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Prisma Joy 1.4 será mais barato que Classic 1.4 na Argentina

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Aqui o Classic acabou de se despedir, saindo de cena após muitos anos de estrada e com preço pouco acima de R$ 34 mil. Agora, a opção três volumes mais barata é o Prisma Joy, que começa em R$ 42.990.

Na Argentina, assim como no Brasil, o Classic era a opção mais barata, mas por lá, as coisas tomarão um rumo bem diferente daqui. No país vizinho, o velho sedã da GM ainda é oferecido e com motor 1.4, custando 216.600 pesos ou R$ 46.309.

No entanto, a gama Chevrolet argentina também perderá o Classic e, em seu lugar, surge o importado Prisma Joy. Da mesma forma, o sedã feito em Gravataí/RS será vendido para os hermanos com motor 1.4 e, melhor, mais barato que o antecessor, custando 205.000 pesos ou R$ 43.829.

[Fonte: Argentina Autoblog]

Agradecimentos ao Ricardo Rangel.





  • Eduardo Alves

    Enquanto houverem consumidores que pagam sem pensar pelos carros oferecidos, sempre teremos esses “precinhos” no Brasil.

    • Dudu Pimentel

      Com certeza, xará! Oq eu acho mais engraçado é o povo reclamando de preço e mesmo assim compra…eu parei de tentar entender essas pessoas…é tão simples: tá caro? Não compre ou compre um usado. Qual o problema de comprar um usado? Se pesquisar com cuidado, vc encontra excelentes negócios, talvez até melhor que um 0 km.

  • vicegag

    Para os argentinos está mudança foi boa, mas aqui, parece b**ta, quanto mais mexe mais fede.

  • [CAP] Odirley

    O problema maior dessa comparação com o Brasil é que lá o JOY terá 1.4 e aqui é 1.0.

  • Hyago Luiz

    O Jou 1.0 aqui custa 42 mil, o LT 1.4 53 mil, tem espaço para mais versões aí, tanto um Joy 1.4 quanto um LT 1.0, melhor se tivessem os 2.

    • ViniciusVS

      Joy 1.4 que canibaliza o LT 1.0

      • Hyago Luiz

        Verdade, creio que só o Joy 1.4 seria interessante, pois o Onix LT 1.0 custa 44 mil, o Prisma com esse motor sairia uns 48, coisa que não vale, se bem que tem gente que paga mais de 50 mil em HB20S 1.0 né.

  • BrPb

    O problema é que na crise argentina, se colocar o Prisma tão caro ele simplesmente não vai vender. É apenas uma questão de sobrevivência.

    Na crise do Brasil os preços subiram e quem antes comprava New Fiesta agora compra Onix/HB20. Quem comprava Palio Fire, deixou de comprar carro. O Classic para eles é o carro de fazer volume. Sem ele, acabou a Chevrolet Argentina.

    E aqui a Fiat teve que forçar a promoção do novo Palio por 36.990. Não fosse isso, palio não estaria no top 10 de Agosto.

    A Fiat tá fazendo uma promoção do Mobi ar e direção por 33.990. Também deu uma subida nas vendas, afinal ele tá se encarregando de ser o carro mais barato do Brasil com pelo menos ar e direção.

    • Hernan Carlos Granda

      Este año en argentina as vendas suben 10% vs 2015

      • Matthew

        Mas sobre uma base fraca?

    • erick

      Mobi nessa promoção tá convidativo!

      • BrPb

        Convite a gente faz para algo bom. No caso do Mobi é uma obrigação para quem não pode comprar carro zero 1.0 de 40 mil.

        Mas dependendo da forma de pagamento, um carro de 1 a 2 anos de uso seja uma melhor compra com 34 mil.

        • erick

          O Mobi realmente é um caso a parte…tem muita gente que nao gosta dele, mas é “bonitinho” e agora vai estrear o motor 3 cilindros, deve virar um foguetinho!!! E a mecânica da FIAT costuma ser muito boa, carros resistentes e manutencao barata. Eu, particularmente, gostaria de ter um Mobi.

    • Zoran Borut

      Você está dizendo que colocar o Prisma mais barato que o Classic na Argentina tem lógica porque estão em crise e precisam sobreviver? Olha, se quisessem apenas sobreviver, teriam continuado com o Classic e simplesmente abaixado o preço. Você mesmo não disse que o Classic lá é o carro de fazer volume?

      Aqui esse povo que dirige essas montadoras são tão ladrões quanto os políticos que o povo tanto xinga. Mas aqui o roubo feito por quem está no topo da hierarquia é tolerado e endeusado como boa estratégia. Herança da subserviência ao senhor de engenho.

      • BrPb

        Sobrevivência: no mercado argentino, o carro mais vendido atinge 3.000 unidades mensais. O Classic sempre ficava no top 5 e liderou varias vezes o mercado.

        Seria como aqui no Brasil a Chevrolet resolvesse tirar o Onix. Para nós o Classic já não vendia tanto, para eles era o carro de maior importância em número de vendas.

        Por que tirar o Classic, então?: O carro é antigo e não fará mais parte dos planos. Num futuro breve a Chevrolet vai lançar uma nova família de carros de entrada. Não teria como manter o Classic só para aquele mercado.

        Não sei exatamente qual o impacto que essa nova família fará aqui no Brasil e na Argentina. E talvez essa nova família não tenha um sedan. Fazendo uma comparação seria como aqui no Brasil tirassem o Onix e deixassem o Sonic Hatch (se ele ainda existisse). Se não baixar o preço, o Sonic não terá um volume alto. Na Argentina a Chevrolet não quer perder o volume do Classic e tomou essa decisão de ser agressiva com o Prisma. Sobre o preço, lembre que a Argentina tá em um novo governo, com novas regras e com isso o mercado vai mudando. A tendência é de os carros irem baixando os preços.

        • Zoran Borut

          O Classic era fabricado lá, não aqui. Sua produção na Argentina não seria afetada por uma nova família produzida em outro lugar, caso contrário ele já teria saído de linha há muitos anos em favor de modelos mais modernos como o Aveo. E quantos carros aqui vendem menos de 3 mil unidades mensais?

          Você ainda não entendeu que o que eles fizeram foi o equivalente a “tirar o Onix e vender o Sonic MAIS BARATO QUE O ONIX”? Acorda!

          • BrPb

            A resposta é simples: um corpo não ocupa o mesmo lugar no espaço e ao mesmo tempo.

            Vão tirar todas as velharias que faziam o Classic da fábrica Argentina e colocar os novos ferramentais para produzir uma nova família.

            Aqui no Brasil não tem mais espaço. Onix e Prisma estão no limite. Lá tem. E ao menos um modelo dessa família virá de lá para o Brasil.

            Olha, o Classic durou muitos anos, mas uma hora querendo ou não ele iria embora.

  • Gustavo

    Classic com motor 1.4 devia ser interessante, o nosso 1.0 já tinha um desempenho adequado.

    • Fábio A.

      Verdade, eu sempre fui meio radical com 1.0. Mas dos que já dirigi, o Classic até me surpreendeu positivamente pelo desempenho, principalmente urbano.

    • erick

      Deve voar… o 1.0 ja andava demais na estrada.

  • Danilo

    Más de todo mal, é uma notícia menos ruim pra nós. Pelo menos estamos exportando o carro pra Argentina. Diminuindo assim o prejuízo que levamos em importar o Cruze novo e não fabricá-lo aqui como acontecia com o modelo antigo.

  • Tosoobservando

    Não foi pq o Macri abaixou os impostos abusivos por cilindrada da Kichner pra aquecer o mercado?

    • Hernan Carlos Granda

      SIM pero tivemos una devaluacao de 50%

  • pedro rt

    seria bom se tvesse um JOY 1.4 aqui tmb entre os 43mil do 1.0 e os 53mil do novo 1.4

    • Zoran Borut

      Seria bom mesmo se tivesse um Joy 1.4 aqui pelo preço do Classic. Mas se nem com o 1.0 fazem isso?

      • Hyago Luiz

        Achei a distância muito grande dos preços, Classic era 34 mil e Prisma começa em 42mil, 8 mil é muita coisa.

  • erick

    Siena 1.4 é o 1.4 mais barato do Brasil (38 mil na versao “básica”).
    Prisma 1.4 custa de 48 a 53 mil no Brasil.
    1.4 para muitos no Brasil só em sonho mesmo!!!

    • Ailton Junior

      versão básica do Siena provavelmente sem trio elétrico, Ar e direção hidraulica

      • erick

        Com ar, DH e trio eletrico o preco pode chegar a 48 mil.

  • Diego

    Com os preços descontrolados eu vejo que os Chineses vão se aproveitar dessa história para emplacar seus carros. O Chery Celer 1.5 com dimensões de um Hatch Médio está custando 32,990 Reais na promoção, já verifiquei valores de 31,990, visualmente é bem acertado internamente e externamente, o maior problema é a quantidade de concessionários, mas isso deve se reverter com a realidade que o mercado vem estipulando.



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