Está sendo lançado neste mês o novo Jeep Compass, o modelo de entrada da marca. A versão intermediária tem o preço de R$ 99.000, e oferece teto solar, além de vários itens de segurança, como ABS, ESP, airbag de cortina e lateral.
Destacam-se o sensor de pressão dos pneus, aquecimento de banco, regulagem de altura dos faróis (o xenon não está disponível), câmbio CVT de 2ª geração com opção de mudança manual. O revestimento da porta dianteira possui um acabamento macio ao toque, mas o painel e o revestimento da porta traseira são de plásticos duros.
O sistema de som lê DVD mas não reproduz imagem. O sistema de ar-condicionado é analógico para todas as versões, o freio de estacionamento é deslocado para a direita (próximo do passageiro), o terceiro passageiro traseiro viaja com certo aperto, pois além de ter um ressalto no assoalho, há ali um porta copos.
Nenhuma versão tem disponível bancos em couro, e a versão top vem com tração 4×4. No conjunto mecânico, a suspensão traseira é independente, o motor é 2.0 Dual VVT de 156 cv de potência, porém sem injeção direta. O acionamento do comando é feito por corrente. O sistema de arrefecimento é do tipo selado, muito comum nos veículos importados.
Seu tamanho é similar ao do Tucson e do CR-V, mas seu preço atinge iX35, Captiva, ASX, Tiguan e até a Santa Fé 2.4, entre outros. Todos com motores mais potentes e mais modernos. A Jeep vendo o crescimento dos SUV no mercado brasileiro quer uma fatia do bolo, claro.
Mas a marca esbarra por ter pouco representantes, e por ter o preço de revisões compatível com o nome e status que carrega. Peca por não disponibilizar banco de couro no Compass e por não acomodar bem o terceiro passageiro. Mas para quem quer um diferencial, ele é uma ótima opção, pelo status, pelo conjunto mecânico que apresenta e pela novidade em si.
Vídeo do Jeep Compass
Por Rafael Andrade
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