração o sentra vem vendendo bem e, o que é melhor, de forma constante.

      • rvmattos

        sentra é show… e olha que ainda tem aquela pegada tiozao… adorei o carro…

    • clearboxer

      Tirar o Tiida do mercado eu até consigo entender, o segmento está morrendo no Brasil em detrimento dos SUVs compactos, provavelmente não valeria a pena. Mas o caso do Livina realmente foi de uma burrice tremenda. O carro era fabricado no Brasil, ficou 5 anos no mercado sem receber uma melhoria sequer, era parte de um segmento que ficou cada vez mais órfão, e a Nissan deixou o carro morrer à míngua.

      Bastava trazer a versão reestilizada que vendem na China, colocar regulagem de altura dos cintos e do banco do motorista, regulagem de profundidade e controles de som no volante, e melhorar pouca coisa no acabamento. Com isso o carro ficaria no mercado mais uns 4 anos tranquilamente, e garanto que venderia até mais do que vendia antes quando era novo.

      Preferiu largar mão desse público, pra esperar 2 anos ou mais e lançar o Kicks, quando todos os concorrentes já estão bem estabelecidos. Estratégia infeliz ao extremo. Todos sabem que fidelizar o cliente é importantíssimo. Pode parecer absurdo para alguns, mas é justamente a fidelização do cliente que manteve a Fiat e o Gol líderes por tantos anos, e o que mantém o Corolla vendendo sozinho mais do que a soma dos concorrentes. Falta de continuidade, inclusive no nome, é o que mata os médios da Fiat.

      • CorsarioViajante

        Concordo em tudo sobre a Livina, é isso mesmo. E vou além, quem procura uma perua como Livina ou Spin está em busca de espaço ou modularidade, coisa que os SUVS raramente oferecem tão bem. No fim este público acaba até comprando Fit pela versatilidade.

        • clearboxer

          Livina e Spin não são exatamente peruas, são mini-MPVs mesmo, minivans derivadas de compactos. Cá pra nós, nem mesmo o Spin oferece a modularidade requerida para um carro familiar. É, assim como o Livina, outro carro com ótimo potencial, mas que foi feito nas coxas em vários aspectos bobos e vai desaparecer sem receber uma melhoria sequer por parte da GM.

          Quanto ao Fit, o pessoal mete o pau sem razão, pois o único defeito desse hatch é o preço acima da média. É um carro tão bem pensado que atende desde jovens solteiros até famílias de 4 pessoas. Não é a toa que vende tanto e é líder disparado dos hatches compactos no Brasil. Aqui nos EUA, ele também lidera seu segmento, há várias razões pra isso.

          • CorsarioViajante

            Sim, o Fit é mesmo um ovo de colombo e isso explica seu alto preço aqui: agrada e resolve os problemas de muitos públicos.

          • Rafael Barroca

            Livina era o Note com modificações para a China. Um Hatch um pouco mais alto, mas menor até do que o Tiida.

            • clearboxer

              Cara, o Livina tem a mesma altura de um Meriva e é bem mais comprido, é uma minivan compacta, não um hatch.
              Minivan compacta (mini-MPV na Europa) é justamente isso: um hatch compacto com altura e comprimento aumentado.
              Chamam o Fit de minivan toda hora, sendo que o comprimento dele é menor que o de um Punto e a altura menor que de qualquer minivan compacta, coisa de 1 cm mais alta que um C3.
              Ou seja, sempre dá confusão…
              O novo Note ficou menor em todas as dimensões, tendo inclusive a mesma altura que o Fit, porém ainda é considerado minivan pelo simples fato de ter 11 cm a mais de comprimento que a média dos hatches.

          • Hox

            Nem considero o preço do Fit tão acima da média do segmento, não para tanto alarde e tantas pedras. New Fiesta, C3, 208 e até carros de segmento inferior, como HB20, Onix e Fox, custam mais ou menos a mesma coisa em versões “dignas”.

          • Gustavobrtt

            uma delas é o preço, um dos carros mais baratos nos EUA, junto com Spark e Mazda.

      • Louis

        Concordo, a Nissan deveria ter atualizado a Livina e GrandLivina, um nicho esquecido pelas outras montadoras. Assim como deveria investir no Altima, segmento onde Fusion está praticamente só.
        Em temos de espaço interno, a GrandLivina é um latifúndio.

    • Junoba

      Falta câmbio AUT no March e no Versa.

      • invalid_pilot

        Falta eles fazerem campanha agressiva falando das 4 estrelas e algo pra desmistificar preço de peças de reposição(maioria compra Fiat por achar que tem peça até na padaria)

      • clearboxer

        Não sei até que ponto isso influencia nas baixas vendas, visto que o Ka também não tem e está no Top 5 de 2015.

        • Filipo

          Por 2 fatores: 1. O Ka é Ford; e 2. O Ka tem desenho com maior aceitação.

        • Junoba

          Mas a Ford está ´´sólida“ no país a muitos anos, diferente da Nissan. Você sabe como é o consumidor brasileiro.

      • Tenho parentes trabalhando na fábrica em Resende, o March e Versa ganharão CVT no primeiro trimestre, já entrou na linha de produção. Inclusive a fábrica já está se adequando para produzir o Kicks.

  • Junior Lobato

    pensei q iriam usar aquela tinta aprova de lama !! Projeto pronto mas não utilizam não sei pq!
    https://www.youtube.com/watch?v=TfwIB5x8NUU

    • Louis

      Cara, essa é uma tinta que eu tenho interesse. Se fosse vendida como opcional a um preço razoável, revolucionariam o mercado.

    • invalid_pilot

      Provavelmente Custo, seja pro consumidor final ou seja em adaptar linha de montagem pra produção em massa

      Aguardemos

  • Leandro

    A saida da Livina poderia ter sido uma oportunidade para a Nissan lançar o Note aqui no Brasil. Ainda mais compartilhando muita coisa com a dupla March e Versa, seria fácil fabricá-lo em Resende.

    • Rafael Barroca

      Eles tiveram essa ideia por um tempo, mas o dólar e as cotas do México fizeram eles pensar em uma faixa mais rentável. Daí que entra o Kicks na história.

      • Leandro

        Mas o Kicks ainda vai demorar um tempo pra ser lançado e ser rentável, diferentemente do Note que já está pronto, compartilha plataforma, motores e outras coisas com a dupla fabricada em Resende. Seria mais fácil fazê-lo aqui e além disso, aumentaria seu portfólio no Brasil e reforçaria sua imagem no país.

  • Mauro Schramm

    Tudo muito bom, tudo muito bem, mas realmente o que a galera quer é o câmbio CVT.

  • Cleidson

    E o câmbio AT e o ESP no March?