Europa História Peugeot

Peugeot: Dos moinhos de café aos automóveis em mais de 200 anos de história

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Peugeot Type 2 1890

Jean-Pierre Peugeot nasceu em 1734 na França. Ao longo de sua vida, ele fez negócios que acabaram resultando em uma tinturaria, uma fábrica de óleos e um moinho de cereais. Em 1810, seus dois filhos – Jean-Pierre II e Jean-Frédérec – fundaram a empresa Peugeot Frères.

O moinho foi convertido em fundição de aço e em 1840, a Peugeot começa o processo de moagem de café. Paralelamente, iniciam-se atividades industriais, que enriquecem as receitas da companhia. A produção de café, pimenta e moedores de sal começa em 1842.

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Armand Peugeot

A fabricação de crinolinas para vestidos forneceu a tecnologia necessária para expansão em outras áreas, tais como armações para guarda-chuvas, laminas de serra, rodas de arame e bicicletas, sendo estas construídas a partir de 1882 pelas mãos de Armand Peugeot.

Na década, Armand se interessou pelo inovador automóvel, que havia se tornado famoso através de inventores alemães, entre eles Gottlieb Daimler. Ele se reuniu com o engenheiro germânico e logo iniciou a produção de seu primeiro veículo, um triciclo motorizado ainda em 1889. Este era movido a vapor e teve quatro exemplares feitos.

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Peugeot triciclo a vapor 1889

Triciclo Peugeot

No entanto, o propulsor era volumoso e pesado, não sendo adequado para locomoção diária. Então, Armand Peugeot obteve de Daimler uma licença para uso de seu motor de combustão interna, movido por gasolina, e produziu através da Panhard o primeiro carro de fato da Peugeot, que tinha quatro rodas.

A produção da Peugeot começou a crescer a partir de 1892 e já em 1899, saíram 300 exemplares do modelo, que recebia designação por tipo. Ao mesmo tempo, a empresa também se tornou o primeiro fabricante de borracha para pneus de carros, mas estes eram maciços ao invés de pneumáticos.

Antes da virada do século, a Peugeot já se envolvia nas primeiras corridas, mas seus veículos pareciam carruagens motorizadas e guiadas por lemes. Em 1896, surgem os primeiros motores próprios e logo seus carros passam a ter volante e capô. Armand viu no automóvel o seu futuro e decidiu separar-se da Peugeot Frères para formar a Société Anonyme des Automobiles Peugeot.

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Peugeot Type 15

Société Anonyme des Automobiles Peugeot

Em 1899, a Peugeot produziu um veículo de competição com motor de 5,85 litros com 20 cv. Dois anos depois, estreava no Salão de Paris o modelo Bébé com 5 cv. Atrás de fama e glória, a empresa focou nas competições e quebrou alguns recordes nas duas primeiras décadas do século 20.

Após a Primeira Guerra Mundial, a Peugeot continua com seu foco em corridas, mas também produzindo automóveis. A fabricação foi expandida, mas a Peugeot reconhece que de fato sua evolução industrial começou a partir do modelo 201 de 1929, o primeiro a ter essa designação. Dois anos depois, o modelo ganhou suspensão dianteira independente.

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Peugeot 201

Em 1934, o Peugeot 402L Eclipse se torna o primeiro carro com teto rígido retrátil. Seguindo a designação X0X, a empresa emplacou os modelos 202, 302 e 402 na década de 30. Antes de eclodir a Segunda Guerra Mundial, a marca vende em 1939, nada menos que 52.796 unidades.

Com a ocupação nazista da França, a produção ainda continuou até 1942. A fabricação retornou em 1946 e um ano depois, a Peugeot lança o modelo 203, que tinha freios hidráulicos, suspensão com molas helicoidais e direção por pinhão e cremalheira. Em 1955, o 403 começa a ser feito. Mais tarde, nos anos 70, um modelo 1962 se tornou famoso por aparecer no seriado de TV Columbo.

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Peugeot 402L Eclipse

O Peugeot 404 surge em 1962 e o famoso 504 apareceu em 1968. Dois anos antes, a empresa começa a trabalhar com a Renault e a partir de 1972, também com a Volvo. Em 1974, a montadora adquire a rival Citroën, dando início à uma união que permanece até hoje através da PSA.

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Peugeot 203

PSA Peugeot Citroën

A sinergia entre as duas empresas, bem distintas até então, começou a florescer em 1975. Logo de cara, a PSA dispensou a Maserati, que até então era de propriedade da Citroën. As operações da Chrysler Europa foram adquiridas em 1978, encerrando assim a história de Simca e Rootes, mas os automóveis foram vendidos como Talbot até 1992.

Em 1983, a Peugeot lança o best seller 205. O compacto francês foi altamente rentável para a empresa. Dois anos depois, a Peugeot fecha um acordo com a China e passa a produzir os modelos 504 e 505 até 1997. No ano seguinte, o último 205 sai de linha. Alguns modelos Talbot passaram a ser vendidos como Peugeot, sendo que o 309 fez sucesso.

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Peugeot 403

O Peugeot 405 de 1985 ganhou prêmios na Europa e o bem-sucedido 306 surgiu já no começo dos anos 90, sucedendo ao 309. As operações americanas da empresa ficaram insustentáveis nessa época e o velho 505 já não atraía mais ninguém. Assim, ela se retira dos EUA e Canadá em 1991. Seis anos depois, ela volta ao México após 33 anos de ausência.

Os bons 205 e 306 são reforçados pelo 406 na década de 90. Nessa época a parceria Sevel com a Fiat fez nascer a minivan 807 e outros veículos comerciais, tais como a van Boxer. Nos anos 2000, chegam os novos 206 e 307. A parceria com a Toyota gerou o 107 (Aygo), mas um ano antes, em 2004, nascia o interessante 1007, que tinha portas corrediças, mas que não durou muito.

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Peugeot 504 Pickup

Parcerias com Toyota e Mitsubishi

Outra parceria da Peugeot, desta vez com a Mitsubishi, gerou os modelos iOn (elétrico derivado do iMiEV) e 4007 (ASX). O 206 foi substituído pelo 207 apenas na Europa. O cupê RCZ e o crossover 3008 são os mais recentes de uma linha completamente reformulada. A minivan 5008 passou a utilizar a base do Grand C4 Picasso da Citroën e o cupê RCZ nasce como uma proposta mais ousada.

Ao mesmo tempo em que inova com o 508, que utiliza na versão RXH um propulsor híbrido diesel, a Peugeot reforça ainda mais sua posição no mercado chinês, criando o 408 – um sedã mais longo que o antigo 307 Sedan – mas mantendo um 308 Sedan. A tecnologia HYbrid Air surge como uma alternativa viável e econômica em relação aos caros híbridos comuns.

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Peugeot 205 GTi

Mais recentemente, a Peugeot introduziu a plataforma modular EMP2 no Novo 308, não evoluindo para uma nomenclatura alternativa, tais como 309. O 301 é um sedã compacto de baixo custo feito na Espanha. O 208 reforça a nova proposta da PSA em tornar a marca mais sofisticada que a Citroën. O 2008 surge como o primeiro crossover compacto da marca.

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Peugeot 306 GTi

Crise

A crise econômica de 2009 na Europa foi lentamente contornada, mas as operações de alguns fabricantes, em especial a PSA, entrou em declínio. Após uma parceria com a GM, a Peugeot não consegue reverter sua situação financeira e a crise se instala na companhia. Por fim, um acordo envolvendo o governo francês e a China, garante a divisão igualitária do controle acionário da PSA entre França (12%), família Peugeot (12%) e Dongfeng (12%).

A Peugeot agora busca maior expansão na China, fortalecimento de sua posição na Europa e recuperação na América Latina. O Irã – outrora mercado dominado por marcas francesas – é visto como um novo horizonte.

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Peugeot 206 CC

Por enquanto, não há planos de retornar aos EUA com a marca do leão. As operações com bicicletas e motocicletas foram parcialmente vendidas para a Mahindra, mas algumas coisas de antigamente continuam iguais para o leão, como a produção de moedores de pimenta, por exemplo.

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Peugeot Type 15 em 1897 – Santos Dumont, supostamente o segundo sentado da esquerda para a direita

Brasil

A história da Peugeot com o Brasil não começa nos anos 90, mas há 120 anos. Alberto Santos Dumont – inventor brasileiro e entusiasta de tecnologia, então residente na França – decide trazer ao país um dos primeiros modelos feitos pela marca francesa, o Type 15, chegando este ao Porto de Santos em 1895, sendo este o primeiro automóvel a rodar no país.

De lá para cá, os carros da Peugeot se tornaram raridade no mercado nacional, embora as bicicletas tenham ganhado maior destaque. No começo dos anos 90, a Peugeot chega ao Brasil através de um importador e, em 1997, a PSA Brasil surge para centralizar as operações de suas duas marcas.

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Peugeot Hoggar Escapade

Em 2001, a fábrica de Porto Real é inaugurada e com ela surge o Peugeot 206, que logo ganha versões sedã (Passion e depois Sedan) e perua 206 SW. Os modelos 307 e 307 Sedan chegavam da Argentina, feitos em El Palomar. O 206 chegou a ter versão 1.0 com motor Renault no começo.

No fim da primeira década do século 21, a Peugeot atualiza o 206, convertendo o modelo original em 207, embora em realidade tenha sido somente um facelift. Com este surge a picape Hoggar, que não repete o sucesso da antiga 504 Pickup dos anos 90. Logo esse modelo é retirado de linha, assim como o 207, substituído pelo mais moderno 208, que agora é acompanhado do 2008.





  • Supernescau

    Boa história e bons carros, com bom custo/benefício. Ruim de estratégia e pós-venda no Brasil.

    • Carlos Juan

      Também concordo. Peca no pós venda, além de atrasada em relação aos lançamentos e inovações… Esse 2008 foi apresentando… e depois de um século começaram a vender…já envelhecido em relação aos concorrentes.

      • Caue

        O 2008 envelhecido perto de que concorrente? Meu deus..

      • Atley jackson

        Não sei como envelhecido? Pois foi lançado no Brasil com no máximo 1 ano e meio depois da Europa! E em sua categoria, acho o 2008 um dos carros mais inovadores.

      • Darlon Anacleto

        Que exagero. Levou apenas um ano entre lançamento na Europa e aqui.

  • Felipe

    Já tive um 307. A Peugeot é uma boa marca mas… “escorrega” muito.
    Alguns apontam o pós venda como o ponto fraco da marca aqui no Brasil. Como ex proprietário de um Peugeot, vejo que a questão acerca do pós venda é muito particular por que particularmente nunca tive problema com a marca.
    Se eu teria algum outro Peugeot? Talvez (mais pra talvez não), pois a css onde adiquiri o meu, fechou.

    • Pois é, estou no meu primeiro Pug e nao tenho que reclamar do pós venda, alem do preço , claro. Mas até ai , qual é barata? Sempre muito atenciosos e muita qualidade. Até o momento nada a reclamar, vamos ver se continua assim…

      • Linkera

        Falo com propriedade pois já tive 3 leões na garagem (ao mesmo tempo rs) e poso afirmar que são carros excelentes, de um CxB que deve estar entre os melhores do mercado no quesito preço x equipamento mas o carro peca muito nos componentes, muitos problemas crônicos que a própria PSA reconhece mas não corrige.
        Mas focando no motor em si, é muito bom e não tive nenhum problema que precisasse refazer qualquer parte do motor.

  • Wagner Lopes

    Aqui em casa são dois leões, um 307 com 80.000 km e um 407 com 67.000 km. Ambos adquiridos usados. Como só compro usados, não dependo em nada das concessionárias e faço praticamente toda a manutenção de rotina. Carros completos, carrocerias europeias, muito conforto e segurança diferentes das carrocinhas locais de hoje. Aqui vieram pra ficar!

    • Bruno Wendel Marcolino

      tenho um 207 que comprei com 48 mil km e até agora, com 72 mil km, nada a reclamar, também não uso CCS e o carro dá menos manutenção que o Fox que eu tinha, que motor foi pro pau com 80 mil km.

      Admiro essa marca. Gostaria muito de um 208, mas a diferença de preço(seminovo 207 x seminovo 208) ainda é muito grande para mim trocar, talvez eu vá para um 307 SW que eu acho linda.

      • Wagner Lopes

        Mas não vamos ficar espalhando isso por aí senão o preço dos usados sobe e complica nossa vida. Tem que espalhar que não presta,peças caras e difíceis, quebra fácil, câmbio ruim, etc, etc…kkkkk.

        • Bruno Wendel Marcolino

          deixemos queto.

        • Burnout

          kkkkkkkk..
          verdade, vai que o povo que gosta de comprar usado descobre a cereja do bolo? valorização na alta kkkkkkkkk

    • Linkera

      Concordo contigo, já tive 3 leões, simultaneamente, e as manutenções simples eu fazia num mecânico de confiança perto de casa e as que necessitavam de um expertise mais técnico com complexidade um pouco maior eu atravessava a cidade pra levar numa especializada. Só ia na CCS pra comprar peças mesmo e fiz um bom negocio ao longo de 5 anos com PUG.
      Atualmente estou sem nenhum PUG mas gosto muito da marca pelo o que ela oferece e pelo preço que oferece e pretendo colocar mais um leãozinho na garagem em breve.
      Em resumo, gostei tanto da marca que comprei um outro PSA, desta vez um Citroen, mas basicamente só muda a casca pq a essência é a mesma.

      • Burnout

        Poxa cara que legal saber dessa história. Meu primeiro PSA foi um 307 e pretendo continuar. O carro não dá manutenção! Falam que a suspensão quebra, carro frágil etc mas nestes 2 anos de uso constante 100% na cidade posso dizer que “as aparências enganam”. É bem resistente, dá quase nenhuma manutenção e as peças não são caras (estão dentro da média das marcas populares). Meu próximo carro será um PSA sem sombra de dúvidas. Torço para que a situação ruim dela melhore aqui, pois é a única montadora na minha opinião que traz carros refinados e com ótimo custo benefício. Força PSA!

        • Linkera

          Manutenção todo carro dá, não tem jeito, mas enquanto os meus pugzinhos estavam dando manutenção de periféricos como suporte de tensor da correia do alternador, radiador interno do ar quente e rachadura na mangueira do ar condicionado, tinham mtos VWs “confiáveis” por aí fundindo motor e Fords quebrando cambio.
          Se eu puder recomendar um PSA vá de THP pq esse motor turbo é um mundo a parte rsrs.

        • Bruno Wendel Marcolino

          apenas por curiosidade, o seu é AT ou MT?

          Gostaria muito de um AT, mas os comentários desse cambio dão até medo, porém vejo muitos satisfeitos, o pessoal gosta de aumentar os problemas eu sei, mas como é bastante fico receoso.

          • Burnout

            O meu é manual. Se você quiser um automático, parta para os anos/modelo 2010 para cima. Mudaram o fornecedor das eletroválvulas que comumente dão problemas neste câmbio. Outra coisa é uma manutenção PREDITIVA neste câmbio que a troca do óleo correto para ele a cada 40.000 KM. Fazendo isso, dura bastante!

            • Linkera

              Há também algumas oficinas que anunciam uma manutenção preventiva em específico e que garantem que o AL4 não vai dar problema tão cedo. Já vi cobrarem de R$400 a R$800 mas sei lá… só procurando o relato de quem fez pra saber se vale a pena.

          • Wagner Lopes

            As eletroválvulas problemáticas vieram junto com os primeiros modelos que aqui chegaram em 2002 se não me engano. Em 2007 já eram BorgWarner e resolvia o problema. Os boatos de hoje são mecânicos desonestos fazendo seu troco. Tenho a AL4 no 407 ano 2009 com 67.000km e troquei só óleo e os principais retentores que iniciaram vazamento. A caixa continua suave e funciona muito bem. Seu segredo é a troca de óleo por volta dos 40.000km. Pode comprar o modelo com a AL4 mas desde que o km seja baixo ou então o dono atual te apresente as comprovações das trocas de óleo. Por sinal é a caixa auto mais fácil de achar peças e que tem a mão de obra mais barata de todas no mercado se precisar mexer. Mas tem que ser cara bom, que sabe o quê tá fazendo.

            • Bruno Wendel Marcolino

              sim, inclusive a “desculpa” da PUG para ainda usar esse cambio é exatamente essa, que a manutenção é mais simples.

              Quantos ao fornecedor achei que fosse em 2010, mas é bom saber disso, já tinha ouvido falar na troca aos 40.000, meu medo realmente é carros com mais KM, pois meu interesse é no 307 SW AT4, porém normalmente os exemplares que acho dele são bem rodados, então fico com pé atrás.

              • Wagner Lopes

                Muito rodado e, principalmente, sem histórico de manutenção realmente não te recomendo. A não ser que faça um teste drive longo e a caixa se comporte de forma perfeita – lisa, sem trancos, barulhos, etc. Tem de avaliar caso a caso. O problema não é o câmbio e sim que pôs a mão ao longo de todo este tempo.

                • Bruno Wendel Marcolino

                  claro, também acho isso.

                  [OFF] – Já viu essa projeção do 208 sedã?

                  Achei linda:

  • V12 for life

    Essa é uma ótima marca com bons produtos no país mas com uma péssima administração.

  • Bruno Wendel Marcolino

    “Em 2001, a fábrica de Porto Real é inaugurada e com ela surge o Peugeot 206, que logo ganha versões sedã (Passion e depois Sedan) e perua 206 SW.”

    206 sedã?????? Eu nunca vi por aqui ein.

    • Marcello Caetano

      Verdade, só tem o 206,5.

  • Atley jackson

    Quem diria, Peugeot o primeiro carro a rodar no Brasil.

    Gosto da marca, tivemos vários carros dessa marca em casa e não temos nada a reclamar, ao contrário, muitos elogios.

  • Boleta7

    Abro o NA;
    Clico na reportagem sobre a Peugeot;
    Leio e como de costume, a reportagem é muito bem feita;
    Chego nos comentários e só tem MIMIMI…

    • 4lex5andro

      menos, menos ..

  • Felipe S. Rangel

    Bela história! Lembro-me de já ter visto uma propaganda em que a Peugeot mostra como em diversos eventos esteve sempre ligada ao Brasil. Mas não consegui localizá-la mais. Acho que foi em 1999 ou 2000. Já tive 04 Peugeot e 01 Citroen. São ótimos carros!

  • Hox

    Só reclama da Peugeot brasilóide que é fã de VW, GM, Ford e Fiat.

    • pedro rt

      eu ja tive 2 chevrolet, tenho 1 fiat e tenho vontade de ter um 208 ,e dai?

  • Franco

    Excelente artigo! Bela história da Peugeot, empresa que merece o respeito dos brasileiros, apesar dos erros estratégicos do passado. Tenho um PUG e estou plenamente satisfeito, inclusive com o pôs venda. Foi minha melhor experiência entre as montadoras, e torço para que os atuais gestores consigam fazer o que precisa ser feito.

  • EDUVINHAS

    Meu cunhado possui um 207 passion e esta bem satisfeito com o pug. Possui ar digital , sensor de luminosidade um banco que segura bem o corpo um motor 1.6 esperto e bom acabamento. Pelo custo beneficio acho uma exelente opçao.

    • Linkera

      O dele muito provavelmente é o 207 Passion XS. Essa linha XS do 207 é a mais completa, se for comprar um dê preferência ao XS =)
      Alguns dos diferenciais que eu sei que tem nessa versão: Ar Digital, Retrovisores Elétricos, Sensor Crepuscular, Sensor de Chuva, ABS e Airbag (na época não eram obrigatórios), Comando de Som na Chave de Seta, Bancos Semi Concha, acho que é isso rsrs. Pra ficar top mesmo só faltou o teto, mas esse aí só na QuikSilver.
      E quanto ao motor, eu tinha um 206 Rallye 1.6 16v Gasolina (que é o mesmo motor só que mono) e o meu fazia 17km/l na estrada e 14km/l na cidade… adorava aquele carro rsrs.

      • Bruno Wendel Marcolino

        pena o quicksilver não ter tido versão 1.6, só 1.4. =/

        • Linkera

          Tem sim, mas o quiksilver 1.6 não tem aquele teto inteiriço. O teto dele é igual do 206 Moonlight, da Webasto.
          Não me agrada muito e tem vários relatos de problemas com este teto ao longo do tempo.

          • Bruno Wendel Marcolino

            ai já não me agrada também…mas de qualquer forma, o 1.4 é uma boa opção de usado com teto. Porém talvez seja melhor o 307 Presense Pack.

            • Linkera

              Eu já tive o 1.4 e o 1.6 e posso afirmar: o teto não vale o motor.
              O 1.6 é infinitamente melhor que o 1.4, mais potente e, acredite, bem mais economico.
              Vai entender…

              • Bruno Wendel Marcolino

                Com certeza, por isso acho a versão 1.6 XS a melhor que se pode comprar do 207, até o seguro é mais barato…hehe

                Se o cara fizer muita questão de teto solar, há varias empresas especializadas no mercado que tem total capacidade de instalar, inclusive alguns modelos bem mais bacanas.

                Aqui em POA tem a Camargo Teto Solar que realmente faz um ótimo serviço.

                [OFF TOPIC] Chegou a ver essa projeção do 208 Passion? Achei linda demais.

  • user12

    Temos um Peugeot 307 2.0 sedan 2006, compramos usado faz um 1 ano. Confesso que inicialmente não era nossa 1ª opção de compra, mas dado o custo-benefício comparado aos de outras marcas com preço semelhante levamos ele.

    Até agora o único problema que tivemos foi de trocar a embreagem, visto que já estava com 100.000 Km na época, fora isso eu digo que estamos com um dos melhores carros que já tivemos… silencioso, potente, conforto de sobra, acabamento interno impecável e completo. Nossa próxima troca com certeza será um Peugeot!

    • 4lex5andro

      o peugeot é um fabricante tao confiavel quanto renault, ford, e outros de longa data, pois entao o que falta sao melhores condiçoes de assitencia tecnica alem de aumentar o quantitativo de concessionarias..

  • paulo33sp

    vou falar pra vcs o que é a PSA:1 mecanica fragil 2 manutençao cara 3 baixo valor de revenda 4 pos venda rediculo 5 peças de reposiçao alem de caras é dificil de encontrar esta ai 200 anos!!!

    • oscar.fr

      Vamos traduzir o seu comentário para francês e mandar para a França, certamente Peugeot é uma marca horrível, um desastre, é uma imensa surpresa ela ainda estar fabricando. Vai ver que aqueles europeus sejam todos burros por fazerem a PSA o segundo grupo da Europa, como podem comprar carros tão ruins, como você bem destacou, devem ser todos burros, isso, inclusive, deve ser a razão de estarem todos em crise. Falei da PSA europeia para nem mencionar a nossa aqui, porque aqui seria complicado: os brasileiros eram muito burros de comprar o ultrapassado e frágil 206 no lugar de Gol, Palio e Celta, esses sim são bons. E atualmente a Peugeot tenta empurrar carros horríveis, ultrapassados, frágeis e de baixo custo como 208 e 2008 a preço de médio. Deveriam custar menos que o Classic, que esse sim tem (1) mecânica boa, (2) manutenção boa, (3) alto valor de revenda, (4) pós venda GM maravilhoso e (5) peças baratas. Esse sim é o carro que merecemos, obrigado GM! Fora Peugeot!

  • Linkera

    Também sonho com um THP, mas eu prefiro o DS3 por ter uma caixa manual de 6, ser mais leve e ter um apelo visual mais esportivo.



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