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PodCycle: Carro elétrico brasileiro consegue financiamento para virar realidade (vídeo)

podcycle

O PodCycle, um projeto brasileiro de veículo elétrico para compartilhamento conseguiu obter o financiamento para tornar realidade o primeiro protótipo. A ideia foi submetida a uma campanha de “crowdfunding” na internet para conseguir levantar R$ 68 mil.

A fim de finalizar o primeiro carro, os idealizadores do PodCycle colocaram o projeto na internet e faltando dois dias para encerrar o prazo de captação de doações, conseguiram finalmente chegar ao valor necessário para terminar o protótipo.

podcycle-project

No total, o PodCycle conseguiu arrecadar R$ 75 mil por meio de 345 pessoas, que serão recompensadas com brindes e até volta no veículo de demonstração, que deve começar a rodar já em 2016. Carroceria e chassi serão finalizados com o dinheiro arrecadado, que ainda terá 18% consumido na aquisição da bateria.

Liderado pelo engenheiro mecânico Mahatma Marostica, o projeto do PodCycle está sendo executado em Florianópolis e prevê início de produção em 2017. A plataforma modular “skate” do carro deverá receber outras carrocerias no futuro, pois os projetistas pretendem liberar sua produção a terceiros através de franquia.

podcyle-chassi

A ideia é ter uma fábrica para produção dos componentes principais, que seriam então adquiridos por terceiros, que finalizariam o veículo. Fornecedores da empresa também venderiam as demais partes do carro para os franquiados.

O PodCycle pode assim dar origem a outros tipos de carro, tais como buggy ou utilitário esportivo, por exemplo. Para atender à legislação brasileira e de testes de colisão, o PodCycle terá airbag duplo e ABS, além de estrutura deformável. O custo estimado do veículo pronto é de R$ 95 mil.

[Fonte: G1]

Agradecimentos ao Max Falero.





  • Gavlan The BeerMaster

    Por que tem quer ser tão feio???

    • Franklin Diego

      Rapaz, acredito que por um motivo simples: Se o carro é bonito, por mais que fosse gasto o mesmo valor na construção do mesmo, a mesma mão-de-obra, etc, etc… Se um carrinho desse fosse ser vendido por 40 mil do jeito que é, se ele fosse bem mais bonitinho e tudo mais, iria sair por uns 60 mil, na boa.

      Quer um exemplo? O novo Cobalt mudou o visual e continua praticamente “a mesma coisa de antes”. Chegou a comparar os valores de antes e depois? Pois então…

      • Ramom Alencar

        sinceramente, um novo conjuto óptico dianteiro e traseiro, e para-choques com desenho diferente não significa aumento de gasto absolutamente nenhum, desculpe mas não concordo absolutamente com nada no seu comentário, se assim fosse etios, march e up (feios) não custariam a mesma coisa que um hb20 (bonito)

        • Franklin Diego

          Estou apenas falando que o povo paga por visual. Eu, você, e praticamente todo mundo faz isso. Se o Etios ficasse bonitão do dia pra noite com o mesmo tamanho e fosse gasto o mesmo valor para se fabricar um, você acha que ia ter um aumento de quanto? Mil reais?

          • Ramom Alencar

            compreendo…

      • Gavlan The BeerMaster

        Isso seria mais um dos motivos para ele ser bonito, fator beleza sim pesa na hora de dar o preço.
        Portanto, não compensa fabricar carro feio que ninguém vai querer comprar.

        • Franklin Diego

          Sim, compensa! Existe gosto pra tudo. Sem contar que sempre vai existir facelift automotivo. Há quem ache o Etios um carro atraente…

    • Zé Mundico

      Cara, na boa, mas pra que essa obsessão com aparencia? Será que é tão importante assim a aparencia de um carro? Será que o mais importante não deveria ser uma nova fonte de energia limpa ,renovável e relativamente barata? Sinceramente, se tivesse um carro elétrico bom, confiável e com um preço razoável, a última coisa que eu iria me preocupar seria com a “beleza”. O povinho se pega com cada besteira……meu deus!

      • Gavlan The BeerMaster

        Não tô falando que ele deve ser lindo maravihoso uma das 7 maravilhas do mundo automobilístico tipo Porsche Mission-E da vida, mas também não precisava ser tão feio, afinal de contas, a beleza pesa na hora de se colocar a venda, carro bonito custa mais caro que carro feio, isso ajudaria até na próxima geração, se eles tiverem um faturamento maior, o projeto poderá ter contunuindade…

        • Rodrigo

          Mas o projeto é de um carro de compartilhamento… Não leu o texto?

          • Gavlan The BeerMaster

            Por isso tem que ser feio?
            Não faz sentido o seu argumento.

            • Rodrigo

              Então as pessoas não utilizariam um carro de compartilhamento mesmo sendo barato, efetivo e limpo, por ser feio… É… Não tem sentido mesmo.

              • Gavlan The BeerMaster

                Barato???
                95 mil é um carro barato???
                Tá serto.

                • Rodrigo

                  Com certeza você não sabe o que é um veículo para compartilhamento.

                  • Gavlan The BeerMaster

                    Tá serto, mas alguém vai ter que comprar para que seja compartilhado, seja qual for a empresa ou entidade, vai sair muito caro para alguém.

                    • Rodrigo

                      Tá bom então.

                • Yuri Calmon

                  Certo se escreve com “C”.

                  • Gavlan The BeerMaster

                    O erro na escrita foi propositalmente, para da ênfase no erro.

      • Jackson

        Tenho a mesma opinião. Acontece que muitos querem mostrar aos outros o carro bonito que tem. Tenho um Up e alguns colegas falam “que carro feio”. Eu simplesmente ignoro, aliás a indiferença é a melhor resposta. Sabe fica aquele silêncio e por fim as vezes a pessoa que o chamou de feio, olha melhor e diz “sabe que não é assim tão feio”. Dou aquela risadinha sarcástica.

    • ngd_10

      Se chegar nas lojas por um bom preco nem perceberia a falta de beleza

      Deixa pra la, vi o provavel preco

      • 4lex5andro

        desses $95 mil do podcycle , pode-se estimar uns $60 mil só de impostos do ‘pai-estado’, muito em funçao de componentes importados ..

    • saosao

      Tentando ajudar a responder, um dos fatores do design esquisito é realmente o custo. Sai mais barato vc comprar um lote de para-choques de Palio Fire e adaptá-lo, do que pedir para o fornecedor fabricar um totalmente novo, do zero. O mesmo ocorre com a lataria e as partes internas. Como acontecia com o Troller T4 de antigamente, que antes de virar Ford, usava painel de Gol ou outro carro barato.
      Aí, para fazer o desenho do carro, vc tem que considerar encaixar essas peças emprestadas e baratas, e aí acaba virando essa bizarrice.
      Isso tudo eu li em algum lugar.
      Outra coisa que eu acho que ajuda a deixar mais barato é o material usado. Se não me engano, partes retas e cortes quadrados são mais baratas.

      O que ajuda mais ainda no design estranho é o tamanho do carro. Provavelmente vai ser do tamanho de um Mini ou maiorzinho, e cá entre nós, o Mini pode não ser feio, mas não é lindo de morrer. É, no máximo, bonitinho. rs

      Cara, isso tudo eu li em algum lugar, não é minha opinião, mas tbm não deve explicar totalmente o design. Pelo menos tentei ajudar rs.

      Agora, para fechar com chave de ouro, olha o nome do engenheiro chefe. Pelo nome, o cara deve ser indiano, e design indiano (para carros baratos) é feio que dói!

      • Gavlan The BeerMaster

        O lance do engenharia de baixo custo fez mais sentido até agora, apesar que isso não justifica os 95k de preço final.

      • Zoran Borut

        O Mini tem cerca de 3,80m, que é o tamanho de um Gol e maior que um up!. Esse carrinho das projeções parece ser pouca coisa maior que um smart, até por só ter 2 lugares.

        E realmente há aproveitamento de peças de outros carros para baixar custos, sempre foi assim entre os fora de série brasileiros e até mesmo em carros de larga escala como o Pajero TR4 que usava peças do Astra, ou também as saídas de ar redondas compartilhadas entre populares de diferentes montadoras. Lembram que a Strada atual usa as saídas de ar do Corsa brasileiro?

      • Luis_Zo

        Olha o preconceito cara… esta julgando o cara pelo sobrenome…

        Estudei com o Mahatma, é brasileiro.

        • saosao

          Foi mal cara, foi preconceito mesmo… rs

      • klaus

        Também já li sobre as peças retas serem mais baratas quando lançaram o Logam anterior. Outra coisa que torna mais barata a produção é a área de vidro maior.

        • 0terceiro

          Teoricamente, essa “área de vidro maior” explica a tampa do porta-mala do x1h ser de vidro.
          A justificativa ‘oficial’ que vi por aqui foi ‘menor peso e menor preço’.

          Voltando ao PodCycle, não acho que ele precise ser lindo.
          Como já explicaram, é um carro de compartilhamento.

    • Iran Borges

      Eu gostei do desenho. Tudo a ver com a proposta.

  • Eduardo Brito

    Tem uma projeção de preço? Uns 40k?

  • Ric53

    Na moral, a minha fase de lamentar a inexistência de uma fabricante nacional já passou. Por que? O mundo não é mais o mesmo, montadoras passam de mão em mão, cada hora a operação está na mão de um grupo diferente, chineses, italianos, americanos, indianos. Esse sentimento nacionalista já era.

    • th!nk.t4nk

      É, mas na prática faz toda a diferença ter um fabricante nacional sim. Nâo passa da mão em mão assim não. Aqui na Alemanha não tem nenhum chinês mandando nas marcas tradicionais no mercado, e elas são responsáveis por uma parte imensa do PIB do país. Não é questão de nacionalismo, é de necessidade de desenvolver tecnologia nacional mesmo. Tem toda uma cadeia de conhecimento que se desenvolve junto, e que as pessoas não se dão conta.

      • O que você chama de tecnologia nacional? Já pensou que turbo, motor 4 tempos, câmbio automático, injeção direta, CVT… Não tem “pátria”? Se você fala em mercado nacional é uma outra coisa. Mas eu tenho certeza absoluta que um fabricante nacional não usaria nenhuma tecnologia diferente do que é usado no mundo. E mesmo para o mercado: Qual seria a diferença entre os donos da Fiat por exemplo estarem na Europa e ela pertencer a um Eike Batista?

      • Antonio Falm

        Tem toda razão, além do que, a remessa de lucros vai majoritariamente para o país sede. Um bom exemplo é a Embraer, que usa tecnologia de várias nacionalidades, mas é responsável por parte expressiva de nossa balança comercial e deu forte impulso para nosso desenvolvimento tecnológico.

        • Qual a diferença do dinheiro ir para acionistas dos Eua, Japão, Alemanha e França e ir para o bolso de um empresário brasileiro?

          • 0terceiro

            Nem tanto pelos acionistas (já que nem todo lucro deve ir pras mãos deles, alguma coisa tem que ficar na empresa pra reinvestir), mas acho (só acho, não manjo desses paranauê) que, se a empresa tem sede no Brasil e o dinheiro vem pra cá, ele é reinvestido aqui, o que impulsiona nossa economia e o mercado interno.

            • E VW, Ford, Fiat, Hyundai… Não investem aqui?

              • 0terceiro

                Investem, mas uma parte considerável do dinheiro
                vai pra fora do país.

                Mas como eu disse, não manjo desses paranauê, então não posso te provar se faz ou não diferença a empresa ser brasileira ou estrangeira.

          • Antonio Falm

            Ficando o $ no Brasil colabora para o equilíbrio da balança comercial, os impostos sobre o lucro ficam no país, bem como ocorre maior circulação de riquezas internamente. Diminuem as pressões sobre a valorização do dólar e sobre as reservas cambiais.

            • E se eu como empresário comprar uma Ferrari com o dinheiro da minha empresa?
              E as multinacionais não deixam dinheiro aqui?

              • Antonio Falm

                Se fosse uma “Ferrari brasileira”, o lucro ficaria no Brasil e não iria para a Itália. Melhor, não acha?

                • “O lucro vai para tal lugar”. Muito pior que déficit na balança comercial é a distribuição de renda no Brasil. Qual foi a vantagem para o país do Eike Batista estar entre os maiores milionários do mundo? Olha o preço dos combustíveis da energia com empresa 100% brasileiras. Com todo respeito seu pensamento segue a linha baseada em algumas idéias equivocadas baseadas em idéias da ditadura, que se diziam nacionalistas mas privilegiaram VW, Ford, Renault e Mercedes em detrimento de uma empresa nacional:
                  -Multinacionais pagam impostos como qualquer outra empresa, inclusive sobre o lucro.
                  -Elas investem e geram empregos como as outras.
                  -Tecnologia nacional. Qual a diferença se a injeção direta, air bag, CVT… nasceu na Europa, EUA, Japão… Quem ganha são as empresas desses países não seus habitantes.
                  -Precisamos de mais fábricas aqui em vez de exportar matéria-prima e importar produtos manufaturados. Isso equilibraria a balança comercial. E não o fato das empresas serem daqui ou não.

                  • Antonio Falm

                    Verdade, por isso temos que concordar com as políticas de transferência de renda feitas pelo PT, uma das poucas e efetivas ações para transformar o escândalo que é a má distribuição de renda no Brasil.
                    Energia é dólar e com o dólar alto, tudo sobe (inflação de custo).
                    É simples: dinheiro que fica aqui, é gasto aqui.
                    Não sei de onde você tirou essa ideia de nacionalismo que protege multinacional.
                    É isso.

                    • Distribuição do PT? 10% para o empresário, 10% para o Delcídio, o resto vai para base aliada…
                      Nunca vi gerar riqueza dividindo-a. Mas pelo menos sei de onde vem sua linha de raciocínio… Como alguém que taxa tanto as empresas pode estar do lado da indústria nacional…
                      E fiz a mesma pergunta que você… Que nacionalista era o governo da ditadura que deixou a FNM ser boicotada pelos fornecedores e imprensa, notadamente a 4 Rodas. Se não me engano, Getúlio Dorneles Vargas.

                    • Antonio Falm

                      De onde acha que vem minha linha de raciocínio? Não se esqueça que Delcídio roubou também para o PSDB, ou seja, todos roubam e devem ser igualmente punidos, mas nem todos tiveram programas sociais.

                    • Lógica PTista: Se outros fizeram então meu partido pode fazer!

                      Cara, na boa: Você não está falando com esses portadores dessa síndrome grave chamada PTismo. Ao contrário desses eu tenho memória e inteligência. Aqui também o pessoal tem ojeriza por essa seita: Porque pregar no deserto achando que vai convencer alguém a ser doente: Olha o que é o principal programa de transferência de renda de vocês:

                      Lei 10.836, de 9 de janeiro de 2004. Transcrevo:

                      “programa de que trata o caput tem por finalidade a unificação dos procedimentos de gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal, especialmente as do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Educação – “Bolsa Escola”, instituído pela Lei n.° 10.219, de 11 de abril de 2001, do Programa Nacional de Acesso à Alimentação – PNAA, criado pela Lei n.° 10.689, de 13 de junho de 2003, do Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à Saúde – “Bolsa Alimentação”, instituído pela medida provisória n.° 2.206-1, de 6 de setembro de 2001, do Programa Auxílio-Gás, instituído pelo Decreto n.° 4.102, de 24 de janeiro de 2002, e do Cadastramento Único do Governo Federal, instituído pelo Decreto n.° 3.877, de 24 de julho de 2001.

                      Fica claro que o Bolsa Família é a unificação do Bolsa Escola, criado em abril de 2001; do Bolsa Alimentação, criado em setembro de 2001, e do Auxílio Gás, criado em janeiro de 2002. Até o Fome Zero de Lula, inventado em junho de 2003, entrou na história, sem nunca ter existido. Mais: o texto deixa claro que a unificação do cadastro dos assistidos também já havia começado — a lei é de junho de 2001.

                      Agora brique com os fatos e com o cara que dá a mortadela.

                    • Antonio Falm

                      É desonestidade intelectual tentar colocar como meu ponto de vista coisas que eu não disse. Indignação seletiva também é desonestidade intelectual. Seja como for, vou explicar melhor em respeito à qualquer dificuldade de compreensão: Delcidio roubou quando era do PSDB e certamente você não se indignou da mesma maneira que se indigna agora que é do PT. Isso é indignação seletiva, capice?
                      Tens todo o direito de ser de direita, principalmente se souber o que é isso, mas precisa se informar melhor. Quer falar sobre bolsas? Então vamos lá: o primeiro programa de transferência de renda para famílias pobres foi idealizado por Cristovam Buarque (xiii, era do PT) em 1986 e implementado no DF 1995 quando foi Governador. Serviu como mote para esses vários programas do FHC e Lula, até surgir o Bolsa Família, conforme sua descrição. O que os coxinhas não gostam de admitir é a questão da escala: na era FHC, as bolsas atendiam cerca de 50 mil pessoas, enquanto na era Lula/Dilma, atende a quase 50 milhões. Escala é importante, não é mesmo? Eis a diferença que sua indignação seletiva não permite ver, e a mídia que alimenta seu ódio partidário não vai te contar.

                    • “…todos roubam e devem ser igualmente punidos, mas nem todos tiveram programas sociais…”

                      “…Serviu como mote para esses vários programas do FHC..”

                      Essas são palavras suas. Quem está sendo desonesto mesmo?

                      Hahaha… Coxinha, direita… Você ainda está nessa? Pouco antes do surgimento desses programas Lula, FHC, Covas.. Subiam junto ao palanque.. E lembro que no começo da década de 80 era comum distribuição de alimentos em muitas cidades… Independente do partido. Porque você acha que quem não gosta dos bandidos que você defende gosta da outra quadrilha de bandidos? No seu parco conhecimento de PTista lanço uma pergunta: Sou Paulista entçao votei em quem? Errou! Hahahah… Abomino essa quadrilha que tomou meu estado e principalmente esse governador mentiroso. Agora, por falar em mentira, olha o que achei em um site PTista:

                      “…Se os dados se referissem a 2012, os resultados seriam muito mais impressionantes, pois o avanço foi muito grande após 2009. Todavia, o que se depreende do estudo é que o governo Lula, em seis anos, entre 2003 e 2009, atingiu, com os programas sociais de transferência de renda, 12 milhões de famílias, enquanto que durante o governo FHC, que durou oito anos, apenas 2,9 milhões de famílias foram contempladas….”

                      Mas o site também mente. Foram 5 milhões… de famílias! Mas não estou defendendo FHC. Fui atrás da verdade. E essa busca mostrou bem o lado que você está.

                      P.S: Posso postar o vídeo onde o Lula diz que programas sociais são compra de votos? Hahahah… Onde está seu deu agora?

                    • Antonio Falm

                      É uma interpretação estreita, e não é inteligente, acreditar no que a midia diz: ela acabou lhe convencendo que ser do PT é ser corrupto. Não é verdade. Existem corruptos no PT e em outros partidos e devem todos ser punidos. Defendo o PT porque têm os programas sociais, o que não quer dizer que defenda os corruptos do PT (se alguém não consegue entender isso, pode ter sido lavagem cerebral). Sou contra o PSDB, PMDB e outros por causa de sua ideologia, ou falta dela, que é contra o interesse brasileiro (e lá tem ladrão também, até mais segundo a Transparência Brasil).
                      Com relação aos dados que apresentei, infelizmente o NA não deixa colocar os links, mas veja o site da OIT, Estadão (edição de 31/12/2009), Brasilpost (do grupo Abril, edição de 16/10/2014), dentre outros.

                      Sua transcrição (colocada como contestação ao meu ponto de vista), confirma o que eu disse (será que você não entendeu direito o que lá se diz?). Esta escrito que até 2009 já eram 12,6 milhões de famílias (nos relatórios de IDH levantados pelo PNUD), e que se o relatório levasse em conta o período até 2012 a abrangência seria muito, muito maior (pois se avançou muito desde aquela data). Meus dados são de 2014 (dois anos depois, expandiu mais). Se estamos falando de famílias e não de pessoas, então a diferença de escala é ainda maior. Obrigado pela correção, apesar de ter achado bem malandrinha sua cuidadosa troca da palavra “referissem” no original, por “refere” (desonestidade intelectual é isso), certamente para melhorar seu argumento. Não melhorou…

                      Existem dois tipos de programas sociais: o assistencialista (vale gás, cesta básica…) e o de transferência de renda (bolsa família, bolsa educação…). Um é ruim, o outro é bom, Lula (“seu deus” é ótimo!) falava de qual tipo?.

  • Ramom Alencar

    meu pai já dizia: fazer bem feito ou mal feito dá o mesmo trabalho…
    se a ideia era criar um carro elétrico porque não fizeram isso direito? carrinho de golf elétrico já tem aos montes, isso ai pode custar 10 mil que não vende… sinceramenre creio que existem ideias melhores no Brasil…

    • th!nk.t4nk

      Não é pra vender cara. É carro de compartilhamento. Caramba, vocês só olharam a foto pra falar mal do visual e ignoraram o principal, que é a ideia? Nem leram nada? Ô Brasil, chega de decepcionar!

      • Guilherme Eduardo

        Mas será que a própria empresa terá uma área que cuidará do compartilhamento ou o carro será vendido para outra empresa que administrará o compartilhamento? Se tiver que vender o carro a questão “beleza” pode pesar. Concordo com o pessoal, não precisa ser um Tesla, mas tem que chamar a atenção.

  • Louis

    Eu até estava empolgado, até ver o provável preço…

    • Ramom Alencar

      será que já está incluso o lucro Brasil? a montadora mal nasceu e já aprendeu como funciona as coisas aqui kkkkkkkkkk se por exemplo a nissan quisesse trazer o nissan leaf por esse preço ai conseguiria tranquilamente…

    • th!nk.t4nk

      Mais um que não leu….

    • Marcos Medeiros

      Se não me engano esse podcycle não vai ser vendido, será disponibilizado para sistemas de alugueis de carros entre outros modelos de comercio.

  • Valdemir Souza

    95 mil nisso? tá de brincadeira, se for por esse preço é melhor nem começar a produção.

    • Rodrigo

      Não leia apenas o título, interprete o texto.
      Sabes o que significa compartilhamento?

  • Paulo de Tarso

    O Brasil poderia romper com a maldição histórica de nunca ter produzido (Desenvolvido) carros que prestassem.

    E agora é um ótimo momento para isso acontecer: a alvorada do veículo elétrico.

    É um bom momento para esquecer o passado nebuloso de automóveis de fibra de vibro movimentados por vetustos motores de Fusca e/ou de Opala

    • saosao

      E aí, quando começa a dar certo, já vende para uma gigante.

    • Um Troller não prestava? Marruá?
      Aliás, o que é prestar? Atender as necessidades de seu público? Então temos projetados aqui Gol, Palio, Meriva, Ecosport… Que sempre atenderam bem a necessidade do seu público.

  • Jeff_ A_N

    torço e muito pela industria brasileira, mas pelo amor de Deus, quando vão entender que engenheiro não entende nada de design??? carro tá feio demais!!

    • th!nk.t4nk

      Cara… Protótipo. Ignore o desenho, não significa nada.

  • Alexandre

    Acho q muitos não tem idéia do que é um protótipo ou experimentação. A idéia é excelente e somente assim surgem muitas grandes invenções. O preço não é relevante pq não tem escala. O q importa é a idéia funcionar.

    • Rodrigo

      A maioria gosta é de reclamar. Não fazem idéia da importância deste projeto para o Brasil.
      Dizem que é feio ou fracasso… triste!

      • Alexandre

        É claro que as críticas são construtivas, mas a maioria é hater mesmo. Nunca devem ter tido aula de empreendedorismo, inovação, etc. Será que o Eslon Musk já nasceu com o Tesla pronto? Tem estes chavões também: “é como fulano dizia” ou ” brasileiro não tem como funcionar”. Tristeza é pouco.

    • Louis

      O preço é essencial para viabilizar a comercialização. Se lançassem um veículo elétrico a preço competitivo, eu seria um interessado.
      Agora, creio que as críticas são devido a já existirem muitos elétricos bons sendo comercializados em outros países (por exemplo Renault Twizy), parecem que querem “reinventar a roda” a um custo estratosférico.
      E sobre o compartilhamento, não acredito que funcione na BanÂnia.

  • zeh

    …espero que melhorem esse visual externo…pois sinceramente….

    • 4lex5andro

      em país de etios , spin e cobalt, esse podcycle tá show de bola, lembrando até outros projetos nacionais de mini-carros..

      como por exemplo, o obvio (inspirado no dacon) e o supermini..

  • ngd_10

    Quase compra um Lexus CT 200h

  • Bruno Silva

    Poderiam fazer um concurso de design, era econômico e aposto que sairia algo bem melhor. Carro elétrico não precisa ser feio, basta ver a linha i da BMW.

    • Gavlan The BeerMaster

      O i8 é lindo.

  • Colorado

    Projeto ja nasceu condenado ao fracasso

    • Rodrigo

      Por condutas como esta é que projetos no Brasil fracassam.
      Não sabe nada do que foi explicado, não conhece o projeto, nem viu nada a fundo sobre o assunto e já classifica como fracasso.
      Lamentável.

      • Colorado

        veremos daqui 2 anos, guarde essa materia

        • Marcos Medeiros

          Nasceu condenado pq ?

          • Colorado

            precisar de “vaquinha” pra fazer um carro, e como sera esse uso compartilhado? vi um video onde comparam o uso de uma furadeira com o uso de um carro

            • th!nk.t4nk

              Cara, desculpe a sinceridade, mas você precisa se atualizar. Hoje em dia nos EUA as start-ups de maior sucesso começaram justamente com a “vaquinha” (como chamam aqui). Além disso, o compartilhamento de veículo é justamente o futuro. Por sinal, na cidade de Florianópolis isso já funciona por meio de outra start-up, e tem sido super elogiado.

      • Paulo de Tarso

        Sonhar é diferente de ter capacidade p/ produzir.

        querer NÃO É poder

        Porém, todavia, entretanto, tbm acho que devemos dar apoio a projetos nacionais, ainda que seja apoio moral, hehehe

  • caiocrcosta

    Só eu percebi a porta suicida?

    • Gavlan The BeerMaster

      E vocação Off-Road/Cross…
      Ele já vem na versão Adventure.

    • Colorado

      acho que nao e porta suicida, erraram o lugar da maçaneta

    • Guilherme Eduardo

      Eu percebi. Talvez se isso mesmo ou apenas erraram na hora de desenhar a projeção. Eu acho que é a opção 2

  • Andres Francisco

    Acho que ela terá o mesmo destino de Troller e TAC: Cair na mão dos estrangeiros.

  • Tem pessoas que ou comentam sem ler ou não sabem interpretar texto.

    Esse carro não é pra vender em loja, é pra ser de uso compartilhado igual as bicicletas do Itaú em São Paulo, por exemplo.

    • Rodrigo

      Não adianta nem debater. A maioria não sabe do que se trata e ainda acha que tem toda a razão do mundo. Por isso esse tipo de empreendimento só funciona onde há pessoas esclarecidas em sua maioria.
      Na Europa funciona, e muito bem!

      • Colorado

        bem pratico comparar um carro com uma bicicleta do Itau, 16 reais por meia hora de uso, quer compartilhar meio de transporte, pegue um onibus

        • Rodrigo

          Rsrsrs… Não sabe mesmo como funciona.
          Tudo bem, já que a matéria não explica o fundamento do compartilhamento.

          • Colorado

            olhei em varios sites, vi os videos no youtube, se eu nao entendi, explica ai vc como funciona

            • Rodrigo

              Uma hora vc entende…

        • Guilherme Eduardo

          Em grandes cidades é complicado mesmo. O transporte público não é maravilhoso, mas em SP por exemplo, é possível cruzar a cidade de trem/metrô por R$ 3,50, é um concorrente de peso para qualquer carro, seja a gasolima ou elétrico.

          • 0terceiro

            Em BH, por exemplo, o busão municipal custa R$ 3,40, tem linhas que atravessam a cidade, mas dependendo do seu ponto de partida e destino, pode precisar fazer integração e pagar mais meia ou mais uma passagem.

            O metrô custa R$ 1,80 e só temos uma linha, que liga parte de Contagem (cidade vizinha) ao Norte de BH.

            Dá pra fazer muitos caminhos de ônibus e, dependendo da situação, você pode fazer alguns ‘malabarismos’ e gastar uma passagem só pra chegar ao destino.

            Como o ‘malabarismo’ pode te fazer gastar muito tempo, um carro compartilhado pode ser uma solução interessante.

            Eu mesmo usaria um para ir para a faculdade, se tivesse aqui em BH, e dependendo do preço do ‘aluguel’.

            PS: eu queria muito que o pessoal do Itau colocasse bicicletas na região da faculdade e na do meu bairro (podia espalhar em BH toda),
            porque levar uma hora pra chegar na faculdade só porque não tem ônibus direto é tenso…

    • 0terceiro

      Tem dessas bikes do Itau em BH também, já usei e recomendo!

      A galera aqui tá difícil. Ninguém entendeu ainda o que é um carro para compartilhamento?

  • CorsarioViajante

    Interessante, espero que tenha futuro.

  • afonso200

    falta incentivo do governo para vender mais barato

  • durango

    Na minha opinião, seria muito mais fácil desenvolver apenas a propulsão e substituir de um carro existente, usado. Posteriormente criar o veículo.
    Há veículos leves como Mille, Ka, Clio, Gol entre outros que serviriam de base.

    • Alexandre

      Vi algumas iniciativas “caseiras” no youtube, mas eu acho que no final a engenharia de um elétrico tende a ser diferente e não compensa a adaptação. Lembrando que o carro provavelmente precisa ser aprovado por algum órgão governamental (Detran/Denatran/Inmetro, sei lá). No carro comum o peso maior está no motor / caixa e no elétrico nas baterias. A estrutura de ambos tem q ser pensada para isto, digo em relação à deformação para colisão/segurança, etc. Não manjo muito de engenharia, mas acredito que é por ai. Vc acabaria perdendo muito do que pode ser feito em função deste fatores em prol de usar um chassi existente. Tem também a questão da autonomia no caso das baterias serem muito pequenas. No exemplo do Tesla, o fato de não ter motor, permitiu que a estrutura fosse totalmente inovadora e mais segura (foi 5 estrelas no Euro NCAP), além da distribuição do peso e aproveitamento do espaço.

    • Guilherme Eduardo

      Mas será que ficaria a licença para construir quando sair do campo da pesquisa para a produção comercial? Acho que por isso ele preferiu construir do zero.

  • Felipe

    Torço e muito pelo futuro do modelo e para que tudo dê certo.
    Num país que sempre fechou os olhos para o mercado de desenvolvimento de automóveis e suas marcas “próprias”, os elétricos são o futuro, melhor sendo desenvolvido aqui.

  • Guilherme Eduardo

    Pelo problemas e a cultura que existem no Brasil, acho mais fácil um híbrido dar mais certo que um 100% elétrico. Opnião pessoal: prefiro os que tem um motor a gasolina pequeno que funciona como gerador junto com um elétrico que é quem empurra o carro. A autonomia é maior, não precisa ficar grudado em tomada todos os dias e as baterias são menores rduzindo peso.