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Avaliação: Fiat Toro Freedom 1.8 Flex é equilibrada na proposta, pede motorização melhor

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Esta é a segunda Avaliação NA que fazemos com a Fiat Toro. Primeiro foi a versão topo de linha diesel, agora falemos da porta de entrada da Fiat Toro. A versão Freedom 1.8 Flex é a estranha opção de acesso do modelo, que ao contrário da lógica do mercado nacional, dispõe apenas de transmissão automática. É claro, a Fiat quer manter um ritmo de vendas com boa rentabilidade no começo, a fim de oferecer uma versão manual (e mais barata) adiante.



Lançada no começo de 2016 com preço sugerido de R$ 76.500, hoje ela já custa R$ 77.800. Mesmo assim, a Toro Flex pode surpreender negativamente no preço, alcançado até R$ 97.348 se totalmente completa, embora o pacote Opening Edition ofereça melhor custo-benefício com valor mais interessante.

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A versão avaliada continha cinco pacotes de opcionais, que fizeram o preço saltar para R$ 88.322, sendo eles Kit Pleasure 2 (segurança e conforto), Kit Techno (conectividade e entretenimento), rodas de liga leve aro 16, barras longitudinais no teto e Kit Pleasure 1 (comodidade e visibilidade).

Com tração dianteira e transmissão automática de seis marchas, a Fiat Toro 1.8 Flex conta com um propulsor acanhado, que é compensado por um peso bem menor que o visto na versão diesel. Sem opção 4×4, a picape “compacta grande” ou SUP (Sport Utility Pickup) se mostra equilibrada. Se falta motor, sobra versatilidade e conteúdo.

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Por fora…

Mesmo com muitas unidades vendidas e em circulação pelo país, a Fiat Toro continua chamando a atenção nas ruas. A frente, que para muitos parece estranha, agrada a maioria. O porte da picape também é outro ponto comentado pelos interessados. Os LEDs diurnos e o visual robusto, mesmo com as rodas de liga leve aro 16, são elogiados.

As rodas possuem desenho menos chamativo, enquanto a traseira com lanternas de LED bem delineadas atrai mais a atenção. A caçamba de abertura dupla lateral é prática e facilita as operações em espaço reduzidos, mas falta um degrau de apoio mais consistente para acessar a caçamba de carga. Esta tem 820 litros e espaço mediano, ajudando a levar até 650 kg.

A capota marítima com dreno deixa a água entrar, mas não tanto quanto o visto em recente vídeo público no NA. As barras no teto e os retrovisores com basculamento elétrico são outros detalhes interessantes. A suspensão é alta e tem um bom vão-livre, mas os pneus são voltados para o asfalto. Com 4,91 m de comprimento, a Fiat Toro se mostra bem mais imponente que as rivais menores, mas ainda é inferior em porte às picapes médias. É mais curta e mais baixa.

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Por dentro…

Por dentro, a Fiat Toro Freedom AT6 é um misto de Fiat e Chrysler, tendo mais elementos da segunda. O acabamento geral é bom e bem distante do visto em outros produtos da marca italiana. Os bancos em tecido são macios e possuem bom aspecto. O volante multifuncional tem controles demais, inclusive atrás do aro, mas vem com paddle shifts.

A instrumentação é bem completa, mas vem com display menor em relação a versão Volcano. O desenho das portas é outro ponto agradável. A multimídia Uconnect com tela de 5 polegadas tem navegador GPS com dados de tráfego e alerta de radares. A imagem da câmera de ré é projetada no display.

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O ar-condicionado dual zone faz parte dos pacotes opcionais, que ainda trazem sensores de chuva e crepuscular, retrovisor eletrocrômico, retrovisores com rebatimento elétrico, trio elétrico completo acionado pela chave canivete, duas entradas USB e duas de 12V, entre outros.

O banco traseiro conta até com apoio de braço central, além de todos os cintos e apoios de cabeça necessários. Tem também Isofix. Sentimos falta de mais porta-copos na frente, sendo bem servidos atrás. As alças nas colunas A ajudam pessoas de estatura mais baixa e também em locais onde o acesso ao veículo é ruim. A caçamba tem fácil acesso e espaço regular, mas não poderia ser diferente, por conta da limitação de tamanho.

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Por ruas e estradas…

O motor 2.0 Tigershark será bem-vindo quando chegar à Fiat Toro Freedom. Até lá, o negócio é se acostumar com o E.torQ 1.8 Flex, que entrega 135/139 cv a 5.750 rpm e 18,8/19,3 kgfm a 3.750 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. Ele foi melhorado em relação ao Jeep Renegade e por conta do peso bem distribuído, não chega a decepcionar tanto na picape, embora decepcione sim.

A Toro Flex é realmente limitada, tanto que sua capacidade de carga é de 650 kg. O E.torQ exige rotações mais altas para andar com desenvoltura, sendo acima de 3.000 rpm algo necessário para andar de modo mais eficiente. As retomadas são comprometidas pela baixa força do motor, mas isso já é esperado e a antecipação das ações garante uma condução melhor. O câmbio automático de seis marchas ajuda a manter um ritmo mais equilibrado, embora impeça maior exploração do propulsor.

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Totalmente carregada, ela sofre um pouco nas subidas, mas mantém um comportamento bom na estrada. As trocas são suaves e não há trancos perceptíveis. As reduções ocorrem como esperado, sendo mais frequentes que no diesel. É necessário usar e abusar do acelerador alguns vezes para mantermos um bom ritmo. Ultrapassagens, atenção.

Com rotação mais alta e maior exigência por tempo prolongado, o motor 1.8 Flex contribui muito para o nível de ruído acima do desejado, apesar de manter bons 2.300 rpm a 110 km/h. No caso, a surpresa veio com etanol, chegando a fazer interessantes 9,9 km/litro na estrada, enquanto na cidade amargou azedos 5,9 km/litro. Já com o derivado de petróleo, ela registrou 11,6 km/litro e 8,3 km/litro, sempre com o A/C ligado. Resultado bem melhor na cidade, mas poderia ser melhor na estrada.

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A direção elétrica é muito leve e progressiva na estrada, facilitando manobras e dando mais segurança ao dirigir. Os freios são apenas razoáveis, não tendo a eficiência necessária para passar confiança nos primeiros quilômetros. Depois, apenas atendem de forma bem moderada. As trocas de marcha feitas pelas borboletas ou alavancas são limitadas pela gestão do câmbio, tendo pouca necessidade no dia a dia.

A posição de dirigir é aceitável, enquanto o espaço geral é bom. O conjunto de suspensão tem ajuste mais firme que o esperado, garante boa estabilidade, embora com tendência perceptível de sair levemente de traseira. Nos buracos, pisos irregulares, estradas com asfalto ruim, entre outros, a Fiat Toro Freedom se mostra bem adequada à proposta e oferece conforto. No geral, o desempenho é apenas aceitável.

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Por você…

A Fiat Toro cumpre razoavelmente bem a proposta SUP, que é unir o conforto de um utilitário esportivo com a capacidade de carga e a caçamba de uma picape. Para quem deseja os dois segmentos, agora tem na picape pernambucana uma saída interessante. Com estes pacotes de opcionais, a versão Freedom fica bastante recheada.

LEDs diurnos, rodas de liga leve aro 16, faróis de neblina, lanternas em LED, trio elétrico, multimídia com GPS, câmera de ré, sensores de chuva e faróis automáticos, retrovisores com rebatimento elétrico, retrovisor eletrocrômico, direção elétrica, ar-condicionado dual zone, USB e 12V duplicados, airbag duplo, Isofix, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, entre outros, são oferecidos.

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Com tudo citado acima, a Toro Freedom Flex é realmente um veículo bastante completo, faltando somente múltiplos airbags, teto panorâmico e acabamento parcialmente em couro, mas que a deixarão bem perto de R$ 100.000. As revisões até 50.000 km somam R$ 3.144, valor quase correspondente ao da versão diesel até 60.000 km.

Para quem quer um veículo de porte intermediário, ágil no meio urbano e robusto para enfrentar a buraqueira de ruas e estradas sem a menor conservação, a Fiat Toro Freedom 1.8 Flex AT6 é uma escolha elogiável, apesar de o motor ficar devendo. Não à toa, ela já é o segundo comercial leve mais vendido no país.

Medidas e números…

Ficha Técnica da Fiat Toro Freedom 1.8 Flex AT6

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha, Flex
Cilindrada – 1747 cm³
Potência – 135/139 cv a 5.750 rpm
Torque – 18,8/19,3 kgfm a 3.750 rpm
Transmissão – Automática de seis velocidades, além de mudanças sequenciais de marchas na alavanca e no volante.

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 12,2 segundos
Velocidade máxima (limitada) – 175 km/h
Rotação a 110 km/h – 2.300 rpm
Consumo urbano – 5,9/8,3 km/litro (etanol/gasolina)
Consumo rodoviário – 9,9/11,6 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção
Dianteira – Independente McPherson/Traseira – Multilink
Elétrica

Freios
Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 16 com pneus 215/65 R16

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4.915 mm
Largura – 1.844 mm
Altura – 1.743 mm
Entre-eixos – 2.990 mm
Peso em ordem de marcha – 1.619 kg
Tanque – 60 litros
Capacidade de carga – 650 kg
Preço – R$ 77.800 – Versão avaliada: R$ 88.322

Galeria de fotos da Fiat Toro Freedom 1.8 Flex AT6:

5.0

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173 Comentários

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  • Todas as avaliações questionam justamente o desempenho deste motor 1.8; e mesmo assim o carro tem vendido muito bem… pra quê mudar então !

    • Eu vejo muitos modelos a Diesel na rua… acredito que vi menos Toro Flex do que Renegade Top.

    • Tosca, mas isso se aplicaria a qualquer produto que adquirimos e não invalida uma compra.
      O primeiro Fit todo mundo reclamava do desempenho. Mas era econômico, confiável. E vendia bem.
      New Fiesta BR todo mundo reclamava do espaço interno e do acabamento. Mas era um carro bem equipado e com bom desempenho e comportamento dinâmico. Vendia bem.
      Gol tinha acabamento simples e era caro. Mas era um carro confiável e com bom comportamento dinâmico. Vendia bem.
      Palio tinha uma suspensão molenga demais que comprometia o comportamento dinâmico do carro. Vendia bem.
      Os carros eram bem vendidos e seus defeitos eram criticados. Nem por isso eles deixaram de evoluir no que eram criticados (Uns mais que os outros). E assim será com eletrodomésticos, comida, roupas… Criticar um produto por um aspecto que VOCÊ acha inadequado sem saber quais são as necessidades de outras pessoas leva a julgamentos assim.

      • Concordo com a parte que devem evoluir nos pontos citados como defeitos mas creio também que as vendas deveriam ao menos diminuírem, e no caso da Toro que não é um produto tão barato assim criticar justamente o desempenho é algo bastante pesado ao meu ver.

        • Tosca, mas quem diz que as vendas não diminuem? Quem pode dizer que não tem muita gente que pegaria a Toro mas prefere passar para um 2008, um Golf 1.4, um Civic 2.0, uma Ecosport 2.0 ou um Focus 2.0 justamente pelo desempenho? Nem os fabricantes tem idéia de quantas vendas eles ganham ou perdem com determinadas modificações. O que eles tem é aceitação do carro no mercado, reclamações e aceitação no pós-venda. Como pode ver eles mesmo tem dificuldade de ver quanto perderam, embora cruzem esses dados para ver o quanto ganharam.

    • Desempenho, é muito relativo ao modo de dirigir. O problema, é que muitos querem comparar o desempenho de uma pick-up normal, com carros esportivos ou as pick-ups americanas com seus big motores. Para o consumidor comum, acredito que o desempenho seja razoável, como nos passou a reportagem.

      • Cara, não vejo sentido nessas comparações de 0 a 100 pra pickups. Quem compra um carro desse porte não está preocupado com desempenho esportivo, o que não é o objetivo desse segmento.

      • Para o público que utiliza picape, o desempenho esta ótimo, e o consumo excelente.

    • E saiu até noticias de ser um dos carros mais beberrões do mercado inclusive.

      • Deve ter sido especulações, em todos os testes de consumo, o resultado foi sempre muito bom, inclusive o teste do INMETRO.

  • Eu discordo disso, eu dirigi a Toro e achei a proposta adequada para o carro, não vejo a necessidade de um motor com mais litragem , como um 2.4 tigershark, que faria seus preços inicial se equiparar com a diesel, e perder o atrativo que o preço bem vistoso.

    • Com maior litragem ou não, o fato é que este motor 1.8 E-TorQ não empolga .

      • Quer desempenho pega uma s10. De 200cv. Vcs analisam carros com base no desempenho de esportivo , mas não é a proposta do carro. Nem na diesel.

        • Uai, e desempenho tá condicionado a ter sempre que migrar de categoria é ?

        • Não sabia que o fato de ter mais potencia se torna esportivo. E esse motor é manco e beberrao mesmo.

            • Eu nunca dirigi. Mas li várias matérias, onde os profissionais que dirigiram deram suas opiniões. Fora que vi os números de pista. O 0 a 100 km/h está na casa dos 14 s. Isso é o equivalente a um up!, que possui motor 1.0.

              • Afinal, quando tiver com a caçamba cheia de material para a obra é sempre bom testar o zero a cem.

        • Carro que faz retomadas e aceleraçoes pouco melhor que um UP 1.0 ta longe de ter desempenho bom. Poderia ter, pelo menos, o desempenho da HR-V

            • Po, mas na situação de um up perante um Toro nem se compara que o up teria melhor desenvoltura em não precisar adequar ao uso do Toro né…

          • São categorias diferente, não acho o desempenho bom, porém é o adequado .minha opinião!

          • Acredito que o ideal é comparar o desempenho dela com as outras pickup tanto maiores como menores

        • Querer mais potencia significa querer um esportivo?
          Ta de brincadeira, o carro acelera devagar, custa o consumidor ser um pouco mais exigente? Não precisa ser o 2.4, pode ser o 1.4 T-jet que a Fiat tem na linha, tem muito mais torque em baixa que esse 1.8 beberrão, o desempenho seria muito melhor.

          • Mas a questão é essa cara, Pq reclamar de um carro que dá a opção de um motor turbo diesel de 170cv. ? Quem compra o 1.8litros não tá ligando pra isso.

            • Cara, a opção Diesel é uns 25k mais cara que a normal mais ou menos.

              quem tem 70k não pode comprar ela com um motor melhor?
              Porque não?
              Só porque o cara vai ter apenas grana pra levar a versão mais barata não quer dizer que precisa aceitar um motor de desempenho fraco, se a Fiat lançasse com o 1.4T teria o desempenho melhorado.
              Esse é meu ponto de vista.

            • Quem compra o 1.8 provavelmente o fez por falta de condição de comprar a diesel, que custa muito mais. Não porque era o sonho dele.

              • Negativo, meu pai comprou uma a gasolina pelo preço é claro, e tbm pelo desempenho que ele necessita, pra quer pagar quase 25 temers se a proposta 1.8 é adequada a vc.. Eu pensei que ele tinha comprado a diesel, porém na última hora,, avaliou manutenção / seguro/peças e optou pela gasolina que vai atender as necessidades dele plenamente.

                • Quero ver a sua opinião e a opinião dele após o período de lua-de-mel.

            • Sinceramente, um carro desse valor ja beirando 80mil sem opcionais só c o basico com um desempenho ruim desses é inadmissivel. Colocou a familia pra viajar mais malas e tanque cheio? Pois bem: 0-100 em 18s e retomadas de dar medo numa ultrapassagem. Desempenho é seguranca.

          • E não é? Cara, fico p… da vida com esse povo. É você reclamar de um modelo que anda como se fosse um popular 1.0 e os caras já vem com essa tirada de “quer desempenho de esportivo”? Como se alguém estivesse pedindo para andar junto com o Golf GTI…

            • Só lembrando que essa mesma Fiat fez fiorino com motor 1.0 lembra??Quem hoje não valem nada..E fieteiro aprova esse tipo de coisa..

          • Nunca que este mercado extremamente conservado iria aceitar uma picape 1.4 turbo a gasolina ou flex, não aqui no Brasil.

            • A cada ano mais carros turbo surgem mais e mais no nosso mercado e você quer dar esse argumento?

              O conservadorismo parte das marcas, entenda isso, quanto mais opções turbo, mais eles são aderidos, quanto menos opções, menos serão aderidos, e isso é lógico, não é um dado.

              Porque ninguém comprava 1.0 Turbo? Porque não tinha!!!!!
              Porque ninguém compra picape Flex Turbo? Porque não tem.

              Se isso é conservadorismo pra ti ok, pra mim é falta de opção!

        • Se vc gosta desse motor e-torq 1.8, tudo bem, amigo. Mas que ele eh ultrapassado e ineficiente demais para um carro desse porte e preco, nao se pode negar..Ja se perguntou pq a Toro nao foi lancada em outros mercados com esse motor e-torq?

          • Pq a alíquota de impostos no Brasil encima do 2.4 seria mto alta, além disso apenas no Brasil a toro tem Mercado de lançamento.

            • E pq nao o 2.0 tigershark, motor q ja existe ha mais de meia decada? pq nao o proprio etorq porem com turbo? Pq desrespeita o consumidor e economiza ate o talo no produto. O carro eh otimo, bem acabado, etc. Nao merecia esse motor horrivel, fraco e beberrao

        • Com 0 a 100 km/h na faixa de 11 a 12 s, a Toro diesel tem um desempenho adequado para a proposta. E isso nada tem de esportivo. Já essa Toro flex, com 0 a 100 km/h acima dos 14 s, não está com desempenho adequado para proposta nenhuma.

          • Mas as outras pick UPS são um primor nas acelerações ?Hilux, Ranger, s10. Se vc botar as versões a gasolina da no mesmo.

            • Mas aih vem o torque destas q vc citou, que faz com que as retomadas sejam melhores

              • Uq mais? Ambas tem prós e contras, fato.. Cabe o consumidor achar qual deve atender as suas expectativas..

                • Concordo, quem manda eh onconsumidor final. E ta cheio de consumidor q nao se importa pra desempenho.

                  • Ainda mais no segmento picape, a Hilux 2.7 flex faz o 0-100 em 15,6 s, e ninguém da a mínima para isso, mas é correto, isto não tem nenhuma importância no segmento.

      • Mas é isso que eu tô tentando explicar , há carros e CARROS, o consumidor desse tipo de automóvel ,não busca um motor que empolgue. Visto que a outras opções no mercado.

        • Não sei até que ponto isso é verdade, mas sei muito bem que muitos compram pelo estilo e não pela utilidade do veículo; tem pessoas com picapes que mal usam a caçamba por exemplo. Agora dizer que o desempenho não agrada ao consumidor é um tanto que arriscado, apesar que muitos buscam o conforto e nível de equipamentos acima do desempenho do veículo.

          • Esse desenpenho e de pick up msm, e do seguimento, para efeito de comparação meu primo a umas 3 semanas atrás passou aqui 2 duas na minha casa, eu pude andar na Hilux flex, modelo 13/13, e mto similar em uma tocada mais branda, e claro que ao acelerar mais um pouco a diferença é sim perceptivel, porém não exorbitante.

        • Existe uma diferença entre um motor que empolgue e outro que faz você passar raiva. Entre os dois existem aqueles motores que simplesmente atendem, que são a grande maioria. Um 2.0 Tigershark para a Toro não empolgaria ninguém, mas atenderia bem.

          • Atendendo bem é o que o motor 1.8 flex estar fazendo, preço bom, consumo excelente, manutenção barata, desempenho bom, isto é atender bem; coloca um motor importado como esse 2.0 Tigershark, aumentaria o preço, aumentaria o consumo, aumentaria o custo de manutenção, e melhoraria um pouco o desempenho, ou seja, é melhor com o motor 1.8 flex mesmo.

            • Cara, na boa, dizer que o desempenho da Toro flex é bom é um disparate! Nada que leve o tempo que ela leva para alcançar os 100 km/h pode ser considerado como tendo bom desempenho. Idem para o consumo de combustível. Nunca poderei provar, mas DUVIDO que o Tigershark teria consumo maior. E afirmo isso baseado em dois aspectos: 1º Motor subdimensionado, que vive se esgoelando, consome mais do que sua cilindrada sugere; e 2º O Tigershark é muito mais moderno que o E-TorQ. Quanto ao preço, já discutimos isso antes. O impacto de um 2.0 no preço final seria marginal. E mais: eu e você sabemos que ao contrário do que o cartel tenta vender, SIM, as margens de lucro da indústria automobilística brasileira são suficientemente gordas para a Fiat absorver pelo menos parte do aumento de custo.

    • Já li varias outras avaliações e metade falou que o motor é adequando para a proposta. Tanto é que seu desempenho e na media de Amarok e etc.. em seus motores de entrada tbm. O povo é que fala mal sem conhecer. Quanto ao consumo achei muito bom, pois como parametro, tenho um Gol G6 1.0 (urban&sound) e no alcool faz 7,5 a 8,0 km/l na cidade. A toro por ser uma pick-up está muito bom o consumo. Realmente temos que testar os carros para validar as informações que são nos passadas por sites e etc..

      • Na verdade não é a Toro que está boa no consumo, é seu carro que está bebendo demais. Eu só seria feliz com um 1.0 se ele fizesse 10km/l de alcool na cidade.

        • kkk, concordo que ele é gastão, mas de motor 4 cil (onix, Palio, Fox) ficam nesta faixa tbm.

          • Meu Fox fazia 8-9 com gasolina na cidade :X

            Já o Sandero do meu colega aqui está fazendo 14-15 na cidade, ano 2009.
            Achei impressionante, eu vi no computador de bordo dele, achei que era a instantânea, mas é realmente a média, fui verificar o Sandero novo aqui da empresa e a média no computador está 14,4km/l…incrível…

            Não sabia da economia do Sandero.

          • Meu VHT 1.0 não fazia menos de dois dígitos nem no álcool. Meu Fire 1.0 já era o contrário. Nem na gasolina passava de 10. Meu Fire 1.3 era mais econômico que o motor 1.0 da VW na gasolina. Mas nenhum deles batia meu Peugeot 1.6 16V Flex. Exceto a Mercedes 1.9 mono.

          • E eu achava o meu 2.0 gasolina fazendo 6km/l na cidade ruim. Se eu compro um carro 1.0 e ele tem esse consumo, vou surtar… kkkkk

            • O Siena do meu pai… diz fazer 6km/l com alcool ou gasolina…. (1.0)

              • Mas o Siena é pesado demais para o motor 1.0. Nem o Siena Fire que era bem capado e pelado foi economico.

                • O Siena 1.0 16v do meu pai era economico… já os Fire 8v 1.0 são uma lastima mesmo. (e meu pai pega o segundo com essa motorização… sendo que eu falei par ao mesmo pegar um 1.4 ou 1.8)

                  • Eu ouvi falar muito bem do 1.3 16V de 80cv. Aquele motor andava bem, era economico e não dava manutenção. Mas a Fiat trocou pelo 1.3 Flex que atualmente é 1.4.

                    Nunca entendi o Abandono dos 16V pela Fiat.

                    • Manutenção. A manutenção comparada aos 8v eram bem maior. Até então os 16v entraram em um momento onde a maioria dos motores vendidos aceitavam a regulamentação SJ de oleo mineral. E o oleo utilizado (e hoje na grande maioria) já é semi sintetico. (e em algumas marcas oleo somente sintetico)

                      Isso fez aliado a problemas de maus cuidados, na hora da manutneção fazer do cara que faria a manutenção cobrar um preço geralmente maior que o das versões 8v.

                      Meu pai vendeu pq usava oleo mineral e o carro já subia oleo. Segundo ele: “vai desvalorizar mais”.

                      Tirando que finalmente o atual Siena dele tem ar e direção (além do restante que tinham os demais), o motor 1.0 16v é sempre lembrado pelo meu pai.

                    • Essa questão dos problemas eu não sabia, mas ela poderia ter investido no motor.
                      Ainda acho um Erro a Renault ter abandonado o 1.6 16V que sempre foi excelente e a Chevrolet investido no 1.8 8V antes do 1.6 16V.

                      Realmente tivemos uma época de investimentos em motores 16V e mais modernos, mas o mercado os eliminou.

      • Sou complacente com seu comentário, a maioria julga sem ter andado no carro, ele é até esperto depois dos 4500, um porém é que o câmbio automático corta mto cedo a giro do motor, fica a dica que poderia ter um modo “S” , porém para os meus parâmetros de usabilidade e bem semelhante a da S10 que meu pai teve a uns 2 anos atrás.. Porém continuo afirmando que o desempenho e condizente com a categoria.

        • Só é esperto após as 4500 rotações? Aí é tenso, hein companheiro! Quem fica por aí dirigindo nessa rotação? Nem em estrada! Deve ser extremamente incômodo (não deve dar pra conversar ou ouvir música tamanho o baralho do motor) e ainda por cima certamente afetaria drasticamente o consumo.

          • Na minha tocada eu quase não passo dos 3 mil. Kkk.
            Ando tranquilo visando bom consumo , na média que fiz na cidade deu em torno de 9.8 km / lt.. Gasolina.

        • “a maioria julga sem ter andado no carro”

          É para isso que existem publicações especializadas que testam os diversos modelos e publicam suas impressões e os números de testes de pista. Já pensou se nós tivéssemos que andar em cada modelo para poder ter uma opinião formada? Viveria passando o final de semana de CSS em CSS ara fazer test dirve.

          • Eu também fico p.. da vida com esse que desqualificam a imprensa especializada..As montadoras fazem carros ruins, e a culpa é da imprensa que mostra isso…Sobre a Toro, me veio a mente os anos 80..Com o Escort XR3..Carro bonito, visual esportivo show de bola para época, mas na hora que abria o capo….Tava lá o CHT 1.6 brochante..A Toro é a mesma coisa..(e justiça seja feita, depois o escort ganhou o AP 1.8 e finalmente ganhou o desempenho que merecia..rsrsrs)..

            • Exato. Para os fanáticos por marca, se a imprensa critica é sinal de matéria comprada; se eu ou você criticamos, é porque somos haters.

            • Pois bem… só que quando o XR3 recebeu esse motor , já tinha o GTI 2.0…rsrsrsr

              Aí qdo o Escort finalmente recebeu esse motor (já de nova geração) a VW já estava comemorando e colocando esse motor em um monte de carros…rsrs

    • esse motor é adequado pro punto, pra puxar peso num motorzinho 1.8 a gasolina o negócio complica

    • Cara, nunca dirigi uma 1.8, mas não acho que o torque dela seja ruim por exemplo, se fosse um motor 1.4 ou 1.6 turbo com esse mesmo torque, mas aparecendo aos 1500 rpm, acredito que ela teria um desempenho bem melhor

      • Sem dúvidas, a Fiat poderia ter usado o 1.4 t-jet, em alguma versão, não sei se teria pelo fato que não haver necessidade de um motor mais robusto, acho q o 1.8 tá de bom tamanho sim.

      • Para os meus parâmetros. O torque e bom sim. Para efeito de comparação a s10 de 200cv tem algo entre 27 kgfm,

      • Não vejo pq dirigi e deu meu aval, não estou apenas criticando por criticar..

        • Criticar por criticar, na minha opinião, é criticar algo sem razão..Se a maioria, tanto dos que testam, como aqueles que leem na imprensa especializada, tem a mesma opinião, então não é criticar por criticar..

    • Concordo, graças a este motor 1.8 flex, que a picape Toro tem o melhor custo/benefício do segmento, o melhor preço e o mais baixo custo de manutenção, o consumo é o melhor do segmento, e o desempenho de forma nenhuma compromete a satisfação ao volante. Eu particularmente não tenho nenhuma queixa.

      • O pessoal que não vai comprar o carro quer um motor 2.4 , mais não pensam no consumo , no custo elevado de manutenção, no seguro mais caro, no volor maior do veículo, enfim vários argumentos que sustentam meu é seu pensamento.. Grato..

  • Pessoal do NA, uma sugestão: no início da matéria vocês citaram alguns pacotes de opcionais que vieram no carro, dando o nome e características gerais de cada um.
    Mais adiante, começam a detalhar os itens que vieram na unidade avaliada, mas tirando a roda de liga, não dá pra identificar o que é item de série e o que veio em um dos pacotes extras. Fica essa sugestão, a de que vocês identifiquem quando estiverem falando sobre opcionais (principalmente quando elogiam um retrovisor basculante ou um espelho eletrocrômico), assim não precisamos abrir a ficha técnica do carro pra ir lendo lado a lado com a avaliação daqui.
    Saudações!

    • Faço um adendo a dizer que nem sempre é citado tudo que o carro tem em uma avaliação. Isso também faz falta algumas vezes.

  • Só a Diesel mesmo… esse 1.8 Flex é de chorar nesses carros maiores.

  • “O motor 2.0 Tigershark será bem-vindo quando chegar à Fiat Toro Freedom. Até lá, o negócio é se acostumar com o E.torQ 1.8 Flex” vou além, digo que é simplesmente não comprar, ao invés de se acostumar. É por se acostumar com carros que oferecem pouco perto do preço que temos o que temos hoje no mercado.

    Aí começa a aparecer Golf 1.6 passando dos R$100 mil, HR-V batendo R$100 mil sem um mísero retrovisor eletrocrômico e assim por diante. Brasileiro é muito passivo mesmo…

    • Leonel, porque em outros países temos versões 1.0, 1.2, 1.2 Turbo, 1.6 Turbo, 2.0 Turbo…. Para o mesmo modelo? Já pensou que pode ter gente que está apenas sendo racional, e dentro da sua necessidade está abrindo mão de um desempenho melhor para ter o carro que atenda o que ela espera? Será que lá fora também as pessoas ficam maldizendo as versões mais básicas em vez de se atentar aquelas que atendem às suas necessidades?

      • Oi Alessandro.

        É justamente essa maior gama de opções que faz com que as pessoas possam justamente escolher a que melhor se adapta as suas condições. Minha crítica a esta motorização é porque a considera de baixa eficiência. Motor fraco (para o carro) e com alto consumo de combustível. Se pensarmos em um veículo que praticamente bate os R$100 mil, deixa a desejar. Este é o ponto de minha crítica.

        • No que está corretíssimo. Mas aí o problema não é exatamente no motor: É no alto preço oferecido na versão dele e na inexistência de versões melhores de preços intermediários à Diesel.

          • Exato, aí é o famoso CxB. Se fosse esse motor com preços mais adequados, sequer criticaria. Poderia por nesse valor próximo dos R$90…R$100 mil o 2.0 Tigershark. Não que seria barato, porém muito mais adequado que o 1.8 E-Torq.

            Enfim, esperamos que o futuro próximo nos reserve boas opções rs.

    • Se a Fiat tivesse respeito pelo cliente. Teria lançado essa versão 1.8 só nas Toro “básicas”.A Toro flex mais caras deveriam vir equipadas com motor 2.0 Flex e de bem melhor potência..Nisso, a Renault com a Oroch foi bem melhor..Pois não são todos que podem, ou querem, uma versão diesel..

  • Sinceramente, quase 80 mil pra levar esse 1.7, não tem condições. Até é um carro legal, bem equipado. Eu até cogitaria um, se tivesse o TigerShark, por uns 85 mil… Cansado já dessa falta de opções de motores em carros no Brasil… São pouquíssimos os modelos por aqui que tem mais de três opções, bem diferente do que acontece em outros grandes mercados…

  • O motor poderia ser melhor? Sim, mas não fica aquém das picapes maiores. Fiz um test drive e não senti muita diferença pro Renegade, por exemplo.

  • Eu só escolheria a flex se tivesse uma versão 4×4. Só tração dianteira não rola.

        • Na verdade o problema nem está em ser flex..Mas sim o motor, muito ruim para o porte da picape..Há motores flex, como o 2.0 da Oroch, que vai muito bem na picape..

    • a um tempo atras eu comentei a mesma coisa aqui e quase fui linchado aqui kkk, num carro desse porte, o 4×4 é muito útil

      • Pra mim, camioneta de tração dianteira sem ter 4×4 é só para passear no shopping, e mesmo assim vazia…

        • Mas a Toro 1.8 é pra passear no Shopping de qualquer forma. Sem motor suficiente para mover o carro decentemente vazio, imagine só quando carregado.

          • Caso tivesse uma Toro 4×4 flex, já estaria dentro da lei para andar nas ruas de 50 por hora do Haddad..Pois esse seria sua velo. máxima rsrsrs

          • Deixe que o cambio trabalhe por ti homem! rs Aí é valido dizer do Jetta flex 2.0: É manco pra kct e o cambio ainda reluta em te ofertar o desempenho esperado (por conta do motor mesmo)

    • Se essa Toro 1.8 com tração dianteira já é lerda, não quero nem imaginar como seria ela com tração 4×4. Acho que faria o 0 a 100 km/h em 1 dia.

      • Mas 0 a 100 em 1 dia é quase mais rápido que o novo golf 1.6 nacional, não?

          • A diferença é que uma é camionete e o outro é um “esportivo” pra alguns

            • O Golf 1.6 é um esportivo? Olha, meu caro, quem te disse isso não tem a menor ideia do que seja um esportivo. Nem o Golf 1.4 TSI é esportivo. O Golf GTI, esse sim é um esportivo.

              • Você leu a parte”para alguns”? Ah,e também estava entre aspas, só pra lembrar que fui meio irônico. Nunca achei golf esportivo, nem o mais top de linha, mas quem compra acha sim um carro esportivo, pode não ter esse assunto aqui, mas todos nós sabemos que na vida real, no dia a dia, os leigos acham que é esportivo sim. Esportivo pra mim é algo bem mais interessante que um golf, se não fica um leque muito grande pra carro esportivo.

                • Leigo não costuma comprar Golf. Para eles hatch é carro de pobre. Com R$ 80 a R$ 100 mil no bolso leigo só compra sedan ou crossover compacto. É sinal de que melhoraram de vida. Mas aí você vir falar que o Golf GTI não é esportivo… vai me desculpar, mas só está demonstrando que é leigo também.

                  • Quer dizer que quem compra golf é só especialista em carros? Para soh. E eu sou leigo sim, nunca fui especialista no setor automotivo, mas pra mim 220 cv não tem nada de esportivo, apenas um excelente desempenho aliado a uma excelente dirigibilidade . Mas não vou discutir com um especialista, se você diz que é esportivo, ta certo

                    • Não quis dizer que quem compra Golf é especialista. E nem me declaro especialista. Quem compra Golf normalmente é quem gosta de carro e sabe que tipo de carro está comprando. Não são o publico consumidor em geral que olha para um Golf GTI e para um HR-V e acha que o segundo é mais carro que o primeiro. E quando você fala que o Golf GTI não é esportivo, você parece se colocar lado a lado com esse grande público brasileiro que compra carro por marca e altura. Aliás, sobre o Golf GTI, prefiro também nem dar continuidade a essa discussão, mas te convido a ler o que é publicado a respeito dele. Vou sugerir as seguintes palavras chaves para pesquisa: “jeremy clarkson golf gti”. Esse sim é especialista.

                      Voltando à Toro flex: essa continua não andando nada, independente do Golf 1.6.

  • Igual ao Renegade. Muito carro e pouco motor. Insistência burra da Fiat em economizar numa coisa que não poderia. Esse carro, assim como o Renegade, tinha que ter um motor de pelo menos 150cv e mais de 20,5 de torque

    • Concordo com quase tudo o que você disse. Só não acho que a insistência da Fiat nesse motor seja burra. Afinal, está vendendo que nem água no deserto. Então, para quê mudar? Do jeito que está a margem de lucro da Fiat é maior. Burros são os que aceitam isso.

      • Ta vendendo pq ninguém corre em test-drive. Com a convivência vai vir a insatisfação. Mt comprador de SUV era dono de sedan médio, carros com maior potência. E no futuro essa insatisfação pode queimar o carro

        • Bem… no meu caso eu corro sim.

          Mas acho que mal faria diferença pq para ter um teste real com uma picape, penso eu, só se colocasse lastro nela.

          No meu caso que sequer gosto de carro alto, mas procuraria algo que eu sempre fiz em meus carros de uso diário: Que tivessem desempenho no minimo adequado.

  • tem a faca e o queijo na mao pra conseguir a liderança de vendas de picapes ainda esse ano o TORO, enquanto a nova geracao da strada nao chega em 2018…

  • Fiz o teste drive na versão diesel e na 1.8. São dois trambolhos que se arrastam feito uma tartaruga para sair da imobilidade. Desisti!

  • Esse LED dianteiro é DRL mesmo, ou somente lanterna de led (como Ecosport e Sentra) ?
    Pergunto porque achei bem franquinho o LED, praticamente não dá para ver de dia.
    DRL bom é como dos Audi, dá pra ver de longe e chega ofuscar em dias nublados.

    • Achei bem forte a que vi hoje cruzando por mim no transito. Se bem que aqui em Floripa estava meio nublado, se for com muito sol não sei se vai aparecer tanto.

    • O da Renault também é legal.

      Mas realmente é bem como vc disse. Outro que gostei foi do Cruze.

  • Pra ser sincero achei os números de desmpenho e consumo até bons. Esperava pior. Não dirigi ainda.

    • Esse valor de 0 a 100 km/h de 12,2 s é uma falácia divulgada pela Fiat. A realidade é bem diferente. A revista Carro, por exemplo, encontrou 13,9 s. Já na Auto Esporte o resultado foi ainda pior: 14,4 s.

  • “não chega a decepcionar tanto na picape, embora decepcione sim.”

    Whaaaaaaat? Tem que decidir isso aí hein…

    • Pelo que eu entendi, no renegade é muito decepcionante esse motor, e na picape é só decepcionante haha

    • Tipo aquele vídeo do cara falando: “Dava pra melhorar com certeza. Quer dizer que ia mudar melhor, já tava bom, disse que ia mudar pra melhor, não tava muito bom, tava meio ruim também, tava ruim, agora parece que piorou!” Kkkkkkkkk!

      • pois é …
        não temos meta mais quando atingirmos essa meta vamos dobrar essa meta …

    • O termo deveria ser: O produto em sí é muito bom, porém deve em desempenho. (ou decepciona)

      Pelo menos foi assim que interpretei…rs

  • Esta versão Flex é bem interessante pelo valor,

    o que estraga é esse motor E-porc broxa e beberrão.

  • Eu dirigi uma e achei o desempenho muito fraco, acho que se fosse equipada com cambio manual, ficaria melhor com esse motor.

  • Acredito que o ideal é comparar o desempenho dela com as outras pickup tanto maiores como menores, alguém pode fazer este comparativo?
    Comparar com SUV, compactos 1.0 e sedãs acho meio fora de propósito.

  • Acho bacana a toro, como será que é o seguro dela?
    Sobre o motor flex, tem que comparar ela com a duter oroch. Acho que nenhuma empolga no flex e duster nem tem diesel. Ponto para a fiat.

  • Faltou dizer a quantidade de reclamacoes no reclameaqui da falta de RODAS para pedidos, sem prazo pra entrega, eu inclusive mandei um email pro NA e fui ignorado, assim como a materia que nao diz NADA. O site ao meu ver virou um periodico como quatro rodas, cheio de tendencias.

    • Esse é o caminho natural de sites pequenos que se tornam grandes sites. Patrocínios, maior espaço e segredos revelados primeiro pelas montadoras, que geram mais acessos e lucro. Que montadora quer ver seu carro publicado em um portal que denigre sua imagem? Eu mesmo, tenho um portal de conteúdos há oito anos,e quando a parte de carros era em parceria com o site de veículos do Santander, recebia vários convites para testar veículos e etc, já quando rompemos a parceria e tive que inaugurar a minha própria parte, e comecei com uma sessão chamada Auto Segurança, várias montadoras passaram a fugir do site, não ofertando testes nem nada. Dá para reverter, indo atrás, testando por conta e etc, mas já tem tanto site automotivo, que no canal sobre carros acabo preferindo fazer poucas matérias, mas com temas que nenhum outro site faz. Tenho meu público, imensamente menor que o NA, CP (era do Vírgula e foi pro Uol), FO, CB (blog da VW) e AS (Blog da Fiat), mas bem próximo do PM (que era NA tbm) e outros que já foram grandes.

  • Porque a materia nao faz mençao aos atrasos na entrega e falta de RODA, basta olhar site de reclamacoes, existem inumeras!

  • Off tópic: o N.A poderia fazer um comparativo entre a volcano Top com todos opcionais e a nova ranger 2.2 XLS automatica, pois na prática saem no mesmo preço, pois 80% compra por venda direta.

  • Carro nesse segmento não precisa de potência, mas sim de torque em baixa rotação, e isso pelo visto, só nas versões diesel. Acho desnecessário esses testes de 0 a 100 nesse tipo de veículo.

  • Rapaz que carro de mais de 1600 kg faz 11,6 km na estrada com um motor ultrapassado desses ? Pra minha pessoa é uma marca ótima.

      • Conte-me mais sobre o comando variável dele, injeção direta, turbo…
        Além de ser meio sem logica uma montadora colocar o mesmo motor em um carro de 1253 Kgs e +1619 Kgs, Strada Adventure e Toro respectivamente.

  • Já devia ter saído com uma 2.nada ….. qualquer coisa… mas como Brasileiro Burro aceita qualquer coisa que vá esse motor mesmo…

  • [Os freios são apenas razoáveis, não tendo a eficiência necessária para passar confiança nos primeiros quilômetros. Depois, apenas atendem de forma bem moderada.]

    Os freios são ótimos.

    Toro 1.8 flex AT6

    Frenagem:

    100 km/h a 0: 39,4 m

    80 km/h a 0: 25,4 m

    60 km/h a 0: 15,1 m

    Medições Carplace

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