
O Brasil está vendo a proliferação de sensores de estacionamento nos seus veículos. Quer sejam sensores que venham instalados de fábrica quer sejam soluções compradas no mercado paralelo, para suprir essa função.
E o item é realmente muito interessante e cômodo. Quando ficamos uma semana com o Kia Cerato cedido pela marca coreana, pudemos comprovar isso. O modelo vem com sensor de estacionamento de série, na versão que avaliamos, a E.213.
O leitor Fernando nos mandou um email atentando para vários tipos de sensores de estacionamento que estão sendo vendidos na internet hoje em dia, com destaque para o sensor de estacionamento eletromagnético.
Ao contrário do sensor tradicional, que precisa ser colocado no parachoque, com furos feitos na peça, o sensor de estacionamento eletromagnético é muito mais prático, fácil de instalar, e não traz danos ao parachoque traseiro.
Isso porque ele é instalado por trás do parachoque, avaliando se você está perto de algum obstáculo através do plástico do parachoque. Se com o sensor de estacionamento do tipo tradicional você precisa vender o carro com o equipamento, pois não pode vender o mesmo com furos no parachoque, com o sensor eletromagnético isso não é necessário.
Você pode muito bem tirar o sensor e instalar em outro carro. Só que o sensor de estacionamento eletromagnético só pode ser instalado em carros com parachoques de plástico e que não tenham peças grandes de ferro perto da peça, como por exemplo o Renault Logan.
Ele serve em todos os veículos, exceto em carros com parachoque de metal, como o caso de carros antigos e pickups. Dos carros atuais somente Logan e Polo Hatch não são compatíveis. Só que, como em todo sensor eletromagnético, ele só funciona se o veículo ou o objeto estiverem em movimento.
Ou seja, se você estiver estacionando e parar seu carro, ele não irá mais identificar o carro que está atrás. Só quando você começar a movimentar o carro novamente, mesmo que lentamente.
Na internet, este tipo de sensor parte de 100 reais.
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