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Audi A1: tudo sobre o pequeno hatch que chegou ao Brasil em 2011

Conhece o Audi A1? É o menor carro feito pela marca alemã.

A Audi até flertou com o segmento de entrada do mercado nos anos 70 com o Audi 50, que era essencialmente um VW Polo da época. Mas, após muitos anos e o caro Audi A2 (de alumínio), a empresa decidiu novamente ter um compacto de acesso e daí surgiu o Audi A1.


Audi A1: tudo sobre o pequeno hatch que chegou ao Brasil em 2011

O Audi A1 é uma aposta para atrair consumidores jovens que aspiram ir para modelos maiores mais adiante.

No entanto, para muitos, o pequenino já está de bom tamanho e daí a Audi precisa sempre apimentar sua oferta para os que não tem pretensões de subir de nível.


O Audi A1 é agora tema desde artigo, que vai contar a trajetória pelo Brasil, sua história e a nova geração.

O Audi A1 original

Audi A1: tudo sobre o pequeno hatch que chegou ao Brasil em 2011

Em 2010, o Audi A1 (Typ 8X) surgiu na Alemanha, sendo feito em Bruxelas, Bélgica, de onde partiu para todo o mundo.

Com 3,954 m de comprimento, 1,740 m de largura, 1,416 m de altura e 2,469 m de entre-eixos, o Audi A1 era construído sobre a plataforma PQ25 do grupo Volkswagen, sendo a mesma de VW Polo, Seat Ibiza e Skoda Fabia.

Com duas portas apenas, o Audi A1 incorporava o estilo da marca e com grossas colunas C e um aspecto bem jovial e esportivo.

O próprio painel seria em parte copiado pelo irmão maior, o Audi A3 da atual geração.

Na atualização de meia vida, o tamanho aumentou para 3,973 m, enquanto a largura passou para 1,746 m e a altura para 1,422 m.

Audi A1: tudo sobre o pequeno hatch que chegou ao Brasil em 2011

Basicamente, o Audi A1 apareceu nas versões Attraction e Ambition, ambas lá fora com o motor EA211 1.4 TFSI com 122 cavalos e 20,4 kgfm.

Esse último foi atualizado há algum tempo com 125 cavalos, mas ostentando o mesmo torque.

Existia ainda o Audi A1 Sport (não confundir com a carroceria de duas portas Sportback), lançada em 2011, que tinha motor EA211 1.4 TFSI com 185 cavalos e 25,5 kgfm, que mais tarde foi substituído pelo EA827 1.8 TFSI com 192 cavalos e o mesmo torque.

Nesses casos, o câmbio podia ser manual ou automatizado de dupla embreagem S-tronic com sete marchas.

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Na Europa, o Audi A1 ainda dispunha do motor 1.2 TFSI da família EA211 com 86 cavalos e 16,3 kgfm, apenas manual.

No Brasil, apenas os três primeiros chegaram e permaneceram praticamente toda a vida comercial do A1 por aqui. Lá fora, porém, o hatch ganhou mais opções.

No desempenho, o Audi A1 Sportback 1.4 TFSI de 125 cavalos vai de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos, enquanto a versão com motor 1.8 TFSI de 192 cavalos, faz o mesmo em 6,9 segundos e a máxima é de 234 km/

h. Os consumos urbano e rodoviário são de 12,6/10,7 km/l  e 15,2/13,1 km/l, respectivamente.

Audi A1 Quattro

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Em 2012, o Audi A1 ganhou uma versão para lá de apimentada, o Audi A1 Quattro.

Com apenas 333 exemplares, sendo que pelo menos dois teriam sido vendidos para clientes brasileiros.

O hot hatch tinha cara de mau com faróis dotados de projetores e LEDs envolventes, assim como enorme grade inferior no para-choque e rodas estilizadas aro 18 polegadas, além de escape dimensionado, discos dianteiros de 312 mm e programação exclusiva de controle de estabilidade.

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Equipado com motor 2.0 TFSI de 256 cavalos e 35,7 kgfm, o Audi A1 Quattro tinha câmbio S tronic de sete marchas e ia de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos com máxima de 245 km/h.

Este Audi A1 especial teve 600 peças e componentes exclusivos para oferecer uma performance realmente superior.

O Audi A1 clubsport quattro foi uma sensação no festival de  de 2011, quando surgiu com o motor 2.5 TFSI com 503 cv. O Audi A1 e-tron de 2011 seria o primeiro totalmente elétrico, mas foi cancelado. 

Audi A1 – Outras opções

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O Audi A1 ainda teve opção de motor 1.4 TFSI com sistema de desligamento automático de cilindros, entregando 140 cavalos e 25,5 kgfm, reduzindo assim o consumo.

O hatch teve também os motores (polêmicos) diesel EA189 1.6 TDI com 90 ou 105 cavalos, além do 2.0 TDI com 143 cavalos.

Estes tinham torque de 23,4/25,5/32,6 kgfm, respectivamente.

Audi A1 Sportback

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Em 2012, a Audi percebeu que apenas o Audi A1 de duas portas não seria suficiente para manter as vendas e decidiu por uma opção que já havia sido utilizada com êxito no A3, a versão Sportback.

Mais do que um simples sobrenome, a identificação na verdade aponta para uma carroceria de quatro portas e estilo mais cupê, mas essa primeira era a função no caso do Audi A1.

Assim, surgiu o A1 com quatro portas, que rapidamente chegou ao Brasil.

Por incrível que pareça, essa variante do compacto surgiu como Audi A1 Sportback Concept, não um ano antes, mas em 2008. Ele era uma das propostas para o futuro carrinho premium, mas ficou de lado nos primeiros anos do modelo.

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No Salão de Tóquio de 2011, o Audi A1 Sportback foi apresentado, ostentando as mesmas linhas da carroceria de duas portas. Mais disruptivo, o hatch ficou mais versátil no acesso ao interior, embora sem aumento da carroceria ou da plataforma.

O Audi A1 de quatro portas abriu um nicho importante, que depois foi adicionado ao rival MINI Cooper, por exemplo, embora este tenha surgido com quatro portas bem depois.

Em mercados como o brasileiro, o Audi A1 Sportback foi mais bem aceito do que a versão de duas portas e acabou ficando como única opção.

(Leia sobre o Audi A6.)

Audi S1

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O Audi S1 foi uma versão esportiva da geração anterior (8X) que recebeu o motor EA888 2.0 TFSI de 231 cavalos e 35,7 kgfm, sendo oferecido tanto no duas portas (Sport) quanto no quatro portas (Sportback).

Ia de 0 a 100 km/h em até 5,8 segundos e foi vendido no mercado internacional, não chegando ao Brasil.

Edições especiais

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Embora não tenha trazido de fato nenhuma edição especial de volume considerável ao Brasil, o Audi A1 teve várias no exterior.

O Audi A1 Competition Line de 2012, explorou as formas mais esportivas da carroceria Sport (duas portas).

Com a grife de roupas Hufter, surgiu uma edição para a Nova Zelândia em 2013, com motor de 185 cavalos e duas portas.

O Audi A1 China Limited Edition teve 500 unidades vendidas naquele mercado e equipadas com motor 1.4 TFSI de 122 cavalos, que lá foi identificado como 30 TFSI, embora tivesse 200 nm e não 300 nm de torque.

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No Japão, no mesmo ano de 2013, o Audi A1 Sportback Urban Style Limited teve 200 exemplares com a mesma motorização. Lá ainda teve o A1 Sportback admired limited com mais 500 unidades. 

Na Austrália, simultaneamente, o Audi A1 surgiu com 200 unidades da série S line Competition. O Audi A1 Competition Legends, por exemplo, teve 4 unidades vendidas exclusivamente em Taiwan, onde o A1 Sportback Lifestyle vendeu outros 76 exemplares.

O Reino Unido teve diversas unidades das séries S line Style Edition e Black EditionO A1 urban racer limited foi outro especial com 150 unidades vendidas na Europa. As séries Contrast, Black e Union Square foram as primeiras.

Audi A1 – segunda geração

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O Audi A1 já estava há oito anos no mercado e o peso da idade já se fazia presente, especialmente com a renovação de seu rival MINI Cooper.

Assim, em julho de 2018, surgiu oficialmente a segunda geração do Audi A1, agora chamado GB.

A diferença para o anterior, além do visual, foi a introdução da plataforma modular MQB-A0.

Esta base surgiu com o Seat Ibiza atual e com o Volkswagen Polo.

Assim, o Audi A1 (GB) cresceu e ganhou mais espaço interno, além de porta-malas, visto que antes tinha somente 270 litros. Agora, ele possui 335 litros.

Com 4,029 m de comprimento, 1,740 m de largura, 1,409 m de altura e 2,563 m de entre-eixos, o hatch ficou mais moderno também.

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Embora ainda mantenha o sistema de eixo de torção na suspensão traseira, o Audi A1 vem com conjunto dianteiro McPherson, bem como carroceria com mais aços de alta e ultra-alta resistência.

O visual mais agressivo chama atenção pela pintura em dois tons com teto e colunas em preto, exceto as “C”, que possuem pintura na cor do carro e agora são mais grossas.

O Audi A1 GB perdeu as vigias laterais traseiras, reforçando mais as colunas C e passando uma impressão maior de solidez. O mesmo efeito visual foi aplicado anteriormente no Audi Q2, por exemplo. A frente chama atenção para os faróis com luzes diurnas em LED segmentados.

A grade hexagonal ficou maior e o para-choque possui abertura inferior e molduras pretas em “U”. As rodas de liga leve de aro 15 a 18 polegadas, agora possuem desenhos mais fluídos e esportivos, com direito a pinças de freios em cor amarela.

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Dois vincos pronunciados nas laterais do novo Audi A1 deixam o visual mais limpo, enquanto a traseira chama atenção pelas lanternas em LED maiores e com iluminação segmentada, reproduzindo o estilo dos faróis.

O mesmo vale para o para-choque, que também imita o protetor frontal no desenho de seu acabamento.

Se antes do Audi A1 8X era bem distinto da geração correspondente do Volkswagen Polo (que não foi vendida no Brasil), a GB continua a tentar se distanciar do compartilhamento de elementos com o hatch compacto da VW.

Porém, as portas do A1 possuem detalhes muito parecidos, assim como a base da alavanca. O cluster digital e configurável de 10,25 polegadas é o mesmo, mas com apresentação diferente.

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Para dar mais personalidade ao Audi A1 atual, a Audi adicionou um painel com dois difusores de ar centrados no motorista, ambos próximos da instrumentação.

No lado do passageiro, segue a regra vista em alguns carros da marca, com difusor de ar contínuo. Os comandos do ar-condicionado dual zone do Audi A1 são semelhantes aos do novo Audi Q3, por exemplo.

A multimídia MMI agora tem tela fixa de 10,1 polegadas no próprio conjunto, ante a anterior, que era destacada e “flutuante”.

Agora tem Google Android Auto e Apple Car Play, podendo ser usados os aplicativos de navegação Google Maps e Waze. No pacote S line, o volante em couro costurado tem fundo chato.

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O MMI tem ainda sistema de navegação integrada com mapas 3D e serviços online. O Audi A1 vem ainda com sistema de som Bang & Olufsen, que não era oferecido anteriormente. Este tem 560 watts e sonorização com efeito 3D.

O Audi A1 GB agora vem com suspensão esportiva e um novo ajuste de chassi para dar maior precisão na condução, com direção elétrica mais direta e reações rápidas.

O conjunto ainda dispõe de quatro modos: auto, dynamic, efficiency e individual. Com isso, o hatch compacto de luxo pode alternar do serviço automático do dia a dia ao individual, com ajustes exclusivos para cada condutor.

O novo A1 também ganhou controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência com detecção de pedestres, alerta de faixa com correção, alerta de ponto cego e tráfego traseiro com câmera de ré.

Nomenclatura do novo Audi A1

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Agora, o Audi A1 passa a ter a nomenclatura atualizada, assim como já era usada na China há alguns anos.

Assim, as versões a gasolina, o hatch passa a dispor das opções 25 TFSI, 30 TFSI, 35 TFSI e 40 TFSI. As duas primeiras são equipadas com o motor de três cilindros EA211 1.0 TFSI com 95 cavalos e 17,8 kgfm ou 116 cavalos e 20,4 kgfm, respectivamente.

Mas, o Audi A1 ainda tem EA211 Evo 1.5 TFSI com 150 cavalos e 25,5 kgfm na 35 TFSI, bem como o EA288 2.0 TFSI de 200 cavalos e 32,6 kgfm no 40 TFSI.

Esta última tem opção de câmbio de dupla embreagem S tronic de seis marchas, enquanto as demais a transmissão tem sete velocidades.

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A Audi revelou os dados de performance apenas da versão que mais interessa ao fabricante, que no caso é a 30 TFSI.

Esta vai de 0 a 100 km/h em 9,4/9,5 segundos (manual/S tronic) e atinge 203 km/h. O consumo médio chega a 20,8 km/l.

Pela primeira vez, o Audi A1 ficará sem opção diesel no mercado europeu e uma versão híbrida pode surgir nos próximos anos.

Mais adiante, a Audi pode trazer um S1, embora ainda não seja algo totalmente confirmado.

Mas, como a marca está explorando muito a performance, pode ser que até um Audi RS1 venha a aparecer também. Em qualquer dos casos, a Audi tem motor a oferecer, sendo que o EA888 2.0 TFSI pode entregar 252 ou 300 cavalos, respectivamente.

Audi A1 – Conceitos

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O Audi metroproject quattro foi o primeiro conceito do Audi A1, apresentado em Tóquio no ano de 2007.

O protótipo do que seria o hatch tinha motor 1.4 Turbo de 150 cavalos e um motor elétrico com 40 cavalos.

Na época, o conceito tinha consumo 15% menor, pois usava baterias de lítio, algo que seria comum nos híbridos plug-in e elétricos futuramente.

Com esse conjunto, o Audi metroproject quattro ia de 0 a 100 km/h em 7,8 segundos, tendo ainda autonomia de 100 km no modo elétrico e velocidade máxima de 100 km/h nesse modo. O hatch tinha ainda suspensão traseira multilink.

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No ano seguinte, o Audi A1 project quattro concept, que tinha um design mais próximo da realidade que seria o modelo, porém, o Audi A1 Sportback concept também era híbrido, mas seu alcance caiu para 50 km, indo de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e com emissão de 92 g/km de CO2.

A suspensão traseira tinha quatro braços e as rodas de liga leve eram de aro 18 polegadas. Os pneus eram 225/35 R18.

Havia também amortecedores magnéticos ativos, freios com discos de 312 mm na frente e direção eletro-mecânica sensível ao toque.

Dois anos depois, o Audi A1 surgia ao mundo.

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Nota média 4 de 7 votos

  • Pretendo pegar um carro de 50mil. Minha 1ª opção hj é o up! TSI 2018, mas esse A1 seria uma boa viu. Mas tenho receio do cambio. Já vi muitos relatos de falha na mecatrônica e o reparo é meio salgado.

    • GreatU2

      Por 50mil vc consegue comprar as rodas e os vidros

      • Se for ano 2011, consegue-se sim um na faixa de 50-60k.

        • Louis

          Só louco pra comprar um Audi com quase 8 anos de uso…

          • É… mesmo com 8 anos, ainda é um Audi no quesito custo de manutenção. E tem o problema crônico do câmbio. Dizem que se ainda não deu problema, vai dar. Isso tem que ser visto na hora da compra.

    • Diego Sampaio

      Cuidado ao comprar esses RR (resto de rico) por achar “barato”. O custo de manutenção deles continua um absurdo. Mas se isso não for problema pra você, pesquise bem e boa sorte.

      • Tetsuro Kagava

        Problema desse A1 não é tanto a manutenção em termos de peça, dado o fato de compartilhar muitos componentes com carros da VW, o problema maior é o seguro que é caríssimo.

        • DevXav

          Tenho um A1 2012, comprei usado e não tenho nenhum dos problemas relatados nos comentários anteriores aqui.

          O do seguro é o mesmo valor do Golf 2012 Limited que eu tinha
          (2.500,00) e a manutenção é a mesma de qualquer 1.4 TSI da vida..

          O único problema que existe em se comprar carro usado no Brasil se chama: Ser humano.

          Se o ex-proprietário fazia pelo menos O BÁSICO no carro e o utilizava como um CARRO e não como objeto de ostentação, qualquer carro que seja não dará dor de cabeça alguma.

          Agora, se for igual a grande maioria que quer só comprar o carro e não
          consegue mais pagar nada, nem manutenção, então sinceramente eu não
          indico é carro usado nenhum porque aí meu amigo, até Uno e Celta dariam
          dor de cabeça.

    • Pedro Henrique

      colega, sem querer me intrometer nas suas opções de compras mas já me metendo, pretende pegar um up! tsi porque quer sentir oque é um carro desse ou por algum seja quaisquer motivo “racional”? pois na minha opinião, como proprietário de um up! tsi, acho que você poderia optar por um polo 1.6 msi sem muitas perdas, ou talvez se a opção seja um carro mais compacto, um ford ka 1.5 que inclusive possui cambio automático e o motor é muito bom.
      ou talvez ainda um fox 1.6 que esta com um preço camarada, da pra levar a opção com teto solar por 52k sem choro.
      não me entenda mal, o up é um carro sensacional, mas, existem opções melhores no mercado (talvez não tecnologicamente falando nessa faixa de preço) mas opções melhores para a realidade brasileira.

      • Pedrão. Super válidos seus conselhos.
        Tenho um up! MPI e gosto demais do design do carro, a atualização foi bem-vinda mas ainda continua pecando em alguns quesitos. Por gostar dele, estava afim de dar um “up” no desempenho. O problema é que só tem motor ne.
        Nao tinha pensado no Polo MSI mas seria uma possibilidade.
        Ka 1.5 3cc que está dentro da minha realidade só tem motor, como no up! TSI.

        Vou olhar com mais carinho pro Polo, fazer um teste e quem sabe.
        Valew Pedro.

        • Pedro Henrique

          de nada, boa sorte na busca kkk
          ainda acho que vale a pena a passada na ford pra conhecer o Ka 1.5 nem que seja o manual se plus…
          e o fox que ta com CxB na minha opinião melhor que muito carrinho 1.0 de entrada do mercado, isso ele sendo 1.6, porém tem que ser o tipo de pessoa que não se importa muito com um carro fim de linha

          • Vou ver o Ka sim
            Em relação ao Fox, ja tive um. É um otimo carro e está com um CxB excelente mas pra mim ja deu.

    • Lucas

      Melhor não, esses A1 costumam dar problema no câmbio. Qualquer coisa dele custa bastante caro, até mesmo um farol costuma sair na faixa dos 5k.
      As revisões são semestrais e cada uma custa 2k só pra trocar óleo e filtro e você não vai querer ter um carro premium revisado fora da css.
      Escolha um meio termo entre ele e o Up, ainda seria um bom carro e uma compra mais racional, talvez, um civic LXR 2014, por exemplo, mais novo e confiável que o alemão.

      • cepereira2006

        Que horror, com 5k dá para comprar uma passagem de ida e volta para a Alemanha e comprar o farol pessoalmente.

        • Lucas

          Eu fui conservador por ser o A1 um carro de menor valor. O preço de um farol do A4 2015 que tive na concessionária era 8 mil, vi com meu próprios olhos. Só a multimídia custava 12 mil! Os caras extorquem mesmo, por isso voltei pros japoneses que são ruins, mas custam quase nada pra manter.

      • Tive um Audi A1 por 2 anos e as revisões nunca custaram R$ 2.000. O povo ouve as coisas na internet e saem repetindo igual papagaio. Farol de R$ 5.000 é irrelevante se vc tiver seguro.

        • Thiago

          Meu vizinho tinha um em 2012 e as revisões custavam R$ 500,00 reais aproximadamente (na época, eram a cada 6 meses).
          O preço do farol geralmente é proporcional à tecnologia empregada no mesmo, basta ver o preço de um farol de GTI com LED, bi-xenon e DLA ou FLA.
          O que não dá para comparar com o farol de um gol por exemplo.
          Além disso, existe a tempo franquia para farol.
          A transmissão que deu problema foi a DQ250 que, se não me engano, tem recall na Alemanha. Nem todos os A1 tem essa transmissão, vai depender do modelo.
          O motor 1.4 de 185 cv, chamado de CAVE, com turbina e compressor volumétrico é bastante sensível à nossa gasolina, resultando em manutenção complicada, nesse caso, recomendo o 1.8 de 192cv de projeto mais simples e robusto.

          • Aí sim vc comentou a realidade… tinha algumas revisões que eram 500, 600 e outras que eram na faixa de 1.300, pelo menos para o a1 1.4 convencional, não o 1.4 de 185 cavalos nem o 1.8 de 192.

            Sobre o farol, sim, existe franquia, no meu carro atual com farol também de LED, a franquia para faróis é de R$ 300 quer seja um farol apenas ou os 2, valor irrisório perto do que eles custam. É pagar R$ 300 para ressarcir potencialmente uns R$ 10.000 em prejuízo.

            Mas concordo com o pessoal que falou que é loucura comprar um A1 de R$ 50.000 hoje em dia… a manutenção é de carro de mais de R$ 100.000, ou seja, é necessário uma grana de reserva para eventuais problemas.

        • Lucas

          Eu tive um A4 ambiente 2015 e a media era 2 mil reais. Na quarta revisão queriam me cobrar 3200 reais! Você não conhece quem está do outro lado e nem a experiência da pessoa com a marca, então evite ofender gratuitamente os outros.

          • DevXav

            Eu tenho um A1 e até hoje só uma revisão minha passou dos 2 mil, isso porque tive que trocar um conjunto inteiro (rolamento e coisas assim) de uma das rodas traseiras..

            As outras foram todas na faixa de 500 reais.

          • Continua sendo errada sua afirmação de que as revisões do A1 custam R$ 2.000. Sobre os alemães extorquirem, a Audi e a BMW fazem isso, a Mercedes tem revisões tabeladas na Classe C, alternando entre R$ 1.150 e R$ 2.100 cada revisão.

            • Thiago

              Em 2015 as revisões custavam R$ 800,00 (A) e R$ 1.600,00 (B) na MB.
              Isso sem contar que você pode comprar o pacote de revisões antecipado por um bom desconto (aproximadamente dava R$ 1.000,00 por revisão em 2015). Na concessionária MB nunca cobraram nenhum serviço extra desde 0 km até a revisão dos 40.000 km, apenas troquei os pneus runflat dunlop e as pastilhas de freio.

              • É verdade… em 2017 estava 950 e 1.950… eles cobram menos que Audi e BMW mas também vão aumentando quase que todo ano, aos pouquinhos pra ver se ninguém percebe.

            • Lucas

              Acabou de falar que a Audi é das que extorquem… A questão é o terrorismo que eles fazem com os clientes, adicionando itens com o nome escrito em alemão dizendo ser essenciais para o bom funcionamento do carro. Foi isso que aconteceu na revisão dos 3200 reais, que baixou pra cerca de 2000 quando eu mandei fazerem só o básico.
              Aqui na minha cidade só tem uma concessionária e ou tu fazes a revisão cara pra manter a garantia ou depois fica impossível revender o carro seminovo revisado na oficina da esquina.
              Tive uma 320i 12-13 0 km também e a experiência foi bem pior.
              Diante desse panorama, não indico Audi nem BMW pra quem valoriza o próprio dinheiro porque essas duas montadoras enxergam o consumidor brasileiro como um alvo a se “estuprar” financeiramente, apenas isso.

              • Sim, Audi e BMW realmente aproveitam da fama que as marcas tem para cobrar preços absurdos nas revisões… o A1 não é tão caro, mas também… é um hatch bem pequeno e apertado.

    • fssantos

      até uns anos atrás minha primeira opção seria o UP TSI, mas a Volkswagen abandonou a proposta original do carro bom e barato e o carro ultimamente tá bem caro, fora a dor de cabeça com os problemas que logo aparecem, e pelo que sei o UP vai ser substituído por outro modelo em breve…

    • Tetsuro Kagava

      Comprei um A1 11/11 pelos R$50.000,00 ano passado. Carro muito bom mas vale a ressalva: a suspensão é dura, como era de se esperar, e o câmbio realmente dá problema. Câmbio é excepcional, mas deve ser visto antes da compra se foi trocada a mecatrônica. Eu troquei – sem custo – mas depois de muita briga com a Audi.

    • Mayck Colares

      Não faz sentido uma dúvida entre um carro 0km e outro com 7 8 anos de idade e com mais de 50 mil km.

  • Mayck Colares

    Acho bem interessante essa disposicao dos comandos do ar bem separados motorista e passageiros (como nessa segunda geração)

  • Ricardo

    De acesso da elite!

  • th!nk.t4nk

    O A1 antigo nunca combinou muito com o Brasil, onde era considerado muito pequeno. A Audi definitivamente tava mirando na Europa (onde esse tipo de veículo custa bem menos e não é “carro da família”) quando desenvolveu esse modelo, pois na época FIAT 500 e Mini estavam muito em alta. Hoje a nova geração faz bem mais sentido em ambos mercados. O problema é que agora ele custa mais também, na faixa de um Golf Confortline (na Europa). Teria de ver se realmente o espaço interno evoluiu tanto assim.

    • Christian Balzano

      Chuto ser do tamanho do Polo.

  • Paulino Lino

    Coisinha mais engraçadinha esse Pokemon da Audi.

  • PEDAORM

    Se houvesse com cambio manual por aqui, seria uma das melhores opções de usados no mercado nacional. Olharia com carinho.

  • Luis Burro

    É o menor atualmente né?Pq acho q o A2 era ligeiramente menor!

    • th!nk.t4nk

      Isso, o A2 era menor no comprimento. Mas por dentro ele era maior, por incrível que pareça. Só que o jeito de minivan não animou muita gente (vendeu bem menos que o A1). Ele era concorrente do Classe A antigo, aquele que chegou a ser feito no Brasil. Pra ser sincero acho uma pena que esse segmento tenha morrido, porque eram carrinhos bons pra cidade.

  • Phantasma

    Carro totalmente de nicho, pro aqui é difícil emplacar alto volume

  • G E O

    Para mim o maior defeito desse carro é o espaço interno. É muito apertado.

    Fora isso, excelente.

  • Tive um marrom: o Café!

    Saudades desse foguetinho que me dava alegria na estrada e tristeza nas valas e buracos de São Paulo!

    Era apertado, mas o teto solar dava uma aliviada. Tu pisava, ele andava! Tu freava, ele ancorava, já diziam os Raimundos. Para um solteiro, carro perfeito. Cabia em todo lugar, bebia pouco..

    Cheguei a fazer quase 1000km com um tanque só na estrada. Um absurdo…Vendi por causa do seguro abusivo no terceiro ano que comemoraríamos juntos. Me arrependo até hoje!

    Saudades do Café.

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