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Avaliação: Caro, Honda HR-V Touring exibe força mas não é esportivo

Avaliação: Caro, Honda HR-V Touring exibe força mas não é esportivo

Alguns produtos merecem uma boa mecânica, já que suas estruturas são pontuais para isso. No caso do Honda HR-V Touring, isso não é diferente.


O SUV compacto atualizado casa bem motor turbo e injeção direta. Se fosse por decisão nossa, ele sairia de fábrica sempre com essas duas tecnologias no Brasil.

Entretanto, não é bem assim que funciona. De qualquer forma, o HR-V Touring tem um casamento feliz com o que vai sob o capô.

Avaliação: Caro, Honda HR-V Touring exibe força mas não é esportivo


Existem, no entanto, dois detalhes que merecem apontamento. O primeiro deles é que o HR-V Touring é caro: R$ 139.900.

O segundo é que ele não é um esportivo, apesar de seu motor 1.5 VTC Turbo de 173 cavalos.

Com CVT, ele está em harmonia com sua proposta e mostra que tem mais motor do que precisa.

De qualquer forma, ele cumpre bem seu papel e ainda é agradável ao dirigir. Tem mais? Tem sim.

Por fora…

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Para um carro discreto, apesar das linhas chegarem a insinuar um cupê, o Honda HR-V Touring quase se disfarça de HR-V EX para não chamar atenção.

Não precisava, afinal, o Touring é o topo de linha e ainda tem diferenciais importantes em relação às demais versões.

Há um culpado nesse caso, as rodas aro 17 polegadas, que se destacam pelo belo visual aerodinâmico de fundo preto brilhante com frisos diamantados.

No Touring bem que elas poderiam ser diferentes. Aí, é preciso buscar os faróis, que no turbinado são full LED e de bom aspecto.

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No retrovisor direito, uma não discreta câmera indica que este HR-V é diferente.

Basta então olhar para o teto e o vidro com abertura elétrica surge, confirmando o Touring.

Eis que então temos duas coisas que não deveriam estar nesse crossover. Pelo menos uma não tão aparente.

Duas saídas de escape cromadas (e funcionais, pois, não são de enfeite…) cairiam melhor num CR-V e, de preferência, que fosse um improvável “CR-V Si”.

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O HR-V Touring não é esportivo, mas até que uma ponteira única e cromada não ficaria ruim.

Outro detalhe externo fica visível de longe… Esse silencioso central é tudo, menos discreto.

Mais abaixo, vamos falar dele de novo.

Por dentro…

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Se por um lado o HR-V Touring não diz o que é e nem o que pode fazer, por dentro, ele confessa tudo.

O ambiente com pintura branca tem uma aparência mais premium com revestimentos em cinza-claro com detalhes escurecidos.

Também tem iluminação interna em LED, mas fora o teto, acabamento em couro e as luzes de leitura, o restante vem no mesmo padrão das demais versões.

O cluster é analógico e de fácil leitura, enquanto a multimídia tem tela sensível ao toque e os úteis Google Maps e Waze, apresentados através do Google Android Auto.

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O Apple Car Play também está presente, assim como a câmera de ré com três visualizações. Não dá para justificar o preço sem itens adicionais, então a Honda adicionou o LaneWatch.

Aquela câmera do retrovisor direito capta imagens de alta resolução da lateral.

Indica visualmente a distância de segurança do que está rodando ao lado, evitando choques laterais.

Pode ser ligado na haste da seta ou com a mesma indicada para a direita.

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Com boa posição de dirigir, o Honda HR-V Touring reforça a aparência com detalhes escurecidos e o sempre belo console central.

O espaço não tem alteração, sendo muito bom para todos os ocupantes.

O projeto do HR-V segue o irmão mais velho, o Fit, trazendo os ajustes do ULTra Seat, muito versátil. No porta-malas, entretanto, o volume é de apenas 393 litros.

A explicação vem do fato do sistema de escape duplo do HR-V Touring ocupar certo espaço abaixo da carroceria.

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Isso exigiu o sacrifício de 44 litros. Na prática, porém, você pouco nota esse detalhe. Basta caber toda a compra no supermercado que isso nem será lembrado.

O ambiente do HR-V Touring é agradável, sendo bem iluminado e arejado. O tom claro suja mesmo, mas vale com um “refinamento” nesse caso.

Obviamente faltam coisas para um carro de R$ 140 mil.

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Banco do motorista com ajustes elétricos, alertas de faixa e colisão, controle de cruzeiro adaptativo e assento ventilado não seriam ruins.

Pelo menos ele vem com retrovisores de basculamento elétrico e navegador GPS nativo.

Por ruas e estradas…

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O Honda HR-V Touring entra para a categoria dos poucos “SUVs compactos que tem motor sobrando”.

Seu propulsor 1.5 VTC Turbo com 173 cavalos a 5.500 rpm e 22,4 kgfm a partir de 1.700 rpm (e vai até 5.000 rpm!) dá e sobra.

Ele serviria até no mais pesado CR-V (ele novamente, mas desde que fosse FWD) dada sua disposição para entregar força e potência quando necessário.

Num crossover de 1.380 kg, o VTC (que é um V-TEC com dois comandos de válvulas) não faz muito esforço e ainda é contida pela caixa CVT, que sempre deslizará enquanto só houver correias e polias.

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Em parte, o CVT ajuda o Honda HR-V Touring a ficar num plano de economia e conforto com linearidade, diferente se fosse uma caixa de seis ou mais marchas.

Mesmo com esse “deslize” do CVT, o 1.5 VTC Turbo consegue responder com prontidão.

Isso favorece aceleração e retomadas, deixando o HR-V Touring muito gostoso de dirigir.

No dia a dia, nem dá para perceber que se trata de um motor turbo, dada a boa calibração em baixa da transmissão.

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A sensação logicamente vem ao se afundar mais o pé, especialmente de uma vez.

O giro sobe rápido e o ronco mais grave também, mas a reação demora um pouco além do que gostaríamos num 1.5 Turbo com essa potência.

Ainda assim, comparado com o HR-V 1.8, a diferença é gritante a favor do turbinado.

Isso não é só por causa dos números, mas devido esse motor ter muita força em baixa e exigir menos giros altos. Dessa forma, anda-se melhor e se gasta menos combustível.

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Não seria exagero dizer que um HR-V 1.0 VTC Turbo de 130 cavalos andaria melhor que o 1.8, mas deixemos isso de lado.

No 1.5 VTC Turbo, o SUV compacto pode andar rápido sim, fazendo de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e com máxima de 200 km/h.

Para andar como esportivo precisaria de um câmbio de dupla embreagem e alguns ajustes.

Na vida atual (quem sabe no futuro), o HR-V Touring circula com desenvoltura.

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Na estrada, com ponteiro a 2.000 rpm nos 110 km/h, ele só é conforto e economia.

Conseguimos um consumo de 15,5 km/l no ciclo rodoviário, mas esperávamos por algo melhor.

Na cidade, realmente o “melhor de dois mundos” mecânico fez bem no crossover com média de 12 km/l e sempre na gasolina.

No anda-e-para, o HR-V turbinado é frugal e agradável.

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Nada de esgoelar e ficar esperando uma resposta, ele é ágil e desinibido.

Em rodovia, subidas de serra, ultrapassagens longas e um cruzeiro com baixo nível de ruído (mecânico) são características perceptíveis.

Contudo, o ruído de vento a 110 km/h chega a incomodar e é preciso elevar o som (e o tom) numa chamada no Bluetooth.

Suave, ele desliza bem pelo asfalto, tendo uma direção elétrica ativamente em sintonia o controle de estabilidade (aquele sistema com nome de banda dos anos 80…).

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Leve e progressiva, ele é uma das coisas boas do HR-V, seja em qual versão for. Os freios são suficientes para a proposta não esportiva.

Já a suspensão tem boa calibração, sendo firme nas curvas e razoavelmente boa em pisos irregulares.

Ele se mostra mais no chão que VW T-Cross Highline e Peugeot 2008 THP AT6, nessa ordem.

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O HR-V Touring é como os demais, um crossover bem na mão, só que mais forte e ágil.

Sobre o silencioso bem baixo na parte inferior, testamos o HR-V Touring com lotação máxima em lombadas da cidade e, em todas elas o tal raspou.

Se não vai “trilhar” algum caminho estranho aos carros comuns, não há com que se preocupar.

Por você…

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Preocupante mesmo é o preço. O Honda HR-V Touring é um carro muito popular, no sentido de volume, apenas.

Ele está em um segmento que já orbita os R$ 100 mil e, graças ao Jeep Compass, não subiu no salto.

O problema é que alguns elementos dessa turma ousam entrar no segmento médio dos utilitários esportivos e o HR-V Touring é o principal deles.

A Honda não tem um anti-Compass e o HR-V está longe disso.

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O próprio Jeep, bem como o francês Peugeot 3008 Allure, o VW Tiguan e outros indicam o mesmo, que o HR-V Touring é caro.

Ele tem um bom conteúdo e uma condução gostosa, assim como desempenho de sobra e economia.

Para quem não abre mão de continuar na marca, o HR-V Touring faz algum sentido, quando o CR-V está anos-luz de preço.

No entanto, se olharmos no entorno, um cliente que aspira subir de categoria, irá olhar os SUVs médios e com razão.

Vale? Se fosse mais contido em preço, sim.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Honda HR-V Touring 2020

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, turbo

Cilindrada – 1.498 cm³

Potência – 173 cv a 5.500 rpm (gasolina)

Torque – 22,4 kgfm a 1.700 rpm (gasolina)

Transmissão – Automática CVT com simulação de sete marchas e paddle shifts

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 8,9 segundos

Velocidade máxima – 200 km/h

Rotação a 110 km/h – 2.000 rpm

Consumo urbano – 15,5 km/litro

Consumo rodoviário – 12,0 km/litro

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 17 com pneus 215/55 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.329 mm

Largura – 1.772 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.650 mm

Entre eixos – 2.610 mm

Peso em ordem de marcha – 1.380 kg

Tanque – 51 litros

Porta-malas – 393 litros

Preço: R$ 139.900 (versão avaliada)

Honda HR-V Touring 2020 – Galeria de fotos

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Nota média 5 de 2 votos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Julio

    Eu ainda ficaria com o T-Cross Highline.

    • Baetatrip

      Nem caso sim…. Sobra troco e torque também!
      22 kg de torque e 25.5kg o de TCross…..!

    • El Gato!

      Eu ainda ficaria com vergonha mesmo.

    • João Silva

      Vw vale! Só que não também!

  • Marcelo

    Tenho a sensação que a conclusão: Vale? Se fosse mais contido em preço, sim. se aplica a TODOS os Honda

    • Ducar Carros

      O WRV e o City não valem nem contidos em preço (teriam que ser MUITO mais baratos), não têm nem ESP. E o motor 1.5 fica bem justo, especialmente no City.

      • fsjal

        O Fit também é bem fora da curva. O EXL tem preço de médio.

    • TchauQueridos

      Se aplica a TODOS veículos vendidos no Brasil.
      Não valem a etiqueta!

      • Lincoln Bento

        vim para falar exatamente isto.

  • Sino Weibo

    Qual justificativa? Pq é Honda?

    • TchauQueridos

      Se a VW vende T-cross 1.0 a 100k, nada mais justo 140 no HR-V 1.5.

      • Romualdo Vieira

        Mas aí vc tem o highline por 120k com mais torque. Então não vale 140k. Nem o T-cross vale isso e muito menos o hr-v.

        • Kleber Freitas

          Tirando o torque, o que o T-cross é melhor? O acabamento do T-cross é de carro 1000, só tem plastico, e plastico de aspecto barato.

          • Romualdo Vieira

            Preço.

          • Romualdo Vieira

            Além do preço: Indicador de fadiga, Sistema Start-Stop, porta luvas climatizado. Perde por não ter alerta de ponto cego. Mas pra mim isso são detalhes. A Honda está com um preço que não é possível justificar a diferença pro T-Cross que já está caríssimo!

      • Sino Weibo

        Este mercado está doido, por isso estou doido pra entrada rápida dos chineses, com suvs mais baratos, quero ver se irão manter os preços atuais. Espero ansiosamente a chegada aqui dos Suvs da GWM Haval, por ex.

  • André Luis Versiani

    Deve ser ótimo carro, o computador de bordo dele é alternado em suas funções pelo “palitinho” igual os carros de antigamente?

    • fsjal

      sim. é o mesmo cluster do Fit

    • Ric53

      Putz tive que voltar pra ver de novo, juntamente com o fato de não ter banco com ajuste elétrico: imperdoável

    • Igor

      sobre o odômetro (aquilo não é um computador de bordo), o pior nem é isso, ele tem as mesmas funções que o do meu antigo March 2011 e é BEM (mas BEM mesmo) inferior ao computador de bordo de meu antigo Gol 2015

      • fsjal

        Pelo menos agora tem termômetro com a temperatura externa, coisa que o Fit 2016 que minha esposa teve (e que tem o mesmo cluster) não oferecia.
        A Honda evolui

    • Whering Filho

      Sim, um enorme talo. kkk

  • Baetatrip

    Que carroça moderna……..
    Nem oferece 4×4 no minimo…….Bost@!
    Outra coisa que me chamou atençao:

    “Sobre o silencioso bem baixo na parte inferior, testamos o HR-V Touring com lotação máxima em lombadas da cidade e, em todas elas o tal raspou.”
    Que maravilha….. Quando se lota… vira carro baixo mesmo!
    140.000 reais nesse treco sem sal?
    Tem outras opções melhores né?

    • Al

      Pois é… faz algum sentido comprar um SUV que rala no chão em lombadas na cidade?

      Se não for por maior altura que me permita transpor trechos que eu teria dificuldade com um sedã, eu fico com um sedã…

      By the way, o próprio Civic Touring, com a mesma mecânica, mas muito mais carro, está mais barato. Sem contar outros sedãs que estão a preços menores.

      • Baetatrip

        ….Concordo!
        Esses Suv de moda são “puxadinhos” de carro baixo……
        Só p/ empresas lucrarem + o bolso…!

  • Abdallah

    Minha opinião.. a Honda fez um remendo para continuar tentando vender esse carro a um preço absurdo, é como disseram nos comentários….. melhor ir de t-cross

  • Thiago

    Particularmente vi ao vivo e achei essas rodas horríveis, parece de carros anos 90.
    A CMM também parece vir direto do túnel do tempo..
    Não vi grandes melhoras, parece um carro enfeitado para justificar o preço alto, assim como seria o polo GTS.

  • Mr. Pennybags

    Nesse caso vale mto mais um T-Cross….

    • andrei petreira

      E mais uns 10

    • Fábio

      Pelo preço, iria de Renegate Diesel

      • Vitor C

        O conjunto é muito bom, mas também é só um suv compacto caro demais para o que oferece, e ainda nem é um off road tão bom.

        • TchauQueridos

          Pelo que o mercado oferece é um bom custo beneficio….

    • Rodrigo

      Nem um nem outro. Por 130 mil (Ou menos) vc leva a Tiguan de entrada; não vai ser um expoente em desempenho e consumo mas vai levar 5 pessoas com mais conforto e bem mais mimos, sem contar o espaço de bagagem ser quase o dobro.

      • Mr Tony

        TCross e esse HRV, nem deveriam existir. Muito mais a Tiguan.

      • fsjal

        Por esse preço também dá pra pegar o Peugeot 3008 de entrada

    • TchauQueridos

      T-cross 1.0 a 100 k ? Acabamento de Gol?
      Dispenso ambos…

  • Joao Victor

    O carro é maravilhoso, meu sonho de consumo, o preço que está totalmente fora da realidade e do aceitavel, culpa é dos proprios consumidores tupiniquins, que mesmo com esse preço criminoso, continuam comprando sem pestanejar…

    • Nem a Honda espera vender quantias significativas desse modelo. Vai funcionar mais como produto de imagem para a linha, servido de marketing para atrair compradores para os modelos “normais”.

  • Leo

    Complicado… preço de um Renegado diesel…

  • Matheus Girelli

    “Ain mais é Ronda”. Sou muito mais um bom sedã médio que esse hacthback de salto

  • Rodrigo

    Semana passada eu vi um exposto no shopping. O carro é realmente muito bonito e bem acabado, com os itens que muitos valorizam, porém realmente é um preço demasiado alto pra categoria que ocupa. A culpa, segundo alguns, é que o motor vem importado dos EUA, sem se beneficiar de acordos e isenções. Curioso que o HR-V vendido nos Estados Unidos é produzido no México, a Honda bem que poderia trazê-lo importado de lá já que a CR-V nem vende (E se não me falha a memória essa nova geração nem é mais produzida lá).

    • Quando analiso outro produto da própria Honda equipado com a mesma mecânica (Civic Touring), tenho que discordar da justificativa da origem do motor.
      Sem entrar no mérito da proposta de utilização, não há como discutir que o Civic é um produto significativamente mais elaborado que o H-RV. Por 10 mil a menos temos um veículo construído sobre uma plataforma complexa (ao contrário da plataforma da linha Fit/City que baseia o H-RV), com comportamento dinâmico diferenciado e dimensões significativamente mais avantajadas, mantendo a mesma mecânica turbo e lista de equipamentos. É no mínimo incongruente.

    • RicLuthor

      Dizem que esse motor vem do Japão, visto que para o HR-V há algumas mudanças; já o do Civic, vem sim dos EUA.

  • Olha, por esse preço e sem painel digital, bancos elétricos, controle de invasão de faixa, cruise control adaptativo, alerta de frenagem ou frenagem automática, é uma sandice. Em especial se analisarmos o porte do carro.
    Com conteúdo e proposta próximos, motor turbo de ótima desenvoltura e pouquíssima coisa a menos em espaço, há o C4 Cactus por 40 mil a menos. E olha que o Citroen já me parece caro.
    Tudo bem que há mercado para tudo, mas a razão tem que passar muito longe de quem adquire esse modelo.

  • Eduardo T. Küll

    Pelo preço absurdo, falta o Honda Sense, que é oferecido fora do Brasil, INCLUSIVE E ESPECIALMENTE PARA O CIVIC, aliás, bem como aquele controle que permite alterar parâmetros de direção, suspensão e motor, QUE O T-CROSS OFERECE NOS 1.4 a praticamente 20 a menos do que o Honda, em versão “inicial” do VW 1.4.
    As japas, no caso, Honda e Toyota entraram naquela viagem que a VW tinha, cobrando absurdos “porque é um Honda” ou “porque é um Toyota”. Argumento que não se sustenta.

    • fsjal

      Realmente a VW fez isso com o Gol nos anos 90 e 2000… vendia a marca acima do produto e se acomodou. Enquanto isso a concorrência se modernizou e cresceu.
      Hoje vemos o Gol de líder incontestável a mero coadjuvante no mercado.

      Vamos ver até onde vai essa megalomania das japonesas.

    • João Silva

      Nesse a Honda colocou o “Non Sense”, kkkk

  • Piston head

    HR-V Touring exibe força mas não é esportivo

    Ah vá…

  • Ric53

    Pra andar de suv honesto iria de Renault Captur, se quisesse pagar 150.000, repito Cento e cinquenta mil reais então que que fosse em um Tiguan ou Equinox!!!! Meu dinheiro vale muito pra essa saboneteira aí

    • D34D P00l

      Captur honesto?

      • Ric53

        Se vc chega com 105.000 na css vc sai com a Captur mais top! Aí está “carinho” kkk
        O que eu quero dizer é que cento e cinquenta mil reais pra mim já entra na barreira do “carrão” aí eu mirava em coisas bem melhores como Tiguan e Equinox. A Honda quer vender HRV pelo preço de CRV pqp não cola né fio

        • D34D P00l

          Sim, mas a Captur “mais top” tem tambor na traseira, volante que despenca sem ajuste de profundidade, painel plasticão de Sandero, motor 1.6 aspirado com a pior relação peso potência da categoria, pior 0 a 100 da categoria, comandos de cruise control embaixo do freio de mão(manual) por corte de custos entre outras coisas.
          Sim, custa menos mas entrega BEM menos.

          Longe de defender o HRV, ele é o segundo da minha lista de carros com o pior custo benefício, mas o primeiro com certeza é o Captur.

  • Racer

    Motor turbo é o que há…. Só troco o Diesel por um assim, mas neste caso….acho que iria de Renegade Diesel.

  • MonHoe

    Por esse mesmo preço estão vendendo o Equinox LT na minha cidade, tem que gostar muito da Honda

  • RicLuthor

    Ricardo, os consumos na ficha técnica estão invertidos.

  • Marcus Vinicius Pinto

    Saudades de quando dava pra identificar as versões top dos Honda pelo desenho das rodas diferenciado. Hoje é tudo igual e tudo feio.

    Ah, e dispenso HRV.

  • Paulo

    Vale a pena… só quando um usado custar menos de 90K

  • Ufólogo Ricardo

    HONDA já foi sinônimo de carro bom, hoje estou em uma batalha com esta marca, honda city com menos de 30.000 km TODO ENFERRUJADO, pós venda um DESCASO TOTAL, mais de 24 pontos de FERRUGEM e honda nem te ligo, veja vc mesmo no google: HONDA FERRUGENS e vai se apavorar

    • fsjal

      Minha esposa teve um Fit 2016 e os trilhos dos bancos tinham ferrugem. Vi muitos relatos disso.

  • Dafomg

    140mil num Fit altinho? Será que sonseira e burrice tem limite?

  • Josimar Genm Tavares

    Consumo urbano – 15,5 km/litro

    Consumo rodoviário – 12,0 km/litro??? alguém se confundiu né…

  • Zé Mundico

    Espero que faça um enorme sucesso…no show room das concessionárias.

  • Whering Filho

    Que dianteira horrorosa. Se tirasse essa “sobrancelha” e afilasse essa “testa” cromada da grade ficaria menos feio.

  • Tchones

    Nenhum parágrafo tem mais de duas linhas??
    Que texto estranho para ler.

  • carnero

    A galera briga por causa de 20 newton metro…. kkkkkkkkkkkkkkk
    Patético

  • Wanderson Perin

    É um excelente carro, falar bem dele é chover no molhado, contudo a R$ 140 mil o coloca numa posição complicada…muito próximo do RAV4 2020 por exemplo, que é muito mais carro, isso pra não comentar de outros…a Honda tem sua clientela cativa e que já conhece os predicados da marca, contudo abrir novos clientes não vai ser tarefa fácil pra ela.

  • Yo soy Yo

    Se a versão mais top de todas ficasse nos 100k tava bom, mas esse preço é complicado demais.

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