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Os itens necessários para cruzar as fronteiras do Brasil

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Muitos brasileiros ainda pegam estradas em viagens longas pelo Brasil. Seja indo do Centro Oeste para o Sul ou do Sudeste para o Norte e especialmente Nordeste. Mas, próximos dos centros urbanos mais populosos do país, existem países que podem ser alcançados de carro. Cada um possui uma cultura diferente e todos fazem parte do Mercosul.

Paraguai, Uruguai e Argentina estão “logo ali”. Mas para entrar nesses países, é necessária atenção para algumas exigências para quem quer conhece-los de forma legal e segura. Mesmo sem exigir um passaporte, o Mercosul dispõe de uma burocracia que pode irritar muita gente e dificultar a vida de outros.

Mesmo já unificando as placas para um único padrão – Brasil parece querer ser o último – cada país membro tem suas próprias regras e o brasileiro deve respeitá-las, sob o risco de enfrentar muitos problemas. Antes de pegar a estrada, é necessário precaver-se para não ter que voltar antes de entrar.

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Carta Verde

Antes de mais nada, todos os países citados aceitam o seguro chamado Carta Verde. Ele confere ao segurado a garantia de cobertura de terceiros em caso de acidente. Assim, o brasileiro e seu carro não terão problemas legais do outro lado da fronteira. Mas, se o destino for um pouco mais distante, tal como Chile, Bolívia e Peru, as regras são outras e este seguro não é necessário.

Ele é obrigatório e mesmo na aduana é exigido. Caso seja parado por uma blitz do outro lado e o proprietário/motorista não portar a Carta Verde, o veículo será apreendido. Os valores variam de acordo com o período de tempo.

Existem os chamados planos A e B, sendo que o segundo dobra o valor cobertura. Nesses casos, os limites máximos são de US$ 200.000 e US$ 400.000, respectivamente. Os mínimos são de US$ 40.000 ou US$ 80.000. Para quem vai fazer o seguro, o custo de 3 a 30 dias varia de R$ 48 a R$ 216 ou de R$ 76 a R$ 378, no plano B. Para obter o seguro, pode-se contratar qualquer seguradora ou Banco do Brasil. O Banrisul também fornece a Carta Verde.

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Documentos

O CRLV (Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo) é obrigatório e tem de estar em dia se o motorista for o proprietário do veículo. Caso seja de terceiros ou ainda financiado, o condutor terá de obter uma autorização-modelo junto ao dono do veículo ou instituição financeira no segundo caso.

Tem de ser registrada em cartório e reconhecida a firma. Depois, o interessado em cruzar a fronteira precisa ingressar com um pedido de entrada no consulado do país de destino, no caso de tráfego com um veículo de terceiros, empresa ou financiado. Existem taxas nesse caso.

Liberado o CRLV e/ou autorização para tráfego de veículo de terceiro, o condutor precisa estar com documentos pessoais em dia, no caso de RG, por exemplo. Não há necessidade de passaporte ou visto de entrada no Mercosul. No Chile, por exemplo, o passaporte é exigido.

A CNH só serve para comprovar que o motorista está habilitado. Também não é exigida a Carta de Habilitação Internacional, exceto se o seu destino for a Chile, Colômbia ou Bolívia, onde o documento é necessário.

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Segurança

Todos os países vizinhos exigem cintos de segurança. Então, mesmo para quem vai atrás, seu uso é obrigatório e indispensável, é claro. O mesmo vale para extintor de incêndio e cadeiras infantis específicas para peso e idade da criança.

Com exceção de Uruguai e Paraguai, os demais países da região exigem correntes a bordo, para quando for necessário rodar em trechos nevados. Cambão ou cabo de aço é exigido apenas pela Argentina, que ainda exige um triângulo adicional, kit de primeiros socorros e apoios de cabeça traseiros. A Bolívia também obriga o porte nos dois primeiros citados acima.

Muitos que viajaram relatam que é necessário ter dois estepes, fósforos e até mortalhas para cobrir vítimas de acidente. Não existem leis que obriguem o porte desses e de outros itens mencionados em sites de viagem e relatos de viajantes.

No entanto, existem relatos de propina envolvendo policiais na Argentina, que podem cobrar tais itens, mas com o objetivo de ganhar algum dinheiro. Em nossa viagem para o Uruguai, não vimos ou ficamos sabendo de algo parecido e mesmo certificados de vacinação ou algo do gênero não foram pedidos na aduana.

Além disso, se cônjuge, pai ou filho do proprietário/condutor estiverem a bordo, não precisarão de uma autorização para guiar do outro lado, estando igualmente habilitados. Caso contrário, um segundo motorista precisa de autorização por procuração do dono do veículo para guia-lo. Isso evita problemas de cansaço ou saúde do motorista.

As crianças devem ter documentos em dia, mesmo não alfabetizados, precisam ter RG. Se um dos pais estiver ausente da viagem, uma autorização do mesmo é necessária para se atravessar a fronteira, já que existe o risco de sequestro de menores.

No caso de animais, os países exigem vacinação em dia e comprovante de saúde, fornecido pelo Ministério da Saúde. No Uruguai existe um centro zootécnico onde o animal tem de ser apresentado pelo dono na aduana. Na Argentina, sem autorizações do tipo, não há como entrar. Para evitar dores de cabeça, o melhor é deixa-lo com parentes, amigos ou hotéis especializados.

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Combustível e clima

Atravessar a fronteira é voltar aos velhos tempos ante do álcool/etanol, quando a gasolina era pura no Brasil. O clima também é mais severo no inverno e no verão em alguns desses países. Para não ter surpresas com o motor, especialmente Flex, algumas dicas são importantes.

A gasolina vendida do outro lado da fronteira geralmente é regular (87 octanas), Super (95 octanas) ou Premium (99 octanas). Aqui, comum e aditivada têm 95 octanas, enquanto a Premium tem 98 e a Podium 102. Para evitar problemas de batida de pino (regular) ou (indicação de problemas por mistura rica (Premium), esta última é mais indicada para os Flex e a Super para os carros a gasolina com injeção mais antiga.

De acordo com a SAE Brasil, em temperaturas muito baixas, é necessária a mistura de no mínimo 50% de etilenoglicol na água do radiador. O composto químico ajuda a evitar o congelamento e danos ao propulsor. Há também aditivo de para-brisa com o mesmo produto. Quer mais algumas dicas? Leia nossa matéria sobre o ingresso e curiosidades do Uruguai, o nosso vizinho do sul.

[Fonte: Com informações da Revista Quatro Rodas]





  • Danillo Barros

    Pretendo sair daqui de casa(moro na divisa com Bolívia e Peru) e seguir rumo à Patagônia Argentina saindo pelo Peru e descendo pelo Chile, essa reportagem caiu como uma luva. Parabéns!

    • leomix leo

      Boa viagem, se puder fazer um relato da sua experiência fico agradecido desde já. Fiz uma rodando por todos os estados do Nordeste, pretendo fazer um relato, mais estou muito abafado construindo uma casa nova. Farei assim que possível.

      • Danillo Barros

        Olá Leo! Eu tbm estou nessa correria de construir, após isso embarco na viagem.

    • Fausto Alonso Ferreira

      Cuidado na escolha dos caminhos pela Bolívia, há muitas exigências e diversas “milícias”. Eu não atravessaria pela Bolívia sozinho, mas pelo menos em 5 carros.

      • Danillo Barros

        Oi Fausto, eu não devo entrar na Bolívia não, dá pra ir direto pelo Peru, e concordo com você sobre milícias e exigências… eu particularmente não gosto da Bolívia, só vou lá pra comprar coisas que aqui na minha cidade é mais caro. Já tive problemas com eles inventando moda pra receber propina.

      • Danillo Barros

        Daqui eu saio direto pelo Peru, eu não atravessaria a Bolívia nem em comboio.

      • Alessandro Rodrigues

        Isso não é exclusivo da Bolívia. Não tive problemas no Peru porém na Argentina e Uruguai não é nada incomum de inventarem mil e um poréns pra poder te multar. Óbvio: sempre dá pra evitar conver$$$$ando com o policial.

  • Zé Mundico

    Rapaz, eu prefiro ir de avião…

    • Rbs

      . . . Mais segurança menos emoção!

      • Zé Mundico

        Com emoção sai mais caro.

        • GPE

          Com emoção sai mais caro (2)

        • Rbs

          Pela questão financeira tem ratazano. No meu caso uma viagem como essa o durante torna-se mais prazeroso do que o resultado final.

    • Daniel dos Santos

      Eu faço os dois….aviao e carro…..vou de aviao e alugo um carro no local e vou aonde eu bem quiser….

  • Bruno Pires

    Pra ter esse trabalho todo é melhor ir de avião. Mas cômodo e prático.

  • zekinha71

    Tanta burrocracia, mas daí na prática é assim, carro roubado, levando 200 quilos de branca pura, com dúzias de armas e munição e alguns explosivos.
    Nenhuma fiscalização para.

  • Mateus

    Nem todos fazem parte do Mercosul, a Guiana Francesa é o país mais perto de onde moro e seria bom falar das regras pra entrar na União Européia com um veículo brasileiro

  • Pedro Cunha

    Realmente, viajar de carro de carro para Argentina é muito ruim. Há uns 4 anos fui pra lá via são borja(santo thomé) e os problemas já começaram na aduana, documentos(implicaram com minha CNH, queriam o 2º estepe, alegaram que minha carta-verde estava errada…) Enfim, se quer uma viajem tranquila, escolha qualquer destino, menos argentina. Uruguai é muito melhor, o povo é muito mais bem-educado(inclusive mais bem-educado quê os BRBR) e receptivo, sem contar que dá a sensação de ser uma “extensão” do brasil, pois lembra muito as paisagens da serra e do pampa gaúchos(comportamentos, vestimentas e estilo das cidades).

    • GPE

      Sinceramente, penso aqui onde enfiar o 2º estepe se nenhum carro do mundo tem espaço pra ele. É mt safadeza

      • Thiago

        E quando o carro tem pneu runflat? Imagina o espaço que vai sobrar no porta malas com 2 rodas 18 com pneus 235 em um carro com porta-malas pequeno (meu caso). Os pneus eu até posso usar mais tarde, mas e as 2 rodas sobressalentes? Cada pneu sai por R$1.300,00, as rodas originais da MB devem ser caras também. Se for colocar na ponta do lápis dá para ir de avião e ainda sobra dinheiro para alugar um carro.

    • Leonardo Lima

      Viajei de carro à Argentina por 2 vezes, fui parado em uma dúzia de blitz, atravessei 6 fronteiras diferentes, e nunca me pediram o 2º estepe. Sempre olharam os documentos e a Carta Verde, pouquíssimas vezes pediram para verificar o porta-malas. Quando pediam, era fiscalização de rotina, nem se davam ao trabalho de inspecionar esses itens menos comuns. Certamente isso de 2º estepe é pretexto de indivíduos mal intencionados, porque não existe essa exigência na lei argentina. O fato é que rodar com uma placa estrangeira, em qualquer lugar do mundo, é algo que chama a atenção. Existem relatos na web de argentinos extorquidos no Brasil, sem grandes surpresas. Minha experiência viajando de carro na argentina foi extremamente positiva, sobretudo por conta das estradas melhores do que as nossas e, claro, da variedade de paisagens exóticas e deslumbrantes (pampa, cordilheira, glaciares, desertos, etc), que são melhores de se apreciar viajando por terra.

  • Rafael Trindade

    E mesmo assim tem gente que faz cagada com seus carros, a gasolina é o principal deles.

  • Carlos

    Moro no Rio Grande do Sul, e visitar Punta de Leste, Montevideo ou Colonia de Sacramento no Uruguai é bem tranquilo. Sem dúvidas, de avião seria bem fácil, mas o Uruguai tem poucos carros, as estradas (que eu circulei) são tapetes, com acostamento amplo e vegetacao lateral rigorosamente cortada, com areas de escape imensas, e a cereja do bolo: pouquissimos caminhões! Enfim, pra quem tem um carro confortavel, Uruguai é boa pedida.

    • Linkera

      Estou planejando fazer São Paulo x Punta del Este e dar um pulo em Montevidéu no final do ano. É legal ler relatos aqui de quem já esteve lá, como você, e saber que posso fazer uma viagem tranquia e segura. Obrigado!

    • Roger Bersch

      Detalhe que não é um tapete apenas por não ter buracos. É um tapete pois é PLANA. Incrível como nossas estradas parecem a famosa ponte ondulada de Punta.

  • Linkera

    “Aqui, comum e aditivada têm 95 octanas, enquanto a Premium tem 98 e a Podium 102”
    Ficou meio confuso isso. A Premium aqui É a Podium que, aliás, é a única gasolina Premium disponível no mercado e ainda assim tem adição de 27% de cachaça brasileira.

    • Thiago

      Existe a gasolina da ipiranga, que se chama premium e possui 98 octanas, acho que ele se referiu a essa gasolina. Fora a podium da Petrobrás essa da ipiranga é a melhor gasolina (uma época a shell tinha uma gasolina com octanagem maior, acho que era V-POWER AMARELA, mas nunca encontrei ela em postos).
      A adição de 27,5% de álcool é uma imposição legal a todos, infelizmente.
      Pela minha experiência, abastecendo na Argentina, mesmo com a pior gasolina deles o carro fica mais econômico que com a nossa gasolina podium. Imagino que seja por causa da adição de 27,5 de álcool na gasolina brasileira.

      • Linkera

        Eu desconheço essa gasolina Premium da Ipiranga. A que eu conheço é a DT Clean e, até onde sei, é somente a comum de 95 octanas com aditivos detergentes.
        Possuo um carro a Gasolina e é sofrível, em questão de autonomia e perfomance, rodar com esta E27.

        • Eduardo Jr Atab

          Eu tenho um carro turbo a gasolina que se adaptou melhor a Premium da Ipiranga do que a Podium. O consumo e desempenho melhoraram sensivelmente. Quando coloco Podium parecia que o carro estava usando gasolina comum.

          • Linkera

            Mas especifique melhor qual é esta gasolina da Ipiranga, por favor. Você está falando da DT Clean?

            • Eduardo Jr Atab

              DT Clean é a comum com aditivos da Ipiranga. A Premium é de alta octanagem da mesma marca.
              Nem coloco gasolina normal no carro, seja ela com ou sem aditivos. O carro fica uma merda.
              Procuro sempre colocar Premium da Ipiranga. Tem também a nova VPower da Shell de alta octanagem, parece que se chama VPower Nitro. Ainda não testei.

    • Francisco

      Essa confusão é recorrente na imprensa em geral e até mesmo na especializada.

      Existem pelo menos 3 padrões para ensaio e medida do índice de octanos de uma gasolina, a chamada octanagem: MON, RON e IAD

      Na Europa e na América do Sul, geralmente adota-se o padrão RON. Nos EUA e no Brasil o padrão oficial é o IAD que é a média aritmética dos valores RON e MON. Por isso a aparente discrepância entre as medidas de octanagem para uma mesma gasolina.

      No Brasil, a ANP é responsável pela normatização e, através da Resolução ANP 40/2013, estabelece as especificações das gasolinas comercializadas no país. Na tabela dessa resolução, nota-se que a gasolina tipo C (já adicionada ao álcool anidro) e vendida nos postos deve possuir, no mínimo, MON=82 e IAD=87. Embora não haja menção a valores em RON, pela fórmula IAD=(RON+MON)/2, pode-se calcular o valor mínimo para RON de 92. Ou seja, a gasolina comum ou aditivada vendida nos postos pode ter IAD=87 ou RON=92 pois estará perfeitamente dentro das especificações no tocante à octanagem.

      Na mesma tabela citada, a gasolina premium deve possuir, no mínimo, IAD=91. A gasolina Podium, também é considerada uma gasolina premium mas exclusiva da Petrobrás e é comercializada com IAD=95 de mínimo.

      Em abril de 2015, o governo aumentou o teor de álcool anidro adicionado nas gasolinas comum/aditivada para 27% mas manteve os 25% nas premiuns.

  • Fausto Alonso Ferreira

    A parte que informe sobre os documentos obrigatórios possui um pequeno erro, fruto de recentíssima mudança na legislação.

    Para entrar com carro de terceiro ou financiado, não é mais preciso enviar a autorização, com firma reconhecida, ao Consulado do País de destino.

    Em Agosto de 2016 começou a viger o tratado da Convenção da Apostila de Haia, que o Brasil assinou no segundo semestre de 2015, tendo o objetivo de agilizar e simplificar a legalização de documentos entre os países signatários, permitindo o reconhecimento mútuo de documentos brasileiros no exterior e de documentos estrangeiros no Brasil.

    Isso faz com que atos públicos possam ser lavrados em qualquer um dos países signatários e ter validade também em qualquer um desses, fazendo com que a única formalidade que pode ser exigida para atestar a veracidade da assinatura, a qualidade e a autenticidade, será o selo ou carimbo dado pela autoridade competente do país de onde o documento é originário (selo ou carimbo de apostamento).

    Antes desse tratado, por exemplo, o Uruguai exigia sim que a autorização em comento tivesse firma reconhecida e que, depois da firma reconhecida, fosse legalizada em algum de seus Consulados.

    Com o advento da Apostila de Haia, os Consulados não podem mais “certificar” documentos públicos brasileiros, passando aos Cartórios Autorizados do Brasil referida responsabilidade.

    Assim, hoje é necessário que a autorização tenha firma reconhecida e depois seja “apostilada” (anotada) em algum Cartório Autorizado (no site do CNJ há lista de Cartórios autorizados). Sem isso, não será permitido atravessar a fronteira.

    Os Consulados não podem mais fazer referida autorização, cabendo apenas aos Cartórios autorizados fazê-las.

    Ocorre que, como tudo no Brasil, a vigência do tratado é tão recente que quase a maioria dos Cartórios autorizados ainda não dispõem do papel específico para fazer esse apostilamento, que é enviado pela Casa da Moeda, que por sua vez não se preparou para a nova demanda.

    Estou sabendo dessa modificação pois vou ao Uruguai de carro no final deste mês e, como sou do ES, consegui apenas um Cartório no Rio de Janeiro/RJ para fazer o apostilamento, que ficou em R$ 46,00.

    • Adriano Vieira Braga

      Passa aqui em Cariacica e me dá uma carona!
      rsrsrsrs

      Boa viagem!

  • Mr. Car

    E para um carro dos países vizinhos entrar aqui, quais são as aporrinhações que lhes impomos? Na Copa do Mundo, metade da frota da América Latina estava no Rio de Janeiro, he, he! Será que tiveram que enfrentar muita burocracia?

    • 1945_DE

      Nenhuma. No Brasil não tem fiscalização.

      • Mr. Car

        Na prática pode ser, mas em teoria, deve haver algumas exigências. Quais seriam, então?

  • Fanjos

    Ainda quero cruzar a Rota 66 no EUA…. De Harley… Aí posso morrer feliz

    • Linkera

      De preferência uma V-ROD e escutando Born To Be Wild o trajeto todo! Hahaha
      Like a fuckin’ boss!

      • Fanjos

        Sonho da porr@!!!

        • Linkera

          Eu não cruzei ela de Harley ainda. Mas já estive no final da Route 66 de Mustang V6 Convertible… já é um começo rsrs

    • Edson Fernandes

      Quando for fazer isso me chame porque quero rodar com direito a um motor home para poder ficar revezando entre o veiculo e o onibus. Todo mundo curte numa boa. Porque ela é gigante!

  • Luis Eduardo Bueno

    E pra carro roubado no Brasil é só atravessar e andar de boa, por exemplo no Paraguai…..

  • Roger Bersch

    Faltou dizer que, pelo menos, no Uruguai e Argentina é obrigatório o uso da luz baixa durante o dia. O que gera tanto MIMIMIMI por aqui.

    O seguro carta verde até em lotérica é feito.

    Já fui 3 vezes e nunca me pediram o seguro. Se eu fosse 1 vez sem garanto que me ferrava.

    • Linkera

      Lady Murphy!

      (Impressionante como a esposa do Eddie Murphy consegue f$%er com a vida da gente) hahahha

      • Dassault

        Caraca, eu ri disso! kkkkk

  • Adriano Vieira Braga

    Boas dicas, mas o texto com muito parenteses e com coisas do tipo “…esta última é mais indicada…” ou “…nos dois primeiros citados acima…” dificulta o entendimento.

  • Douglas

    É um sonho rodar por essas estradas uruguaias e argentinas.
    Por aqui é só buraco, lombada e pardal. Estraga tudo: amortecedores, buchas, terminais de direção e até caixa de direção.

    Quero saber quem foi o infeliz que inventou de colocar lombada em auto-estradas, só brasileiro para ter uma idéia ridícula dessas mesmo.

    Numa lombada de auto-estrada mal sinalizada à noite passei com tudo e rachou o cárter, lá se foi 2 mil reais e quase um mês esperando chegar o cárter.

    • Luis Carlos

      Uma vez estavam realizando recapeamento na estrada e estavam utilizando triângulos de metal (Chapas de aços dobradas) como sinalização, o caminhão passou e deslocou um desses triângulos sobre meu carro, não deu outra cárter e tanque de combustível perfurados.

  • Fabio Oliveira

    Na Argentina e Uruguai é obrigatório uso de faróis ligados na estrada, assim como regulamentado no Brasil há pouco. Na Argentina, se houver multas, as mesmas precisam ser pagas no ato em pesos argentinos ou dólares americano. Se optar por pagar em dólares americano, é utilizada a cotação oficial e que em julho de 2013 era muitíssima mais alta que no mercado paralelo. No geral as estradas argentinas são melhores e com limite de velocidade superior, como as RN12 e RN14. A policia caminera adora parar veículo brasileiro, então aqui vai a dica: ao avistar o policial em pé na beira da estrada posicione seu veículo de tal forma que esconda sua placa atrás de outro veículo (vá um pouco mais para direita ou esquerda e diminua um pouco a distância). Depois dessa tática, só fui parado uma vez e me pediram ‘plata para la nafta’… Na RN14 há bastante radares móveis, então se avistar um furgão pequeno bastante fora da estrada logo após o término de uma rotatória em que limite ainda é 80km/h, tenha certeza que é um radar. Grave bem o consumo do seu carro. Nunca mais ele fará isso no Brasil!

    • cepereira2006

      Fico imaginando quanto faria o meu Upzinho TSI com essa gasosa maravilhosa.

  • Gustavo Miranda

    Com certeza a pior parte e a mais estressante é lidar com os fiscais brasileiros nas aduanas, acho que até Budha perderia a paciência com essas flores do campo…

  • Ricardo Gasparino

    a única coisa que vc precisa para cruzar a fronteira de qualquer país da América do Sul é um punhado de notas de 100 dólares…. seu carro pode estar tudo 100% e se te escolherem, só as verdinhas te salvam desse bando de corrupto safado.

  • raphael_ZZ

    Só atualizando aí pois vou viajar em janeiro e estou por dentro, dia 14 de agosto entrou em vigor a convenção da apostila de Haia, o documento de liberação do veículo antes precisava ser enviado aos consulados e ao itamaraty para legalização, agora os cartórios das capitais fazem o apostilamento do documento e é só o que precisa para validar a liberação para ser usada em outros países.

  • Oliveira17

    O americano tem essa cultura de viajar de carro, mas aqui por tudo ter preço extorquivo inviabiliza há muitos de ter essa prática. Vivemos num país tão belo, mas poucos podem usufruir de sua beleza.