A Chevrolet lançou nesta semana no mercado argentino o hatch Onix e o sedã Prisma. Os novos modelos serão oferecidos por lá apenas com o propulsor 1.4 litro, de 98 cavalos de potência, a gasolina, com transmissão manual de cinco velocidades. O novo Chevrolet Onix estará disponível nas versões de acabamento LT e LTZ, assim como o Prisma.
De série, o Chevrolet Onix e o Prisma trazem airbags frontais e freios ABS, sistema MyLink, além de vidros e travas elétricas, ar-condicionado, volante com regulagem de altura, entre outros. A versão LTZ ganha faróis de neblina, computador de bordo, rodas de liga-leve de 15 polegadas e sensor de estacionamento (item disponível somente no Prisma).
O Onix LT será oferecido por 83.500 pesos, o que equivale a R$ 32.300, e o LTZ por 91.000 pesos, ou R$ 35.120. O Prisma LT, por sua vez, tem preço sugerido de 86.500 pesos (R$ 33.500) e o LTZ, 94.000 pesos (R$ 36.400). A garantia, porém, é de dois anos.
O ano de 2012 foi repleto de lançamentos na gama da Chevrolet no mercado brasileiro, passando da nova geração da picape S10 ao novo Onix, que chegou para substituir o Corsa e já é o modelo mais vendido da marca por aqui. Neste ano, porém, o ritmo de novidades da montadora deverá ser um pouco menos agitado. A Chevrolet iniciará a sua safra de lançamentos em 2013 com a versão sedã do hatch compacto Onix, com apresentação marcada para os dias 26 e 27, em Joinville (SC).
E nas proximidades do seu lançamento, o três-volumes do Chevrolet Onix foi visto sem nenhum disfarce, revelando suas linhas e, sobretudo, seu nome. Como já era cogitado anteriormente, o novo modelo se chamará Prisma, herdando a identidade de seu antecessor – além do sedã do Prisma, a novidade substituirá o Corsa Sedan. Como dá para notar no flagra publicado pela Quatro Rodas, o novo Prisma terá muito em comum com seu modelo de base.
Como acontece com o Gol e Voyage, o novo Chevrolet Prisma apresentará mudanças drásticas apenas na parte traseira, já que as laterais ficarão quase intactas, mantendo até mesmo o desenho das portas traseiras. As lanternas lembram as do Onix, com uma leve ondulação na parte superior, enquanto a tampa do porta-malas conta com um forte vinco acima do logotipo da montadora. A traseira, como um todo, é bastante volumosa, deixando o carro com um conjunto harmônico.
No quesito motorização, o Prisma deverá contar apenas com o propulsor 1.4 8V bicombustível de 106 cavalos de potência e 13,9 kgfm de torque máximos, associado a transmissão manual de cinco velocidades e posteriormente a automática de seis marchas, assim como aconteceu com o modelo derivado do Celta, deixando a opção de bloco 1.0 para o Classic. Porém, ainda não há nada confirmado. As versões, deverão ser LT e LTZ.
O novo Chevrolet Prisma deverá chegar às revendas nas duas primeiras semanas de março, com produção em Gravataí (RS). No evento, a montadora anunciará ainda a inauguração da fábrica de motores de Joinville.
A Chevrolet anunciou nesta semana suas atrações para o Salão do Automóvel de Detroit, que acontecerá a partir do dia 14 deste mês. Entre os lançamentos, haverá cinco novos modelos que não está presentes no catálogo norte-americano da montadora. O primeiro deles é o utilitário-esportivo compacto Trax, já à venda no Canadá e no México, e se posiciona como modelo de entrada da gama de SUVs da Chevrolet. Nos EUA, há o “irmão” do Chevrolet Trax, o Encore, versão Buick do carro.
O segundo é o Orlando, que é uma mistura de monovolume com crossover, e de acordo com a marca é o mais econômico da categoria, de sete lugares, entre os “não-híbridos”. O Chevrolet Orlando sai da fábrica da marca na Coréia do Sul e é exportado para o Canadá, atualmente seu único mercado. O terceiro é o Sail, projetado para o mercado asiático, que é vendido também na Bolívia, no Chile e no Peru, e já foi cogitado para ser comercializado por aqui e substituir o velho Classic na gama da marca.
Do outro lado estão dois modelos projetados no Brasil e comercializados por aqui. O quarto lançamento da marca é a minivan Spin, que chegará à Tailândia e Indonésia neste ano. O quinto é o compacto Onix, recém-chegado por aqui. Ainda não se sabe se estes cinco automóveis serão comercializados nos Estados Unidos após a feira automobilística. A nova geração do Corvette e do Silverado também estará no evento.
Se engana quem pensa que no exterior é onde existem menos diferenças entre o Chevrolet Onix LTZ 1.4 e as versões mais simples. No interior as vantagens da versão mais cara são ainda mais fáceis de contar nos dedos.
O acabamento é exatamente o mesmo. Continuamos com o mesmo visual acertado dos componentes das outras versões do Onix, mas a qualidade de acabamento acaba não sendo condizente com um carro que custa mais de 41.000 reais, já que o acabamento continua sendo de um carro popular, mas com o preço de quase 42.000 reais da versão.
O quadro de instrumentos poderia ser mais completo, mas não é. Fora a adição do computador de bordo, que não existe nas versões 1.0, é o mesmo painel. O volante poderia contar com comandos do som, mas não tem este adicional. E o acabamento dos bancos é exatamente o mesmo.
Notamos que neste veículo de imprensa, os problemas de acabamento de nosso Onix 1.0 da Avaliação 365 não estão presentes: o painel se alinha perfeitamente com o acabamento das portas, e não temos rebarbas no puxador das portas dianteiras, mas isso mostra apenas uma boa seleção do modelo a ser usado para avaliações da montadora, nada mais.
As portas continuam apresentando uma minúscula área revestida de tecido, somente onde temos o contato com o cotovelo, o restante do acabamento interno das portas é feito com o mesmo plástico simples da versão mais barata.
Temos, além do computador de bordo, os espelhos com comando elétrico e também o botão dos faróis de neblina junto com os comandos de lanternas e faróis. Ah, e nas portas traseiras o acionamento dos vidros é elétrico. Só isso. No interior, fica a sensação de que o Onix LTZ 1.4 continua sendo muito caro pelo que entrega, assim como percebemos na matéria que mostra o exterior do modelo.
Nos resta encontrar grandes benefícios no motor 1.4, ao andar com o modelo na cidade e na estrada. E ainda assim, se estes benefícios realmente existirem, eles também podem ser adquiridos na versão LT 1.4, que custa quase 7.000 reais a menos que a LTZ.
Temos um Onix 1.0 em nossa Avaliação 365, mas faltava avaliar a versão 1.4. Pedimos para a GM uma unidade 1.4 para avaliar e recebemos um Onix LTZ 1.4 na cor preta e com pouco mais de 2.000 quilômetros rodados.
O Chevrolet Onix LTZ 1.4 tem uma grande diferença de preço para as versões 1.0, e também para a versão LT 1.4. Se trata da versão topo de linha, e também é aquela versão onde a montadora cobra mais caro e tem uma maior porcentagem de lucro, aproveitando os seus clientes que tem intenção de comprar a versão mais completa possível.
Apesar de a parcela de vendas dessa versão ser muito pequena no montante vendido mensalmente pela marca, a versão topo serve para mostrar tudo que o modelo pode ter de equipamentos de série.
Alguns detalhes visuais são claramente identificados, como os detalhes azuis nos faróis, que são próprios das versões 1.4 e também as rodas exclusivas da versão LTZ. Mas nem tudo aparece a favor da versão top neste momento. A versão LT 1.4 também tem os faróis diferenciados, com máscara negra e o detalhe azul. E custa nada menos que 6.700 reais a menos. É muito dinheiro.
Ainda temos o problema de que as rodas da versão LTZ 1.4, apesar de serem de liga leve, não tem um desenho tão bonito. Parece que as calotas da versão LT 1.4, se fossem transformadas em rodas, ficariam bem melhores. É claro que o Chevrolet Onix top de linha conta com vários itens não existentes na versão LT.
Alistamos elas aqui e perguntamos a você se elas valem os 6.700 reais a mais:
- Ar condicionado, sistema multimídia MyLink, rodas de alumínio aro 15”, faróis de neblina, vidros elétricos traseiros, espelhos retrovisores elétricos e computador de bordo.
São sim equipamentos interessantes, mas que na opinião de muitos não valem a pena pela diferença paga, já que o Onix LTZ 1.4 acaba entrando em uma faixa de preços povoada por modelos maiores e mais bem equipados.
O leitor Mateus da Rosa Centeno flagrou um exemplar do próximo sedã da GM, a versão três volumes do Chevrolet Onix. O modelo continua camuflado, mas neste flagrante, podemos notar alguns detalhes da carroceria.
O Onix Sedan ou Novo Prisma deverá ter tampa do porta-malas pequeno por causa da extensão da coluna C e da vigia traseira, que avançam além do eixo traseiro.
No entanto, como é alta, a tampa possui grande vão de abertura, possibilitando melhor embarque de bagagens volumosas.
As lanternas possuem formato quase quadrado, com pequeno ressalto na extremidade da carroceria, assim como no hatch, mas o desenho é arredondado na lateral, diferente do Onix.
Este novo sedã da Chevrolet deverá contar com motores 1.0 e 1.4 SPE/4, a fim de concorrer com o Voyage, que está sendo bem sucedido no mercado após o facelift. Transmissão automática de seis marchas e MyLink também deverão estar disponíveis.
Saímos com nosso recém-comprado Chevrolet Onix do Sul de Minas e partimos em direção a Santa Catarina. Não foi fácil deixar de fazer essa viagem com um sedã equipado com motor V6 para ir com um popular 1.0, mas tudo em nome do novo estilo de avaliação do NA, não é mesmo?
Passando por São Paulo e também pelo estado do Paraná, o que mais se via eram Onix na BR-116 e depois na BR-101. Mas eles não estava rodando assim como nós, estavam em cima de cegonhas, carregadas deles, partindo para concessionárias de todo o país. Sem dúvida a produção deve estar a todo vapor.
Rodando mesmo vimos apenas um Onix LTZ branco em Balneário Camboriú/SC… com certeza é isso que sentem vários de nossos leitores ao dizerem nos comentários que ainda não viram muitas unidades de um certo lançamento em sua cidade.
Mas o que você quer mesmo saber é sobre como se comportou o Onix, sabemos disso. Vamos lá:
O carrinho se comportou muito bem, não deu nenhum problema maior. Apenas notamos alguns ruídos no acabamento interno e também vimos que o escapamento está com um som um pouco diferente, daqueles que denunciam que existe um pequeno furo no silencioso traseiro. Sobre isso levaremos ele até uma concessionária para uma verificação mais detalhada.
O consumo do Onix, sempre usando nossa regra de 110 km/h e ar-condicionado ligado, ficou em 15,2 km/l no primeiro tanque da ida. Um consumo bom, mas temos que levar em conta que foram trechos de bastante descida, tanto entre Minas e São Paulo quanto entre São Paulo e a região Sul. O segundo tanque já apontou 13,6 km/l, pois incluiu também um pouco de rodagem dentro das cidades de Balneário Camboriú, Porto Belo, Bombinhas e Florianópolis.
Na volta, abastecemos o popular com álcool e tivemos uma média de 10,2 km/l em um tanque e 10,9 km/l no segundo, também a 110 km/h e com o ar-condicionado ligado. Mas aí o percurso já foi o contrário, subindo a serra pra voltar de Santa Catarina até São Paulo. Por falar em álcool, apenas use este combustível em Santa Catarina se você estiver fazendo uma avaliação de um ano para um blog automotivo. Fora isso, não vale a pena. Explico: álcool a 2,49 e gasolina a 2,56, isso na BR-101 perto de Porto Belo.
Notamos um baixo ruído do motor dentro da cabine, o que com certeza coloca o Onix dentre os populares mais silenciosos de nosso mercado, se não for o melhor nesse quesito. Mas é claro que o ruído interno dele não é bom em todos os sentidos. Se o motor e as caixas de roda estão bem isolados, não podemos falar tão bem do parabrisa e do teto. O parabrisa faz tanto barulho na chuva forte, que parece ser mais fino do que o usual. E o teto também ressoa bastante debaixo de chuva, o que mostra que não temos forração ali.
Como estava muito calor nos dias de nossa viagem (que aliás levou umas 27 horas, por conta de vários trechos com engarrafamentos), notamos que o ar-condicionado do Onix desliga com muita frequência, quando pisamos mais forte no acelerador. Isso é necessário para dar um pouco mais de força para o coitado do motor 1.0, mas também faz com que a cabine fique muito quente rapidamente.
Alguns pontos em que o Onix poderia melhorar, fora o detalhe do ar-condicionado que falamos acima, incluem:
1) Área para descanso do pé esquerdo do motorista deveria ter um acabamento plástico, já que tendo apenas carpete ficará desgastada e suja rapidamente.
2) MyLink tem uma tela que suja com facilidade e os botões abaixo da tela também ficam engordurados com o uso (não, eu não estava comendo Ruffles e usando o MyLink ao mesmo tempo).
3) Falta medidor de temperatura do motor – em engarrafamentos que enfrentamos, não sabíamos qual era a condição do mesmo.
4) Volante precisa de regulagem de distância, tem apenas de altura.
Mas também temos que destacar os pontos positivos do modelo. São, dentre vários, esses:
1) Baixo ruído do motor dentro da cabine.
2) Conforto bom para um popular.
3) Faróis ótimos, de longo alcance e também com boa luminosidade.
Então é isso, resumindo nossa viagem, que aliás fez com que o Onix já esteja com 2.500 quilômetros rodados. Ainda nessa semana ele vai para São Paulo e volta, chegando assim a 2.900 quilômetros rodados. Comentamos acima sobre engarrafamentos, e achamos interessante relatar como estão as estradas que dão acesso ao Sul do país.
A BR-116 está com vários trechos em obras, o que faz com que tenhamos apenas uma pista para cada sentido. Nesses pontos, os engarrafamentos são enormes, chegamos a demorar uma hora e meia para rodar 10 quilômetros. No total ficamos mais de três horas parados em vários pontos (sim, isso ajudou a piorar as médias de consumo). E isso em dias de baixa temporada, imagine no final do ano. Já a BR-101 não está com problemas neste sentido. Pelo menos até Florianópolis.
Dentro de 30 dias você terá uma nova matéria aqui no NA, relatando como o Onix está se saindo e quais problemas foram aparecendo. Também relataremos como estará o consumo e o que acontece nas revisões.
Por enquanto aproveite para dar uma olhada na página do histórico do Chevrolet Onix que criamos. Todos os modelos que avaliarmos por um ano terão essa página.
Apesar de ser apenas mais um popular com motor subdimensionado, o Chevrolet Onix nos surpreendeu positivamente em alguns aspectos na estrada – lugar que certamente não é o habitat natural deste tipo de carro. Ele tem um desempenho razoável para um 1.0, tem relações de marcha adequadas, etc. O destaque negativo fica para a mudança do desempenho quando ligamos o ar-condicionado. Com este equipamento o Onix fica sensivelmente mais fraco.
Andamos em torno de 200 quilômetros com o Onix essa semana na estrada e percebemos que ele tem várias qualidades. Além do desempenho razoável, ele também tem boa estabilidade nas curvas. Notamos que é possível fazer curvas rápidas e ele não reclama. Seus pneus não cantam, pois são largos o suficiente para segurar o carrinho nas curvas um pouco mais exigentes.
Ao mesmo tempo que o perfil dos pneus é alto para entregar conforto, a largura 185 é boa para um carro popular – isso era largura de pneus de carros médios até pouco tempo atrás, conforme nos lembrou um leitor recentemente. A pena é que o banco do motorista não apoia nada o motorista nessas curvas, ou seja, ele não acompanha a estabilidade dos bons pneus do Onix.
Mesmo com chuva forte o Onix não decepcionou. Pequenos trechos alagados não fizeram o popular aquaplanar. O problema ao andar com o Onix na estrada é que pequenas subidas já te fazem reduzir para quarta marcha, infelizmente disso a gente não consegue fugir ao usar carros 1.0 na estrada.
O interior do Onix é bem espaçoso, não percebemos peças soltas ou rangidos até o momento, o banco acolhe bem o motorista e a visibilidade para o condutor é boa, auxiliada pela regulagem de altura do banco do motorista (que aliás tem apenas o assento móvel ao regular a altura, não o banco todo). No conjunto, é um popular 1.0 que tem boas qualidades. Não é o carro mais adequado para se pegar estrada, mas se você precisar fazer isso esporadicamente, terá um carro bom para tal.
O consumo que conseguimos foi de 12,9 km/l de gasolina, andando a 110 km/h com o ar-condicionado ligado. O consumo é alto por conta da baixa quilometragem do nosso Onix, mas infelizmente um 1.0 grande como ele é nunca conseguirá alcançar mais do que uns 15 km/l na estrada, nessas mesmas condições. Então fica aí apenas o ponto negativo do consumo e o que falamos no começo da matéria: o desempenho fraco com ar-condicionado ligado.
Como avaliação aqui no NA é completa, você verá a evolução do consumo do Onix até chegarmos a 30.000 quilômetros.
O Chevrolet Onix 1.0 tem até 80 cavalos de potência, uma potência melhor do que o motor mil da GM tinha anteriormente, já que agora ele atende pelo nome de SPE/4. Este motor tem melhorias visando entregar mais torque, mais potência e também um melhor consumo de combustível.
Notamos algumas pequenas melhoras sim, mas um motor 1.0 nunca irá fazer milagre. O Onix tem mais de 1.000 quilos mesmo na versão mais simples, então acaba não sendo tão ágil quanto o Celta, por exemplo. O giro sobe com facilidade em trechos planos, mas em subidas ele continua o mesmo, tendo dificuldades. Isso com apenas uma pessoa a bordo.
O giro tem de ser mantido alto o tempo todo, se não você perde velocidade e tem de começar tudo de novo. Trocando de marcha em 5.000 giros temos uma aceleração razoável. O ar-condicionado pesa bem no motor, e faz com que o desempenho fique mais moderado. As relações de marcha tem um bom comprometimento entre desempenho e não irritar o motorista com trocas de marcha muito frequentes.
Em termos de desempenho é isso: o Onix não sai muito do que já acontece em modelos 1.0 já conhecidos. Mas o Onix tem várias qualidades. Falando um pouco da suspensão dele, vimos que ela é boa, fica com um bom balanço entre conforto e estabilidade. Os pneus altos de medida 185/70 R14 passam um bom conforto para a cabine, e os buracos são bem absorvidos.
Ainda temos bancos razoavelmente confortáveis, dentro do possível em um popular, com espuma macia que não irá causar desconforto depois de algumas horas. Juntando tudo isso, o Onix apresenta bom conforto se comparado com seus concorrentes diretos.
A visibilidade para o motorista é boa, temos um bom espaço para a cabeça. Pessoas de até 1,95 de altura andam tranquilamente no banco do condutor. Na largura interna o Onix também não perde em nada para populares mais largos, como o Gol, por exemplo.
O nível de ruído interno é muito bom para um popular. O motor só começa a invadir a cabine em rotações muito altas, abaixo disso o silêncio é interessante. O consumo urbano que marcamos com o Onix foi de 8,7 km/l com gasolina e ar-condicionado ligado. Sim, é um consumo bem alto para um 1.0, mas isso se deve ao carro estar pouco rodado. Nos próximos meses publicaremos as médias, que deverão melhorar.
Mas a conclusão a que chegamos após rodar pelos primeiros dias com o Onix na cidade é que ele tem um conjunto muito bom. Não tem nenhum ponto negativo muito grave a ser destacado.