Montadoras/Fábricas Toyota

Toyota: Fornecedor enfrenta greve e para produção do Corolla

fabrica-toyota-brasil

Apesar de viver um bom momento no mercado nacional, com alta de 11,5% nas vendas e presença constante entre os 10 carros mais vendidos do país, o Corolla enfrenta um problema na linha de produção.

A empresa Intertrim, localizada em Caçapava/SP, está enfrentando uma greve desde o dia 12, motivada por uma reivindicação salarial de 12% e mudança de sindicato. Os 715 funcionários querem passar do sindicato dos têxteis para o dos metalúrgicos de São José dos Campos.

Por causa disso, a Intertrim deixa de fornecer temporariamente acabamentos dos bancos e teto do Corolla, cuja produção foi interrompida hoje (26) e amanhã (27). Diariamente, a Toyota deixará de fazer 320 carros.

Em ritmo acelerado, a Toyota em Indaiatuba/SP opera com capacidade máxima e, de acordo com o sindicato, os funcionários fazem em média duas horas extras por dia e trabalham alguns sábados todos os meses. Até outubro, a marca japonesa vendeu 118,6 mil veículos, tendo alta de 1,6%.

[Fonte: Estadão]





  • Fernando S.

    O país numa crise danada e os metalúrgicos pedindo aumento (e entrando em greve) a cada 6 meses. Acho que ele vivem em uma realidade paralela.

    • Pedro Henrique

      o pior não é isso, o pior é uma empresa que fornece estofamento querer mudar pra um sindicato de metalúrgicos… kkkkkkkkk

      • Pedro Rocha

        Ir na aba de categorias de maior poder aquisitivo é melhor, já que “sindicato de pobre” nem os petralhas querem.

        • Edson Fernandes

          Mas a grande questão aqui é que querem mudar porque as regalias desse outro sindicato que é mais forte dá.

          O problema é que é um sindicato que se caso consiga a mudança, irá derrubar essa auto peças. Ela irá exigir bem mais do que o aumento salarial.

          Não tenho pena de empresa, mas conhecemos bem o sindicato da região. É o mesmo que força a GM a querer fechar fabricas e também forçar a Chery com reivindicações absurdas para uma fabrica que ainda não opera no limite ou que esteja vendendo bem.

          • Pedro Rocha

            Conheço esse tipo de gente, já que o SINDIPETRO que me representa é ligado ao PT-CUT.

            • CignusRJ

              Sindipetro??? é a escória da escória, já tive desavenças com este pessoal nos anos 90 início de 2000 quando fui terceirizado. Nunca mais chego perto deste tipo de gente.
              .

      • Felipe

        Ainda mais o Sindicato de Metalurgicos de São José dos Campos…. famoso pela truculencia

    • tiago

      Justamente, com uma inflação de dois digitos, como viver com o mesmo salário?

      • Lobo

        Exatamente, ia comentar isso.
        Se tudo está subindo, o cara não consegue mais viver com o mesmo salário.
        Ainda mais vendo que a Toyota teve um aumento de vendas. ;)

    • Fábio S

      Acho que somos nós que vivemos na realidade paralela. Pois só vejo crise para todo o lado, mas os caras conseguem entrar em greve e pedir reajuste.

    • Paulinho Peixera

      Você não sabe o que acontece dentro das empresas.
      no Brasil até nos Bancos que batem recordes anuais de lucros, na casa dos bilhões os seus funcionários tem que fazer greve para conseguir 5,7% de aumento salarial.
      as filiais Brasileiras, Indianas e Chinesas que sustentam as matrizes.
      Cada empresa tem acordo com a representação sindical com metas estabelecidas, mas
      as multinacionais se aproveitam do momento da economia para faturar ainda mais e não
      cumprir suas obrigações.

  • Tavares

    As montadoras trabalham no sistema “JUST IN TIME”, sem estoque…então que se fodam!

    • Clovislauro

      Não entendi o “então que se fodam”, existe alguma obrigação moral ou ética e ter estoque? É obrigatório ter os custos desnecessários de fazer estoque? O problema é a greve, não o sistema just in time.

      • Brenno

        E o sistema Just in Time é muito promissor, tanto que é utilizado a anos. Ele não é o problema. O que deveria haver era outro fornecedor, para ter um plano B.

        • Pedro Rocha

          O Just in Time foi criado no Japão, um país de alta densidade demográfica. No caso de países continentais, esse sistema não pode ser implementado “ipsis litteris”, devendo existir estoque de segurança. No caso de um país continental como a República Popular da Mandioca, o estoque é ainda mais importante por conta do desgoverno e baguncismo.

          • Meu pai trabalhou por anos na indústria de auto peças, onde é regra as montadoras trabalharem dessa forma. Eu trabalhando em logística nunca entendi a lógica destas montadoras em ter um caminhão com peças plásticas a cada 4 horas. Precisa de uma matemática muito boa pra provar que a redução de espaço de estocagem (problema do Japão onde o conceito começou) justifica 6 fretes por DIA, fora esse tipo de problema, como greve de caminhoneiro, greve do fornecedor, problemas no fornecimento (que as montadoras resolvem com multas altíssimas que podem quebrar algumas empresas menores), etc.

            • Marcelo Nascimento

              Se tivesse estoque, seriam 30 fretes por semana? Ou os caminhões que fazer os fretes diários são menores?

            • Deadlock

              A grande vantagem de não precisar de estoque é que a empresa não precisa arcar com os custos do estoque (preço de compra, armazenamento), gastando menos dinheiro. O dinheiro tem um alto custo em nosso país, dada a taxa básica de juros.

            • saosao

              A lógica é que é mais econômico para a empresa.

          • Debraido

            Just in Time, para quem não sabe é conhecido com Toyotismo também.

  • Junoba

    Interessante, esses dias possou pela minha mente, se caso a produção do Corolla parasse… E agora vem essa notícia…haha…

    • Impala_67

      Premonição 6
      =o

    • A alegria do Junobaaaaaaaaaaaa. rs

      • Junoba

        Kkkkkkkkkkkkkkkk… É isso ae, partiu Fluence ! Indiquei pro meu avô, e já teve dois, um manual e agora com um Aut. Ele dizia que nunca compraria um Renault, e mudou de ideia totalmente !…rsrs

        • Você indicou um carro que você nunca andou, não sabe da resistência e nem tem idéia do preço de revisão? Nada contra o carro mas nem eu que dirijo recomendo carros que não conheço…
          E depois o Rmx diz que estou sendo duro…

          • Edson Fernandes

            Eu já posso indicar, andei, gostei, vi o pacote de itens de série e tenho um…kkkk

            Mas tudo é na média do mercado, ele tem uma manutenção ligeiramente mais alta que o Sentra de revisão (eles são os que possuem um dos custos mais baixos de revsão até os 60000km)

            • Então, isso é outra coisa… Mas você mesmo indica ressaltando algo que pode incomodar o futuro proprietário.. Isso é informação.. Não ler ficha técnica e achar que entende de mercado por isso.

              • Edson Fernandes

                Bem, é que na verdade, de todas as fabricnates, vejo bem assim:
                – Honda (Civic)
                – Nissan (Sentra)
                – Renault (Fluence)

                Nessa ordem é o preço de revisão do mais barato ao mais caro. O resto é acima no plano de revisão. Até o “incrivel” Corolla “que tem manutenção barata”.

          • Junoba

            Tem casos de Fluence´s que perderam as rodas e isso ocasionou acidentes, de colisões que Airbags não abriram. Mas de que adianta, se o da marca rival o Airbag pode simples jogar estilhaços que já mataram pessoas !? Não adianta…

            Quanto as revisões, isso não é o mais importante quando alguém tem dinheiro para ter um sedan médio. Já tinha visto algumas avaliações, e indiquei.

            Agora, foi ele que comprou o carro, a decisão foi dele.

        • Ramom Alencar

          queria ver recomendar um celer pra ele kkkkkkkkk

          • Junoba

            Já recomendei. Pra ele e também pro meu tio.

            • Ernesto

              Pesquise o plano de manutenção do Celer. Vai se assustar e até voltar atrás na indicação desse carro.

        • JAC

          Revisões até 60 mil km.
          MAIS BARATOS
          Nissan Sentra R$ 2.254.
          Toyota Corolla R$ 2.422.
          Hyundai Elantra R$ 2.532.( Mas fique atento que o valor não inclui mão de obra).
          MAIS CAROS
          Citroën C4 Lounge R$ 4.968.
          Kia Cerato R$ 4.645.
          Honda Civic R$ 4.500.
          Publicado em 26-11-15 às 16h56 por Car and Driver

        • Cássio Amaral

          É porque tá mais pra Nissan do que Renault o Fluence.

      • Edson Fernandes

        E esse aí da foto é igual ao meu :)

      • Bittencourt

        Que irônico…o “queimado” no mercado é qual dos dois mesmo?

  • Bonafide

    Agora o Corolla virá com bancos opcionais, kkkk

    Já pensaram se todo brasileiro tivesse vontade de se unir, lutar contra esse sistema de corrupção, contra os abusos de algumas empresas (bancos, por exemplo), e fazer o gigante acordar de vez??

    Caramba, isso aqui viraria uma potência…

    Mas não, quando alguns resolvem se mexer (dentro do seu campo social) o povo ainda critica, diz que são vagabundos.. Viver no cabresto é confortável.

    • Desculpa se entendi errado, mas uma potência se faz com empresas fortes também. Não adianta nada trabalhadores recebendo bons salários de uma empresa que não existe!
      Essa é a visão míope das coisas (E novamente peço desculpas se interpretei errado)… Alguns enxergam que pessoas existem para trabalhar e enriquecer outras. Já outros tem a visão que um peão tem que ganhar tanto quanto o dono da empresa, ou que esse dono não tem que ganhar nada, ele existe para deixar empregados ricos. Esses extremos, essa visão 8 ou 80 não resolve nada.
      Ok, eles se uniram e passaram a ganhar bem mais… A empresa não tem como pagar os funcionários e fecha. Eles passaram de funcionários mal renumerados para funcionários bem renumerados e depois para desempregados. Que evolução hein?

      • Edson Fernandes

        Lembrando que a ideia de um funcionario muitas vezes é o imediatismo. Além disso, nada no Brasil serve para meritocracia, o cara quer na marra que um setor inteiro ganhe porque ele trabalha nela. Caso contrário iria até dizer que é um absurdo.

        Eu falo disso, porque do meu trabalho atual, estou na terceira empresa atuando como consultor e ninguem quer saber se vai ou não quebrar a empresa, querem se importar em “Pagar até quando der”. Aí o cara abre mão de morar perto da empresa, de ganhar o que gostaria para não ganhar nada além, trabalhar longe e reclamar disso todo dia.

      • Bonafide

        É óbvio que quanto mais direito trabalhista, mais onera a empresa. E se a empresa quebrar, ferra tudo… é preciso buscar o equilíbrio.

        Mas no Brasil a gente é muito parado, no geral.

        Compra um troço estragado e não reclama, absorve o prejuízo.
        Sacou? Isso se aplica pra tudo.

        Isso que vc mencionou é muito comum no interior, em grandes fábricas. As pessoas louvam essas grandes empresas como se elas trouxessem o tão sagrado emprego, mas na verdade as empresas estão lá pra sugar a mão de obra barata, incentivos fiscais (c/ propina), e um povo que não reclama de nada…

        Veja as pessoas com a casa e os filhos enterrados no barro em MG, mas fazendo protesto pra empresa não sair de lá… Claro que sem emprego a vida deles seria ainda pior, mas a empresa precisa respeitar as normas ambientais e até mesmo humanitárias. Não pode ficar tudo livre, caso contrário tragédias como essa seriam muito mais frequentes.
        E não to falando pro Estado interferir não, é o próprio povo que tem que botar ordem..

        • Ernesto

          O sindicato que estes funcionários querem se associar é o sindicato dos metalúrgicos de SJC. Dê uma pesquisada sobre o que eles fazem. Uma coisa que tenho lembrança é sobre a GM de lá que vira e mexe perde a concorrência interna, entre as fábricas da GM no Brasil, para produzir algum veículo, devido ao sindicato lá ser muito “forte”. Entre aspas porque esse sindicato muitas vezes mais atrapalha do que ajuda o trabalhador. Como o Alessandro comentou, de que adianta reivindicar tantas coisas se a empresa, no final, fechar as portas? Eu trabalhei numa multinacional que tinha fábrica em SJC. Saiu de lá para mudar para Extrema-MG. Quantas outras saíram de SJC? Claro que os trabalhadores precisam batalhar por seus direitos, mas ultrapassar esses direitos, como é o que me parece no caso do sindicato de lá, é um tiro no pé.

    • Mr MR8

      Boa idéia, o Corolla sai da fábrica com os bancos só na espuma, o consumidor ganha um desconto ou opta por bancos de couro da concessionária “de graça”, bah pq que nunca pensaram nisso antes?

  • Pedro Henrique

    já tão querendo ferrar com a toyota…

  • Brasileiro

    Nesse mês ate hoje as vendas do Corolla caiu consideravelmente, será ser efeito dos Crossovers?

    • Pedro Rocha

      Muitos compradores pesquisam carros não por categoria, mas por faixa de preço. Entre 80 e 105K há muitas opções além do Corolla, sendo o Renegade bastante destacado atualmente.
      Quando chegar a Toro, “sedan médio com carroceria”, as vendas ficarão ainda mais diluídas, o que é bom para o mercado.
      P.S. – eu sou um que estou aguardando a Toro (diesel 4×4 AT9) para sair do meu atual Corolla GLI AT4 2011.

    • JAC

      Vendeu até 25/11 4.830,faltam 3 dias Outubro 2015 5.632.Em 2015 55.226 média de 5.523, caiu?

      • Brasileiro

        Preste atenção amigo, falei neste mês.
        Esse ano tem os “crossovers do momento”, ano passado nao tinha.

        • JAC

          Preste atenção amigo, o Corolla vendeu 5.154 faltam 2 dias para fechar o mês,vai fechar o mês com mais de 5.800,caiu consideravelmente?

  • Duh

    E agora o que os velhinhos vão dirigir?

    • Edson Fernandes

      A julgar pelo comportamento do carro…. Sentra e Fluence…rsrs

      É o que mais se aproximam do rodar mais confortavel (principalmente o Sentra que ficou bem mais voltado para o conforto)

    • Cássio Amaral

      hauhauhauaaahuaa

  • Adriano

    80 mil e rodas de ferro kkkkkkkkkkkkkkkkkkk bananalandia!

  • Debraido

    vai ter protesto! #vemprarua, #MCL (movimento Corolla livre), #MTCMSC (movimento dos trabalhadores da classe média sem Corolla), #nãoésopeloestofado.

    • Pedro Rocha

      Em vez de pão com mortadela vai ser sushi?
      =D

  • Aldo Raine

    Vovorolla

  • CyberSilvio

    Mudar pro sindicado dos metalurgicos? Poe no olho da rua! Vão fazer o que, cortar o dedo?

  • Filipo

    Só assim para pararem o Corollão!

  • Mario

    Mais uma vez o sindicato dos metalúrgicos do São Jose dos Campos, atrapalhando a vida !!! Quando a população do Vale vai acordar e reagir a este atraso???? Querem tirar o sind dos têxteis e exigir PLR de 10mil (igual a GM), fora o aumento de 12%. O Vale está entrando num buraco sem fundo!!! Acorda Vale!!!

    • Ernesto

      Comentei acima sobre isso. Várias empresas saíram de lá, inclusive uma multinacional que trabalhei. Realmente esse sindicato está acabando com o emprego por lá. É muita burrice desse povo que não enxerga o mal que esses vagabundos sindicalistas fazem.

  • Mario

    O brasil tem seu próprio ‘estado islamico’!

  • Airplane

    Não têm outro fornecedor ?!
    É muito arriscado se trabalhar com fornecedor único.

    • Redpeak77

      fornecedor de autopeças não é como fornecedor de parafusos…
      um desenvolvimento de peça, de estofado, de guarnição, pode custar dezenas, centenas de milhares de reais.
      normalmente, o fornecedor único assume o risco de coisas como esta acontecer, e no final, provavelmente vai receber as contas da Toyota…

      • Airplane

        Não desmereça os fornecedores de parafusos, pois os parafusos técnicos fornecidos à industria aeronáutica ou automobilística, só para ficar em dois exemplos, são de importância e dificuldades tecnológicas equivalentes, ou mesmo, superiores às enfrentadas no desenvolvimento de “peças de estofado” ou de “guarnição” e também podem custar centenas de milhares de Reais.
        Na verdade isso é mais um argumento para reforçar o desenvolvimento de mais de um fornecedor.

        • Redpeak77

          você entendeu o que eu quis dizer.
          ou seja, se valesse a pena ter dois fornecedores, os tiers e montadoras já teriam faz tempo.
          abs.

  • Marco Antônio

    Entendendo o porque ESTOQUE não é negócio em sistemas monetários inflacionistas: Não é só necessidade logística, é monetária também a solução do just-in-time. Comprou o insumo e rapidamente o usa. Insumos em estoque depreciam com o tempo. O real de hoje vale menos do que o do mês que vem. É como depositar 100 reais em uma conta que não rende juros. Pra valer os mesmo 100 do mês anterior você tem que adicionar a inflação em forma de juros, que digamos, por exemplo, seja de 1%. os 100 R$ valerá 101 R$ no caso. Como insumo não rende Juros, ele se depreciará, passará a valer 99 R$ no estoque. E assim por diante. E assim sucessivamente quanto mais ele ficar lá parado. É assim pra todas as máquinas do setor produtivo, que além de depreciarem em valor monetário, se deprecia em condições físicas, o desgaste, o que acentua a desvalorização do valor para além da inflação. Por isso um carro com muito tempo de pátio não fica mais barato, sem a empresa retirar do lucro (o custo é um gasto do passado, e lucro um rendimento futuro. O custo tem que ser reposto em termos de poder de compra da moeda, ou seja o preço corrente dela no futuro). Ele gastou 5 mil pra produzir um carro, e espera receber outros 5 mil de lucros (100% do valor de custo)= 10 mil R$. 12 meses depois, com inflação de 1% a.m, serão necessários 5600 para pagar os custos do passado em valores atualizados. Caso ele queira manter a taxa de retorno em 100% do custo do carro passará a custar 11.200. Caso ele queira manter o valor de 12 meses atrás ele irá mexer na taxa de retorno, no lucro, ou seja obter por volta de 78 % do valor de custo. Toda MONTADORA SABE DISSO. Então como conseguir a taxa de retorno pretendida? Colocando um preço maior na taxa de retorno antes da unidade monetária que serve de base de calculo para preço se depreciar (moeda, Real) Por isso estamos vendo o preço dos carros de mês em mês se elevar. O preço já e caro quando sai de fábrica, e vai se corrigindo de acordo com o retorno pretendido. Sem falar que o meu exemplo é PURAMENTE DIDÁTICO. Antes que cheguem os lunáticos do custo Brasil me apedrejando (sim, custo brasil existe).

  • shdn2010

    Do jeito que essas montadoras sao é capaz da toyota jogar no mercado como uma versao alternativa e cobrar 80 mil pela exclusividade de vir sem os devidos acabamentos…kkkkkk

  • Roberto

    Ué, e Corolla usa peça? [ironicmode]



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