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Volkswagen, o carro do povo que virou gigante mundial

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Volkswagen Tipo 1 e Tipo 2

Adolf Hitler ordenou a construção de um veículo barato e simples para levar dois adultos e três crianças, que podia alcançar 100 km/h. Ele deveria rodar pelas modernas Autobahns inauguradas na Alemanha nazista dos anos 30.
 
O tal carro seria o veículo do trabalhador alemão, até então distante de um automóvel. Na Alemanha do início dos anos 30, apenas um em cada 50 tinham acesso ao carro. No entanto, antes do Führer entrar no jogo, a indústria alemã já buscava carros baratos para o consumidor de menor poder aquisitivo.
 
Nomes como Béla Barényi, Josef Ganz, Hans Ledwinka e Ferdinand Porsche estudando novas tecnologias e propostas para um carro barato, assim como Daimler com o Mercedes 170h (leia o Fusca da Mercedes), Adler Autobahn, Steyr 55, Hanomag 1.3L 2 2/10 PS e Tatra T77. A ordem era de que o carro deveria custa 990 Reichsmark ou cerca de 396 dólares da época.

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KdF-Wagen em propaganda da época

KdF-Wagen, o futuro Fusca
 
Mas o preço exigido por Hitler era inalcançável para os projetos existentes. Assim, o chefe do Terceiro Reich decidiu investir numa fábrica estatal para produzir o “carro do povo alemão”, chamado KDF (Força Através da Alegria).
 
Ele não só apostou em uma empresa estatal – fundada em 1936 pelo Deutsche Arbeitsfront (Frente de Trabalho Alemã) como mandou construir uma cidade para ela, batizada de Stadt des KdF-Wagen (Cidade dos carros KDF), localizada perto de Hannover, na Baixa Saxónia. A cidade abrigaria os trabalhadores da nova empresa.
 
Enquanto isso, Hitler escolhia Ferdinand Porsche para desenvolver o novo projeto do carro do povo, que surgiu como um pequeno veículo com aerodinâmica inspirada no besouro, chassi simples com suspensão por eixos de torção, motor traseiro boxer refrigerado a ar e o preço desejado pelo governo. Ele foi apresentado em 1933 e batizado de KdF-Wagen.  

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Mockup do KdF-Wagen na presença de Adolf Hitler e Ferdinand Porsche
 
Volkswagen
 
Com tudo pronto, em 1938 inicia-se a operação da então pequena fábrica da recém-fundada a Gesellschaft zur Vorbereitung des Deutschen Volkswagens mbH ou Gezuvor. Mas, em 16 de setembro de 1937, a empresa é renomeada Volkswagenwerk GmbH.
 
A campanha era de fazer uma poupança de 5 Reichsmark por semana para ter acesso ao KdF-Wagen e 336 mil pessoas encomendaram. Mas poucos alemães, conseguiram ter o carro nas mãos, pois a ambição nazista deflagrou a Segunda Guerra Mundial em 1939.

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Volkswagen Tipo 82 Kübelwagen
 
A Volkswagen então rapidamente mudou a produção do civil e simpático carrinho para versões belicosas para a Wehrmacht. O conflito fez surgirem os modelos Tipo 82 Kübelwagen e o anfíbio Tipo 166 Schwimmwagen, entre outros, derivados do Tipo 1, o KdF-Wagen. Todos foram desenhados por Porsche.

Apenas um Volkswagen Tipo 1 Cabriolet foi apresentado a Hitler em 20 de abril de 1945, quando este completou 55 anos. A empresa utilizou 15 mil pessoas como mão de obra escrava durante o conflito. Em 1993, um processo de indenização foi iniciado.

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Volkswagen comemora 1.000 carros feitos em 1946
 
Controle britânico
 
Com a derrota da Alemanha Nazista, o país ficou em escombros e a fábrica da Volkswagen quase que destruída por completo. A Baixa Saxônia ficou sob jurisdição britânica e uma comissão foi nomeada para administrar e vender o que havia restado da empresa. O Major Ivan Hirst assumiu o controle e colocou a fábrica para funcionar, pois havia escassez extrema de carros no país.

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Major Ivan Hirst à direita
 
Inicialmente os britânicos ofereceram a Volkswagen para o Grupo Rootes, cujo proprietário, Sir William Rootes declarou que o carro era pouco simpático, barulhento e que seria um fracasso em dois anos.  Ele chegou a chamar Hirst de idiota, ao se referir à intenção deste de produzir carros naquela região. Em 1978, Rootes iria à falência com a Chrysler.
 
Finalmente surgiu o interesse da Ford, que chegou a se reunir com Hirst. A americana era última oportunidade para uma empresa dos aliados de adquirir a Volkswagen “de graça”. Mas Henry Ford II julgou que a VW não valia a pena e desistiu. Assim, os britânicos entregaram a administração da montadora para o alemão Heinrich Nordhoff.

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Heinrich Nordhoff
 
Era Nordhoff
 
Em 1948, a Volkswagen passou para administração alemã com grande participação do estado da Baixa Saxônia e sob gestão de Nordhoff. Hirst saiu da empresa 1949 e pouco a pouco a produção do antigo KdF-Wagen começou a crescer em Wolfsburg, nome do castelo alemão próximo da cidade operária da VW, que passou a dar nome a toda a região.

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Volkswagen comemora um milhão em 1955
 
O já popular Käfer ainda não parecia ter tanta força quando um importador holandês chamado Ben Pon, criou o projeto do Tipo 2 ou Kombi. No início dos anos 50, a Volkswagen começou uma forte política de exportação e a dupla de motor traseiro a ar logo estava cruzando o Atlântico.

Associada com a imagem de robustez e baixo custo, a empresa aproveitou um projeto do estúdio Ghia para a Chrysler, que novamente desistiu de algo bom, e criou o Volkswagen Karmann-Ghia, feito pela empresa homônima em Osnabrück.

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Volkswagen 1500 Notchback

Sucesso nos EUA e novos modelos
 
Agora como um trio, a gama da Volkswagen chegou aos americanos – vendidos inicialmente através de concessionários Chrysler – que ficaram perplexos e apaixonados com os novos carros alemães. A Porsche também reforça o poder do boxer a ar antes os gigantescos sedãs V8 existentes na “América”.
 
Secretamente, a VW desenvolvia um pequenino carro, ainda mais barato que o popular Volks Sedan, chamado de projeto EA48 (leia o MINI da Volkswagen). Suas formas anteciparam às do clássico inglês MINI, mas o governo alemão impediu a empresa de executá-lo, pois não havia como ter um concorrente para ele.

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Volkswagen Sedan em propaganda nos EUA
 
Nos anos 50, a Volkswagen viveu seu próprio “sonho americano”, obrigando a concorrência local a desenvolver carros de filosofia parecida para enfrentá-la. A empresa se expandiu nos EUA e em outras partes do mundo, especialmente próximo da borda do campo paulista…

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Volkswagen Karmann-Ghia (Tipo 34)
 
Mas o trio germânico não foi suficiente para ampliar o mercado da Volkswagen no começo dos anos 60, assim nasceu a primeira família de carros da marca, a Tipo 3, que tinha carrocerias fastback, notchback, Squareback (perua Variant) e a segunda geração do Volkswagen Karmann-Ghia. Ainda com motor traseiro boxer, o Tipo 3 tinha soluções melhores que os clássicos dos anos anteriores.

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Volkswagen 411 Fastback
 
Em 1964, a Auto Union é adquirida pela Volkswagen para ampliar a produção de automóveis. Com ela veio a Audi de Ingolstadt e um projeto de motor refrigerado à água. No entanto, Nordhoff era contra a ideia de utilizar esse tipo de motor nos carros da VW. Nos anos seguintes, chegou até a desenvolver um sedã grande (e sua perua) com motor boxer de seis cilindros da Porsche para enfrentar os sedãs americanos.

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Volkswagen K70 (NSU)
 
Esse projeto já denunciava a desvantagem da Volkswagen diante das rápidas mudanças no mercado automotivo mundial. O Tipo 4 foi a última ação efetiva do Nordhoff para manter o motor boxer a ar em evidência. Em 1968, o chefe da Volkswagen morre e o domínio do lendário propulsor entra em declínio no ano seguinte.

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Volkswagen Passat Fastback da segunda geração
 
Motor à água domina
 
Em 1969, a Volkswagen compra a NSU. Antes, ela já havia adquirido a DKW. Com a empresa de Neckarsulm, surge o primeiro carro com motor à água da marca alemã, o K70, um projeto inteiramente da NSU. Na mesma época, a Audi avançava com seus modelos maiores, cujo estilo estamparia os futuros carros da VW nos anos 70.
 
No ano de 1973, a Volkswagen lança o Passat, oficialmente seu primeiro carro refrigerado à água e com motor dianteiro. Logo depois surge o Golf e então o Polo, nomes que se tornariam best sellers no mercado automotivo mundial. Mas, um ano antes disso, a Volks provava que o fracassado Tipo 1 podia ser um sucesso.

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Volkswagen Super Golf
 
O Käfer, conhecido nos EUA como Beetle, ultrapassava a marca histórica de mais de 15 milhões de exemplares produzidos do Ford T. A Volks cancelou na última hora o projeto Tipo 266, um sucessor de motor central para o Beetle. Nos anos 70, a empresa continuou expandindo as vendas e a produção. Modelos como Derby e Scirocco se juntaram ao lineup.

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Volkswagen Berby
 
O motor a água da Audi provou ser um bom projeto e ele se tornou a base de todos os Volkswagen modernos, sempre oferecidos com tração dianteira, estrutura leve e robusta, bem como estilo sóbrio e prático, obedecendo à filosofia da escola alemã Bauhaus. Em 1978, a Volkswagen inaugura sua primeira fábrica nos EUA, em Westmoreland, próxima de New Stanton, Pensilvânia.

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Volkswagen Caddy
 
Modelos como Jetta e Caddy aparecem nos anos 80, assim como Santana e Quantum, segunda geração do Passat para o mercado norte-americano. Puebla, México, era a fábrica de veículos populares, incluindo o Basistransporter. Na Europa, a Volkswagen rodava com Golf elétrico em testes, mas o futuro desse tipo de veículo ainda estava muito distante.

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Volkswagen Quantum Wolfsburg Edition (EUA)
 
O motor VW à água logo ganhou força com o compressor volumétrico G60, que catapultou as vendas na Europa, assim como a tração integral Synchro. Nessa época, a Volkswagen disputava com a Daimler-Benz o título de maior empresa privada da Alemanha. A picape Taro apareceu nos EUA e Canadá como a primeira picape média da empresa, ligada à Hilux da Toyota.

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Volkswagen New Beetle Conversível
 
Sinergia entre as marcas
 
Nos anos 90, a Volkswagen expande suas operações com a VW, Audi e Seat, além da recém-adquirida Skoda. A sinergia entre as marcas aumenta nessa década, surgindo projetos conjuntos, tais como Polo/Ibiza/Fabia, por exemplo. O New Beetle aparece como um ressurgimento do clássico alemão, ainda feito em Puebla e no Brasil.
 
Ferdinand Piëch, herdeiro da família Porsche, aumenta sua influência dentro da Volkswagen e ajuda na recuperação da empresa nos anos 90. Golf/A3/Octavia/Toledo aparecem como outro grupo de projetos em comum.

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Volkswagen Phaeton W12
 
No começo dos anos 2000, a Volkswagen inicia uma nova expansão, mas desta vez a marca se distancia mais de suas origens e o Phaeton, sedã de luxo com base Audi, é a expressão máxima dessa filosofia.
 
A agressividade nesse processo fez surgir modelos como Touareg, Tiguan e Passat CC, além de expansão dos motores diesel TDI. Com números de produção se elevando, a empresa rapidamente se aproximou dos líderes mundiais. A empresa disputou a Rolls-Royce com a BMW e conseguiu levar a Bentley. A Lamborghini também foi adquirida.

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Volkswagen Passat em fábrica de Chattanooga (EUA)
 
Nova expansão
 
Em 2007, Martin Winterkorn assume o comando da Volkswagen, saindo da Audi e encerrando a era de influência de Piëch. A política de expansão agora muda de foco, em vez de ampliação das marcas existentes, a empresa passa a adquirir outras marcas. O plano é ser a primeira do mundo.
 
Na China, a Volkswagen – presente desde os anos 80 – vê a expansão se dar com maior força, tendo duas sócias locais: SAIC e FAW. Projetos locais começam a ser desenvolvidos e logo a marca se torna a líder no país. Após o fechamento de Westmoreland décadas antes, a empresa retorna com Chattanooga, no Tennessee.

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Volkswagen Jetta TDI na campanha Clean Diesel
 
A empresa decide apostar no Clean Diesel como arma para emplacar o carro diesel novamente nos EUA. Na China, a Volkswagen faz suas sócias concorrerem entre si com projetos similares. Na Europa, a Porsche para uma aquisição da companhia, mas acaba por ser encampada pela VW.
 
Scania, Ducati, Bugatti e MAN já fazem parte do grupo. A plataforma modular MQB e suas derivadas iniciam um novo processo produção e desenvolvimento de veículos, seguido por outros fabricantes posteriormente. A redução nos custos de produção chega a 30%, enquanto o desenvolvimento de produto tem corte de 20%.

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Motor Volkswagen EA189 2.0 TDI
 
Dieselgate
 
Em outubro de 2015, a Volkswagen é denunciada nos EUA por fraude nas emissões de óxido de nitrogênio nos carros diesel, através de um software que adultera os resultados. A montadora entra em crise imediatamente, gerando a demissão de Winterkorn, que pouco antes havia vencido uma disputa de poder com Piëch, que novamente almejava dominar a companhia.
 
Após confessar, descobriu-se que 11 milhões de carros diesel fabricados desde 2009 estavam portando o software fraudulento no motor EA189. Nos EUA, a multa aplicada em junho de 2016 foi de mais de US$ 15 bilhões para 475 mil carros envolvidos, enquanto na Europa, 8 milhões terão somente recall pra correção do problema.

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Volkswagen Budd-e Concept com plataforma MEB
 
Diante do Dieselgate, a Volkswagen decidiu mudar sua estrutura e comando, nomeando Matthias Müller como CEO. Já líder mundial, a empresa passa a focar nos elétricos para 2025, quando pretende fazer entre 2 e 3 milhões de carros elétricos por ano com a base MEB. Para os demais, o alvo será a motorização híbrida através das MQB, MLB e MSB.

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Volkswagen Kombi na Escola Técnica Autos
 

Brasil

 
No dia 11 de setembro de 1950, 30 exemplares do Volkswagen Sedan desembarcavam em Santos/SP, eram os primeiros carros da marca alemã que chegavam ao Brasil e ficaram em exposição na cidade litorânea, sendo oferecidos com preço sugerido de Cr$ 20.000, mas acabaram saindo por Cr$ 60.000 devido à procura.

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Fábrica da Volkswagen na Anchieta em 1959

O importador Brasmotor (Brastemp) começou a montar os veículos no país, até que a Volkswagen assumiu a tarefa em 1953, no bairro paulistano do Ipiranga. Nas margens da rodovia Anchieta, por onde peças e componentes chegavam da Alemanha, a empresa construiu sua primeira planta fora do país de origem, a famosa fábrica de São Bernardo do Campo/SP.

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Cruzamento da fábrica da Volkswagen na Anchieta
 
Ela começou a operar em 1957 com a produção da Kombi, que já fazia sucesso entre os empreendedores brasileiros. Em 1959, o conhecido Fusca – nome popular do Volkswagen Sedan – começou a ser feito também na Anchieta.

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Volkswagen Karmann-Ghia na fábrica de São Bernardo do Campo
 
Na mesma época, a Karmann-Ghia se instala poucos quilômetros acima na mesma Anchieta, começando a produzir a primeira geração do Volkswagen Karmann-Ghia.

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Volkswagen Variant

Nos anos 60, a VW lançou o fastback TL e a sua perua Variant, variação brasileira do Tipo 3 alemão. No final da década surgiu o VW 1600, o primeiro carro quatro portas da marca. Em 1968, a empresa compra a Vemag, que fazia os DKW, mas fecha a empresa.

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Volkswagen Passat
 
Passat
 
Em 1970, um incêndio destrói parcialmente a fábrica da Volkswagen. A parte de pintura do Fusca passa a ser feita pela Toyota, igualmente em São Bernardo do Campo, a então “Detroit brasileira”. A operação durou seis meses até a reconstrução da gigantesca planta. O incidente gerou o fim do VW 1600.

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Volkswagen Brasília
 
Quatro anos depois, a Volkswagen lança o Passat, seu primeiro carro nacional com motor à água e dianteiro. Ele foi acompanhado do esportivo SP2 e do compacto Brasília, derivado direto do Fusca.

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Volkswagen Variant II
 
Além disso, o Volkswagen Karmann-Ghia TC era outra aposta da época. Em 1976, a empresa abre sua segunda fábrica, em Taubaté/SP, mas produzindo somente peças. A Variant II é a última tentativa de uma filosofia de motor traseiro.

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Volkswagen 11-130
 
Em 1980, a Volkswagen adquire a Chrysler do Brasil com a produção de caminhões e carros da Dodge, encerrados logo depois. A montadora usa a estrutura da empresa comprada para produzir caminhões com base em modelos da alemã MAN.

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Volkswagen Gol
 
Gol
 
Em 1980, a Volkswagen lança o Gol, um hatch compacto com motor dianteiro a ar e pai de uma família de quatro membros, que surgiriam logo depois, sendo eles Voyage, Saveiro e Parati. Essa linha mata a Brasília em 1982. Em 1984, o Santana e sua perua Quantum chegam para serem os modelos topo de linha, ocupando o posto que era do Passat.

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Volkswagen Voyage
 
Em 1986, o Brasil perde o Fusca pela primeira vez. Seu fim marca a mudança de direção da empresa, após 3,3 milhões de exemplares produzidos no país. A Kombi continua firme. Dois anos depois é a vez do Passat, que nunca mudou de geração no mercado nacional. A Autolatina surge como joint-venture com a Ford.

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Volkswagen Parati Surf
 
Logus e Pointer aparecem sobre plataforma do Ford Escort, enquanto Versailles e Royale são os Ford feito sobre a base de Santana/Quantum. Carros da Volks passam a usar motores CHT da Ford e vice-versa. A sinergia só não chega à Kombi e picapes Série F. No entanto, as operações de caminhões e ônibus das duas empresas são unificadas no bairro do Ipiranga, São Paulo.

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Volkswagen Golf Sportline
 
Expansão no Brasil
 
Nos anos 90 chegam o Golf e outros VW alemães com a abertura das importações, assim como Seat e Audi, esta através de Ayrton Senna. Mesmo a Caravelle, geração mais atual da Kombi na época conviveu com o modelo clássico. No fim da década, uma nova planta é inaugurada em São José dos Pinhais/PR, onde Golf e Audi A3 passam a ser feitos. A operação de caminhões e ônibus Volkswagen passa para Resende/RJ.

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Volkswagen Fox
 
Com o fim da Autolatina, a Volkswagen volta a focar em produtos próprios, entre eles o Fox, nascido no Brasil. Os modelos da velha joint-venture saem de cena, assim como o vetusto Santana, que continuou na China.

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Volkswagen SpaceFox
 
No começo dos anos 2000, a empresa apostou no downsizing fora de época, introduzindo motor 1.0 16V Turbo. Três anos depois criava a tecnologia que dominaria o mercado automotivo do Brasil, o sistema Flex. A produção de motores AP começou a ser reduzida em prol dos EA111 feitos na fábrica de São Carlos/SP.

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Volkswagen Saveiro
 
Spacefox e o retorno do Voyage marcaram os anos mais recentes. O Polo Classic dos anos 90 deu lugar ao Polo mais atual, hatch e sedã. A Parati desaparece e pouco tempo depois uma lei que torna obrigatórios airbag duplo e ABS põe fim a lendária Kombi.

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Volkswagen Kombi último exemplar
 
A operação de caminhões e ônibus VWCO passou para o controle da MAN, empresa do grupo VW. Recentemente, o lançamento do subcompacto up! e do Golf de sétima geração – a mesma feita na Alemanha – marcaram as operações da Volkswagen no Brasil, que ainda monta parte da gama do sedã Jetta e produz as versões mais atuais de Gol, Voyage e Saveiro.





  • Victor Hugo

    Eu sou fãnboy assumido da marca, sempre procuro notícias sobre a marca. Pena que ainda tenham produtos medianos no mercado brasileiro.

    • João Cagnoni

      Ainda? Sempre tiveram! Fanboy de Passat qualquer um é (até eu), mas fico inconformado com quem defende up por 50k.

    • Roger Rosato

      Pow, dahora. Eu sou fanboy assumido da Maserati, Alfa Romeo, Tesla e Ferrari.

  • Martini Stripes

    Quando falo que o governo não poderia ter deixado a Gurgel ou a Troller terem sido compradas ou sucateadas é disso que estou falando.
    Cadê a vontade de fazer um Brasil melhor!? Morreu com Getulio?

    • Pacheco

      Pior que atualmente, nenhuma marca nacional consegue nascer e desenvolver.

    • duhehe

      A melhor manifestação de “fazer um brasil melhor” é ter cada dia menos estado na economia.

      • Artur

        Com certeza!

        • Marcio Almeida

          Os melhores países do mundo tem alta interferência do governo, sobretudo nas politicas publicas, legislação, e arbitragem. Vide paises nórdicos, Suiça, Alemanha A única diferença destes países é uma coisa que falta muito no Brasil chama-se consciente coletivo, somente com isso teremos um Brasil melhor quando todos pensarem que o suborno, a vantagem, o jeitinho não levam o pais a nada.

          • duhehe

            Exatamente.
            Pessoal confunde legislar e arbitrar com controle administrativo.
            Gastamos energia e recursos com empresas administradas pelo governo e deixamos outras areas abandonadas.

          • Artur

            O problema é que isso nunca funcionará no Brasil. É questão de cultura. Aqui o jeitinho e a malandragem inerente ao brasileiro sempre imperarão.
            Lembro de um amigo que visitou Estocolmo (capital da Suécia) em época de eleições. As urnas eram distribuídas por vários locais na cidade (salvo engano, eram eleições municipais) e bastava o cidadão se apresentar em qualquer uma delas, identificar-se, pegar a cédula e votar.
            Meu amigo ainda perguntou para um cara que morava lá: “e se alguém quiser votar por duas vezes?”
            A resposta foi: “e quem faria isso?”
            Imagine se fosse adotado o mesmo sistema de votação aqui no Brasil…
            Enfim, corrupção, desvio, malandragem, “jeitinho brasileiro” sempre vão existir nesse país. Estamos fadados a isso. Acreditar que um dia isso irá mudar é utopia, infelizmente…

      • Martini Stripes

        Depende cara, essa é uma visão liberal, tem a visão de Keynes, amplamente usada na Europa. Se não me falha memória existe a Lei VW e o governo alemão tem ações até hj.
        O óleo da Noruega é estatal.
        Quando a GM quebrou, o governo comprou, injetoudinheiro pra não quebrar e vendeu de novo.
        Acho que um equilíbrio convém.

      • Martini Stripes

        Deixar claro que não defendo uma empresa estatal de carros, mas vc que defende o liberalismo como um todo, me responda, a VW teve origem estatal, e aí?. Um empresário dificilmente se arriscaria numa empreitada dessas, tanto em 1930 de janto hj. Os riscos sempre são altos.

        • duhehe

          Na VW tem até sindicato no conselho de administração.
          Não acho isso malefico, malefico é usar a empresa como cabide de emprego para os ”amigos” do governo.

          • Martini Stripes

            Concordo plenamente. A organização do sindicato alemão é primorosa. De dar inveja, nem sei se chama sindicato mais, de tão evolvidos. Rsrs.

      • Luis Burro

        Nd a ver!Problema do Brasil eh o povo.
        Todos falam bonito,mas na hora de botar em pratica nao mudam nd ou ainda pioram.

        • João Cagnoni

          Estamos criando uma legião de idiotas de direita e de esquerda. O conteúdo direcionado do Facebook e da internet em geral só mostra o que a pessoa quer ver, fortalecendo o extremismo e separando as pessoas.

      • João Cagnoni

        Esse país vai virar o Haiti quando não houver mais presença do estado. Não estamos pronto pra isso. Quero ver você passar sozinho na praça da Sé em SP sem discar 190… Sem condições!

        • duhehe

          Mas ai é que esta a questão João.
          Olha só que absurdo, segurança publica é papel do estado, educação, saude basica, infraestrutura.
          Tudo isso esta em frangalhos, não podemos mais nos preocupar com o estado mãe de tudo e de todos, somos um pais de mais de 200 milhoes de pessoas, as politicas adotadas em pais com 300 mil não se aplica aqui.
          Temos que abrir mão de algumas coisas para ter outras.
          Nessa visão de estado grande, temos tudo e não temos nada.

          • João Cagnoni

            Quando um casal de pais não cuida dos filhos, você pode dizer que todo filho deve ser criado sem os pais? Aqui no Brasil nada funciona, o governo é só mais um. Veja que a segurança pública funciona em diversos países, assim como a educação e saúde pública. Aqui deu errado, muito errado, mas não dá pra simplismente tirar o estado do meio.

        • Artur

          Uma coisa é a presença do Estado em serviços essenciais (segurança e saúde, por exemplo). Outra é a presença em serviços não essenciais (energia, telefonia, transporte, finanças etc.). Veja o exemplo da Petrobrás…
          Quanto menos empresas públicas existirem, menor a possibilidade de desvio de recursos.

          • João Cagnoni

            Concordo com você, mas acho que energia e transporte são serviços essenciais. Quanto ao resto que você citou, o governo não deve interferir.

            • Artur

              Eu já acho que energia e transporte são essenciais em termos. Tipo, a exploração em si pode ser cedida ao setor privado, mediante contraprestação financeira em favor da administração, tudo fiscalizado por órgãos públicos (tal como ocorre hoje com a telefonia, embora a ANATEL sirva apenas para proteger os interesses das operadoras), a fim de garantir que o preço das tarifas seja razoável.
              Também acho que deveria ser estimulada a livre competição nessas áreas, com mais de uma empresa capacitada a fornecer energia ou transporte para o público em uma mesma área, para promover uma competição natural a fim de diminuir o preço dos serviços (tudo devidamente fiscalizado para evitar formação de cartel, por exemplo).
              Só acho que o governo em si poderia deixar ele próprios de prestar serviços nessas áreas. Poderiam privatizar a Petrobrás, por exemplo.
              Infelizmente, a direção dessas empresas públicas serve apenas para cabide de emprego e fonte de desvio de dinheiro público.

      • Antonio Falm

        Isso é papo de empresário com o bucho cheio de dinheiro e querendo mais. Não caia nessa. Precisamos é de um estado mais conectado com os interesses brasileiros (e não é esse governo golpista que vai fazer isso). Por conta de “nossos” “dinâmicos” empresários estaríamos com carros sem ABS e air bag até hoje.

        • duhehe

          Eita …
          Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
          Só usando o seu exemplo.
          “Por conta de “nossos” “dinâmicos” empresários estaríamos com carros sem ABS e air bag até hoje.”
          Se o estado brasileiro não fosse tão cliente das montadoras, teriamos normas de emissão iguais da europa.

          • Antonio Falm

            A Europa tem estado, por isso as emissões são aquelas, e não por causa do mercado. Nosso problema não é de excesso de estado, mas de gestão.

          • Antonio Falm

            Lá existem essas normas porque lá existe estado. Nossa questão é a gestão pública, e não excesso de estado.

    • Andre

      Temos a Agrale que é 100% brasileira e produz picapes, caminhões, tratores e ônibus..

      • Luis Burro

        Eh,mas com a aproximacao com a Foton nao sei qnto tempo isto vai durar.Veja o caso da Troller.
        O problema eh q no Brasil os descendentes geralmente nao querem se incomodar,soh querem saber de dinheiro,entao vendem pro primeiro q oferecer mais.
        De uma olhada nas empresas q eram brasileiras e quais sobraram hj.Na minha cidade,uma empresa grande faliu pq os socios(irmaos,filhos do fundador)comecaram a se matar,na verdade um realmente administrava,os outros soh pegavam a parte deles.Aih este nao quis mais tocar e a empresa acabou.

      • pedro rt

        a unica marca nacional pois o resto ou faliu “puma, gurgel, farus…” ou foi comprada pela ford “renault-willys overland, troller…”

    • João Paulo

      Gurgel, nasceu com dinheiro público, sobreviveu através do dinheiro público e depois de anos produzindo porcaria queria ser salva com dinheiro público. Ainda bem que faliu!

      • João Cagnoni

        Sempre foi assim. No Brasil, dinheiro público é aquele que não tem dono. Esse mês estão lançando um filme do Porta dos Fundos com o nosso dinheiro.

      • Martini Stripes

        Pelo que li a história da VW só mudou no final, pq aí alguém sério pegou, mas sempre dinheiro público. Aí vendeu pra o setor privado. E salvo engano ainda tem participação do governo alemão na VW.

      • Martini Stripes

        Preferiria que tivesse prosperado, talvez estivéssemos andando num Itaipu elétrico, a lá Tesla Model S.
        E hj já seria uma empresa privada, ou mista com o governo como acionista recebendo dividendos. Pq não?
        Sonhar não custa nada

      • pedro rt

        ainda bem nao, por causa desse seu pensamento hj nao temos nenhuma marca de carros nacional… somente 1 q produz caminhao e onibus

    • pedro rt

      repare q a maior parte das marcas nacionais foi comprada pela ford, o ultimo exemplo e a troller na decada passada

    • T1000

      Getúlio foi um f d p, tomou as empresas que estavam investindo no Brasil para estatizá-las. Isso desestimulou totalmente a vinda de capital estrangeiro, fazendo com que perdêssemos o bonde da industrialização pós 1a e 2a guerras mundiais e nos tornássemos país das commodities.
      Hoje exportamos alimentos e minério. Olha que beleza.

      • Martini Stripes

        Não acho que isso seja culpa do GV não.

      • João Paulo

        Os ingleses e a iniciativa privada trataram de construir as ferrovias no Brasil, o Estado Novo e o Regime Militar trataram de destruir promovendo estatizações. O Brasil já era anticapitalista antes de mesmo de criarem o PT.

  • Louis

    Olha a cara de felicidade do Hitler olhando a miniatura do Fusca.

    • Mr. Car

      E imagine a fortuna imensa que esta miniatura valeria hoje, he, he!

      • Pacheco

        Mais que o corpo dele… kkkkk

      • jkpops

        recentemente vi aqui mesmo no Na que essa miniatura seria leiloada pela bagatela de 1 milhão de Euros isso mesmo euros…kkkkkkkkkkkkkkk

        • Mr. Car

          Eu não vi esta matéria, mas imagino que seria mesmo um valor altíssimo pela miniatura.

  • Pacheco

    É verdade a lenda que existe versão automatica do Fusca na Europa?
    Por que uma vez me falaram de uma unica.

    E versão 4 portas, realmente existiu ou somente aquelas adaptadas?

    • P500

      Sim, automática de 3 marchas era opcional. 4 portas foi protótipo até onde sei.

      • Pacheco

        Queria muito ver e entender essa transmissão.

    • pedro rt

      fusca automatico teve praticamente em todo o mundo mas no brasil nao teve, me lembro de uma propaganda de PORTO RICO q anunciava a novidade em 1969

      • Pacheco

        Puxa… sou louco para ver um desses.

  • zekinha71

    Aquele K70 seria um Lada, e quem surgiu primeiro a Saveiro ou a Caddy?

    • Holandês Louco

      Fácil.
      Caddy surgiu em 79, Gol em 80 e Saveiro em 83

    • pedro rt

      a caddy era a picape do golf, ela foi vendida na africa do sul ate 2010

  • Raphael Pereira

    Volkswagem é uma Dacia que esconde suas origens.

    • thi

      volks é volks..que mané dacia mano

      • Raphael Pereira

        Voce nao entendeu.

  • Mumm Rá

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Das Fraud fazendo propaganda contra ela própria ? ( como o grandão vai caber ali dentro )

    Não é possível que tenha pensado que caberia ali dentro ( propaganda enganosa hein ? )

    • CignusRJ

      claro que cabe é só arrancar o banco do motorista :))

    • João Cagnoni

      Acho que aí não dá pra colocar o Brasil dentro do Japão rsrs

  • Mr. On The Road 77

    Olha a carinha do Hitler imaginado colocar 30 judeus dentro daquele Fusquinha.
    kkkk

  • MauroRF

    Usou mão de obra escrava. Eu sempre soube disso. Por esse motivo, não compro VW de jeito nenhum. Quem é daqui do ABC e trabalhou na VW nos anos 70 ou tinha amigos/parentes que trabalhavam nela sabe da história dos Corcéis (e outros carros) “fervendo” propositalmente na subida da serra.

    • Mr. Car

      Já disse: empresas e seus produtos não possuem consciência de certo ou errado, nem ideologia. Se a VW (ou qualquer outra empresa alemã) usou mão de obra escrava, eventualmente foi dirigida por membros do partido ou simpatizantes do nazismo, e/ou esteve envolvida de alguma forma no esforço de guerra para a vitória da Alemanha, não faz sentido hoje, que seja boicotada por isto. Bobagem total este negócio de não compro carro “nazista”. Não compra carro japonês nem italiano também? Estes países foram aliados da Alemanha.

      • Diego Amaral

        Verdade, pessoal tem que se ligar mais é na atualidade. boicotar as empresas que fazem uso de tal produção em pleno século 21. Tanto diretamente, quanto indiretamente.

      • SDS SP

        Se for o caso, tem que boicotar á Ford também, que teve seu primeiro presidente um conhecido antisemita que se tivesse oportunidade, teria empregado mão de obra escrava também…

        Entre vários outros produtos da antiga IG Farben (hoje Bayer, BASF, Hoechst, AGFA)…

    • jjmarcio2

      Bom não comprar Hyundai também, já foi dito que ela usava mão de obra escrava na Coreia também, li uma reportagem falando sobre isso.

    • João Cagnoni

      A quantidade de empresas com mão de obra escrava nos dias de hoje ainda é alta, infelizmente. Além do boicote, deveriam ser fechadas.

    • invalid_pilot

      Então pode jogar 95% dos eletrônicos que voce tem em casa, tudo mão de obra escrava chinesa

  • Mumm Rá

    ” ficaram em exposição na cidade litorânea, sendo oferecidos com preço sugerido de Cr$ 20.000, mas acabaram saindo por Cr$ 60.000 devido à procura ”

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Brasileiro pelo jeito sempre gostou de encarecer ou de aceitar carros acima do preço normal

    • CanalhaRS

      Ágio é coisa antiga por essas bandas…

      • pedro rt

        60mil cruzeiros em 1950 deveria ser uma fortuna ja q naquela epoca o salario minimo parece q era por volta de 1600 cruzeiros

  • Cristian_Dorneles

    Vi dois errinhos… O Gol G4, (vulgo AB9) saiu de linha por estratégia, pois este projeto já teve Airbag e ABS no passado.

    Outra:

    O VW 1600 4 portas apareceu em 1969, seguido da Variant.

    O TL só surgiu no ano seguinte.

    • Marcelo Alves

      Verdade. O Gol G4 era vendido com AirBag e ABS para frotistas no Brasil. Caso eles optassem por esses opcionais, ele vinha com o painel, portas e console do Gol G3 2005.

      • jjmarcio2

        Gol G4 só teve AirBag e ABS no modelo vendido na Argentina, no Brasil so o G2 e G3 tinha AirBag e ABS, depois só veio aparecer no G5.

      • Cão Preto

        Eu já vi um Gol G4 completo com interior de G3

        • pedro rt

          era o modelo vendido na argentina e mexico

          • Marcelo Alves

            No Brasil era vendido também, como falamos ali acima, porém somente para frotistas/vendas diretas. Na época, no finado Orkut, teve até uma pessoa postou fotos do G4 que ele comprou com AirBag e interior de G3.

  • Pelo que eu saiba, quem criou a tecnologia Flex foi a Bosch, não a VW.
    A VW apenas apostou/ popularizou a tecnologia de carros que queimam ambos combustíveis. Daí a ter sido a “criadora” é uma grande diferença.
    Se fosse tecnologia da VW, outras empresas não poderiam ter carro flex, certo?

    • jjmarcio2

      Poderia sim, ela iria vender as patentes.

      • Vender não. Licenciar o uso.
        Mas não é o caso, quem criou a tecnologia, de fato, foi a Bosch.

  • Megamente

    O autor deste post é daquele blog?

  • Snoop Dogg

    VOLKSWAGEN!!! Grande marca, so precisa acordar e prestar mais atenção no mercado Brasileiro, Quem nunca teve um VW na família ???? aprendi a dirigir no fusca do meu pai.

    • CanalhaRS

      Concordo.

    • pedro rt

      minha mae ja teve 2 fusca 1300, 2 brasilia, 1 passat, 1 voyage 4p argentino e 1 gol g2

    • MauroRF

      Viu como você é fã? E é agressivo quando alguém aponta qualquer coisa contra a sua amada. Você é muito parcial e eu o desmascarei. E nunca tivemos VW na família, meu pai nunca comprou Fusca.

  • Milton Baptista

    Na verdade a história mais bonita é da Porsche SE, controladora da VW.
    A Porsche AG queria comprar a VW AG, porém, a VW AG contra-atacou, fazendo uma oferta “irrecusável” pela Porsche AG.
    A Porsche SE vendeu a Porsche AG para a VW AG, que ficou extremamente feliz e comemorou muito durante um dia, divulgando, com alarde, na imprensa…
    Mas… com o dinheiro da venda da Porsche AG, a Porsche SE comprou ações da VW, assumindo o controle da VW, subsidiárias, e inclusive da própria Porsche AG que ela havia vendido.
    Golpe de mestre.

  • Tosoobservando

    Pode ser loucura mais.. eu estava pensando em ir no Paraguai tentar importar um destes Phaetons usados da Europa, vi alguns de 2008 por menos de 10 mil euros, motor W12, seria so pra brinca kk depois vira reliquia, ninguem tem no Brasil ne.

  • jkpops

    A Vw pra voltar a crescer e tentar ser lider novamente tem que: trazer um substituto para a kombi e fazer uma van que seja rival das velhas e boas sprinter e ducato retomar rapidamente a produção do santana projeto que quase se finaliza mas entrou em stand-by e fazer uma caminhãozinho tipo a Hr assim tendo um utilitário pra transporte de carga…

    • pedro rt

      a substituta da kombi e a T6/california a vw prometeu ano passado mas ate agora nao chegou. o tal santana sera a 3° geracao do voyage, ele chega em 2018

  • Marco Antônio

    kkkkkkkkkk me mata de rir não cara. kkkk caraio kkkkkkkkkkkkk

    • Aires Jone

      Kkkkkkkkkakakakakukukuklikli

  • Andre

    A Volks vive atualmente num sono profundo, pois demora para lançar uma novidade.

    1º – A Amarok até hoje não possui um motor a gasolina, e o 2.0 a diesel não demonstra confiança;

    2º – A Saveiro tem tudo para vender mais que a Strada, mas devido a detalhes como suspensão baixa demais na frente, e rodas com pneu de perfil baixo a deixa um carro de asfalto;

    3º – O descaso com o ex lider Gol, lançado com motores com materiais de péssima qualidade, e enquanto a concorrência já tinha kit multimídia, o Gol demorou para possuir;

    4º – O Golf ficou uns 8 anos sendo vendido com versão ultrapassada G4;

    5º – O Jetta um excelente carro, foi queimado com motor jurássico 2.0 8 válvulas manco.

    Esses são alguns detalhes que influenciaram negativamente nas vendas da Volks do BR.

    E sem contar que a Volks demora uma eternidade pra lançar um conceito, vide Taigun, T-roc, CROSSBLUE, NOVO TIGUAN, NOVO Touareg, Nova Amarok, etc.

    • pedro rt

      as proximas novidades da marca sera o lançamento do golf TSI 1.0, novo tiguan, reestilizacao do up! e amarok v6

    • thi

      não sei pq ela é assim cara.muito lenta mesmo

  • Luis Burro

    O q aconteceria com a Porshe caso a volks falisse?

  • João Cagnoni

    Sou fanboy do meu dinheiro, espero visitar todas as marcas quando for trocar meu carro…

  • pedro rt

    ainda e uma marca jovem a nivel mundial pode-se dizer q ela nasceu em 1946 no mundo e em 1953 no brasil, tem bons carros mas ainda da algumas mancadas por aqui como preços elevados, carros simples em equipamentos e segurança mas tem valor fortissimo no mercado e de revenda

  • pedro rt

    recomendo qualquer carro da marca exceto a familia gol/fox

    • thi

      tb ..é up,golf ,jetta …

      • pedro rt

        gol e fox vao mudar em 2018. o gol vai ganhar uma nova geracao em cima da msm plataforma e o fox vai mudar de nome, vai se chamar POLO e ganhar plataforma MQB isso ja foi dito em outro site. qto ao voyage e saveiro parece q tmb ganharao a MQB pq vao crescer bastante na proxima geracao, o voyage vai virar uma especie de cobalt e a saveiro vai virar uma especie de oroch, pouca coisa menor q um toro. ambas as familias ganharao derivados SUV a da familia polo sera o tal T-CROSS.

  • Henrique12

    Fanboy da Tesla até engulo, da Ferrari, agora da VW é triste kkkkk

    • thi

      dessa gigante? pq não..?? quero uma boa explicação

      • Roger Rosato

        1. Corrupção;
        2. Design sem -um pingo de- inspiração;
        3. Dirigibilidade demasiadamente previsível e monótona (mesmo que seja melhor que da maioria das montadoras generalistas).

        • thi

          1-a vw tem uma legião de fãs com seu motor boxer e carros da epoca,sem falar nos passats da epoca
          2- mais inspirador que o fusca,sirocco,o golf mk2 e mk4,cc, os lendarios gtis
          3-potencia na europa
          e quarto, se a questão é status, vou com uma vadia chamada lambo e audi!!!!

        • dogmarley

          nessa vc foi mito! haha concordo

  • thi

    sou doente por volks e sua historia,mas hoje sei o que ela tem de bom e ruim ,o que é certo e errado e aponto para as pessoas ,por exemplo :um dia desses um colega queria compara um gol 1.0 2009 g5, eu disse compre ate uma pop menos esses gols g5 1.0,ai expliquei a ele o por que etal … ja entrou todo ti´po de carro aqui em casa ,ford,vw,gm,fiat,toyota..atualmenete estmos com um cobalt e um fox…a cobalt é mais confortavel ,mas nao sei oq é que o prazer de dirigir no fox é melhior,é gostosinho de guiar sei lá(quero deixar claro que o fox é do meu irmão e preferia que ele pegasse um polo no tempo,ele ja chegou em casa com o carro)mas desconfio do carro ate hoje (sei lá nao confio em projeto brasileiro,pode ser ka,palio,onix)sendo bem sincero mecanicamente nunca quebrou so a desgraças dos cabos dos vidros eletrivos( um lixo) ..e hoje a marca passar por algo na sua historia (diselgate) que no meu ver vai tornar-la mais forte, quero que pague para nunca mais esquecer e que ela volte as orignes ,sempre lembrando que é uma marca do povo ,marca popular ,de carros robustos. a ,arca do fusca…a querida VOLKSWAGEN!!

    • pedro rt

      tenho um primo q ganhou um gol g5 1.0 2008 0km na epoca ele adorava o carro mas depois de uns 3 anos ficou odiando, o carro tava cheio de problemas e trocou imediatamente pelo carro da mae “prisma lt 1.4 2013” foi da agua pro vinho, muito melhor… qto aos modelos q vc citou existe marcas e modelos piores q os vw, exemplo e a ford, andei com um novo ka durante 1 semana e o carro e um lixo, bate tudo por dentro, uma verdadeira escola de samba, acabamento com pessima qualidade de textura e montagem tanto internamente como externamente

      • thi

        eu sei, tb ja andei em um uno desse novo,horrivel cara..cambio ,embreagem quebrou dias vezes ..acabamento porco,eu amo volks de verdade ,fox eu ate engulo forçado,mas gol? empena parachoque,o descaso dos motores 1.0,a acabemento porco do g5 que batia tudo…fui de amor ao gol ao odio ,hoje com novos motores mil e painel é um carro padrão razoavel ,mesmo assim eu sou up! na cabeça(carro mundial,platafroma moderna,seguro,motor muito bom,direção mais moderna,o pedais não sao tortinhos como o gol,parachoque nao empena ,etc)

  • Fabricio Conchon

    Excelente texto.. muito bem escrito e ilustrado… Mas o melhor de tudo é ver os fanboys se assumindo nos comentários… kkkkkk



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