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Avaliação: Chevrolet Spin 2017 fica mais econômica

Avaliação: Chevrolet Spin 2017 fica mais econômica

Ela parece a mesma de sempre, quando se olha por fora. Mas por dentro ela também não tem mudanças significativas, exceto por alguns detalhes. Essa é a Chevrolet Spin 2017, que manteve a aparência, mas mudou seu espírito.


Best seller entre os taxistas, a Chevrolet Spin preserva o que lhe proporciona a boa fama entre seus clientes, mas recebeu um pacote de alterações interessantes percebidas durante o dia a dia.

Avaliação: Chevrolet Spin 2017 fica mais econômica

Na linha 2017, a Spin perdeu peso, ficou rígida, ganhou um motor mais forte, tornou-se frugal e ainda recebeu melhorias na aerodinâmica, inclusive uma incomum – no Brasil, é claro – grade ativa, que permite abrir e fechar as aletas conforme a velocidade. O objetivo de tudo isso é evidente, reduzir o consumo.


Nesta Avaliação NA, a versão disponibilizada pela GM foi a Advantage, que é intermediária na gama da Spin 2017 e tem preço sugerido de R$ 66.990. Bem posicionado, o monovolume da Chevrolet geralmente aparece entre os 20 automóveis mais vendidos, ocupando a 24ª posição no ranking em 2016 com 14.892 unidades vendidas. Entre as poucas minivans, é líder absoluta. Mas, será que todas essas mudanças surtiram efeito?

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Por fora…

No exterior, o visual é o mesmo, mas há alguns diferenciais em relação ao modelo anterior. Sob o para-choque, a parte mais evidente da mudança na aerodinâmica é um defletor de ar flexível com recortes laterais.

O outro detalhe é o logotipo ECO, fixado na tampa do bagageiro. A Spin Advantage 2017 traz ainda novas rodas de liga leve aro 15 com acabamento em cinza brilhante e pneus 195/65 R15. Os retrovisores são pintados de preto brilhante. No teto, duas barras longitudinais prateadas. Faróis e lanternas possuem lentes escurecidas. Logotipo Advantage e faróis de neblina fecham o pacote visual bem limpo.

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Por dentro…

No interior, a principal mudança é a padronagem dos bancos, mas o ambiente mantém os dois tons, um cinza claro e outro preto. O quadro de instrumentos tem boa visualização das informações e agora alerta de pressão dos pneus está incluída. A Spin Advantage 2017 ainda oferece volante com controle de cruzeiro, o que é muito bom num carro automático.

O porta-luvas abrindo para cima é bom para evitar contato com as pernas do passageiro e os porta-copos e objetos estão bem distribuídos. Falta um apoio de braço para o condutor relaxar um pouco mais. Já a multimídia ainda é a MyLink de primeira geração. O visual não é tão agradável como da série atual. Não tem navegador GPS, mas o motorista não ficará perdido.

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Isso porque, uma das poucas mudanças visíveis na Chevrolet Spin Advantage 2017 é o sistema OnStar, que agora faz parte de todas as versões do modelo, logicamente com seus pacotes de serviços diferenciados. Acionado pelo retrovisor interno, o serviço de concierge da GM também pode ser ativado pela multimídia.

Para navegação, basta pedir ao atendente o destino e este será inserido no display do veículo. Detalhe: a visualização não é tão boa quanto no Prisma 2017, pois a área de tela reservada para essa função é bem menor e com menos informação visual.

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Como já é conhecido, o espaço interno da Spin é muito generoso. Atrás, os três ocupantes ficam em um banco elevado e bipartido, mas que tem somente cintos de três pontos nas laterais, assim como apoios de cabeça apenas para dois. A GM também fica devendo mais segurança em sua minivan, fato já presenciado em outros modelos da Chevrolet feitos no Brasil.

O espaço para bagagens é enorme, pois normalmente são 710 litros, que podem ser ainda ampliados com o rebatimento total do banco traseiro. Nesse espaço, ainda estão presentes os porta-copos e objetos que fazem parte da versão LTZ de sete lugares.

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Por ruas e estradas…

A Spin 2017 recebeu mais de 100 modificações para perder nada menos que 36 kg e ainda aumentar a rigidez estrutural com aços de alta resistência. Praticamente toda a parte mecânica recebeu alterações visando a economia de combustível.

Uma das mudanças ocorreu no velho motor 1.8, agora chamado SPE/4 ECO. Ele recebeu o kit de alterações da GM para essa vetusta linha de propulsores, que agora dispõem de pistões, bielas e anéis novos, assim como alterações no sistema elétrico e gerenciamento eletrônico de injeção.

 

Trocando em miúdos, o 1.8 ECO entre 106/111 cv a 5.200 rpm ante 106/108 cv a 5.400 rpm do 1.8 anterior. O torque passou a ser de 16,8/17,7 kgfm a 2.600 rpm contra 16,4/17,1 kgfm a 3.200 rpm de antes. Isso significou mais força em baixas rotações, o que é facilmente perceptível na Spin Advantage 2017.

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O propulsor entrega mais disposição, algo que faltava no anterior. Embora ainda não seja o ideal em termos de performance, o 1.8 ECO garante pelo menos uma condução mais adequada no meio urbano e mais agilidade nas ultrapassagens, apesar do ponteiro ainda subir bem alto se o condutor precisar de um algo a mais.

Na cidade, dá para rodar com a Spin 2017 em torno de 1.500 rpm. O câmbio automático GF6-3 ajusta bem suas seis velocidades, deixando o motor trabalhar mais mansamente e o consumo ficar mais adequado. Mas, se for necessário, rapidamente o motor enche e as retomadas ficam mais animadoras que as da versão anterior.

Na estrada, o ponteiro marca 2.500 rpm e reflete da mesma forma, um funcionamento mais suave e silencioso, outras duas vantagens adquiridas pelo 1.8 8V na mudança para SPE/4 ECO. Assim, com menor esforço, ele fez ótimos 11,4 km/litro na cidade e 14,1 km/litro na estrada, sempre com gasolina. Note que tudo isso ocorre com a mesma potência de antes, pois só com etanol houve ganho em cavalos.

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Mas a dirigibilidade da Spin ficou melhor também por conta da direção elétrica, agora mais leve e econômica em termos energéticos, o que ajudou na redução de 30% no consumo, de acordo com a GM. Os freios agora estão mais eficientes, sendo outra mudança da linha 2017. O nível de ruído melhorou muito em parte por conta do motor e também dos pneus de baixa resistência à rolagem.

Apesar do tamanho, a estabilidade é condizente com sua proposta, não inclinando demais a carroceria e promovendo melhor controle por parte do motorista, reforçado pela direção elétrica, que dá melhor sensação de segurança ao condutor. Mas os bancos não seguram bem o corpo e continuam pequenos. Pelo menos a posição de dirigir elevada é confortável, facilitando entrada e saída do veículo.

O ajuste dos amortecedores está mais firme, o que contribuiu bastante nesse caso. O conforto em pisos irregulares e ondulações manteve-se o mesmo. Mas, com suspensão 10 mm mais baixa e defletor de ar sob o para-choque – ainda existe um outro no eixo traseiro – a Spin 2017 raspa facilmente na parte da frente quando em rampas um pouco mais íngremes ou lombadas mais exageradas.

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Por você…

A Spin continua sendo a única proposta de minivan funcional que existe no mercado nacional nessa faixa de preço, por isso é desejada por muitos taxistas e famílias que necessitam de espaço mais generoso que o de um sedã médio ou compacto grande, por exemplo. O preço poderia ser melhor, como sempre, mas na atual realidade brasileira não há como encontrar opção mais vantajosa.

Nesta versão Advantage, o pacote de equipamentos é bom, tendo ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, multimídia com Bluetooth e USB/Auxiliar, controle de cruzeiro, OnStar, faróis de neblina, sensor de estacionamento, rodas de liga leve aro 15, câmbio automático e visual levemente personalizado.

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Faltaram sim Isofix, cinto de três pontos para o quinto passageiro e seu apoio de cabeça. Um apoio de braço para o motorista e até uma câmera de ré seriam interessantes, visto que no segundo caso, o veículo é grande e demanda mais atenção nas manobras.

No geral, a Chevrolet Spin 2017 ganhou muito em dirigibilidade e economia com as alterações feitas em sua parte mecânica, elétrica e estrutural. Apesar disso, ainda pede um motor mais moderno e potente, bem como a devida atualização em segurança, visual e conectividade, pois o MyLink de segunda geração com Android Auto e Car Play já está disponível para quase toda a gama Chevrolet.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Chevrolet Spin Advantage 2017

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha Flex

Cilindrada – 1796 cm³

Potência – 106/111 cv a 5.200 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 16,8/17,7 kgfm a 2.600 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – Automática de seis marchas com mudanças manuais na alavanca

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 11,9 segundos

Velocidade máxima – 168 km/h

Rotação a 110 km/h – 2.500 rpm

Consumo urbano – 11,3 km/litro (gasolina)

Consumo rodoviário – 14,1 km/litro (gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambor traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 15 com pneus 195/65 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.360 mm

Largura – 1.735 mm

Altura – 1.684 mm

Entre-eixos – 2.620 mm

Peso em ordem de marcha – 1.212 kg

Tanque – 53 litros

Porta-malas – 710 litros

Preço: R$ 66.990

Galeria de fotos da Chevrolet Spin Advantage 2017:

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71 Comentários

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    • Não são elogios ao carro, e sim para a atualização no conjunto. É uma comparação entre o modelo anterior e o atual, ignorar melhorias simplesmente porque não gosta do carro ou porque acha o modelo Feio, não cabe em uma matéria.

      Não é o carro que eu colocaria em minha garagem apesar de ter e gostar de minivan, mas não ignoro as melhorias do modelo.

      • Não estou ignorando as melhorias, quis dizer que é muito elogio em um carro ruim e de uma atualização praticamente imperceptível (fora a melhoria no consumo, que só vai fazer diferença mesmo pra taxista kkk).

        Eu esperava de um carro que ultrapassa os 70k itens como cinto de três pontos, terceiro apoio de cabeça, ESP/TCS, 6 Airbags, Multimídia atualizada, câmera de ré e etc…

        PS: Não estou falando dizendo que tudo que citei teria que ser colocado, mas um carro é um carro de família sem segurança alguma fora os itens obrigatórios, uma coisinha ou outra já faria muita diferença.

        • Olha, achei a matéria bem equilibrada para o modelo, pois é um veículo de R$ 66.990, sem considerar descontos de concessionaria, é uma mini van, coisa que quase não existe no mercado nacional. Seria mais interessante, no caso de não concordar com o exposto colocar alternativas do mesmo segmento para compararmos. Em minha mente só vem a SpaceFox com cambio automatizado, que não sei se seria melhor negócio que esta da gravata dourada.
          O consumo ficou muito bom, e é um grande desafio de engenharia pegar um motor tão antigo e aumentar significativamente sua eficiência, claro que continua antigo e fraco, mas atende a proposta do veículo.

          • Ok, vou por minha opinião de uma forma diferente e mais clara!

            Estou criticando, a positividade como foi colocada a alteração. Esse modelo de R$66.990,00 é a intermediária, a LTZ no site da montadora sai por R$71.990,00, por esse valor mas de categoria diferente, temos o Fiesta Ecoboost, que é um carro global, com motor de tecnologia admirável e com dispositivos de segurança de ponta.

            Por isso acho hipocrisia elogiar esse carro e ver tantas críticas quanto ao New Fiesta, que apesar de serem de categorias BEM diferentes, no final chegam ao mesmo valor.

            O consumidor está realmente sem opções nessa categoria fora a SpaceFox, que não possui a opção de 7 lugares e por isso as montadoras estão cobrando valores absurdos nesses dois veículos desatualizados. Para a diferença ocorrer temos que ter consumidores querendo mais que rodas aro 18 e banco de couro e uma imprensa mais crítica.

            • Eu entendi, e acho válido, porém a análise é realizada por categoria, quem precisa de uma mini van não compraria o New Fiesta, as bases de comparação são diferentes.
              Eu, por exemplo, queria um veículo dessa categoria, mas não achei nenhum que gostasse, acabei optando por um sedan médio.
              Sim a top passa dos 70K, mas não é essa que está sendo analisada, e sim a intermediária, talvez se se analisasse a top teria um equilíbrio distinto de elogios.

            • Eu acho que querer comparar financeiramente Fiesta Ecoboost com a Spin não tem nada a ver. São públicos diferentes, pois Spin é mais conforto para uma família em espaço, tamanho, porta-malas, praticidade etc. Fiesta já reduz muito mas muito reduzido para uma família.

            • Pra uma família com mais de 5, esse Fiesta poderia custar 40k que ainda sim não atenderia suas necessidades.

              Não adianta comparar saco com mala, cada carro em sua respectiva categoria.

    • Considere o conjunto.
      Acho que é bem difícil achar no mercado um carro barato, bem construído e, com equipamentos de segurança adequados como você gostaria.
      E o espaço e o consumo (apesar do motor antigo) são muito bons, não acha?
      Falta beleza, a GM deveria trabalhar este ponto.
      Obs: Não tenho Spin, minhas necessidades pessoais são outras, mas reconheço seus pontos positivos..

  • A GM está empobrecendo o acabamento de toda a linha. Essa versão intermediária não deveria ter uma aparência tão simples.
    O mesmo ocorreu com o Onix, o 1.4 LT além das portas em tecido claro que suja fácil, nem cromado nos puxadores tem mais.

    • Esse carro é o exemplo de modelo sem apelo emocional nenhum, é feito para quem precisa de 7 lugares com melhor CxB ou quem precisa de uma minivan com cambio automático.

      • Caparam os sete lugares da versão intermediária, só na LTZ … Não sobram apelos, melhor guardar a grana para um SUV ou Crossover, até Jurassic Tucson é melhor do que isso.

            • O banco do meio não é muito maior que o de uma SUV. Pra caber a terceira fileira, parece que não puderam recuar muito a do meio. É igual o Onix nesse sentido.

          • Tem, meu caro, mas convenhamos, o formato da carroceria ajuda. Todavia, se você optar pela de sete lugares, o espaço para bagagens piorou com a simplificação do rebatimento da terceira fileira que era muito melhor na Zafira por permitir rebatimento de cada assento e o piso ficar plano.

            Se você levar seis pessoas com bagagens, parte da bagagem terá que ficar na posição da sétima pessoa devendo prender com cinto ou espremer no vão com a segunda fileira.

            O povo reclama da Dacia, que é marca para país menos exigente, mas a Lodgy em termos de acomodação é melhor, pois tem apoio de cabeça e cinto de três pontos para todos os passageiros. A terceira fileira tem bancos individuais, embora não sejam embutidos no assoalho, mas isso já permite mais combinações que a Spin.

            Vamos ver se no face-lift, especulado para o próximo ano, traga melhorias quanto a isso. Isso, claro, se os consumidores exigirem. Tem a J6 da JAC que acho melhor, mas perde-se em outros critérios.

        • Falei em CxB justamente pelos 7 lugares. além da Spin quais outros modelos com 7 lugares na mesma faixa de preço ou próximo?

          Spin é um carro para quem PRECISA e não para quem GOSTA,

          De fato acredito que a maioria dos donos de Spin comprariam SUV/Crossover se os mesmos tivessem melhor CxB e os 7 lugares.

          Duster, Renegade, Hrv e Kicks com 7 lugares roubariam tranquilamente clientes que hoje levam Spin.

  • Fora direção elétrica e os incríveis 111 cv, oq mudou nela? Rodas continuam feias, o design continua feio, as lanternas e faróis continuam feios, o interior continua esquisito…a Spin 7 lugares carrega 4 adultos e 3 crianças, fora que ao rebater os bancos é uma cordinha com gancho que prende eles…se não fosse a versatilidade, esse carro seria um dos piores carros à venda por aqui…ah e esse consumo, hein? Esse motor nunca foi econômico nem quando equipava o Corsa, imagine em uma Spin…esse números divulgados foram inventados pelo centro de marketing na GMB….uma piada mesmo.

    • Pior é o pacote básico de segurança, a marca só coloca eles quando é obrigada pela lei, enquanto isso ficam passando vergonha no mundo todo por resultados miseráveis nos testes de impacto, bem capaz do Ônix hoje em dia ira zerar o teste do Latin NCap.

  • Realmente as outras montadoras estão dormindo no ponto e deixar a GM nadar de braçada nessa categoria.
    Tem a Dobló, mas parece que está perto da aposentadoria e defasada, além de beber muito.
    Bem que a Renault (ou Dacia, para os chatinhos) podia trazer a Lodgy para animar esse segmento esquecido. Não é só motorista de táxi que iria gostar, mas famílias grandes e até pessoas com deficiencia que precisam de espaço.
    A Lodgy compartilha a plataforma do Logan e Sandero, sendo uma minivan de baixo custo que cairia muito bem no nosso limitado e pobre mercado automotivo.

  • O dia que algum site automotivo falar da feiura que é a SPIN eu começarei a acreditar que os redatores são livres para falar o que realmente acham, até então eu não levo essas avaliações tão a serio assim….

    • Existem pontos que são de avaliação pessoal, Design é um deles.

      Eu vejo a reportagem como um espaço para mostrar as novidades do veículo, atualizações mecânicas e outros pontos sólidos de avaliação geral.

      Avaliação pessoal cabe ao leitor em um Test Drive e usando seus próprios critérios, mas antes disso é importante pelo menos saber que o carro existe e passou por mudanças pois olhando de fora é basicamente o mesmo carro de 2012, e eu acho que essa é a função da matéria.

      • Opiniões pessoais são amplamente divulgadas pelos redatores, isso não é um desculpa. O que se ve no entanto é um certo medo em dizer coisas que não agradariam a montadora aqui no Brasil.

        • Mas foi numa dessas de meter a boca no carro todo que o BCWS nunca mais foi convidado para eventos de lançamento da GM. E mesmo em canais do youtube dá até pra prever o que os caras iam criticar mas dão uma segurada. É o ganha pão deles. Se não foram convidados para os principais lançamentos do mercado perdem público.

    • Spin realmente nem se compara com Zafira. Mas, quanto custaria uma Zafira hoje? R$ 140 k? Praticamente não haveria mercado, estamos pobres. O 13 roubou tudo, via inflação.

    • Mesmo o Livina poderia hoje ter passado por um Facelift, ter recebido o painel com visual próximo ao do Versa com Fine Vision, o motor 1.6 do March aliado ao cambio CVT, ar condicionado digital, multi app…

    • Gostei desse Lodgy, mas sendo feito sobre a plataforma de sandero não fica meio apertado não? Digo isso porque nesse fim de semana tive a curiosidade de sentar no banco da frente do sandero RS e meu filho não coube sentado no banco de tras, (eu tenho 1,74m e meu filho tem 1,80m.) Ou seja, o espaço interno do sandero é bem ruizinho.

  • Entendo que a Spin tem proposta familiar, logo, deixar de fora Isofix, cinto de três pontos para o quinto passageiro e seu apoio de cabeça é quase uma aberração.

      • Na verdade os números do INMETRO só tem utilidade para comparação entre diferentes modelos testados na mesma metodologia. Comparar esses números com aqueles obtidos no uso cotidiano não tem muita utilidade.

  • Capivara ficou interessante, para quem precisa de um veículo com essas características. A GM mandou bem nessa atualização, um ganho expressivo de 30% de eficiência, que outra montadora conseguiu isso, sem trocar o motor? Ponto para GM !

  • Tenho uma Zafira Elite 2012. Ótimo carro. Nem se compara a esse lixo da Spin. Mas, agora, querendo trocar meu carro me vejo sem opções para o meu bolso. Preciso dos sete lugares. Ou parto para uma Spin (nunca!!!) ou para um carro maior, mais caro e usado.

  • Essa jabiraca é muito feia. Deus o livre, mas como a General Monsters teve a capacidade de conceber, aprovar, fabricar e vender algo tão desprovido do mínimo de beleza. A cara dessa marmota parece de uma “capivara”. Acho que deve ser nesse bicho que se inspiraram para fazê-la. E de pensar que já tivemos a Zafira… poderiam ter continuado com o modelo, dando apenas um tapa no visual. Eu mesmo me arriscaria a ter uma, pois a achava linda. Agora esse troço aí, só se for de graça, prá passar nos cobres depois. :(

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