
A General Motors produziu caminhões no Brasil a partir de 1925, quando chegou ao país, tendo feito gerações de modelos que ajudaram a transportar cargas e gerar economias.
Com a marca Chevrolet, a GM teve boa presença no mercado até os anos 80, tendo retornado ao setor nos anos 90 com a GMC, nesse caso, trazendo caminhões da japonesa Isuzu.
Agora, a mesma Isuzu promete ser a fonte de uma nova safra de caminhões, mas sob a marca Chevrolet, segundo a revista Autoesporte.

De acordo com a publicação, a GM estuda retornar com caminhões da marca japonesa ao Brasil, a exemplo do que faz em mercados da região da América Latina, por exemplo.
Já tendo sido acionista da Isuzu no passado, a GM tem uma relação de longa data com a fabricante japonesa, inclusive em picapes, como a atual geração da S10, que teve uma irmã nipônica.
A reportagem revelou que a intenção da GM seria inicialmente importar caminhões da Chevrolet de origem Isuzu, como faz em alguns mercados.
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No entanto, o plano seria produzir localmente esses caminhões, e a ideia é usar o Uruguai para montagem desses veículos, o que permitiria sua venda aqui sem imposto de importação.

Ford, Kia e Stellantis, por exemplo, fazem isso com caminhões leves, vans e furgões, aproveitando a tradição uruguaia de montagem de veículos, desde automóveis até caminhões.
Mas, para atingir o mercado brasileiro de caminhões, a Chevrolet terá de estabelecer uma nova rede de concessionários, centro de distribuição de peças e toda uma divisão focada neles.
Uma vez no mercado, a Chevrolet deve atuar em dois segmentos já conhecidos pelos antigos clientes da GM, sendo o de caminhões leves com a Série N da Isuzu e os médios com a Série F.
A Série N conta com PBT de 3 a 8 toneladas, tendo também um modelo elétrico, enquanto a F tem PBT de 12 a 20 toneladas.
A Izusu tem ainda as linhas C e E, mas são pesados e extrapesados, não sendo comercializados pela Chevrolet.
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