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Renault Duster Oroch chega à Argentina com opção de câmbio automático

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A Renault anunciou nesta terça-feira, 26, a chegada da Duster Oroch na Argentina. Produzida na planta da marca em São José dos Pinhais (PR), a nova picape estreia por lá nas versões em cinco configurações diferentes, com duas opções de motorização e duas de câmbio.

O novo modelo conta com o motor 1.6 16V de 110 cv, com câmbio manual de cinco marchas, nas versões Dynamique e Outsider, e com o 2.0 16V de 143 cv, nas variantes Dynamique, Privilege e Outsider Plus, com transmissão manual de cinco velocidades ou automático de quatro marchas, que deverá estrear no mercado brasileiro em breve.

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A versão Dynamique traz duplo airbag, freios ABS com EBD, faróis de neblina, rodas aro 16, vidros elétricos, sistema de som com Bluetooth e ar-condicionado. O modelo Outsider inclui capota marítima, para-barro em plástico, proteção frontal com faróis auxiliares e barras de proteção na parte traseira. Já a Privilege agrega rodas aro 16 escurecidas, para-choques na cor da carroceria, barras de teto, volante em couro, retrovisores elétricos, sistema MediaNav com GPS e sensor de estacionamento traseiro. Por fim, a Outsider Plus combina os itens da Privilege e da Outsider.

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Confira abaixo os preços da nova Duster Oroch para a Argentina:

Duster Oroch 1.6 Dynamique: 306.600 pesos
Duster Oroch 1.6 Outsider: 318.600 pesos
Duster Oroch 2.0 Dynamique: 324.400 pesos
Duster Oroch 1.6 Privilege: 340.000 pesos
Duster Oroch 2.0 Outsider Plus: 349.000 pesos

A Argentina é o segundo país da América do Sul a importar a Duster Oroch. O modelo é vendido na Colômbia desde janeiro deste ano. Nos próximos meses a Renault vai começar a vender a picape em outros mercados latino-americanos.





  • Ué, por que chegou primeiro na Argentina, se é feito no Brasil?

    • Então… os hermanos merecem!

    • Maçaranduba o Porradeiro.

      Deve estar vendendo bem por lá, aqui virou mico.

      • Aqui está vendendo acima do esperado pela Renault, que estimava 1500 unidades/mês, quando se deflagrou a crise e ela baixou para 1000 unidades/mês.

        • Maçaranduba o Porradeiro.

          Tá vendendo em média de 460 unidades mês, é menos da metade da esperado.

          • Estamos falando do mesmo carro? Só em Março, a Oroch vendeu mais de 1200 unidades.

            • Maçaranduba o Porradeiro.

              Tava no site a tempo atrás 463 unidades.

              • Acompanhando a Fenabrave, só em Março que ela superou a meta, mas nos meses de janeiro e fevereiro, ficou próxima de 900 unidades em cada mês, algo aceitável, na iminência de chegada da Toro e nos meses mais fracos de nosso mercado automotivo.

              • Baralho

                Na quinzena

                • Maçaranduba o Porradeiro.

                  Só deve…

      • !Marcelo Surf!

        Com certeza foi um erro estratégico da Dacia brasileira ter se precipitado e lançado este modelo, talvez para obter o título de pioneira no seguimento, em cima da plataforma antiga do duster. Além do carro ser feio, é um conjunto muito inferior ao da Toro. Vai comer poeira cada vez mais.

    • Pedro Rocha

      País sério é outra coisa. Enquanto a Dilma de lá já foi, a daqui ainda nos causa estragos.

      Além disso, vejo também uma outra questão: a Renault sabe que não tem como concorrer com a Toro flex AT6 e nem perdeu tempo em lançá-la por aqui. Provavelmente estão esperando mais aumentos nos preços da Toro para criar espaço na faixa de preço entre a Oroch TOP MT6 e a Toro AT6 para depois encaixar a Oroch AT4.

      • Debraido

        Serio naquelas. Só tiraram a Cristina quando chegaram no fundo do poço. Assim como nós estamos fazendo agora.

        • fbl

          Pelo menos ja tiraram, aqui aguardamos anciosos rsrs nisso eles estao na frente mesmo

      • Rodrigo

        A diferença é que a Cristina perdeu nas eleições, ou seja, completou os dois mandatos.
        A daqui, se tudo der certo, sai sem terminar o segundo.

    • Leandro

      Mercado lá é menor. Qualquer meia dúzia q mais na capacidade de produção já pode lançar.

    • Embora o volume seja menor, a Renault é muito forte lá, segunda ou líder. (eu acho)

    • Emanuel Martins

      Vai chegar somente quando a Renault lançar a linha 2017 dos modelos dela.

  • João Cagnoni

    Esses dias fui alugar um carro e disseram que tinham uma oferta de um carro de “luxo” por um valor um pouco superior. Chegando lá, era uma Duster… Deu vontade de rir…

    • kkkkkkkkkkkk.

    • Rodrigo

      Ah mas perto de Uno Vivace e Gol, a Duster é um carro de luxo realmente! (ironico)

      Pra mim a melhor locadora atualmente é a Movida. Nada de Gol, Uno ou Palio, só Ka, HB20, etc.

      • Mas a Movida ainda tem o Gol, Novo Uno e etc, embora também tenha HB20, Ka, Sandero e etc.

      • Estão lá ainda… espero que saiam e fiquem só os bons!

        • Rodrigo

          Na pratica não existem. Só vejo novo Ka e HB20 disponíveis nas lojas em que visitei (SP, Manaus e Belém).

          • Aqui em Porto Alegre eles ainda existem, em especial na linha sem ar, muito alugada por aqui.

  • Walber Menezes

    Ainda com 4 marchas…

  • Gran RS 78

    A Renault já tinha que ter lançado a Oroch com opção de cambio automático desde o início, pois está provado que a grande maioria quer esse tipo de cambio. Isso iria aumentar as vendas desse modelo por aqui.

    • O grande problema é que haveria impacto direto as vendas do Duster. Com apenas versões equipadas com câmbio manual, ela atingiu diretamente o público alvo, que segue comprando, e impactou muito menos as vendas do SUV. Passado fator novidade, o AT4 virá como complemento de vendas, talvez levando enfim o Oroch a ter 2.000 unidades/mês, mas com o Duster já reconsolidado, acima de 2.000 unidades/mês novamente desde março.

      • Gran RS 78

        Mas acho que são clientes diferentes, pois quem quer um Suv nem irá cogitar a compra de uma pickup e vise-versa. A Renault só teria a ganhar com isso, pois iria atingir muitos consumidores que querem ou precisam de uma pickup, mas não abrem mão do conforto do cambio automático.

  • Leonel

    Sério que agora que vão por câmbio AT e ainda por cima será um AT4 ? Decepcionante…

    • Marco Antônio

      Não esperava nada diferente disso.

    • Se até a queridinha Toyota pode ter AT4, e vai vir o Kaptur, acima do Duster com CVT, qual o problema do Duster e Oroch ter o AT4, quando seus outros expoentes no segmento também tem, vide Tucson e Tiggo FL, assim como a Peugeot com os novíssimos da linha 208 e 2008, logo, não vejo mal. Melhor ter uma opção com câmbio automático de verdade, do que nenhuma ou automatizados.

      • Ailton

        Esse at4 será que é bom? O at4 da Toyota dizem que é ber acertado…

        • Eu tive o Duster AT4 entre 2011 e 2013. Gostava, achava bem acertado para o tamanho do carro e casava bem com o motor, sem pedir marcha. Seu consumo era melhor que o do Tucson, mas não era nenhum milagre. Na cidade ficava na faixa de 9 km/l com gasolina e na estrada que era surpreendente, com consumo na faixa dos 13,5 km/l, 14 km/l, velocidade girando a 110 km/h, em todas as situações com o ar ligado. Não sei como está atualmente. Dizem que a Renault teria melhorado ele um pouco, pois a gasolina ganhou maior percentual de etanol e com isso o consumo havia sido prejudicado, mas não faço ideia o quão surtiu efeito e se houve uma melhoria no trabalho.

          Para efeitos de comparação, hoje tenho ainda um AT4 em casa, que é um Hyundai HB20S, e ele também é bem acertado, sabendo usar, é econômico, especialmente em rodovias, mas na cidade é mais comum o AT4 do HB20 pedir marcha (fazer trocas), do que era comum com o Renault Duster, que, em termos dinâmicos, era bem parecido com o Toyota Corolla de minha família, que algumas vezes usei.

          O chato do AT4 é que na cidade, nunca ele é econômico o suficiente em relação ao manual, e qualquer para/anda excessivo faz o consumo disparar, e isso não importa a marca, seja Toyota, Renault, Hyundai, Peugeot ou Citröen.

          • DougSampaNA

            Oba, blz? Então, temos o mesmo carro; e penso seriamente em quando sair o March 1.6 cvt, dar uma passada na ccs e fazer um test drive; alem do cvt ser mais econômico, o motor foi desenvolvido pra ser econômico; gosto do conforto do At4 do HB, é muito macio; mas o consumo médio na cidade com ar ligado em torno de 1/3 a 1/4 do uso diário, não passa de 6,4 no alcool; na estrada está com bons 11,3 km/l (mesmas condições de uso); MAS eu quero mais..quero um AT ou CVT que faça pelo menos 8,5 na cidade e uns 12 na estrada.
            Troco a beleza e a cavalaria por menos potencia e mais economia numa boa.

            • Na época em que adquiri o HB20S, eu era apaixonado pelo Versa, mesmo com seu visual controverso, que se ele tivesse câmbio AT, eu o teria levado, mas pela falta, saiu de minha lista de opções, dando lugar a um Livina X-Gear (sim, nada a ver). Após uma série de test drive, comparativos de custos, valores de aquisições, passando por Ford New Fiesta Sedan, Citröen Aircross, GM Prisma, GM Sonic, Fiat Gran Siena, Renault Sandero Stepway e outros, o Hyundai me ganhou pelo todo, seja por ter um câmbio verdadeiramente automático, ainda que AT4 na época, pelo conteúdo, pelo design (atemporal), pelo acabamento interno, pelo baixo custo de manutenção, pelo conforto e pela ampla e longa garantia. Fiz uma excelente troca, pois realmente sou muito satisfeito com o HB20S, com o atendimento Hyundai, com o carro que é muito gostoso de dirigir, e com o baixo custo de manutenção.

              Sobre o novo HB20S, fiquei positivamente surpreendido pelo consumo menor do AT6 na cidade e pelo seu funcionamento. Se eu fosse trocar meu sedan compacto por outro, o novo HB20S estaria no páreo novamente, e certamente eu o levaria, pelo excelente conjunto, que ainda vence o Versa, que é muito bom também, mas agora penso em SUV novamente (mas compacto), e como o ix25 não dá sinais de vir, o Kicks entrou para o páreo junto com o HR-V, mais inclinado pelo Nissan. Renegade, após test drive, perdi o encanto, embora tenha gostado de muitas coisas.

  • Iorton

    Um coisa que achei interessante, a diferença da versão básica para a versão topo de linha é de 13%. Considerando que os preços divulgados tem o câmbio aut como um opcional, pelo menos esta é a informação do site Renault ARG.
    No BR essa diferença é muito maior. Entre o topo e a básica, aqui no BR a diferença é de 18%, sendo que a topo de linha é com câmbio manual e não o automático da ARG.

  • Mateus Barbieri

    Gosto é igual a CU cada um tem o seu, mas esse Duster podia ser um pouco mais bonito…

    • Se tivessem seguido o Oroch Concept, e o adotado no próprio Duster SUV, eles teriam um carro atualizado, mais bonito e moderno.
      Acho o Duster um carro bonito, inclusive a versão Dakar dá uma disfarçada na idade do projeto, mas se eles fossem fiéis aos conceitos que eles mesmos desenvolvem, poderiam ter carros com visual moderno e interessante.

      • Mateus Barbieri

        de modo geral em acabamento o unico que se salva é o fluence pois resto tem rebarba nas peças, tecidos má qualidade, barulhos internos nem se fala

        • Não sei quanto ao atual Duster, nem quanto ao Sandero e ao Logan, mas quando tive um Duster, entre o final de 2011 e 2013, o que eu não tinha para me queixar era de barulhos internos, pois o carro era surpreendentemente bem construído. Eu rodava em estradas de chão com frequência (morava em frente a uma na época, tanto que por isso escolhi o Duster) e o carro foi substituído dois anos depois sem qualquer ruído. Achava os tecidos dos bancos de boa qualidade, justos para a proposta do carro. O que pecava pra mim era a aparência dos plásticos, que eram feios, mas duráveis, não riscavam e eram a contento com a proposta de robustez. O acabamento era estranho, com parafusos aparentes na parte inferior do console, mas era totalmente bem encaixado e sem rangidos. Achava apenas que a proposta do Duster não combinava com Sandero e Logan, que eram carros de uso urbano, e atualmente, ao que vi, eles estão bem melhores, de acordo com a média da categoria.

          • Rafael

            Pode falar um pouco sobre o desempenho? Chegava a ser bom ou era apenas aceitável? Penso em pegar um altinho (meu carro sofre pra encarar estrada de terra, até evito ir em sítios e cachoeiras). Mas tenho medo do AT4 deixar o carro morto em rodovias com 3 ou 4 pessoas a bordo.

            • Quanto a desempenho, eu só tinha elogios. O Duster anda bem, graças ao motor 2.0 que é forte, mesmo sendo AT4, e olha que eu o utilizava muitas vezes bem carregado, inclusive com cinco pessoas a bordo e porta malas cheio. Afins de curiosidade, inclusive fiz uma das minhas mudanças de residência com ele, e pasme, rebatendo os bancos da frente e traseiro, consegui colocar uma cama de solteiro inteira dentro dele.

              Obstáculos de dia-a-dia, estradas de chão, serras e etc, ele enfrenta, sem qualquer desespero, mesmo carregado. É um carro leve, apesar do porte. Sinto falta até hoje da boa altura que ele tem em relação ao solo e a sensação de ver tudo a frente.

              Creio que, para não surtirem dúvidas, vale fazer um test-drive mais completo com ele. Solicite a concessionária, um percurso longo, que pegue rodovia e pavimentos ruins. Aqui no Sul, as concessionárias aceitam, e na época, quando adquiri o meu, fiz um test drive de fim de semana (acho que não fazem mais) com o Duster, levando ele da CSS no sábado próximo ao final da tarde e o devolvi só na segunda pela manhã, já assinando o contrato de compra, sem dúvidas. Se isso não é possível em sua cidade, o Duster 2.0 AT tem disponibilidade nas principais locadoras. Alugue-o por um final de semana e tire a prova. É a melhor forma de adquirir um carro, sempre que possível o alugando anteriormente ou fazendo um test drive maior ou mais completo.

              • Rafael

                Obrigado pela resposta! Ótima idéia essa de alugar. Realmente já vi na Localiza, por exemplo. Lá tem tem a versão 2.0 AT e 1.6 MT. Vou tentar pegar por um dia e encarar um bate e volta de estrada.

        • marcelo

          O Fluence não e um Dacia, coincidência não?

    • Baralho

      Kkkkkkk

  • Rodrigo

    Off topic: hoje foi anunciado (U O L, G 1) que a Geely deixou oficialmente o Brasil.

    • Sim! Fiz uma matéria no portal MAXX, no canal Sobre Rodas.
      É uma pena, mas com esta crise… surpreendente é ver a Changan assumindo as operações que estavam com a Districar, nesse meio tempo.

  • ViniciusVS

    Uma dúvida que tenho, esse “extensor” da caçamba não força a tampa? porque em foto é muito legal mas na prática com o asfalto ruim dependendo do peso que está levando será que não tem risco de danificar dobradiça da tampa por exemplo? digo pois um carro de passeio devagar já chacoalha e as vezes da “pula” com imperfeições da via, para quem tem carro com esse acessório, é robusto e pode usar sem dó ou é mais para levar algum objeto longo?

  • Hugo Borges

    Interessante isso, primeiro foi o Renegade 2.4, agora a Oroch Automática, tudo na mesma semana. Eu sei que essas decisões envolvem custos derivados das diferentes tributações dos países, porém, ainda é chato ver o mercado hermano, menor, ter mais veículos atraentes que o nosso.

  • Valdemir Souza

    O carro paga pelo PÉSSIMO painel que colocaram nele, não dava pra adotar pelo menos o do Sandero?

    • Gerson Miolo

      Verdade comparado a toda concorrência direta Ford/ Ecosport e GM/Tracker não dá para comparar em nível de acabamento, mas às vezes se justifica a venda pelo espaço interno e porta-malas apesar de terem piorado o centro do painel mas em pleno 2016 Cãmbio Automático só de 4 velocidades não tem cabimento , viajei no ano passado com uma 2014 e meu Deus, pede e muito uma quinta ou sexta marcha é um retrocesso.

  • Filipo

    Toda essa demora para lançar um câmbio de 4 marchas. E não é pelo custo, pois a versão que ganhará o câmbio, será a equipada com motor de 2L, portanto, cara. Mais de R$ 70 mil!
    Custava adaptar o CVT do Fluence/Sentra?



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