Montadoras/Fábricas

Seis montadoras voltam ao trabalho após fim de greve em fornecedores

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GM, Ford, Hyundai, Honda, Toyota e Volkswagen tiveram suas produções regularizadas após o fim da greve nos fornecedores Intertrim e Trimtec, empresas do Grupo Antolim que fornecem forrações de teto e acabamento de portas e bancos para as montadoras.

A greve nas duas empresas já durava 19 dias, quando chegou ao fim. Localizadas em Caçapava/SP, as duas fornecedoras fecharam um acordo de reposição salarial de 11% para salários de até R$ 2.500. Acima disso, o reajuste foi de 10,33%.

Além disso, os funcionários conseguiram abono de R$ 1.400, vale-alimentação de R$ 200, estabilidade de 100 dias e reversão de 19 demissões. No total, os 715 empregados entraram em greve e compensarão metade dos dias parados, recebendo salários de forma integral. A mudança de sindicato (de têxteis para metalúrgicos) ainda não foi alcançada.

[Fonte: Automotive Business]





  • Pedro Henrique

    e nem vai ser alcançada, não existe argumento para tal, são dois setores diferentes.

  • afonso200

    tecido e metal, ta “serto”, até a dilma que nao sabe de nada, sabe que nao sao do mesmo setor

  • Bruno_1991

    Aqui em Gravataí – RS ainda está parada.

  • BlueGopher

    É desanimador.
    Na verdade há certos sindicatos cujos dirigentes provavelmente sonham um dia serem os sucessores da atual “classe” política, que em parte já é originada também de sindicatos.
    Para isto já vão treinando como ganhar bem, trabalhar pouco, manipular pessoas e empresas, gerenciar poderes e cargos, etc.
    E, para conseguir esta mamata, só é necessário saber assinar o próprio nome.

    • DinhoRoxxx

      No caso deveria poder haver mais de um sindicato por categoria, de pagamento e adesão facultativa, assim apenas os bons sindicatos sobreviveriam

  • rodrigomalc

    Só eu acho meio folga demais o que esse pessoal tem? Estabilidade de 100 dias? Aumento de 11%? Se eu for pedir isso pro dono da minha empresa, ele vai rir de mim e me mandar trabalhar em outro setor… As montadoras também deveriam diversificar seus fornecedores. Claro, há uns melhores que outros (preços/prazos/qualidade), mas ficar na mão de um Grupo como esse Antolim, faz a montadora ficar completamente dependente deles, é obrigada a parar produção, e agora que retomaram, se submeter aos novos preços (o Grupo Antolim vai repassar todo esse custo pra montadora, que por sua vez, vai repassar pra gente). Sei lá, esse país já tá na hora de tomar um sacode pra ver se acorda.



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