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Range Rover SVAutobiography Dynamic 2017 chega com 550 cv ao mercado americano

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A divisão Special Vehicle Operations (SVO) da Land Rover criou uma versão personalizada e mais potente do Range Rover, chamada SVAutobiography Dynamic 2017.

O destaque é o uso do motor V8 5.0 Supercharged com 550 cv e 69,2 kgfm. O propulsor a gasolina é acoplado ao câmbio automático ZF 8HP de oito marchas e ao sistema de tração nas quatro rodas com gerenciamento Terrain Response II.

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Disponível com rodas de liga leve aro 21 polegadas em cor grafite, o Range Rover SVAutobiography Dynamic 2017 ainda pode ser equipado com rodas aro 22 polegadas e pinças de freio com pintura vermelha, usada pela primeira vez no modelo em 46 anos.

Por dentro, o ambiente suntuoso vem com acabamento em couro acolchoado de tonalidade vermelha e preta, tendo ainda sistema de entretenimento com duas telas traseiras de 10,2 polegadas, bancos dianteiros com ajustes elétricos em 20 posições e guarnição em madeira. Há revestimentos em couro vermelho também nas portas e painel. Nos EUA, o modelo custa US$ 170.995, o dobro do valor da versão de acesso do Range Rover.

Galeria de fotos do Range Rover SVAutobiography Dynamic 2017:





  • Compro Vidro de Perfume Vaziou

    Tive que relar o Titilo pra realmente entender que se trata de um Rover e não uma copia, pq esse interior vermelho ala estilo Chines que sempre aparece aqui me deixou em duvida

  • vicegag

    “Nos EUA, o modelo custa US$ 170.995, o dobro do valor da versão de acesso do Range Rover.”
    E no Braziu o modelo custa o dobro da versão nos EUA.
    Brasil, país de milionários.

    • Carrera

      Você errou, depois da Lava Jato agora somos um país de Bilionários e não milionários.

  • Carrera

    Estupidamente confortável, sem mais.

  • Don Ramón

    É o meu carro dos sonhos, acima de qualquer super-esportivo ou hiper-carro. Mas tenho cá comigo uma decepção (além daquela de não poder ter um desses)…
    Dia desses vi um Range Rover clássico na rua e dei um jeito de arrumar um espaço pra andar ao lado dele por alguns metros, antes de cada um seguir seu rumo. Entre tantas e tão grandes diferenças técnicas e estéticas que separam tais gerações, o que mais me chamou atenção foi a vocação off-road do Range Rover clássico, expressa em detalhes como rodas (de liga-leve) menores, pneus de perfil maior, eixo traseiro rígido e altura do solo. E aí que imediatamente fiz uma comparação mental com o Range Rover atual e veio o veredicto: entre o clássico turrão e o novo perfeccionista, o clássico me encanta mais. Não que ele seja mais bonito, e muito menos pode ser comparado no que diz respeito ao conforto, segurança e à tecnologia embarcada.
    Mas ele tem algo que o novo não tem: a alma das histórias lendárias da Land Rover; a vocação pra encarar o fora-de-estrada sem medo de sujar o couro do interior caprichado (ou de dar pau em algum componente eletrônico de controle do carro sobre o qual o motorista não tem controle algum…). Enfim, sabe quando um fã se decepciona com o ídolo? Foi isso o que aconteceu…
    E pra concluir: definitivamente, detesto SUV (e qualquer carro com alguma proposta fora-de-estrada) com roda grande e pneu de perfil baixo!



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