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VÍDEO: Ford Fusion condução autônoma





  • PRND

    Já gostei bastante de “dirigir por dirigir”, quando havia menos trânsito e poucos radares. Fazia Curitiba-São Paulo com o pé colado no assoalho do Gol 1.8 GTS, sedento de álcool.
    Também não se usava cinto (na estada um pouco, mas não pelo sentimento de segurança: por receio de multas).
    “Era um inconsequente”, dirão as pessoas de hoje (eu mesmo digo isso hoje de mim mesmo naquela época).
    Pois bem, as coisas mudaram. A atomização da informação é uma das maiores características. Coisas que nem pensávamos hoje são discutidas por crianças: não raro os filhos aplicam um sermão nos pais para que usem o cinto ou os acomodem corretamente na cadeirinha. Eu vejo crianças dizendo para os pais não beberem Coca-Cola (!).
    E isso é uma evolução, no sentido de uma vida mais humanitária, bem relacionada e saudável — podendo representar para alguns um mundo mais “chato”. Eu não acho, aprecio as mudanças.
    Antes viajar de avião pelo Brasil e pra fora era para magnata: A Varig selecionava seus clientes pelo preço e os agraciava com banquetes a bordo. Faliu. Avião comercial se transformou em instrumento de trabalho. A Gol praticamente só serve água de graça. As outras, um biscoitinho insosso.
    O carro perdeu aquela magia da liberdade e é só mais um meio de transporte para o trabalho/ lazer/ etc em segurança e conforto. Dirigir no trânsito é um saco. As motos quase te enlouquecem, os outros motoristas são uns barbeiros, os agentes do estado fiscalizam nossos erros com a mesma voracidade que nos cobram impostos e assim vai.
    Quero mais é saber de conversar com minha filha, perguntar o que pretende fazer da sua vida e sobre seu namoradinho novo (é… Muitos pais não têm diálogo por mero “tabu”), do que me preocupar com essa a atividade de eu mesmo dirigir meu carro até minha casa, em meio a essa selva inóspita que é o trânsito das cidades.

  • zekinha71

    Perto de casa tem uma rua que finalmente pintaram as faixas, mas fizeram uma bela cagada, em um quarteirão são duas faixas, no próximo 3, depois 2 e assim até o fim.
    Vc está na sua faixa e de repente vc está ocupando duas, daí tem que decidir pra qual lado vai, junto com os outros motoristas, e logo em seguida tem que mudar novamente, vai acontecer várias batidas por causa disso.
    Agora imagina um carro autônomo tendo que fazer isso, desviar de buracos, onibus que saem do ponto sem olhar.

  • O passo agora é evoluir o LIDAR pra ficar mais bonito e discreto :)

  • Belina77

    Quero ver o pobre Fusion lendo as placas brasileiras. Nem os seres humanos entendem…