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Projeção: Novo Fiat Bravo a partir do Egea

fiat-bravo

O Fiat Egea (Aegea) chegará ao mercado turco em novembro, mas apenas na versão sedã. No entanto, já são esperadas as versões hatch e perua. Esta última já ganhou uma projeção de Theophilus Chin, mostrando como ela poderá ser.

Agora, o site italiano Omni Auto fez sua própria projeção, mas do hatch, que deverá manter vivo o nome Bravo. Simples e racional, a publicação acredita que ele será de fato um notchback, utilizando também muitos elementos estéticos da traseira do Egea.

Dessa forma, Linea e Bravo serão devidamente substituídos na Europa. E aqui? A dupla continua em produção e acompanhada do Punto, que também deve sumir do mercado europeu, sendo substituído por uma variante do Fiat 500.

[Projeção: Omni Auto]





  • Zazula

    Gostei….Ficou bonito….

  • Marcus

    Hum… melhor deixar pra lá.

  • Lucas

    Aqui a Fiat tá cagando pro consumidor. Tá vendendo Strada e Palio bem pra caramba, pra que investir em algo não tão rentável?

    • Raimundo M.

      Caro, ela está investindo nesses novos produtos para serem ofertados no exterior, pois o Linea e Bravo na Europa já deram o que tinha que dar, e aí entra no bolo o Punto.
      A questão é que o segmento de médios aqui por falta de produtos muito bons não tem sido prioridade para a Fiat, então oferta porque deve ter saída capaz de gerar retorno e as mudanças feitas foram mínimas, justamente porque não vale a pena investir muito mais nos nossos Linea e Bravo.
      Se teremos produtos para substituí-los e quando seriam ofertados, não se sabe. O que se sabe baseado no planejamento divulgado é que a America Latina teria este ano a Toro e o city car, mas a previsão devido a crise teria adiado para até o final do primeiro semestre de 2016. Em 2016, novos Punto e Grand Siena, além do B-CUV. Esse último segundo uma revista, seria um suv/crossover baseado no Uno. Pode ser ou não, pois crossover é um veículo que pode atender a diversas fins, então poderíamos, por exemplo, ter uma espécie de minivan para o lugar da Idea tendo versão aventureira. O Freemont/Journey é um crossover, pois tem carroceria etilo sw, mas com rodões e vão de suv, e capacidade para sete ocupantes, que é algo percebido nas minivans. Novo Palio em 2017 e novo Siena em 2018.
      Note que não há nada sobre Idea, Doblo, Bravo, Linea, e Palio Wkd, nem face-lift, que no planejamento registra feito no Uno e na Strada. Eles podem sair de cena sem ter sucessor direto ou indireto, ou mais para frente analisando o comportamento do mercado (oferta das novas gerações e face-lift da concorrência, bem como situação econômica), o teríamos mais clareza quanto quem sai ou fica, e se terá substituto.

      • Rodrigo

        Só não entendi a parte do “…segmentos de médios por aqui por falta de produtos muito bons…” Se Golf, Focus e i30 não são bons, pourra… Que que quer dizer está bom, né?!
        Mas concordo que com a crise capaz da Fiat focar em produtos mais globais do que regionais. Talvez se o INOVAR AUTO II realmente diminuir o percentual de imposto de importação quem sabe ela não resolve trazê-lo de algum hub europeu ou mesmo do México.
        Só tomará que ela aposte em um câmbio automático verdadeiro, acho que o único ponto falho de Bravo, Punto e Linea vendidos aqui é o dualogic

        • Raimundo M.

          O trecho citado por você me referi a Fiat. O Bravo é médio e o Linea foi forçado a ser, mas ambos não competem em pé de igualdade com os outros médios ofertados aqui. A FCA com o novo Aegea e possivelmente seus derivados já disse que eles serão um bom custo/benefício, mas notadamente o Aegea por está abaixo do Viaggio não concorre com Focus, Jetta, etc. Deverá ser um concorrente melhor a 301, ao C4 Elysee que estão ao meu ver num patamar acima do Logan, e são compactos grandes ou médios-compactos.
          A ausência de um câmbio automático nos citados é um problema, mas há outros: a Fiat não modernizou o T-Jet para ser flex e o vende como opção esportiva, mas entrega desempenho pouca coisa melhor que 2.0 mais modernos; o 1.8 E-torQ é bom para Punto, mas limitado para o Bravo e o Linea funcionando mais como uma opção aos 1.6 mais modernos, fora que o Linea não é exatamente um médio.

          • Rodrigo

            O problema do Bravo é que a Fiat demorou demais para oferecê-lo no Brasil (foi lançado em 2008 na Europa), mas ainda considero suas linhas elegantes e atuais. Mas o grande problema mesmo é a falta de um câmbio automático de verdade.
            Já o Linea, se desde o começo fosse ofertado como concorrente de City, Fiesta sedã e Sonic sedã, tudo bem. Mas por uma estratégia errada de marketing a Fiat quis posiciona-lo como sedã médio…
            Enfim, tirando Tipo e Tempra, a Fiat nunca foi referencia no segmento de médios.

      • GRANMA

        Concordo com tudo que você falou porem imaginava que o nosso mercado poderia ser tratado de uma maneira diferente pela FIAT tendo em vista o que significamos para ela.

        • Raimundo M.

          Não vá nessa lógica. Quem tem que demonstrar a importância é o consumidor sendo mais exigente e não deveria se limitar a “perfumaria”. Ser mais exigente é entender o produto, saber das novidades nos mercados mais modernos, valorizar os resultados dos testes de colisão, etc. Infelizmente, o conceito atual que é valorizado é preço acessível, design bonito, espaço interno suficiente e oferta mínima de itens de comodidade. A mecânica mais avançada só vem por exigência governamental, e o fator segurança só atende ao mínimo cobrado porque até nisso nossas leis são fracas, e o consumidor parece não ver tanta vantagem em pagar por mais air bags ou tornar esses de série e ter um ESP a disposição.

      • Paulo Henrique

        Cuidado ao citar Linea no seu comentário, daqui a pouco vem o dono do Linea

        • Matheus Lelis

          Poxa, Ctrl C + Ctrl V ? Pensei que era mais criativo. Porque não pede para os administradores banirem o dono do linea? Parece que ele está te incomodando muito. Boa noite :)

        • Matheus Lelis

          Paulo Henrique, acho que já deu né? Todo mundo já viu que você ta grilado comigo, não precisa mais ficar repetindo isso, fique com sua opinião, eu com a minha, e pare com essas indiretas como criança. Quando ver meu nome em algum comentário, pule, não leia, ou responda com algum argumento válido, ok? É simples, se você não gosta da fiat, do linea, ou de mim, ignore, vai ser melhor pra ti.

    • ricardo

      Fiat brasil pode se dizer assim …
      estar com uns planos em acao q claro n vao divulgar (fora os q ja foram divulgados toro/city car)
      1- a strada usar a msm plataforma da toro/renegade
      2- adequar a plataforma em betim pra fazer novos palios,punto e os substitutos de linea e bravo
      3- motores mais eficientes( que a fiat ja tem mais nao traz tipo os multijet 2 )
      4- tem um suv estudado pra ser feito ou se traz o 500X quando ganhar um facelift(se e assim q chama) la na europa …

      • DiMais

        penso mais ou menos como você, a linha atual está uma bagunça com muitos produtos sobrepostos. em breve poderemos ter:
        1: Compacto urbano, sucessor espiritual do Mille e responsável pela morte do Palio Fire (devem estar de olho no Renault Kwid)
        2: Família Uno, nosso equivalente ao Panda europeu (talvez a base para uma nova Strada ou Fiorino Picape) e numa hipótese mais remota um modelo familiar para ocupar lugar na morte da Palio Week.
        3: Novos Palio/Siena (nada mal se forem feitos na SUSW/B) serão nossos compactos premium (odeio esse termo!), que ocupará o espaço deixado pelo Punto (afinal ele deve ser o novo 500 4 portas) e brigará com outros compactos mais moderninhos como o C3, Fiesta, City.
        4: Toro e seu crossover derivado que substituirá os modelos familiares feitos hoje em Betim.
        5: O Doblò só vai ter sobreviver se a Fiat trouxer para o Brasil o conceito de marca Fiat Professional como é feito na Europa, senão não vejo futuro para ele aqui deixando espaço para o Fiorino mesmo sendo muito menor.

        • Raimundo M.

          Palio Wkd e Idea podem dar lugar a um crossover sem muitas perdas. Sua ótica do Palio e Siena serem premiuns faria sentido se o planejamento não mantivesse novos Punto e Grand Siena. O Punto poderá a depender da mudança atuar como premium e/ou invadir um pouco os hatch com porte de médio. O Grand Siena tenta brigar como os compactos com espaço de médio, mas para ser premium teria que melhorar a oferta de itens e qualidade do acabamento.
          Numa situação desfavorável para nós usando sua ótica, que há um tempo atrás eu seguiu parecido, teríamos o seguinte:
          – city caro no lugar do Palio Fire que tentou assumir o papel do Uno Mille;
          – Uno hatch, sedan(Premio), furgão (Fiorino), picape (Strada como antiga Fiorino picape) e crossover(suv de baixo custo abaixo do Renegade);
          – Palio, Siena, Idea como premiuns, só que a Idea poderia ser descartada;
          – Punto e Grand Siena crescidos para as vagas de Bravo e Linea aqui, mas sem pretenção para concorrer com os médios do mercado.
          – opção para os médios viria pela divisão americana, ou seja, Chrysler 100 ou Dodge Dart NG, importados, se houver viabilidade.

          – Doblo poderia ter nova geração ou não, pelo seguinte: se há rentabilidade na opção furgão porque esta atua como um VUC, atualizar e trazer outras versões como a alongada e versão picape é válido; não se sabe ainda, mas vai que a Toro ganhe opção chassi e suv/crossover para passageiros e carga. Teoricamente poderia substituir o Doblo.

          • DiMais

            quando me refiro ao Siena é o Grand Siena, o EL tá mais pra ir pra família do Uno enquanto o Grand perderia esse nome para voltar ser apenas Siena porém um modelo mais sofisticado assim como o Palio (por isso digo que são nossos equivalentes ao Aegea).
            Punto ou sai de cena ou sobe na vida pra brigar com DS3, a nova versão não vai ser modelo ‘racional’ na Europa e se ficar por aqui será o topo de linha da Fiat no Brasil. não vejo um novo carro do segmento C para nós com a marca Fiat.
            a Toro está com tudo para ser a nova queridinha da Fiat, assim como o crossover derivado que, além de exterminar o trio familiar Idea, Palio Week e Doblò pode ter um modelo comercial para por fim ao Doblò no Brasil com suas baixas vendas tendo assim uma dupla muito mais rentável que a grande quantidade de modelos atual.

      • Raimundo M.

        A FCA dá a entender a base B-Wide é para veículos com maior valor agregado, e certos produtos poderão não usá-la porque seria uma base relativamente cara.
        Nesse quesito de plataforma, seria possível centralizar aqui no país duas plataformas;
        – manteria a plataforma atual dos compactos, só que seria exclusiva para city car, Uno, Fiorino e o especulado suv baseado no Uno (seria o B-CUV do planejamento);
        – B-Wide para novos Palio, Punto, Siena, Grand Siena, Strada, nova geração do Doblo, talvez substituto para a Idea, e, se houver interesse, Aegea hatch e sedan. Todos somariam ao Renegade, Toro, sucessor do Compass, e talvez, sucessor do Freemont baseado ou não na Toro.

        Contudo, como o Aegea, segundo representantes da Fiat, não seria um produto para países emergentes, e o planejamento cita novos Punto e Grand Siena, sendo Punto e Palio num projeto comum, usando raciocínio de outro colega, corremos o risco de Punto e do Grand Siena serem a versão de baixo custo do Aegea hatch e sedan aqui no país e não seriam produtos para concorrer com os médios, mas com os compactos grandes ou médios-compactos. Palio e Siena permaneceriam como estão, e o que teria em comum é os citados usarem e mesma base, que pode não ser a B-Wide, mas a já aplicada aqui na linha Palio e Uno. Essa ideia, tirando a questão da plataforma, tem lógica, pois a FCA disse que para alguns mercados haverá um sedan abaixo do Aegea que fica abaixo do Viaggio. O mercado turbo, por exemplo, comercializa o Linea Classic(sem o face-lift), Linea atual e agora ganhou o Aegea. A depender do tempo, o Aegea deve eliminar o Linea, mas quem ficaria no lugar do Linea Classic? Nós temos o Grand Siena e este poderá numa futura geração substituir o Linea Classic.

        Sobre o motor, o Multijet 2(diesel) já é ofertado no Renegade e será na Toro, então ela traz esse motor. O que ela não oferta nos produtos nacionais é o MultiAir 2. Essa tecnologia é associada a motores com comando duplo de válvulas. Aí entra alguns poréns, caso a tecnologia não sofra mudanças: o novo 1.0 três cilindros teria 6 válvulas e não 12 válvulas. Ele poderia ter o MultiAir 2 caso estivesse na segunda condição, mas no máximo eu diria que alguns preceitos do MultiAir seriam aplicados. Também é dito que haverá um novo 1.4 com uns 100cv. A Fiat tem no 500 o 1.4 16V MultiAir Flex. Poderia este motor ser nacionalizado e usando o MultiAir 2, mas, novamente, o assunto sugere um 1.4 com 8 válvulas. Possível desenvolvimento de versões com 12V e 16V respetivamente, bem como turbo não estaria descartados e com esse contexto, talvez, o MultiAir 2 seja aplicado. Entretanto, lembro que a FCA no novo planejamento mostra que haverá novos motores com tecnologias mais eficientes tipo a injeção direta e aí pode envolver os T-Jet, 1.4 Fire aspirado deles e TwinAir. As mudanças feitas na linha do exterior poderão ou não influenciar na oferta aqui.
        – a questão do suv estudado deve ser melhor esclarecida. O planejamento diz que a America Latina e outro mercado terão um B-CUV(não quer dizer que será um suv, e é do segmento que hoje temos família Uno, família Palio, Renegade, 500X, etc). Na Europa terá um C-CUV(categoria médio para nós, logo acima do 500X e Renegade), que seria o substituto para o Freemont. Alguns dizem que pode ser baseado na Toro. Temos que considerar o fator inserção no mercado, pois a FCA alega que o 500X não foi ofertado aqui para não interferir nas metas do Renegade. Como temos previsão do sucessor do Compass, onde a geração atual tem preços compatíveis com o Freemont, mas a nova poderá criar vãos maiores por conta da mecânica a diesel, novamente pode ocorrer de não termos opção ao Freemont, que poderia ser derivado da Toro, para não afetar as vendas do Compass NG. No caso do B-CUV, esse produto não deve afetar como é dito com o 500X o Renegade, então a hipotese levantada que seria um suv baseado no Uno teria uma mínima coerência. O produto pode ser menor que o Jeep e ser mais simples. 500X aqui no nosso mercado só vejo como importado, numa configuração bem equipada, com preço acima da Longitude do Renegade, e isso se o câmbio permitir um preço dentro dessa proposta. O Renegade, segundo o planejamento, no próximo ano ganhará face-lift nos mercados onde começou a ser vendido. Aqui no Brasil, isso só deverá ocorrer, especulo, no final de 2017, começo de 2018.

      • Lucas

        Se acontecer uma dessas acho muito.

  • Raimundo M.

    É a mesma receita do Viaggio e Ottimo, onde o segundo tem a traseira encurtada.

    • Alexandro Henrico von Mann

      A traseira do Ottimo é bem diferente do Viaggio!

      • Raimundo M.

        Sim, é diferente, mas o veículo em si tem carroceria curta. Se fossem bem mais distintos como o Bravo e Línea ou o hatch e sedan do Corolla.

        • Alexandro Henrico von Mann

          O Linea é sedã do Punto, por isso não tem nada a ver com o Bravo.

  • Joaquim Grillo

    A fiat deu uma mancada se tivesse esperado um pouco mais dava para mudar bastante o atual aqui e colocar as linhas desse agea ou o Ottimo nem precisaria de nova geração.

  • JR_BSB

    Ficou muito boa a projeção.
    Mas a lógica seria “novo Punto”, pelo porte do Aegea

    • Raimundo M.

      Não exatamente. O Aegea tem medidas dos médios menores. A questão é que existem médios maiores e mais sofisticados cabendo ao Viaggio ou não ser a opção. Veja o Aegea sedan, hatch e sw como produtos para concorrer com Logan, Sandero e Logan MCV. Os Renault tem bom espaço interno, mas não são compridões. O Punto é menor em espaço que o Sandero, e outro detalhe: o Punto é do segmento B e não C. O planejamento mostra que no próximo ano quando surgirão os Compact-hatch e Compact-sw, as variantes do Aegea onde compacto equivale a médios a depender do mercado, terá um novo produto para o segmento B. Não é dito o tipo de carroceria.

      Analisando o planejamento, a America Latina teria no próximo ano novos Punto e Grand Siena que também seriam ofertados no mercado asiático em 2017. Se o Aegea e suas variantes serão para o mercado europeu, então novos Punto e Grand Siena devem ser projetos diferentes e direcionados para os mercados citados. O próprio planejamento sugere que o Punto seria um projeto comum ao novo Palio.

      • JR_BSB

        Imagino que o Aegea também seja do segmento B, da parte dos compactos maiores, assim como Logan e Cobalt. E isso não impede da marca ter outros carros no mesmo segmento. A GM faz isso no Brasil.

        • DiMais

          tá fácil enganar brasileiro, depois reclamam dos produtos que temos.
          Aegea é feito sob a base SUSW/B (S de small / B é o segmento), o Bravo é feito na base antiga da CUSW (C de compact/nossos médios).
          o hatch derivado do Aegea está sim mais para sucessor do Punto que está bem velho por lá enquanto o Grande Punto (o que conhecemos como apenas Punto no Brasil) vai ser o modelo baseado no 500 e entrará na gama de modelos ‘emocionais’ da Fiat.

          • Raimundo M.

            Nobre, o Grand Punto voltou a ser Punto pela transição do EVO. Antes havia o Punto, comparável ao nosso Palio e o Grand Punto que era maior. Saiu o primeiro e o segundo depois virou EVO, mas atualmente se limita a Punto.
            O Aegea embora use plataforma dedicada a veículos do segmento B, ela pode gerar veículos de outros segmentos vide a Toro que é C. A Strada é do segmento small ou B. A questão é que a plataforma citada tem um custo de produção menor e isso ajuda no preço final.
            Em alguns mercados, a Fiat mantinha o Grand Punto como produto de acesso, e o Punto EVO mais caro, e talvez seja essa sua colocação. O Grand Punto estaria para o nosso Palio e o Punto EVO poderia está para o Aegea hatch. A questão é que hatch do Aegea deve ser maior que o Punto (EVO ou sem essa designação). O preço pode colocá-lo como opção a produtos do segmento B, mas o porte seria do C ou os B grandes que são ditos de médios com preço de compacto aqui.
            O Punto ser subproduto da linha 500 é o mais especulado, mas aí entra outra questão que é o público alvo. Concordo com você quando o Aegea pode assumir o papel do Punto, mas isso se daria com o reposicionamento do Punto. A FCA tem feito a linha 500 uma espécie de família vista na Mini e porque não linha DS da Citroen. O sucessor do Punto, que não deve levar esse nome na Europa, seria algo para um DS3 da Citroen.
            Nós, segundo o planejamento, continuaríamos tendo um Punto que é posicionado no segmento premium.

            • DiMais

              Aegea hatch e Nuova Punto são carros do mesmo segmento, sendo que o Aegea (baixo custo) não vai ser vendido em qualquer lugar e acredito que os novos Palio e Siena serão os equivalentes brasileiros dele (inclusive com a hipótese de o novo Siena, não Aegea, substituir o Linea em mercados como a Índia), temos ainda o Uno (Panda deles) e o urbano que seria o equivalente ao 500 nas versões de entrada da Europa. ficando assim a linha da Fiat muito mais limpa que e a atual.
              a Toro não acredito que seja do segmento C se nem o irmão Renegade é, e o crossover derivado vai ser equivalente ao 500X/L para o mercado brasileiro.
              os carros compactos cresceram bastante e isso tem gerado confusão com o segmento que eles pertencem, Aegea como segmento C seria o mesmo que colocar Sandero (mesmo porte do Aegea)no lugar do Megane, impraticável.

        • Raimundo M.

          Sim, como o tamanho do produto fica num divisor de águas, e aí o direcionamento poderá ser pelo conteúdo ofertado, talvez o preço do Aegea seja compatível como segmento B, porém ofertando conteúdo e porte mais alinhado ao C.

  • Leandro

    Cortar a traseira de um carro é projeção? ….

    • dallebu

      Não é tão fácil, pra fazer um encurtamento de boa qualidade igual esse o cara gasta umas 2 horas de photoshop pra disfarçar as emendas e suavizar a curvatura do vidro. Até colocar a placa gasta tempo, pois tem que adaptar a perspectiva do carro e deixar ela com uma luminosidade coerente com e cenário da foto.

      • Leandro

        Por mais trabalho que dê, é uma projeção preguiçosa. A fiat já indicou que vai fazer variantes se e hatch do aegea. Dai encurtar e alongar a traseira…. Só pra especular…acho besteira. Só pra criar notícia. Se ainda fossem informacoes concretas de que a fiat vai fazer isso (apenas alongar ou encurtar a traseira, sem alterar elementos)…. Tudo bem. Mas não é o caso.

    • DiMais

      mais ou menos, ele teve a brilhante ideia de fazer a mesma coisa que a dupla maior Viaggio/Ottimo e pam pam pam… Aegea Hatch (e não, não é o sucessor do Bravo!)

  • Rodrigo

    Belo carro

  • renanfelipe

    Essa lanterna parece que “caiu” o pedaço que deveria estar sobre a tampa do porta malas rsrs. Eu a deixaria mais estreita verticalmente e avançando sobre a tampa…

  • Hugosw

    Se nem a Toyota ou Honda entraram neste nicho, acho que a Fiat não vai mudar o Bravo tão cedo

    • DiMais

      o Bravo está morto (para a Fiat é agora é Ottimo e só em mercados que ela julga necessário), o hatch derivado do Aegea está mais para sucessor do ‘old’ Punto europeu que está muito velho mesmo.

  • Brj

    Como gosto cada um tem o seu, eu já achei a traseira feia mas de perfil até que é interessante.

    • Jonas Sales

      Eu também não gostei dessa traseira ai não.

  • ALVIN_1982

    O Theophilus tá meio sem inspiração ultimamente…

  • Luccas Villela

    Achei melhor do que a versão sedã.

  • Bruno Wendel Marcolino

    achei bacana.

  • sigma7777777

    OFF: Flagra do Sentra 2016! Monte o endereço removendo os espaços: incar . tw / post / 2016 / nissan-sentra-spy-shots

    • Mr. Bola de FOGO!

      Já tô vendo que vou gostar mais do atual.

      • sigma7777777

        Digo o mesmo. Não vejo a hora de lançarem esse novo em 2016 para eu pegar o atual com algum desconto. Aposto que será lançado no Brasil por volta do mesmo período que o atual foi lançado, ou seja, setembro ou outubro de 2016.

        • Mr. Bola de FOGO!

          Pior…

  • sigma7777777

    Aegea hatch (ou Bravo) e perua!

  • Fael

    A FIAT no Brasil está morta né?! Cada vez mais perde mercado. Tudo devasado. Só falta a Strada perder terreno, o que não é difícil.

    • DiMais

      não é só no Brasil, a FCA começou a revisar toda a linha de produtos vendidos ao redor do mundo e congelou o desenvolvimento de muitos produtos, até mesmo as rentáveis picapes RAM e alterou planos como o urbaninho brasileiro que seria feito em Goiana.
      o foco recente foi a atualização de plataformas, expansão da marca Jeep e renascimento da Alfa Romeo (marcas globais do grupo), o Aegea acabou sendo uma grata surpresa para a Fiat que está também repaginando sua linha de produtos entre ‘emocionais’ e ‘racionais’.
      aqui no Brasil ainda tem muita fragmentação na linha da Fiat e acredito que eles estejam trabalhando para corrigir isso. inclusive, a possibilidade de não recebermos a linha Aegea se dá pelo fato de ela ser equivalente (moderna) da nossa linha Palio (SIM!) e que também já está em vias de ser atualizada.

    • FABIANO SCHMITHE

      Esta bem por fora !!

  • Valdemir Souza

    Ainda acho o Bravo da primeira geração muito mais bonito, o que falta ao Bravo na verdade é uma linha de motores mais modernos e um cambio automático decente.

    http://www.dezeroacem.com.br/wordpress/wp-content/uploads/blogger/_ssXXvhqSEcw/TL0WgZHXyKI/AAAAAAAAE4A/hP_DD0cQp_g/s1600/fiat_bravo_1_%281%29.jpg

    • RafaCtba

      Ainda é um belo produto. Bem que A FIAT poderia dar um pouco mais de atenção para ele, principalmente na questão do cambio.

  • Whering Alberto

    Bem feio.

  • Edu.ch

    Citroen Xsara. Bravo tem muito mais personalidade que isso aí. Seria um retrocesso.

  • pedro rt

    gostei mais desse novo bravo q do ottimo

  • Fabão Rocky

    Isso sim! Enfim um notchback! Já não aguento mais esses hatches de hj em dia c/ a traseira cortada em 90º, tipo Uno, Fox, Golf.

  • DiMais

    downgrade do Bravo?

  • Vini

    Hmmmmmm… melhor não…

  • Autofahrer!

    Estes italianos aí são uns ratos isto sim! Esta projecção foi eu que fiz para o blog Passione Auto Italiane (http://passioneautoitaliane.blogspot.com.br/2015/06/render-fiat-aegea-hatchback.html). Nem a cor foram capaz de disfarçar. NA poderia ter tido em primeira mão, mas só valoriza o que é estrangeiro.

  • Ricardo

    Bonito hatch, foge do óbvio. O problema do Bravo atual é a falta de um “powertrain” decente e uma suspensão refinada, pois o carro é esteticamente interessante e bem acabado. Com essas correções a Fiat tem tudo para brigar de igual com Focus e Golf. Desde que, é claro, promova essas modificações. Se chegar com desempenho matador e excelente consumo, vai virar “lindo” na opinião daqueles que adoram criticar a estética.

  • Adriano Rebeca

    A Fiat está estragando sua linha Européia colocando a cara do 500 em todos os carros. Uma decepção!

    • Matheus Lelis

      É padrão de todas as montadoras, INFELIZMENTE!. Temos exemplo na ford, onde a frente do fiesta > Focus > Fusion são idênticas. Volks é a mesma coisa. Voyage > Fox > Golf > Jetta > Passat, a toyota agora, e por ai vai, concordo com você, isso é um retrocesso para a empresa, e pelo visto, a fiat esta padronizando tudo pra ficar parecendo o 500.

  • Autofahrer!

    Estes italianos aí são uns ratos isto sim! Esta projecção fiz para o blog Passione Auto Italiane no mês passado. Nem a cor foram capaz de disfarçar. NA poderia ter tido em primeira mão, mas só valoriza o que é estrangeiro.

  • FABIANO SCHMITHE

    Ficou muito bonito..

  • klaus

    legalzinho

  • PEDAORM

    Aegea Fastback

  • Filipe Machado

    Ai a Fiat BR traz e coloca o 1.8 ETorq vaza óleo + Câmbio Dualogic pra brigar com Focus, Golf, Cruze e os franceses

  • Jad Bal Ja

    Não que eu fizesse melhor, mas foi uma projeção bem preguiçosa né? Só encurtou a traseira da Aegea. Vou esperar a proxima projeção.