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Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

O Audi A8 é tanto o maior sedan da marca quanto o mais luxuoso.

Em 2018 ele completou nada menos que 24 anos de vida, e nessas duas décadas o Audi A8 foi um dos maiores precursores de tecnologias e inovações dentro da gama da Audi.


Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

Uma das maiores novidades que o Audi A8 trouxe para a indústria automotiva, foi o fato de ser o primeiro veículo a ser produzido em larga escala com chassi de alumínio.

Então vamos conhecer as quatro gerações desse mito tecnológico chamado Audi A8!


Audi A8 de primeira geração (1994 a 2002)

A primeira geração do Audi A8 foi apresentada ainda sob a forma de conceito em setembro de 1993, durante o Salão do Automóvel de Frankfurt.

O conceito do Audi A8 era chamado Aluminum Space Frame – ASF – era todo feito de alumínio polido e era feito em ação conjunta com a Alcoa (Aluminum Company of America) que adiantava muito do que seria o novo sedan de luxo da marca das quatro argolas.

Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

O belo modelo de alumínio era basicamente um Audi A8 pronto para fabricação, com exceção da carroceria toda de alumínio, é claro.

O modelo de produção do Audi A8 apareceu em fevereiro de 1994 durante o Salão do Automóvel de Genebra na Suíça.

O A8 foi então o responsável também por inaugurar uma nova plataforma dentro da gama Volkswagen para modelos grandes, a plataforma Volkswagen Groupe D2, que utilizava alumínio para reduzir o peso total do veículo e auxiliar na dinâmica geral.

O Audi A8 foi vendido com duas opções de carroceria, a comum e a alongada que atendia pelo nome de Audi A8 L – que ganhava cerca de 12,7 centímetros em relação ao modelo tradicional.

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Seus principais concorrentes eram o Mercedes-Benz Classe S e o BMW Série 7, fora os modelos japoneses da Infiniti com o Q45 e o Lexus LS 400 e o britânico Jaguar XJ.

Segundo revistas especializadas da época, o Audi A8 batia de frente com todos os modelos citados acima e ainda ganhava em todos os aspectos, mesmo sendo um novato.

Por ser um substituto direto do Audi V8, o novo Audi A8 trazia motores modernos para todos os gostos e bolsos.

O modelo tinha motores que iam do V6 de 2.8 litros e poderia chegar ao V8 de 4.2 litros com potência máxima de 300 cavalos, e ainda ter tração integral.

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O estilo da linha Audi A8 era sóbrio e elegante, sem quaisquer exageros estilísticos.

A primeira geração contava com uma grade em formato de trapézio invertido de tamanho reduzido, se comparado ao que vemos atualmente na gama Audi, por exemplo.

Os faróis do Audi A8 eram retangulares e contavam com luzes do tipo canhão que iluminavam melhor que as lâmpadas comuns.

As laterais eram elegantes e a moldura das janelas contavam com um friso cromado. Na base das portas, um friso cromado que ia do começo das janelas até o final delas na coluna D, para dar mais requinte ao Audi A8.

Já na traseira o modelo contava com lanternas também retangulares dividiam espaço com o porta placas na traseira do Audi A8.

No interior do A8, requinte era a palavra de ordem.

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Materiais de qualidade, acabamento refinado, mas sem muitas firulas, afinal o comprador de um Audi A8 era alguém bastante endinheirado e com bom gosto.

Em 1997, o Audi A8 ganhava novos recursos de segurança como o ESP – Controle Eletrônico de Estabilidade – além de Air Bags laterais e para os passageiros do banco traseiro.

No mesmo ano a linha A8 ganhava opção de tração dianteira para os modelos que usavam o motor V6 e V8.

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Audi S8

Uma versão esportiva do Audi A8 foi apresentada em 1996, e atendia pelo nome de Audi S8.

Ele era uma resposta direta aos modelos AMG, da divisão esportiva da Mercedes-Benz. O modelo vinha com pequenas diferenças visuais em relação as versões tradicionais do A8, como novas rodas de 18 polegadas.

A primeira versão do Audi S8 vinha com um motor 4.2 litros V8 com quatro válvulas por cilindros e cerca de 335 cavalos de potência.

Para 1999 o modelo recebe um pequeno Facelift, ganha novas rodas, novas opções de cores e outras pequenas atualizações para se manter firme até a chegada da segunda geração que apareceria em 2002.

Leia também sobre o Audi A6.

Audi A8 de segunda geração (2002 a 2010)

A segunda geração do Audi A8 foi apresentada em novembro de 2002, e utilizava uma nova plataforma agora chamada D3 do Grupo Volkswagen para modelos grandes como ele o Volkswagen Phaeton.

O Audi A8 ganha alguns centímetros a mais que a geração anterior, o que dava mais espaço interno para os ocupantes.

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No quesito design, o novo Audi A8 agora contava com novos faróis ainda em formato retangular, com novas lentes internas.

A grade agora era mais retangular e ainda era separada pelo para choque. As laterais continuavam idênticas ao do modelo anterior, com o friso cromado contornando o arco das janelas.

Já na traseira o Audi A8 ganhava novas lanternas que agora estavam levemente maiores e perdiam o desenho retangular em prol de um desenho um pouco mais anguloso.

O porta placas ainda estava na tampa do porta malas, mas o desenho de forma geral era mais limpo que da geração anterior.

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No interior, o luxo tomava conta como manda o figurino.

Era primeira vez que o Audi A8 ganhava atualizações grandes no interior como um novo sistema de ar condicionado automático de quatro zonas.

Também tinha freio de estacionamento automático, acesso ao veículo sem a presença da chave, controle de distância e um novo sistema de entretenimento chamado MMI – Multi Media Interface.

As versões de carroceria comum e longa estavam presentes nesta nova geração do Audi A8 assim como a opções de motores V6 e V8.

Para 2007 o Audi A8 recebeu um facelift, onde ganhou uma nova grade dianteira em formato de trapézio que estava maior e ia do capô até a base do para choques, dando assim um visual mais agressivo e moderno ao A8.

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Já na traseira as lanternas do Audi A8 recebem um novo desenho interno com direito a luzes de LED e um visual mais elegante que a versão original apresentada em 2002.

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Com relação a versão S8, agora ela atendia sob o nome de Audi S8 5.2 FSI Quattro.

O motivo da mudança era o novo motor 5.2 litros V10 que era nada mais que o mesmo motor do Lamborghini Gallardo, mas com um pequeno aumento na litragem e algumas novas melhorias.

Audi A8 de terceira geração (2010 a 2017)

A terceira geração do Audi A8 foi apresentada em Miami nos Estados Unidos em 2009, e agora o modelo utilizava uma evolução da plataforma D3 do Grupo Volkswagen, que agora atendia pelo nome de D4.

A nova geração do Audi A8 tinha um visual ainda mais elegante e tecnológico que as gerações anteriores.

Os faróis vinham com xênon de controle variável e a central de entretenimento MMI agora reconhecia movimentos de um touchpad que estava instalada no console central.

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Na dianteira do novo Audi A8, além dos novos faróis uma versão um pouco maior da grade trapezoidal estava presente.

Os faróis também ganharam assinatura em LED assim como as lanternas traseiras, que tinham um desenho levemente novo em relação ao modelo de 2002.

No interior, novos materiais melhoravam o tom de luxo e sofisticação que o Audi A8 sempre teve. Um novo quadro de instrumentos era visto no painel e um novo volante de quatro raios complementavam o interior.

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O Audi A8 de terceira geração ainda mantinha as versões de carroceria tradicional e longa, com opções de motores V6, V8 e W12, além de uma nova versão com opção híbrida.

O modelo mais “verde” da gama vinha com um motor 2.0 litros com 211 cavalos associado a um motor elétrico que rendia 55 cavalos de potência.

O resultado era 245 cavalos de potência e 49 kgfm de torque total. O Audi A8 com esse motor fazia o 0a100 em 7,7 segundos e atingia a máxima de 235 km/h, bons números mesmo para um veículo tão grande como o A8.

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Em 2013 o Audi A8 ganha uma pequena atualização de estilo, com nova grade com desenho levemente mais retilíneo e novos faróis que agora contavam com luzes de LED Matrix, iguais ao do Audi R8.

O visual mais agressivo contrastava com interior mais clássico e elegante.

Na traseira as lanternas ganhavam um desenho novo com direito a um filete cromado que interligava elas e também a iluminação por LED estava disponível.

O Audi A8 ficaria com esse visual até 2017 quando ele entraria na quarta geração.

Audi A8 de quarta geração (2017 em diante)

A quarta geração do Audi A8 foi adianta pelo conceito Audi Prologue que foi apresentado em 2014 em duas variantes que nunca teremos na linha A8, um cupê e uma perua.

O conceito adiantava muito do que o novo Audi A8 teria, como a nova e enorme grade dianteira que agora ocupava grande parte da dianteira e as novas lanternas de LED interligadas entre si.

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O visual clássico foi preservado nessa nova geração que agora utiliza a nova plataforma modular do Grupo Volkswagen a MLB Evo que também é utilizada em outros modelos do grupo como o Porsche Cayenne, Bentley Bentayga e Lamborghini Urus, apenas para citar alguns.

O modelo aposta também numa grande diversidade de motorizações a gasolina e a diesel, passando também pelos modelos híbridos.

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O interior está mais moderno e mais tecnológico que nunca, contando com condução autônoma e outros inúmeros novos recursos.

As motorizações do Audi A8 atual começam com um motor 3.0 litros TFSI V6 com 340 cavalos e vão até um W12 TFSI de 6.0 litros emprestado do grandalhão Bentley Bentayga com 608 cavalos de potência e 91,8 kgfm de torque a 1250 rpm.

As versões diesel começam com o 3.0 litros TDI V6 com 286 cavalos e vão até o 4.0 litros TDI V8 de 435 cavalos, que também é emprestado do Bentley Bentayga.

Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

O novo Audi A8 vem de fábrica com tração nas quatro rodas em todas as versões e com câmbio automático de 8 velocidades Tiptronic.

A versão que é vendida por aqui é a A8 L 60 TFSI – na versão longa – com 5,30 metros de comprimento, e com motor 4.0 litros TFSI V8 de 460 cavalos e 67,3 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de 8 velocidades e a famosa tração integral Quattro.

Por aqui não teremos a versão que tem todos os módulos de condução autônoma que por exemplo estacionam o veículo com o condutor fora dele e ainda faz uma baliza com maestria de piloto.

Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

Por outro lado, o Audi A8 vendido por aqui terá todos os requintes presentes da versão global, como a suspensão ativa, faróis dianteiros em LED, câmeras de 360 graus, 12 sensores ultrassônicos e um inédito sistema de monitoramento dos arredores feito por laser.

No interior, o Audi A8 conta com um quadro de instrumentos 100% digital em HD e uma tela para o sistema de multimídia de 10,1 polegadas e GPS em 3D.

Os bancos dianteiros contam com massagem, aquecimento e até resfriamento.

Audi A8 no Brasil

O modelo sempre teve vendas muito tímidas por aqui devido ao seu alto preço ou a grande variação cambial.

Mas isso não era problema para quem queria um sedan grande e com muito espaço e conforto, aliado a um poderoso motor.

Como era basicamente um carro de nicho, é difícil encontrar um modelo muito antigo por aí, mas sempre existem os clubes do modelo onde pode se encontrar inúmeros modelos de várias versões.

Audi A8: conheça detalhes de todas as suas gerações de 1994 até hoje

Atualmente, estamos aguardado a quarta geração do modelo que deve ser revelada em breve, mas caso você caro leitor não queira esperar tanto, pode correr para o setor de seminovos de alguns sites famosos e encontrar raridades como alguns modelos de 1995 a venda por cerca de R$ 25.200 para um Audi A8 4.2 litros V8 1995 com 107 mil km rodados, ou encontrar algo mais recente como um Audi A8 L 3.0 litros TFSI V6 2016 com apenas 5 mil km rodados, por cerca de R$ 450 mil reais.

Ficha Técnica

Audi A8 6.0 litros W12 Quattro 2016

Motor: 12 cilindros em W, 48V, duplo comando continuamente variável, injeção direta, desativação de cilindros, start-stop
Cilindrada: 6299 cm3
Combustível: gasolina
Potência: 500 cavalos a 6.200 rpm
Torque: 63,7 kgfm a 4.750 rpm
Câmbio: automático sequencial, oito marchas
Tração: integral
Direção: eletromecânica
Dimensões: 5,265 m (c), 1,949 m (l), 1,471 m (a)
Entre eixos: 3,122 m
Pneus: 225/45 R19
Porta-malas: 520 litros
Tanque: 82 litros
Peso: 2.150 kg 0-100 km/h: 4s6
Velocidade máxima: 250 km/h (limitada)
Consumo cidade: 6,4 km/l*
Consumo estrada: 11,5 km/l* (*norma europeia)

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Kleber Silva

  • Emygdio Carlos

    Esse é mais um modelo ideal para o Brasil, onde as ruas são bem largas e há fartura de vagas para estacionamento, seja em local público ou privado.
    Também possuímos uma gasolina 100% pura, ideal para os motores monocombustíveis.
    Perfeito!

    • Whering Filho

      Ô se é…

      • Emygdio Carlos

        Desculpe-me Whering Filho, mas não entendi!

        • Whering Filho

          Se o seu comentário lá em cima foi irônico, eu só “entrei na onda”; agora, se o que você disse (de termos ruas bem largas, fartura de vagas, gasolina 100% pura etc.) foi no sentido literal, eu que não entendi. kkkkkkkkk

          • Emygdio Carlos

            Ok!

            Sim, a ironia foi proposital.

            Nada contra o carro em si, até acho esse modelo muito bonito, entretanto, creio que o Brasil não foi planejado ou projetado no padrão americano onde as ruas, avenidas e outras vias possuem medidas bem maiores.

            Também considero que esses carros “Topo de linha” e que possuem motores modernos monocombustíveis foram idealizados para receberem uma gasolina de primeira qualidade, não a que nós temos no Brasil, infelizmente, que além da adição de 27% de etanol ainda recebe toda sorte de “misturados”, quais sejam: água e solventes variáveis e etc…

            Obrigado!

            • Whering Filho

              Então eu entendi sim. Compartilho disso tudo. E acrescento: a pior gasolina, para os carros mais caros (e que andam nos piores pavimentos), é também a mais cara. É surreal viver no Brasil.

  • th!nk.t4nk

    É um dos carros mais tiozoes que há no visual, mas é uma nave. Em muitos comparativos vence o Classe S no conjunto. Eu entendo que a Audi não quer decepcionar os vovôs que curtem o design super conservador, mas se dessem uma modernizada séria em suas linhas creio que poderia vender mais, porque o carro em si é espetacular.

    • Fabão Rocky

      N sei pq aqui no Brasil as pessoas criaram esse estereótipo de q carro sedã é carro de tiozão.

      • Itamar

        deve ser porque muito tiozao comprou.
        Normal fazer esse tipo de associação.

        • Fabão Rocky

          Hj em dia o q mais se vê é tiozão andando de Suv e ngm diz q Suv é carro de tiozão. Basta ser um sedã q já é carro de tiozão, basta ser uma perua q é carro de funerária, basta ser um hatch q é carro de boy. E ainda dizem q brasileiro é apaixonado por carro?

          • Luis Burro

            Sw é de mamãe,mas mulher gosta pra pegar os filhos,hj trocaram pelos Suvs.De cada 10 suvs q vejo 8 tem mulher dirigindo,e ñ importa a marca…até Troller vejo mais elas no volante!

            • Fabão Rocky

              Pior q a maioria das mulheres só gostam de carros altos, segundo elas pq se sentem imponentes. Se elas soubessem q tamanho n é documento!!!

              • mjprio

                Esse é o famoso mantra. Pra mim independente do sexo, um idiota mau motorista dentro de um carro grande ou alto, continua um idiota, com o potencial de estar com uma arma de maior poder ofensivo.
                Sofri na pele isto no Amazonas. Infelizmente a quantidade de…. (não sei nem que adjetivo eu dou pois pode soar como ofensa)… despreparados com Pickups e SUV é bem maior que a média e eles dirigem de forma selvagem..tive dois carros fechados de maneira bestial

          • Itamar

            acredito que daqui um tempo novos estereótipos serão criados hahaha
            Mas concorda comigo que e mais facil voce imaginar um playboy dirigindo uma serie 1 do que uma mulher ou um tiozao?

            Com essa moda de SUV, fico curioso pra ver como será mais pra frente

            • Fabão Rocky

              N vejo desta forma. Mas nesse caso q vc citou se trata de uma série 1, não dos hatches em geral.

      • Leonardo

        A questao nao e o sedan em si e sim o desenho dele

        • th!nk.t4nk

          Pois é. O A5 também tem versão sedã e mesmo assim é mil vezes mais jovial.

        • Fabão Rocky

          Mas existem vários desenhos de sedans de várias categorias.

      • Luis Burro

        Tlvz pq a pessoa consiga comprar só qndo tenha uns 50 anos!
        Lá na Europa tbm é assim,por isto q os hatches são vistos como joviais pq tbm costumam ser os mais baratos.

    • Gabriel Molina Pinheiro

      Eu já acho contrário. E pra ser sincero, a versão que eu acho mais bonita é a primeira, com visual sóbrio e bem limpo. Esses fru frus de encher o carro de vinco só serve pra envelhecer o carro mais rápido.

      • Danilo

        Concordo com vc, realmente o primeiro é o mais bonito e imponente, design limpo e tradicional Audi. Transmitia muita solidez.

    • OtarioBrasileiro

      Vence o S pois esse projeto da Audi é novo, enquanto o S já está em seu facelift de meia vida. Mesmo assim, penou para ganhar em alguns quesitos. Classe S ainda é referência quando se fala em tradição, status, conforto e luxo.

  • Ricardo

    Via-se bastante A8 da primeira geração nas ruas, das outras gerações nunca vi.

    • Eng Turbo

      Depois da abertura do mercado para importados (Collor) esse modelos invadiram o Brasil no inicio dos anos 90. Por isso vemos tantas BMW, Mercedes, Audi, etc dos anos 90 ate hj nas ruas

    • th!nk.t4nk

      O modelo atual é espetáculo. É quadradão, mas aquela lanterna inteiriça acesa à noite é inconfundível. O porte também é algo que faz ele se destacar muito no trânsito. A questao é que no Brasil teria pouco mercado, por ser caro demais e porque quem tem grana no país tá preferindo SUVs.

    • Luis Burro

      Terceira geração foi qndo os Audis ficaram tdo igual e sem graça,ficaram com a frente redonda e insossa.

  • Ediomar

    Esse A8 1994 tem itens de serie que nossos nacionais ainda vão demorar a ter,foi muito a frente do seu tempo,assim como as BMW da época.

  • marcos

    Imponente, potente, sofisticado, confortável, seguro e tecnológico; são essas as palavra para descrever esses sedans de luxo como Audi A8. É verdade que quem compra um carro desses na maioria das vezes anda no banco de trás, mas deve ser maravilhoso guiar uma máquina dessas na estrada.

    • th!nk.t4nk

      Pior que é o contrário: a imensa maioria dos donos de A8 dirige o próprio carro (pelo menos aqui na Europa, que é o principal mercado dele). Idem pro Classe S e pro Série 7. O povo usa esses modelos como carros bem normais, no dia-a-dia. Mas é verdade que a maior parte deles tá nas mãos de diretores de empresas e gerentes de alto escalão. Na grande maioria dos países desenvolvidos não se usa praticamente motorista particular.

      • Luis Burro

        Tbm acho q só magnata usa choffer.

        • th!nk.t4nk

          Isso. E magnata em país rico é gente com BEM mais grana do que no Brasil. Nao é milionário, são bilionários mesmo. Nem sequer pra estacionar o carro tem manobrista em lugar algum praticamente (ok, tirando os pontos muito badalados na Suíça e Londres).

  • Fabão Rocky

    De todos esses o que eu sempre achei mais bonito foi o A8 de primeira geração. Depois dele só o atual.

  • Ueldes Damasceno

    Mudou muito hem ? A única coisa que não mudou é o fato de que ainda tem que ser endinheirado p poder comprar.

  • Russel Riehle

    A primeira geração é magnificamente bonita!
    Sóbria e elegante como os bons designs dos anos 90 que deixaram saudade!

    A última tambem é bem agradável!

    As outras eu dispenso (falando somente da estética, claro).

  • Luis Burro

    Pra mim a segunda (baseada no A6 no estilo) foi a mais bonita e junto com a atual as q mais gostei.Na vdd nem parece novas gerações,só evoluções com poucas mudanças visuais.Até acho esta maneira mais racional,pq o q é bom ñ precisa ser mudado só melhorado!

  • Phantasma

    Pesadelo eletrônico, quanto mais velho é, mais começa a dar pau em sensor, sai de baixo

  • OtarioBrasileiro

    Salvo durante entressafras de gerações, nunca foi páreo para o Classe S em status, tradição, conforto e luxo. Em algumas gerações foi inovador, mas a S ainda é a referência no segmento. MB mandou um abraço forte da liderança!

  • oloko

    Porque a audi não vai trazer a versão que tem todos os módulos de condução autônoma? É um carro de nicho mesmo, caro pra carai, pq vão ”economizar” nesses itens? Pelo menos deixar de opcional então, ou será que é porque não deve funcionar direito no br? kkkk

    • th!nk.t4nk

      A eletrônica e sensores pra conduçao autonoma nivel 3 (mínimo) vai ter em todos os A8, isso te garanto. Nao vale a pena retirar os módulos, porque é com eles que os assistentes funcionam. Seria só uma questao de disponibilizar no software a opçao de ativar ou nao. O problema é que o Brasil nao tem uma legislaçao que suporte conduçao autônoma, e aí a Audi poderia ser processada em caso de acidente.

  • Whering Filho

    A grade de caminhão é terrível.

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