
A Xiaomi amplia sua atuação entre SUVs eletrificados com um modelo de sete lugares que combina grande bateria, extensor de autonomia e até uma versão preparada para acampamentos.
O Skynomad N90 Max foi lançado em 7 de setembro por 269.900 yuans (R$ 206.500), enquanto a configuração Explorer Edition custa 299.900 yuans (R$ 229.400).
A principal diferença da Explorer está no teto elevatório elétrico integrado de fábrica, solução voltada a usuários interessados em viagens, lazer ao ar livre e pernoites.
O SUV mede 5,29 m de comprimento, 2,00 m de largura e 1,83 m de altura, enquanto o entre-eixos alcança 3,08 m.
Visualmente, o N90 Max utiliza faróis chamados Dragonfly, organizados em formato cruzado e acompanhados por luzes diurnas prolongadas na dianteira.

O facho alto alcança até 624 m, enquanto o sistema de luz baixa oferece cobertura angular de 180 graus, segundo as especificações divulgadas pela Xiaomi.
A carroceria apresenta coeficiente aerodinâmico de 0,255 e incorpora uma entrada de ar ao capô, além de permitir travessias por água com até 75 cm.
A Xiaomi também atribui ao modelo capacidade de flutuação em situações emergenciais, recurso incomum mesmo entre SUVs de grandes dimensões voltados a diferentes tipos de terreno.
As rodas de 21 polegadas são de série, acompanhadas por pneus 255/45 na dianteira e 265/45 na traseira, formando um conjunto com medidas diferentes entre eixos.
Por dentro, há opções Ceramic Beige, Midnight Black e Mocha Brown, enquanto uma tela central de 16,1 polegadas concentra o sistema HyperOS.

O processamento da cabine fica sob responsabilidade do chip Qualcomm 8650, enquanto a configuração de bancos segue o arranjo 2+2+3 para sete ocupantes.
A Xiaomi afirma que o interior permite 11 combinações diferentes de espaço e chega a 1.831 litros de capacidade máxima para bagagens e objetos.
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Qual recurso mais redefine o uso do Xiaomi N90 Max: teto elevatório, sete lugares ou alcance de 1.705 km?
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Bancos dianteiros e da segunda fileira oferecem posições de gravidade zero, além de massagem, ventilação e aquecimento dependendo da configuração escolhida.
Um console central móvel utiliza trilhos e incorpora refrigerador de 9 litros com compressor, acompanhado por diferentes conexões para acessórios e expansões internas.
A propulsão combina motor 1.5 turbo de aproximadamente 152 cv atuando como extensor com dois motores elétricos responsáveis diretamente pela movimentação do SUV.

A unidade elétrica dianteira entrega aproximadamente 286 cv, enquanto o motor traseiro fornece cerca de 136 cv, formando um sistema de tração nas quatro rodas.
A bateria NCM Dragonscale possui 76 kWh e permite percorrer até 464 km apenas com eletricidade pelo ciclo chinês CLTC.
Considerando também o extensor de autonomia, o alcance combinado divulgado chega a 1.705 km, ampliando significativamente a distância possível entre reabastecimentos e recargas.
O sistema rápido consegue acrescentar 285 km de autonomia em 15 minutos, segundo a fabricante, embora o valor dependa do padrão de medição utilizado.
Rodando com a bateria descarregada, o consumo informado pelo ciclo WLTC equivale a aproximadamente 16,0 km/l usando o motor a combustão como fonte adicional.
Na estrutura, o N90 Max utiliza uma célula de proteção com aço de até 2.200 MPa e traz 12 airbags distribuídos pela cabine.
O conjunto de assistência utiliza chip Nvidia Thor com capacidade de 700 TOPS e o modelo cognitivo Xiaomi HAD XLA para processar informações do ambiente.
O hardware reúne LiDAR no teto, outro LiDAR traseiro de estado sólido, radar 4D, 11 câmeras de alta definição e 12 sensores ultrassônicos.
Esses componentes permitem recursos de assistência em rodovias e cidades, além de estacionamento automatizado, dentro da proposta tecnológica apresentada pela Xiaomi.
A suspensão combina braços triangulares duplos na dianteira, estrutura multilink com braço H atrás e sistema pneumático ajustável em cinco níveis.




