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Skoda Octavia comemora 20 anos com mais de 5 milhões vendidos

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Lançado em 1996, o Skoda Octava compartilhava a plataforma do Golf, mas portando um estilo bem mais sóbrio que o do hatch alemão. Oferecido inicialmente como sedã, não demorou muito para surgir a perua Combi.

Apesar de ter sido lançada em 1996, a primeira geração do Skoda Octavia durou até 2010. Mas, em 2004, a segunda geração (PQ 35) já começou a ser produzida, ficando ambas no mercado por seis anos.

Assim como a primeira, a segunda geração foi fabricada na República Tcheca, Índia, Ucrânia e Cazaquistão, mas com adição de uma segunda fábrica em seu país de origem, bem como na Eslováquia, Rússia, China e Angola.

Apenas dois anos após a primeira geração ter saído de linha em definitivo, a Skoda lançava a terceira geração do médio, agora sobre a plataforma MQB. Além de alguns dos países mencionados acima, o Octavia é feito agora também na Argélia.

Até 2010, o Skoda Octavia vendeu 970.000 sedãs e 470.000 peruas da primeira geração, somando mais 1,6 milhão do sedã e mais 900.000 da Combi na segunda. O modelo é considerado o mais vendido da marca eslava do Grupo Volkswagen.





  • não curto muito sedan, mas sempre achei interessante o octavia

  • fschulz84

    Um belo produto que a VW deixou a Skoda evoluir com o tempo. Em muitos mercados, não existem sedans VW (tirando o Passat) e estes são preenchidos pelo Octavia.

  • thi

    Esses VW’s checos s Sao tops

  • Marcelo Paiva

    O legal é que ele é um “falso” sedã, pois a tampa traseira abre com num hatch!

    • Zoran Borut

      Isto resolve a maior falha que vejo nos sedãs quanto à versatilidade: a limitação do acesso devido á estreita abertura da tampa. Aqui no Brasil, só temos essa opção no Chery Celer Sedan.

    • Pedro Evandro Montini

      Não acho que ele seria um “falso sedã” pelo fato do vidro traseiro abrir com a tampa do porta-malas, já que, o que o define como sedã é a presença dos três volumes: o do motor, o dos passageiros e o próprio porta-malas.

      • Marcelo Paiva

        Ele pode ser considerado um “fastback” ou um “notchback”, já que a traseira ñ é tão longa. Bem, pode chamar como quiser :)

        • Zoran Borut

          Notchback é o mesmo que três volumes. Sedã é um notchback cuja tampa do porta-malas não inclui o vidro traseiro.

          Hacthback é o carro cuja traseira é quase reta, cuja tampa do porta-malas inclui o vidro traseiro, e cujo porta-malas é relativamente curto após o eixo traseiro.

          Fastback é o carro com caída do teto bastante suave, e liftback é o fastback com quatro portas laterais e cuja tampa do porta-malas inclui o vidro traseiro. Um liftback tem o prolongamento metálico superior do porta-malas muito mais curto que um sedã.

          O Skoda Octavia é oficialmente conhecido como liftback.

          Ufa, que trabalheira de pesquisa essa definição me deu.

  • Zoran Borut

    Que esta matéria sirva de alerta para os complexados-de-vira-lata que inundam os comentários de sites automotivos condenando empresas que vendem gerações distintas do mesmo modelo num mercado. O objetivo é pura e simplesmente lucratividade com base num ferramental com custos de investimentos já pagos.

    E sempre que vejo os carros da Skoda, lamento a VW do Brasil não ter adotado a estratégia de produzi-los aqui para vender como marca de acesso na América Latina, visto que pelos preços que ela cobra por seus produtos há espaço para isso. E a VWB já teve tempo para tentar de tudo com seus consagrados Gol e Golf, sem conseguir substituí-los. Então que lançasse produtos semelhantes, mas menos equipados e mais baratos, para não perder mercado. Tivesse feito isso, hoje poderíamos ter o up! sendo vendido como Citigo por menos de R$ 30 mil na tabela, sem dar margem para o avanço do Mobi, e poderíamos ter o Polo sendo vendido localmente como Gol, com o Skoda Fabia de mesma plataforma por preços bem mais baixos.

  • Luiz camurça neto

    E ele é MQB, o que deixa superior ao nosso Jetta



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