Samsung, a gigante de tecnologia abraçou os carros nos anos 90

14/02/2016

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Samsung SM3

Kun Hee Lee era o presidente da sul-coreana Samsung no começo dos anos 90. Ele percebeu que o mercado automotivo seria uma oportunidade para a gigante de eletroeletrônicos. Para fazer frente aos concorrentes mais proeminentes do país, entre eles Hyundai, Kia e Daewoo, a empresa decidiu alocar recursos e tecnologias de outros setores.

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Samsung – fábrica em Busan

Mas, mesmo assim, era quase impossível criar uma divisão de automóveis do zero. Por isso, Hee Lee partiu para a aquisição da Kia Motors. No entanto, a disputa com outros interessados e a burocracia envolvida, acabaram por fazer a Samsung desistir. No final dos anos 90, a Hyundai conseguiu o controle acionário da marca rival.

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Samsung Motors – Busan

Samsung Motors

Em 1994, Kun Hee Lee partiu para criar a Samsung Motors para automóveis e uma divisão de veículos comerciais. Um acordo com a Nissan foi estabelecido. Busan era sede da divisão de carros, enquanto os caminhões eram feitos em Daegu. Mas, por volta de 1996, a crise econômica da Ásia bateu forte na empresa.

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Samsung SM5

Por conta disso, Kun Hee Lee decidiu vender a divisão de caminhões. A Daewoo eraa principal interessada, mas foi a GM que levou a companhia. Nessa época, o principal produto da marca era o sedã SM5, uma variante dos Nissan Cefiro e Maxima. No entanto, não levou muito tempo para que as dificuldades colocassem a Samsung Motors com a placa de vende-se.

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Samsung SM7

Em 1998, começaram as negociações com a Renault, que só encerraram com a compra da Samsung Motors em 2000, mas agora já sob o controle da Renault-Nissan. Cerca de 70% da companhia foi vendida por US$ 560 milhões. A partir daí, todos os carros passaram a ter maior sinergia com o novo controlador, especialmente os projetos da Nissan.

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Samsung QM3

Renault Samsung

Dois anos depois, surge o SM3, derivado do Nissan Almera. Em 2004, o SM7 aparece como versão local do Renault Talisman. Mais três anos e o Renault Koleos – feito localmente – passa a ser vendido como QM5.

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Samsung SM3 ZE (elétrico)

Com a sinergia entre Renault e Nissan cada vez maior, os sedãs grandes mesclam mais elementos da japonesa, enquanto o médio SM3 (Fluence) tem mais DNA francês. Recentemente o QM3 apareceu como versão local do Captur. Apesar do foco no mercado sul-coreano, a Renault Samsung tem alguns clientes no exterior, com destaque para o Chile.









  • Rbs

    Daqui a pouco a LG entra no samba também.

    • Ubiratã Muniz Silva

      e não custa lembrar que a Daewoo já atuou no mercado de eletroeletrônicos também.

      • Felipe

        Pra citar só alguns exemplos… Daewoo, Hyundai, Mitsubishi, Suzuki e os saudosos Philco-Ford.

        • RafaCtba

          Engatando neste assunto, quem já não viu um teclado musical da YAMAHA?

          • DiMais

            ah os orientais e suas infinitas capacidades de desenvolverem todo tipo de tecnologia.
            não ficam presos ao “só faço carro, só geladeira, só relógio”, fazem qualquer coisa.

          • e_angel

            A origem dela (Yamaha) é na fabricação de pianos, sendo que a linha de instrumentos musicais dela são das mais completas e melhores que existem no mercado.

        • DiMais

          coreanos

          • Felipe

            Japoneses, americanos…

            • DiMais

              americanos nem tanto, orientais são mais tradicionais em não serem tradicionais..

              • Felipe

                É relativo. Americanos hoje não mais. Mas no passado, além da Ford já ter sido dona da Philco fabricando TVs, rádios e aparelhos de som entre 1961 e 1981, a GM já fabricou refrigeradores e aparelhos de ar condicionado entre as décadas de 50 e 70 no Brasil. Mas sim, entre as marcas orientais de automóveis, a prática de fabricar eletrônicos e eletrodomésticos é mais comum… Mesmo por que, veja a quantidade de marcas de automóveis orientais atualmente ante as americanas…

      • Rbs

        Ja ia dizer que a Daewoo eu não sabia, agora é só olhar para baixo.

  • Bruno Silva

    Uma marca sem história e com nome de celular. Não é melhor virar tudo Renault ou Nissan não??

    • G.Alonso

      Aqui no Brasil pode ser que seja assim, mas, lá na Coréia pode fazer certo sucesso, e não é tão custoso modificar os carros, colocando apenas símbolos diferentes.

      • 0terceiro

        Como diz na matéria, até no Chile esses carros são vendidos.

        Aqui no Brasil que Samsung é só celular e TV.

        • Ernesto

          Pela minha interpretação, o foco da Samsung Renault é o mercado local, apesar de vender em outros países (poucos, creio eu), com destaque para o Chile. Esse destaque eu imagino que seja por ser um País vizinho ao Brasil.

          • Guilherme Gimenes

            no Chile uma graaaaaaande parte dos taxis sao samsung.

          • Caue Fonseca

            Chile faz parte de acordo asiáticos por dividir o mesmo oceano que os asiáticos. e chile não é vizinho do Brasil.

            • Ernesto

              Se vizinho for somente quem faz fronteira, então você tem razão.

    • edgar__rj

      Mitsubishi já fez radios e televisores.. A ford fabrica muitas ferramentas. E por aí…

      • Marcelo SR

        Mitsubishi faz de tudo! Desde caneta, ventilador, eletrodomésticos em geral e claro… Carros.

      • Bruno Silva

        E dai? A Samsung entrou no ramo automotivo e agora praticamente depende de modelos lançados pela Renault e Nissan. A Mitsubishi e Ford não, são montadoras independentes, com seus próprios line-ups.

      • DiMais

        Ford foi um cara muito esperto que licenciou a marca para usar nas suas ferramentas, não tem nada da americana ali não.

    • Bittencourt

      A Samsung fabrica até navios na Ásia!
      O nome dela não se resume a celulares não.

      • Pedro Henrique

        por sinal o guindaste foi ela quem fez também…
        e as lampadas…

        • DiMais

          Hyundai a mesma coisa.

  • Lukoh

    Eu acho que a Apple vai fazer melhor…

    • Gabriel Daveran

      Eu tenho certeza …. acompanho a Apple a 19 anos…. desde pequeno … e eh fato que quando ela entra com um produto novo , sempre … arrebenta

    • Senhora Liberdade

      vide o projeto secreto com grandes multinacionais automobilisticas, todas querem entrar nesse sururu

  • Lipe

    Vcs sabem o segredo da Coreia do Sul para ter virado essa potência mundial?
    (Samsung e Hyundai não fazem só eletrônicos e carros… Eles têm lá os maiores estaleiros do mundo!)

    Eles investiram em EDUCAÇÃO INTEGRAL (DIA INTEIRO) para todas as crianças e adolescentes.
    Tudo pago pelo governo, com alimentação, cultura e, óbvio, educação científica de primeira qualidade.
    TODA criança na escola,sem a família gastar 1 real.

    E lá não é que nem aqui.. Que termina em novembro e recomeça depois do carnaval… É praticamente diretão.

    Isso aconteceu lá a partir dos anos 60, se não me engano quando eles brigaram com a Coreia do Norte.

    O que o Brasil fez nos anos 60? colocou os militares no poder, e não cresceu nada de lá pra cá… Não investiu nada em educação…. Em 85 houve a redemocratização e melhorou alguma coisinha, mas agora já voltou a cair em queda livre novamente…

    Ou seja, sul-coreano não e´inteligente porque Deus quis dar um bom QI a eles, como muitos pensam. É PORQUE ESTUDAM

    O Brasil e a Coreia do Sul eram idênticos antes da guerra… Nós estamos no buraco e eles dominando o mundo

    Outra obs.: lá as coisas não são tão caras como aqui… Aqui os ricos (milionários) pagam no máx 27,5% de Ir.. A mesma coisa que um pobre coitado que ganha 4 pila por mês paga…
    E aí a tributação vai toda para IPI, ISS, ICMS e impede o povo de consumir..

    Lá é o contrário, como japão, eua, alemanha e outras economias desenvolvidas: tributação na herança (especulação), propriedade imobiliária e renda, deixando os produtos e serviços livres (o que gera empregos e movimenta a economia interna)

    É fácil pro Brasil melhorar… E isso não depende de quem seja o/a Presidente…

    • “Tudo pago pelo governo, com alimentação, cultura e, óbvio, educação científica de primeira qualidade. TODA criança na escola,sem a família gastar 1 real.”

      Errado!

      Tudo pago pelo povo, através dos tributos que o Estado cobra dos cidadãos.

      Brasileiro tem mania de pensar que o dinheiro do Estado cai do céu e que por isso os serviços oferecidos pelo Estado são “de graça”. Mas não são, somos nós que pagamos!

      E no caso do Brasil nós pagamos muito caro por serviços de péssima qualidade. Por isso, que eu defendo a redução drástica do Estado no Brasil, com a privatização de tudo que for possível, incluindo saúde e educação.

      Obviamente os tributos tem que diminuir também, já que o Estado não vai mais ter manter tais serviços. O dinheiro que hoje vai pra conta do Estado ficaria nos nossos bolsos e nós escolheríamos em qual hospital nos trataríamos, em qual escola nossos filhos estudariam etc.

      • Minerius Valioso

        Exato. E poucos falam que o sistema educacional sul-coreano é doentio. E não estou brincando, tem crianças ficando doentes e, pior, algumas chegando a cometer suicídio por causa disso.

        Pesquisem no Google por “educação sul-coreana portal libertarianismo”.

        • 0terceiro

          Dá pra chegar num “meio-termo”, cara.

          Não precisamos ser tão radicais quanto os sul-coreanos, deixando as crianças sem férias, mas também podemos fazer mais pela educação do país.

          Quanto ao que o Sam86 disse de privatizar a educação,
          como fariam aqueles que não têm condições de pagar a escola??

          • oscar.fr

            Esta face da privatização de serviços públicos nunca é contada. Os favoráveis a esta solução se limitam a dizer que cada um será livre para fazer o que quiser, mas nunca revelam o destino que os mais pobres ganharão. Privatização total é utopia. Logicamente não precisamos ter tudo estatal, a telefonia é um bom exemplo. Mas serviços como educação e saúde precisam da participação do Estado.

            • Tosoobservando

              Varios países fazem experiencias, os escandinavos por ex trabalham com vouchers, as escolas sao privadas, mas sao mantidas pelo governo, ele paga para que os estudantes, todos, ricos ou pobres, estudem la.

          • Pedro Cunha

            O problema no nosso caso é o “tamanho” do nosso estado. Á grosso modo nosso estado gasta mais da metade do quê arrecada só para despesas internas e com folha de pagamento. É muita gente, muita burocracia, muito processo e pouca ação, muito pouco investimento e planejamento. É muito partido político, muita ONG, muitas repartições, muita gente envolvida e é isso que fomenta e faz endêmica a corrupção. E amarra o país, amarra o empresário que quer investir e gerar empregos, pois tem muito sindicato sugando patrão e empregado junto com o governo e seus tributos em 3 níveis(município, estado e união). Antes de querermos fazer “mudanças” na educação, precisamos repensar o nosso “modelo de estado”. Reduzir assistencialismo, dar mais liberdade nas relações de trabalho e relações comerciais.

          • Minerius Valioso

            Privatizar com concessões e privilégios ainda não adianta muito. Agora, se desonerar o setor (que tem mais de 70% de impostos), liberar a concorrência e desburocratizar, até os pobres podem ter o acesso.

            Para dizer que não estou inventando, a The Economist fez uma matéria à respeito de educação privada (e por menos de 12 reais) para crianças pobres nas favelas da Ásia. Procure no Google, pois aqui não tem como eu passar o link.

          • Tosoobservando

            É so trabalhar com Vouchers, quem nao condições o governo paga, simples assim.

      • Lipe

        kkkkk
        Fica esperando sentado esse mundo mágico de paz, amor e harmonia entre os seres humanos

      • Claudio Abreu

        Mas, Sam, e quem não couber? e quem não tem grana (nem vai poder ter) que se f….? A gente sabe que no liberalismo desenfreado é imprescindível que haja gente (um tantão dela, por sinal) fora do jogo. O que fazer então com uma legião de miseráveis e excluídos? Gás? Incinerador? Armas químicas? Alguma sugestão? Entende?

        • Cê loko! Rsrsrs…

          Não sei a qual liberalismo você se refere, mas no que eu defendo e acredito o Estado ainda é responsável pelos miseráveis.

          A grande diferença é que em um Estado com Liberalismo pleno a prosperidade é muito “democrática”, dessa forma, a quantidade de miseráveis que não conseguem sobreviver sozinhos é pequena.

          Óbvio que pra chegar nesse estágio existe um período de transição que não tem como prever quanto tempo durará. Nesse período eu suponho que haja a necessidade de alguns sacrifícios, mas nem de longe sacrifício de vidas.

          Quem curte esse lance de sacrifício de vidas humanas são os Comunistas, Nazistas…

    • Mas discordo que seja só educação. É mais uma questão cultural. No Brasil, a maioria dos escândalos públicos e privados envolve pessoas com alto poder de instrução, inclusive tendo estudado em universidades estrangeiras de renome. Suponha que no Brasil tivéssemos 80% das pessoas com grau universitário, isso seria um caos, seria um passando a perna no outro. Veja o exemplo de médicos colocando próteses desnecessárias em pacientes para ganhar comissão, advogados usando brechas para soltar criminosos , diretores de empresas de conduta moral dúbia. Um exemplo prático é quando um graduado atropela um pedestre , 90% ligam primeiro pro advogado, depois ligam pros bombeiros. Devemos melhorar a conduta moral do Brasil.

      • Clovislauro

        Não deixa de ser um problema de educação, aprender a ser moral e ético é papel da educação, não é uma questão genética. Ou voce está querendo dizer que somos todos geneticamente corruptos e não há luz no fim do túnel e a única opção é fugir do Brasil?

        • Do meu ponto de vista a única forma de tornar o brasileiro politicamente correto é penalisar quem infringe a moral (lei). Um exemplo se você causou um acidente com feridos e a primeira ligação não for para um órgão de segurança como bombeiros ou polícia você deve ser preso , mesmo que fosse 1 mês , pelo motivo que rapidez no resgate é essencial. Suborno de qualquer tipo e valor também. Outro exemplo seria desrespeito à uma lei do consumidor , ao infringir a lei várias vezes o diretor ou dono da empresa deve ser preso. Lógico que teríamos falta de presídios em um primeiro momento , mas com o tempo a grande maioria das pessoas agiria de forma correta. Opinião pessoal.

          • Tosoobservando

            Entao o problema nao é a educação em si mas a falta de punição. Ter ou não educação, como vc mesmo diz, nao quer dizer nada se nao existir punição. É aquele velho ditado, se os politicos brasileiros mudassem pra Finlandia, roubariam menos, pq la nao tem privilegios, sao julgados como pessoa comum, e nao tem regalias, e se os finlandeses viessem pra ca roubariam, pq aqui é o contrario. Cada um vai na realidade que vive, e isso pertetua infelizmente pra nos.

      • oscar.fr

        Lendo seu comentário, parece que o problema é que tenhamos pessoas formadas no Brasil. Eu vejo diferente, acho que o problema é justamente que temos poucos diplomados(as) aqui. Se tivéssemos 80% de pessoas que tivessem tido acesso ao estudo, o Brasil seria um país muito melhor. Atualmente, uma parte da minoria diplomada se usa da ignorância de muitos brasileiros que nunca tiveram acesso à educação para se tornar ricos (ex: políticos, empreiteiros, médicos, advogados e assim por diante).

    • Osni Duarte

      Um sistema de ensino que não está infectado por algum tipo de ideologia política, principalmente o de esquerda, que de uns 20 anos prá cá só cresce no Brasil e explica muito a baixa qualidade da maioria dos nossos estudantes de escolas públicas. Aí, dá-lhe cotas para ajudá-los a concorrer com os das escolas particulares, cujos currículos são mais completos, complexos e abrangentes. E ao contrário do sistema público, premia o mérito, não a incompetência.

      • oscar.fr

        Simples, a escola privada seleciona quem ela quer nela e tem muito mais dinheiro envolvido. Assim, é muito fácil ser superior ao público. Engraçado, que os “inteligentes” e bons moços do ensino privado passam todo o ensino infantil, fundamental e médio em instituições privadas e quando é chegada a hora da universidade, eles tomam as vagas das universidades públicas. Fato esse que é revelador da escolha dos militares no poder (sim, estes tão venerados por alguns inclusive aqui no NA e que entregaram um país quebrado nos anos 80). Os militares decidiram investir muito mais na educação superior que na educação de base, uma escolha extremamente elitista e que nunca chegou a ser revisada por nenhum governo civil eleito desde a redemocratização (Lula, no lugar de reformar alguma coisa, se jogou nos braços da máfia do ensino privado, com as bolsas ProUni). Investimos errado em educação no Brasil.

        • Ernesto

          Nessa questão da educação eu concordo com você. O correto seria o Estado oferecer educação de base de qualidade e posteriormente o ensino superior ser cobrado. Com a educação de base de qualidade, todos têm as mesmas condições de conseguir bolsas de estudos para o ensino superior. E quem não conseguir bolsa, que trabalhe para pagar pelo ensino. Isso não é problema a meu ver. Eu mesmo paguei minha faculdade ao trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

        • Tosoobservando

          Simples, cobre mensalidade do ensino publico superior pra quem ganha mais, e financie o ensino basico de qualidade. isso funciona nos Eua, Inglaterra, Japao etc..
          Existem projetos ae em votação nesse sentido basta apoiar.

      • Tosoobservando

        Uma das coisas mais bizarras desse sistema que vi foi a polarização branco x negros e ricos x pobres que eles criaram. HOje vi um cartaz dizendo que 51% da população brasileira é negra e quem domina é o brancos, portanto minoria, incitando os supostos negros a se rebelar. Mas nós sabemos que isso nao é vdd, os negros nao passam de 15% o restante é pardo, que é um mistura. Então querem colocar tudo no mesmo balaio pra incitar esses conflitos de raça. JOgar uns contra outros.

    • Tosoobservando

      Tem países com politicas educacionais diferentes com o mesmo resultado, existem ate comparações por ex entre a Coreia e a Finlandia, pq esse ultimo que a carga horaria é reduzida, nao passam de 4 horas por dia, e os estudantes conseguem os melhores resultados do mundo. Nao é exatamente o tempo que se gasta na escola, e sim a qualidade do mesmo.

  • Leonardo C.

    O Chile realmente é um grande cliente desta marca, visto que a maioria dos táxis em Santiago são Samsung, além dos Accent, Cerato e Yaris. Também rodam muitos C-Elyssé e 301.

    • pgoytaca

      Estive no Chile em agosto e não vi/andei em taxi da Samsung. Mas como a variedade de carros desconhecidos no Brasil é grande talvez eu não tenha reparado. No Chile os carros da samsung usam a mesma logo marca dos celulares?

      • 0terceiro

        Nunca fui lá, mas acho que é a mesma das fotos da matéria na dianteira.
        Só na traseira que deve ser parecida com a dos celulares.

  • Bittencourt

    Matéria interessante! Obrigado pelas infos!

  • Edson Fernandes

    E pensar que nosso Fluence é menos equipado se comparado ao Chileno e ao Coreano…. perde freio de mão elétronico, bancos elétricos (e de melhor visual, além de material e com ajuste de lombar) e opcional de som Bose.

    A Renault poderia trazer para nós .

  • Augusto

    Será que trava igual aos smartphones? heheheh