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As diferenças entre o mesmo carro vendido no Brasil e lá fora

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Um mesmo carro feito aqui e no exterior possui muitas diferenças. Cada país ou bloco econômico possui especificações distintas para atender a legislação local e também a preferência do mercado. Essas diferenças fazem com que as montadoras tenham que desenvolver variantes específicas para cada caso, muitas vezes resultando em produtos muito diferentes, apesar de serem do mesmo modelo.



As diferenças são tantas que, por exemplo, mais de 200 itens são diferenciados entre as versões de um mesmo carro para o Brasil e a Argentina. Ou seja, cada vez que entra na linha de montagem um pedido para exportação ao país vizinho, um volume de peças e componentes que pode chegar ao número citado terá de ser exclusivo apenas para atender a legislação local e a composição da oferta naquele mercado.

Para isso, já existe um movimento dos dois países para que haja uma padronização na produção de automóveis nos dois lados, a fim de que não haja diferenças entre eles. Por conta disso, a economia gerada na linha de fabricação pode representar uma redução de preços de 5% em média, fora o que cada fabricante pode economizar a mais em termos de compras e logística. Pelo menos é isso que as empresas e o governo almejam na região.

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Em outros países

Mas, ainda assim, a diferença é gritante se compararmos um produto nacional com um similar feito em regiões mais distantes. Os exemplos mais claros são daqueles modelos feitos nos mercados consolidados, que exigem mais itens na composição da oferta, bem como motorização e combustíveis. No mercado americano, com exceção das picapes, os demais segmentos de mercado são até mais enxutos que os equivalentes europeus, que possuem uma diversidade enorme de opções.

A China mais ou menos segue o padrão americano, não tendo grande variação de equipamento, versões e motorização. Por lá, assim como nos EUA, os carros diesel são pouco vistos e até em menor número, já que o governo central busca reduzir ainda mais as emissões, embora o combustível não seja proibido em automóveis, mas é bem desestimulado.

No Japão, a gama de modelos globais apresenta uma variação bem específica para o país. Existem várias versões, mas a motorização não é ampla como na Europa. O que é muito grande realmente é o número de produtos num mesmo segmento de cada marca, alterando-se os estilos somente.

Na Índia, a oferta de produtos também apresenta boa variação por causa do diesel, que é comum por lá. A composição das versões não é tão ampla, mas em termos de equipamentos, os produtos são bem mais enxutos para reduzir o preço, ainda mais no caso do segmento sub-4m, onde o corte no imposto é enorme e favorece um grande número de consumidores e fabricantes.

Diferenças entre cá e lá

Muitos carros vendidos no mercado brasileiro e feitos regionalmente apresentam diferenças consistentes em relação aos seus similares vendidos e produzidos lá fora. Para exemplificar isso, pegamos três modelos bem populares entre os consumidores brasileiros e os compararemos com seus similares vendidos nos mercados mencionados acima.

Chevrolet Cruze

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O sedã médio da GM é vendido no Brasil nas versões LT e LTZ, esta última em dois pacotes, sendo um com itens de segurança, entre eles alerta de colisão, assistente de faixa com correção, estacionamento automático, carregador wireless, farol alto automático, entre outros. Feito na Argentina, o modelo é oferecido com motor 1.4 Ecotec Turbo SIDI Flex com 150 cavalos na gasolina e 153 cavalos no etanol. O câmbio é automático de seis marchas.

Nos EUA, o Cruze é feito localmente, mas também é importado do México. Visualmente é o mesmo carro, inclusive na versão hatchback, vendida aqui como Sport6. Lá, o modelo não tem versão LTZ e a Premier já incorpora os itens de acabamento, mas o pacote de segurança lá é opcional. Por lá, os carros possuem o rádio-satélite SiriusXM e os serviços do OnStar são quase todos os mesmos.

O sistema de som Bose com nove alto-falantes é opcional por lá, aqui não tem. Outro item é o pacote esportivo RS oferecido no hatch. Por conta a diluição de versões, muitos itens de série aqui são opcionais no mercado americano. O sedã tem versões L e LS, ambas com opção de câmbio manual.

Na motorização, o motor é o mesmo 1.4 Ecotec Turbo, mas lá é apenas com gasolina e 155 cavalos, mas a maior diferença é a oferta do diesel, um 1.6 CDTI com 139 cavalos e 33 kgfm. E o preço? Lá começa em US$ 16.975, mas lembrando, a partir da versão L. O Cruze Premier com pacote RS e os itens de segurança chega a US$ 27.790. Na versão diesel, o valor sobe US$ 28.300 com aparência semelhante.

Volkswagen Polo

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Feito aqui no Brasil, o hatch compacto da Volkswagen é oferecido em três mecânicas com propostas distintas, sendo a MPI (na verdade é Trendline, mas a VW oculta isso) com motor 1.0 de até 82 cavalos, MSI (também Trendline) com motor 1.6 16V de até 117 cavalos e as Comfortline e Highline com o 1.0 TSI de até 128 cavalos. Este último é oferecido apenas com câmbio automático Tiptronic de seis marchas.

Mas e na Alemanha? O país segue o padrão da União Europeia e isso significa muitas versões e motores. Logo de cara, o Polo alemão apresenta um conjunto ótico diferente nas versões mais caras, tendo projetores de LED e LEDs diurnos incorporados, algo que aqui foi simplificado e levou os DRL´s de LED para o para-choque. Outra diferença é que o alemão não tem difusor de ar no banco traseiro, exclusividade do brasileiro.

Na Alemanha, a oferta do Polo se divide entre as versões comuns, a Beats (sistema de som premium), TGI (motorização à GNV) e GTI, o suprassumo do compacto. Lá, as versões mencionadas no Brasil estão representadas, mais a GTI. O TGI vem nas configurações Comfortline e Highline. A gama de opcionais é gigantesca e quase não há pacotes, chegando mesmo a uma câmera de ré ser vendida separadamente na versão topo de linha. Mas a oferta é enorme, chegando a teto solar panorâmico, controle de cruzeiro adaptativo, Park Assist, alertas de faixa e ponto cego, carregamento indutivo de celulares, entre outros.

Se você acha que o Polo MPI é fraco, então precisa ver que na Europa ele começa com 65 cavalos, tendo ainda uma versão do mesmo motor 1.0 com 75 cavalos. Fora isso, há o diesel 1.6 TDI com 80 cavalos. Essa é a oferta apenas para o Trendline. Indo para o Highline, o 1.0 TSI está presente, mas com 95 ou 115 cavalos. Ambos tem opção manual de 5 marchas e DSG com sete. Isso sem contar o diesel 1.6 TDI com 110 cavalos e as duas opções de câmbio.

Numa configuração parecida com a Highline completa no Brasil, o similar alemão (com DSG no lugar do Tiptronic) sai por elevados 23.200 euros e nem colocamos as tecnologias citadas acima, o que elevaria ainda mais o preço. Só os faróis de LED custam 985 euros. Não completo, já que existem acessórios diversos para verão e inverno, ele alcançar fácil 30.675 euros!

Honda Fit

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Feito no Brasil, o monovolume da Honda também é fabricado em seu país de origem, o Japão. Aqui ele basicamente tem motor 1.5 i-VTEC de até 116 cavalos e câmbio CVT na maioria das versões. Em termos de equipamentos, a última atualização trouxe faróis full LED, multimídia com Android Auto e Car Play, câmera de ré e atualização visual.

Mas e no Japão? Visualmente ele é quase identico ao brasileiro, diferindo em pequenas coisas, como rodas e detalhes de acabamento. Porém, as versões são representadas apenas por letras individuais, sendo elas L, F, S, XL e RS, essa de apelo mais esportivo e com visual exclusivo.

Com exceção da L e da XL, as demais já vem com o Honda Sensing, um pacote de equipamentos de segurança que inclui frenagem automática de emergência, detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo, entre outros. Lá ele é oferecido basicamente com duas motorizações, sendo a 1.3 i-VTEC Earth Dream (injeção direta) de 99 cavalos e 1.5 i-VTEC Earth Dream com 132 cavalos.

Há também a motorização híbrido com motor 1.5 Atkinson e motor elétrico nas versões básica, F, L e S. Este tem câmbio de dupla embreagem com sete marchas, enquanto os demais tem CVT ou manual de cinco e seis marchas (RS). Interessante é que todas ass motorizações possuem opção de tração AWD, uma necessidade devido ao inverno rigoroso no Japão.

Além disso, uma versão de “bem-estar” é oferecida com acessibilidade facilitada, tendo o banco dianteiro giratório para acesso e saída do condutor. Não é PCD, mas existe por causa da idade avançada de muitos condutores nipônicos. Este vem nas versões L e F, ambas com motor 1.3, CVT e opção de tração nas quatro rodas. Preço? O Fit começa em 1.428.840 ienes ou cerca de R$ 44,5 mil. O mais caro é o Hybrid S AWD, que sai por 2.367.360 ienes ou cerca de R$ 73,7 mil.

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  • Filipo

    Eu (minha opinião) prefiro ter um carro mundial, apesar de “capado”, em relação a seu similar europeu/americano/japonês, do que ter um carro para mercados emergentes, como Argo, HB20, Onix e etc, por exemplo.
    Um Polo sempre será um Polo, enquanto um Argo sempre será um remendo, por exemplo.

    • DrG

      Eu tb pq ao menos o projeto foi pensado pra ser “superior” (ou não inferior). Qdo já se começa com a mão da economia extrema, não há remendo que conserte. Vide Etios, recomendou bastante e msm assim não esconde a alma indiana… Vide toda a linha da GM na transição de modelos baseados nos Opel para os de “emergentes”… Compare a Meriva com a Spin… Apesar da idade, a Meriva era muito mais sólida, robusta (quem diria, o dinossauro deixou saudade). Outros exemplos: Vectra vs Cruze. Corsa vs Agile. Clio vs Sandero. Jetta 2.5 vs 2.0 TSI (neste a piora foi mais discreta).

      • Exatamente. Também partilho desse pensamento.

        • daneloi

          Concordo 100% também. Ainda acrescento o Punto/Grande Punto. Apesar da nossa plataforma não ser a SCCS (pai das plataformas do Opel Corsa, GM Sonic, GM Tracker, Jeep Renegade/Compass, etc) o projeto do punto nacional era menos remendo que o (razoável) Argo. Esse último, mais uma jabuticaba emergente.

          • Edson Fernandes

            Que por curiosidade, o Punto podia receber até 6 air bags.

            Conheci pessoalmente 3 Puntos que tinham tal equipamento. Todos sem excessão T-Jet e o ultimo que vi inclusive, era Azul Maserati (cor linda que combina perfeitamente com o carro).

          • JOSE DO EGITO

            Ninguem fala do SANDERO que é um carro mundial,e segue que quase na totalidade com as mesmas peças do SANDERO EUROPEU

            • Fabricio Watanabe

              Mas o Sandero sempre foi um carro de baixo custo feito com materiais super baratos e com várias “coisas” capadas pra ficar barato. Sandero Europeu é um Dacia. Não é referência pra nada..

              • Fabricio Watanabe

                Ainda que, os Dacias (ou “Renault”, como preferir) vinham com uma pacote de segurança e reforços estruturais dignos de um carro europeu. Controle de tração, estabilidade, 4 air bags… Coisa que o Brasileiro nunca teve

    • Fernando Dias

      Como está redigida, a matéria nos faz acreditar que nossos veículos possuem um valor justo e são mais completos que nos mercados “consolidados”.

      • Cássio

        Exato. Só para ficar em 1 exemplo, o novo Polo vem com mais diferenças em relação ao europeu, como materiais de acabamento. Os outros também seguem essa linha.

        • vicegag

          O Polo Europeu pode não ter saída traseira de ar, mas o nosso teve as saídas dianteiras simplificadas.

          • th!nk.t4nk

            Na Europa é MUITO difícil achar alguém que use o banco traseiro de um Polo, logo nao faz sentido ter saídas de ar. Já no Brasil um Polo é o “carro da família”, entao tem que ter todos os mimos possíveis no banco de trás.

        • daneloi

          Longe de mim defender a VW, mas essa simplificação foi necessária para que o Polo viesse ao Brasil com preço competitivo. E no final das contas chegou aqui com uma construção sólida e boa tecnologia, apesar do acabamento abaixo da expectativa e outras simplificações

      • Fabricio Watanabe

        Eu achei diferente.
        Não quis dizer que os carros são mais completos. Talvez algumas modificações para adequar ao mercado. Um farol com LED integrado como o do Polo europeu, custa uma média de uns R$4.500,00. Por isso colocar no parachoque, troca apenas o LED qdo queima e não o conjunto todo. Faróis de led não permitem a substituição do LED e tem que trocar a peça.
        Ai vc compra um carro que é para ser “”””popular”””” e na hora de manter custa o mesmo que um Premium.
        Em questão de motorização a mesma coisa. Brasileiro compra carro por cavalos, sendo que o que mais se usa é o torque. Por isso a VW adotou a nomenclatura por NM aqui no Brasil. um 1.0 TSI fica feio, agora um 200TSI nossa, que máquina…
        Reclama da potencia do motor, mas lá a potencia é menor ainda….. Ok, tem mais opções…

        Mas lembro que antigamente os carros no mercado brasileiro tinham N opções de versões, motores e opcionais… E nunca ngm comprava nada. Agora que não tem, o povo reclama…..

        • th!nk.t4nk

          Verdade. E outra, as pessoas precisam entender que o poder aquisitivo no Brasil é muito baixo, esse é o principal aspecto. Em termos de preço, os carros na Europa também são caros, mas vendem bem porque os salários são muito superiores. No Brasil as pessoas tendem a achar que tudo está caro, enquanto na realidade grande parte do problema tá nos salários baixíssimos, no poder de compra muito limitado.

      • Peter Bishop

        Não mesmo. Veja a diferença de preço

    • Leonardo Lima

      Sim, mas tem exceções. Nissan March/Versa, por exemplo, foram lançados como produtos mundiais, mas foram capados em estrutura e segurança. Melhor um remendo seguro como o Argo do que um March, capado em quesitos essenciais.

      • Edson Fernandes

        Cara … esses carros foram MUITO capados para o Brasil.

        O Micra (March na europa), possui:
        – 6 air bags
        – ESP (era opcional)
        – Controlador de velocidade
        – Tem um sistema que ao pressionar o freio com muito esforço ele ativa o laerta de emergencia (pisca alerta)
        – Há duas barras estabilizadoras
        – Opção de mais de um tipo de lampada

        Isso porque eu citei os que considerei principais, pois no interior ele pode ter bancos de veludo, alcantara ou couro, opção de cores para o interior, cor dos bancos e por aí vai.

        O do Brasil hoje é menos capado em relação aos EUA (Versa).

        – 6 air bags
        – ESP
        – Controlador de velocidade

    • Gabriel Medeiros

      Concordo com vc, melhor um carro com projeto de qualidade mas simplificado em itens e acabamento, do que o bonitinho com CMM mas pobre de construção.

      Dito isso também existem exceções a regra, vide Peugeot 208.

      • Edson Fernandes

        March e Versa tbm…

        Quem diria até os Dacia. (lá eles tem 4 air bags e ESP, agora o Duster recebe 6 air bagS)

    • Edson Fernandes

      Depende do produto. Vc diz preferir dessa forma , mas pense no 208 no que fizeram nele. Ele é um perfeito exemplo de redução de custo em uma casca igual ao Europeu.

      Outro ponto nele é que o painel que era em alta definição, aqui perdeu para uma tela que tem as mesmas informaçoes em baixa definição.

      Ou seja… um 208 não necessariamente será um 208 como no Europeu, a especificação quem define é a empresa. A VW gosta de manter padronização de diversos pontos em um carro.

      Então vem do cambio manual com bons engates, tem se preocupado com segurança, tem procurado atrair no custo x beneficio no porte no qual o carro disputa (exceto o Golf que ta caro pra burro), mas enfim…

      Até nas versoes mais completas do 208, até o farol com foco eliptico se perdeu…. e foram tirando detalhes de conveniencia até da versão grife (como o rebatimento 60/40 dos bancos).

      • Filipo

        Em relação à retirada das barras de proteção lateral do 208, isso eu já acho mau-caratismo da empresa, pois trata-se de normas de segurança mínima, precária, e já bem antiga. Penso que uma empresa deveria ser execrada por tal atitude. Uma barra até carros da década retrasada têm!
        Em relação a outras coisas, penso que é frustrante, mas acho que ainda é melhor que ter carro pra mercado emergente, como Onix, por exemplo.

        • Edson Fernandes

          Só que o Onix hoje, tem mais segurança estrutural que o 208 (considerando a partir de 15 de janeiro de 2018).

          A ideia é a seguinte: Qual é o ponto que o cara pode cortar custos sem significar desprezo dos possiveis consumidores? É nesse ponto que a empresa atacou.

          Brasileiro no geral não liga para segurança. E também mal estuda sobre um produto. Logo, os detalhes que citei, serão descartados em prol de um interior bonito, uma central multimidia a mostra e por vezes mesmo que não seja util, está lá dando um visual ao carro e por vezes, o motor além de não ser moderno, é gastão (e o 1.6 da PSA está assim perante os atuais, ele anda bem, mas o consumo é bem alto de combustivel).

          Enfim, quis citar itens que mais mexem com o emocional do que o racional. Eu mesmo sou super racional e isso me evita agir com emoção.

        • Edson Fernandes

          Mas só que infelizmente “ela segue a lei”. Ou seja, a lei obriga apenas a ter os air bags frontais e ABS. Não determina que os pontos de segurança de um produto precisem de suportar impactos laterais (como é o caso).

          O mesmo vale para ka e fiesta (que a Ford não confirmou melhoria na segraunça pos facelift)

  • Gran RS 78

    A matéria esqueceu de mencionar que o acabamento do Polo vendido na Europa é muitíssimo superior ao modelo vendido no Brasil.

    • Verdades sobre o mercado

      Não é muito superior não.

      • Gran RS 78

        Vc está enganado, pois o Polo europeu usa materiais macio ao toque e não esse material duro com aspecto de carro popular que o modelo vendido no Brasil possui.

        • Verdades sobre o mercado

          Apenas as versões mais caras usam material “soft” e isso não quer dizer que seja “muitíssimo” superior. Acredito que o Polo não está tendo o sucesso esperado na Alemanha justamente por seu acabamento que ficou abaixo da expectativa do consumidor acostumado com o Polo por lá.

        • Se você assistir a um vídeo do Polo europeu, mesmo do mais caro, verá pela textura do painel que o plástico é pobre do mesmo jeito. Até a economia porca das folhas traseiras sem nenhuma parte de tecido (nem no contato com os braços) está presente no europeu, o que mostra ser uma fraqueza do carro em si. Aliás, vi há pouco tempo um portal estrangeiro relatando críticas da mídia britânica ao interior do recém-lançado T-Roc, o que mostra que a VW está deixando a desejar nos interiores dos carros mais baratos de um modo geral.

          • Luciano RC

            Toda montadora está buscando diminuir a qualidade para reduzir custo. Vejo no meu HR-V. A qualidade dos painel de porta são terríveis. Principalmente os traseiros. Sem falar o couro dos bancos.
            O Tracker melhora nisso, mas a qualidade do painel é crítica.

            • RRodrigo Souza

              o ruim da tracker peças muitooo caras, mas vejo muitos elegios dessa nova versao da tracker. mas tem que ter muita grana para manter

              • Luciano RC

                Cotei algumas coisas e achei tudo muito bom… seguro dela ficou mais em conta que meu HR-V.

                • RRodrigo Souza

                  fui verificar hoje um farol de milha de uma tracker 2014 custava 1700 e pouco um lado apenas kkk sobre os demais valores eu nao saberei, mas muitos elogiam essa tracker moderna, motor correto nao é aquele antigo que era manco

                  • Luciano RC

                    Peças de acabamento não se compra em concessionária. A vida já me ensinou isso… agora o motor 1.4 é bem poderoso mesmo. Nas arrancadas, ele engole qualquer carro. Mas eu sou chato, ando bem careta… então estou descobrindo como fazer ele ser mais econômico.

                    • RRodrigo Souza

                      mas quando um carro é novo e só a autorizada tem , ou você compra novo ou se aventura em busca de usado. No caso como é carro de cliente o valor eu passei para ele kkkkk

                    • Luciano RC

                      Olha… vários carros novos eu já achei peças no mercado paralelo, e peças novas.

            • daneloi

              Dos SUVs compactos o Tracker e o Renegade são os que tem o melhor acabamento. O HR-V é um SUV muito bom mas o acabamento dele se assemelha muito com o do FIT III, muito simples pelos preços cobrados pelo HR-V

              • Luciano RC

                O acabamento do Renegade é melhor que o do Tracker. Porém, a Jeep está vendendo bem e não tem conversa quando coloca opcional.

                • daneloi

                  Estava montando um CrossUP! no site da VW Portugal. Com os mesmos itens que temos aqui exceto controle de estabilidade e airbags laterais E SEM MOTOR TSI, lá sai pela bagatela de 15.800 euros, ou aproximadamente 79.000 reais! Fiquei impressionado e não sei como a conta fechou para sair mais barato aqui. (Lembrando que as principais diferenças aqui são a falta de ESP e Airbags laterais. Ainda temos a vantagem da versão Cross ser TSI aqui.

                  • daneloi

                    Ah. Start Stop. A versão européia com motores aspirados vem com start stop de série. Os TSI lá não contam com esse recurso.

                    • Fabricio Watanabe

                      O Polo aqui tbm não. Acredito que seja só a partir do Golf.

                      Outro item retirado/simplificado para diminuir os custos de reparação e manutenção. Bateria pro sistema SS custa umas 4x mais que uma bateria normal. E tem mta gente que desliga o sistema…. Vide os proprietarios do Cruze usando um monte de tática pro sistema parar de funcionar..

                    • daneloi

                      Verdade. Eu vejo mais pessoas reclamando do que elogiando o start stop. Como nunca usei a longo prazo (só em test drive) não sei se mais atrapalha do que ajuda…

                  • Edson Fernandes

                    Aí depende, vc está colocando o valor da nossa moeda em relação ao Euro.

                    Aí eu sou “ignorante”: O carro custa 15800 euros, se eu ganhar em Euro o que eu ganho em reais, eu to ferrado lá… mas se eu ganho em Euros o que seria a mesma cifra de valor aqui, eu compraria esse carro financiado em 6 meses facilmente.

                    E em Portugal, o valor “de salario minimo” tem sido por volta de 1500 euros, sendo normal o valor de 2000 de minimo. Junte duas pessoas (um casal) ganhando por volta de 5000 euros… fica mais facil que adquirir um up de R$60000 ganhando R$5000 aqui…rs

                    • daneloi

                      Fala Edson, blz?
                      Realmente o poder de compra e realidade de cada povo são o que conta. Converter o valor de lá para reais e comparar com nossa realidade é como comparar maçãs e laranjas.
                      Mas fiz essa conversão com o custo de produção, embarcação de tecnologias e novidades em mente em ambos os produtos.

                      Sobre as faixas salariais, uma amiga minha de Cintra disse que o mínimo lá gira em torno de 600 euros. O salário médio gira em torno dos 1000~1200 e 2000 euros já seria um salário muito bom. Não sei se isso varia muito em cada região de Portugal mas esse foi o único parâmetro que eu tive sobre salários de lá. Provavelmente temos colegas aqui no NA que morem em Portugal ou conheçam melhor a situação lá para esclarecer essa dúvida.
                      Você comentou sobre o Up no final do post e eu lembrei… Monta um e-Up! lá no site da VW de pt e veja quanto sai o preço final. Cara…não precisa nem converter para cair duro no chão! Kkkkkkkkkkkkkkk
                      Nesse caso eu prefiro um híbrido como um prius do que um 100% elétrico como o up.
                      Abraço!

                  • Gran RS 78

                    Vc se esqueceu que eles ganham em euros e não em reais, certo? Portanto, qualquer carro vendido na Europa é muito mais barato que os vendidos aqui.

                    • daneloi

                      Não esqueci, tanto que comentei que é como comparar maçãs com laranjas. Quis comparar o valor dos veículos em relação ao custo de produção levando em conta a qualidade de construção, tecnologia embarcada e modernidade do projeto mas acabei não deixando isso claro.

          • Rodrigo

            Car Wow, certo? Também vi isso. E eles criticaram bastante também o espaço interno do T-Roc

          • daneloi

            Verdade. O Matt Watson do Car Wow criticou o acabamento do T-Roc, inclusive citando que até o polo europeu possui acabamento emborrachado na parte superior do painel e o SUV de categoria acima, não.
            Tanto o novo polo quanto o antigo tem acabamento superior na europa. Já pude compará-los pessoalmente.
            Ainda assim achei válida a simplificação por que o polo entrega segurança, modernidade e boa tecnologia por um preço “””””””””””razoável””””””””””””

        • Elias Silva

          Olha, meu pai tem uma Ranger Limited 2015 top de linha e não tem nada soft touch tambem no painel.. entao acredito q seja normal pra um polo ainda mais aqui no br

          • RRodrigo Souza

            no caso da ranger como ela é foi pensada mais para trabalho e andar na terra acredito que isso não é muito uma coisa que a fabricante acha muito importante, pois os fazendeiros importam mais com o desempenho , o soft touch seria ao meu ver para uma versao mais luxuosa pensando em conforto, pois a ranger pode ser cara sim, mas ela é um pickup para trabalho pesado digamos

        • JH SM

          Tu que tá enganado, só usa material macio nas versões topo de linha. O grosso da gama é plasticão. E mesmo com esse acabamento pobre, o carro continua sendo um projeto mundial, seguro, sólido e muito superior às gambiarras que compõem a categoria dos compactos (Argo, Onix, Ka e afins)

          • Gran RS 78

            Não deixa ter uma versão com acabamento melhor que o vendido por aqui, sem contar que os preços são muito menores que os daqui.

            • JH SM

              Mas isso não é exclusivo do Polo. Todo carro é mais caro no Brasil. E quanto ao acabamento, realmente é pior o daqui. Mas e daí? O acabamento dele é na média da concorrência, e ele é MUITO superior aos outros competidores diretos em todos os outros quesitos. O Polo, como projeto geral, dá de lavada mesmo com acabamento simplificado. É 7×1 pra Alemanha de novo.

    • Feliphe Santos

      Na verdade, é impressão visual causada pelas cores utilizadas. O acabamento do Polo nacional não é ruim em questão de materiais e encaixes, só é visualmente pobre por causa do cinza claro. Espero que o Polo GTS venha com os painéis da cor do carro.

      • Gran RS 78

        Amigo, o Polo europeu usa material macio ao toque e não plásticos duros como o Polo vendido no Brasil.

        • Luciano RC

          Aqui usa plastico duro porque poucos consumidores ligam… e principalmente porque não usar, barateia.

        • Fabricio Watanabe

          Apenas nas versões de Topo. Os modelos de entrada (inclusive as versoes com motor de 65 e 75 cavalos. Sim o nosso possui os mesmo motores 1.0 MSI e TSI e mais potente) possuem o mesmo acabamento espartano que o modelo brasileiro!!!! E outra, quem que fica alisando o painel do carro para se importar com o Soft Touch?

          • Gran RS 78

            Pelo jeito vc nunca teve um carro com bons materiais para falar uma coisa dessas, pois painéis com plástico duro são muito mais propício a aparecer ruídos com o passar do tempo do que um carro com painel emborrachado.

            • Fabricio Watanabe

              Já tive e ainda tenho. Digo que não faz diferença pq EU não vejo diferença nenhuma, inclusive o antigo fazia barulho mesmo sendo soft touch. E já tive carros com painés de plastico duro que não faziam barulho… simples assim!!!!! PARA MIM é inutil… Eu prefiro escolher um carro com uma plataforma moderna e segura, com um nivel de segurança e tecnologia maior, um powertrain decente. Que ter um carro super bem acabado, bonito e tudo mais… Nota 0 em segurança e simplesmente emperequetado….

              Não estou tirando o mérito dos comentários. Mas os carros quem vem pro Brasil são capados em coisas tão mais importantes que o acabamento…..

              • Gran RS 78

                Pelo preço que pagamos, tinham que ter no minimo todos os itens dos modelos vendidos na Europa, inclusive o acabamento superior, sem mencionar motor e itens de segurança. Concordo que um modelo global é mais interessante que um feito para países emergentes, especialmente em segurança, mas quando entrei em um HB20 1.6 confort plus e depois entrei em um Polo 1.6 confortline, parecia que o HB20 era de uma categoria acima do Polo, pois dentro do VW me senti em um modelo popular, ainda mais em notar que até para arrumar os espelhos vc tinha que fazer manualmente, fora aquele painel sem sal, que poderia muito bem estar um um Gol de entrada.

                • Fabricio Watanabe

                  Concordo em tudo que disse. Mas o design, isso é bem subjetivo.
                  Tem gente que prefere o design da Volks justamente por não ficar datado como os carros com design mais marcante ficam. Agora a qualidade do plastico do HB e do Polo é a mesma. Plastico duro, que risca fácil e desbota com o tempo se não cuidar.
                  O interior do Argo eu acho muito bonito. Por mais plástico duro que tenha, os materiais tem texturas diferentes, meio emborrachado. Porém, se comparar motorização, tecnologia, segurança, plataforma… O Polo da uma banho no Argo… E se for pra pagar 75 mil num carro 0km. Prefiro comprar um “sem sal” moderno à um “design marcante e emocional” que de nada em muda ao carro que ele substituiu

                  O que quero dizer é que, não discordo do que vc disse, concordo em tudo aliás.. Principalmente na parte do preço. Mas, o que quero mostrar é que os carros europeus podem sim ser pé de boi e mal acabado como os brasileiros. A diferença é que lá, eles tem a opção de mudar tudo isso!!

        • Uranium

          Só nas versões mais caras. Os Polos básicos na Alemanha têm o mesmo acabamento feio do Brasil.

    • Cássio

      Pura verdade.

    • beto

      Também se for pior vira um kwid.

  • O mais interessante, para mim, seria mostrar o interior desses mesmos carros nas versões nacional e importada. A discrepância é absurda.

    • Tibúrcio

      O Polo é o maior exemplo. Acabaram com o acabamento no brasileiro.

      • Fabricio Watanabe

        O europeu também meu Deus. O acabamento soft é so para os modelos top e como opcional!!!

        Brasileiro reclama do motor dos carros do acabamento dos carros… Queria saber o que que sentiria qdo descobrisse que a VW vende Polo com 1.0 MSI de 65cv. Passat com 1.4 TSI de 120cv e cambio manual, ar manual, banco de tecido com regulagem manual…..

        Os carros de divulgação são lindos. Mas quase TUDO que vem no carro é opcional..
        Virtual Cockpit é opcional, ar digital é opcional, Discory Pro com identificação de gestos é opcional. Tudo é opcional no carro.

        • th!nk.t4nk

          Na Europa o segmento do Polo tá em baixa. O consumidor tá com dinheiro na mão e tá preferindo os médios. Vamos ver até quando essa onda de prosperidade vai durar, mas por enquanto eu nao esperaria grandes novidades nos compactos (e sim esses downgrades). A única coisa que discordo em seu comentário é sobre os bancos em tecido. Mesmo nos premium muita gente prefere tecido, pelo conforto. Nao é como no Brasil e nos EUA, onde o couro é sinônimo de luxo e status, por incrível que pareça.

  • Cosi fan Tutti

    Isso é vergonhoso para o governo que é o maior sócio destas montadoras na exploração do bolso do incauto brasileiro, que pega gato por lebre. Aqui se paga o dobro pra ter carros muito piores que seus equivalentes de outros países. É via de regra empobrecer um carro pra vender aqui, isso quando nem lançam pq dizem que o mercado não absorve, e fazem os tais carros “específicos” para nosso mercado, traduzindo, carros inseguras e imprestaveis para o 3º mundo.

  • Piston head

    Este é um tema que rende pano pra manga, não condiz com o artigo. Achei pouco abrangente.

  • Marcio Souza

    Parabéns NA! Ultimamente vcs estão postando excelentes matérias!

  • Augusto Brum

    Na minha opinião apesar desses carros terem sofrido um certo depenamento, eu acho que o nível deles tá muito bom pro nosso mercado, mas coisas importantes que faltam são mais opcionais tecnológicos, mais opcionais de segurança e dependendo versões esportivas (apesar de eu saber que são versões de nicho). Eu mal posso esperar para ver o Polo GTS!!

  • Luciano RC

    Com essa questão de carro daqui e daqui de lá, alguém confirma o interesse da CAOA em assumir totalmente a Chery e chama-la futuramente somente de CAOA e se nomear uma fabricante Brasileira?

    • Cássio

      Já havia pensado nessa hipótese.
      Todo mundo fala mal da Caoa, mas está lá, sempre crescendo. Até a primeira letra é a mesma.

      • Luciano RC

        Estou vendo ela assumir completamente, deixar as outras marcas que distribui e ficar sendo uma fabricante local… quem sabe, só usando os modelos da Chery.

      • RRodrigo Souza

        nao entendi a letra ser a mesma

    • Edson Fernandes

      Luciano,
      Ela quer mudar a estrategia. Na verdade, ela tem o controle acionario majoritário, porém não é dona da marca. O que ela quer fazer é simplesmente desvencilhar do nome Chery aqui e deixar apenas CAOA.

      • Luciano RC

        Confesso que gostei da ideia. Pode-se dizer que teremos uma montadora nacional depois de anos.

        • Edson Fernandes

          Se essa fabricante, não deixar os produtos em conformidade com nosso mercado, não adianta.

          Ela precisa abandonar a ideia de botar o motor 1.5 em qualquer produto. É compactos (ok), altinho compacto (ok), altinho compacto médio (ñok), daqui a pouco é um sedan médio e por aí vai.

          Se a CAOA quer colocar valor aos produtos (eu achei o Tiggo de lançamento bem caro), que o equipe no minimo para valer o que cobram.

          Mas pense o seguinte: Espero realmente que a CAOA – Chery, use seu departamento desenvolvimento e manufatura para perceber os anseios e trazer as novidades atualizadas em conformidade com o que se tem lá fora ou na China.

          Há um motor 1.6 16v modernizado e que não deve aos rivais, há motores 1.5 e 2.0 turbo que também está em pé de igualdade… mas precisam trazer ao nosso mercado para atrair.

          • Luciano RC

            A CAOA é bem experiente. Ela vai entrar com os dois pés no chão e crescer aos poucos… vamos ver como será.
            Também espero que mantenha atualizado e com bastante inovação.

  • RTEC30

    Matéria imcompleta…
    Faltou falar das economias porcas e outros depenamentos (como painéis e barras de proteção) que são empurrados goela abaixo (como se tivéssemos trocando ouro por espelhinhos).

    • RRodrigo Souza

      tem muitas pessoas aqui no país que se importa mais com adesivos,plasticos no paralama e nao com segurança e tecnologia, por exemplo um falou que o sentra tinha que vir com lanterna trraseira full led, ok nisso mas e a segurança e tenologia poderia vir algo novo nele, pois a lanterna full led traseira é mais estetica, perguntei se lança-se hoje o carro com as lanternas full led e ele informou que nao compraria, talves por nao ter dinheiro ou outro motivo .mas o que acontece é que as coisas mais importantes o pessoal esquecem de pedir, vejo muitos falando de painel com soft touch parecem que dorme em cima do painel do carro, pedindo tecidos em forração da porta , ao invez de pedir mais itens de seguranças em primeiro lugar

      • Edson Fernandes

        Que prefere um visual esportivo, que prefere uma telinha….

        • RRodrigo Souza

          isso mesmo, o visual olharia por ultimo, vamos supor que uma marca faça o carro mais seguro que existe ,mas o visual do carro é mais feio que os demais, eu tendo dinheiro eu iria facil no carro mais seguro

          • Edson Fernandes

            Existe um na faixa de compactos / subcompactos: VW up. Esse é exatamente esse tipo de carro, ainda que o visual dele seja ame ou odeie (eu acho ele feio, mas racionalmente o teria por ser seguro).

            • daneloi

              É o tipo de carro que se compra de forma racional mesmo. Por isso vemos tão poucas pessoas arrependidas de terem comprado um up. Já sabiam o que esperar do carro quando compraram.

  • Desumilde

    Isso sem contar aquilo que não podemos ver, como soldas, qualidade da matéria-prima empregada nas estruturas etc.

  • Samluzbh

    Polo com GNV??? Dizem que na Europa não usa isso!!!

    • No_Name

      Realmente. Na Europa não é gás natural que usam e sim o gás de cozinha alterado com propriedades para uso veicular.

      • th!nk.t4nk

        Exato, é LPG (gás de petróleo). E vendem bem! Praticamente todas as montadoras oferecem na Europa opçoes a LPG (nao em todos os modelos, mas em específicos). A rede de postos que oferecem LPG é bem abrangente também.

        • Edson Fernandes

          Não seria a sigla GLP?

        • daneloi

          Não sabia que a rede de abastecimento de GLP era tão ampla por lá. Legal.

        • daneloi

          Será que o motor recebe algum tratamento eficaz para combater o deagaste que a falta de lubrificação que esse tipo de combustível gera? Será que conseguiram equiparar a durabilidade com a dos motores gasolina/diesel?

  • Stefano

    a matéria infelizmente está bem superficial, ex:
    Cruze nos EUA tem na versão premier suspensão Z-LINK, 8 airbags(joelho motorista e passageiro), freio de mão por pedal entre outros.
    Creio que todos os detalhes deveriam ser incluidos.

    • Edson Fernandes

      Isso sem contar aqueles carros que tinham freio de mão eletronico que perderam ao chegar no Brasil… entre outros pormenores.

      É ridiculo pensar no Kicks em abrir mão de itens simples que deveriam ter ao menos na versão de topo.

  • Wellington Esterque

    Excelente matéria, parabéns. Uma dúvida que eu fico é em relação à qualidade da estrutura dos carros. Será que o FIT além de ter menos itens, também possui uma estrutura mais frágil? A gente não encontra nada a respeito disso na internet e se perguntar para o fabricante a resposta é sempre duvidosa.

    • Schack Bauer

      Várias montadoras fazem carros mais frágeis aqui do que lá fora, mas não acho que seja o caso da Honda.

      • daneloi

        Também acho que nessa questão os hondas se saem bem. Pelo menos é o que os testes de impacto nos mostraram até hoje

  • Schack Bauer

    Em resumo, enquanto existir esses inovar auto, rota 2030 fazendo protecionismo no nosso mercado, a gente vai continuar pagando muito e recebendo menos do que lá fora. Só a concorrência faria essas montadoras se mexerem.

  • Autofahrer!

    Enfim, carros “capados” em detrimento aos altos impostos locais…

  • Fabão Rocky

    O Brasil será eternamente um país de tolos enquanto o povo achar q está comprando um “carro mundial” qdo na verdade está levando p/ casa um remendo de país emergente travestido de “carro mundial”!

  • Xandy Paiva

    O mais legal é que o Golf tem uma versão a GNV, que muitos aqui criticam no Brasil ( o GNV no caso), mas se saísse no Golf iam ficar babando e elogiando.

  • Alessandro Rodrigues

    Cruze tem sim o sistema de som Bose como opcional. Arruma aí, galera!

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