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Avaliação: Chevrolet Tracker 2017 melhora muito apesar da ausência de alguns itens de segurança

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O Chevrolet Tracker 2017 chega bastante atualizado em relação ao modelo anterior, dotado agora de uma aparência mais leve, interior revisado, bom conteúdo de série e motorização com turbo e injeção direta, que trouxe ao crossover um desempenho muito melhor.



Apesar das mudanças, sente-se falta de alguns itens de segurança, que poderiam melhorar o custo-benefício do Chevrolet Tracker 2017, especialmente na versão LTZ, a topo de linha. Mas, se seus preços eram competitivos no lançamento, agora perderam parte da vantagem que tinham.

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A GM aumentou os valores sugeridos essa semana e agora partem de R$ 81.990 na LT e alcançam R$ 95.490 na versão LTZ 2, avaliada pelo NA. Na LT, o aumento foi de R$ 2.000, enquanto a LTZ teve um acréscimo de R$ 2.400, sendo mais R$ 100 no pacote 2 com airbags adicionais.

No primeiro bimestre desse ano, o Chevrolet Tracker 2017 vendeu 1.374 unidades, ocupando a décima posição entre os utilitários esportivos. Em 2016, o SUV compacto da GM ocupou a mesma posição com 8.558 exemplares emplacados. Ou seja, mesmo com a mudança, as vendas não evoluíram. Falando de mudanças, vamos a elas.

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Por fora….

Antes, ele lembrava utilitários esportivos bem maiores do lineup americano da Chevrolet, mas agora o Novo Tracker apresenta um estilo mais leve e equilibrado com novos faróis dotados de projetores e LEDs diurnos. Além disso, o conjunto ótico se harmoniza melhor com a nova grade, mais afilada.

O para-choque tem um aspecto mais aerodinâmico e vem com grade ampliada e corpos laterais individuais, que sustentam os faróis de neblina. Além dos frisos cromados, há um protetor central em tom cinza. Assim como os mais recentes da Chevrolet, o Tracker 2017 vem com defletor de borracha sob o para-choque, que pega no piso em rampas muito íngremes.

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Na traseira, outra mudança foi a atualização das lanternas, que ainda mantém lâmpadas comuns ao invés de LEDs. Sobre a placa, uma barra cromada identifica a versão LTZ. O para-choque também foi revisado e conta com lanterna de neblina e sensor de estacionamento. Há câmera de ré e luz auxiliar de freio num pequeno defletor no alto da tampa do bagageiro, cuja vigia é ladeada por molduras em preto brilhante.

O teto vem com antena, barras longitudinais com acabamento cinza e preto, além de teto solar elétrico. Nas laterais, maçanetas e frisos cromados e belas rodas de liga leve aro 18 polegadas com pneus 215/55 R18. Nota-se facilmente a ausência de repetidores de direção nos retrovisores, que por ser de uma versão mais equipada, bem como poderiam ser rebatíveis eletricamente.

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Por dentro….

Se a dianteira do Chevrolet Tracker 2017 mudou bastante, o painel acompanhou bem as alterações. Agora ele é inspirado em carros mais recentes da marca americana, notadamente o Cruze. Com visual dual cockpit atenuado, o conjunto agora apresenta material costurado imitando couro, o que é muito bom visualmente.

Mantendo dois tons, agora o Chevrolet Tracker 2017 se apresenta com um novo material do painel em cinza e costurado em cor tungstênio. Novos difusores de ar e acabamento em preto brilhante envolvendo a multimídia se apresentam. O ar-condicionado continua manual, assim como o freio de estacionamento.

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Da mesma forma, o volante não evoluiu e ainda é o antigo da Chevrolet, tendo revestimento em couro e comandos de piloto automático, mídia e telefonia. A coluna de direção tem ajuste macio em altura, mas a de profundidade é muito dura. De volta ao painel, perde-se o segundo porta-luvas, mas ganha-se em estética. O quadro de instrumentos também é novo, agora mais analógico tem conta-giros com faixa do Start&Stop, outra boa novidade.

O computador de bordo tem grafismos mais modernos e atraentes, mas pouco claros sob luz forte. Em dias de sol intenso, fica quase impossível ler as informações. O Chevrolet Tracker 2017 vem com o MyLink 2 dotado de Android Auto, Car Play e o OnStar, que pode ser acionado tanto pela tela de 7 polegadas sensível ao toque quanto pelos botões no espelho interno, que é dia e noite. Este poderia ser eletrocrômico.

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Com o OnStar é possível ter navegação por setas sem um smartphone conectado, bastando chamar o atendente e pedir a localização desejada. Imagem da câmera de ré não inclui apenas as marcações de distância, vem também com alerta de tráfego traseiro, indicando objetos, pedestres e veículos em movimento antes mesmo de serem visualizados na imagem. O aviso de ponto cego nos espelhos externos também é outra novidade.

O ambiente interno apresenta portas com aparência mais simples – por conta do tom único – mas com materiais facilmente riscáveis, dando a impressão de baixo custo excessivo na qualidade das peças. Os bancos em couro cinza com bordas pretas têm costuras em tungstênio. O do condutor vem com ajuste lombar elétrico e ajuste de altura. Todos os vidros são one touch para subir e descer.

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O teto é claro e vem com teto solar, luzes de leitura, espelhos nos para-sóis iluminados, alças e porta-óculos lateral. O porta-luvas tem espaço mediano e há uma gaveta sob o banco do passageiro, que tem seu encosto rebatível para frente, podendo assim colocar as pernas sobre ele (para quem vai atrás) ou um objeto muito longo.

O banco traseiro é bipartido e vem com apoios de cabeça e cintos completos, além de apoio de braço central com porta-copos e um bom recuo no assento central por conta das pernas. Vários porta-objetos/copos estão presentes, assim como apoio de braço retrátil para o condutor. O espaço para as pernas no geral poderia ser melhor. A altura interna é boa, assim como o volume do porta-malas com seus 306 litros até as janelas.

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Por ruas e estradas….

O Chevrolet Tracker 2017 tem como principal novidade a introdução do propulsor 1.4 Ecotec Turbo SIDI Flex, que tem injeção direta bicombustível. Ele entrega 150/153 cv a 5.600/5.200 rpm e 24,0/24,5 kgfm a 2.100/2.000 rpm, respectivamente com gasolina e etanol.

Rápido nas respostas, o novo motor entrega excelente torque em baixas rotações e tem funcionamento bastante suave. Bem elástico, o 1.4 Turbo não se esforça muito para puxar os 1.413 kg do Chevrolet Tracker 2017, trabalhando geralmente entre 2.000 e 2.500 rpm.

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Nas ultrapassagens, raramente vai muito além dos 3.000 rpm. Apenas quando se exige em uma condução mais esportiva, é que o ponteiro passa dos 4.000 rpm, chegando próximo dos 6.000 rpm. Mas, esqueça uma resposta esportiva de verdade do Chevrolet Tracker 2017. O foco dele, assim como do Novo Cruze, é a eficiência energética e o conforto.

Quem colabora com isso é a caixa automática GF6-3 da GM, que impede uma performance mais agressiva do propulsor. Já o Start&Stop ajuda a conter o consumo na cidade, religando o motor de forma rápida e sem engasgos.

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Apesar das trocas antecipadas com um escalonamento em busca da economia, dá para se divertir ao volante do SUV compacto, que tem performance de sobra, bastando explorar as mudanças manuais e sequenciais, que infelizmente são feitas por meio de um botão na lateral da alavanca da transmissão. Pouco ergonômico, o comando até desestimula seu uso.

Rodando a 110 km/h, ele suavemente fica em 2.100 rpm, apresentando baixo ruído e muito conforto no rodar. Apesar de ser 1.4 Turbo com injeção direta, Start&Stop e ter o foco na economia, não verificamos essa eficiência toda no meio urbano, onde conseguimos média de apenas 8,9 km/litro. Na estrada, os números melhoram e alcançam 13,5 km/litro. Ainda assim, ficam bem abaixo do Novo Cruze.

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A dirigibilidade do Chevrolet Tracker 2017 é outro ponto alto, contando com uma direção elétrica que mescla muito bem firmeza em velocidade e leveza em manobra, mas que é bem mais direta nas respostas.

O conjunto de freios e suspensão é bem equilibrado e garante estabilidade e segurança mesmo em curvas bem fechadas e sobre piso molhado. As rodas grandes de 18 polegadas com pneus de perfil 55 ajudam muito, embora deixem o crossover da Chevrolet um pouco mais duro do que o desejável.

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Mesmo assim, o Chevrolet Tracker 2017 se comporta bem em asfaltos irregulares e não faz o carro trepidar em pisos não pavimentados ou de outros tipos. Se o motor é ótimo e o câmbio apenas bom, direção e suspensão ficam entre os dois. A posição de dirigir também está entre as boas características do modelo.

Sim, apesar desse conjunto equilibrado, faltam no pacote os imprescindíveis controles de tração e estabilidade, além do útil assistente de partida em rampa, especialmente quando o Start&Stop está ativado, pois o veículo se move para trás ainda com o motor ainda desligado na hora da saída.

Estes equipamentos deveriam ser de série num SUV compacto que tem a pretensão de peitar os líderes de mercado. Já no caso dos demais itens de segurança, além do Isofix para crianças, vem com duplo airbag e as demais bolsas como opcionais neste LTZ.

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Por você….

Em termos de dirigibilidade e performance, sem dúvidas, o Chevrolet Tracker 2017 supera os rivais do segmento de SUV compacto, inclusive em comparação com o Peugeot 2008 THP que, apesar da excelente desempenho, é macio demais. Assim, o SUV da GM apresenta um conjunto bem mais equilibrado e gostoso de dirigir, mesmo sem controles de tração e estabilidade.

Estes realmente fazem falta em um carro com sua proposta e mecânica, exigindo tais itens, mesmo que opcionais. Se não fosse por isso, seria o melhor custo-benefício do mercado, mesmo com o recente aumento de preços. Afinal, mesmo que nunca se use, pelo menos o proprietário saberá que em uma situação perigosa terá ajuda da eletrônica.

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Além disso tudo, o Chevrolet Tracker 2017 agora tem um visual mais agradável por dentro e por fora. Tem bom espaço para quatro e o bagageiro que satisfará uma família pequena. O custo de manutenção até 60.000 km fica em torno de R$ 3.300, o que também é bom.

No caso do pacote de airbags laterais e de cortina, poderia ter sido adicionados mais alguns itens de comodidade que agregariam mais valor ao Tracker LTZ, tais como rebatimento dos retrovisores de forma elétrica, sensor de chuva e espelho eletrocrômico, por exemplo. No geral, mesmo com os pontos negativos mencionados, o SUV compacto da Chevrolet é sim uma boa escolha pelo conjunto da obra.

Medidas e números….

Ficha Técnica do Chevrolet Tracker LTZ 1.4 Turbo 2017

Motor/Transmissão 

Número de cilindros – 4 em linha, turbo, flex

Cilindrada – 1399 cm³

Potência – 150/153 cv a 5.600/5.200 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 24,0/24,5 kgfm a 2.100/2.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – Automática de seis marchas com mudanças sequenciais na alavanca

Desempenho 

Aceleração de 0 a 100 km/h – ND

Velocidade máxima – ND

Rotação a 110 km/h – 2.100 rpm

Consumo urbano – 8,9 km/litro (gasolina)

Consumo rodoviário – 13,5 km/litro (gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus 

Liga leve aro 18 com pneus 215/55 R18

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.258 mm

Largura – 1.776 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.678 mm

Entre eixos – 2.555 mm

Peso em ordem de marcha – 1.413 kg

Tanque – 53 litros

Porta-malas – 306 litros

Preço: R$ 95.490 (versão avaliada)

Chevrolet Tracker LTZ 2017 – Galeria de fotos

4.0

  • Victor Grassi

    O antigo Tracker 1.8 tinha a assistente de partida em rampa. E o novo não tem? Que estranho!!

    • Carlos Alberto Zorzenon

      Boa tarde Victor, o antigo também não tem.

      • Victor Grassi

        Olá, eu já tive um Tracker 1.8; e sim, ele apresentava o assistente de partida em rampa. Digo por experiência própria.

        • Carlos Alberto Zorzenon

          Boa noite Vítor, eu tenho uma ltz2 e não tem.

          • Victor Grassi

            Boa Noite! Tive uma LTZ 2014, e esse foi um dos pontos que gostei da Tracker, justamente, por essa assistência.

            • Victor Grassi

              Não,mas não sinto falta também

  • Marcos

    No quesito design eu preferia o antigo Tracker, os faróis grandes só precisavam de uma mudança interna com designs mais atuais, esse novo tem cara de sedan enquanto o antigo tinha cara de pickup.

    • Luciano RC

      Pra mim, sem equipamentos de segurança não da… o carro deve muita coisa e está caro pelo que oferece. A unica coisa legal nele é o motor 1.4.

      • saulo

        Negada fica com frescura em lista de equipamentos pra segurança, antigamente galera turbinava goleta quadrado com freio a tambor e sem abs, airbag,e botava pra fritar……..eu quero é multimídia com GPS integrado e twiters pra espalhar o som, isso é o que conta.

        • Luciano RC

          Isso que os consumidores leigos entendem. Porem, atualmente já existe uma busca por equipamentos. Pode ver, a Renault precisou informar que melhorou a estrutura do Kwid (sei como se escreve o nome daquele lixo). Todos os sites e revistas estão comentando o ESP no Corolla e todos criticam a lista de equipamentos do Tracker.

          Acredito que se houver um marketing por parte das montadoras que ofertam os sistemas, em breve teremos queda nas vendas dos modelos sem equipamentos de segurança.

  • Lucas086

    Bonita e esse motor ficou muito bom, peca nos detalhes, no acabamento das portas que nem onix, não ter tsc e esp em um carro de 95 mil.

    • Luciano RC

      Exatamente… isso queima o carro.

    • rafael morozini

      O consumidor é burro então pra eles não faz diferences mas para os que têm um pouco mais de conhecimento não aceita Algo desse tipo ! Se fosse assim o corolla não vendeiros tudo isso ..:

      • Angelo_RSF

        Concordo com vc rafael

      • Wagner Lopes

        Exato. A grande maioria não pensa e não tem o devido conhecimento/senso crítico que nós entusiastas temos.

  • Ricardo

    Onicuzão! Haha

  • Fanjos

    >Sem ESP
    > + de 80k
    Risco fortemente da lista, não dou mais a minima nem considero como possibilidade de compra

    • Louis

      Sem ESP e ainda “altinho”, centro de gravidade mais alto.

      • Fanjos

        Pois é, não estou afim de morrer, sou muito jovem e tenho muitos aumentos para ver nessa vida

        • oscar.fr

          Mas a economia está sob controle e o governo está fazendo as reformas necessárias. Vai ficar tudo bem. Risos.

          • Gustavo73

            Kkkkkkkk

      • invalid_pilot

        Dinâmica igual a um carro hatch, digo por ja ter dirigido uma.

        • Louis

          Dirigiu no limite? Quero ver Tracker andar junto com Cruze hatch nas curvas…

          • invalid_pilot

            Claro que o Cruze pelo entreixos tende a ser mais estável. O Tracker é mais baixo do que supõe-se ser.

            No mais, acho mancada nao ter ESP, mas não deixaria de comprar por isso, ainda mais com o que há de opções no mercado de SUVs desta categoria.

          • Ernesto

            Eu sou favorável que os carros tenham o maior número de equipamentos de segurança, mesmo sendo poucas as pessoas que queiram andar no limite.
            Creio que a maioria tem carro para se locomover e não para tirar corrida.

    • Charlis

      Se custasse acima de 100K eu comprava dois!
      Só pra mostrar o vizinho que sou um homem bem sucedido.
      #prosperidade

      • Fanjos

        Sem ESP eu fico mais exigente com valores, vai ter que começar com pelo menos 150k para me impressionar

        • José Eduardo D’Acampora Guazzi

          Tais de olho na Rav4?

          • Fanjos

            Quero 200tinho na Rav

            • Rafael Lima

              Lógico que vale com aqueles novos Faróis de LED que não queimam nunca e enm trincam ou quebram pode usar uma marreta que não quebra

  • Lucas

    Aparência obsoleta, acabamento ruim e preço alto. Vai continuar vendendo nada. Só de olhar a foto que destaca da alavanca de câmbio, dá pra visualizar em alguns meses a manopla prateada descascada e a base preta toda arranhada. Esses materiais são péssimos.

    • Hater x Haters

      “dá pra visualizar em alguns meses a manopla prateada descascada e a base preta toda arranhada. ”
      Ahhh pára de inventar vai…não tem NADA de errado ali.

      • Lucas

        Parece brincadeira, mas eu só tive um carro cuja manopla não descascou, que foi um A4. Acredite se quiser…

      • Rodrigo

        Tem sim. Nos primeiros Sonic e Cobalt o botão cromado (que na verdade é uma peça plástica bem frágil) quebrava com facilidade e pra trocar a GM cobrava a alavanca inteira. Até que um abençoado conseguiu o código só do botão e começou a importar pra vender no paralelo.

  • RKK

    Falta de ESP e freios traseiros à disco é imperdoável em um veículo deste preço. Estes itens somente são oferecidos no México no Tracker 4×4, que não está disponível no Brasil.

  • Luciano RC

    Mas a Chevrolet prefere queimar o carro tirando equipamentos. Poderia vender muito mais, ter mais elogios, porem ela só estraga.

    • Luciano RC

      Deveria aplicar na versão vendida aqui e ir pra cima da concorrência.
      Mas acredito que nem deve ser interessante para a Chevrolet vender muito, já que traz em cota e não pode ultrapassa-la.

      • Gustavo73

        A Nissan vende o Kicks também com cotas que ainda divide com o Sentra. E as cotas da GM devem ser bem maiores que as da Nissan.

        • Gustavo73

          Essa é a grande pergunta. As cotas do México são baseadas em dólares e não em números de carros, isso é nos últimos anos é possível trazer mais carros. Não teria lógica a Nissan ter uma cota maior que a da Chevrolet.

          • Angelo_RSF

            Não tem a ver com quanto se exporta para o México para ter direito a importar no mesmo valor???
            Obs: Não sei o que a Nissan ou a GM exportam para o México mas vai ver que a Nissan exporta mais.

            • Gustavo73

              A Nissan fabrica aqui a mesma coisa que é feita no México. March e Versa. Importa Sentra e Kicks. Então ela não exporta nada e trás dois modelos. A Chevrolet não sei se manda alguma coisa e importa só a Tracker. Agora veja as vendas dos modelos importados da Japonesa e da Tracker.

        • Gran RS 78

          Acho que na verdade a marca prefere vender menos mas lucrando alto nas vendas, pois vindo do México, esse modelo deve ter um lucro altíssimo para a marca.

        • Angelo_RSF

          Mas a Nissan está em vias de nacionalizar a produção não???

          • Gustavo73

            Sim deve estar chegando o nacional em breve.

        • Luciano RC

          Mas se não me engano, o Sentra não vende quase nada. KKKKK

          Precisa ver qnto ela pode trazer, qual a margem de lucro que ela tem frente ao Cruze. Nada mais, deve ser mais interessante vender o Sedan do que o SUV.

          Pra mim, o Tracker deveria ser nacional e com o conjunto de equipamentos no nível do Cruze.

          • Gustavo73

            Cruze? Ele vem da Argentina é taxado como carro nacional sem nenhuma cota, diferente dos carros vindos do México. O Kicks nos últimos dois meses vendeu em média dois mil carros por mês e a versão mais barata custa 5 mil a mais que a Tracker básica. O Sentra vende bem pouco umas 300 unidades. Simples entender, o retorno de um compacto a preço de médio é mais interessante que de um médio a preço de médio. E mesmo assim Kicks e Sentra vendem mais que Cruze sedan, Sport6 e Tracker.

    • Gustavo73

      Esp e Hill Holder são funções do mesmo sistema. Não custaria nem 500 reais ao fabricante, coisa pouca.

    • Fábio A.

      TC + ESP muda muito pouco. Acrescenta-se sensores nas roda, de direção e de rotação no próprio eixo, e uma central que também trabalhe com as informações obtidas com esses sensores, além do ABS. Me parece que o Hill Holder também é função dessa mesma central. Acho que é coisa simples de fazer, se adaptaram o conjunto mecânico do Cruze nesse carro, colocar TC e ESP era moleza e o custo baixíssimo.

      Sinceramente, economia porca. Nada justifica, mas como pouca gente exige, a maioria acaba comprando, mesmo sem. Porém sem ESP, pra mim é carta fora do baralho.

  • Rodrigo

    Se eu pudesse elencar os SUVs compactos em um ranking de preferidos, seria (do pior para o melhor)

    Aircross < WR-V < Duster < Creta 1.6 < 2008 1.6 < Tracker < Ecosport < Captur< Kicks < HR-V < Renegade < Creta 2.0 < 2008 THP < Suzuki Vitara Sport
    (esqueci de algum?)

    • Rodrigo

      Bem lembrado, editando…

    • Lucas086

      O AirCross não é tão ruim assim, além de ser bem espaçoso, tem preço de hatch, e com as revisões tabeladas, tinha tudo para vender bem.

      • Gran RS 78

        Se fosse um suv ou crossover, pois ela é uma minivan aventureira.

    • Gran RS 78

      Tira o Aircross e o WRV da lista, que na verdade são versões aventureiras de minivans.

      • Rodrigo

        Para seus fabricantes são considerados SUVs compactos, por isso mantive.

        • Gran RS 78

          Mas o fabricante vai puxar para o lado dele claro, portanto isso não vale nada, pois para a VW o Gol está na sétima geração, o Cruze compete com o Mercedes C180 etc.

          • Rodrigo

            Um comparativo não se dá apenas pelo porte ou segmento, mas sim por posicionamento de mercado (proposta e preço).

            • Gran RS 78

              Aí que vc se engana, pois vou te dar um exemplo disso: O velho Tucson. Ele sempre concorreu com suvs médios como Crv, Rav4 etc, mas como a marca continuou com esse modelo ultrapassado, ele ainda é um suv médio e não compacto, mesmo custando mais barato que todos os suvs compactos do mercado.

              • Rodrigo

                Toda regra apresenta exceções. Nesse caso, distorção. Da mesma forma que seria injusto comparar um old-Tucson com um Tiguan ou Kia Sportage do modelo novo, também nem sempre é adequado compará-lo com SUVs compactos – embora seria a categoria mais adequada desde o ponto de vista preço. Porém o mercado é assim e não sou eu que estou inventando essa regra, simplesmente é assim que os comparativos se comportam.

  • Duh

    Além da faltas de equipamentos importantes como já citados e ar digital, o Tracker regrediu no visual, o antigo era muito mais bonito.

    • Rodrigo

      Também acho. Principalmente no interior. Se você comparar só por foto vai ver que o nível de qualidade percebida decaiu muito.

      • Gran RS 78

        Nunca que caiu. O anterior era plástico duro pra todos os lados, pelo menos nessa reestilização a GM colocou uma faixa de couro macia ao toque no painel sem contar que ficou muito mais bonito o cluster analógico.

        • Rodrigo

          Eu troco essa faixa de couro-fake wannabe pelo segundo porta-luvas da versão anterior que, pelo menos, servia como compartimento pra guardar o celular enquanto ele estava plugado na tomada USB que ficava dentro dele e hoje foi transportada para o console central (a vista de qualquer um).
          Pra mim o único ponto positivo dessa nova versão é o MyLink II com CarPlay e Android auto, pois de resto está com aspecto de Onix. Perdeu os plásticos brilhantes do comando do ar condicionado, as saídas redondas das laterais, até o painel de instrumentos ficou parecendo com o do Celta.

          Ainda bem que opinião é bem individual.

          • Gran RS 78

            Realmente gosto é gosto, pois o painel do anterior era o mesmo do Onix e todas as avaliações comentaram sobre a melhora do acabamento e visual interno.

            • Rodrigo

              Eu nunca vi Tracker com painel de Onix… O painel do carro era muito similar ao do Sonic. Tanto que quando foi lançado um dos parâmetros que o destacava frente seus concorrentes da época (Ecosport e Duster) era justamente o bom acabamento.

              • Gran RS 78

                O mostradores eram o mesmo do Onix, Sonic, Cobalt , Tracker e Spin.

                • Rodrigo

                  Mostrador / instrumentos é diferente de painel.

  • Jamelao Silva da Silva

    “Assim como os mais recentes da Chevrolet, o Tracker 2017 vem com defletor de borracha sob o para-choque, que pega no piso em rampas muito íngremes.” a ideia de ter um pseudo SUV, não seria ao menos conseguir passar por cima de rampas mais íngremes como garagens de shoppings sem raspar? #fail. além disso, sem esp, não da não.

  • Fabio Marquez

    Se ESP é tão caro assim ( o que eu duvido), a marca poderia ter tirado os supérfulos teto solar, regulagem elétrica dos bancos e esse banco dianteiro que deita para a frente (convidativo ao passageiro de trás colocar o pé em cima) e ter colocado o item de segurança que é muito mais importante, e que na minha opinião sua falta desestimula muita gente a comprar o modelo.

    • Ducar Carros

      A GM acha que os clientes dão mais importância ao motor turbo e ao teto solar (que outros SUV compactos não têm) que ao ESP, que os outros têm e ela não. As vendas de 500 unidades mensais parecem desmentir isso (não sei se poderia vender mais, por causa das cotas).

  • Cidadão

    Poderiam ter mudado mais a traseira e ter colocado o volante do novo Cruze. Apesar das mudanças na frente e na mecânica, ainda tá faltando um pouco de fator novidade

  • Mr. On The Road 77

    Sou muito mais um Cruze, em suas respectivas versões de comparação.

  • Rodrigo brdo

    Tinha que ter ESP+TC e freio a disco traseiro pra começar a ficar bom. Desse jeito tá difícil.

  • Lucas086

    Chevrolet preferiu colocar o my link… a LT podia ter tsc e esp, e a ltz os 6 bags, pronto, tava inserido no segmento.

  • Matthew

    A GM acabou no Brasil! O centro de desenvolvimento no país foi desativado e na linha de carros de passeios não produzimos sequer um único modelo global. São tudo derivações de uma mesma base compacta que só é vendida no Mercosul e alguns outros países atrasados. R.I.P. GMB.

    • Impala_67

      kkkkkkkkkk tá sabendo legal

      • Matthew

        Por acaso você foi irônico? Só não vê quem não quer. A GMB sempre teve tradição em automóveis médios e grandes, agora só produz esses projetos locais com o Família I retrabalhado até o talo. Perdemos o Cruze até para a Argentina! A única coisa moderna que sobrou foi a linha de utilitários.

        • Impala_67

          Perdemos o Cruze até para a Argentina! WTF??!?!?!?
          Mano, não vou prosseguir com a conversa.

          • Matthew

            Se você não expôr os seus argumentos ao invés de ridicularizar o comentário dos outros fica difícil mesmo prosseguir a conversa. Expus tudo de forma clara e objetiva com vários exemplos. Meu vizinho trabalhava no campo de provas de Cruz Alta em Indaiatuba e já tinha comentado comigo que agora a pista só servia pra validação da engenharia local. O atual Cruze, bem como o seu motor de última geração, são produzidos na Argentina. Enquanto aqui é Onix, Cobalt, Spin & cia com o famigerado F-1. A unidade de São Caetano do Sul chegou a exportar motores turboalimentados pra Opel na virada do século. Enfim, acho que não é tão difícil de entender. Se você discorda, exponha sua visão.

            • Olha o Nick que obtêm suas respostas.

              Para ele se a GMB colocar o prisma no lugar do cruze, vai ser o supra sumo do mesmo jeito.

              • Matthew

                Pois é. Fanatismo cego é um problema.

  • Luiz Pereira

    Bizarro não ter ESP!

  • FearWRX

    Além de não ter ESC/TCS, ar digital, Hill Holder e ainda com o jurássico tamborzão na traseira (NUM CARRO TURBO) ainda tem UM ajuste elétrico do banco e o encosto é manual, que coisa mais vergonhosa. E por quase 100 mil assaltos, pode ter um belo conjunto mecânico mas a ausência desses itens acabaram com o carro.

    • alexandre

      Levei esse mesmo susto quando fui na Fiat pars poder comparar a Toro com a Renegade, ambas em suas versões turbodiesel e dei de cara com freios a tambor na pickup da Fiat. Pelamordedeus!!!!! 130 pilas e tambor??????

  • Fábio A.

    Apesar de não gostar muito do segmento dos SUV, e no geral achar tecnicamente inferior aos sedans e hatches médios, achei essa Tracker bem bonita no design. O motor 1.4 Turbo a faz mais interessante que seus concorrentes. Mas acho imperdoável e elimino a possibilidade de possuir uma pela falta do ESP, ainda mais em um SUV.

    O ar-condicionado poderia ser digital, considerando o preço e segmento deste carro. Isso é coisa que até um Astra Advantage oferecia de série por volta de 2010.

    Duvido muito que um ESP e um Ar-condicionado digital encareceria mais de mil reais no valor final deste carro. Chevrolet pisou na bola.

  • Marcelo Henrique

    Só não entendi o pq da diferença de consumo em relação ao Cruze se ambos tem exatamente o mesmo conjunto mecanico e o Cruze por ser sedan com certeza eh bem maior e mais pesado, a Tracker teria q ser pouco mais economica que o Cruze..

    • invalid_pilot

      Sedan tem sempre aerodinâmica melhor que SUV, mesmo assim a Tracker poe no bolso quase todos da mesma categoria, principalmente o Renegade.

  • G. Filho

    Dessa carroça, eu passo.

  • Wagner Lopes

    Apesar de não aderir a modinha do SUV eu gostei de modo geral. Design legal, bons equipamentos, motor atualizado, etc…mas o preço inicial e a falta de ESP realmente me fazem mudar a página rapidamente.

  • José Cardoso Gomes Filho

    Percebi que, na foto do interior do porta malas, o revestimento plástico das laterais já está com marcas do atrito com a bagagem… ¿Não seria o caso de a GM repensar tal acabamento? Visto que tais marcas tenderiam a se agravar com o tempo e não seria nada agradável vê-las!

  • Luis LC

    “Em termos de dirigibilidade e performance, sem dúvidas, o Chevrolet Tracker 2017 supera os rivais do segmento de SUV compacto, inclusive em comparação com o Peugeot 2008 THP que, apesar da excelente desempenho, é macio demais” – Com certeza o pessoal da NA nunca dirigiu o Vitara 1.4T, não é primeira vez que desconsideram a presença desse SZK no mercado. Goste ou não, seu desempenho em performance aliado ao consumo são únicos na categoria.

    Em tempo, porquê raios a GM insiste em colocar um painel de moto nesse carro?

  • Verdades sobre o mercado

    Alguém do marketing de produto da GM poderia responder à pergunta :
    Porque não colocaram ESP + ar-digital + borboletas p/ troca de marchas no volante no lugar do teto solar elétrico e não deixaram o teto solar elétrico como opcional livre ? Com exceção do porta-malas ia matar a pau a concorrência.

  • Francisco Helio

    A falta de mimos de conforto e itens simples de segurança deixam esse carro abaixo do Creta Prestige, esse sim, o melhor da categoria de suv de shopping, que custam uma pequena fortuna.

  • Vinícius

    Se usar a plataforma do Cobalt dá para nacionalizar, do ponto de vista da Chevrolet seria interessante para galgar mais posições no ranking de vendas. Daria até para fazer uma picape derivada. Foi a solução usada no Captur, que usa a plataforma do Oroch, Duster e outros. Não sei se continua sendo a plataforma do Sandero/Logan…

  • João Pedro Figueiró Pavan

    Esses jornalistas são fogo…. “Chevrolet Tracker 2017 supera os rivais do segmento de SUV compacto, inclusive em comparação com o Peugeot 2008 THP que, apesar da excelente desempenho, é macio demais”.

    Se a suspensão do 2008 fosse mais firme seria criticado por que é firme e deveria ser mais macia… mas como é macia então o problema é porque é macia.

    Na boa, tenho um THP e não posso reclamar… atende muito bem para nossos asfaltos cheio de crateras que temos aqui e quando pego um asfalto “liso” (raras exceções), é muito prazeroso de dirigir. Estabilidade? Deixa muito hatch no chinelo!!! Ah, tem ESP, ESC, partida em declive e tudo mais que um carro desse porte deveria ter!

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