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Toyota Hilux e SW4 Flex 2017: Impressões ao dirigir

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Seguindo com os lançamentos da Toyota, a marca japonesa apresentou mais duas novidades essa semana. A partir de agora, a Nova Hilux e a Nova SW4 passam a ser oferecidas com motores 2.7 Flex.
 
O motor é o mesmo da antiga geração. Trata-se do Dual VVT-i Flex 2.7L 16V DOHC com 163 cv de potência a 5.000 rpm, quando abastecidos com etanol, e 159 cv, também a 5.000 giros, com gasolina. O torque máximo é de 25 kgfm (com álcool e gasolina), sempre a 4.000 rpm.

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A nova Hilux Flex 2017 será ofertada em três versões cabine dupla: SRV com tração 4×4, SRV 4×2 e SR de tração 4×2. Todas são equipadas com transmissão automática de seis velocidades.
 
A versão de entrada SR 4×2 Flex traz, ar-condicionado manual, banco do motorista com ajuste de altura, chave tipo canivete, computador de bordo monocromático, controle de velocidade de cruzeiro, direção hidráulica, modos de condução ECO e Power, protetor de caçamba, retrovisor externo na cor preta com regulagem elétrica e rodas de liga leve aro 17”.

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O sistema Multimídia com tela de 7” traz GPS, TV Digital, DVD, rádio com CD Player/MP3, câmera de ré, Bluetooth, conexão USB e AUX, quatro alto-falantes e volante com comandos integrados. Airbags frontais, airbag de joelho (para motorista), freios ABS com EBD, sistema de alarme perimétrico e sistema universal para cadeira de criança ISOFIX também fazem parte do pacote.
 
As versões SRV 4×4 e SRV 4×2 incorporam todos os itens relacionados no modelo SR, mais ar-condicionado automático com saída de ar central para os bancos traseiros, banco do motorista com ajuste elétrico de distância, inclinação e altura, computador de bordo com tela de 4,2” de TFT, estribos laterais na cor preta, retrovisor externo cromado, revestimentos dos bancos de couro e material sintético, seis alto-falantes, Assistente de Reboque (TSC), Assistente de Subida (HAC), Controle Eletrônico de Estabilidade (VSC), Controle Eletrônico de Tração (A-TRC) e sistema de alarme volumétrico.

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Impressões ao dirigir
 
Durante o lançamento, tivemos a oportunidade de conhecer os dois modelos. Comparando com a motorização diesel, a picape flex não fica muito para trás. Para fazer o modelo andar bem, o motor precisa estar acima de 3.500 giros, desta forma você tem a força necessária para embalar o a picape. Com relação ao SW4, o motor sente um pouco e percebemos o carro mais fraco.
 
Em velocidade cruzeiro de 110 km/h, o motor está a 2.000 rpm, o que garante um ruído quase mínimo na cabine e contribui para o consumo. A transmissão de seis velocidades tem trocas eficientes, mas ainda deve em esportividade, mesmo com a fusão Power Mode ativada, ele não responde no exato momento que pedimos a troca de marcha. Já no ECO Mode, as trocas são lentas e até meio pedal, as mudanças acontecem em até 2.500 rpm. Vale lembrar que a SW4 na versão 2.7 não possui borboletas atrás do volante.

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A aparência da picape não muda nada em relação as versões diesel. Segue os mesmos acabamentos, painel de instrumentos simples e bancos em tecidos para a versão SR e acabamento premium na SRV com tração 4×2 ou 4×4.
 
Já na SW4, a diferença fica bem visível, comparada a versão SRX. Na parte externa, as mudanças ocorrem no conjunto ótico, que não usa LEDs diurnos tão menos lâmpadas em LED. As rodas são exclusivas com 17 polegadas e a nomenclatura “Flex Fuel” no porta-malas, denuncia o motor 2.7 Flex. Vale ressaltar que o porta-malas não é elétrico.

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Na cabine, vemos bancos, portas e apoio de braço revestidos em tecido marrom e também não há banco elétrico para o motorista. Os comandos do ar-condicionado são simples e até contrasta com o interior do carro. O painel de instrumentos é o mesmo da Hilux SR, com tela monocromática azul, com poucas informações de computador de bordo.
 
Para diferenciar ainda mais a versão, o console central do carro tem o acabamento cinza, e não madeira como acontece na SRX. A versão SR também perdeu a partida no botão e sistema de abertura das portas pela maçaneta, sem o uso do comando do controle remoto.
 
No mais, a Toyota manteve a mesma central multimídia com TV digital e GPS integrado, bons alto-falantes, volante revestido em couro com piloto automático e comandos de áudio.

Confira abaixo os preços das Novas Hilux e SW4 Flex 2017:
 
Hilux Flex 2017
SR A/T 4×2 Cabine Dupla – R$ 111.700
SRV A/T 4×2 Cabine Dupla – R$ 120.800
SRV A/T 4×4 Cabine Dupla – R$ 131.200
 
SW4 Flex 2017
SR A/T de 5 assentos – R$ 159.600
SR A/T de 7 assentos – R$ 164.900

Galeria de fotos das Novas Hilux e SW4 Flex 2017:

Evento a convite da Toyota.





  • Alexandre

    Eu sei que muitas pickups brasileiras usam motores flex, mas eu acho meio absurdo uma pickup desse porte (isso inclui S10, Ranger e afins) usar um motor com 25kgf/m. O porte é descomunal para um motor desse.

    • João das Arve

      Na pratica elas andam ate ben
      Nao é pra currida é trabaio
      Nos estadozunido a hailuqs [eles chamao otro nome] 4 silindro tabe é 2.7

    • Pacheco

      Pior que ela manda até que bem. A Policia mesmo vai encomendar um monte, pode preparar.

    • Brando

      Na verdade, elas andam bem para o que se espera. A Ranger e a Hilux 2.7.
      Já a SW4 não sei.

    • Tarcis de Almeida

      Entenda, o que interessa é a distribuição do torque ao longo de toda a faixa de rotação do motor, e nas rodas, depois de passar pelo câmbio. Sacou?

  • Lucas086

    Manca e beberrona, pelo da SRV já da para pegar uma Hpe diesel ou se não der, a diferença é pouca. Picape é diesel, tem torque e força e o consumo fica mais aceitável, certo que tem gente que compra, mas se for para comprar uma picape a gasolina, prefiro um bom sedan.

    • Marcio

      Não se esqueça que a diferença de preço entre um motor flex para um diesel supera R$ 30.000,00. Mais as despesas de manutenção e seguros que são mais caros no Diesel

      • Lucas086

        Sei disso, mas nunca compraria um carro de força com um motor fraco e sem autonomia, mesmo as contas dizendo o contrário.

        • Pacheco

          O problema é que essa versão Flex tem seguro mais barato, manutenção melhor, é mais silenciosa e para o uso urbano que colocam, ela se da até melhor.

          Será um modelo muito vendido nas capitais. Em SP eu vejo mais Hillux Flex do que Diesel atualmente.

          • Lucas

            O problema é querer vender uma picape flex com dois anos de uso e vê-la desvalorizar 30 mil reais. Mesmo se for Hilux.

            • Pacheco

              Mas todas fazem isso. E a Hillux e S10 tem menos disso. A concorrencia sofre demais com desvalorização.

            • Tarcis de Almeida

              Comprei 10/10 em 2011 por 75k. Troquei por uma nova em 16/17, cinco anos depois, trocado em concessionária por 50k. Isso é desvalorização?

              • Lucas

                Isso foi antes da inflação e da alta do dólar. Experimente pagar mais de 100 mil numa hoje em dia…

        • Tarcis de Almeida

          Tá sabendo pouco

    • Tarcis de Almeida

      Nem é manca nem é beberrões. É show!

  • Ailton Junior

    Essas picapes precisam urgentemente de motores turbo (gasolina) como os ecobost das séries F americanas

    • Pacheco

      Isso ainda demora. Acho que aqui, o maximo seria os V6 retornando. A Trailblazer usa, mas não flex.

  • Thiago Alexandre

    2.7 com 163 cv a toyota gosta de pouca potencia a s-10 tem 206cv no 2.5

    • Leandro Lima

      Pow, 206cv é muita coisa velho kkkkkkk… S10 é muito foda…

    • Pacheco

      Tudo vai do torque, ajuste do cambio e relação do diferencial. Potencia não é tudo.

    • Jeremias Flores

      O motor da S10 é bom, mas falta um cambio automático.

    • marcelo

      Cuidado, de acordo com um amigo acima, nada de potência, porque ai quebra! Kkkkk por isso q é fantástico ter o 1.8 da chevrolet com 108 cv, isso é q é respeito pelo consumidor, pq acho q dura p sempre!

  • Lucas

    Parece que fazem questão de ter os motores menos potentes entre toda a
    concorrência. É difícil de entender isso… Até mesmo a versão diesel é a
    que possui o pior desempenho do mercado, junto com a triton.

    • Pacheco

      Ela foca em durabilidade e economia. Cada empresa ajusta dentro da sua necessidade e plano de ação.

      • Lucas

        Focar apenas na durabilidade (que não é conhecida nesse anêmico motor 2.8) talvez seja uma roubada se o comprador brasileiro for inteligente. Não ser a mais econômica, nem a mais potente, nem a mais forte, nem a mais barata de manter e ainda custando muito mais que as rivais, vai abrir os olhos do mercado e alavancar a venda dos concorrentes. Espero que sim… – Aqui fala um motorista que já teve todas as picapes (exceto frontier) e hoje não troca sua Amarok Highline por nada. Talvez pela versão v6 que está pra chegar.

        • Pacheco

          Então amigo… nunca ouvi relatos de problemas nos motores a Diesel da Hilux.

          A Toyota deve ajustar para ser um motor durável e confiável e nem liga nesse negocio de mais potente ou mais econômico. A Diesel é vendida muito no interior do Pais, um publico que procura durabilidade e manutenção baixa.

          Tenho certeza que ela não vai decepcionar com isso.
          A VW mesmo teve um problema grave com as primeiras Amarok. A Ford tbm tinha problema com o 3.2 e a Chevrolet teve que reprogramar o 2.8 dela.

          Mas nunca deu problema em Toyota.
          Não sou fã da marca e concordo com vc… mas tenho que ser justo em apontar qual o foco da marca e os resultados que ela colhe dessa visão estratégica.

          • Lucas

            Nunca tive problemas com nenhuma das concorrentes, inclusive rodei 120 mil km numa S10 2013 na época em que viajava pro interior, sem qualquer defeitinho sequer (exceto dois ruídos de acabamento), mas admito que para o uso pesado, a Hilux 3.0 era a melhor pedida – não posso falar da 2.8. Agora, para o uso urbano/misto (ao qual a maioria das picapes é destinado), qualquer uma serve, e para isso, desempenho e economia contam mais do que carregar 1 tonelada na caçamba que só é usada em dias de compras no mercado. Ps: As revisões da S10 foram mais baratas que a da Hilux 2009 que possuí.

            • Pacheco

              Sim, concordo contigo.

              Na vdd, para quem não precisa de uma Pick-Up, deveria é ir pra outro segmento. Esses carros tem um ajuste mais duro.
              Se vai usar na cidade, melhor procurar um SUV ou partir para os veiculos de passeio.

              • Lucas

                Concordo com você, amigo, mas também não julgo que faz uso urbano de caminhonetes. As estradas do nosso Brasil não nos permitem rodar com segurança em carros baixos e pneus com perfil pequeno. É buraco demais pra isso. Abraço!

                • Pacheco

                  Sim… exatamente. E é por isso que esses carros tem aumentado em vendas. Tanto Picape grande como SUV. Pq as avenidas das grandes cidades já se transformaram em ambiente lunar.

                  Em mesmo, ando ziguezagueando pela rua. O Jaiminho aqui só sabe pintar faixa de bicicleta.

                  Porem, sabemos que o custo/beneficio de um veiculo desse tamanho é menor.

      • marcelo

        O motor é Fraco, basta ver por ex que a Caixa Busca Marcha (s) assim que o accelerator é levemente pressionado. Comprar um motor raquítico porque trabalhando assim dura mais é uma bela maneira de enganar a si mesmo e fosse assim os 1.0 deveriam continuar sempre com os antigos 50 cv, afinal quem usa muito um 1.0 não deve estar com dinheiro sobrando…….que argumento fraco, mais fraco que os motores da Hilux kkkkkkk
        Aliás, melhor ficar longe do Ótimo 1.4 turbo do A3 com 150 cv, e outros, um perigo esse negócio de pagar e receber produtos modernos, pode quebrar kkkkkkk

        • Pacheco

          Não foi nada disso que eu disse amigo. Você está interpretando errado.

          Ela teve várias opões de ajuste e preferiu acertar uma potencia que atendesse a necessidade do consumidor, desse durabilidade e tivesse consumo satisfatório. Todos sabemos que isso são as equações que um motor precisa preencher.

          Da pra fazer um 1.0 aspirado de 150cv, mas quero ver ele aguentar o tranco diário e ser econômico.

          Com o tempo, a tecnologia vai elevando os números, porem cada montadora ajusta dentro da sua necessidade.

      • marcelo

        Ótimo, por isso então a chevrolet usa aqui o 1.8 com 108 cv. Puxa, obrigado pela explicação, porque NINGUÉM entende o uso desse LIXO.

        • Pacheco

          Exatamente… ela usa o 1.8 8V pensando em durabilidade e preço de manutenção.

          É a única coisa que ele tem de vantagem.
          Então foca nisso e pronto.

  • Brando

    Devem beber bem, mas que dá vontade de comprar uma SW4 dessas, ah dá.
    Isso é um conforto, espaço de sobra e uma tranquilidade enorme no trânsito e nas estradas.

  • Jeremias Flores

    É uma proposta diferente da diesel, não serve para o mesmo uso.

    Quem quer uma pickup ou SUV para usar na cidade, pegar uma estrada no final de semana, ou até mesmo uma estrada de terras leve, elas servem muito bem.

    minha crítica é a falta das versões SRV 4×2 e 4×4 na SW4 deixaria ela mais interessante.

    • Exatamente Jeremias. O pessoal quer uma versão V6 ou Turbodiesel com 4×4 para andar em estrada de asfalto duplicada durante os finais de semana.

  • Vini

    Faltou foto do interior da sw4!

  • Marcelo Ceno Dutra

    Toro volcano, Ranger XLS AT ou Hilux flex ?

  • Redpeak77

    TV Digital? Não chegaram a proibir TV nas telas que ficam ao alcance do motorista?
    Ou essas só conectam quando o motor está desligado?

    • GPE

      Com o freio de mao puxado