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Novo Citroën Aircross 2016: Impressões ao dirigir

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Após cinco anos sem nenhuma alteração significativa, a Citroën resolveu dar um tapa no visual do Aircross. Além de uma aparência mais atual, o modelo aventureiro ganhou mais recursos tecnológicos, melhorias na parte mecânica, novo interior e manteve o mesmo preço de janeiro deste ano. “O Novo Citroën Aircross chega para consolidar ainda mais a história de sucesso do seu antecessor como referência no segmento aventureiro”, diz Laurent Barria, diretor de Marketing da Citroën do Brasil.

De acordo com pesquisas da marca, o Aircross tem um Índice de Fidelização acima de 40% e superou o patamar de 50 mil unidades vendidas desde seu lançamento, em 2010. O modelo foi totalmente desenvolvido pelo Centro de Estilo da PSA Peugeot Citroën.

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“O trabalho do Departamento de Estilo partiu do princípio de que tínhamos um veículo com estilo icônico, com design marcante. Isso foi respeitado e conseguimos dar ao Aircross um desenho novo, moderno, mas perfeitamente legível como evolução do sucesso anterior.”, resume Daniel Nozaki, gerente de design e criação para a América Latina.

Focada na tecnologia, a marca francesa resolveu investir no visual externo e interno do Aircross. Por fora é logo notada a dianteira mais agressiva. Seguindo a nova imagem da Citroën no mundo, o Aircross 2016 revela o inédito grupo ótico elíptico bifunção, os novos para-choques, as rodas e as barras de teto. O modelo segue as linhas futuristas do conceito Cactus.

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Ainda na dianteira, é possível notar o novo chevron, agora tridimensional e em linha com os novos produtos da marca. Ele se integra a uma grade cromada, que percorre toda a extensão do para-choque lateral até se conectar aos faróis. A curiosidade ficar por conta das luzes indicadoras de posição (setas) ficam dentro da estrutura da grade.

A marca passou a utilizar o conceito “squarcle”, entendido como a fusão gráfica entre o quadrado (“Square”) e o círculo (“Circle”), também aparece em detalhes, como nas molduras das caixas de rodas, no bloco elíptico do farol, na grade da entrada de ar, na saída do farol suplementar, no estepe traseiro e nas saídas de ar do interior.

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Esse conceito pode ser percebido novas molduras de caixas de rodas, as novas rodas 16” modelo Tuco. Também foram aplicados novos grafismos lateral das portas (que estreia a nova tipologia Citroën). E novas barras do teto. A parte traseira foi a que menos recebeu novidades, que fica por conta do novo para-choque, com destaque para a luz de neblina e de ré, além de câmera de ré integrada.

O estepe permanece à esquerda da tampa do porta-malas e ganhou um novo acabamento, que passa a ser equipamento de série para todas as versões. No caso das versões Start e Live, o estepe posiciona-se dentro do carro, na parte inferior do porta-malas. Na lateral inferior, é possível notar o novo grafismo com desenho clean e com uma bússola estilizada. A cor cinza escuro foi aplicada em diversos elementos externos (molduras das luzes de neblina, adesivo lateral, capa dos retrovisores, maçanetas, moldura da placa traseira e barras de teto).

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Por dentro, o Aircross segue a linha externa e traz muitas novidades. Entre elas, destaque para o novo painel de instrumentos, assim como tecidos e forrações. E uma nova central multimídia com tela sensível ao toque. Os bancos têm o grafismo inspirado nas calçadas da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

Uma das novidades que vieram para ajudar o motorista e entreter os passageiros, é a nova tela central tátil de 7 polegadas, é possível manipular todos os recursos de áudio, navegação e conectividade, que disponibiliza rádio AM/FM, Bluetooth (áudio streaming), USB (áudio com exibição de capas e photo viewer), entrada AUX (auxiliar), calculadora e calendário.

O painel do modelo oferece os seguintes recursos:

– MirrorScreen (MirrorLink + CarPlay).
– Duplicação da tela do Smartphone na tela da central multimídia;
– Jukebox com 16 GB de memória para armazenagem de música;
– Sistema de reconhecimento de voz por meio de Smartphone;
– USB 2.0 input com corrente de 1A;
– Câmera de ré;
– Sistema de reconhecimento de voz por meio de Smartphone;
– SmartApp Link MyCitroën*, permitindo armazenamento de informações sobre o veículo no Smartphone do cliente, como consumo de combustível, localização, percurso realizado, quilômetros percorridos, próxima revisão etc.;
– Sistema de Navegação: possui inúmeras vantagens e funcionalidades, como milhares de cidades mapeadas e pontos de interesse (POI), o que inclui restaurantes, postos de gasolina e concessionárias Citroën. Além disso, oferece comando no volante, modo dia/noite automático e memória de trajetos. Sua cartografia pode ser exibida em modo 2D ou em modo perspectiva para facilitar a leitura do itinerário.

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O Citroën Aircross 2016 pode ser equipado com duas opções de motorização, são elas: o motor 1.5i Flex, que desenvolve 93 cv de potência máxima com etanol a 5.500 rpm. O torque máximo é de 140 Nm quando abastecido com etanol, sempre a 3.000 rpm. E o novo motor 120 Vti Flex Start, que rende 122 cv a 5.800 rpm e um torque máximo de 161 Nm a 4.000 rpm, ambos com etanol.

Em conjunto com os motores, o novo Citroën Aircross oferece duas possibilidades de caixa de câmbio: Manual de 5 marchas – em conjunto com os motores 1.5i e 120 VTi Flex Start – e a automática sequencial com troca de marchas na coluna de direção por meio de “Paddles Shifts”, sendo esta somente nas unidades com motor 120 VTi Flex Start. Visando maior economia de combustível, a caixa de câmbio manual associada à motorização 120 VTi Flex Start foi alongada em 5% no diferencial. A caixa automática sequencial teve um alongamento de 5% em todas as leis de passagem.

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Disponível nas versões com motor VTi 120 Flex Start e câmbio manual, o indicador de mudança de marchas tem o objetivo de mostrar ao condutor o melhor momento para a mudança de marcha.

O Aircross recebeu uma nova direção elétrica progressiva e um novo conjunto de suspensões, como uma nova barra estabilizadora traseira e novas leis de amortecimento. Enquanto a dianteira mantém sua configuração: do tipo MacPherson, independente e com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra estabilizadora.

O novo Aircross utiliza pneus verdes de uso misto de última geração desenvolvidos pela Pirelli (Scorpion ATR), com a mesma especificação dos anteriores (205/60 R16). Já as versões Start e Live, utilizam pneus de passeio Fuel Saver na medida 195/55 R16. A Citroën amplia sua gama de versões, que passam a se chamar Start (nova), Live (nova), Feel e Shine

Confira as novas verões e preços no Citroën AirCross 2016:

• Start 1.5 (MT) – R$ 49.990
• Live 1.5 (MT) – R$ 53.990
• Live 1.6 (AT) – R$ 58.990
• Feel 1.6 (MT) – R$ 58.990
• Feel 1.6 (AT) – R$ 63.990
• Shine 1.6 (AT) – R$ 69.290

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Primeiras Impressões

Porto Real/RJ – Avaliamos a nova versão Feel 1.6, por cerca de 90 km, variando entre estrada asfaltada e de terra. A posição de dirigir alta facilita na hora de ajustar espelhos, bancos e volante. Os bancos são confortáveis e o novo painel é de fácil leitura. A ergonomia é um dos destaques do novo Aircross. Ainda por dentro, o interior ficou muito melhor, os materiais melhoraram e estão mais agradáveis ao toque.

O silêncio a bordo foi percebido durante todo o trajeto, mesmo na estrada de terra. O motor, antes barulhento, agora não se ouve quase nada em acelerações mais bruscas. Mesmo com a nova suspensão traseira, o Aircross fica devendo em estabilidade.

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Em velocidade um pouco acima do normal, é logo notada a saída desesperada da dianteira, que desgarra a qualquer vacilo do acelerador. Na estrada de terram foi onde o Aircross se deu melhor, a suspensão trabalhou no limite, mas não deixou nenhum dos condutores na mão, manteve sempre o trajeto.

O motor 1.6 VTi 120 Flex Start, que rende 122 cv a 5.800 rpm e tem um torque máximo de 161 Nm a 4.000 rpm foi suficiente para empurrar sem muita cerimônia o AirCross, Os ajustes na parte mecânica fizeram bem ao SUV, as acelerações foram lineares na maioria do percurso, mesmo em estrada de chão. Para ultrapassar o motor não deixou a desejar, mostrou disposição e não deixou ninguém na mão.

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O único problema para esse motor 1.6, é que fica devendo nas subidas mais íngremes, obrigando o motorista a reduzir as marchas para empurrar ele ladeira acima. Em conjunto está o câmbio, com trocas suaves e certeiras, que lembram até as trocas perfeitas dos modelos da Volkswagen. O nosso consumo foi de 6,7 Km/l, sendo que o carro foi usado em seu maior nível de exigência e sempre com o ar-condicionado ligado.

A versão avaliada traz de série: estepe 16” de aço com capa de proteção estilizada; Rodas de liga leve com pneus de uso misto Fuel Saver na medida 205/60 R16; Faróis de neblina; Sistema de alarme ultrassom; Rádio RD6; Comando para rádio; GSI (somente câmbio manual). E opcionais: central multimídia com tela touch screen e detector de obstáculo traseiro.

Galeria de fotos do Novo Citroën Aircross 2016:

Por Marcus Lauria
Fotos: Divulgação e Marcus Lauria

Viagem a convite da Citroën do Brasil





  • Bruno Wendel Marcolino

    Achei que o preço inicial não está tão ruim, mas as mudanças foram sutis demais que numa rápida passada de olho parece ser o mesmo carro. O painel ficou levemente mais ergonômico que o anterior.

    na minha opinião, é um carro com visual cansado, porém, dos metidos a aventureiros, o Aircross me parece o mais acertado em visual.

    • Leandro Oliveira

      Essa foto é do painel antigo!!

      • Bruno Wendel Marcolino

        eu sei, coloquei ela para comparar ao novo painel….

        • Edson Fernandes

          E agora o painel “novo” é um hibrido entre o modelo europeu e o nosso modelo.

          • Bruno Wendel Marcolino

            exatamente, acho até que esse antigo que postei a foto é mais acertado. Prefiro ou ele ou o Europeu, meio termo acho ruim…

            • Edson Fernandes

              Eu prefiro o Europeu sem duvida. Essa “barra” branca veio do painel do europeu. Como outro dia falando com um engenheiro, ele me disse que poderia ser uma saida adicional de ar para ter mais eficiencia…. e eu disse a ele que o que determina é o projeto e não criar mais uma saida.

              O que pode fazer é possibilidade de ter mais um foco de ar saindo para outra direção diferente daquela que se deseja, mas se não foi projetado para isso, será insuficiente. Ele concordou pois certamente a peça do interior do painel deve seguir exatamente a mesma especificação da europeia com diferença na cobertura.

              • Paulo_Lustosa

                Antes esse interior que o interior europeu, agora se desse para colocar o interior do C3 europeu (mesmo do DS3) em toda linha nacional ficaria uma coisa divina de se ver.

                • Edson Fernandes

                  sim sim…. o que me incomoda são as saidas de ar do nosso. Veja que o painel do europeu nem precisa de adaptação para uma central. Ele cabe um aparelho 2din sem problemas.

    • !Marcelo Surf!

      A traseira na minha opnião é a que mais precisava ser reestilizada porém não foi mexida, nem sequer retiram o estepe pendurado (o´tima notícia para os ladrões)… Bola fora da PSA pois continua com cara de minivan anabolizada.

  • Fanjos

    Mais um caso de “é fofo…..mas não rola!”

    • Mr. Bola de FOGO!

      Não rola mesmo.

  • V12 for life

    Sem aumento desde janeiro é um milagre, mas esse carro precisa de mais que maquiagem nova para deixar de ser feio, e com 5 anos de mercado essa deveria ser uma nova geração, principalmente por precisar de todos esse tempo para vender apenas 50 mil unidades.

    • Pedro Rocha

      Acho que a PSA deveria deixá-lo como estava – já que não melhorou nada substancial – e focarem em tornar o 2008 vendável com Puretech + EAT6.
      Salvando o 2008, as melhorias seriam replicadas para os outros modelos naturalmente em ordem de importância para a marca: 208, C3/Aircross e DS3.

    • !Marcelo Surf!

      Esta reestilização na dianteira vai render umas 30 unidades a mais por mês na vendas

  • “O Novo Citroën Aircross chega para consolidar ainda mais a história de sucesso do seu antecessor como referência no segmento aventureiro”, diz Laurent Barria, diretor de Marketing da Citroën do Brasil.

    Ahan, duas palavras incabiveis numa unica frase, sucesso e referencia. Quem tem boca, vai a Roma.

    • Victor Hugo

      “Quem tem boca vaia Roma”

    • !Marcelo Surf!

      O pior é que nunca fez sucesso e também nunca foi referencia.

  • oscar.fr

    Se tratando da PSA foi uma reestilização bem resolvida. Só achei muito grande a diferença de preço entre o 1.5 e o 1.6. Bem que a Peugeot poderia oferecer o 1.5 no 2008 e versões menos equipadas e mais baratas, dentre outras coisas, acho que é isso que falta para o carro deslanchar. Um 1.5 Active Pack na faixa de R$55 mil e um THP 1.6 automático por R$85 mil ou até R$90 mil (mesmo com esta grande diferença em relação ao manual ele ainda estaria barato considerando os preços exorbitantes da concorrência).

    • Edson Fernandes

      Mas se vc reparar, verá que ele começa em uma faixa de preço e praticamente finaliza no preço similar ao 2008. Acho que essa é a ideia, desse ser um carro de mesmo nicho porém menos equipado se comparado ao 2008.

      • oscar.fr

        Certamente Edson! Seria interessante a PSA começar a pensar na Citroën e Peugeot como complementares. Um exemplo, o C3 poderia ser oferecido como modelo de entrada do grupo, com o 208 um pouco acima do C3 em preço e proposta. A PSA precisa acabar com a briga interna. Quem sabe este alinhamento do C3 Picasso como mais acessível e o 2008 um degrau acima seja o início dessa estratégia, o Grupo teria muito a ganhar!

        • Edson Fernandes

          Não poderia ser o inverso? rs

          Eu acho que a atual linha da Peugeot é mais interessante.

        • Jackson

          Eu já acho o contrário, por mim os dois poderiam ter preços próximos. Seu eu não gosto do C3, vou de 208. Agora se o 208 fica muito mais caro eu posso ir para outro da concorrência.

  • joao

    Apesar do preço não estar ruim, esse interior é muito tosco comparado ao similar europeu.

  • BorisAWD

    Ficou muito bom. Só falta motor e cambio

  • Fhabiano

    É impressão, ou foi “omitido” do texto que o câmbio automático é só de 4 marchas? Foi proposital a pedido da Citroen?

    • radiobrasil

      At4 nos dias de hoje é DOSE… Ja tive um carro com at4 e odiava ele.

    • Redpeak77

      Percebi isso também… até pq tenho trauma do meu C3 1.6 AT4… o consumo era de chorar!

    • Gran RS 78

      Está na cara que o texto passou pela ” revisão” da Citroen, rsrs.

    • Rômulo M.

      Não sei se foi proposital, mas foi um dos piores textos que li no NA ultimamente. A chamada da matéria se chama: “Impressões ao dirigir” e traz 10 paragrafos de merchan e 2 sobre as impressões, que focam mais na qualidade do interior do que na condução em si?!?!
      Não se deu ao trabalho nem de falar do funcionamento do câmbio, se houve uma melhora ou piora, se o motor dá conta (todo mundo sabe que não). Enfim… péssimo texto, qualquer um que tenha o mínimo conhecimento sobre o carro e a marca sabe que os pontos críticos do carro foram simplesmente “ignorados” pelo autor do texto.

      • Edson Fernandes

        Vou dizer minah opinião:

        “O motor 1.6 VTi 120 Flex Start, que rende 122 cv a 5.800 rpm e tem um torque máximo de 161 Nm a 4.000 rpm foi suficiente para empurrar sem muita cerimônia o AirCross, Os ajustes na parte mecânica fizeram bem ao SUV, as acelerações foram lineares na maioria do percurso, mesmo em estrada de chão. Para ultrapassar o motor não deixou a desejar, mostrou disposição e não deixou ninguém na mão.
        O único problema para esse motor 1.6, é que fica devendo nas subidas mais íngremes, obrigando o motorista a reduzir as marchas para empurrar ele ladeira acima. Em conjunto está o câmbio, com trocas suaves e certeiras, que lembram até as trocas perfeitas dos modelos da Volkswagen. O nosso consumo foi de 6,7 Km/l, sendo que o carro foi usado em seu maior nível de exigência e sempre com o ar-condicionado ligado.”

        Para mim fica bem claro que o motor é insuficiente para o carro.

        Ou ele anda bem ou anda mal. Não existe essa de andar bem em ua situação. Se fosse assim, todos os 1.0 andam muito bem em descida e reta. Tá… mas e em uma retomada? E em uma subida?e em uma situação de risco?
        Nesse carro em todas elas vc passará nitido aperreio em minha opinião.

  • Marcelo Muniz

    A materia e bem escrita , da impressão que é um carro novo, mas no final nada mudou. Consegue fazer um monte de propraganda so para falar de um som ,que da para colocar em qualquer carro. A mecanica continua com o motor com bloco de ferro, cambio automatico de 4 marchas, arcaica direçã hidraulica, e nada de freio a disco nas 4 ou controle de tração e estabilidade, ou aumento no numero de air bags. Não tem nenhuma razão para quem tem o antigo trocar por esse

    • Paulor1899

      A direção não seria elétrica?

      • Marcelo Muniz

        Eletrica so no C3

    • Edson Fernandes

      A direção é elétrica.

      • Marcelo Muniz

        Não e hidraulica mesmo, provalmente reaproveitaram do Picasso. So no C3 que é eletrica e no C4 eletro-hidraulica. Pode confirmar nas especificações do modelo noo site da Citroen

        • Daniel

          A direção é elétrica. Não foi comentada no texto. Vá em uma cc e constate

          • Marcelo Muniz

            E você tem razão vi em uma outra materia afirmando que agora é eletrica, entao só modelo antigo era hidraulica. Não sei porque essa questão de direção nunca é levada muita em conta aqui no NA, a diferença é muito grande entre a hidraulica e eletrica na hora de dirigir, quando pego um hidraulico hoje acho que é mecanico de tão duro em relação a eletrica. Na estrada tambem a eletrica fica bem mais firme, e sem falar na questão ecologica, sem oleo para descartar , muito menos peças e o carro fica mais economico por causa do peso e da bomba a menos no motor. Hoje em dia eles estão mascarando essas questoes da direção dizendo que é só “assistida” , para não deixar o povo com duvidas entre as palavras hidraulica e eletrica, uma vez que ainda tem muito carro com direção hidraulica no Brasil. Pelo menos aos poucos está mudando como a Ford fez , a GM que é a pior nesse quesito. Acho que a materia deveria começar logo no texto : NOVA AIR CROSS AGORA COM DIREÇÂO ELETRICA. No caso da Citroen faz todo sentido o alarde afinal o C3 foi uns dos primeiros carros a vir com direção eletrica ,e ela me vem com esse Air Cross que é derivado do mesmo com direção hidraulica. Isso me faz lembra o caso do Hb20 em relação ao Picanto, mas isso já é outra historia, rs, abraço

        • Edson Fernandes

          Putz é verdade. Citroen cada dia pior com seus produtos. Isso que dá não acompanhar esse nicho. Me desculpe.

          • Daniel

            Me de uma referencia do que é bom meu caro…

            • Edson Fernandes

              O que é bom?

              Vou me ater aos modelos em que o carro que entra no mercado disputa: HR-V, Renegade e 2008.

              Todos são mais modernos, conseguem ofertar mais itens e o interior é mais acolhedor.

              • Daniel

                Por iniciais 76500, vc compra um HRV. Por iniciais 49900 vc compra um AirCross…

                • Edson Fernandes

                  Poxa, mas pegar também um dos modelos de carro mais caro é sacanagem …rs

  • Minerius Valioso

    “O Citroën Aircross 2016 pode ser equipado com duas opções de motorização, são elas: o motor 1.5i Flex, que desenvolve 93 cv de potência máxima com etanol a 5.500 rpm. O torque máximo é de 140 Nm quando abastecido com etanol, sempre a 3.000 rpm. E o novo motor 120 Vti
    Flex Start, que rende 122 cv a 5.800 rpm e um torque máximo de 161 Nm a 4.000 rpm, ambos com etanol.”

    Mais uma vez insisto: o motor é 1,45 ou 1,4-litro, já que em 1449 cm3, ou se arredonda para 1,45 ou para baixo, ficando como 1,4.

    Como assim, torque em newtons por metro? Estamos no Brasil! Cadê os dados em quilogramas-força metro?

    • Lucas de Lucca

      Também não gosto de montadoras que insistem em por Newton Metro no torque. Mas enfim, é só dividir por 9,8 que acha em kgfm.

  • EJ

    Alguém que possua Aircross ou tenha dirigido a versão 1.5 tem observações sobre essa motorização? Se empurra bem, se fica a dever em alta ou em baixa… o preço da versão de entrada está (para os caros padrões de 2015), muito bom.

    • Tiago

      Eu só dirigi a versão 1.6 do Aircross. Achei o desempenho muito ruim, o carro nao desenvolve e faz barulho. Parece pesar duas toneladas. Suspensão dura e interior com muitos barulhos de acabamento. É um carro que eu nao compraria…
      Talvez esta versão nova tenha melhorado.

    • T-800

      Minha ex tem um Aircross 1.6 2012/2013, o motor não é um primor de desempenho não, pra andar tem que esgoelar ele, o que gera mais barulho do que desempenho, e sempre passa aquela impressão que falta motor pra empurrar o peso do carro. O consumo não é bom, pelo que anda, deveria consumir menos combustível. A suspensão quica muito, e só pra ficar nas francesas, um Renault Duster, apesar da direção pouco precisa, é bem mais estável que ele. O controle de tração faz muita falta, não raro este carro deixa o motorista em situações embaraçosas em subidas molhadas, pois o carro levanta a frente e patina muito, dando trabalho pra sair da imobilidade, exigindo habilidades que muitos proprietários (e proprietárias) dele normalmente não tem. Este comportamento lembra muito a linha Ford Corcel (I e II) dos anos 70 e 80, logo, isso não deveria mais acontecer em veículos fabricados nessa década, pois o problema é mais do que manjado e a solução também já é bem velha.

      O carro tem seus méritos, como o nível de equipamentos e o custo-benefício, então isso acaba atraindo clientes pra marca, que depois não consegue satisfazê-los com um pós-venda fraco e caro. Só pra se ter uma idéia, ficamos quase 3 meses sem poder usar o limpador traseiro pq a palheta de plástico (literalmente) quebrou, e a rede não tinha a peça em estoque.

      Enfim, o carro até que não é ruim em relação ao preço, mas o pós-venda da Citroën é de desanimar, e isso acaba afetando o carro.

      • _William

        Eu me assustei quando li na matéria sobre a estabilidade dele (“logo notada a saída desesperada da dianteira, que desgarra a qualquer vacilo do acelerador”), e o seu texto confirma a informação. Eu acho inconcebível que esse carro, na maioria das vezes usado por mulheres ou mães que carregam crianças, tenha um comportamento tão perigoso quanto esse, na minha visão esta colocando em grande risco os ocupantes. Sinceramente não vejo sentido nesse carro, motor fraco, câmbio 4 marchas, consumo ruim, desempenho ruim, comportamento perigoso que coloca em risco os ocupantes, falta recursos de segurança importantes, pós venda muito duvidoso… esse é o “barato” que pode sair caríssimo!
        Mas vejo muitos elogios esse carro aqui… o pessoal “passa um pano” muito grande pra carros francês por aqui.

        • T-800

          Pois é… e baseado nisso, dá pra gente ter uma idéia do que deve ser a versão 1.5…

          Eu concordo com vc, acho que as pessoas não tem que ficar “passando pano” não, as coisas são o que são e pronto. Carros franceses podem não ser tão ruins quanto alguns dizem, a ponto de levarem as coisas aos extremos, mas também eu não vejo nada surpreendente neles não. Possuem virtudes e defeitos, e estão muito longe do status de “marca premium” como muitos são levados a pensar.

          Acho que isso é que deve ficar bem entendido, pois é a realidade.

    • Greice Maria

      Eu tenho uma 14/15 1.6 (16v) me atende bem, sempre andamos em 2 pessoas, em viagem com 4 ela atende bem. De subida não deixa a desejar, a redução das marchas é necesaria mas convenhamos estamos falando de um motor 1.6 ( 122CV) sempre uso no alcool pra ganhar uns ponêis a mais. Então sou realista e digo que me atende bem pra 1.6..agora se vc for comparar a um 2.0 a historia é outra.. Como tive um c3 1.4 te garanto que esse 1.5 é no minimo duvidoso, pelo peso do carro.. O 1.6 tá ali no limite..Eu jamais pegaria uma air ou um C3 1.5 (8V). Espero ter ajudado.

      • EJ

        Com certeza ajudou a clarear, ficou nítido que o 1.6 está naquele limite entre a adequação e tendendo a falta de força em algumas poucas situações. Obrigado.

  • José Eduardo D’Acampora Guazzi

    Em questão de mercado, dentro da propia PSA, só justifica comprar esse AirCross de entrada e não um 208 active pack, se precisar muito de espaço. O 208 já vem com ar dual zone, 4 air-bags e central MM, com motor e cambio igual pelos mesmo 50mil.

    • Neto ®

      A Citroen tinha que ter colocado pelo menos a central MM em todas as versões.

    • Edson Fernandes

      O 208 só tem ar dual zone na versão Griffe.

      • José Eduardo D’Acampora Guazzi

        Favor se atualizar com os equipamentos de serie do modelo 2016. O Active Pack parte de +-50mil e vem com ar dual zone e 4 air-bags, bem como a central MM e controles de som do volante.

        • Edson Fernandes

          Po é verdade! Obrigado e desculpe!

          Ficou bem interessante! A unica pena é o pulo para as versões automaticas. Acho que por R$50000 poderia e caberia um Active pack automatico.

          Mas é o preço do manual… mas diante do mercado, ele ficou bem equipado. Achei que souberam equilibrar o conjunto.

  • Joacir

    Não se acha em site algum,fotos do modelo de entrada.

    • Leandro Oliveira

      Eis o modelo de entrada!

      • Joacir

        Mas as rodas não deveriam ser de aço? Essa me parece de liga leve.

        • Anderson Trajano

          Essa é a versão Live, pois está com as rodas e as barras no teto.

      • pedro rt

        a versao start nao tem rack de teto nem roda de liga

      • gustavo

        Ficou muito melhor(mais limpo) sem aquele estepe trambolho !!

  • Brasileiro

    R$ 49.990,00 ta bem agressivo

    • Daniel

      Boa é a Sra VW que consegue vender um Cross Fox por 72 K e o povo brasileiro sai feliz da vida…

  • pedro rt

    fui olhar agora no site fipe o valor de revenda da c3 picasso e c3 aircross e quase cai pra tras… desvalorizacao de 8mil a mais de 9mil assim q sai da css! e mais 3mil com 1 ano de uso…

  • CanalhaRS

    Para quem curte fogão com Led, ficou da hora.

  • Anderson Trajano

    Pode ser impressão, mas sinto que o Brasileiro como um tudo pega pesado nas críticas com a PSA. Na minha opnião existem pontos positivos e negativos em todos os carros, mas a galera da net no geral, insiste em ficar elencando e debatendo tudo que é de ruim apenas. Se tentarmos olhar por um outro lado, o Aricross está bem perto dos seus concorrentes diretos (Idea e Spin) e indiretos (Eco 1.6 e Duster 1.6). Para mim, 2008, HRV e Renegade estão num patamar acima.

    Só para ter uma idéia, o povo reclama do motor que é fraco (para o peso do carro), mas todos os outros sofrem dos mesmos males, ou seja, pouco motor para muito peso. Quanto ao câmbio a única que tem um câmbio automático descendente é a Spin, mas casado com aquele motor de Monza não faz milagre.

    Por ser uma Minivan (e não SUV) pseudo aventureira, acredito que o custo x benefício está razoável. Se vê muito carro que não entrega quase nada, batendo na casa dos 60k também.

    • Edson Fernandes

      Eu acho que o HR-V tem cambio decente. Também acho que a Eco tem um bom cambio. Principalmente perante o Aircross. Mas o problema dele são as ineficiencias da fabricante que insiste em posicionar um carro colocando aura de premium em um carro bem abaixo das expectativas.

      • Anderson Trajano

        Concordo, a HRV tem o melhor cambio de todos na minha opnião, mas cobra cada centavo por ele. Tanto que eu a coloquei como sendo de outro patamar. Só vou descordar quanto a Eco. Já tive um Power Shift e durou 9 meses. Na teoria é o mais eficiente, na prática é uma bomba. Existem centenas de relatos de problemas na Internet. Acho que essa questão de Premium é coisa passada. Se você parar para pensar, a linha da PSA está alinhada com as outras. O Aircross começa em 49k, mais barato que Idea, Spin, Eco e Duster. O C3 começa em 44k que é o preço de muito carro 1.0 por aí. Se foi a época que PSA era Premium …

        • Edson Fernandes

          Sem duvida, mas a fabricante insiste em se colocar nessa aura de premium.

          Sobre cambios…. acho que casou o conjunto do motor e cambio. A Honda foi muito feliz em não colocar um motor inferior para as versões base. Porque de cambio o Aisin do Renegade é bom, mas falta motor. E para o 2008 só falta cambio.

    • Greice Maria

      Acredido que além disso que vc citou, a questão do “gosto” da pessoa influencia muito, além de outros fatores que para uns é importante e para outros não. Meu sogro tem uma duster (4×4) e viajamos em “familia” com ela..O espaço da duster ( digo do habitaculo e não do porta-malas) é de chorar. Uma viagem longa com a duster, é muito cansativo principalmente para o passageiro por conta do espaço para as pernas, quem teve o C3 ou tem uma sabe do que eu me refiro) , eu tive a sensação de estar dentro de um sandeiro e nada mais..Nesse ponto a Air é bem mais espaçosa os bancos são mais altos e isso dá muito conforto nas viagens.. Essa é minha opinião bem pessoal em relação a estes dois.

    • Hox

      Povo gosta mesmo é de Fox Track com motor 1.nada pelo preço de um AirCross.

      • weilerd1 .

        Eh, mas no Fox 1.0 3 cilindros vai fazer 20 km/l na estrada… Já no Aircross vou fazer quantos?

  • Runner

    Interior feio.

  • Douglas

    “O nosso consumo foi de 6,7 Km/l”…de Gasolina? Cana? VelhoBarreiro?

    • Edson Fernandes

      Acho que foi de jurupinga viu…rs

    • invalid_pilot

      Quero acreditar que seja alcool

      Se for gasolina tem que ser sócio de posto… melhor comprar um Maveco V8 Canadense

  • Edson Fernandes

    E da lhe “quadrado arredondado!”.

    Se alguem acha que ficou quadrada a saida de dar, está engando, porque aquilo é só uma moldura, ela continua redonda.

  • Vattt

    Cade as fotos da versão sem estepe



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